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Dez 28

Flex4 – Usando data binding bidirecional com XMLList

Escrito por Pablo Souza em 1, 2009, 4, Adobe, Air, app, AR, bar, BI, blog, class, comunidade, Data Binding, DataProvider, Desenvolvedor, desenvolvedores, exemplo, Flex, Flex 3, Flex 4, fonte, for, ide, IE, if, int, label, layout, library, menu, MXML, O, on, Ria’s Geral, spark, tag, TextInput, UI, utils, Ved, wow, XML, XMLList @ 12 28th, 2010 | via http://rectius.com.br/blog | Sem comentários
Pablo Souza
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Eu já falei na semana passada sobre o Data Binding bidirecional, e hoje volto a falar devido a algumas dúvidas que se tornaram recorrentes em fóruns da comunidade de desenvolvedores Flex. Essa funcionalidade foi uma das coisas que simplificaram as coisas no Flex 4, basicamente permitindo que você utilize uma propriedade tanto como fonte quanto como destino para um determinado valor.

No Flex 3 tinhamos a possibilidade de fazer binding bidirecional usando o método mx.binding.utils.BindingUtils.bindProperty() ou a tag mx:binding. Porém no Flex 4 a nova notação @{property} simplificou a sintaxe. Vale lembrar que o uso do data binding no Flex vem com um alto custo de performance, portanto sempre analise suas necessidades antes de sair utilizando-o por todo lado em sua aplicação.

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<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<s:Application xmlns:fx="http://ns.adobe.com/mxml/2009"
               xmlns:s="library://ns.adobe.com/flex/spark"
               xmlns:mx="library://ns.adobe.com/flex/mx">

    <fx:Declarations>

        <fx:XMLList id="meuMenu">
            <menuitem label="@{txtItemMenu.text}"/>
            <menuitem label="Item 02"/>
        </fx:XMLList>

    </fx:Declarations>

    <s:layout>
        <s:VerticalLayout horizontalAlign="center" verticalAlign="middle" gap="10"/>
    </s:layout>

    <mx:MenuBar labelField="@label" dataProvider="{meuMenu}" />

    <s:TextInput id="txtItemMenu" text="Item 01" />

</s:Application>

Espero que tenham gostado. Baixe aqui o projeto de exemplo.

Até a próxima!

Dez 28

Resumo de 2010 + O que esperamos para 2011

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, AR, Arquitetura, BI, blog, Blogs, comunidade, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Desktop, Enquete, flash, flash builder, Flex, Flex 4, for, framework, Geral, git, Gráfico, gratuito, guias, ide, IE, if, int, Java, lista, Livro, Livros, mobile, NaN, Notícias, O, on, Orientação, Orientação a Objetos, Outros, PHP, problema, rails, RIA, Ria’s Geral, servidor, Tecnologia, Tema, UI, web @ 12 28th, 2010 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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O ano de 2010 fez história para a comunidade Flex em Geral. Para quem acompanha o Flex desde 2006, sabe perfeitamente que este ano foi o melhor de todos, com o Flex cada vez mais acessível para os programadores e analistas. Se antes a falta de conteúdo sobre Flex era um motivo para não adotá-lo, hoje isso não é mais problema. Somente neste ano, foram mais de 6 livros em português e mais de 10 cursos distintos, sem falar nos inúmeros blogs e conteúdo gratuito criado pela comunidade. Isso somente tende a reforçar o Flex para 2011.

Analisando o Framework Flex, neste ano tivemos a concretização do Flex 4, com uma nova arquitetura e com o seu crescente crescimento. Já estamos aguardando a versão 4.5 tornar-se oficial, além do Flash Builder Burrito com suas ótimas melhorias na IDE,  e com o tão esperado desenvolvimento mobile. Tudo isso deverá ser apresentado no início de 2011.

Com a ascensão dos dispositivos mobile, esperamos para 2011 e 2012 uma nova era, onde as aplicações web também terão uma “versão mobile”. Se há 5 anos atrás as aplicações WEB ganharam força em relação ao Desktop, agora veremos uma nova tendência, das aplicações Mobile ganharem força em relação a Web.  E felizmente o Flex está preparado para isso !

