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Jul 31

XAMLCast – Episódio 18 – Sterling DB, SilverMotion, Windows Phone 7 e mais

Escrito por XAML Cast em .NET, 1, 3d, 4, AR, arte, back, Beta, BI, blog, class, codeplex, demo, developer, Dicas, DRE, if, int, iTunes, mg, motion, O, on, Pessoal, Ria’s Geral, rss, silverlight, tag, Tech, tool, tv, Twitter, Widget, window, windows, XAML @ 07 31st, 2010 | via http://www.xamlcast.net | Sem comentários
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Fala pessoal!

Depois de duas semanas sem gravar por causa de dificuldade em sincronizar nossas agendas, acabamos decidindo gravar esse episódio sem o Kono para não deixar vocês, nossos ouvintes, mais uma semana sem o XAMLCast. Mas não se preocupem pois no próximo episódio estaremos todos de volta.

Nesta semana falamos de Sterling DB, SilverMotion, Windows Phone 7, Silverlight para Symbian e Xte Profiler. Ouça!

  • Silvelight para Sumbian – http://www.silverlight.net/getstarted/devices/symbian/
  • Sterling para WP7 – http://sterling.codeplex.com/
  • Blog do Jeremy Likness – http://jeremylikness.com/
  • Xte Profiler – http://xteprofiler.net/
  • SilverMotion – http://postvision.net/SilverMotion/DemoTech.aspx
  • Windows Phone 7 Tools Beta – http://developer.windowsphone.com/windows-phone-7/

Para assinar:

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Até o próximo!

Abraços,

Kelps, Roberto Sonnino e Rodrigo Kono

http://feedproxy.google.com/~r/xamlcast/~5/-Q2GdzsbzeQ/xamlcast – 18.mp3

Jul 30

Coding Dojo na Criação do Conhecimento

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, 6, Access, app, Apresentação, AR, auto, BI, class, código, código fonte, comunidade, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Download, email, empresas, encontro, event, exemplo, Exemplos, Experiências, flash, fonte, for, Formação, FullScreen, gestão, ide, IE, if, image, int, Livro, lógica, Mac, Mestrado, mg, Motivação, O, on, Outros, Partilha, problema, problemas, processo, produto, programação, Projetos, pt, Redes Sociais, RIA, Ria’s Geral, screen, serviço, Serviços, social, Software, Sun, swf, Tema, Treinamento, UI, uint, Ved, Vídeo, wave, XP @ 07 30th, 2010 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Recentemente estava lendo o livro Gestão do Conhecimento de Nonaka e Takeuchi.
Os referidos autores são as maiores autoridades quando a assunto é Gestão do Conhecimento e são um dos fundamentadores do conceito de conhecimento tácito e explícito.

O Conhecimento tácito é aquele que reside essencialmente na cabeça das pessoas. É baseado em experiências pessoais e em um contexto específico.

O Conhecimento explícito é transmissível em linguagem formal como documentos, modelos, diagramas, etc.

No capítulo 4  – “Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador”, os autores afirmam que o conhecimento não é criado expontaneamente, mas através de interação entre indivíduos, a organização e o ambiente. A criação do conhecimento inicia com o processo de socialização no qual o novo conhecimento tácito é convertido através das experiências compartilhadas na interação social do dia a dia. Eles defendem ainda que o papel da organização no processo de criação do conhecimento organizaçional é promover o contexto apropriado para facilitar as atividades de grupo.

Segundo os autores, o conhecimento necessita de um contexto físico para que seja criado. O conhecimento não pode ser criado no vácuo, e necessita de um lugar onde a informação recebe significado através de interpretação para transformar-se em conhecimento. No livro, os autores introduziram o conceito de “ba” (que significa grosseiramente “lugar”) para definir o local no qual o conhecimento é criado, partilhado e utilizado.

