Seguindo a Guideline iOS – Experiência do Usuário 1 Reduzir Operações? que Manuseiam Arquivos Embora? os aplicativos iOS? permitam que? as pessoas? criem e? manipulem? imagens, isso não? significa? que? as pessoas devem? ter? noção? de? um? sistema de? arquivos em? um? dispositivo ? iOS. Não há uma? aplicação iOS? análoga? ao Finder do Mac OS? X,? e? as pessoas? não devem ser ? direcionadas a? interagir com? arquivos da mesma forma que elas fazem? no computador. Em? particular,? as pessoas? não devem interagir com? tudo que? as encoraje? a pensar…
Guideline iOS – Experiência do Usuário 2
Guideline iOS – Experiência do Usuário
Guia de Experiência de? Usuário A experiência do usuário iOS gira em torno da interação simplificada com o conteúdo que é importante as pessoas. As diretrizes deste capítulo aplicam-se aos aplicativos que são executados em todos os dispositivos iOS. Importante entender que a Apple é bem direta quando se trata de UX, ela trata os assuntos…
Server-Side ActionScript no Flash Media Server
Poucos sabem mas o Flash Media Server(versão Interactive) possui uma linguagem de servidor chamada Server-Side ActionScript ou ActionScript Communications(extensão .asc). O que permite recurso poderosos em seus aplicativos multimídia muito além de um simples streaming.
Server-Side ActionScript é o nome que Adobe deu para o JavaScript 1.5, o Flash Media Server possui uma engine de JavaScript para compilar e executar os scripts.
O Server-Side ActionScript é parecido mas não idêntico ao ActionScript 1.0, mas ambos são baseado no ECMAScript(ECMA-262) edition 3 language specification. O Server-Side ActionScript roda sob a engine SpiderMonkey da Mozilla que consta no Flash Media Server enquanto que o ActionScript 1.0 roda sob o AVM1(ActionScript Virtual Machine 1) no Adobe Flash Player. O SpiderMonkey implementa o totalmente o ECMAScript enquanto que a AVM1 do Flash Player não. A grande diferença entre os dois é que o Server-Side ActionScript é case-sensitive.
Portanto para quem já tem conhecimento de JavaScript, pode reaproveita-lo para usar no Flash Media Server, é possível utilizar a maioria dos recursos e ainda contar com os recursos exclusivos do Flash Media Server.
Vamos os primeiros passos para utilizar o Server-Side ActionScript no Flash Media Server. Uma maneira de testar seus scripts é usando o fms_console localizado no caminho:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5webrootswfsfms_adminConsole.swf
Se você tiver o Adobe Flash Professional, pode abrir esse arquivo diretamente apenas dando dois cliques, caso contrario, abra pelo navegador. Ao ser aberto, devemos ter uma tela como essa:
Basta entrar com o login e senha que você determinou no momento em que estava instalando o Flash Media Server que deveremos entrar para a seguinte tela:
Esse será seu melhor amigo ao desenvolver aplicativos com Flash/Flex e Flash Media Server. Por padrão, o Flash Media Server lê o seguinte diretorio:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5applications
Esse caminho pode ser configurado modificando a linha “VHOST.APPSDIR” no seguinte arquivo:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5conffms.ini
Criaremos um diretorio chamado “teste”, e dentro dele um arquivo chamando “main.asc” com o seguinte conteúdo:
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
Agora no console, carregaremos nossa aplicação criando uma nova instância dela selecionando no combobox:

Na tela seguinte, basta dar um “enter”.

Deveremos ter o resultado do nosso trace na caixa de texto como na imagem:
Uma recomendação que faço é que você limpe a tela antes de executar novamente o script main.asc, basta clicar no botão Clear Log(1) e depois em Reload Application(2):

Alguns exemplos do que pode ser usado com o Server-Side ActionScript
Constantes
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
const PI = 3.14;
-
trace(PI);
Expressões Regulares
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
myRe = /d(b+)d/g;
-
myArray = myRe.exec(“cdbbdbsbz”);
-
trace(myArray);
Funções
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
function teste()
-
-
return “to na funcao o/”;
-
-
trace(teste());
-
-
function factorial(n)
-
-
if ((n == 0)
-
}
-
trace(factorial(5));
Objetos
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
var obj = id:“teste”,data:2,status:“ONLINE”,type:“admin”
-
trace(obj);
-
for(s in obj)
-
-
trace(s +” – “+obj[s]);
-
Array
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
var arr = ["leo", "carol", "pam", "perla","carlinha"];
-
trace(arr);
-
function removeValueFromArray(arr, value)
-
-
var len = arr.length;
-
-
for(var i = len; i> -1; i–)
-
-
if(arr[i] === value)
-
-
arr.splice(i, 1);
-
-
}
-
return arr;
-
}
-
trace(removeValueFromArray(arr,“pam”));
Aviso importante, use esses recursos SOMENTE em ambiente de desenvolvimento. Em ambiente de produção, você derrubará todo mundo que estiver conectado ? sua aplicação.
