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Set 4

O que é o Silverlight

Escrito por Ebercom em .NET, 1, 4, 6, Animações, app, AR, BI, blog, Blogs, browser, C#, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, dados, demo, Desenvolvimento, Desktop, Diversos, exemplo, Exemplos, for, framework, html, IE, image, int, interface, internet, Language Runtime, mg, Microsoft, networking, O, on, Plugin, pt, RIA, Ria’s Geral, Rich Internet Application, runtime, servidor, silverlight, smooth streaming, streaming, UI, web, Wordpress, WPF, XAML, XML, XP @ 09 4th, 2010 | via http://www.flexdev.com.br/home | Sem comentários
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Silverlight é um plugin multibrowser e multiplataforma para o desenvolvimento de aplicações RIA e para facilitar a integração com media. Ele reuniu as capacidades de aplicações desktop, aplicações web, funcionalidades do servidor e do cliente, desenvolvimento com linguagens scripts ou orientada a objetos.

O que devemos ter em mente é que o Silverlight é mais do que simplesmente um container para executar aplicações ricas e interativas na web. O silverlight é uma plataforma para desenvolvimento de aplicações, cross-plataforma e cross-browser.

No silverlight o conteúdo é declarado utilizando o XAML. O XAML é um arquivo XML onde é possível declarar elementos visuais da interface, incluindo animações.

O Silverlight contém um subset do .Net Framework que inclui bibliotecas e componentes para integração de dados, networking, controles WPF e CLR (Common Language Runtime). Isso permite que desenvolvamos as nossas aplicações utilizando as linguagens mais comuns em .Net, VB.Net e C#, compiladas.

Não é necessário ter o .Net Framework instalado no cliente ou no servidor. Apenas o plug-in do silverlight é necessário.

Para mais informações sobre Rich Internet Application, veja: http://en.wikipedia.org/wiki/Rich_Internet_application

Exemplos de aplicações em silverlight:

HARD ROCK – MEMORABILIA

image

 Calculadora interessante…

image

 Microsoft Health

image

 

Experience IIS Smooth Streaming

image

 Out of Browser

image

Mais exemplos em http://www.silverlight.net/community/samples/silverlight-samples/.

Ago 16

Gráficos 3D – Silverlight, WPF e WP7

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 3d, 4, 6, Animações, app, Apresentação, AR, arte, Artigo, BI, blog, Blogs, C#, class, codeplex, código, código fonte, Componente, Componentes, dados, Desenvolvedor, Design, designer, Diversos, Download, err, Excel, exemplo, Ferramenta, fonte, fonts, for, free, Geral, Google, Gráfico, IE, if, image, int, kit, label, layout, mg, Microsoft, O, on, online, Outros, PHP, RIA, Ria’s Geral, silverlight, Silverlight 4, site, tool, toolkit, Tutoriais, tv, Twitter, UI, uint, Ved, Visual Studio, Visual Studio 2010, window, windows, WPF, XAML, XP @ 08 16th, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
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Existem diversas ferramentas que facilitam a vida do desenvolvedor quando a tarefa é a criação de gráficos para apresentação de dados, essas ferramentas são bem completas e visualmente ricas, geralmente possibilitam criar gráficos de diversos formatos, por exemplo, gráficos de pizza, linhas e colunas, que são os mais comuns e até gráficos combinados na mesma visualização.

Uma das ferramentas mais conhecidas é o Silverlight Toolkit , que além de criar gráficos, tem uma série de outros componentes interessantes, sua licença é a Microsoft Public License (Ms-PL).

O amCharts também é um excelente projeto, tem uma licença comercial e outra free, contém belos gráficos com animações e interações com o usuário, vale a pena dar uma conferida.

Neste artigo vou mostrar como criar um gráfico simples usando a ferramenta Visifire, essa ferramenta tem uma licença comercial e outra GPL, os gráficos são visualmente ricos, animados e interativos, permite de forma simples a criação de gráficos de atualização online, no site do fabricante tem uma página onde você poderá testar como o gráfico vai ficar.
Faça o download do visifire no site do fabricante, não é necessário instalar nada, o download contém os binários para o WPF, Silverlight e Windows Phone 7.

