Recebi hoje a noticia que o Rafael, estudante de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina consegui um super e merecido 10 em seu TCC.
Rafael, estudante de cinema de Florian?polis, idealizou para seu trabalho de conclus?o de curso um document?rio sobre o dia a dia de uma pessoa do interior. Com a ideia na cabe?a viajou at? a cidade de …
Parabens, vocês mereceram o 10
Flash Catalyst CS5 e Panini – Palestra
Fala galera, sábado agora dia 02 às 16 horas estarei ministrando uma palestra online sobre Adobe Flash Catalyst, vou abranger o básico da ferramenta (uma apresentação para quem nunca viu), indo as comparativas entre o CS5 e Panini, passando a criação de algumas animações para entendimento e fechando com explicações sobre algumas limitações da ferramenta, etc. O espaço será aberto a dúvidas, lembrando que sou Designer e não programador e e estarei explicando dentro dessa visão.
O link para a mesma é: http://eventos.flexduck.org/flashcatalyst/
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Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
@eduardohorvath
Flash Camp Brasil, eu vou e você?
dia 8 e 9 de abril vai acontecer um dos maiores eventos de flash do mundo, o Flash Camp Brasil 2011. Não preciso dizer que esse evento promete ser ainda melhor que o do ano passado que foi considerado como o melhor flash camp que já aconteceu. Também sei que não preciso tentar justificar para todos da comunidade FLEX que esse evento também estará recheado de assuntos de nosso total interesse.
se ainda não te convenci de como esse evento será bom vou recorrer aos 20 motivos para você não faltar ao Flashcamp Brasil de 2011 e aos 10 motivos para você não faltar ao Flashcamp de 2011. Se ainda não te convenci não é a minha presença que vai fazer você mudar de ideia
, então aí vai alguns amigos que também estarão lá para completar a farra: @igorcosta, @mariojunior (um vídeo onde o mario fala um pouco do seu workshop), @horochovec, @jotaefe, @_lipao_…
Espero vocês lá em Maceió para bater um papo nerd e matar a curiosidade do que está vindo por aí de novidades para plataforma Flash
Cumps,
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Pattern Delegate e os Mocks
Hoje vou falar sobre um pattern muito importante e que é muito usado no Flex(client) chamado de Delegate. Para quem nunca ouviu falar vou resumir da seguinte forma:
“Delegate é o pattern que indica a comunicação do cliente com as regras de negócio sem a necessidade do cliente conhecer as regras de negócio.”
Explicação Abstrata – Todo sistema possui suas regras de negócio, que normalmente são expostas através de serviços. o Delegate tem justamente esse papel, centralizar um local no cliente(aplicação frontend) para essa chamada ao serviço que expôe as regras de negócio do sistema. Uma coisa muito importante nesse pattern é que ele não deve conhecer as regras de negócio em si, normalmente consomem serviços mas não sabem o que realmente eles fazem.
Explicação Concreta - Em 90% dos projetos em que trabalho cujo o frontend é em Flex o backend é em Java, toda a lógica do sistema(Regras de Negócio) ficam no java. No Java possuo um Serviço que via Blazeds é disponibilizado para ser consumido no Flex. Com esse cenário costumo ter uma classe Delegate no lado do flex que consome o serviço disponibilizado pelo blazeds através de RemoteObject.
Na teoria é tudo muito funcional e faz sentido, porém na prática sempre existe a dúvida se realmente vale a pena ter mais esse nível de conceito e organização no flex, então vou colocar 2 pontos positivos para estimular essa boa prática:
Definição de uma padrão na comunicação com backend – a partir de hoje quando você analisar um código em flex que possui um classe com parte do seu nome Delegate você terá a certeza que toda a comunicação com o backend se encontra ali, não precisa que ninguém te mostre ou que desenhe pra você
Grande Facilidade para usar os Mocks – Outro ponto positivo que está diretamente ligado a minha opinião é o uso de Mocks, para quem não sabe o que é Mocks precisa de um tapa na orelha..rs brincadeira
. Mocks são dados que são gerados de forma “falsa” para testar ou simular uma parte de um sistema, normalmente uso muito no flex para simular uma chamada ao serviço do backend, isso é bom porque não preciso de um servidor rodando para testar(me refiro a teste funcional) se o client(flex) está funcionando corretamente.