![]()
Referência:
Documentação do Adobe Flash Media Server
Guideline iOS – Características da Plataforma – 2
Post anterior, Características da Plataforma – 1 As pessoas interagem com? um aplicativo? de cada vez Uma única aplicação? é? visível por vez.? Quando? as pessoas mudam de? um? aplicativo para? outro, o? aplicativo? anterior “fecha” e sua? interface com o usuário? some. Antes? do? iOS? 4,? isto significava? que? o aplicativo? cancelado? era imediatamente? removido da memória.? No? iOS? 4? e? posteriores,? os aplicativos “fechados” movem-se? para o segundo plano, onde? poderá ou não? continuar a executar.? Este recurso,? chamado? de multitarefa,? permite que? aplicativos permaneçam em? segundo plano? até que? eles? sejam requisitados…
Mac OS X do Snow para o Lion… lentidão
Um post r?pido para compartilhar algo que pode ser ?til a mais algu?m…
Recentemente fiz o upgrade do meu Macbook Pro do Mac OS X Snow Leopard para o Lion, depois de todas as atualiza??es de software, no uso do dia a dia notei que o Lion estava absurdamente lento, Google Chrome, Mozilla Firefox, o Eclipse (esse estava de chorar e desanimador de t?o lento que estava)
Lendo os blogs, achei 2 dicas que resolveram o problema:
1 – Verificar e reparar as permiss?es de acesso ao HD
Caminho: Finder > Applications > Utilities > Disk Utility
Selecionar o drive que representa o Mac, depois clicar no bot?o: Verify Disk Permissions, esperar finalizar e depois no bot?o: Repair DIsk Permissions
Link do post com as dicas: Speed up Mac OS X Lion
Desde post tamb?m revisei as configura??es do Spotlight.
2 – Limpar os caches
Abrir o Finder > Menu: Go > Go Folder | ou executar o atalho: Shift + Command + G
Digite: ~/Library/Caches
Apague o conte?do deste diret?rio
Caso n?o tenha total seguran?a se deve apagar todos os arquivos e diret?rios, fa?a um backup, copiando o conte?do da pasta para outro diret?rio. Obs.: esse passo n?o ? necess?rio, mas caso queria alguma garantia de o que fazer se algo der errado ter? as c?pias.
Aten??o: alguns diret?rios e arquivos n?o ser?o exclu?dos pois est?o em execu??o, por exemplo, cache referente ao Finder e a alguns outros aplicativos do Mac OS X.
Reinicie seu Mac.
Link do post com a dica: OSX Lion – Clear your caches!
Feito estes procedimentos, os aplicativos e o Mac OS X Lion passou a ter uma performance e resposta aceit?vel, assim como tinha no Mac OS X Snow Leopard.
Veja também:
SharedObject com Flash Media Server
SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.
O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.
- Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
- Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server
Vejamos o primeiro caso:
Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR
Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possível utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.
- Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
- Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
- Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
- Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
- Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:
- No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
- Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
- Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
-
-
-
function init():void
-
-
nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
-
-
-
-
trace(evt.info.code);
-
-
-
init();
Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:
NetConnection.Connect.Success
Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.
-
if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
-
-
so.connect(nc);
-
O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:
-
-
mc_ball.x = so.data.x;
-
mc_ball.y = so.data.y;
-
Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:
-
-
-
mc_ball.startDrag();
-
-
-
-
mc_ball.stopDrag();
-
-
-
-
so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
-
so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
-
Segue o código completo:
-
-
-
function init():void
-
-
nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
-
-
-
{
-
trace(evt.info.code);
-
if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
-
-
so.connect(nc);
-
-
}
-
-
-
mc_ball.x = so.data.x;
-
mc_ball.y = so.data.y;
-
-
-
-
-
mc_ball.startDrag();
-
-
-
-
mc_ball.stopDrag();
-
-
-
-
so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
-
so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
-
-
-
init();
Veja uma demostração em funcionamento:
Flash Mobile Day Ed. São Luis

No dia 18/11 aconteceu o flash mobile day edição são luis no auditório do cecen – UEMA.