Crie uma aplicação Silverlight 4 no Visual Studio 2010, adicione uma referência ao binários do visifire para o Silverlight (SL.Visifire.Charts ), no código XAML, dentro do Layout Grid, adicione um elemento do tipo gráfico com o nome de Pizza:

Agora na sua MainPage_Loaded, adicione o código abaixo:

Title titulo = new Title();
titulo.Text = “Gráfico de Pizza”;
titulo.FontSize = 40;

Pizza.Titles.Add(titulo);

DataSeries dataSeries = new DataSeries();
dataSeries.RenderAs = RenderAs.Pie;
DataPoint dataPoint;

for (int i = 0; i < 5; i++)
{
        dataPoint = new DataPoint();
        dataPoint.YValue = 1000 + i;
        dataPoint.LabelText = “Item:” + i;
        dataSeries.DataPoints.Add(dataPoint);
}

Pizza.Series.Add(dataSeries);

Pizza.View3D = true;

O Código acima adiciona o título “Gráfico de Pizza” ao gráfico, depois acrescenta 5 itens que vão compor o gráfico de Pizza, em RenderAs definimos o tipo do gráfico como Pie e por fim habilitamos a visualização em 3D do gráfico.

Sem modificar nada no código fonte em C#, você também poderá criar o mesmo gráfico para WPF e Windows Phone 7, para Windows Phone por exemplo, basta você criar um projeto do tipo Windows Phone Application, se esse tipo de projeto não estiver disponível no seu Visual Studio 2010, instale o seguinte pacote, depois é só fazer uma referência aos binários do visifire para Windows Phone, e adicionar o gráfico da mesma forma que fizemos para o Silverlight.

Twitter: @atsh2

Abr 30

Adobe X Apple?

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 4, 6, Adobe, Android, Animações, app, apple, AR, blog, class, código, css, Desenvolvedor, desenvolvedores, err, Ferramenta, flash, Flash Player, Flex, for, Google, html, html 5, html5, IE, if, image, iphone, Java, Javascript, kit, lógica, Mercado, mg, navegadores, O, on, player, Plugin, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, TAT, Tecnologia, UI, Ved, Wordpress, XP, zend @ 04 30th, 2010 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
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Parece que essa batalha da Adobe com Apple para que o IPHONE e IPAD utilizem o aplicativo Flash Player não foi bem sucedido. O Steve Jobs deu uma justifica não muito plausível, primeiro dizendo que o hardware de ambos equipamentos não suportaria. Depois, informado que pretende usar tecnologias abertas, como o HTML 5, CSS e JavaScript. Claro que isso causou uma grande polêmica no universo de desenvolvedores que utilizam tecnologias da Adobe, como o Flex. Mas o cenário não é desesperador, já que a Adobe confirmou o suporte para o Flash na nova versão do Android, da Google.

Quanto ao aprendizado das tecnologias da Adobe ou até mesmo de outras “frentes tecnológicas” não devem ser abalados por esse tipo de notícia e acordos. O mercado tecnológico é enorme, tem espaço para todos. Afinal, o PRODUTO é que importa!

Uma nova ferramenta do kit Creative Suite 5 permitirá a exportação facilitada de animações Flash para código Canvas HTML5. Depois do lançamento do IE9, todos os principais navegadores irão suportar Canvas. Com isso, animações Flash poderão ser visualizadas por qualquer um, sem a necessidade de baixar o plugin do Flash. Isso significa também que os dispositivos que não aceitam o plugin poderão executar as animações criadas nele. Olá iPad e iPhone! - Trecho acrescentado em 2 de maio de 2010

Um abraço
Sucesso

Abr 23

Novidades – JavaFX 1.3 Released!

Escrito por Robson Fernandes em 1, 3d, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Adobe, Adobe Flex, Animação, Animações, api, Aplicativos, app, apple, AR, back, Beta, BI, blog, class, classe, classes, cliente, control, Controles, Controls, css, Curso, Cursos, custom, dados, desempenho, Desenvolvimento, development, exemplo, Flex, fonte, for, Google, html, ide, IE, image, int, interface, Java, JavaFX, JavaFx - Core, JavaFx - Design, JavaFx - Dicas, JavaFx - Plugins, JavaFx - Tools, layout, lista, Mac, mg, mobile, NaN, News, noticia, novidade, Novidades, Number, O, on, padrão, Pessoal, platform, pt, RIA, Ria’s Geral, SEO, Software, state, string, Sun, TAT, tool, tooltip, tv, UI, Ved @ 04 23rd, 2010 | via http://www.riasoftware.com.br/blog/ | Sem comentários
Robson Fernandes
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JavaFX News

Boa noite pessoal!