Embora seja fácil considerar o ba como um espaço físico como uma sala de reuniões, ele deve ser entendido como interações que ocorrem em um tempo e local específicos. O ba pode emergir em indivíduos, grupos de trabalho, equipes de projeto, círculos informais, encontros temporários e em espaços virtuais como grupos de email e redes sociais.  O ba é um local existencial onde os participantes partilham seu contexto e criam novos significados através de interações. Os participantes do ba trazem seus próprios contextos e, por meio das interações com os outros e o ambiente, mudam o contexto do ba, dos participantes e do ambiente. Na criação do conhecimento, a geração e a regeneralização do ba é a chave, pois o ba proporciona energia, qualidade e local para desempenhar as conversões individuais e percorrer a espiral do conhecimento. O ba é onde a informação é interpretada para tornar-se conhecimento.

O paradigma de Nonaka sobre a criação do conhecimento destaca tanto o processo de criação do conhecimento quanto as condições sob as quais o conhecimento é criado. Essencial para esse paradigma é a interação entre o conhecimento tácito e explícito.  A criação do conhecimento é uma espiral, descrita pelo modelo SECI.

Modelo SECI – Adaptação dos texto de Nonaka e Takeuchi

Esse modelo descreve como o conhecimento tácito é criado através da socialização, convertido de tácito para explícito através da externalização,  recombinado com outras formas de conhecimento explícito através da combinação e convertido, novamente, em conhecimento tácito através da internalização.

Quando li esse capítulo do livre logo remeti o conceito do ba ao conceito de coding dojo.  Segundo o http://codingdojo.org/ “um Coding Dojo é um encontro onde um grupo de programadores se reúne para trabalhar em conjunto em um desafio de programação. Eles estão lá para se divertir, e, através de uma metodologia pragmática, melhorar suas habilidades de programação e de trabalho em grupo.”

O coding dojo surgiu da motivação que os programadores não treinam. Tipicamente eles estão preocupados apenas em resolver problemas de produção em projetos reais. O objetivo de coding dojo é criar um ambiente de treinamento, um ambiente de contínuo aprendizado e compartilhamento de experiências, independente do nível de habilidade dos participantes com o intuito de aplicar o aprendizado obtido nas reuniões para aplicar em situações reais de desenvolvimento.

A prática de coding dojo se assemelha ao conceito do ba.  Seguindo a interpretação de Nonaka e Takeuchi sobre um ambiente de criação de conhecimento, aliado ao conceito de coding dojo,  foi possível criar uma tabela de inter-relação entre o Modelo SECI de criação do conhecimento sob o âmbito da dimensão epistemológica (vide Nonaka e Takeuchi).

Inter-relação entre o modelo SECI e técnicas e regras utilizadas no coding dojo
Tipo de Interação Transmissão de Conhecimento Técnicas/Regras do Coding Dojo
Socialização indivíduo para indivíduo conhecimento tácito para tácito Interação, colaboração, programação em par, Baby steps, código coletivo, programadores reunidos para treinar e aprender, piloto/copiloto e plateia
Externalização indivíduo para grupo conhecimento tácito para explícito Retrospectiva, TDD, código fonte, refatoração, Kata, Randori
Combinação grupo para organização conhecimento explícito para explícito código fonte, refatoração
Internalização organização para indivíduo conhecimento explícito para tácito Desafio, código fonte, Retrospectiva, ppt

Com esse tipo de prática, cada vez mais empresas de desenvolvimento de software estão incorporando reuniões de dojo com o propósito de treinar a equipe, criar novo conhecimento, difundi-lo na organização como um todo e, eventualmente, incorporá-lo a produtos, serviços e sistemas.  Dessa forma, o conhecimento individual na dimensão epistemológica é convertido, por meio de um espiral do conhecimento,  em conhecimento organizacional em uma dimensão ontológica. Essa conversão se dá por interações continuas (coding dojo), em um tempo e local adequado (ba) do indivíduo ao grupo, do grupo à organização, da organização à inter-organização.  Nesse ambiente, a função da empresa no processo de criação do conhecimento é fornecer o contexto apropriado para facilitação das atividades em grupo para criação e acúmulo de conhecimento em nível individual.

