Finalmente a Adobe fez algumas implementações no CSS utilizado no Flex, tornando-o mais próximo do CSS utilizado no XHTML e que são uma mão na roda para gerenciar a apresentação visual da aplicação.
Mais informações, em inglês, no link http://opensource.adobe.com/wiki/display/flexsdk/CSS+Advanced+Selectors
Temas do GMail e a experiência do usuário
Eu sou o tipo de pessoa que não pode ficar muito tempo sem ver mudança em alguma coisa. Desde as coisas que ficam espalhadas na mesa até a interface de um programa ou alguma responsabilidade na empresa. Talvez por isso eu goste tanto do GMail.
Hoje quando acessei meu e-mail tive a atenção desviada para uma caixa de texto anunciando um novo recurso: os temas. Eu uso o BetterGMail 2, plugin para Firefox que permite, entre outras coisas, mudar a interface do sistema mas … eu já falei que adoro mudanças???
Na prática diária, esse novo recurso não teria implicação nenhuma se eu fosse muito conservador. Sei que vou acabar me acostumando com um único tema e deixá-lo ativo ad eternum, mas isso abre espaço para um comentário sobre o desenvolvimento de sistemas: a experiência do usuário.
(…)
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© Elvis for Elvis Fernandes, 2008. |
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Tags: design, gmail, interface, usabilidade
Um dos recursos que mais me fazem ganhar tempo no meu dia-a-dia com o Flex é a possibilidade de ter uma Library (biblioteca) com componentes personalizados, que eu utilizo em todas as minhas aplicações.
Neste screencast ensino o básico de como iniciar a sua própria, para seu uso e/ou distribuição para a rapaziada.
[...]
Tofino, primeiras impressões
É pessoal, não pude esperar e ontem mesmo baixei a versão beta do Tofino para conhecer.
A primeira impressão é muito boa ta, a idéia da Ensemble é fantástica, eu fiz três screens pra vocês terem uma idéia do que estou falando.
Criando um novo projeto Flex.
Adicionando um novo item ao projeto.
Solution Explorer.
Infelizmente ainda não contamos com um recurso indispensável em nosso dia a dia, que é o Intellisense, mas segundo o site da Ensemble, o mesmo estará disponível em breve.
Sem querer pedir demais, será que poderíamos esperar um modo design também? Bom vamos esperar pra ver.
Tofino, um plugin Flex para Visual Studio
[Atualizado]
Após ter lido o post do Rafael Martinelli, dizendo que a Adobe estava desenvolvendo um plugin para desenvolvermos Flex no Visual Studio, o Igor Costa já deu detalhes sobre ele.
Seu nome é Tofino, e a empresa responsável por ele é a Ensemble, e ele já se encontra disponível para download neste link.
Isso é um enorme passo para a comunidade Flex > .Net, e como disse o Igor Mussardo, a Microsoft terá que rebolar ainda mais para emplacar o Silverlight.
Já estou fazendo o download dele, e em breve farei um post com mais detalhes.

Adobe Max 2008: Visual Studio, Flex e AMF
O Rafael Martinelli da DClick, está participando do Adobe Max 2008 em São Francisco na Califórnia e acabou de blogar sobre algo simplesmente espetacular para os .NET developers.
A Adobe está desenvolvendo um plugin para desenvolver Flex no Visual Studio, inclusive com Debug. Dificil vai ser aguentar a espera para estre plugin entrar no Adobe [...]
A Adobe publicou ontem uma imagem muito interessante e elucidativa para representar o ecosistema da Flash Platform. Na imagem é possível ver o universo das ferramentas Adobe, e a forma como se interligam.
À esquerda, a azul claro, temos as ferramentas de design: After Effects, Adobe Illustrator, Fireworks e Photoshop. Com estas ferramentas os designers podem criar o aspecto gráfico das aplicações / sites / experiências / etc, sendo este exportado num novo formato, o FXG. O FXG é um novo formato da Adobe baseado em XML para representar elementos gráficos, e que é compatível com o universo que circunda a plataforma Flash.
A azul escuro temos as aplicações de desenvolvimento: o Flash IDE, Flash Catalyst (anteriormente conhecido por Thermo), e o Flex Builder. O Flash IDE e o Flex Builder são os nossos já velhos conhecidos, sendo o primeiro mais virado para Interaction Designers que procuram um IDE visual, e o segundo para developers que procuram um IDE virado para código. O Flash Catalyst é uma ferramenta que ficará no meio, entre o Flash e o Flex Builder que permitirá a Interaction Designers utilizar um ambiente gráfico e intuitivo para importar layouts feitos nas ferramentas de design, e convertê-los através de alguns cliques para aplicações, podendo ser adicionada interactividade. O resultado o Flash Catalyst é MXML (bem formado, segundo dizem) que depois é entregue aos developers para implementarem toda a parte dura do código. Segundo se diz, o Flash Catalyst pode também carregar MXML já alterado pelos developers (corrijam-me se estiver enganado), pelo que permitirá que ambas as equipas – developers e designers – possam trabalhar ao mesmo tempo, recorrendo a um source control. O Flash Catalyst está ainda a um ano de ser lançado em versão final, pelo que durante este período serão certamente disponibilizadas versões beta e de preview.