Eu particularmente estou muito satisfeito com o evento, tivemos grandes palestras com conteúdo de alto nível.
Tivemos problemas durante a manhã pois estávamos sem internet para a transmissão das palestras, porém, o evento aconteceu normalmente presencialmente.
As 4 palestras envolveram as áreas de design, programação e marketing. Bom, foi muito show.
A seguir segue o link das apresentações:
Palestra: Design de interfaces para aplicativos móveis.
Palestrante: Eduardo Gibran
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/desingDeInterfaces-Gibran.pdf
Palestra: Proceso de criação. Da escolha da plataforma ? app store.
Palestrante: Willian Mano
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/processoDeCriacao-Willian.pdf
Palestra: Flex para dispositivos móveis
Palestrante: Bruno Araújo
Link: http://prezi.com/klmt7jez4lfv/o-poder-do-flex-para-dispositivos-moveis/
Palestra: Marketing de guerrilha, ações virais e dispositivos móveis: o real e o virtual nas suas mãos.
Palestrante: Rafaela Marques
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/marketing-Rafaela.pdf
Mais uma vez obrigado ? todos que ajudaram para que esse evento fosse possível.
Um gradecimento especial ? todos que apoiaram o evento, em especial ? RIACYCLE que através do Igor Costa nos ajudou a abrilhantar um pouco mais esse evento.
Obrigado a RINO, que, através do Odair Seixas no permitiu realizar essa versão aqui nas terras longiquas de São Luis do Maranhão.
Windows Phone Mango – Local Database
Na versão Mango do Windows Phone, você pode manipular uma base de dados localmente, chamada de local database na documentação oficial, o recurso permite que o desenvolvedor crie aplicativos com registros de dados em tabelas, além de manipular seus registros utilizando o LINQ to SQL.
Uma base de dados local no WP7 fica localizada no Isolated Storage, um local acessível somente pela aplicação corrente, a arquitetura fica conforme a figura abaixo, onde temos a aplicação que contém um DataContext e através de LINQ to SQL, fazemos o acesso a base de dados local no Isolated Storage
Arquitetura Local Database
Para saber mais sobre Isolated Storage acessem os links:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff402541(v=vs.92).aspx
No WP7 as aplicações ficam eram áreas isoladas uma das outras, ou seja, uma aplicação não tem acesso ao Isolated Storage de outra aplicação, portanto até o momento não é possível compartilhar uma base de dados local com diversas aplicações. Diferente de uma base de dados SQL Server, um local database não pode rodar como um serviço continuo, visto que ele é executado somente durante o processo da aplicação.
Você pode criar um local database para manipular uma quantidade de dados razoável utilizando as facilidades de consultas do LINQ to SQL juntamente com o relacionamento de tabelas, similar a uma base de dados comum, o local database é uma implementação do SQL CE para o WP7, permitindo realizar facilmente tarefas com incluir, alterar , excluir e realizar consultas com LINQ.
Até o momento não existe uma ferramenta de designer visual e oficial para criar as tabelas, relacionamentos, etc, com a base de dados local, o que poderia facilitar muito, neste artigo faremos um exemplo simples, somente com uma tabela, porém, em um projeto mais complexo, essa tarefa poderia ser um pouco trabalhosa, uma forma não oficial de criar o modelo seria utilizar o SQL Metal, para mais informação, acessem o Centro de Treinamento Oficial do Windows Phone no MSDN ou através do link : http://windowsphonegeek.com/articles/Using-SqlMetal-to-generate-Windows-Phone-Mango-Local-Database-classes .
Com o SQL Metal podemos criar o Data Context através de um comando e com poucas modificações deixá-lo compatível com o Mango e poupar a codificação manual da criação de tabelas e relacionamentos.
Exemplo de comando do SQL Metal:
%ProgramFiles(x86)%Microsoft SDKsWindowsv7.0ABin>SqlMetal.exe
/code:”C:CaminhoClienteDC.cs” “C:CaminhoClienteDB.sdf”
Outras formas:
http://claudiufarcas.blogspot.com/2011/10/windows-phone-mango-sql-ce-tips-and.html
http://blogs.ugidotnet.org/corrado/archive/2011/06/05/using-local-database-in-wp7-mango.aspx
Nesta primeira parte do artigo vou criar uma base de dados muito simples, com uma tabela somente e um único campo, dessa forma podemos focar em como criar e entender os conceitos envolvidos Vou criar uma base de dados Cliente.sdf, com uma tabela chamada Cliente e um campo chamado Nome.
