O ROI, Retorno de Investimento, do termo inglês Return on Investiment, ou ainda, ROR, Rate of Return, mede obviamente o ganho ou a perda em pequeno, médio ou longo prazo dentro de um projeto, em relação ao que foi investido. Resolvi dar o tÃtulo desse artigo de UROI, para não atrair a ele investidores de…
UROI – Usability Return on Investment (Retorno sobre o Investimento na Usabilidade)
Livro Adobe Air em Ação a caminho
Para quem acha que o Flex simplesmente morreu pode estar dando um tiro no pé. Está na hora de abrir a mente e continuar a estudar. 2012 já começou e estamos a todo vapor criando o livro Adobe Air em Ação.
Este livro será um pouco diferente dos outros, pois contará com prática, que é o que precisamos para aprender algo. Nada se aprende apenas na teoria, e hoje em dia a teoria está no ? google, a um click de uma boa busca.
Estamos criando um pequeno sistema financeiro, que terá Swiz, SQLite e gráficos, e iremos mostrar passo a passo toda a sua construção. Para matar um pouco da curiosidade, algumas telas a seguir do nosso “sisteminha”. Veja algumas telas a seguir:
Mac OS X do Snow para o Lion… lentidão
Um post r?pido para compartilhar algo que pode ser ?til a mais algu?m…
Recentemente fiz o upgrade do meu Macbook Pro do Mac OS X Snow Leopard para o Lion, depois de todas as atualiza??es de software, no uso do dia a dia notei que o Lion estava absurdamente lento, Google Chrome, Mozilla Firefox, o Eclipse (esse estava de chorar e desanimador de t?o lento que estava)
Lendo os blogs, achei 2 dicas que resolveram o problema:
1 – Verificar e reparar as permiss?es de acesso ao HD
Caminho: Finder > Applications > Utilities > Disk Utility
Selecionar o drive que representa o Mac, depois clicar no bot?o: Verify Disk Permissions, esperar finalizar e depois no bot?o: Repair DIsk Permissions
Link do post com as dicas: Speed up Mac OS X Lion
Desde post tamb?m revisei as configura??es do Spotlight.
2 – Limpar os caches
Abrir o Finder > Menu: Go > Go Folder | ou executar o atalho: Shift + Command + G
Digite: ~/Library/Caches
Apague o conte?do deste diret?rio
Caso n?o tenha total seguran?a se deve apagar todos os arquivos e diret?rios, fa?a um backup, copiando o conte?do da pasta para outro diret?rio. Obs.: esse passo n?o ? necess?rio, mas caso queria alguma garantia de o que fazer se algo der errado ter? as c?pias.
Aten??o: alguns diret?rios e arquivos n?o ser?o exclu?dos pois est?o em execu??o, por exemplo, cache referente ao Finder e a alguns outros aplicativos do Mac OS X.
Reinicie seu Mac.
Link do post com a dica: OSX Lion – Clear your caches!
Feito estes procedimentos, os aplicativos e o Mac OS X Lion passou a ter uma performance e resposta aceit?vel, assim como tinha no Mac OS X Snow Leopard.
Veja também:
SharedObject com Flash Media Server
SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.
O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.
- Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
- Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server
Vejamos o primeiro caso:
Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR
Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possÃvel utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.
- Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
- Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
- Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
- Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
- Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:
- No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
- Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
- Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
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function init():void
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nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
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trace(evt.info.code);
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init();
Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:
NetConnection.Connect.Success
Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.
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if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
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so.connect(nc);
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O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:
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mc_ball.x = so.data.x;
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mc_ball.y = so.data.y;
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Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:
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mc_ball.startDrag();
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mc_ball.stopDrag();
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so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
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so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
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Segue o código completo:
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function init():void
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-
nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
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{
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trace(evt.info.code);
-
if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
-
-
so.connect(nc);
-
-
}
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mc_ball.x = so.data.x;
-
mc_ball.y = so.data.y;
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mc_ball.startDrag();
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mc_ball.stopDrag();
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so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
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so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
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init();
Veja uma demostração em funcionamento:
Cacoo – Ferramenta de diagramação colaborativa online
Ontem, estava procurando uma ferramenta para desenhar diagramas, que me desse mais op??es de diagramas e fosse mais flexivel do que todas as demais ferramentas que j? havia utilizado at? o momento. Realizando uma busca no Google acabei encontrando a Cacoo.
