logo
  • Home
  • Acerca
  • Autores
  • Faq
  • Rede
  Twitter   Feed-me! RSS!
Mai 20

Windows Phone 7–UI Thread e Composition Thread

Escrito por Alexandre Tadashi em 1, 2.0, 2009, 3.5, 4, 6, Animação, Animações, app, AR, Artigo, auto, back, Behavior, BI, bitmap, busca, C#, cache, class, CSharp, Curso, Cursos, demo, desempenho, dispatch, Diversos, Draw, DRE, event, exemplo, Experiência do Usuário, for, function, git, Gráfico, handle, html, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, Introdução, library, map, maps, mg, Microsoft, monitor, Monitoramento, movimento, MSDN, O, on, Outros, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Silverlight 3, SmartPhone, Software, Storyboard, Sun, super(), TAT, Tema, try, UI, Vídeo, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, window, windows, XP @ 05 20th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

imageA renderização da interface gráfica do Windows Phone 7 foi projetada para buscar o máximo de performance que o smartphone pode proporcionar, a UI Thread é responsável pelo desenho da interface principal do aplicativo, quando criamos um software para o WP7, devemos evitar bloquear a UI Thread, pois ela está diretamente relacionada a performance do software e também com a experiência do usuário com o aplicativo.

Os smartphones com Windows Phone 7, tem disponível um recurso que utiliza a aceleração da GPU, aumentando consideravelmente o desempenho gráfico para algumas tarefas relacionadas a manipulação de imagens e animações, principalmente as que usam a rotação de eixos, escalas e alguns tipos de? animações que usam de Storyboard. Não é necessário acionar nada para que alguns tipos de Storyboards utilizem esse recurso, eles automaticamente usam o Composition Thread ou também chamado de Render Thread.

O Render Thread pode ser usado para animações simples utilizando DoubleAnimation ou Easing Functions, ou em propriedades? como Opacity, Render Transforms e Rectangular Clip. Habilitando o EnableRedrawRegions podemos ver quais regiões na aplicação estão sendo desenhadas no momento, visualizando? quadro a quadro:

Application.Current.Host.Settings.EnableRedrawRegions = true;

Composition Frame Rate Thread? e UI Frame Rate Thread

Quando executamos um aplicativo através do Visual Studio 2010 com o smartphone plugado no computador,? podemos visualizar alguns números no lado superior direito da tela, esses números servem para você ter como parâmetro alguns pontos sobre a renderização gráfica, memória, etc, os dois primeiros números de 3 dígitos são referente a Render Thread e a UI Thread.

Thread

O Composition Frame Rate Thread está associado a velocidade com que a tela é atualizada em uma thread separada da UI Thread, como referência, o Windows Phone 7 utiliza o valor 30 como ponto de equilíbrio, ou seja, quando for abaixo de 30, os números estarão na cor vermelha, acima de 30 ele ficará com a cor default, o valor mais próximo de uma boa performance é 60, sua aplicação deve buscar sempre se aproximar desse número.

O UI Frame Rate Thread mostra a taxa de atualização da Thread principal, enquanto a interface do usuário estiver ativa, o valor de 30 também foi definido como ponto de equilíbrio, ficando vermelho se a aplicação estiver abaixo deste valor, porém este valor deve ser acima de 20 para ter um tempo de resposta aceitável e quanto maior o valor , o tempo de resposta será mais rápido.

Exemplo prático de UI Thread VS Render Thread

Vou criar um aplicativo simples com dois elementos Ellipse na tela, um com o nome BolaVermelha e outro com BolaAzul, as duas Ellipses serão animadas na tela, a BolaAzul vai utilizar o Render Thread, pois vamos utilizar uma Storyboard com a propriedade RenderTransform, já a BolaVermelha vamos anima-lá atualizando a mesma propriedade, mas utilizando um timer DispatcherTimer para atualizar a propriedade, ou seja, não utilizaremos uma Storyboard para realizar a animação e ela estará utilizando a UI Thread.

   1:    public partial class MainPage : PhoneApplicationPage
   2:      
   3:  
   4:          DispatcherTimer timer;
   5:          RotateTransform rotateVermelho;
   6:          bool bateVolta;
   7:          int contador = 0;
   8:  ? 
   9:          public MainPage()
  10:          
  11:              InitializeComponent();
  12:              Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
  13:  ? 
  14:              Application.Current.Host.Settings.EnableRedrawRegions = true;
  15:  
  16:              this.BolaVermelha.RenderTransform =
  17:                  new RotateTransform();
  18:              this.BolaAzul.RenderTransform =
  19:               new RotateTransform();
  20:  
  21:              rotateVermelho =
  22:              BolaVermelha.RenderTransform as RotateTransform;
  23:              rotateVermelho.Angle = -50;
  24:  ? 
  25:              timer = new DispatcherTimer();
  26:              timer.Tick += new EventHandler(timer_Tick);
  27:              timer.Interval = new TimeSpan(0, 0, 0, 0, 33);
  28:              timer.Start();
  29:  ? 
  30:              bateVolta = false;
  31:  
  32:          
  33:  ? 
  34:          void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
  35:          
  36:  ? 
  37:              Storyboard storyboard = new Storyboard();
  38:              DoubleAnimation animation = new DoubleAnimation();
  39:              animation.From = 0;
  40:              animation.To = 180;
  41:              animation.Duration = new Duration(new TimeSpan(0, 0, 1));
  42:              animation.AutoReverse = true;
  43:              Storyboard.SetTarget(animation, this.BolaAzul.RenderTransform);
  44:              Storyboard.SetTargetProperty(animation, new PropertyPath("Angle"));
  45:              storyboard.Children.Add(animation);
  46:              storyboard.RepeatBehavior = RepeatBehavior.Forever;
  47:              storyboard.Begin();
  48:  
  49:          
  50:  ? 
  51:          void timer_Tick(object sender, EventArgs e)
  52:          
  53:              if (rotateVermelho .Angle == 120)
  54:              
  55:                  bateVolta = true;
  56:              
  57:              if (rotateVermelho.Angle == -50)
  58:              
  59:                  bateVolta = false;
  60:              
  61:  ? 
  62:              if (bateVolta == true)
  63:              
  64:                  rotateVermelho.Angle -= 1;
  65:              
  66:              else
  67:              
  68:                  rotateVermelho.Angle += 1;
  69:              
  70:  ? 
  71:              contador++;
  72:  ? 
  73:              if (contador == 600)
  74:              
  75:                  MessageBox.Show("Parando a UI Thread");
  76:                  Thread.Sleep(1000);
  77:              
  78:  ? 
  79:              if (contador == 1000)
  80:              
  81:                  MessageBox.Show("Inserindo BitmapCache");
  82:                  BitmapCache cache = new BitmapCache();
  83:                  BolaVermelha.CacheMode = cache;
  84:  ? 
  85:              
  86:  ? 
  87:          }
  88:  ? 
  89:      }

?

Na linha 71 criei um contador, quando chegar a 600, ele vai bloquear a UI Thread, na linha 76, a UI Thread é bloqueada propositalmente utilizando Thread.Sleep, neste momento você irá notar que a animação da? BolaVermelha irá parar com base no tempo definido em Sleep, pois a sua Thread está bloqueada, mas a BolaAzul continuará a se movimentar.

Quando o contador chegar a 1000,? vou adicionar um BitmapCache na propriedade CacheMode da BolaVermelha, em alguns casos onde não estamos utilizando a Render Thread, podemos criar um cache, ou seja, colocar os bitmaps na memória, e com isso aproveitar da aceleração da GPU, com performance semelhante a Composition Thread, porém a BolaVermelha continuará na UI Thread,? uma simples mensagem na tela utilizando um MessageBox irá bloquear a UI Thread enquanto a BolaAzul continuará em movimento.

Conclusão

UI Thread e Composition Thread são recursos fundamentais que o Windows Phone 7 utiliza para apresentar a interface gráfica, conhecendo essas Threads você poderá melhorar a perfomance da sua aplicação, os smartphones são equipamentos limitados se comparado a um PC, conhecer quando utilizar determinado recurso pode fazer muita diferença, existem diversos outros pontos a serem considerados quanto ao monitoramento da aplicação com objetivo de melhorar a perfomance, neste artigo somente apresentei uma introdução sobre o assunto.

Alguns recursos podem não funcionar como esperado no emulador, pois depende de diversos fatores como o suporte a DirectX pela placa de video, neste link você encontra mais informações:

WP7/Silverlight Graphics Performance

Mais informações sobre Bitmap Cache : Bitmap Cache

Mais informações sobre performance: Performance Considerations in Applications for Windows Phone

Mar 27

Como se tornar um Flash Developer de sucesso

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2009, 4, action, Actionscript, Adobe, análise, Android, Animação, api, Aplicativos, AR, arte, Artigo, as3, AUG, auto, Banco de Dados, BI, blog, Blogs, builder 4, camp, Carreira, código, ColdFusion, comunidade, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, Destaque, developer, Dica, Dicas, Diversos, Documentação, err, erro, estatísticas, event, events, Experiências, facebook, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, for, framework, Frameworks, free, gaia, git, Google, ide, IE, if, Iniciando, int, interface, iphone, labs, lista, Mercado, motion, mysql, News, novidade, Novidades, O, on, online, oop, Opinião, padrão, Partilha, Pessoal, photoshop, PHP, player, programação, Projetos, pt, publicidade, Redes Sociais, referencia, RIA, Ria’s Geral, server, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tutoriais, Twitter, UI, UX, Vários, Ved, web, XP @ 03 27th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
Lucas Marçal
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Salve pessoal!