Super noticia!!! Foi lançado ontem 22/04/2010, a versão release do JavaFX 1.3, e novidades muito interessantes foram adicionadas, que vão desde a performance dos aplicativos, até a inclusão de novos controles.



NOVOS RECURSOS

* Novos controles de interface de usuário, CSS, e layout
* A família de fontes nativas no JavaFX chamado Amble
* Suporte para o desenvolvimento de aplicações em TV
* Melhorias para aplicações móveis, com a disponibilidade do emulador móvel na plataforma Mac
* Melhorias nos recursos de edição no NetBeans IDE 6.9 Beta
* Novas funcionalidades e melhor desempenho no JavaFX Production Suite
* O desempenho Bind: 2-3x mais rápido
* O tempo Applet start-up: 20% mais rápido (com o Java SE 6u18 +)
* Texto de Animação: 5-10x mais rápido
* Animações altamente complexas: até 10x mais rápido
* Memória: 20-33% de redução
(com o Java SE 6u18 +)
* UI Controls: 50% mais rápido, 33% -50% menos memória (típico)



UI CONTROLS

A classe

1
ChoiceBox

fornece suporte para a criação de uma lista de opções . Por padrão, o ChoiceBox tem a caixa de opções fechada, e o primeiro item é selecionado. Você pode manipular os itens através das propriedades 

1
selectedIndex

e

1
selectedItem

. Idêntico ao ActionScript 3 do Adobe Flex. hehehe…

Choice Box UI Control

1 – Choice Box UI Control



A classe

1
ListView

exibe uma lista horizontal ou vertical de itens a partir da qual o usuário pode selecionar ou interagir. A

1
ListView

é construído a partir de uma seqüência de “itens”, que pode ser qualquer tipo de dados. Por exemplo, pode ser uma seqüência de

1
String

,

1
Number

, ou classes customizadas como “Clientes” por exemplo.

ListView Control Vertical e Horizontal

2 – ListView Control Vertical e Horizontal



A classe

1
Tooltip

pode ser usada para exibir informações adicionais sobre um determinado controle de interface. O Tooltip é apresentado, a partir do momento que o cursor do mouse passar sobre determinado controle.

Tooltip

3 – Tooltip


Acessem agora mesmo, e confira todas as novidades do JavaFX
Obrigado! E viva o mundos das RIAs!

Robson Fernandes

Abr 11

Meus pensamentos sobre o 3.3.1 Apple T.O.S

Escrito por Daniel Lopes em .NET, 1, 3d, 4, 6, Adobe, Air, Android, Animações, api, app, app store, apple, AR, Arquitetura, arte, as3, Atalhos, bar, blog, class, classe, classes, código, Componente, css, css3, Curso, Cursos, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, Desktop, Dica, Documentação, DRE, Dreamweaver, Empreendimento, engine, err, Excel, exemplo, Experiência do Usuário, Experiências, falha, Ferramenta, flash, for, framework, Frameworks, frontend, fundo, game, html, html5, ide, IE, if, int, interface, internet, iphone, Java, Javascript, jogo, Jogos, kit, lista, Livro, Mac, mg, O, on, opensource, Opinião, Outros, padrão, Pessoal, PHP, problema, problemas, produtividade, produto, programação, Projetos, pt, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, SDK, Software, string, TAT, Tecnologia, Teste, Touch, UI, variados, Ved, Vídeo, Vídeos, web, window, windows, XP, zend @ 04 11th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Não é segredo algum que eu sou fã do produtos da Apple. A grande maioria das vezes que uso algo deles a única coisa que penso é como uma empresa tão grande consegue propagar um nível de qualidade tão alto para todos os seus produtos (software e hardware) e tento aprender um pouco com isto.

Fase inicial: susto!

Porém, no lançamento do iPhone OS 4.0 (que achei fantástico) uma coisa me assustou muito. A cláusula 3.3.1 do TOS do SDK da Apple, que resumindo é: Só vamos aceitar apps em Obj-c e derivados de C++, além de apps em Javascript que usam o Webkit.