Site | Google Chrome Web Store
At? o presente momento, utilizando a ferramenta, gostei da facilidade de uso e da quantidade de elementos gr?ficos dispon?veis para utilizar nos diagramas, est? atendendo bem a minha necessidade de cria??o de diagramas.
Veja também:
Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico
Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.
Um pouco sobre a nova versão
Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome especÃfico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexÃvel escrever testes unitários. Agora é possÃvel definir umahierarquia especÃfica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe especÃfica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuÃdo e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.
Asserções
Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possÃvel testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.
Exemplo Prático
Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:
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1
2 3 |
public class JUnitTestCase
|
Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:
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1
2 3 4 |
@Test
public void metodoQualquer()
|
Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:
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1
|
Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);
|
Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:
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1
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 |
private String stringLocal;
@Before @Test @Test @After |
Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possÃvel criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possÃvel separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais especÃfico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo especÃfico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:
|
1
2 3 4 5 6 7 8 9 |
Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.
Próximos passos
Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possÃveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexÃveis a mudança. DifÃcil mas não impossÃvel, e sim, é muito mais difÃcil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.
Por @Gust4v0_H4xx0r
Mudanças para 2012

2012 será mais um ano de ascensão dos dispositivos mobile em todo o mundo. Mesmo que aqui no Brasil tudo seja mais lento, com preços mais altos, estamos seguindo em frente. Já temos frameworks javascript adaptados ? s telinhas, como o Sencha, ? e o jQueryMobile, além do Flex Mobile, claro. Outras tecnologias estão crescendo a cada dia, e a quantidade de informação que é “jogada” para nós programadores aumenta em um ritmo alucinante. Seguindo esta tendência, estamos também nos adaptando, e para que tudo fique bem claro ao leitor, decidi comentar as principais mudanças do site neste post.
Neste novo ano estaremos adotando algumas mudanças que visam melhorar a qualidade de nossas obras. As principais mudanças que estão por vir são:
1)? Fim do suporte por email: Nestes quatro anos de suporte por email, pude observar diversos prós e contras, e sempre tentei agradar a “gregos e troianos”. Nunca fiz nenhuma distinção de quem comprou ou quem não comprou meus livros, sempre respondendo as dúvidas em menos de 48 horas. Todo esse tempo foi um aprendizado enorme, e agora tenho a necessidade de “lapidar” este processo de suporte. Observei que muito das dúvidas dos leitores eram repetidas e que sempre respondia ? s mesmas questões. Observei também que, ? s vezes, dava prioridade a alguém que não tinha comprado um livro, e deixava “na fila” uma outra pessoa que tinha dúvidas relativas aos livros. Também cheguei ao ponto de responder 10, 15 e-mails por dia, tornando uma tarefa bastante trabalhosa. Neste contexto, estarei “movendo” o suporte para um fórum especial, aberto a qualquer pessoa e destinado a sanar dúvidas dos livros. Falarei mais deste fórum em um outro post, mas deixo claro que, para quem é leitor, terá como sempre o suporte 100% garantido.
2)? eBOOKs serão predominantes: Todo o processo de criação/distribuição de um ebook é perfeito aos olhos do autor se não fosse a pirataria. Realmente encontrar meus livros que consumiram várias horas de preparo e trabalho nos torrents por aà não é uma sensação boa. Mas eu quero acreditar que isso é possÃvel! Eu quero acreditar que o brasileiro é gente honesta, que deseja pagar por um conteúdo útil sem ser “assaltado”. Por isso, em 2012, eu vou priorizar o desenvolvimento de eBooks, cobrando um preço justo, e com a meta de criar muito mais ebooks do que já foi criado atualmente.
3)? Flex não será prioridade: Nestes últimos quatro anos tenho me dedicado muito ao Flex. Fui o primeiro a escrever um livro sobre Adobe Flex no Brasil e desde então foram quase 10 livros abordando o tema. Sei que está chegando o momento em que eu terei que “dissipar” o meu conhecimento para outras áreas, pois o tema Flex já está bastante difundido, felizmente hoje em dia existe bastante conteúdo dedicado a cultura Flex e só não aprende quem não quer. Veja que, para quem escreve livros, as tecnologias saturam, mas não morrem. Este é o caso do Flex, o conteúdo está saturado, eu não tenho muito mais a escrever, por isso o foco será distribuÃdo para outras áreas. O livro “Adobe Air em Ação” será o último livro a ser escrito para a tecnologia Flex, e não haverá mais edições previstas. O suporte continuará normalmente para quem comprou qualquer livro sobre Flex.