Essa semana eu inicie a fase de contratações da equipe que vai trabalhar comigo em um projeto nos próximos meses, entre horas de pesquisa e análise de possibilidades eu me deparei com uma situação engraçada e atípica, pesquisando sobre média salarial de profissionais de agências de publicidade encontrei um estudo feito pela ABRADI (Associação Brasileira de agências digitais), esse estudo mostra o salário dos profissionais de agências digitais descriminado por áreas e níveis de conhecimento.

Para minha surpresa percebi que nesse estudo Flash Developers estão na lista dos mais bem pagos do mercado, ficando atrás apenas de profissionais de atendimento, planejamento e diretores.

Essa grata surpresa me incitou a escrever uma matéria sobre quais são as principais características e os principais conhecimentos de um Flash Developer Sênior, basicamente nessa matéria vou descrever sob o meu ponto de vista os conhecimentos que um “Flash Developer” tem que ter para alcançar o topo da agência onde trabalha ou vai trabalhar.

Fuja das brigas sobre qual tecnologia é a melhor

O Flash há muito tempo desperta amor e ódio nas pessoas, varias vezes eu me vi incluso em “brigas” sobre qual é a melhor tecnologia e qual é o lugar do Flash na escala de desenvolvimento.

Minha opinião sobre o assunto sempre foi clara, caso alguém me mostre uma tecnologia que seja tão hibrida quanto o Flash no quesito integração com outras tecnologias, ferramentas de desenvolvimento, documentação oficial útil e descomplicada, cursos, metodologia, comunidade de desenvolvimento ativa, padronização de desenvolvimento e possibilidade de desenvolvimento para várias plataformas, nesse dia eu com certeza vou parar de trabalhar com Flash/Actionscript e aprender essa incrível tecnologia que terá batido o Flash, até esse dia, eu prefiro continuar no mundo da plataforma flash. Então fica a dica, não perca seu tempo nesse tipo de discussão, deixe que cada um escolha seu caminho, acredite, isso vai ser melhor para você!

Aprenda a desenvolver usando OOP

Se você é um verdadeiro “Flash Developer” com certeza já fez alguma coisa em OOP, esse padrão de programação pode salvar a sua vida quando o tempo for curto e o projeto desafiador. Para saber mais acesse esse link

Use um Framework para facilitar o desenvolvimento

Frameworks ajudam você a manter um padrão de desenvolvimento e diminuem o tempo de tarefas simples, existem ótimos frameworks de desenvolvimento, entre eles eu destaco o Gaia Framework e o ASF-AS3(Neto Leal). Use sem moderação!

Aprenda integrar redes sociais

Não é novidade alguma que as redes sociais revolucionaram a forma como as coisas acontecem na web, então é muito importante que você saiba integrar diversos serviços ao seus sites/aplicativos em Flash, serviços como Youtube, Facebook, Twitter e Flickr tem áreas específicas para desenvolvedores de várias tecnologias e em todas elas você pode encontrar APIs para auxiliar no desenvolvimento de seus sites/aplicativos.

Aprenda uma linguagem de programação Server-Side

Não que você tenha que ser um expert nessa linguagem, mas é muito bom você ter a visão do “outro lado”, não serão poucas as vezes que vão querer que aquele “hotsitezinho” que você fez tenha uma área administrativa e grave/leia dados de um banco de dados, ou que aquele outro programador “mala” vai dizer que isso ou aquilo não é possível com flash, nesse caso eu indico duas tecnologias exatamente nessa ordem, Coldfusion e PHP. Não se esqueça de aprender a trabalhar bem com Mysql, mas atenção, você não vai se tornar o melhor programador Serve-Side do mundo então tente não perder sua “veia” de design com essas tecnologias o interessante é você ainda continuar “mandando bem” em áreas fundamentais como Motion e Design.

Todo Flash Developer TEM que saber trabalhar com Photoshop

Isso pode levantar certa polêmica, mas a grande verdade é que se você pretende ser um Flash Developer e gerenciar um projeto é fundamental que você conheça profundamente o Photoshop, que tenha uma boa noção de design, tipografia e afins e conheça muito de motion design, por mais que digam o contrário 80% do trabalho de um Flash Developer é dar vida a interfaces malucas criadas por Diretores de Arte ainda mais malucos!

Animação via código é muito melhor que Timeline

Falar isso para os desavisados pode parecer uma heresia, mas a verdade é que, seja um banner, um hotsite ou um grande site é muito melhor você fazer todas as transições e motions via código, nesse caso eu indico que você use a Greensock. Trabalhando dessa forma você terá uma facilidade maior na hora de fazer aquele ajuste fino ou implementar aquela alteração de última hora.

Tenha boas referências

A comunidade de desenvolvimento Flash é muito unida, existem vários blogs como o meu que visam o crescimento profissional das pessoas sem nada em troca, é fundamental que você tenha boas referencias, que fique ligado nas constantes novidades que circulam no mundo da plataforma flash(sabe o que é molehill?), quer saber quem são as minhas referencias? Segue o link. Outra dica, tenha uma pagina de Labs sempre atualizada ou então crie um blog para compartilhar seus conhecimentos e experiências, isso coloca você em destaque na comunidade e pode abrir portas para bons trabalhos =)

Editor de código

A IDE do flash é muito boa, na versão CS5 o pessoal da Adobe melhorou bastante o editor de código, porém, ele está longe de ser a melhor opção do mercado, eu particularmente uso o FlashDevelop para fazer isso, mas o Flash Builder 4 também é uma boa opção, escolha a sua!

Pense fora da caixa

Há muito tempo o flash player domina as estatísticas de software mais instalado do mundo, mas é importante saber que o Flash não serve apenas para desenvolver sites, hoje em dia existe uma infinidade de dispositivos que utilizam o flash player, hoje você pode criar conteúdo para Iphone, Ipad, Smartphones com Android e tablets como o Motorola Xoom. Eu acho muito importante estar sempre ligado nessas novas possibilidades e de preferência ter um (ou todos) para estudos, pense fora da caixa, quem sabe isso não vai te render uma grana extra!

Em casa de ferreiro o espeto é de pau, mas não deveria ser!

Tenha sempre um portfólio bem atualizado, eu não posso falar disso com muita autoridade, pois há três anos venho tentando ter tempo para atualizar meu site, kaekae, mas é fundamental que você tenha um portfólio online que mostre exatamente o que você é capaz de fazer, ele com certeza vai ser decisivo na hora da contratação para uma empresa ou freela.

Curso, congressos, atualize-se!

É importante que você faça pelo menos uma vez ao ano uma reciclagem de seus conhecimentos, eu particularmente guardo 5% do que ganho ao ano para fazer isso, esse ano vou estar no FlashCampBrasil, uma dica que deixo são os cursos do Luciano Augusto o cara manda super bem em cursos a distância.

Saiba cobrar por seus projetos e não vacile nos prazos.

O maior erros do Flash Developer está na hora de passar o orçamento, acredite, nós estamos no topo da cadeia alimentar dos desenvolvedores, quando aparecer aquele freela não fique com medo de cobrar o valor real, você é um Flash Developer e sua hora é uma das mais caras do mercado.
Outra coisa importante são os prazos, saiba quanto tempo você leva para fazer determinadas atividades comuns a um Flash Developer, não cumprir prazos está fora de questão e lembre-se sempre existe alguém que conhece outro alguém e uma vez queimado no mercado você estará fadado ao limbo!

Não existe limite para a criatividade dentro do flash, não desanime o caminho é longo mais as recompensas em R$ são grandes depois de um tempo!

Deixe um comentário sobre esse artigo e não se faça de difícil se precisar de ajuda!
Um abraço

Meu perfil no Facebook
Meu Twitter

Mar 9

Iniciando um projeto utilizando Gaia Framework

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, Air, Animação, Apresentação, AR, as3, auto, BI, blog, botão, camp, class, classe, classes, código, configuração, contextMenu, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Destaque, developer, Download, dynamic, exemplo, Exemplos, facebook, flash, Flash Player, for, framework, gaia, game, IE, if, image, imagens, Iniciando, int, library, Linha de Código, Links, lista, menu, mg, O, on, Outros, painel, Pessoal, PHP, player, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SEO, site, Software, Sun, swf, tag, TAT, template, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, uint, Ved, Vídeo, Vídeos, window, XML, XP @ 03 9th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
Lucas Marçal
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Salve pessoal
Estou voltando à ativa nesse blog, espero que agora eu encontre tempo para criar os tutoriais.