Vou terminar com 2 exemplos práticos de como o uso do Delegate me ajudou a padronizar meu projetos e a usar os mocks:
Flex 4 + Swiz – neste Tutorial Básico Swiz Framework 1.0 uso o conceito de Delegate como pode ser analisado nesse pacote e Também os Mocks(no caso dos Mocks uso o utilitário do próprio swiz para criar mocks) que é justamente a classe ContactDelegateFake.as.
Flex 4 + Springas – neste Tutorial Spring ActionScript uso o conceito de Delegate como pode ser analisado nesse pacote e também os Mocks(No caso dos Mocks uso o utilitário do springas para criar mocks) que é justamente a classe ContactDelegateFake.as.
Em ambos os casos acima na controller(que é onde fica a classe que faz referência ao delegate) é feito apenas referência a uma interface IContactDelegate, então fica fácil mudar de mock para o Delegate que realmente invoca o backend, se a comunicação com backend já fosse feita no controller essa mudança de mock para o real ficaria muito mais difícil.
Bem, bons estudos e espero ter justificado o porque que em meus exemplos aqui no blog costumo usar o pattern delegate
Cumps.
Similar Posts:
Para estreiar a serie de resenhas que começarei a fazer no blog, minha ultima leitura, A revolução dos q-bits, de Ivan S. Oliveira e Cássio Leite Vieira, O admirável mundo da computação quântica. Se você assim como eu, sempre foi fascinado por física, astronomia, mecânica quântica, nanotecnologia, computação quântica etc, este livro é leitura obrigatoria.
O livro é de autoria do físico Ivan S. Oliveira e do jornalista científico Cássio Leite Vieira, com uma narrativa voltada para o público leigo e mesmo assim, gostosa de ler, com o objetivo de explicar os conceitos da computação quântica. Eles usam uma historia ficticia ocorrendo no futuro onde a computação quântica já é algo comum no dia-a-dia.
A Física sempre teve fama de ser dificil e complicada de ser entendida, mas muitas vezes isso é culpa de quem se propoe a divulga-la, quando você domina um determinado assunto, você acaba esquecendo que nem todo mundo tem o mesmo conhecimento que você.
O livro divide os capitulos como palestras, explicando desde os primordios da física classica até a epoca em que a computação quântica já é rotina. As explicações de fenômenos quânticos aplicados à computação como o exemplo do “o gato de Schrodinger” são realmente fascinantes.
Entendendo Archetypes do Maven
Maven Archetypes
Quando começamos um novo projeto, sempre criamos configurações básicas que seguem basicamente o mesmo padrão em todos os aplicativos, tais como arquivos xml de configuração de log, arquivos de configuração de acesso a banco de dados, classes de suítes de testes, etc. Ao analisarmos a estrutura de um projeto novo padrão, percebemos que o trabalho de configuração é basicamente o mesmo e que muitos dos arquivos são copiados e colados na nova aplicação.
Percebendo uma oportunidade de generalização nessa parte, o Maven disponibiliza os chamados arqchetypes.
Archetypes são basicamente templates de projetos pré-definidos, com alguns arquivos e uma estrutura inicial já definida. Veremos no post com utilizar tais archetypes, e como criar os seus próprios.
Utilizando Archetypes
Já vimos anteriormente como utilizar o Maven para criar novos projetos:
![]()
Após executar o comanda, você verá uma saída parecida com esta:

Repare que existem uma infinidade de opções de archetypes. Todas essas opções ficam descritas em um arquivo de configurações presente no repositório ao qual seu maven aponta. No meu caso utilizo o repositório padrão do Maven, mais um do JBoss e o local. Na DClick ainda existe o repositório da empresa, aonde os archetypes criados internamente são disponibilizados.
O número que o maven sugere é o projeto padrão Java, sem nenhuma outra integração. Selecione este projeto e prossiga com a criação, escolhendo o número sugerido para a versão do plugin (no meu caso 6). Dê um nome ao grupo ao qual o projeto irá pertencer: group.teste, neste exemplo, dê também um nome para o artefato: teste, escolha a versão e dê um nome ao pacote.