Com isso já podemos prever alguns novos livros para 2011. O principal deles será “Dominando Flex Mobile”, que será concluído nas primeiras semanas após o lançamento da versão oficial do Flash Builder Burrito. Além deste, também estamos criando o “Dominando Adobe Air”, muito pedido pela comunidade. Outro livro que está ganhando forma (devido a enquete no loja.flex.etc.br) é Dominando Orientação a Objetos, um livro que irá abordar a OO de um jeito prático e eficiente, reforçando assim os seus conceitos OO.

Além destes dois livros que serão impressos, iniciaremos em 2011 uma série de mini-livros digitais, que terão uma visão mais prática do desenvolvimento de sistemas com Flex. Estes livros serão chamados, a princípio, de “Guia Prático Flex+X”, onde X seria uma tecnologia de servidor. Muitos leitores, durante as diversas conversas neste ano, pediram tecnologias diversas como Rails, .Net, Python, e estes livros serão criados para este fim. A ideia é focar no desenvolvimento prático da criação de um sistema por completo, envolvendo login, telas de cadastro e consulta, gráficos etc. Muitos foram os leitores que me pediram uma ideia de estrutura de diretórios para o desenvolvimento de suas aplicações e, nos guias práticos, isso será abordado com bastante clareza. Uma particularidade que pude notar nos meus livros é que eles abordam a prática, enquanto muitos outros abordam apenas a teoria. Eu acredito fielmente que este é um dos maiores diferenciais em termos de qualidade dos livros de tecnologia atuais. Quem seguir este caminho estará criando uma obra de qualidade.

Resumindo, se 2010 foi bom, aguardem por 2011! Estejam preparados conhecendo bem o Flex, se possível um framework como o SWIZ, e uma linguagem de servidor como o PHP ou Java. Não deixe para aprender o Flex em 2011. Deixe para se especializar em 2011.

Aproveite as férias para estudar um pouco, fazer um pequeno projeto, realizar um curso e/ou ler um livro!

E um ótimo 2011 para todos nós !

Dez 28

Resumo de 2010 + O que esperamos para 2011

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, AR, Arquitetura, BI, blog, Blogs, comunidade, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Desktop, Enquete, flash, flash builder, Flex, Flex 4, for, framework, Geral, git, Gráfico, gratuito, guias, ide, IE, if, int, Java, lista, Livro, Livros, mobile, NaN, Notícias, O, on, Orientação, Orientação a Objetos, Outros, PHP, problema, rails, RIA, Ria’s Geral, servidor, Tecnologia, Tema, UI, web @ 12 28th, 2010 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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O ano de 2010 fez história para a comunidade Flex em Geral. Para quem acompanha o Flex desde 2006, sabe perfeitamente que este ano foi o melhor de todos, com o Flex cada vez mais acessível para os programadores e analistas. Se antes a falta de conteúdo sobre Flex era um motivo para não adotá-lo, hoje isso não é mais problema. Somente neste ano, foram mais de 6 livros em português e mais de 10 cursos distintos, sem falar nos inúmeros blogs e conteúdo gratuito criado pela comunidade. Isso somente tende a reforçar o Flex para 2011.

Analisando o Framework Flex, neste ano tivemos a concretização do Flex 4, com uma nova arquitetura e com o seu crescente crescimento. Já estamos aguardando a versão 4.5 tornar-se oficial, além do Flash Builder Burrito com suas ótimas melhorias na IDE,  e com o tão esperado desenvolvimento mobile. Tudo isso deverá ser apresentado no início de 2011.

Com a ascensão dos dispositivos mobile, esperamos para 2011 e 2012 uma nova era, onde as aplicações web também terão uma “versão mobile”. Se há 5 anos atrás as aplicações WEB ganharam força em relação ao Desktop, agora veremos uma nova tendência, das aplicações Mobile ganharem força em relação a Web.  E felizmente o Flex está preparado para isso !