A minha primeira reação foi: “que p&@#ra é essa?” . Eles vão acabar com as plataformas PhoneGap, Rhodes, MonoTouch e outras? Não faz sentido.

Honestamente eu duvido que eles vão negar apps em Titanium e PhoneGap pois a própria cláusula defende estas tecnologias. São tecnologias que basicamente empacotam uma web app feita em HTML5+CSS3+JS no componente WebView (que utiliza o >Webkit<) de forma que possa ser compilada e vendida na App Store. Você também ganha acesso a várias api’s como GPS, câmera e etc.

As outras plataformas como o Flash CS5 com certeza estão fora e não serão mais aceitas na App Store.

Fase 2: pensamento.

Todos que acompanham o meu trabalho sabem que gosto muito dos produtos da Adobe, principalmente a plataforma Flash. Apesar de achar que ela possui diversas falhas de arquitetura (não vou detalhar isto agora) e não é de longe um produto genial como por exemplo Ruby, Smalltalk ou até Obj-c. No entanto, é fato que o Flash é muito bom para criar experiências ricas na internet.

Para web não levanto a bandeira de nada para frontend pois na minha opinião as coisas estão engatinhando. Mas para desktop a coisa é um pouco diferente.

Nos últimos 8 meses tenho dedicado boa parte do meu tempo em pesquisar plataformas para desenvolvimento desktop. Acho que testei praticamente tudo, desde Titanium e QT até Adobe AIR. E a minha opinião final é que nenhuma destas tecnologias é algo como o Rails.

Quando digo como Rails me refiro a uma plataforma onde uma equipe de 2 pessoas consiga desenvolver algo extremamente bem
feito, fácil de manter, estável, com uma experiência fantástica e em curto prazo. Todos falham em algum ponto crítico e todas
são multi-plataforma.

Fase 3: experiência de usuário e exigência.

Dependendo do grau de exigência que você tem para seus projetos, simplesmente não existe multi-plataforma. Eu poderia listar
várias coisas que não gosto em Adobe AIR ou Titanium por exemplo. Mas o mais claro é que produtos multi-plataforma para desktop destroem a experiência do usuário e entregam algo que a pessoa não espera.

Ou você acha legal uma app em Java ter a interface totalmente diferente das nativas do Mac ou do Windows? Outro exemplo é o
Kindle For Mac, sem palavras, um lixo. Ao tentar ler um livro nesta coisa a última idéia que me vem a cabeça é que eu estou
usando uma aplicação Mac. Todos os atalhos são diferentes, os ícones são diferentes, as posições das coisas são diferentes.

Eu, como usuário, não dou a mínima se é caro manter 3 versões diferentes da aplicação. Apenas espero que ela funcione como eu espero ou é melhor que ela nem exista.

Você acha que sua mãe e seu irmão querem ter que re-aprender onde ficam as coisas cada vez que abrem uma aplicação nova? Não!

E eu passei por este problema ao tentar encontrar algo para desenvolver para dispositivos móveis. Algo que fosse portável para iPhone e Android. O resultado foi que tudo que eu tentei usar criava um Frankstein e um das lados, ou seja, a app ficava com cara de iPhone e não tinha nada de Android e vice-versa.

Eu não gastaria meses em um produto onde eu não consiga entregar uma experiência excelente então a minha opção foi abandonar
o conceito multi-plataforma e focar em iPhone. Nada de Phonegap também pois você perde muito tempo tentando emular o comportamento de apps nativas e ainda fica com algo a desejar.

E quando anunciaram o Flash CS5 com suporte para apps iPhone o que logo me ocorreu (e que depois comprovei ser verdade) é que
era apenas mais uma ferramenta que vai entregar aplicações com problemas como citei acima (Frankstein’s).

Fase 4: não sei mais se a Apple está errada.

Depois de pesquisar tanto entrei de cabeça no desenvolvimento Mac em Obj-c e MacRuby. MacRuby para quem não conhece é a própria implementação da Apple da linguagem Ruby e que é totalmente compatível com Cocoa e os demais frameworks para o Mac.