A cinzento, em cima, temos o Flex SDK, a framework de eleição para desenvolvimento de RIAs. É composta por um conjunto de componentes, e ferramentas que assentam em Actionscript 3, para desenvolvimento rápido de aplicações. O Flex SDK está actualmente na versão 3, mas a versão que se segue (nome de código: Gumbo) vai trazer novidades absolutamente estontantes. Sendo open-source, é possível acompanhar o desenvolvimento do Gumbo, e inclusivé, fazer já aplicações com a actual versão. As milestones do Gumbo são:
- lançamento do MAX preview agora durante o MAX;
- versões Beta 1 e Beta 2 na primeira metade de 2009 (aposto em Fevereiro e Maio);
- versão final na segunda metade de 2009.
As ferramentas acima “não fazem mais” que gerar ficheiros SWF que são depois interpretados e executados nos devidos runtimes: o Flash Player, que corre dentro do browser, e com limitações de acesso à máquina do utilizador (obviamente por motivos de segurança), e o Adobe Air, que permite que os SWFs possam ser instalados nos computadores dos utilizadores e correr como aplicações desktop, com acesso à maquina do utilizador como qualquer outra aplicação (i.e. leitura do disco, clipboard, etc). O Flash Player está neste momento na versão 10 que introduz uma panóplia de funcionalidades fantásticas: suporte nativo a 3D, FileReference local, suporte a filtros avançados (Pixel Bender), suporte avançado a texto, melhor performance com suporte a aceleração pela placa gráfica, etc.
De referir que os runtimes acima são compatíveis com os principais sistemas operativos, nomeadamente Mac, Windows e Linux – e a grande novidades do Max: graças ao Open Screen project temos também o Flash Player 10 em Symbian, Windows Mobile, Wii, Playstation, etc.
As aplicações (SWFs) que assentam sobre os runtimes acima serão fat clients descarregados para as máquinas dos utilizadores (pelo browser, ou instalados com Adobe Air), e que poderão posteriormente comunicar com um servidor para trocar dados. Essa comunicação pode assentar em diversos protocolos e formatos, tais como simples texto, XML, SOAP (web-services), JSON, e AMF – o formato de dados em que assenta o Flash Remoting. Estes formatos podem ser trocados sobre HTTP ou HTTPs, Sockets, RTMP, entre outros.
Esta panóplia de formatos de comunicação permitem comunicar com quase todas as tecnologias server-side existentes no mercado, pelo que aplicações feitas em Flash são facilmente integráveis com plataformas existentes, sejam elas Adobe ou de terceiros. Da Adobe, temos os servidores especificamente criados para Flash: BlazeDS e Flash Media Server que introduzem funcionalidades de Data e Multimedia Streaming, entre outras. Depois temos os servidores ColdFusion e LiveCycle ES, de onde a minha funcionalidade favorita deste último é de longe o facto dos servidores poderem tomar a iniciativa de contactar os clientes e empurrar dados (i.e. dados dos clientes sincronizados automaticamente com o servidor). Apesar da Adobe fornecer as suas próprias soluções server-side, como dito acima aplicações Flash podem ser facilmente integradas com outras soluções de backend de entidades terceiras, como, PHP, JAVA, .NET, etc, desde que implementem algum dos protolocos de comunicação acima referidos. Como exemplos de plataformas, temos BEA, SAP, salesforce.com, WebSphere, Zend, etc.
Vendo esta imagem, é inevitável sentir orgulho de ter acreditado e escolhido um dia o caminho da plataforma Flash. Aquilo que começou um dia como uma ferramenta para adicionar animações a páginas Web, é hoje em dia a mais poderosa plataforma para criar aplicações distribuídas e interactivas. As nossas amigas RIAs.
Fórum de Mídias Digitais e Sociais (FMDS) – 5 e 6 de dezembro na capital do Paraná!
O Fórum de Mídias Digitais e Sociais (FMDS) mistura os conceitos de conferência e desconferência, com dois outros grandes eventos: BlogCamp e PodCon.
Conferência: Levaremos ao palco do FMDS profissionais atuantes nas mídias digitais e sociais para uma troca de experiência. Cada debate será mediado por um profissional ligado ao segmento, que contará com a [...]
Meu próximo computador =)
Galera, da uma olhada na minha próxima aquisição, show!!
g-speak overview 1828121108 from john underkoffler on Vimeo.