Inicialmente gostaria de deixar claro que o foco desse blog não é o público que eu chamo de “Hard ActionScript Developer” o meu foco são aqueles desenvolvedores que estão iniciando ou que são intermediários no mundo do Actionscript 3.0, então nem sempre vamos focar no “melhor código” para os exemplos, mesmo porque eu nem teria tempo para fazer isso, na verdade a minha intenção e abordar superficialmente algumas coisas que vejo no meu dia-a-dia e apresentar coisas realmente usuais para todos.

Dito isso, fica claro que não tenho a intenção de criar uma metodologia definitiva para desenvolvimento, então pegue leve nas críticas =)

Hoje vamos falar sobre a utilização do Gaia Framework para desenvolvimento de pequenos projetos (games, hotsites etc…)

O que é o Gaia Framework?

O Gaia Framework é um projeto Open-Source para Actionscript 2.0 e 3.0 que visa facilitar sua vida na hora de desenvolver projetos em Flash, ele reduz drasticamente o tempo que você leva desenvolvendo, pois cria automaticamente alguns dos processos comuns a qualquer site em Flash.
Com o Gaia Framework é possível criar sites usuais em flash em pouco tempo com características que você levaria horas para fazer tais como:

1. Navigation
2. Transitions
3. Preloading
4. Asset Management
5. Dynamic Font Loading
6. SEO
7. DeepLinks

Para maiores informações e detalhes sobre o que é o Gaia Framework acesse o site

Instalando o Gaia Framework

Acesse o site e faça download do arquivo MXP do Gaia Framework, feito isso clique duas vezes no arquivo para instalar. Abra o Adobe Flash Cs5 e vá na aba Help > Manage Extentions ,certifique-se que o Gaia Framework esteja instalado corretamente como na imagem abaixo:

Pronto, agora o seu Adobe Flash Cs5 já está pronto para trabalhar com o Gaia Framework.

Instalando Gaia Site Creator

O Gaia Site Creator é um aplicativo AIR que facilita ainda mais o desenvolvimento com Gaia Framework ele irá nos ajudar na hora de criar o arquivo “site.xml” que define as “paginas” que nosso site em Flash vai ter, sobre esse arquivo XML vamos falar nas próximas aulas, por hora apenas acesse o site e instale o Gaia Site Creator.

Criando 1º projeto com Gaia Framework

Com o Adobe Flash Cs5 aberto vá na aba Window > Other Panels > Gaia Framework
Uma janela como essa vai se abrir para você:

1. Criar um novo projeto em Actionscript 3.0
2. Criar um novo projeto em Actionscript 2.0 (sai fora, credo!)
3. Importar um projeto existente
4. Fazer uma doção para o Steven Sacks =)
5. Lista de projetos criados (ainda em branco)

Esse é o painel que você vai trabalhar durante todo o tempo de desenvolvimento com o Gaia Framework aconselho você a deixar ele em um lugar de fácil acesso durante o desenvolvimento.
Agora é a hora de começarmos realmente a desenvolver utilizando o Gaia Framework, com o painel do Gaia Framework aberto clique no botão “Create AS3″ e configure como a imagem abaixo:

1. Nome do projeto que vamos desenvolver
2. Pasta raiz do projeto
3. Versão do Flash Player que esse projeto vai ser compilado
4. Versão do Gaia Framework e do Greensock (motor de animação) utilizado
5. Tamanho do Stage, Framerate e cor
6. Estrutura de pastas criada pelo Gaia Framework aconselho a deixar dessa forma
7. Tipo de projeto utilizado, nesse exemplo vamos usar o FlashDevelop para desenvolver

Com todos esses requisitos preenchidos clique no botão “Create New Project” para criar o projeto do Gaia Framework.
Pronto, o Gaia Framework acabou de criar a estrutura básica para trabalharmos o projeto veja como ficou nossa estrutura:

1. Arquivo de configuração do Gaia Framework
2. Arquivo de projeto do FlashDevelop
3. Pastas com arquivos publicáveis (swf, imagens, XML…)
4. Pasta com os arquivos FLAs
5. Pasta com os arquivos .as
6. Pasta com os templates (não vamos usar mais não delete)

Agora é hora de configurar o arquivo “site.xml” que determina quais “paginas” serão criadas em nosso projeto, lembra do nosso amigo Gaia Site Creator? Então é hora de iniciar ele, com o Gaia Site Creator aberto importe o arquivo “site.xml” que se encontra dentro da pasta “bin>xml” o arquivo deve aparecer como na imagem abaixo:

Essa é a estrutura básica que o Gaia Framework cria para o projeto, porém, não é a estrutura que vamos usar para esse projeto inicial siga os próximos passos para configurar corretamente o arquivo “site.xml”
Clique no item “home” e no item “id:nav” e arraste eles para o campo vermelho chamado “drop here to delete” como mostra a figura abaixo:

Configurando um projeto de portfólio dentro do Gaia Site Creator

O item “id:index” funciona como uma “Main page” ele é o root do nosso aplicativo(existe ainda uma classe chamada “Main.as” mas vamos falar sobre ela depois. Nesse projeto todas as paginas serão filho da pagina “índex.fla”

Para criar um novo “filho” no arquivo “site.xml” você deve clicar na aba “assets” do Gaia Site Creator e arrastar o item “New Page” para dentro do item “id:index” e depois configurar algumas propriedades como mostra na figura abaixo:

1. Nome utilizado posteriormente para acessar essa pagina
2. Nome do arquivo swf que será criado quando o Gaia Framework for compilado
3. Titulo da “pagina” quando esse arquivo for acessado

A descrição para as outras configurações desse arquivo não serão abordadas nesse momento e podem ser encontradas nesse link

Antes que eu esqueça de dizer esse projeto vai ser um portfólio de um Flash Developer como eu e você então a estrutura de paginas vai ser como mostra a imagem abaixo:

1. Pagina de apresentação
2. Perfil do desenvolvedor
3. Portfólio
4. Fotos
5. Vídeos
6. Contato

A minha intenção com esse tutorial é que posteriormente eu mostre como trabalhar com algumas classes que utilizo então podemos explorar integrações com Twitter, Flickr, Youtube etc… Esse projeto vai servir como base para outros tutoriais.

Criada essa estrutura dentro do Gaia Site Creator clique na aba “file > Export > ExportSiteXML” e sobrescreva o arquivo “site.xml” com essa nova configuração, abra esse arquivo dentro do software Flash Develop (imagino que você já esteja utilizando ele para desenvolver seus projetos) a estrutura do arquivo “site.xml” ficou da seguinte forma:

Se você seguiu todos os passos que descrevi acima, abra novamente o Adobe Flash Cs5, com o painel do Gaia Framework aberto vá até a aba “scaffold” e clique em “scaffold project”.

Ele vai criar todos aqueles arquivos que configuramos no “site.xml” dentro da pasta de projeto, aguarde os arquivos serem criados/compilados, ao final desse processo ele vai abrir uma aplicação como na figura abaixo:

Agora no painel do Gaia Framework a aba que ficou marcada é “Publish” clique no botão “save” que fica no canto direito superior para salvar esse projeto. Agora na lista de projetos criados você tem todos os projetos que está trabalhando no Gaia Framework como mostra uma visão dos meus projetos na figura abaixo:

Clique duas vezes sobre o projeto que estamos trabalhando, vá até a aba “publish” clique na pasta “lib” e veja que todos os arquivos configurados no “site.xml” foram criados dentro do projeto como mostra a figura abaixo:

1. Esse botão deve ser usado sempre que você fizer alterações nos arquivos, não adianta apenas dar um CTRL+Enter no arquivo é preciso clicar nesse botão para compilar os arquivos marcados na lista, caso algum arquivo não esteja marcado ele NÃO vai compilar o arquivo
2. Botão abre a pasta raiz do projeto
3. Lista de arquivos do projeto
4. Esse botão sincroniza as modificações feitas no arquivo “site.xml” e vamos tratar disso nos próximos tutoriais

Clique no botão “Test Project” para ver o resultado desse tutorial, lembrando que essa tela preta que aparece é fruto de uma configuração inicial feita pelo Gaia Framework, se você abrir por exemplo a pagina “home.fla” não vai ver nenhum “asset” dentro dela ou da library, não se assuste vamos tratar desses e de outros assuntos no próximo tutorial.

Nesse tutorial não vamos abordar o desenvolvimento do menu do site, então para navegar no projeto feito até aqui utilize o botão direto do mouse e clique no ContextMenu para navegar entre as paginas.

Conclusão

Nesse tutorial eu abordei os aspectos básicos para desenvolver usando o Gaia Framework, veja que não fizemos nenhuma linha de código, mas não se engane existem muitas coisas para aprender ainda.

No próximo tutorial vou falar sobre a estrutura de pastas criadas pelo Gaia Framework e como iniciar nosso projeto com as modificações em Actionscript 3.0 ou seja, prepare-se para programar no próximo tutorial.