4)? Mobile será prioridade: Daremos certa prioridade ao desenvolvimento mobile, e dependendo de novas tecnologias que deverão surgir, estaremos pesquisando e publicando material sobre elas. Isso significa que determinados livros poderão conter menos páginas, por exemplo, 100, mas que expliquem um conceito ou tecnologia emergente.
5)? Tendências serão prioridade:? A rapidez com que uma tecnologia emerge abre uma lacuna de desinformação para nós tupiniquins. E a? idéia? é preencher esta lacuna com um livro. Por exemplo, ainda não temos um livro sobre SENSHA, muito menos EXTJS. Um livro sobre HTML 5, custa nada mais, nada menos que 73 reais. Nem temos um livro sobre a linguagem SCALA ou sobre DJANGO. Enfim, existe muito assunto para se escrever.
6)? Site flex.etc.br deixa de conter informações sobre os livros:? Todas as informações estarão no site danielschmitz.com.br. O blog flex continua, mas aos poucos deixará de ser atualizado.
Resumindo:
- Vamos publicar ebooks com qualidade e a preços atraentes, sobre diversos temas. Contamos com a aprovação de vocês, enviando crÃticas e sugestões, .
- Haverá um fórum dedicado ao suporte dos livros.
- Estaremos em breve publicando quais serão os primeiros eBooks a serem lançados e contamos com a sua opinião. Mande ideias !
O Twitter altera a versão do Tweetdeck para uma webapp?!
Eis que na semana passa foi uma loucura a quantidade de posts e pessoas falando da nova vers?o do Tweetdeck “nativa”, para Windows e Mac OS que substituiu a vers?o anterior em Adobe AIR. Os Appletards (man?acos, tarados pela Apple) foram ao del?rio, mas…
MacMagazine : Agora o Tweetdeck ? nativo
Tecnoblog: Twitter chuta Adobe AIR para escanteio
Os coment?rios dos tards comemorando o fato s?o hil?rios, perdemos funcionalidades e recursos e eles comemoram por agora a aplica??o ser “nativa”
A minha opini?o:
A perda de funcionalidades foi not?ria…
Perda de funcionalidades = retrocesso
Perdemos: encurtador de links, atualiza??o em real-time dos tuites, o upload de fotos n?o funcionou em nenhuma das minhas frustradas tentativas de uso, ao ficar um periodo sem conectividade a internet o novo aplicativo n?o consegue mais recuperar os tuites. Essas foram os problemas que encontrei nessa nova vers?o.
Vi muita gente elogiando pelo simples fato de (creio eu n?o gostarem d) o Adobe AIR n?o ser a base desde cliente…
Analisando tecnicamente e tecnologicamente o ocorrido:
Temos aqui nada mais que o cliente web: https://web.tweetdeck.com/ empacotada como uma webapp instal?vel no Mac.
Ao analisar o conte?do do pacote TweetDeck (a aplica??o) no Mac, temos /Content/Resources/htdocs todo o c?digo html+js+css da aplica??o a qual pelo que observei a web vem a ser a mesma.
Ainda n?o identifiquei qual solu??o de webapp foi utilizada para gerar o instal?vel, mas tenho a respectiva suspeita em ordem:
1 – Appcelerator Titanium
2 – Mozilla Prims
3 – o Twitter desenvolveu sua propria solu??o de empacotamente da webapp
Caso voc?, assim como eu instalou a nova vers?o e desinstalou a antiga, crendo que a nova manteria as funcionalidades da antiga e se arrependeu, ainda tem como voltar para a vers?o antiga e deixar de usar esse lixo da nova vers?o…
Encontrei:
- um post de outra pessoa que como eu n?o gostou da nova vers?o
Veja também:
Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
N?o adianta chorar o leite derramado, depois que a Adobe lan?ou as ?ltimas not?cias vemos que o mercado indo de vez para o HTML5 e n?o adianta reclamar, daqui para frente mais projetos ir?o demandar conhecimentos em HTML5 (novas tags), Javascript e sobre as novidades do CSS3.
Voltando ao mundo HTML teremos que voltar inevit?velmente ao uso do Javascript, mas ao menos a boa not?cia hoje ? que diferente de anos atr?s temos dispon?veis boas bibliotecas javascript para nos ajudar na dif?cil tarefa de fazer uma aplica??o (que tente) funcionar em todos os principais web browsers do mercado (Google Chrome, Mozilla Firefox e o tem?vel IE)
Quanto ao Javascript, hoje pelo que tenho visto ? quase imposs?vel se falar em javascript sem associar ao JQuery, que ajuda muito a criar um c?digo mais limpo e organizado e at? podemos dizer, sofrer menos com o uso do javascript.