A única palavra sobre os meus estudos da plataforma Mac são: um produto genial! O Interface Builder por exemplo é sem dúvida
a melhor ferramenta que conheço para criar interfaces gráficas sem gerar código bagunçado (ex.: Dreamweaver, Delphi For PHP e etc).

O XCode é bem legal e eu pessoalmente odeio IDE’s. A documentação da Apple é simplesmente excelente, com centenas de vídeos, manual bem escrito de todas as classes, forums internos, suporte e etc. E todas as ferramentas são gratuitas (já paguei pelo Mac mas o ponto aqui é outro, no Windows você pagou pelo S.O. e ainda paga pela licença da ferramenta de desenvolvimento).

Porém, mais fantástico é a linguagem e seus frameworks. O Obj-c a primeira vista assusta pois a sintaxe é bem diferente de Java, C++ ou JS (bem mais parecido com Smalltak). No Entanto logo que se acostuma percebe como é uma linguagem sólida e poderosa que bate de frente com tecnologias de alto nível como Ruby e Smalltak. Além de ser uma tecnologia que evolui a mais de 20 anos.

Ao aprender Obj-c fica óbvio o porque da qualidade do OSX. A linguagem é simplesmente fantástica, com estruturas poderosas como Key Value Coding e Metaprogramação, tudo isso sem perder performance, permitindo a criação de animações complexas com Core Animation em conjunto com ferramentas como Quartz.

E o melhor de tudo isso é que todos os recursos são condizentes. Chega a ser difícil criar uma aplicação Cocoa (framework padrão para desenvolvimento Mac e iPhone) que saia dos padrões do que estamos acostumados da experiência de usuário no Mac.

Fase 5: minha exigência começa onde termina minha preguiça.

Conversando com um amigo que defende o Flash CS5 compilar apps iPhone ele disse que tempo é dinheiro e que se já sabemos
Flash e AS3 então é bobeira ter que aprender Obj-c/Cocoa. Descordo totalmente, se algo vai ser um Frankstein e você vai ter que passar muito tempo simulando a experiência padrão em um aparelho e criando um monstro em outro então eu prefiro aprender a plataforma correta.

Se plataforma correta for sólida, fácil de manter e acessível a equipes de 3 pessoas então a minha opção como desenvolvedor e empreendedor é sem dúvida esta plataforma. E a plataforma da Apple é assim (ainda acho que falta mais foco em TDD mas isso é porque sou um cara de Ruby).

Acredito ser melhor gastar 3 ou 4 semanas de estudo intensivo para ter uma visão correta de uma plataforma nativa para criar algo realmente bom do que ser preguiçoso inicialmente e gastar meses tentando simular a experiência desejável em uma fábrica de Frankstein’s.

A única exceção ao 3.3.1

Jogos deveriam ser a única exceção. Na minha opinião a Apple deveria colocar mais um parágrafo dizendo que jogos não se aplicam ao 3.3.1.

Todos sabem a complexidade técnica para criar um jogo (eu venho da plataforma Flash antes dessas história de RIA virar moda). Até em Flash, que á pouco tempo não envolvia complexidades como 3D, é muito difícil criar uma engine de física por exemplo.

Agora imagine criar uma engine de verdade como Unreal. Imaginem o custo para isto, vai muito além da maioria dos projetos de software. Uma empresa que investe em algo assim não pode focar em apenas uma plataforma.

E para experiência do usuário eles estão mais que corretos em serem multi-plataforma. Um jogo não deve seguir nenhum padrão como um aplicação de produtividade deve. Cada interface para um game deve ser diferente, os atalhos não devem ser iguais, as janelas são diferentes e etc.

Por isso não faz nenhum sentido aplicar o 3.3.1 em jogos.

A exigência em excelência da Apple

Para quem só usa os produtos da Apple e nunca precisou estudar suas tecnologias a fundo não tem a idéia que a empresa propaga a qualidade extrema em todas ferramentas. Não é apenas criar um produto final bonitinho. Tudo é perfeito, desde a documentação ao criador de interfaces até chegar ao produto final como Mac e iPhone.

A forma como a empresa tem encarado o seu dispositivo móvel (plataforma com limitações de recursos como memória e processamento) tem sido bem interessante. Lançando todas as “features” aos poucos, enquanto a mídia e os “boateiros” bombardeiam o produto dizendo que ele falta isso e aquilo.