Arquivos utilizados no tutorial

Baixar

Resultado desse tutorial

Link

Meu perfil no Facebook
Meu Twitter

Uma abraço a todos, divulguem esse tutorial!

Mar 8

Converta Flash para HTML5

Escrito por Leonardo França em 1, 4, 6, Adobe, Adobe Max, Animação, api, app, apple, AR, class, Curso, Cursos, demo, Diversos, DRE, Dreamweaver, err, exemplo, Ferramenta, flash, Flash Player, for, html, html5, IE, if, image, iphone, labs, mg, navegadores, O, on, PHP, player, problema, problemas, RIA, Ria’s Geral, RTW, Tech, Tecnologia, UI, web, XP @ 03 8th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »



Não tem muito tempo muito se falou, comentou e até se discutiu sobre uma suposta rivalidade entre Flash e HTML5. Sendo que isso parece ter seu alge quando há algum novo lançamento da Apple e que venha sem suporte ao Flash Player. No entanto o que a Adobe prega é que ambos podem conviver mutuamente sem problemas, um não precisa necessariamente eliminar o outro e cada um tem seu foco especifico.

A Adobe participa ativamente do W3C(Consorcio que rege os padrões web) e vem continuamente colaborando para o melhoramento do HTML5. No Adobe MAX 2010, foi demonstrado um exemplo de uma ferramenta com o codinome de “Wallaby”.
Wallaby é o codinome de uma tecnologia experimental que converte a artwork e animação contida nos arquivos do Adobe Flash Professional(.fla) em HTML. Isto lhe permite reutilizar e estender o alcance de seu conteúdo para dispositivos que não suportam Flash Player. Depois que esses arquivos são convertidos para HTML, você pode editá-los com uma ferramenta de edição de HTML, como o Adobe Dreamweaver, ou o que desejar. Você pode ver o resultado em algum dos navegadores compatíveis ou em um dispositivo iOS.
Claro que nem todos os recursos do Flash são suportadas no formato HTML5. No Adobelabs há um documento descrevendo quais recursos são suportados, quais as diferenças descobertas entre os diversos navegadores, que variações do dispositivo foram encontrado e problemas conhecidos atualmente.

Saiba mais
http://labs.adobe.com/technologies/wallaby/

Fev 23

Primeira aplicação WP7 com Expression Blend

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 3d, 4, 6, Air, Animação, Animações, Aplicativos, app, AR, Artigo, auto, back, bar, BI, Blend, botão, Botões, browser, C#, carregar, checkBox, código, control, Controles, Controls, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, Diversos, DRE, err, event, Evento, events, exemplo, expression, Expression Blend, Ferramenta, Flex, for, fundo, git, gratuito, html, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, Introdução, layout, lista, menu, mg, mobile, movimento, O, on, Orientação, Outros, Partilha, processo, produtividade, programação, Projetos, RIA, Ria’s Geral, Scroll, silverlight, tag, Tecnologia, Tema, Teste, tool, Tutorial, UI, UX, Vários, Ved, Vídeo, Visual Studio, Visual Studio 2010, web, window, windows, WPF, XAML, XML, XP @ 02 23rd, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

imageNeste tutorial vou criar uma pequena aplicação utilizando o Expression Blend 4,  será implementado o básico para quem está começando com o desenvolvimento de projetos para o Windows Phone 7 utilizando o Expression Blend 4.

No artigo anterior, vimos como preparar o ambiente gratuito de desenvolvimento para criar aplicações mobile utilizando o Windows Phone 7, o Expression Blend é instalado junto com o Windows Phone Developer Tools, saiba mais em Introdução ao Windows Phone 7.

Se você ainda não conhece o Expression Blend 4, talvez tenha uma dúvida, quando utilizar o Visual Studio 2010 e quando utilizar o Expression Blend ?

Tudo que é produzido em XAML pelo Expression Blend também pode ser reproduzido no Visual Studio 2010, porém, a criação de aplicativos visualmente ricos com as novas tecnologias trouxe novas possibilidades ao programador, como o suporte a elementos multimídias e animações, a possibilidade de modificar como as informações são apresentadas nos elementos visuais e outros diversos recursos, com isso houve a necessidade de ter uma ferramenta voltada ao designer da aplicação, onde o foco seria a camada visual.

O Expression Blend chegou para suprir essa necessidade, dessa forma o designer da aplicação tem uma ferramenta com recursos mais sofisticados e visuais, com o Blend a maioria das tarefas são executadas de forma visual, sem que seja necessário digitar dezenas de códigos, por exemplo, o Expression Blend tem total suporte a criação de animações, possuindo uma timeline, onde o designer poderá acionar a animação e gravar todos os movimentos que fizer com o mouse na aplicação, quando finalizar, todo o código XAML é gerado automaticamente pelo Blend, esse é somente um exemplo do qual a ferramenta gera produtividade quanto à criação visual da interface.

O Expression Blend é totalmente integrado ao Visual Studio 2010, é possível trabalhar com as duas ferramentas abertas com o mesmo projeto, que as modificações são atualizadas em cada ferramenta.

Criando uma aplicação no Expression Blend

A aplicação do tutorial vai listar algumas urls em um ListBox, quando o usuário clicar em um item, a aplicação será redirecionada para outra página em XAML, essa página vai  conter um browser e receberá o link a ser carregado.

Inicie o Expression Blend e crie uma aplicação do tipo Windows Phone Application, Figura 1, na aba Projects, temos os arquivos iniciais da aplicação gerados pelo Expression Blend, a aplicação tem três arquivos de imagens, e dois arquivos do tipo XAML, o XAML (eXtensible Application Markup Language), é uma marcação similar a marcação XML, é utilizada no Silverlight tanto para aplicações WEB como para o WP7, e também é utilizada para criar aplicações desktop com o WPF para o ambiente Windows.

Com a marcação XAML podemos criar layouts de telas separadas do código da linguagem de programação C#, possibilitando assim, um menor acoplamento entre o design e a programação, dessa forma um designer poderia trabalhar no design das telas utilizando somente o XAML, enquanto o programador faz o modelo da aplicação.

Resumidamente o arquivo App.xaml é usado pela aplicação silverlight para declarar recursos compartilhados no projeto, já o arquivo MainPage.xaml é o arquivo principal da aplicação, sua representação visual é a que aparece no centro da tela, mostrando uma interface com um layout inicial de um aplicativo WP7.

clip_image002

Figura 1 – Windows Phone Application

Layout Control

Na aba Objects and Timeline, temos a hierarquia dos elementos visuais da aplicação, em nosso projeto, inicialmente vemos 3 itens, o PhoneApplicationiPage, que é a pagina principal do layout, onde todos os elementos serão inseridos, o ApplicationBar, é uma área reservada para um barra onde podemos personalizar botões e menus para serem usados na aplicação, em seguida temos o LayoutRoot, este é o nome dado ao Layout Control Grid da aplicação default.

Um Layout Control serve para auxiliar no posicionamento de elementos na tela, existem vários controles de layout disponíveis em Silverlight, cada layout control tem sua utilidade dependendo do objetivo, o layout control Grid é um dos mais flexíveis, semelhante a uma tabela HTML, esse controle permite que seja criado linhas e colunas,  além de definir o tamanhos e a altura de cada linha e coluna.

Abaixo segue os tipos de Layouts disponíveis para serem utilizados no Windows Phone 7:

  • Grid – Layout mais flexível , é possível inserir os elementos dentro de linhas e colunas.
  • Canvas – permite posicionar os elementos em posições fixas dentro do Layout Control, ou seja, você pode definir uma posição exata que o elemento deve ficar no Canvas, fornecendo suporte ao posicionamento absoluto dos elementos filhos.
  • StackPanel – Adiciona os elementos em uma pilha, com orientação vertical ou horizontal.
  • ScrollViewer – Habilita barras de rolagens vertical e horizontal
  •  Border – Insere uma borda em um único elemento interno.

 Veja neste link os Layout Controls na prática, para facilitar o entendimento eu digitei o código XAML abaixo da tela principal, refletindo as modificações, conforme digitadas. (video wmv ).

Conhecendo o MainPage.xaml

A tela inicial da aplicação contém um layout Grid principal, chamado de LayoutRoot , com um fundo transparente. Em seguida temos a definição de duas linhas dentro do layout. Dentro do layout control Grid chamado LayoutRoot temos outro layout control do tipo StackPanel, note que o StackPanel está definido na linha zero do Layout Control Grid acima, utilizando a propriedade Grid.Row = ”0”. Dentro do Stackpanel temos três elementos, um TextBlock chamado ApplicationTitle, onde na propriedade Text você poderá modificar o nome da aplicação para qualquer nome que desejar , em seguida temos outro TextBlock com nome de PageTitle, onde podemos também na propriedade Text  modificar o título da página. O Terceiro elemento é outro Layout Control do tipo Grid com o nome de ContentPanel, é nele que o conteúdo da sua aplicação será criado no projeto.