Atualmente, muitas empresas estão percebendo o ambiente de socialização produzido por esse tipo de reunião, e estão abrindo as reuniões para a comunidade.  Outras abordagem, são grupos de desenvolvedores que se reúnem expontaneamente, com objetivo de compartilhar conhecimento, treinamento e principalmente diversão.  Esse exemplo ilustra o papel central que as equipes auto-organizadas desempenham no processo de criação do conhecimento.

Este vídeo explica o que é um coding dojo e como organizá-lo.(Em inglês)

Sabe-se que o aprendizado consiste em dois tipo de atividades. O primeiro é obtido através do know-how. O segundo tipo é obtido por meio de novas experiências como exemplos, paradigmas, modelos mentais ou perspectivas. Em ambos, existe um tripé necessário para a conversão de conhecimento em conhecimento tácito e intrínseco do indivíduo. O referido tripé é formado pelas seguintes ações: ver, sentir e fazer.

A tabela a seguir relaciona as ações do tripé ao coding dojo.

Ação do Tripé Regras/Técnicas do Dojo
Ver Kata, Randori, Apresentação, Desafio, código fonte, Retrospectiva
Sentir Retrospectiva, Interação, colaboração, perguntas e respostas
Fazer TDD, código fonte, refatoração, programação em par, Baby steps, código coletivo

Este outro vídeo explica o que é um coding dojo e mostra as suas regras e variações.(Em Português)

De fato, o aprendizado mais poderoso vem da experiência direta, de interação entre indivíduos, de ver, sentir e fazer. Aprendizado continuo em diversas áreas de conhecimento gera no indivíduo um conhecimento horizontal e holístico, que, com um pouco de pragmatismo,  propiciam a criações de novas opiniões, novos pontos de vista e de novas idéias originais e inovadoras.  Idéias originais emanam de indivíduos autônomos, difunde-se dentro da equipe, transformando-se então em idéias da organizacionais. E porque não em um novo start-up?

Atá a próxima viagem….

Edgard

Jul 30

[Piada] O Poliglota

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 6, action, api, AR, arte, BI, blog, class, english, ide, IE, if, map, mg, O, on, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, UI @ 07 30th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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O suíço pergunta:


Entschuldigung, koennen sie Deutsch sprechen?

Os dois brasileiros ficaram mudos.

Excusez-moi, parlez vous français? – tentou.

Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.

Prego signori, parlate italiano?

Nada por parte dos brasileiros.

Hablan ustedes español?

Nenhuma resposta.

Please, do you speak english?

Nada.

Angustiado, o suíço desiste e vai embora.

Dona Marisa vira-se para Lula e diz:

Talvez devêssemos aprender uma língua estrangeira…

Lula diz: O idiota sabia cinco. E adiantou alguma coisa?



Veja também:

  • [Piada] Repórter no Ubesquitão e o velhinho
  • [Piada] O urso do Alasca
  • [Piada] O bêbado
  • Carta do Presidente do CREA (Ceará) ao Presidente Lula
  • [Piada] O Papa, os gaúchos e o argentino



Jul 29

Primeira aplicação Windows Mobile 7 para Silverlight

Escrito por Flavia Moreira em 1, 4, 6, aplicacao, AR, Artigo, Artigos, bar, BI, blog, blog silverlight, blogsilverlight, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, html, IE, if, int, Introdução, mg, Microsoft, mobile, O, on, Ria’s Geral, silverlight, Silverlight 4, TAT, Ved, Visual Studio, window, windows, Wordpress, Xna @ 07 29th, 2010 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
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Introdução

Desde 2008 os desenvolvedores têm esperado a chegada de uma versão móvel do Silverlight. O Windows Phone Série 7 suporta programas escritos para o Silverlight ou XNA. E isso
que eu chamo de “um grande barato.”

Continua

Eu adoro isso..