Neste projeto já será criado uma pasta para as classes, com o pacote que foi descrito: group.teste, e outra pasta para os testes, também com o pacote descrito. Dentro destas pastas já será criado uma classe App.java e um outra AppTest.java para os testes. Também será criado o pom da aplicação, já com a dependência do JUnit 3.8.1.
Fácil criar um pojeto padrão do zero. Tente criar projetos com os outros archetypes, como por exemplo o projeto Java Web ou até mesmo um projeto com o archetype do FlexMojos que está disponível no repositório do próprio FlexMojos.
Criando seu próprio Archetype
Ainda que existam esses templates de projetos básicos, cada empresa possui algumas configurações próprias e utilizam alguns frameworks internos em todos os projetos. Sabendo disso, o Maven disponibiliza maneiras de criar seu próprio archetype.
Uma dessas maneiras é utilizar o próprio Maven para criar um projeto utilizando o archetype de projetos de archetype. Confuso? Mas é bem tranquilo. Nada mais é do que um projeto Maven que contém a descrição do template de criação do projeto que será criado utilizando esse archetype próprio.
Este projeto consiste de um pom com as dependências para o plugin de archetypes, um arquivo de configuração para o plugin contendo informações de arquivos e pastas que serão adicionados ao template e os arquivos propriamente ditos. O arquivo de configuração do plugin encontra-se em src/main/resources/META-INF/maven/archetype-metadata.xml. Sua estrutura é bem simples e de fácil leitura, contendo nomes das pastas que serão criadas com seus respectivos tipos, e uma lista com adições e exclusões de arquivos na pasta. Os arquivos utilizados no archetype ficam em src/main/resources/archetype-resources/.
Fato importante é que archetypes do Maven se comportam como qualquer outro projeto Maven, possuindo versão, grupo, nome e está disponível no repositório. É importante notar isso, pois a versão do archetype que está sendo utilizado pode alterar completamente o tipo de projeto que está sendo criado, mudando versões de dependências ou até mesmo organização das pastas.
Utilizando um Projeto já Existente
Uma segunda maneira de criar um archetype, é utilizar um projeto já existente. Pode não ser muito recomendável para projetos que já estejam muito avançados, mas para projetos recém criados se aplica perfeitamente.
A idéia é simples, basta criar um projeto básico com as configurações e a organização necessária, e utilizar o plugin de archetypes para criar o archetype:
![]()
O comando mvn archetype:create-from-project irá criar um projeto de archetype com o metadata descrevendo todos os arquivos existentes no projeto utilizado como parte do template em suas respectivas pastas. O projeto inteiro será adicionado aos resources do archetype e portanto podem ser modificados posteriormente.
Essa é a maneira mais fácil e rapida de se criar um archetype, mas devem ser tomados alguns cuidados. Por exemplo, as pastas do projeto de origem são mantidas no projeto que será criado usando o archetype, portanto será ignorado o pacote definido na criação. Pastas ou pacotes vazios no projeto de origem também serão ignorados e não farã parte do projeto criado utilizando o archetype.
Precauções a parte, venho utilizando archetypes do Maven praticamente em toda minha carreira com a ferramenta, e posso afirmar que nesses anos os archetypes me salvaram muito tempo e muita pesquisa no google. Recomendo o test drive com o plugin, mas já adianto que ainda existem alguns bugs e o archetype talvez não ficará perfeito com os padrões que você esteja esperando, mas ainda assim cerca de 90% do novo projeto estará configurado com apenas uma linha de comando.
Por @Gust4v0_H4xx0r
Como se tornar um Flash Developer de sucesso
Salve pessoal!
Essa semana eu inicie a fase de contratações da equipe que vai trabalhar comigo em um projeto nos próximos meses, entre horas de pesquisa e análise de possibilidades eu me deparei com uma situação engraçada e atípica, pesquisando sobre média salarial de profissionais de agências de publicidade encontrei um estudo feito pela ABRADI (Associação Brasileira de agências digitais), esse estudo mostra o salário dos profissionais de agências digitais descriminado por áreas e níveis de conhecimento.
Para minha surpresa percebi que nesse estudo Flash Developers estão na lista dos mais bem pagos do mercado, ficando atrás apenas de profissionais de atendimento, planejamento e diretores.
