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Jan 2

Exibir/Ocultar caracteres ocultos no Visual Studio 2010

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, BI, blog, C#, código, configuração, Curso, Cursos, Design, Dicas, Diversos, exemplo, fundo, git, Google, html, ide, IE, image, int, interface, map, menu, mg, NaN, News, O, on, problema, produtividade, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, Vários, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, XP @ 01 2nd, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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O Visual Studio 2010 tem diversos recursos que estão muito bem escondidos nos seus vários menus e telas de configuração, mas são acessíveis por teclas de atalho. Isso é vantajoso em diversas situações pois pode agilizar a utilização desses recursos mas também pode se tornar uma irritação ou mesmo um problema se você por acaso acionar uma dessas teclas de atalho por acidente e não souber como voltar atrás. Foi o que aconteceu com um colega no trabalho recentemente.

Por acidente esse colega acionou uma tecla de atalho do Visual Studio 2010 que ativa a exibição de caracteres ocultos (white space). Em outras palavras, o Visual studio passou a exibir todos os espaços e marcação de final de arquivo na tela. O resultado foi algo semelhante ? imagem abaixo:

Editor de código do Visual Studio 2010 com a opção de exibir caracteres ocultos ativada

Não parece ser algo muito irritante neste exemplo pois há pouco código, mas em arquivos com centenas de linhas de código e em arquivo com html esse modo de visualização é bastante irritante e chega a atrapalhar a produtividade pois polue visualmente a tela. Esse colega passou quase 2 meses trabalhando com essa configuração pois não conseguia encontrar um meio de desfazer e voltar ao modo normal de visualização. Ele chegou inclusive a reinstalar o Visual Studio mas não adiantou pois o instalador não removeu as configurações problematicas.

Hoje eu dei uma pesquisada um pouco mais a fundo e acabei encontrando a solução. A opção do menu para essa configuração se encontra em Edit > Advanced > View White Space e pode ser acionada pela tecla de atalho Ctrl+E, S (que foi o que aconteceu com meu colega).



Dez 13

[Android] Instalando a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3.5, 3g, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, back, bar, BI, blog, break, C#, cache, class, Curso, custom, dados, demo, Desenvolvimento, developer, Dica, Dicas, Download, err, fonte, for, game, Google, html, ide, IE, if, image, int, iphone, jandersonfc, Links, lista, lite, loop, Mac, menu, mg, NaN, O, on, oop, PHP, problema, processo, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, site, TAT, Touch, Tutoriais, Tutorial, tv, Twitter, UI, update, window, windows, zend @ 12 13th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Depois de ver o Motorola Milestone 1 do @jandersonfc e do @horochovec rodando a MIUI ROM (Android) e ver que os respectivos aparelhos estavam impressionantemente r?pido, resolvi enfim entrar na onda e atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM. Instalei (12/12/2011) a vers?o MIUI-1.12.02 a qual utilizar a vers?o Android 2.3.7 como base.

Site Oficial (vers?o em Ingl?s)

Para atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM, tentei seguir o tutorial indicado pelo @plcosta, neste [link], mas confesso que depois de 3 tentativas frustradas desanimei, ent?o pedi uma ajuda para o @horochovec, para usar voltar a ROM original do Milestone 2 e recome?ar o processo de atualiza??o do zero. Finalmente tivemos a id?ia de olhar um tutorial de instala??o do CyanogenMod para o Milestone 2 [link], em resumo bastou seguir os passos indicados necesse tutorial que consegui realizar a instala??o da MIUI ROM no meu Milestone 2.

Realizei uma mescla dos 2 tutoriais para realizar a instala??o…

O que posso dizer, agora que estou usando a MIUI ROM?

Recomendo, quem instalar vai gostar muito.

Quer instalar a MIUI ROM tamb?m?

Caso queira mesmo, a seguir segue algumas instru??es conforme realizei a instala??o.

Aten??o: ? necess?rio lembrar que esse procedimento ? por sua conta e risco.