Abraços

Flávia Moreira

Jul 29

Café Ágil em Curitiba by ThoughtWorks Brazil

Escrito por Igor Musardo em 1, 4, 6, Agile, Apresentação, AR, auto, BI, código, código fonte, conferência, Curitiba, Desenvolvimento, Desenvolvimento Ágil, Desenvolvimento de Software, development, empresas, err, event, Evento, Eventos, Ferramenta, fonte, for, fundo, ide, IE, if, int, Java, LOB, Mate, Metodologia Ágil, mg, O, on, Outros, Palestra, Palestras, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, Software, Sun, tag, Teste, Treinamento, tv, UI, XP @ 07 29th, 2010 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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cafe-agil-em-curitiba

No dia 7 de Agosto de 2010, sábado, acontecerá o Café Ágil em Curitiba realizado pela ThoughtWorks nas dependências das Faculdades Opet. Será uma ótima oportunidade para bater papo de alto nível com o Daniel Wildt e Klaus Wuestefeld, consultores da ThoughtWorks, as palestras abordarão um assunto muito importante mas pouco utilizado na prática, Testes de software e Agilidade.

Lógico, que eu já garanti minha inscrição e estarei lá!

Confira a agenda do evento:

Das 8h30 às 9h, Café e recepção
Das 09h às 10h, Como você está testando seu software? – Daniel Wildt
Das 10h às 11h, Automated Software Testing for Advanced Gurus – Klaus Wuestefeld
Das 11h às 12h, Discussão sobre Agilidade, Testes e Desenvolvimento de software com a platéia.

Como você está testando seu software?

Nesta palestra, venha praticar valores, princípios e técnicas sobre as formas de testar, criando um ambiente que gere transparência e visibilidade sobre o desenvolvimento de Software.
Perguntas que serão discutidas na palestra:

  • Que técnicas de teste você utiliza?
  • Que ferramentas servem de apoio ao seu processo de teste de software?
  • Como você testa as funcionalidades desenvolvidas?
  • Como você valida a qualidade do seu código fonte?
  • E a auditoria de código como fica?
  • Você integra seu software de forma contínua?
  • E Test Driven Development, você está utilizando?

Daniel Wildt é consultor da ThoughtWorks Brasil, trabalha com Métodos Ágeis desde 2003, fundou o Grupo de Usuários de Metodologias Ágeis do Rio Grande do Sul em 2004. Um dos organizadores do Agile Brazil 2010. O que é Agilidade? Atitude, foco em entrega de software, trabalho em equipe e mehoria contínua. Mais informações em http://danielwildt.com/

Automated Software Testing for Advanced Gurus

Mocks, Stubs, Signals, Domain Specific Languages (DSLs) para teste, Adapters, injeção de dependências, teste de código concorrente… Está na hora desses conceitos não serem mais mistério para você. Venha ver essas coisas em ação numa apresentação 100% executada em código Java.

Klaus Wuestefeld já trabalhou em par com Kent Beck, Vinicius Teles e Scott Ambler. Participou da primeira conferência internacional de XP, em 2000, na Itália. Realizou os eventos “Extreme Programming Brasil 2002 e 2004″ com a presença de Beck, Ambler, Teles, Tom e Mary Poppendieck, entre outros. É o culpado pelo Prevayler e pelo manifesto da computação soberana. Lidera projetos de desenvolvimento e treinamento em XP para empresas como TV Globo, Siemens, TIM e Banco Central do Brasil.

Faça já sua inscrição aqui: http://www.thoughtworks.com/cafe-agil-em-curitiba

Jul 29

Flash Lite está morto?