Essa grata surpresa me incitou a escrever uma matéria sobre quais são as principais características e os principais conhecimentos de um Flash Developer Sênior, basicamente nessa matéria vou descrever sob o meu ponto de vista os conhecimentos que um “Flash Developer” tem que ter para alcançar o topo da agência onde trabalha ou vai trabalhar.
Fuja das brigas sobre qual tecnologia é a melhor
O Flash há muito tempo desperta amor e ódio nas pessoas, varias vezes eu me vi incluso em “brigas” sobre qual é a melhor tecnologia e qual é o lugar do Flash na escala de desenvolvimento.
Minha opinião sobre o assunto sempre foi clara, caso alguém me mostre uma tecnologia que seja tão hibrida quanto o Flash no quesito integração com outras tecnologias, ferramentas de desenvolvimento, documentação oficial útil e descomplicada, cursos, metodologia, comunidade de desenvolvimento ativa, padronização de desenvolvimento e possibilidade de desenvolvimento para várias plataformas, nesse dia eu com certeza vou parar de trabalhar com Flash/Actionscript e aprender essa incrível tecnologia que terá batido o Flash, até esse dia, eu prefiro continuar no mundo da plataforma flash. Então fica a dica, não perca seu tempo nesse tipo de discussão, deixe que cada um escolha seu caminho, acredite, isso vai ser melhor para você!
Aprenda a desenvolver usando OOP
Se você é um verdadeiro “Flash Developer” com certeza já fez alguma coisa em OOP, esse padrão de programação pode salvar a sua vida quando o tempo for curto e o projeto desafiador. Para saber mais acesse esse link
Use um Framework para facilitar o desenvolvimento
Frameworks ajudam você a manter um padrão de desenvolvimento e diminuem o tempo de tarefas simples, existem ótimos frameworks de desenvolvimento, entre eles eu destaco o Gaia Framework e o ASF-AS3(Neto Leal). Use sem moderação!
Aprenda integrar redes sociais
Não é novidade alguma que as redes sociais revolucionaram a forma como as coisas acontecem na web, então é muito importante que você saiba integrar diversos serviços ao seus sites/aplicativos em Flash, serviços como Youtube, Facebook, Twitter e Flickr tem áreas específicas para desenvolvedores de várias tecnologias e em todas elas você pode encontrar APIs para auxiliar no desenvolvimento de seus sites/aplicativos.
Aprenda uma linguagem de programação Server-Side
Não que você tenha que ser um expert nessa linguagem, mas é muito bom você ter a visão do “outro lado”, não serão poucas as vezes que vão querer que aquele “hotsitezinho” que você fez tenha uma área administrativa e grave/leia dados de um banco de dados, ou que aquele outro programador “mala” vai dizer que isso ou aquilo não é possível com flash, nesse caso eu indico duas tecnologias exatamente nessa ordem, Coldfusion e PHP. Não se esqueça de aprender a trabalhar bem com Mysql, mas atenção, você não vai se tornar o melhor programador Serve-Side do mundo então tente não perder sua “veia” de design com essas tecnologias o interessante é você ainda continuar “mandando bem” em áreas fundamentais como Motion e Design.
Todo Flash Developer TEM que saber trabalhar com Photoshop
Isso pode levantar certa polêmica, mas a grande verdade é que se você pretende ser um Flash Developer e gerenciar um projeto é fundamental que você conheça profundamente o Photoshop, que tenha uma boa noção de design, tipografia e afins e conheça muito de motion design, por mais que digam o contrário 80% do trabalho de um Flash Developer é dar vida a interfaces malucas criadas por Diretores de Arte ainda mais malucos!
Animação via código é muito melhor que Timeline
Falar isso para os desavisados pode parecer uma heresia, mas a verdade é que, seja um banner, um hotsite ou um grande site é muito melhor você fazer todas as transições e motions via código, nesse caso eu indico que você use a Greensock. Trabalhando dessa forma você terá uma facilidade maior na hora de fazer aquele ajuste fino ou implementar aquela alteração de última hora.