Sobre Javascript e JQuery recomendo os respectivos materiais para observar:
The JQuery Essentials
Aos que ficaram interessados pelo JQuery o @bielversallini mandou uma dica muito boa de curso web de JQuery, o jQuery Air, tamb?m jQuery Fundamentals e Livro fundamentos de jQuery 100% traduzido para pt-BR
jQuery Proven Performance Tips & Tricks, 2011
Confesso que desanimei ao ver esta apresenta??o, pois basicamente todos os recursos que gostei no JQuery s?o os mais lentos e recomendados para que n?o sejam usados a menos que n?o haja outra alternativa ou extremamente necess?rios.
jQuery & Responsive Web Design
Excelente dica de como projetar uma p?gina/sistema que se adeque as dimens?es dispon?veis (por alguns este recurso ? chamado de layout fuido/adaptativo). Como estou falando sobre layout recomendo olhar tambem o Knockout.js que possui recursos interessantes para auxiliar na defini??o da view.
Agora para falar a verdade mesmo o melhor material sobre desenvolvimento HTML+JS que vi que o autor foi real e sincero sobre o tema ? o respectivo abaixo:
Taking JavaScript Seriously (feat. Backbone.js)
Como ? dito nos slides, o javascript n?o ? a melhor linguagem do mercado, ela foi escrita em 10 dias, possui muitas defici?ncias, mas temos que aprender pois n?o temos nenhuma outra op??o.
Outro detalhe que me chamou aten??o e achei muito ?til foi a apresenta??o do Backbone.js como uma alternativa para suprir a necessidade de organizar o c?digo em algo que tenta ser o mais pr?ximo poss?vel do MVC.
Mas e sobre arquitetura aplica??es de larga escala? Bom recomendo observar este material abaixo, o qual indica as boas prat?cas de mercado e atuais recursos dispon?veis:
Large-scale JavaScript Application Architecture
Cheguei at? esta apresenta??o atrav?s deste post.
Aten??o este texto a seguir expressa minha oponi?o pessoal
Sinceramente esta apresenta??o foi o santo gral da agonia, pois para mim se trata de uma regress?o tecnol?gica brutal, irei mudar esta minha opini?o no dia em que, eu consiga ter uma arquitetura com um mesmo n?vel que possuo hoje com Adobe Flex + Swiz, como a descrevi neste post, quando este dia chegar (se ? que vai) irei dizer que podemos ent?o come?ar a pensar em utilizar o HTML+JS para solu??es corporativas.
E vamos a luta, retornando ao velho mundo do HTML, por alguns chamados de revolucion?rio mundo do HTML5…
Veja também:
Flash Mobile Day Ed. São Luis

No dia 18/11 aconteceu o flash mobile day edição são luis no auditório do cecen – UEMA.
Eu particularmente estou muito satisfeito com o evento, tivemos grandes palestras com conteúdo de alto nÃvel.
Tivemos problemas durante a manhã pois estávamos sem internet para a transmissão das palestras, porém, o evento aconteceu normalmente presencialmente.
As 4 palestras envolveram as áreas de design, programação e marketing. Bom, foi muito show.
A seguir segue o link das apresentações:
Palestra: Design de interfaces para aplicativos móveis.
Palestrante: Eduardo Gibran
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/desingDeInterfaces-Gibran.pdf
Palestra: Proceso de criação. Da escolha da plataforma ? app store.
Palestrante: Willian Mano
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/processoDeCriacao-Willian.pdf
Palestra: Flex para dispositivos móveis
Palestrante: Bruno Araújo
Link: http://prezi.com/klmt7jez4lfv/o-poder-do-flex-para-dispositivos-moveis/
Palestra: Marketing de guerrilha, ações virais e dispositivos móveis: o real e o virtual nas suas mãos.
Palestrante: Rafaela Marques
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/marketing-Rafaela.pdf
Mais uma vez obrigado ? todos que ajudaram para que esse evento fosse possÃvel.
Um gradecimento especial ? todos que apoiaram o evento, em especial ? RIACYCLE que através do Igor Costa nos ajudou a abrilhantar um pouco mais esse evento.
Obrigado a RINO, que, através do Odair Seixas no permitiu realizar essa versão aqui nas terras longiquas de São Luis do Maranhão.

