Listagem 1. XAML do código default

clip_image002[15]

Mas tudo isso não é uma regra, em nossa aplicação de exemplo queremos aproveitar o máximo da tela do Windows Phone 7, vamos remover todo o conteúdo do primeiro layout Grid, o LayoutRoot, em seguida troque o tipo de layout, para isso, selecione com o botão direito do mouse no layout control e em Objects and Timeline, clique em Change Layout Type, Figura 3, e altere para um StackPanel. Adicione um ListBox no StackPanel,  o código completo está na Listagem 2.

Vamos também remover a barra do system tray do WP7, onde aparece o nível da bateria, sinal e hora, para isso, selecione o item PhoneApplicationPage na aba Objects and Timeline e nas propriedades, remova o checkbox Show SystenTray, Figura 2, com isso temos todo o espaço disponível da tela para utilizar em uma aplicação.

clip_image004

Figura 2 – Removendo o SystemTray

clip_image006

Figura 3 – Alterando o Layout Control

Listagem 2. XAML da aplicação

clip_image008

Inserindo dados de exemplo

Para criar o nosso exemplo seria necessário carregar informações de algum provedor de dados, o designer da aplicação não precisa conhecer como esses dados serão implementados, pois o ideal é que eles sejam ligados de forma menos acopladas possível, ou seja, que cada camada tenha suas responsabilidades bem definidas, para facilitar essa tarefa ao designer, e para auxiliar nos testes de dados em interfaces XAML, o Expression Blend disponibiliza uma forma de criar dados de exemplo,  deixando ainda os elementos visuais corretamente ligados as objetos que contém os dados.

Para criar uma coleção de dados de exemplo e ligar ao ListBox , clique na aba Data e no ícone Create Sample Data, digite o nome do DataSource, clique nas propriedades e modifique conforme desejar, depois arraste e solte a coleção para dentro do ListBox e você terá uma ListBox ligada a uma coleção de dados. Como esse passo é 100% visual no Expression Blend, veja neste vídeo rápido o processo passo a passo.

 ( video wmv) – Create Sample Data

clip_image002[17]

Figura 4 – ListBox com dados de exemplo

Navegação de Páginas

Para finalizar o exemplo, vamos inserir um evento SelectionChanged no ListBox, assim quando o usuário selecionar um item no Listbox vai abrir outra página com o link selecionado carregado no browser, para inserir o evento, selecione o ListBox, na aba properties, clique  no ícone Events e dê um duplo click no evento SelectionChanged, Figura 5.

clip_image002[19]

Figura 5 – ListBox – Criando um evento SelectionChanged

Dentro do evento SelectionChanged do ListBox,  primeiro vamos obter o item selecionado no ListBox através da propriedade SelectedItem, depois através do recurso NavigationService.Navigate, vamos navegar até a outra página, passando como parâmetro a url que será carregado no Browser, Listagem 3. Adicione uma página em seu projeto com o nome de PhonePageBrowser, adicione um elemento WebBrowser e o método onNavigatedTo, esse método será responsável por obter a url e carregar o browser com o link passado, Listagem 4.

Listagem 3. XAML da aplicação

clip_image004[7]

Listagem 4. XAML da aplicação

clip_image006[7]

Conclusão

O Expression Blend é um poderoso aliado para a criação de aplicativos para o Windows Phone 7 com Silverlight,  vimos de forma superficial como criar uma aplicação na ferramenta, além de conhecer um pouco sobre os layout controls, sample data e navegação de páginas.

Fev 2

Introdução ao Windows Phone 7

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 2009, 3d, 4, 6, Animação, Animações, Aplicativos, app, AR, arte, Artigo, auto, back, BI, Blend, blog, Blogs, botão, browser, C#, camp, case, class, Class Library, código, código fonte, configuração, control, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, developer, development, DevMedia, Diversos, Download, DRE, email, empresas, err, exemplo, explorer, expression, Expression Blend, Ferramenta, fonte, for, framework, fundo, game, Geral, git, gratuito, html, ide, IE, if, image, instalação, int, Introdução, jogo, Jogos, layout, library, Links, lista, live, Mac, menu, Mercado, mg, Microsoft, Microsoft Expression, Microsoft Silverlight, mobile, MSDN, Negócios, novidade, Novidades, O, on, pagamento, produtividade, Projetos, RIA, Ria’s Geral, RTW, silverlight, Silverlight 4, site, SmartPhone, social, Software, spark, tag, Tecnologia, Tema, tool, UI, uint, UX, Ved, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, web, window, windows, windows 7, XAML, Xna, XP @ 02 2nd, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

WP7_1

Neste artigo será apresentada uma pequena introdução ao desenvolvimento de projetos mobile com o Windows Phone 7, o Windows Phone 7 ou WP7, é o mais recente sistema operacional da Microsoft para a plataforma mobile, foi projetado para proporcionar ao desenvolvedor a criação de aplicativos com recursos interativos e ricos, seu visual é simples, agradável e moderno. Para o desenvolvimento de aplicativos para essa plataforma a Microsoft investiu praticamente no Microsoft Silverlight e no Framework XNA.

O Silverlight pode ser utilizado para diversas finalidades, mas sua força está na criação de aplicativos de negócios em geral, utilizando a plataforma .net. Além do WP7 é possível utilizar o Silverlight para criar projetos web , rodando no browser ou até mesmo criar projetos Silverlight que rodam instalados fora do browser.

O XNA é um framework completo para o desenvolvimento de games, tanto para PCs com o Windows, como para o XBOX 360 e o Windows Phone 7, é possível criar jogos com o Silverlight , mas como o XNA foi concebido com esse propósito ele tem um suporte melhor para a criação de games mais complexos.

Se você já programa em C# .net ou até em Silverlight, você poderá aproveitar e aplicar seus conhecimentos para criar aplicativos para o WP7, neste artigo será apresentado como preparar o ambiente de desenvolvimento para você iniciar a criação de aplicativos para o Windows Phone 7 com Silverlight utilizando o Visual Studio 2010 ou com o Expression Blend.

O Ambiente de desenvolvimento para o WP7 é totalmente gratuito, você poderá utilizar o Visual Studio 2010 Express, o Visual Studio é a principal IDE da Microsoft para o desenvolvimento de aplicativos para a plataforma .net, neste artigo vou usar a versão Premium do Visual Studio 2010 , mas você poderá utilizar os mesmos conceito na versão Express (gratuita).

Uma ferramenta muito interessante e com total suporte ao Windows Phone 7 é o Expression Blend 4, o Blend é uma ferramenta completa para a criação de layouts aprimorados, com suporte ao Windows Phone, nela diversas tarefas são realizadas com a ajuda do mouse, os códigos XAML são gerados automaticamente conforme você manipula visualmente o layout das telas, além de praticidade e produtividade ele também possui um emulador do Windows Phone e diversos recursos para o designer da aplicação. 

Ambiente de desenvolvimento – Windows Phone 7 Developer Tools

WP7DT

Para iniciar o desenvolvimento com o WP7 você vai precisar instalar o Windows Phone Developer Tools  RTW , ele está disponível para o Windows Vista e Windows 7, o programa inclui os seguintes aplicativos:

  • Visual Studio 2010 Express for Windows Phone
  • Windows Phone Emulator Resources
  • Silverlight 4 Tools For Visual Studio
  • XNA Game Studio 4.0
  • Microsoft Expression Blend for Windows Phone 
  •  

    Para outras informações sobre o ambiente gratuito de desenvolvimento para o WP7 clique aqui.

    Inicie a instalação do Windows Phone Developer Tools RTW, se você tiver alguma versão incompatível instalada,  o software vai alertá-lo, a primeira etapa é aceitar a licença do programa, em seguida aparecerá uma tela com o botão “Install Now”, clique  para iniciar a instalação, você poderá neste momento alterar o diretório de instalação, Figura 1, se clicar no botão Customize.

    O Windows Phone Developer Tools iniciará a instalação dos programas e você verá a tela da Figura 2 assim que a instalação de todos os programas for completada.

    Figura 1. Customizando a Instalação do Windows Phone Developer Tools

    Figura 2. Instalação concluída do Windows Phone Developers Tools

    Os programadores Visual Basic tem um Windows Phone Developers Tools específico neste link Visual Basic for Windows Phone Developer Tools – RTW.

    Criando uma aplicação no Visual Studio 2010

    Abra o Microsoft Visual Studio 2010 e clique em File->New->Project, cinco opções são apresentadas como modelos de projetos para o Windows Phone, o primeiro é o Windows Phone Application, nele temos um projeto básico com o mínimo necessário para criar uma aplicação WP7, a segunda opção é a Windows Phone Databound, que permite criar uma aplicação baseada em um modelo capaz de trabalhar com uma lista de dados e com controle de navegação,  a terceira opção é a Windows Phone Class Library, onde é possível criar uma biblioteca para o Windows Phone, em seguida temos o Windows Phone Panorama Application, que cria um projeto com um modelo de navegação muito comum no Windows Phone, onde é possível através do toque na tela andar pela aplicação e navegar em suas listas de dados e por ultimo temos o Windows Phone Pivot Application, onde está disponível um controle Pivot para ser usado na aplicação.

    vs1

    Figura 3. Tipo de projetos para Windows Phone no Visual Studio 2010

    Como o foco do artigo não é a criação de uma aplicação para o Windows Phone 7 e sim somente dar uma introdução ao desenvolvimento para a plataforma, vamos criar um projeto do tipo Windows Phone Panorama Application e modificar somente em dois pontos e em seguida visualizar as alterações.