Versionamento é com Subversion (Parte 1/2)
Pra quem não conhece, Subversion é um sistema de controle de versão, gratuito, open source, e é mantido pela Tigris.
Quando eu trabalhava sozinho, há uns 3 anos atrás, sempre me deparava com perguntas do tipo: “Quais formulários eu alterei??”, ou então na hora de compilar a versão release de um projeto: “Será que não esqueci de nada?”, foi quando conheci o Team Source, que é o controlador de versão da Borland, bastante conhecido entre os programadores Delphi.
Hoje digo com toda certeza que, todos os programadores deveriam utilizar um controle de versão, mesmo os que trabalham sozinhos, os benefícios são vários, entre eles:
- Controle do histórico de alterações.
- Marcar e resgatar versões estáveis.
- Trabalho em equipe.
Sendo assim, resolvi fazer este tutorial que auxilia na configuração deste cenário, e para isso, usarei as seguintes ferramentas:
- Visual SVN Server (É uma pacote que contém tudo que você precisa para instalar e gerenciar um servidor Subversion)
- Tortoise SVN (É uma ferramenta cliente, que auxilia o envio e o recebimento de arquivos do servidor Subversion)
Ok!! Então vamos lá…
1 – Baixe o Visual SVN Server, e inicie a instalação.
2 – Com ela, vamos instalar o servidor web Apache, o servidor do Subversion, o certificado de segurança para trafegarmos nossos arquivos via https, e o Visual SVN Server Manager, que é uma ferramenta que usaremos para gerenciar os projetos, usuarios e permissões no servidor do Subversion. Para isso, utilize as opções padrão da instalação, o bom e velho Next, Next e Finish.
3 – Com a instalação concluída, vamos agora configurar nosso projeto e dois usuários. Imaginaremos o seguinte cenário: Temos um projeto que se chama NomeDoSeuProjeto, e dois usuarios chamados ProgramadorUm e ProgramadorDois, o ProgramadorUm tem permissão de leitura e escrita no nosso projeto NomeDoSeuProjeto, e o usuário ProgramadorDois tem apenas permissão de leitura, ou seja, ele não poderá subir nenhum arquivo para o servidor, apenas baixar.
4 – Para isso abra o Visual SVN Server Manager através do menu iniciar.
5 – Na instalação do Visual SVN, ele define como padrão, que qualquer usuário tem permissão de leitura e escrita, em todos os projetos do servidor, não é isso que queremos atualmente, portanto temos que remover esta permissão. Para isso clique como o botão direito do mouse sobre Repositories>Properties…, selecione o grupo Everyone, clique em Remove, pra finalizar clique em OK. Pronto, definimos que apenas usuários autenticados tem acesso aos nossos projetos.
6 – Vamos agora criar um projeto no servidor, para isso clique com o botão direito do mouse sobre Repositories>Create New Repositorie…, em seguida defina o nome do projeto, que no nosso caso é NomeDoSeuProjeto, clique em OK. Pronto jé temos um Repositório (Projeto) criado no servidor do subversion.
7 – Agora temos que criar nossos dois usuários, para isso clique como o botão direito do mouse sobre Users>Create User…, em seguida defina o nome e senha do usuário, que no nosso caso é respectivamente ProgramadorUm e 123. Repita este processo e crie o usuário ProgramadorDois.
8 – Temos agora que definir as permissões de nossos dois usuários, então clique com o botão direito do mouse sobre o repositório NomeDoSeuProjeto>Properties…, em seguida na aba Security, clique sobre o botão Add…, selecione os dois usuários ProgramadorUm e ProgramadorDois, clique em OK. Finalmente vamos definir as permissões dos usuários, na mesma tela, clique sobre o ProgramadorUm e Permissions, escolha Read / Write, depois clique sobre o ProgramadorDois, escolha Read Only, e clique em OK. Suas permissões deverão ficar assim.
Pronto!! Temos agora o cenário definido anteriormente, configurado no servidor.
Você deve conseguir acessar o seu projeto pelo browser através do endereço https://localhost:8443/svn/NomeDoSeuProjeto.
O erro de certificado acontece porque não foi nenhum orgão reconhecido pelo navegador que emitiu o certificado de segurança, claro, porque quem emitiu o certificado foi você mesmo durante a instalação do Visual SVN Server, mas não se preocupe, os dados enviados e recebidos utilizaram conexão segura via https, mas se mesmo assim você deseja obter um certificado reconhecido pelo browser, basta procurar uma empresa que emite certificados e instala-lo no servidor.
Clique sobre continuar assim mesmo, digite o usuario e senha de algum dos usuários, e você verá a lista de arquivos do projeto, que por enquanto está vazia.
Vou mostrar como subir, baixar, excluir e altera arquivos na segunda parte do tutorial, usando o Tortoise SVN.
Por enquanto é isso pessoal, qualquer dúvida deixem um comentário, e até a próxima!