Com isso já podemos prever alguns novos livros para 2011. O principal deles será “Dominando Flex Mobile”, que será concluído nas primeiras semanas após o lançamento da versão oficial do Flash Builder Burrito. Além deste, também estamos criando o “Dominando Adobe Air”, muito pedido pela comunidade. Outro livro que está ganhando forma (devido a enquete no loja.flex.etc.br) é Dominando Orientação a Objetos, um livro que irá abordar a OO de um jeito prático e eficiente, reforçando assim os seus conceitos OO.

Além destes dois livros que serão impressos, iniciaremos em 2011 uma série de mini-livros digitais, que terão uma visão mais prática do desenvolvimento de sistemas com Flex. Estes livros serão chamados, a princípio, de “Guia Prático Flex+X”, onde X seria uma tecnologia de servidor. Muitos leitores, durante as diversas conversas neste ano, pediram tecnologias diversas como Rails, .Net, Python, e estes livros serão criados para este fim. A ideia é focar no desenvolvimento prático da criação de um sistema por completo, envolvendo login, telas de cadastro e consulta, gráficos etc. Muitos foram os leitores que me pediram uma ideia de estrutura de diretórios para o desenvolvimento de suas aplicações e, nos guias práticos, isso será abordado com bastante clareza. Uma particularidade que pude notar nos meus livros é que eles abordam a prática, enquanto muitos outros abordam apenas a teoria. Eu acredito fielmente que este é um dos maiores diferenciais em termos de qualidade dos livros de tecnologia atuais. Quem seguir este caminho estará criando uma obra de qualidade.

Resumindo, se 2010 foi bom, aguardem por 2011! Estejam preparados conhecendo bem o Flex, se possível um framework como o SWIZ, e uma linguagem de servidor como o PHP ou Java. Não deixe para aprender o Flex em 2011. Deixe para se especializar em 2011.

Aproveite as férias para estudar um pouco, fazer um pequeno projeto, realizar um curso e/ou ler um livro!

E um ótimo 2011 para todos nós !

Dez 27

Ícones de Diálogo (Dialog Icons)

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Adobe, Android, app, AR, BI, blog, busca, class, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, designer, efeito, efeitos, err, explicação, Ferramenta, Flex, for, fundo, Geral, ide, IE, if, image, int, interface, mg, NaN, O, on, photoshop, RIA, Ria’s Geral, tag, TAT, Twitter, UI, Ved, XP @ 12 27th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Se tem algo que estou certo é que a Guideline do Android não é seguida. Quer seja porque existe flexibilidade, quer seja porque muitos nem a conheçam ou acreditem na sua existência.

Continuo postando alguns detalhes, simples, sobre a Guideline dos ícones, e já percebi que alguns a acharam complicada, isso porque quem tem buscado mais a respeito disso tem sido os desenvolvedores, me pergunto até agora porque designers ainda não se encantaram com o Android. Existe e vai existir em breve uma carência por designers que entendam de intefaces para Android, isso porque por hora alguns leigos estão se aventurando a criar interfaces para apps Android (o motivo de diversas apps com interfaces horríveis). Pense nisso.

Bom, vamos ao tópico, Ícones de diálogo são mostrados em caixas de diálogo “pop-up” que alertam o usuário para algum tipo de interação. Eles usam um gradiente de luz e sombra interior, a fim de destacar-se contra um fundo escuro.

Conforme descrito no fornecimento de conjuntos específicos da resolução (ou densidade como geralmente aparece na Guideline) do ícone, você deve criar conjuntos de ícones separados para as telas de baixa,  média, e alta densidade. Isso garante que seus ícones serão exibidos corretamente em toda gama de dispositivos em que o aplicativo pode ser instalado. Ver novamente, eternamente, a Tabela 1.

Como diz o bom ditado, recordar é viver, veja no tipo de ícones a resolução para o ícone de diálogo.

Baixa 24 x 24

Média 32 x32

Alta 48 x48

É impressionante como essa Guideline é quase como uma lavagem cerebral, as diferenças são mínimas, mas é sempre repetida a mesma coisa, como se fosse até mesmo voltado a desenvolvedores, pois me pergunto se vale a pena dizer novamente a um designer a frase:

“Lembre-se de exportar o arquivo como png e com fundo transparente”.