Obs.: com um pouco de aten??o, voc? tamb?m vai conseguir instalar a MIUI ROM no seu Milestone sem fazer nenhuma besteira.

Voc? tem o Motorola Milestone 1?

Mesmo n?o sendo o meu objetivo aqui, o @horochovec j? vez um [post] no blog dele que descreve os passos para a instala??o. (Sinceramente a instala??o no Milestone 1 me parece bem mais f?cil e r?pida que no Milestone 2 hehe)

N?o est? afim de apanhar como eu na instala??o no seu Milestone 2?

A seguir irei listar o passo a passo que realizei.

Obs.: no meu caso eu utilizo um Mac, ent?o tenha acess?vel um computador com Windows para te facilitar a vida. Se algo der errado n?o se desespere, ? s? voltar a ROM original do aparelho e recome?ar o procedimento para instala??o da nova ROM, para voltar esta ROM original ? que ser? necess?rio o Windows.

O que voc? vai precisar para realizar a instala??o da MIUI ROM

- Gingerbreak – para rootear o celular

- UPDATE_1.12.02_0.zip – MIUI ROM que utilizei e instalei no meu Milestone 2

- Bootmenu v0.8.6-v2.zip – arquivo do menu do boot para voc? conseguir selecionar e instalar a MIUI ROM

- Bootstrap – Droid 2 Bootstrap (Android Market) – necess?rio para acessar o bootmenu

- Rsd Lite – Aplicativo da Motorola para instalar SBF, serve para atualizar o Bootloader do aparelho e caso precise voltar a ROM original do aparelho, voc? ir? utilizar este aplicativo para realizar a tarefa. Lembrando que este aplicativo ? exclusivo e s? possui vers?o para MS. Windows.

Aten??o: sempre que voc? for executar o Rsd Lite para instalar uma SBF, tenho o m?ximo de cuidado, o procedimento deve ser executado e conclu?do 100%, este ? o ?nico procedimento que pode causar a perda irrevers?vel do aparelho.

- SBFs : Bootloader 70.13 e Vers?o original da ROM do Milestone 2 ( vers?o 2.2 Brazil, a primeira linha )

Tenha esses arquivos listados acima no seu computador, para facilitar sua vida =]

Procedimento para instalar a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Caso voc? queira ser cautelos@ e realizar um backup do seu celular, veja este [ link 1 - ROM original | 2 - aplicativos e dados ]. Eu particularmente n?o vi utilidade pr?tica nisto, pois ? tudo ou nada, queria a nova ROM no meu aparelho hehe.

Lembrando que os passos descritos a seguir foram os que eu utilizei na instala??o…

Sempre que for executar esse procedimento, fa?a com a bateria carregada.

Passos:

1 - Copie os arquivos: Gingerbreak.apk, UPDATE_1.12.01_0.zip, Bootmenu v0.8.6-v2.zip para o SD Card do aparelho

1.1 - Caso voc? tenha feito o download do Bootstrap.apk, copie este arquivo tamb?m para o SD Card

2 - Renomeie o arquivo UPDATE_1.12.01_0.zip para update.zip, este procedimento ? para facilitar o processo de instala??o.

3 - Verifique no aparelho, nas configura??es do Android a op??o Aplica??es(Programas) submenu, Desenvolvimento se as op??es, Fontes desconhecidas e Depura??o USB est?o ativas.

4 - Atrav?s do Gerenciador de arquivos localize o arquivo Gingerbreak.apk clique sobre ele e instale. Fa?a o mesmo para o Bootstrap, caso voc? tenha este.

4.1 – Caso tenha optado em n?o baixar este, acesse o Market do Android e instale por l? (Droid 2 Bootstrapper).

4.2 - Execute o aplicativo Gingerbreak, pois ? necess?rio rootear o aparelho para continuar a instala??o. A execu??o desse aplicativo ir? reinicar o aparelho, n?o se preocupe.