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 2009, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, Artigo, Artigos, AUG, BI, blog, Blogs, class, Curso, Cursos, desempenho, Desenvolvimento, developer, err, flash, flash lite, Flash Player, for, game, html, ide, IE, if, image, int, library, Liderança, Linux, lista, lite, Mac, Mercado, mg, mobile, mtv, noticia, O, on, PHP, player, pt, RIA, Ria’s Geral, screen, serviço, SmartPhone, Sun, Tema, tv, UI, UX, variados, Vários @ 07 29th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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Uma das perguntas que se faz ultimamente é da possivel morte do Flash Lite. Temos o Flash Player 10.1 otimizado para mobile e Adobe AIR 2.5 para Android, e com isso o Flash Lite estaria com os dias contados.
Já li artigos que argumentavam que a Adobe não soube aproveitar o sucesso que a Macromedia teve com o Flash Lite no Japão e começou a dar prioridade para sistemas mobile somente agora. Isso pode ser um pouco verdade, mas como a Adobe não brinca em serviço, agora esta com força total para os mais variados dispositivos, não somente mobile.
Agora a nossa pergunta que deu titulo ao artigo, juntamente com o Flash Player 10.1, a Adobe lançou também o Flash Lite 4.0, sendo uma versão do Flash Player para dispositivos com poucos recursos de processamento e memória mas com suporte a ActionScript 3.0. Veja a lista das features disponiveis aqui.
Por um lado, a cada dia surgem mais smartphones vindo com Android 2.2(Froyo) que oficialmente suporta o Flash Player 10.1 e Adobe AIR 2.5. Além disso, estamos vendo smartphones com Android(versões anteriores) sendo atualizados com o Froyo. Ou seja, contéudo baseando em Flash tende a crescer com esses principais smartphones. Por outro lado até o momento, temos somente um smartphone anunciado oficialmente com Flash Lite 4.0, o Nokia N8 e possivelmente Nokia C7, fica a pergunta, ainda vale a pena desenvolver conteudo para Flash Lite?
E minha resposta é SIM, inclusive para Flash Lite 3.0 ou 3.1(ActionScript 2.0) especialmente para os dispositivos da Nokia e por que afirmo isso. Vejamos a alguns fatos:

  • A Nokia ainda é lider mundial em aparelhos celulares e como sempre foi uma empresa inovadora(foi a primeira a colocar uma antena interna), não deixará essa liderança escapar tão fácil
  • O sistema operacional Symbian ainda é o mais usado para sistemas movéis, e a Nokia continuará apostando no Symbian juntamente com o Meego(baseado em Linux)
  • Temos uma lista extensa de celulares Nokia que já veem com Flash Lite 2.0 ou 3.0 , cerca de 400 milhões ao redor do mundo, muitos chegando agora no Brasil
  • Sony e Samsung também tem uma boa gama de aparelhos com Flash Lite
  • Esta começando a crescer o número de aplicativos em português na OVI Store, destaco o MTV Ao Vivo, o Terra TV e o VEJA São Paulo
  • A Nokia criou uma biblioteca especialmente para aumentar os recursos do Flash Lite
  • O Adobe Device Central CS5 oferece um ambiente bem completo para você testar seu aplicativo nos mais variados dispositivos movéis
  • Nokia e Adobe foram os primeiros a contribuir para o projeto Open Screen Project – um conteúdo, vários dispositivos

Então concluindo, tem mercado para desenvolvimento e ainda vale a pena estudar (e também não esquecer) ActionScript 2.0. Creio que teremos ainda dois ou três anos de vida para o Flash Lite.

Jul 28

Livro: Google Android

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2009, 4, 6, Android, api, aplicacao, app, AR, arte, auto, class, CRUD, cultura, Desenvolvimento, developer, Diversos, Documentação, DRE, err, erro, Excel, exemplo, Exemplos, Flex, Flex4, flexreport, fonte, for, git, Google, html, ide, IE, if, image, int, Java, lista, live, Livro, Livros, Mac, mg, NaN, O, on, Orientação, Orientação a Objetos, permalink, programação, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, Sun, tag, Tema, UI, uint, XP @ 07 28th, 2010 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
Elvis Fernandes
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Este é o primeiro livro técnico que entra na minha lista de livros “completamente lidos”. Por se tratar de um livro técnico, não tem muito o que explicar sobre ele.

É uma fonte excelente de informações sobre programação para Android, o sistema operacional do Google para celulares. Explica muito bem os conceitos básicos para que o leitor possa iniciar rapidamente a programação para aparelhos com esse sistema, desde que tenha conhecimentos prévios de Java e Orientação a Objetos. Conhecimentos básicos sobre threads com Java também ajudam a entender melhor os exemplos.