Tenha boas referências
A comunidade de desenvolvimento Flash é muito unida, existem vários blogs como o meu que visam o crescimento profissional das pessoas sem nada em troca, é fundamental que você tenha boas referencias, que fique ligado nas constantes novidades que circulam no mundo da plataforma flash(sabe o que é molehill?), quer saber quem são as minhas referencias? Segue o link. Outra dica, tenha uma pagina de Labs sempre atualizada ou então crie um blog para compartilhar seus conhecimentos e experiências, isso coloca você em destaque na comunidade e pode abrir portas para bons trabalhos =)
Editor de código
A IDE do flash é muito boa, na versão CS5 o pessoal da Adobe melhorou bastante o editor de código, porém, ele está longe de ser a melhor opção do mercado, eu particularmente uso o FlashDevelop para fazer isso, mas o Flash Builder 4 também é uma boa opção, escolha a sua!
Pense fora da caixa
Há muito tempo o flash player domina as estatísticas de software mais instalado do mundo, mas é importante saber que o Flash não serve apenas para desenvolver sites, hoje em dia existe uma infinidade de dispositivos que utilizam o flash player, hoje você pode criar conteúdo para Iphone, Ipad, Smartphones com Android e tablets como o Motorola Xoom. Eu acho muito importante estar sempre ligado nessas novas possibilidades e de preferência ter um (ou todos) para estudos, pense fora da caixa, quem sabe isso não vai te render uma grana extra!
Em casa de ferreiro o espeto é de pau, mas não deveria ser!
Tenha sempre um portfólio bem atualizado, eu não posso falar disso com muita autoridade, pois há três anos venho tentando ter tempo para atualizar meu site, kaekae, mas é fundamental que você tenha um portfólio online que mostre exatamente o que você é capaz de fazer, ele com certeza vai ser decisivo na hora da contratação para uma empresa ou freela.
Curso, congressos, atualize-se!
É importante que você faça pelo menos uma vez ao ano uma reciclagem de seus conhecimentos, eu particularmente guardo 5% do que ganho ao ano para fazer isso, esse ano vou estar no FlashCampBrasil, uma dica que deixo são os cursos do Luciano Augusto o cara manda super bem em cursos a distância.
Saiba cobrar por seus projetos e não vacile nos prazos.
O maior erros do Flash Developer está na hora de passar o orçamento, acredite, nós estamos no topo da cadeia alimentar dos desenvolvedores, quando aparecer aquele freela não fique com medo de cobrar o valor real, você é um Flash Developer e sua hora é uma das mais caras do mercado.
Outra coisa importante são os prazos, saiba quanto tempo você leva para fazer determinadas atividades comuns a um Flash Developer, não cumprir prazos está fora de questão e lembre-se sempre existe alguém que conhece outro alguém e uma vez queimado no mercado você estará fadado ao limbo!
Não existe limite para a criatividade dentro do flash, não desanime o caminho é longo mais as recompensas em R$ são grandes depois de um tempo!
Deixe um comentário sobre esse artigo e não se faça de difícil se precisar de ajuda!
Um abraço
Faça o que está ao seu alcance!
“Somos todos treinados a pensar da mesma forma, gostar das mesmas coisas e seguir o processo mesmo que não concordando com o mesmo. Viver assim é muito fácil e acaba trazendo uma certa segurança, já que todos seguem esse rumo você tem menas probabilidades de se dar mal e até mesmo de se dar bem. Porém existem exceções, pessoas que correm o risco e que não deixam o sistema criar limitações em seu crescimento profissional… seu objetivo está traçado e custe o que custar será alcançado.“
onde quero chegar com essa frase? simples, você já parou pra pensar que você é uma exceção? estou falando sério, já parou pra pensar que o processo normal que você foi treinado a achar que é o certo pode estar limitando seu crescimento profissional?