É perigoso alguém me xingar de tanto que repito isso, mas a Guideline repete isso sempre, a cada explicação de ícone, e reforço, me parece que foi escrita para desenvolvedor, devida a sua simplicidade e sua repetição de coisas óbvias.

Todas as versões do Android

As diretrizes a seguir descrevem como criar ícones de diálogo para todas as versões da plataforma Android.

Estrutura
Ícones de diálogo tem um safeframe de 1 pixel. A forma base deve caber dentro do safeframe, mas o anti-alias de uma forma redonda podem se sobrepor ao safeframe, recorda-se de como é? Acredito que sim.
Todas as dimensões especificadas nesta página são baseados em um tamanho de 32?32 pixels em um stage do tipo Photoshop. Mantenha um pixel de preenchimento ao redor da caixa delimitadora dentro do modelo do Photoshop.

O que? Como? Não entendi.

Avalie a imagem, abaixo, o gradiente, o preenchimento, e o safeframe verde escuro.

Luz, efeitos e sombras

Ícones de diálogo são planos e vistos de frente. A fim de destacar-se contra um fundo escuro, eles são construídos utilizando-se um gradiente de luz e sombra interna.

Passo a passo

Criar as formas básicas usando uma ferramenta como o Adobe Illustrator ou Fireworks.
Importar a forma em uma ferramenta como o Adobe Photoshop e redimensionar a imagem para 32?32 px em um fundo transparente.
Adicionar os efeitos observados na Figura 2.
Exportar o ícone de 32?32 como um arquivo PNG com transparência (é repetir demais?)

Dez 23

Parsing de XML no IPhone

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Access, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, blog, busca, class, classe, classes, código, comparação, dados, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, developer, development, Download, err, Estilo, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, filtra, Flex, for, Google, how-to, html, ide, IE, if, image, int, Introdução, iphone, library, Mac, mg, O, object model, on, padrão, problema, problemas, procura, reference, referencia, relatório, Relatórios, rest, RIA, Ria’s Geral, SDK, serviço, Serviços, Software, string, TAT, Tema, Touch, tv, Twitter, UI, uint, UX, validação, Ved, vs, web, web 2.0, XML, XP @ 12 23rd, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Introdução

Fazer parsing de uma estrutura de dados como o XML é muito comum no desenvolvimento de aplicativos web, a maior parte dos sistemas desenvolvidos com o conceito de Web 2.0 implementam uma api de serviços para que o desenvolvedor possa utilizar e criar novos aplicativos, sub programas, relatórios e etc.

Estas API’s de serviços trabalham na maioria das vezes com formato de dados universais, como por ex, o JSON e XML. Portanto uma terefa comum quando estamos desenvolvendo um aplicativo “client” para estes serviços é interpretar estes dados para utilizar do modo desejado no software.

Existem diferentes modos de trabalhar com documentos XML’s e diferentes ferramentas para isso. Neste post vamos ver como isso funciona no desenvolvimento para IPhone.

Como funciona o parsing de XML?

Existem dois modos para fazer parsing de um documento XML, e muita diferença entre eles. Entender como cada modo funciona é fundamental para que esta tarefa não se torne um problema no seu projeto.

SAX ( Sequencial Access Parser )

Como o nome sugere, o parser que implementa o SAX irá fazer uma analise sequencial na estrutura do xml, o que isso quer dizer? Cada elemento do XML será analisado individualmente e em sequencia. Ele é baseado em um fluxo de eventos que são disparados para cada elemento do XML.

Exemplo

Dado o XML abaixo:

PLAIN TEXT
XML:

  1. <?xml version=“1.0″ encoding=“UTF-8″?>
  2. param=“value”>
  3. ? ? >
  4. ? ? ? ? Some Text
  5. ? ? >
  6. >

A sequência que o parser irá fazer é a seguinte:

  • Começo de um novo elemento, chamado RootElement, com o atributo param = “value”
  • Começo de um novo elemento, chamado FirstElement
  • Um nó de texto com o data igual a “Some Text”
  • Final do elemento chamado FirstElement

Quando utilizar?
Este tipo de parser é recomendado quando o tamanho do documento é muito grande ( algo em torno de 10MB ) e você pretende utilizar somente uma pequena parte do XML, pois ele não carrega o conteúdo do documento em memória ( isso acontece com os parser que implementam DOM ), porém o trabalho de desenvolvimento é maior.