5 - Execute o Droid 2 Bootstrapper, neste aplicativo clique:

5.1 - Bootstrap Recovery

5.2 - Reboot Recovery

6 - Seu aparelho ser? reiniciado e exibir? um menu (em verde) com algumas op??es, onde o bot?o (+) do volume sobre, o (-) desce e o bot?o de tirar foto representa (ok/enter)

6.1 - Selecione: “install zip from sdcrad”

6.2 - Localize e selecione o arquivo: Bootmenu v0.8.6-v2.zip e (ok)

6.3 - Ap?s a instala??o, selecione a op??o do menu: “GO Back” (ok)

6.4 - Selecione a op??o: “Reboot System now” (ok)

7 - Seu aparelho ser? reiniciado novamente e exibir? um menu (azul), onde neste os comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

7.1 - Selecione: “Boot” (power)

7.2 - Selecione: “Set default: [boot Menu]“ (power)

7.3 - Selecione: “nomal” (power)

7.4 - Selecione: “Go Back” (power) 2x

7.5 - Selecione: “Recovery” (power)

7.6 - Selecione: “Custom Recovery” (power)

8 - Voc? ver? novas op??es no menu e uma imagem Android BootMenu, neste menu o comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power) Nesta op??o todos as informa??es na mem?ria embarcada do aparelho ser?o limpas.

8.2 - Selecione: “advanced” (power)

8.2.1 - Selecione: “Wipe Dalvik Cache” (power)

8.2.2 - Selecione: “Wipe Baterry Stats” (power)

8.2.3 - Volte ao menu anterior

8.3 - Necess?rio repetir o passo 8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power)

8.4 - Selecione: “Apply update from sdcard” (power)

8.5 - Ap?s finalizar a instala??o, selecione a op??o: “reboot system now”

9 - Seu aparelho ir? iniciar e exibir o s?mbolo da motorola em vermelho, diferente a ROM default do MotoBlur, nesta etapa ? aguardar e esperar a MIUI ROM ser carregada. (Demorou uns 3 minutos ou 5 minutos at? entrar pela primeira vez)

Estou esperando a um bom tempo e n?o entrou, o que eu fa?o?

Bom caso voc? esteja em desespero vendo seu celular em um loop infinto, dizendo que est? carregando o Android e at? agora nada. N?o se desespere, eu passei por isso 3 vezes at? conseguir instalar a MIUI ROM.

Mantenha a calma.

Nessa situa??o voc? vai precisar do Rsd Lite, um computaor MS. Windows.

Como j? havia indicado para fazer download dos arquivos .sbf, neste momento ? que se faz uso deles.

Passos:

1 - Desligue o aparelho

2 - Ligue o aparelho segurando o bot?o power e a ceta para cima do teclado do Milestone 2

3 - Quando observar que a tela ligou, por?m est? preta, solte os bot?es

Aten??o: m?ximo cuidado nesse momento, mantenha o cabo USB sempre conectado, nunca pare o procedimento, esta etapa ? cr?tica e pode danificar o seu aparelho caso n?o seja executada corretamente.

4 - Verifique e certifique-se de que a vers?o do Bootloader ? a 70.13 (caso voc? nunca instalou nenhuma ROM deve ser)

4.1 - Caso n?o for a vers?o indicada, plugue o cabo usb no celular e no computador e na aplica??o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente ao bootloader, depois desligue e ligue novamente para acessar o bootloader.

4.2 - Estando na vers?o correta e com o aparelho ligado via usb, utilizando o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente a ROM original do aparelho.

5 - Terminando a instala??o, mantenha o aparelho conectado no computador at? o Android ser carregado totalmente, somente depois disso voc? poder? desconectar o cabo usb.

6 - Voc? est? com seu aparelho de volta ao estado de quando voc? comprou e tirou ele da caixa.

7 - Provavelmente voc? ter? que logar no MotoBlur, execute o seu login at? que acesse totalmente ao Android.

8 - Voltei ao passo 1 do procedimento de instala??o da ROM.