O que vejo muito é pessoas que são treinados a ter baixa estima, não tenho dúvida que você tem total capacidade de ser tão bom como ou melhor que pessoas que você segue e considera referência profissional, então não deixe que palavras jogadas no ar(em alguns blogs..rs) faça você perder seu foco. Já ouvi tanto frases como “Sem faculdade você nunca vai ter oportunidades” , “Antes de aprender programação tem que aprender inglês” mas poucas vezes ouvi alguém te dizendo “se você for bom nada pode impedir o seu crescimento”.
gostaria de estimular você com minha experiência profissional, por favor, me dê mais 5 minutos do seu tempo:
Morava em uma cidade no interior do rio sem muitas condições de me preparar para as exigências do mercado, porém criei a prática de pensar da seguinte maneira: “Vou fazer aquilo que estiver ao meu alcance”. isso me fez chegar a conclusão que mesmo sem poder pagar uma faculdade e tirar certificações eu poderia estudar programação, linguagens mais usadas no mercado, melhores práticas e frameworks. Com o tempo fui percebendo na internet um professor que estava ali pra me ensinar muita coisa, a grade que eu gostaria. Foi pesquisando ferramentas e tecnologias que prometiam carreira nos próximos anos que criei um blog e comecei a falar de Java + Flex.
Para minha surpresa descobri que o mercado de trabalho precisava muito de pessoas que dominavam ferramentas e técnicas de desenvolvimento, até mesmo mais que formados e certificados, as portas abriram, tenho um pouco mais de 5 anos no mercado de trabalho e o meu primeiro objetivo que era morar em uma grande cidade e trabalhar com grandes projetos para grandes empresas já foi concluído.
Eu falei 5 anos, se não fosse atrás do que estava ao me alcance talvez hoje ainda estaria no meio da faculdade morando em uma cidade do interior e muito longe de estar preparado para o mercado de trabalho.
Não quero entrar no mérito da importância de sua faculdade mas sim ao fato que não existe uma ordem para sua carreira decolar.
Quando falo faça o que está ao seu alcance eu digo:
- Estuda muito independente da faculdade e da grade do mesmo, em muitos dos casos diminuir noites de sono pode ser um diferencial, aquela famosa frase “enquanto todos dormem eu estou aprendendo algo novo”.
- O que o mercado de trabalho precisa, ou melhor, o que você precisa saber para ser bem aceito, quais as próximas tendências, estuda e estará normalmente na frente de quem já trabalha na área.
- Não se preocupe com o que não está ao seu alcance, ou seja, “o que não tem solução resolvido está” , mantenha o foco no que você pode fazer, não perder tempo com coisas que você não pode fazer agora aumentará e muito sua produtividade.
- Aumente sua alta estima, você pode ser ótimo no que você escolher ser ótimo, pra mim existe 2 maneiras de se tornar bom em algo: pelo talento ou por dedicação. Até hoje só cresci profissionalmente pela dedicação e por muitas das vezes me fazer de surdo para os pessimistas que com frases tentam tirar o meu foco de fazer aquilo que está a meu alcance.
- Procure trocar conhecimento, seja na sua faculdade, seja no seu grupo de estudos, se for igual ao meu caso onde praticamente não tinha ninguém fisicamente para ajudar e ser ajudado um blog pode ser a solução, para ser sincero foi através do blog que fiz um ótimo networking e que as empresas começaram a me procurar seja para contratações ou freelances.
Bem, é essa mensagem que gostaria de passar para você, enquanto muitos procuram te influenciar negativamente mantenha o foco e se torne o melhor no que você definir que quer ser o melhor
Cumps.
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Training Kit – Visual Studio 2010 e .NET Framework 4
A Microsoft liberou o Training Kit para estudos sobre o Visual Studio 2010 e .NET Framework 4 totalmente gratuito.
O kit Inclui apresentações, testes práticos e demonstrações, além de englobar uma série de tecnologias entre elas:
Clique aqui para acessar o Training Kit – Visual Studio 2010 e .NET Framework 4 e fazer o download do pacote.
Adobe AIR 2.6

Olá a todos!
A Adobe lançou, esta semana, a versão 2.6 da sua framework AIR. Esta framework permite criar projectos que correm em cima do Flash Player e que permite o acesso a informações / interacções com o computador / dispositivo mobile do utilizador.
Aqui ficam vários links sobre tudo o que tem sido escrito sobre esta nova release, alguns tutoriais e ainda um jogo muito interessante:
- Everything new in Adobe AIR 2.6
- What’s new in Adobe AIR 2.6
- iOS Features in Adobe AIR 2.6
- Developing for iOS with AIR for Mobile 2.6
- “Comb Over” : An AIR 2.6 multiscreen game
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Abraço e até à próxima!