DOM ( Document Object Model )
O parser que implementa o XML DOM, possibilita você acesse qualquer elemento diretamente sem a restrição de seguir uma seqüência baseado na hierarquia do XML.

Normalmente os parsers que implementam o modelo DOM também permitem que você defina a consulta no xml através de XPath. Isso torna muito mais fácil a maneira de filtrar ou agrupar os elementos do XML.

Para aqueles que estão acostumados a trabalhar com o flex, a maneira como o sdk lida com XML é através da implementação DOM, e a linguagem de busca dentro do XML é o E4X, portanto a curva de aprendizagem para aprender XPath será menor.

Para que o parser possa interpretar as consultas XPath e navegar de modo trasnversal entre os elementos para encontrar o critério de busca, o XML é carregado em memoria e transformado em uma estrutura de dados que facilita este tipo de tarefa. O ponto ruim disso é que em documentos grandes esta abordagem pode ocasionar problemas.

Exemplo

Dado o xml abaixo:

PLAIN TEXT
XML:

  1. <?xml version=“1.0″ encoding=“UTF-8″?>
  2. param=“value”>
  3. ? ? >
  4. ? ? ? ? />
  5. ? ? >
  6. >

E o seguinte trecho de código:

O exemplo de código abaixo utiliza a biblioteca GDataXML para manipulação DOM do XML, está biblioteca é distribuida pela Google.

O método [doc nodesForXPath:@"//item":nil] irá percorrer todos os elementos do XML procurando pelos nós do tipo .

Quando utilizar?
O parser que implementa o XML DOM deve ser utilizado em documentos que não irão comprometer a memória ( algo menor que 10MB ), já que o gerenciamento de memoria no desenvolvimento de IPhone é um ponto que deve ser considerado. A manipulação de XML com DOM é muito mais fácil do que com SAX, uma vez que o acesso é direto.

Quais bibliotecas utilizar?

Existem várias bibliotecas que fazem parsing de XML, as mais conhecidas são:

  • NSXMLParser É um SAX parser incluido por padrão no SDK do IPhone.
  • libxml2 Este é um projeto Open Source que também é incluido por padrão no SDK do IPhone, ele é baseado na linguagem C, portanto é um pouco mais complicado de usar se comparado com o NSXMLParser. Esta biblioteca suporta tanto o modo SAX quanto DOM. O processamento SAX desta biblioteca é muito interessante pois permite que você faça a leitura/manipulação do XML durante o download, evitando o tempo que demoraria para baixar o documento todo.
  • TBXML é um parser DOM XML muito leve desenvolvido para ser  muito rapido e consumir o minimo de memoria possível. Ele ganha tempo pois não faz validação, não da suporte ao XPath e possibilita somente acesso de leitura ao conteúdo do XML.
  • TouchXML é um parser com mesmo estilo do NSMXL porem com DOM XML. Do mesmo modo que o TBXML ele permite acesso somente de leitura, entretanto possui suporte para XPath.
  • KissXML muito similar ao TouchXML, inclusive foi feito com base no mesmo, entretanto possibilita edição do conteúdo do XML.
  • GDataXML este parser é desenvolvido pela  Google como part de sua biblioteca Objectve-c. Ele suporta leitura e escrita , e também da suporte a XPath

Conclusão

O importante é ter em mente quais são as opções e modos de fazer o parcing do XML na sua aplicação, entender quais são as métricas que o ambiente da aplicação possui e leva-las em conta na decisão de como fazer o parsing. Estas métricas irão te encaminhar a uma das opções.