Aeee, acessou a tela da MIUI, ufa… hora de fazer o ajuste fino

Voc? perceber? que estar? com a MIUI em Ingl?s, mas isto n?o ? um problema, basta alterar o idioma para portugu?s.

- Altera o idioma para Portugu?s (Brasileiro) [link]

- A ilumina??o do teclado n?o vem habilitada inicialmente, para arrumar isto, veja este [link]

- Calibrar a bateria do aparelho para um melhor rendimento [link]

- A MIUI n?o vem com um teclado Swype, ent?o instalei: TouchPal Keyboard e o dicion?rio para Portugu?s Brasileiro

Um grande vil?o do consumo de bateria ? o 3G no aparelho que fica ativo 100% do tempo desde que este esteja habilitado, para resolver isso instalei o aplicativo APN Brasil Pro (Android Market), que possui um recurso que melhora o gerenciamento do 3G e ajuda consideravelmente a aumentar o tempo de vida da bateria do aparelho.

Deixo registrado aqui meus agredimentos a galera que me ajudou com dicas e links e informo que esses passos que descrevi foi uma mescla dos posts:

- @ajudandroid – MIUI VERS?O 1.11.18 “ATUALIZADA PARA VERS?O 1.12.02 04/12/2011

- Clube do Android – CyanogenMod 7 Android 2.3.5 para Milestone 2


Veja também:

  • Google Nexus Two
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • Adobe AIR – Empacotador para iPhone OS + demos
  • [Android Game] Angry Birds : acessando níveis travados
  • Segundo comercial DROID da Verizon : stealth ataca EUA
Dez 13

Multiple Views com Spring Web MVC

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, apache, app, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, C#, case, class, classe, cliente, código, control, conversor, dados, Design, development, dispatch, Diversos, Documentação, err, exemplo, Ferramenta, Flex, for, framework, Frameworks, Google, handle, html, ide, IE, if, int, interface, internet, j2ee, Java, JSF, library, map, mvc, NaN, O, on, Outros, padrão, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, servidor, site, Software, Spring, SpringFramework, state, string, strings, Sun, tag, TAT, Tecnologia, Tema, tv, Twitter, UI, uint, web, XML, XP @ 12 13th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.

Conceito de Views



Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:

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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors.
*
* Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”);
* you may not use this file except in compliance with the License.
* You may obtain a copy of the License at
*
* http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0
*
* Unless required by applicable law or agreed to in writing, software
* distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS,
* WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied.
* See the License for the specific language governing permissions and
* limitations under the License.
*/

package org.springframework.web.servlet;

import java.util.Map;

import javax.servlet.http.HttpServletRequest;
import javax.servlet.http.HttpServletResponse;

/**
* MVC View for a web interaction. Implementations are responsible for rendering
* content, and exposing the model. A single view exposes multiple model attributes.
*
*

This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of
* Expert One-On-One J2EE Design and Development
* by Rod Johnson (Wrox, 2002).
*
*

View implementations may differ widely. An obvious implementation would be
* JSP-based. Other implementations might be XSLT-based, or use an HTML generation library.
* This interface is designed to avoid restricting the range of possible implementations.
*
*

Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver.
* As this interface is stateless, view implementations should be thread-safe.
*
* @author Rod Johnson
* @author Arjen Poutsma
* @see org.springframework.web.servlet.view.AbstractView
* @see org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceView
*/
public interface View

/**
* Name of the @link HttpServletRequest attribute that contains the response status code.
*

Note: This attribute is not required to be supported by all
* View implementations.
*/
String RESPONSE_STATUS_ATTRIBUTE = View.class.getName() + “.responseStatus”;

/**
* Return the content type of the view, if predetermined.
*

Can be used to check the content type upfront,
* before the actual rendering process.
* @return the content type String (optionally including a character set),
* or

1
null

if not predetermined.
*/
String getContentType();

/**
* Render the view given the specified model.
*

The first step will be preparing the request: In the JSP case,
* this would mean setting model objects as request attributes.
* The second step will be the actual rendering of the view,
* for example including the JSP via a RequestDispatcher.
* @param model Map with name Strings as keys and corresponding model
* objects as values (Map can also be

1
null

in case of empty model)
* @param request current HTTP request
* @param response HTTP response we are building
* @throws Exception if rendering failed
*/
void render(Map model, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws Exception;

}



Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.