No entanto, quando lançam a funcionalidade que “faltava” ela vem de uma forma muito bem feia. Vejam o copiar e colar do iPhone, as pastas e o tão falado “multi-tasking”. Um sinal de preocupação em fazer tudo sempre da forma mais bem feita possível e uma preocupação muito além do que estamos acostumados.

Então, do ponto de vista da empresa, não acredito que banir os Frankstein’s seja apenas uma tentativa de criar um monopólio e vencer a concorrência no braço.

Conclusão

Não tenho certeza se o que a Apple fez é correto do ponto de vista comercial ou de marketing. Mas para o usuário como o meu pai ou minha mãe acredito que seja positivo. Eu me belisco antes de dizer isto (principalmente porque defendo tecnologias opensource como Ruby e Rail), mas também acredito ser positivo para nós como desenvolvedores de apps de produtividade, principalmente se estivermos preocupados em entregar uma experiência fantástica mas coerente.

Se existe um caminho melhor do que definir uma regra dessas eu não sei. Mas não estou nada preocupado pela Apple restringir o restante pois como pretendo desenvolver algo de qualidade para Mac/iPhone já estou focado em Obj-c/Cocoa já tem um bom tempo.

Outros posts interessantes:

  • Why Apple Changed Section 3.3.1
  • Steve Jobs’ response on Section 3.3.1

Mar 30

Tutorial Action Script 3 – 018

Escrito por Mário Santos em Action Script & MXML, Air, Animações, as3, classes, efeitos, flash, Flex, Ria’s Geral, Serie Tutoriais AS3, Source Code, Tutoriais, Tutorial, tutorial AS3 @ 03 30th, 2010 | via http://msdevstudio.com/blog | Sem comentários
Mário Santos
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Em continuação a série de tutoriais sobre AS3…

Nesta parte do tutorial vamos usar todo o conhecimento passado nos exemplos anteriores para criar um explorador de efeitos e animações…

Começando…

6.9.1. Exemplo de explorador de efeitos / animações

Para o teste de todos estes efeitos, fiz uma class que extende um canvas e nos vai permitir testar todos estes efeitos. No flex criem um novo projecto chamado  testAS3Effects e criem uma pasta dentro da vossa raiz «src» com o nome «com» e dentro dessa uma outra com o nome «msdevstudio», depois criem uma nova class action script e coloquem o seguinte código dentro desse mesmo ficheiro…(…)
Leia o resto de Tutorial Action Script 3 – 018 (137 palavras)


© Mário Santos em TSW – That Should Work, 2010. |
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Mais artigos relacionados nas categorias: Air, animações, as3, classes, efeitos, Flash, Flex, Tutoriais, Tutorial, tween

Jan 21

Introdução ao WPF

Escrito por Flavia Moreira em 1, 3d, 4, 6, Animações, AR, Artigo, Artigos, BI, blog, BlogWPF, C#, class, dados, Desenvolvimento, Desktop, Expression Blend, framework, Gráfico, html, IE, if, int, interface, mg, O, on, programação, Review, RIA, Ria’s Geral, silverlight, site, TAT, Tema, Tutorial, UI, Vídeo, Visual Studio, Visual Studio 2008, web, window, windows, Wordpress, WPF, XAML @ 01 21st, 2010 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
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O Windows Presentation Foundation (WPF), antes conhecido como Avalon é um subsistema gráfico desde a versão do Net. Framework 3.0. O WPF usa uma linguagem de marcação conhecida como XAML (eXtended Aplication Markup Language, a pronúncia é “zémel”) para o desenvolvimento de GUIs (Interfaces) ricas, possibilitando unificar interface 2D e 3D, documentos fixos, animações, vinculação de dados, áudio, vídeo, entre outras.  Uma aplicação WPF pode ser implementada em ambiente desktop ou hospedada em site da web. Entretanto, nos dias atuais, tem-se o Silverlight, que é um subsistema do WPF, o qual é voltado totalmente para Web e consequentemente, espera-se que em versões futuras esteja suscetível para o desenvolvimento de dispositivos móveis.

Neste tutorial vamos construir a primeira aplicação com WPF, utilizando o Visual Studio 2008 e a linguagem de programação C#. Porém você pode acompanhar este tutorial usando VB. Net.