O link a seguir possui um conteudo complementar ao tema, e também apresenta uma comparação entre todas as ferramentas analisando performace e utilização de memória, vale a pena dar uma olhada: link

Referencias:

http://www.raywenderlich.com/553/how-to-chose-the-best-xml-parser-for-your-iphone-project
http://stackoverflow.com/questions/406811/iphone-development-xmlparser-vs-libxml2-vs-touchxml
http://www.saxproject.org/
http://en.wikipedia.org/wiki/Simple_API_for_XML
http://www.w3schools.com/Dom/dom_parser.asp
http://www.w3schools.com/XPath/default.asp

Dez 23

Que Venha 2011

Escrito por DClick Team em 1, 4, AR, blog, class, comunidade, for, image, iTunes, mg, News, O, on, pt, RIA, Ria’s Geral, rss, Sem categoria, TAT, team, tv, Twitter, UI @ 12 23rd, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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PS.: O Agon News (que já foi ouvido 3900 vezes) volta só o ano que vem. Assine no ITunes

Dez 23

Animações no WP7 – Artigo WebMobile Magazine 33

Escrito por Alexandre Tadashi em .Net Magazine, 1, 4, 6, Animação, Animações, Aplicativos, AR, Artigo, BI, blog, Blogs, botão, class, classe, Desenvolvimento, DevMedia, exemplo, fundo, Google, IE, if, image, int, mg, mobile, O, on, RIA, Ria’s Geral, silverlight, site, Storyboard, Sun, Twitter, web, window, windows, XP @ 12 23rd, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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É com grande prazer que recebo a notícia que o meu primeiro artigo?para a?revista Web Mobile Magazine saiu na edição 33, o assunto é a criação de aplicativos móveis para o Windows Phone 7. O Silverlight junto com o Windows Phone 7 possibilita a criação de aplicativos com um visual rico, mais atraente e interativo. É possível criar animações para os elementos visuais, seja uma animação simples, com por exemplo, a troca suave da cor de fundo de um botão ao ser clicado, ou até mesmo uma animação visual complexa, como um desenho animado, neste artigo será explorado a classe Storyboard do Silverlight, que é um dos meios de desenvolvimento para o Windows Phone 7.

Saiba mais sobre está edição.

Twitter: @atsh2

Dez 23

Deep Zoom – Artigo easy .net Magazine 7

Escrito por Alexandre Tadashi em 1, 4, 6, Aplicativos, AR, Artigo, BI, blog, Blogs, Curso, Cursos, deep zoom, deep zoom composer, DevMedia, err, Ferramenta, Google, html, IE, if, image, imagens, int, mg, O, on, RIA, Ria’s Geral, silverlight, Twitter, XP @ 12 23rd, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
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Realizar um zoom em imagens com qualidade e interatividade é um dos recursos que o Silverlight Deep Zoom permite executar com facilidade. Através da ferramenta Deep Zoom Composer vamos conhecer como criar aplicativos que utilizem esse recurso.

Link para o artigo: Deep Zoom

Twitter: @atsh2

Dez 20

Agon News S1G4R2

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Android, app, AR, blog, Catalyst, class, Download, flash, Flash Player, ide, image, iphone, mg, News, O, on, player, Ria’s Geral, Spring, TAT, tv, Twitter, UI @ 12 20th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Eduardo fala sobre o Catalyst e Android (@eduardohorvath 06:38), O Gustavo fala sobre Spring (@Gust4v0_H4xx0r 02:10) e mais IPhone e Contextual Applications com o Flash Player.

Video thumbnail. Click to play.
Click to play

Clique aqui para fazer download

http://blip.tv/file/get/Dclick-AgonNewsS1G4R2435.mp3

Dez 20

Inserindo Interação (Interaction) aos objetos do Datalist para navegação entre os States

Escrito por DClick Team em 1, 4, action, Adobe, AR, blog, Catalyst, class, Componente, Curso, custom, Design, designer, flash, Flash Catalyst, for, git, image, int, mg, O, on, RIA, Ria’s Geral, Scroll, state, TAT, Tecnologia, Tutorial, Twitter, UI, UX @ 12 20th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Nessa aula eu continuo a incrementar o nosso componente customizado ScrollPanel com Datalist, mostrando qual o local correto para inserir a interação ao objeto do Datalist a fim de navegar pelos States que foram instanciados adequadamente.

PS: Esqueci o arquivo, fico devendo, amanhã coloco e retiro esse comentário.

_______________________
Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

@eduardohorvath

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