JSon e XML



Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.


A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:

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public class Exemplo
private String nome;

public String getNome()
return nome;

public void setNome(String nome)
this.nome = nome;

}



Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:

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@Controller
public class ExemploController

@RequestMapping(“/exemplo/xml”)
@ResponseBody
public Exemplo testando()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“xml”);
return ret;

}



Agora temos uma servlet que responderá por “//exemplo/xml” devolvendo a instância de exemplo que acabamos de criar no método.
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:

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class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>

name=“messageConverters”>
>

bean=“marshallingHttpMessageConverter” />
>

>

>

class=“org.springframework.oxm.xstream.XStreamMarshaller”
id=“xmlMarshaller”>

name=“aliases”>
>

key=“exemplo”>Exemplo
>

>

>
>

id=“marshallingHttpMessageConverter”
class=“org.springframework.http.converter.xml.MarshallingHttpMessageConverter”>

name=“marshaller” ref=“xmlMarshaller” />
name=“unmarshaller” ref=“xmlMarshaller” />
>



O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:

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>
>xml>
>



Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:

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id=“jsonview”
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”>

>



Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:

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private View jsonview;

@Autowired
@Qualifier(“jsonview”)
public void setJsonview(View jsonview)
this.jsonview = jsonview;

@RequestMapping(“/exemplo/json”)
public ModelAndView testandoJson()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“json”);
return new ModelAndView(this.jsonview, “response”, ret);



Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:

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“response”:
“nome”:”json”

}


Conclusão

Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.

Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 6

FMDS 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, C#, camp, class, Curitiba, event, Evento, FMDS, git, IE, image, int, Mac, mg, O, on, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, site @ 12 6th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Pelo terceiro ano consecutivo estarei presente no FMDS (F?rum de M?dias Digitais e Sociais) em Curitiba. Este ano ser? nos dias 06 e 07 de Dezembro (ter?a e quarta-feira).

O evento ser? realizado no mesmo local de 2010, na FIEP – Federa??o das Ind?strias do Estado do Paran? (Av. Comendador Franco, 1.341 – Jardim Bot?nico), que fica pr?ximo dos principais campi da UFPR e da PUCPR, na rota para a Rodovi?ria e do Aeroporto Internacional Afonso Pena.

Confira a programa??o no site do evento.

Nos encontraremos l?!

Out 28

Adobe Tutorial Builder – Plugin para Photoshop

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3.5, 3d, 4, 6, action, Adobe, AR, arte, blog, C#, class, comparação, Design, designer, Dica, Gravação, html, IE, if, image, int, labs, Links, mg, O, on, Partilha, photoshop, Plugin, problema, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, social, super(), TAT, Tech, Tutorial, Twitter, UI, uint, Vídeo, window, XML, XP @ 10 28th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Você designer, que ama Photoshop e já está em um nível bacana, já deve ter feito algum tutorial e postado em algum Blog, site, ou em alguma rede social… é a nossa natureza, querer compartilhar algumas técnicas, mas o grande problema é que isso é trabalhoso, e logo as pessoas param de faze-lo.

Agora, imagine você poder compartilhar o passo a passo de uma atividade sua no Photoshop sem dor de cabeça, sem ter que fazer nada, somente alguns cliques. Isso mesmo, poder ter algo escrito mostrando tudo que você fez no Photoshop sem ter que se matar em descrever todos os ? passos.

A Adobe maravilhosamente criou o Tutorial Builder (Adobe Labs), um plugin simples para Photoshop mas no mínimo, muito, mas muito poderoso.

A idéia consiste no seguinte, você baixa o plugin, instala e ele abre como Panel do Photoshop.