    No código fonte da aplicação (XAML), vamos modificar o título da aplicação e o cabeçalho do primeiro item do controle panorâmico, localize o controle  Panorama e modifique o parâmetro Title para um nome qualquer, em seguida faça o mesmo com a propriedade Header do controle PanoramaItem, veja a Figura 4.

    FontePanorama 

    Figura 4. Modificando o fonte do projeto Windows Phone Panorama Application

    Agora clique no play do Visual Studio 2010 para executar a aplicação e visualizar o emulador do Windows Phone 7, Figura 5 e 6.

    emuladorVS

    Figura 5. Executando a aplicação no emulador do Windows Phone 7

    Emulador 

    Figura 6. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010

    Abrindo a aplicação no Expression Blend 4

    O Expression Blend é um aplicativo que auxiliar na parte gráfica da aplicação, com ele temos uma ferramenta gráfica e com recursos específicos para essa finalidade, um bom exemplo e a criação de animações em sua aplicação, vamos supor que você queira animar um determinado elemento, seja uma imagem ou um botão, por exemplo,a vantagem de utilizar o Blend nesta tarefa é a possibilidade de gravar toda a animação na tela e ele automaticamente gera todo o código XAML, poupando dezenas de linhas de códigos que seriam digitadas no Visual Studio 2010.

    O Microsoft Expression Blend for Windows Phone é um dos aplicativos instalados pelo Windows Phone Developers Tools, existe também uma versão para uso do Silverlight  que é a que estou usando neste artigo, chamada de Expression Blend 4, que faz parte do pacote do Expression Studio 4, integrado com o Visual Studio 2010 e que também funciona para programar para o Windows Phone 7.

    Saiba mais sobre o Expression Studio 4 neste artigo da .net Magazine.

    O Expression Blend é integrado ao Visual Studio 2010, basta clicar no seu projeto com o botão direito do mouse e clicar em Open in Expression Blend, Figura 7, qualquer modificação feita nas ferramentas já é atualizado na outra assim que uma é acionada.

    Figura 7. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010.

    eb

    Figura 8. Expression Blend 4.

    App Hub

    Os aparelhos com o Windows Phone 7 ainda não chegaram ao Brasil, o jeito é aguardar ou adquirir um aparelho importado, depois que você já preparou o ambiente de desenvolvimento e já está desenvolvendo aplicativos com a tecnologia Silverlight ou XNA, você vai querer testar o aplicativo no próprio aparelho e ainda começar a ganhar dinheiro enviando sua aplicação para o Windows Phone Marketplace, o Windows Phone Marketplace é onde você pode testar e comprar aplicativos, jogos, músicas para o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace já está aberto para que os desenvolvedores possam enviar seus aplicativos, para que você possa criar aplicações e vender no Marketplace você vai precisar desbloquear o equipamento e criar uma conta no site App Hub, vamos ver agora passo a passo como realizar esse procedimento.

    1. Acesse o site http://create.msdn.com/en-US .
    2. Clique em Sig-in .
    3. Entre com o seu Window Live ID .
    4. Selecione o tipo de conta: Company (Empresas), Individual (desenvolvedor individual) ou Student (estudante que participa do projeto DreamSpark) .

    As contas do tipo Company e Individual tem um custo anual de $99, se você é estudante, participe do projeto DreamSpark, atualmente o Dreamspark é a única forma de participar do App Hub sem custos, no meu caso eu selecionei um conta de desenvolvedor individual.

    Figura 8. Tipo de conta no App Hub

    5. O próximo passo é digitar algumas informações pessoais como nome, endereços e email, no campo Publisher Name, você informará o nome que aparecerá no Windows Phone Marketplace.
    6. Selecione a imagem que será apresentada quando você participar de fóruns do App Hub.

    Figura 9. Imagem que será apresentada nos fóruns.

    7. Se você não selecionou o tipo Student (Dreamspark), será necessário pagar uma taxa anual para enviar aplicativos para o Windows Phone Marketplace, está disponível atualmente o pagamento via cartão de crédito VISA e MASTERCARD.

    8. A última etapa e a confirmação do email e de sua identidade, no caso da conta individual, ambos são feitos por e-mail. Você receberá uma e-mail alguns dias após o cadastro para validar a sua identidade, no caso de desenvolvedor individual é necessário enviar uma cópia da sua carteira de motorista ou passaporte.

    Figura 10. Conclusão do cadastro no App Hub.

    Na página do App Hub, no link Devices, aparecerão os aparelhos que você vai desbloquear e poderá realizar o deploy no Visual Studio 2010 antes de publicar no Windows Marketplace. 

    Zune

    O Zune é o software que irá fazer a sincronização da sua aplicação no Visual Studio 2010 e o equipamento, para mais informações sobre o Zune veja no blog do MSDN.

    Faça o Download da última versão do Zune no site oficial.

    Desconecte o seu aparelho do computador, caso esteja conectado, feche todos os aplicativos abertos e inicie a instalação, a primeira etapa é aceitar a licença do ZUNE, em seguida o software é instalado. Quando você receber a mensagem de “INSTALAÇÃO DO SOFTWARE DO ZUNE CONCLUÍDA”, clique em fechar, uma tela será apresentada com as etapas de configurações do ZUNE, a primeira configuração e a tela abaixo onde você vai inserir o nome que o equipamento vai ter no software do ZUNE, no equipamento e no site.

    Figura 11. Nome do telefone no ZUNE

    Conecte o seu celular via USB e deixe o windows realizar a instalação dos drivers, agora você já tem o seu aparelho sincronizado com o ZUNE.

    Figura 12. Dados do aparelho sincronizado

    Registrando o aparelho no Windows Phone Developer

    Este é o último passo antes de você iniciar o deploy com o Visual Studio 2010 e enviar sua aplicação ao Marketplace, vamos agora registrar a conta como desenvolvedor, no menu iniciar do Windows, localize o menu Windows Phone Developer Tools e clique em Windows Phone Developer Registration.

    Figura 13. Registro de desenvolvedor

    Deploy no Visual Studio 2010

    No menu do Visual Studio 2010, localize o combo onde está escrito Windows Phone 7 Emulator e altere para Windows Phone 7 Device, selecione o projeto no Solution Explorer do Visual Studio com o botão  direito do mouse e clique em deploy. O Zune deverá sempre estar ativo para realizar a sincronização com o equipamento.

    Deploy

    Figura 14. Deploy no Visual Studio 2010

    Conclusão

    imagesCAZ3EAMH

    Com a evolução dos aparelhos de celulares e smartphones, o mercado mobile está crescendo assustadoramente a cada ano, os novos equipamentos estão recheados de novos recursos e com isso a necessidade de que tenha um sistema operacional capaz de aproveitar ao máximo tudo que as novas tecnologias estão oferecendo, é neste cenário que a Microsoft apresenta o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace está recheado de aplicativos e games, o potencial do sistema operacional da Microsoft é muito positivo, particularmente eu acho o sistema operacional fantástico e de incrível liberdade de desenvolvimento para os desenvolvedores .net, principalmente pela produtividade e pelo fato de aproveitar os conhecimentos já adquiridos em C#, Visual Basic, XNA e Silverlight, enquanto o Windows Phone ainda não está disponível aqui no Brasil , podemos criar aplicações com as ferramentas gratuitas da Microsoft.

    Links Interessantes:

    WP7_fundohttp://winphoneblog.com.br/ 

    http://channel9.msdn.com/Series/Windows-Phone-7-Development-for-Absolute-Beginners

    http://www.devmedia.com.br/post-17986-Windows-Phone-7-e-Silverlight-4.html

    http://www.charlespetzold.com/phone/

    http://www.devmedia.com.br/post-18740-Animacoes-no-Windows-Phone-7.html

    http://blogs.msdn.com/b/jpclementi/archive/2011/02/02/links-mais-importantes-para-o-windows-phone-7.aspx?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+clementi+%28Falando+de+novidades+e+tecnologias+Microsoft%29

    http://www.microsoft.com/showcase/en/us/related?video=bda22419-a49e-4ef6-973d-f9c6d59aa525

    FAQ

    Dez 23

    Animações no WP7 – Artigo WebMobile Magazine 33

    Escrito por Alexandre Tadashi em .Net Magazine, 1, 4, 6, Animação, Animações, Aplicativos, AR, Artigo, BI, blog, Blogs, botão, class, classe, Desenvolvimento, DevMedia, exemplo, fundo, Google, IE, if, image, int, mg, mobile, O, on, RIA, Ria’s Geral, silverlight, site, Storyboard, Sun, Twitter, web, window, windows, XP @ 12 23rd, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
    Alexandre Tadashi
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    É com grande prazer que recebo a notícia que o meu primeiro artigo?para a?revista Web Mobile Magazine saiu na edição 33, o assunto é a criação de aplicativos móveis para o Windows Phone 7. O Silverlight junto com o Windows Phone 7 possibilita a criação de aplicativos com um visual rico, mais atraente e interativo. É possível criar animações para os elementos visuais, seja uma animação simples, com por exemplo, a troca suave da cor de fundo de um botão ao ser clicado, ou até mesmo uma animação visual complexa, como um desenho animado, neste artigo será explorado a classe Storyboard do Silverlight, que é um dos meios de desenvolvimento para o Windows Phone 7.