Leia mais

Abraços

Flávia Moreira

Jan 20

Animação de partículas em Silverlight

Escrito por Flavia Moreira em 1, 4, 6, Animação, Animações, AR, Artigo, Artigos, Blend, Blend 3, blog, blog silverlight, blogsilverlight, C#, class, CSharp, fonte, for, html, IE, if, Mac, mg, Microsoft Silverlight, O, on, Outros, Particulas, Review, Ria’s Geral, silverlight, Silverlight 2, Silverlight 3, Silverlight 4, SplineDoubleKeyFrame, Storyboard, TAT, Tema, Tutoriais, Visual Studio 2008, Wordpress @ 01 20th, 2010 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
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Animação de partículas em Silverlight

Para simular fogo, fumaça, chuva, neve, fontes d’ água, entre outros fenômenos, precisamos desenvolver um Sistema de Partículas. O termo Sistema de Partículas refere-se a um conjunto de técnicas de animação para simulação de alguns destes fenômenos físicos. Primeiramente, devemos conhecer o que é uma partícula. Uma partícula é definida como o menor elemento de um sistema, e sobre cada partícula atuam forças externas e mútuas. Para os nossos propósitos, vamos definir uma partícula como uma única ocorrência de um objeto.

leia mais…

abraços,

Flávia Moreira

Dez 22

Artigos e Vídeos sobre Silverlight

Escrito por Flavia Moreira em 3d, Animação, Animações, Asp.Net, Blend, Blend 3, blog, blog silverlight, blogsilverlight, Botões, C#, Controles, CSharp, DataGrid, deep zoom, deepZoom, DoubleAnimationUsingKeyFrames, Expression Blend, FrameWork.Net, FullScreen, Javascript, Microsoft, player, silverlight, Silverlight 2, Silverlight 3, Silverlight 4, site, SplineDoubleKeyFrame, Tutoriais, Visual Studio, Visual Studio 2008, WCF, WPF @ 12 22nd, 2009 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
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Artigos e Vídeos Sobre Silverlight -

Artigos
Acesse todos estes tutoriais em http://www.dowhile.com.br – no menu artigos ou vídeos – Silverlight
1 Deep Zoom
2 Silverlight 4 Beta e seus recursos
3 Usando função JavaScript em Silverlight
4 Enviando e-mail com Silverlight – Parte II
5 Enviando e-mail com Silverlight – Parte I
6 Populando Datagrid usando LINQ TO SQL em Silverlight Parte II
7 Populando Datagrid usando LINQ TO SQL em Silverlight Parte I
8 Vídeo Player em Silverlight Visual Studio 2010 – Parte II
9 Primeira Aplicação em Silverlight Flávia Moreira
10 Vídeo Player em Silverlight – Visual Studio 2010 Parte I
11 Introdução ao Microsoft Blend 3
Vídeos
1 Data Grid em Silverlight 4 por Jesse Liberty
2 Acessando método C# pelo Javascript
3 Behavior Silverlight Administrator
4 Animação dinâmica em Silverlight
5 Vídeo aula- Aplicação em Silverlight

Nov 29

Silverlight 4

Escrito por Flavia Moreira em Animações, Asp.Net, Blend, Blend 3, blog, blog silverlight, blogsilverlight, Botões, C#, Expression Blend, Javascript, Microsoft, Microsoft Blend, Microsoft Silverlight, player, silverlight, Silverlight 2, Silverlight 3, Silverlight 4, site, Tutoriais, Visual Studio, Visual Studio 2008, WCF @ 11 29th, 2009 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
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Se você não conhece Silverlight, aproveite esta vídeo aula, onde você irá aprender os princípios básicos de como iniciar uma aplicação em Silverlight 4 , utilizando a ferramenta Microsoft Blend 4 e Visual Studio 2010 Beta 2. Assim, conhecer a interação entre as duas ferramentas. Você poderá aplicar os mesmos conceitos utilizando o Silverlight 3 com o Blend 3 e Visual Studio 2008.

Você ainda não conhece Silverlight ? O que está esperando para aprender também?

veja a vídeo aula:

http://www.dowhile.com.br/videos/silverlight/115-video-aula-aplicacao-em-silverlight.html

abraços,

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