Após instalar, basta ir em Window > Extensions > Tutorial Builder.
Vai abrir essa janelinha bacana que você pode ver na imagem abaixo:

Uma vez aberto você clicando em Start vai (obviamente) iniciar a gravação, que no final, pasmem, vai gerar um arquivo html com o XML prontinho mostrando todos os passos do que você fez dentro do Photoshop, e não só isso, em alguns casos com links onde vai abrir no Photoshop a ação utilizada… #sensacional

Ele também pode guardar a imagem original e fazer uma comparação com a imagem final, você pode optar se quer ou não essa função e então começar a atividade.

Vamos supor, fiz um button… perceba que no panel do Tutorial Builder fica escrito: CAPTURING… Ele está gravando as ações (Não, não é como um Action).

Terminou? Basta clicar em Done, ele vai perguntar se você quer salvar o Tutorial gerado.

Você vai então salvar o seu PSD

E agora a parte interessante, vai configurar o título e os detalhes que deseja que apareça no seu Tutorial.

Aí é só alegria, o seu tutorial está criado.

“Espera aí Eduardo, onde está o link para baixar essa maravilha? E como vai ficar o resultado final?”

Você pode ver aqui em:
http://labs.adobe.com/technologies/tutorialbuilder

Caso tenha sobra alguma dúvida, assista ao vídeo da Adobe no link indicado, ele explica visualmente como proceder.
Mas acredito que não terá dificuldades, é muito simples de usar, super intuitivo, e uma verdadeira maravilha para nós que queremos compartilhar técnicas de PS.

Espero que tenham gostado, e vamos usar, pois é usando que fará com que a Adobe aprimore mais e mais esse plugin.

Out 21

DClick Mantra

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, Air, AR, BI, blog, busca, C#, class, escritório, if, image, lógica, mg, Notícias, O, on, problema, problemas, Ria’s Geral, S+S, tag, TAT, Tecnologia, Twitter, UI, XP @ 10 21st, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Twitter!

No escritório da DClick em SP:

“Na DClick nós queremos inovar, mas vale a ressalva: ser o primeiro não é inovar. Pioneiro é diferente de inovador. O pioneiro pode ter alguma vantagem competitiva, mas nada impede que os concorrentes o alcancem logo. Por isso, de nada adianta apenas sair correndo para ser o primeiro a instalar a versão mais recente da tecnologia X. É preciso sim encontrar uma maneira nunca vista antes de tirar proveito da tecnologia X para resolver um problema relevante. É preciso pensar diferente. É preciso trazer novas soluções para velhos problemas. Não é ser o primeiro, mas ser o único. Para inovar é preciso ser Singular.

Na DClick nós acreditamos que o entendimento do problema é a peça chave no quebra cabeça de uma solução singular. Acreditamos que a solução não surge pronta, mas precisa ser trabalhada passo-a-passo até que sejamos premiados por insights que nos levarão a Conquista destas soluções.

Também acreditamos que a tecnologia é o meio pelo qual viabilizamos esta conquista. Acreditamos que é preciso ter um vasto leque de opções para não sermos limitados na busca das soluções. Acreditamos que nada é impossível até que se prove o contrário e que a Exploração tecnológica é capaz de viabilizar nossas soluções singulares.

Explore tecnologias e Conquiste soluções Singulares. É nisso que acreditamos. Esta é a nossa filosofia. Este é o nosso mantra.”

Out 10

Criando extensão para o Google Chrome – Parte 1/2

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, AR, Artigo, back, botão, browser, C#, chrome, class, Curso, developer, Documentação, exemplo, for, Google, html, ide, IE, if, image, Java, Javascript, Mac, mg, O, on, Pessoal, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, site, super(), tool, UI, window, windows @ 10 10th, 2011 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Olá, pessoal!

No artigo de hoje mostraremos como é simples criar uma extensão para ao Google Chrome. Apesar de ser um recurso esquecido pelas agências, pode agregar muito valor ao seu negócio.