    Saiba mais sobre está edição.

    Twitter: @atsh2

    Nov 17

    Desenvolvimento da UX

    Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Adobe, Air, Animação, api, app, Apresentação, AR, arte, Artigo, auto, BI, blog, Botões, class, cliente, Curso, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, Destaque, Dica, Dicas, exemplo, Experience Design, Experiência do Usuário, Flex, fonte, for, Formação, fundo, git, ide, IE, if, int, interface, label, layout, lista, map, Microsoft, NaN, Negócios, O, on, padrão, Palestra, print, problema, problemas, processo, produto, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, site, Sun, TAT, Tech, TechEd, Tecnologia, Tema, Teste, Twitter, UI, uint, usabilidade, UX, Vários, Ved, Widget, Widgets, XP, zend @ 11 17th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
    DClick Team
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    Twitter!

    Esse texto não visa explicar o que é UX, já temos um texto que trata do assunto, este artigo abaixo é a visão de Shane Morris sobre o processo de UX em si.

    Entenda do artigo a palavra produto como o aplicativo em si construído pelo desenvolvedor e designer.

    Shane Morris, um ex-UX Evangelista da Microsoft e que atualmente é um UX Arquiteto independente, realizou uma palestra chamada “Pimp My App” no TechEd Brasil 2010, apresentando cinco coisas para se saber antes de começar a criar uma UX (como já comentei,  no texto What the hell is UX?, é comum arquitetos se apoderarem do termo UX a fim de definir a matéria de usabilidade com um algo a mais, porém aqui no texto vale o nome, só acho que um pouco mal colocado), e 6 dicas de como desenvolver um produto com uma aparência maravilhosa.

    Morris considera que o desenvolvimento de uma UX (como já havia citado, UX não é algo concreto mas vamos lá), deve seguir as seguintes etapas:

    1. Projeto Conceitual

    2. Design de Informação

    3. Design de Interação

    4. Apresentação do Design

    .

    Ele fala de cinco coisas que deve-se saber antes de começar a “UX”:

    .

    1.  A primeira função de um projeto de UX não é estabelecer as cores e as fontes, mas classificar as informações a serem exibidas e estabelecer o fluxo de informações, ajudando o usuário  a encontrar o seu caminho, fazendo com que o mesmo consiga realizar a tarefa predisposta. Em seguida vem a questão “emocional” do produto.

    2. Definição dos objetivos do usuário, dos negócios, da usabilidade, da experiência e perspectiva, porque tudo isso irá afetar o design.
    O que acontece com o olhar do usuário quando este acessa um produto e uma página? Qual objetivo da organização do produto? O que torna um produto útil? Ele é fácil de usar? Flexível? Adaptável?
    Qual é a experiência de se usar o produto desejado?
    Esta é a melhor forma de expor as informações aos usuáros potenciais do produto, caso contrário o designer deve se perguntar o que ele gostaria de ver se ele fosse um cliente.

    3. “Você não é o usuário”. Enquanto o designer deve tentar imaginar o que o usuário gostaria de ver ao utilizar o produto, ele deve lembrar que ele não entende realmente os gostos do usuário e o que realmente gosta ou sente, então ele não deve assumir que todos os usuários vão gostar de tudo que ele gostaria de ver.

    4. Realizar testes de usabilidade a cada dois ou três sprints para certificar-se de que as novas implementações no projeto serão bem recebidas.

    5.  Adquirir uma boa compreensão do fluxo de informação em todo o produto, pois ele ajuda a imaginar maneiras melhores de apresentar essa informação. Então só depois disso podemos passar a pensar na concepção da Interface para o usuário (UI – User Interface).

    .

    Morris continua com 4 etapas desse esquema:

    .

    1. Mapear o fluxo de trabalho, determinar a sequencia das ações que o usuário pode vir a realizar, a fim de conseguir fazer as atividades.

    2. Liste os seus conteúdos, determine os widgets necessários para tonar o fluxo de trabalho possível. Apropriadamente escolha os check boxes, radio buttons, spin buttons, etc. Escolha a terminologia utilizada, ou seja, palavras que aparecem nos botões (text label), check boxes, etc.

    3. Organização dos elementos da página, essa organização visual deve ser considerado a partir do fluxo normal de uma página (visão ocidental), que é na maioria dos países, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Essa é o padrão a ser levado em consideração.

    4. Verifique o agrupamento. Alguns elementos estão fortemente relacionados entre si, e por isso é natural agrupá-los por página, isso pode exigir alguma reorganização dos elementos (e até mesmo da proposta inicial).

    .

    Em seguida, ele apresenta 6 dicas para melhorar a forma como o produto se apresenta:

    .

    1. Remova todos os elementos desnecessários, uma abordagem minimalista seria recomendada.Toda a “decoração” deve ser feita com um propósito em mente. Caso se trate de um produto previamente projetado, deve-se remover qualquer elemento que não é relamente necessário ou que tumultua a vista, enganando o usuário em relação ao seu real propósito. Por exemplo, se dois elementos são relacionados, devem estar juntos dentro  do mesmo box, em vez de em boxes separados.

    2. Minimize as variações. Deve-se ser coerente com as fontes, layout e cores utilizadas. Isso não significa que deve ser usar as mesmas características por toda a página, mas a variação é que deve ser limitada. As pessoas são mais atraídas  por GUIs (Guidelines) consistentes e previsíveis.
    Por exemplo, a área de compra de um site deve ter um destaque diferente, porém a tal área além de ter um visual mais próprio, mantem um padrão entre si.

    3. Alinhamento. É importante que os vários elementos de uma pagina estejam alinhados tanto quanto possíveis, para que isso de fato crie um fluxo visual, tornando mais fácil para o usuário entender a página.

    4. Uniformidade e Proporção.  Tem de haver equilíbrio na forma como os elementos estão dimensionados e espaçados entre si. O olho prefere elementos do mesmo tamanho e com espaçamento proporcional, fazendo com que pareça natural.

    5. Indique agrupamento através de boxes, com similaridade, proximidade, alinhamento, e espaçamentos.

    6. Ajuste o peso visual. Atribua diferentes pesos aos elementos visuais, usando cores, tamanho, forma, desalinhamento, contraste, animação, isso ajuda o usuário a navegar em uma página pela ordem correta projetada. Por exemplo, o olho vai notar rapidamente os elementos que são maiores, ou com maior contraste, com cor de funda, ou mesmo com cor quente.

    .

    Morris também ofereceu conselhos sobre o uso de cores:

    .

    “O vermelho e o verde não deve serem vistos sem uma cor entre eles” – Tendo cuidado na combinação de cores. Na verdade o Morris foi simplista, já que poderia ter citado que vermelho e verde, ou vermelho e azul são cores opostas, essas cores se não tiverem uma linha branca entre elas (só exemplo) causará confusão no cérebro vulgo ilusão de optica.

    Utilizando uma abordagem minimalista para o o número de cores. Ou seja, não faça do seu produto um arco-íris a menos que você saiba o que está fazendo.

    Morris pede aos designers escolherem uma escala de 1 a 5, 1 correspondente a não ter uma experiência em UX e 5 se refere a quem já tem uma experiência basta e sabe como utilizar as cores. Assim se um desenvolvedor acha que não tem talento para a arte, mas que ele necessita tomar uma decisão sobre uma determinada interface, que utilize então apenas uma cor. Se alguém pensa que é um bom designer então ele merece usar escala de 3 cores, mas se ele é um especialista já pode usar 5 horas e bem, ele já sabe que pode fazer isso.

    A cor de fundo deve ser neutra, branco, cinza, marinho, preto, marrom escuro, porque essas cores trabalham muito bem com a maioria das demais que estarão na página.

    Se o indivíduo não sabe quais cores usar deve-se usar tons de uma mesma cor.

    Utilize um desses sites para tirar boas combinações para uma aplicação.
    http://kuler.adobe.com/

    http://colourlovers.com

    Ambos possuem boas aplicações em Air para utilizar no seu desktop.

    Preste anteção aos problemas de visão, mais precisamente dautonismo que afeta 10% dos homens, segundo Morris.  O site  vischeck.com é útil para garantir que o design é apropriado a esse respeito, e não deve se confiar somente na cor para transmitir informações.