Apesar de ser um livro longo (pouco mais de 600 páginas), o autor abriu mão de detalhes que muitas vezes interessam aos programadores – por exemplo, a forma como alguns registros são armazenados no dispositivo – em benefício da cobertura de diversos assuntos diferentes, que vão desde como funciona a estrutura da API do Android até a utilização do GPS ou da câmera do aparelho. Para encontrar esses detalhes que os programadores tanto gostamos (ainda estranho a silepse…), nada melhor que a documentação do sistema.

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© Elvis for Elvis Fernandes, 2010. |
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Tags: android, celular, Desenvolvimento, google, java, livro, programação

Jul 27

ASP.NET MVC 2 – Model-View-Controller

Escrito por Flavia Moreira em .NET, 1, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, Asp.Net, blog, C#, control, html, IE, if, mg, Microsoft, mvc, O, on, RIA, Ria’s Geral, TAT, Tutoriais, Visual Studio, Visual Studio 2008, Wordpress @ 07 27th, 2010 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
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Continuando com os tutoriais sobre Asp.Net  MVC.

ASP.NET MVC 2 – Model-View-Controller -Parte I

ASP.NET MVC 2 – Model-View-Controller -Parte II

ASP.NET MVC 2 – Model-View-Controller -Parte III

Abraços,

Flávia

Jul 27

Adobe “Facetime” para Android

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 4, 6, Access, Adobe, Air, Android, app, apple, AR, BI, blog, class, demo, Download, email, facebook, flash, Flash / Flex, for, FullScreen, gmail, Google, ide, IE, if, image, int, iphone, linkedin, lista, Mac, map, mg, mobile, O, on, PHP, problema, problemas, pt, RIA, Ria’s Geral, screen, site, social, swf, TAT, Tech, Twitter, UI, Vídeo, wave, XP, yahoo @ 07 27th, 2010 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
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180x60 2 Adobe Facetime para Android

Para demonstrar como é fácil programar e lançar ideias / programas com o Flash e o Air, o evangelista Mark Doherty da Adobe criou, em poucos dias, umas aplicação que visa demonstrar como é possível criar uma espécie de FaceTime da Apple, sem problemas, num telemóvel com a plataforma Android.

Segue o vídeo com a demonstração!

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Jul 26

Monetize seus aplicativos em Adobe AIR com Melrose

Escrito por Leonardo França em 1, 6, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, app store, apple, AR, BI, busca, class, cliente, código, comunicação, control, developer, Documentação, Download, exemplo, Exemplos, for, Formação, Geral, Google, IE, if, image, int, labs, mg, Negócios, O, on, on-line, PHP, relatório, Relatórios, RIA, Ria’s Geral, serviço, Serviços, Shibuya, site, tag, Tech, Teste, UI, XP @ 07 26th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Esse modelo de negócios virou tendência no mundo, você disponibiliza seu aplicativo atravez de uma empresa de grande porte, temos exemplos como Apple com a App Store, a Nokia com a OVI Store, o Google com o Android Market. As vantagens são muitos e gera uma confiança maior para o usuario e claro que a Adobe não poderia ficar de fora.
Anteriormente chamado de Shibuya, agora Adobe Melrose busca oferecer basicamente três tipos de serviços para quem desenvolve aplicativos em Adobe AIR:

  • Testar e Comprar – Quando você estiver desenvolvendo seu aplicativo em Adobe AIR, basta inserir o SWC das licenças em sua aplicação, depois basta inserir algumas linhas de código e especificar o preço e o periodo de teste.
  • Monetizar – Quando os clientes comprarem seu aplicativo, o serviço de Melrose mantém o controle do rendimento de cada uma das suas aplicações. Você é pago em intervalos regulares, geralmente uma vez por mês.
  • Analizar – Os relatórios estão disponíveis on-line através do site Adobe Developer Connection. Nesta versão inicial, você será capaz de ver a comunicação de informações sobre receitas, testes ativos e downloads expirados. Esta informação está disponível para todos os lugares em que você usa Melrose, não apenas para downloads do Adobe AIR Marketplace

Mais detalhes:
Melrose Labs
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