É importante que tenha um bom conhecimento de HTML e JavaScript. Abra o editor de sua preferência e vamos ao trabalho! (Na época de Windows gostava do Notepad++, no Mac ainda não tenho preferência.)

Documentação Oficial: http://code.google.com/chrome/extensions/devguide.html

Primeiro devemos criar uma pasta com nome da extensão, VERSALLINI. Em seguida, precisamos criar o arquivo manifest.json, pois é ele que o Chrome procura na hora de identificar e instalar a extensão. Veja a seguir:


  "name": "VERSALLINI",
  "version": "1.0",
  "description": "Gabriel Versallini ,
  "permissions": [
    "http://www.versallini.com.br/"
  ]
}

Salve a imagem abaixo na pasta da extensão com o nome de icon.png:

Para saber se fez tudo certinho abra o Google Chrome clique em Tools/Extensions, em seguida no botão Developer Mode no canto superior direito e logo depois em Load unpacked extension…. Selecione a pasta da extensão e pronto, nossa extensão será instalada com sucesso, veja a seguir:

Repare que mesmo com a extensão instalada ainda não criamos nenhuma funcionalidade para ela. Daremos continuidade no próximo artigo, é importante resaltar que daqui pra frente é como criar um site porém com tamanho reduzido.

Divirta-se!
Abraço

Out 2

Exemplo do novo PivotViewer do Silverlight 5 apresentado no TechEd Brasil 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, BI, blog, C#, código, código fonte, dados, deepZoom, Download, Excel, exemplo, Exemplos, fonte, for, gc, Google, html, IE, image, lista, live, map, mg, News, novidade, Novidades, O, on, Palestra, Palestras, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, silverlight, Tech, TechEd, tool, tv, Twitter @ 10 2nd, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | 1 comentário
Kelps Sousa
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Na palestra de Silverlight 5 que apresentei este ano com Rodrigo Kono no TechEd Brasil, mostramos a nova versão do PivotViewer que vem no SDK do Silverlight 5.

Esta nova versão tem diversas melhorias, principalmente no que diz respeito ? forma de montar e utilizar a coleção de dados. Nesta nova versão não é mais necessário pré-processar a coleção usando Excel ou DeepZoom Composer e praticamente tudo pode ser feito usando Binding.

Abaixo tem um link para fazer download do código fonte do exemplo que apresentamos. Para usar este exemplo é necessário ter instalado o Tools do Silverlight 5 RC. Em breve vou publicar novos posts com mais detalhes sobre esta e outras novidades do Silverlight 5, mas por enquanto, aproveitem este exemplo.

PivotViewerSample.zip



Set 20

Vaga programador Adobe Flex

Escrito por Eduardo Kraus em 1, 3.5, 6, Adobe, Adobe Flex, AR, C#, ColdFusion, Flex, int, O, on, Ria’s Geral, S+S, Vagas @ 09 20th, 2011 | via http://blog.mxml.com.br | Sem comentários
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A empresa DeltaSystems (www.deltasystems.com.br) esta contratando tr?s programadores ColdFusion e que conhe?am Adobe Flex.
As vagas s?o para trabalhar na cidade de S?o Paulo contratados como CLT.
Interessados enviar curriculo para lbortoletti (a) deltasystems.com.br ou pelo fone (11) 2358-9956.
A empresa esta situada …

Set 14

Palestra CFMeetup

Escrito por Pedro Claudio em 1, 2.0, 3.5, 6, AR, C#, ColdFusion, developer, event, Evento, Eventos, events, for, free, if, Java, Javascript, mg, O, on, online, pt, Ria’s Geral, site @ 09 14th, 2011 | via http://blog.pcsilva.com/index.cfm | Sem comentários
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Amanhã Ryan Anklam vai falar sobre JavaScript Fundamentals for ColdFusion Developers.

Visite o CFMeetup e se informe sobre os detalhes do evento, que será online, free e em inglês.

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