    Cores frias, azul, verde – tendem a diminuir quando usadas em relação ao espectador, da mesma forma, cores quentes, o inverso, tal como vermelho, laranja,. Então utilize apropriadamente as cores para o que deseja, como no caso de algo que queira estar próximo do espectador utilize cores quentes.

    Bom, essa é a visão do Morris, não há nada novo aí, mas espero que ajudem a agregar mais conhecimento sobre o tema, acontece que, novamente isso não é UX, isso é os passos para se garantir uma boa UX, lembrando que UX é de fato a experiência do usuário, para se atingir a mesma é necessário técnicas e essas são as mais básicas que devem ser respeitadas para o mínimo de sucesso.

    _________________________________________

    Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
    Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

    @eduardohorvath

    Out 24

    Projeto Adobe ROME anunciado no Adobe MAX

    Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Animação, Animações, api, app, apple, Apresentação, AR, auto, back, Beta, BI, blog, Blogs, class, cliente, comunicação, demo, Design, designer, Desktop, err, Excel, exemplo, explorer, facebook, Ferramenta, flash, for, git, Google, Gráfico, html, html5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, Mate, mg, novidade, O, on, padrão, Partilha, Pessoal, Projetos, redeRIA, Redes Sociais, relatório, Review, RIA, Ria’s Geral, serviço, Serviços, site, social, TAT, Tecnologia, Tema, Teste, tool, Twitter, UI, UX, Vídeo, wave, web, window, windows, XP @ 10 24th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | 1 comentário
    Erko Bridee
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »



    Enquanto alguns se questionam, se a plataforma Flash irá sobreviver frente ao HTML5 e ao mimimi do Steve Jobs (Apple) que é totalmente anti-Flash, o pessoal da Adobe mostra que não está para brincadeira…

     

    Temos ai mais um excelente exemplo, no qual podemos ver o poderio avassalador da plataforma Flash.

    Aonde trabalho essa semana passada (18~22/10/2010), surgiram questionamento sobre a possibilidade de criar aplicações onde o usuário possa ter mais liberdades de fazer basicamente o que quiser na interface. Bom esta aplicação que veremos neste post, responde com um belo SIM! Porém é importante lembrar que aplicações desse gênero custam $$$ e levam um tempo considerável para ser implementadas.

     

    Mas chega de enrolação, vamos falar do que interessa aqui.

    projectROME

    Apresentando um preview público do projeto ROME, o qual é uma ferramenta de criação e publicação de conteúdo para virtualmente qualquer um.

     

    É muito mais do que você sonharia de poder de mídia digital para expressar suas ideias. Caso você queira criar e interagir com um relatório, onde neste tenha vídeo, música, dividir suas apresentações com animações e interatividade, elaborar um ofício visual com gráficos feitos por você mesmo para enviar por e-mail, ou quem sabe projetar e publicar seu primeiro website para todo mundo ver. Mas não sabe por onde começar.

    Hoje, a Adobe lhe apresenta uma prévia sobre o projeto ROME, o qual é uma ferramenta tudo em uma só, para criar e publicar conteúdo, utilizando-a de casa, trabalho ou na escola. Esta ferramenta é direcionada a qualquer um que queira adicionar o poder do vídeo, áudio, fotos, gráficos texto ou animações em qualquer tipo de projeto que tenha que criar em seu dia a dia – para materiais que serão impressos e apresentações para arquivos e websites. Você pode começar e finalizar tudo em um ambiente simples e criativo e você também poderá trabalhar com seus arquivos de basicamente qualquer lugar, pois o projeto ROME, possui tanto versão web, quanto uma versão instalável desktop.

    O objetivo da Adobe em construir o projeto ROME, tão intuitivo e interativo, na qual a tecnologia não será um impe cílio e dor de cabeça para que você possa expressar suas ideias, com vídeo, áudio, fotos, gráficos, texto, ou animações. A interface é bem limpa e simples, ainda sim ela é bem poderosa. Por trás desse projeto está a tecnologia padrão da Adobe (plataforma Flash), a qual foi projetada e planejada para que você possa rapidamente e facilmente começar a utilizá-la. O projeto ROME é destinado para aqueles que diferente de nós, não são profissionais da área (ex.: designers), porém desejam e querem expressar suas ideias através de um meio mais poderoso, utilizando conteúdo digital.

    Para uso no trabalho, tente criar um relatório multimídia, ou então uma apresentação para expor sua ideia causando impacto. Ou então, que tal criar seu primeiro website familiar, usando gráficos, fotos, som, vídeo e animação? Ou então, colaborar e compartilhar seus projetos com seus colegas, clientes, amigos e familiares, através do Adobe Acrobat.com, ou Google Apps, ou através das redes sociais como por exemplo, Twitter ou Facebook.

    A Adobe está oferecendo um beta público do projeto ROME e está nos convidando para testar e saber o que achamos desse projeto. [http://rome.adobe.com]

     

    Além dessa versão poderosa descrita acima, a Adobe também pensou e disponibilizou uma versão especial focada para educação: Projeto ROME Education.

     

    Para professores, o pessoal da Adobe criou uma versão especial. No intuito de auxiliar e melhorara a experiência de aprendizado, criando um novo meio de ensino, para melhorar a comunicação, expressão das ideias e informações, através de meios mais engajados.

    Você e seus estudantes pode utilizar o projeto ROME Education individualmente ou em um ambiente colaborativo, compartilhando arquivos entre os serviços integrados, como Google Apps ou Moodle, um sistema de gerenciamento de aprendizado, dentro ou fora de sala de aula.

     

    Obs.:

    - um último lembrete, o projeto ROME não foi criado em apenas 1 dia. O pessoal da Adobe pede a sua ajuda para melhorar ainda mais a ferramenta.

    - Realizei um teste na ferramenta, ela solicita login e senha da Adobe, o qual é o mesmo que você usa quando precisa acessar algum serviço no site da Adobe.

     

    A seguir um vídeo sobre a ferramenta:

    Via: @leofranca5 – blogs.adobe.com


    Veja também:

    • #soudev agora social
    • [ Java desktop ] Calculadora Léxica
    • [ Adobe AIR ] Local File Explorer
    • [Adobe AIR 2 : NativeProcess + Java] SimpleAirJava
    • [Adobe AIR 2 : NativeProcess] projeto de exemplo : Windows Console
    Out 5

    Silverlight e WCF

    Escrito por Flavia Moreira em .NET, 1, 4, 6, Animação, AR, Asp.Net, Banco de Dados, Blend, blog, blog silverlight, blogsilverlight, C#, dados, Data Service, Data Services, demo, Entity Framework, exemplo, facebook, framework, html, ide, if, linq, Linq to Sql, mg, O, on, Outros, Ria’s Geral, serviço, silverlight, TAT, Twitter, Vídeo, Visual Studio, WCF, Wordpress @ 10 5th, 2010 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
    Flavia Moreira
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    Nesta vídeo aula você irá compreender como trabalhar com WCF e Silverlight, pois uma aplicação Silverlight não tem acesso direto a banco de dados. Neste caso, podemos usar um serviço WCF que acessa os dados de um banco de dados usando, por exemplo, Entity Framework, ADO.NET Data Services, LINQ TO SQL, entre outros

    veja..

    Abraços

    Flávia Moreira

    « Entradas anteriores |

    ACERCA

    O que é o RedeRIA ?

    O redeRIA não é nada mais que um agregador de feed's que disponibiliza o conteudo de varios blogs e autores ao redor do mundo RIA, actualmente agregamos mais de 2750 entradas vindas de 53 blogs especializados em ria’s, pelo que só fica a ganhar em assinar o feed ou seguir a comunidade no twitter.

    Se acha que o seu blog ou um blog de um amigo é interessante e util para os leitores o redeRIA, faça a sua submissão aqui.

    Feed: assine já
    Twitter: siga-nos

    GOOGLE

    Votação


    Deveria o RedeRia agregar conteúdo em inglês?
    Ver Resultados

    AUTORES


    Eduardo KrausAlexandre TadashiBindableCognitiva SoluçõesDaniel LopesDaniel SchmitzDanielPedrinhaDClick TeamEbercomEdgard DavidsonElvis FernandesErko BrideeFabiel PrestesFábio Batista da SilvaFabio da SilvaFabriccio BernardesFelipe BorellaFlavia MoreiraGabriel VersalliniGabriela T. PerryIgor MusardoJanderson CardosoJoão AugustoJose Carlos FielKelps SousaLeonardo FrançaLucas MarçalLuis MessiasLuiz TarabalMario JuniorMário SantosMauro MartinsPablo SouzaPedro ClaudioreneRia BrazilriaPTRicardo CerqueiraRobson FernandesRodrigo Pereira FragaSaintBrSamuelFacchinelloSergio SouzaSilva DeveloperStefan HorochovecTech CaffeTecinforThiago BuenoVedVinícius SandimWillian ManoXAML Cast

    PUBLICIDADE








    Powered by Wordpress & msdevstudio.com