A primeira classe que vamos criar é a entidade Cliente e decorar com alguns atributos utilizados para a manipulação da base de dados, a classe servirá de apoio para a criação da tabela cliente. Para que você possa inserir os atributos nas propriedades da classe, é necessário adicionar o using System.Data.Linq.Mapping, em seguida adicione o atributo [Table] logo acima da criação da classe e adicione o atributo [Column()] em cada propriedade, na primary key da tabela, personalize com :
[Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
Dessa forma a coluna será criada na tabela como sendo Primary Key, não permitindo registros duplicados e gerando automaticamente um número a cada inclusão. Com a adição do atributo Column() nas outras propriedades, cada coluna correspondente será criado na tabela.
Com os atributos de colunas você pode definir uma série de recursos, para saber quais são os atributos de colunas que você pode utilizar no LINQ to SQL para WP7 acesse o link http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.columnattribute(VS.95).aspx
Um atributo em especial que adiciona uma coluna de versão pode auxiliar no desempenho de grandes atualizações de dados, apresentando uma significativa melhoria na aplicação, é o IsVersion=true, essa otimização é exclusiva para o LINQ to SQL do WP7 e usado internamente para identificar a versão da coluna modificada:
[Column (IsVersion = true)]
_VERSION Binary privado;
Igualmente importantes são os atributos de associações, que permitem realizar o relacionamento entre as tabelas, para mais informações acesse:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.associationattribute(v=VS.95).aspx
Exemplo de Associação:
[Association(Storage = "_cliente", ThisKey = "_clienteId", OtherKey = "Id", IsForeignKey = true)]
Código da Classe Cliente:
? ? ? [Table]
? ? ? public class Cliente : INotifyPropertyChanged, INotifyPropertyChanging
? ? ?
?
? ? ? ? ? ? ? #region INotifyPropertyChanged Members
?
? ? ? ? ? ? ? public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
?
? ? ? ? ? ? ? private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? }
?
? ? ? ? ? ? ? #endregion
?
? ? ? ? ? ? ? #region INotifyPropertyChanging Members
?
? ? ? ? ? ? ? public event PropertyChangingEventHandler PropertyChanging;
?
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? private void NotifyPropertyChanging(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? if (PropertyChanging != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? PropertyChanging(this, new PropertyChangingEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? }
?
? ? ? ? ? ? ? #endregion
?
?
? ? ? ? ? ? ? [Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
? ? ? ? ? ? ? private string id;
? ? ? ? ? ? ? public string Id
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? return id;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? if (id != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? NotifyPropertyChanging("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? id = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? NotifyPropertyChanged("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? }
?
? ? ? ? ? ? ? }
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? [Column()]
? ? ? ? ? ? ? private string nome;
? ? ? ? ? ? ? public string Nome
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? return nome;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? if (nome != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? NotifyPropertyChanging("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? nome = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? NotifyPropertyChanged("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? }
?
? ? ? ? ? ? ? }
? ? ? ? ? ? ?
?
? ? ? }
Em aplicações Silverlight é comum implementar a interface INotifyPropertyChanged para monitorar mudanças nas propriedades da classe , e tirar um melhor proveito do recursos de databinding da tecnologia, para auxiliar o LINQ to SQL, também vamos implementar a interface INotifyPropertyChanging, com ela é possível monitorar quando uma propriedade será modificada e com isso o DataContext é informado e pode identificar as mudanças e melhorar a performance da aplicação.
O Data Context é o local onde definimos o contexto dos dados que servirão para criar a base de dados local, o LINQ to SQL depende do mapeamento entre o modelo de objetos e o esquema da base de dados. Dependendo da complexidade do modelo, esse arquivo pode ser trabalhoso de ser criado manualmente, mas existem formas de utilizar alguma ferramenta para cria-lo, o SQL Metal é uma delas conforme comentado acima no artigo.
Crie uma classe chamada ClienteDataContext , ela vai herdar de DataContext, o DataContext contém diversas propriedades e métodos que auxiliam na manipulação de base de dados, como por exemplo, verificar se uma base de dados existe, criar e excluir uma base de dados, entre outros, mais adiante vamos utilizar o método CreateDatabase() para criar fisicamente a base de dados local no Windows Phone.
A próxima etapa é criar a string de conexão com a base de dados, utilizaremos a palavra chave “isostore” para informar que o arquivo ficará no Isolated Storage, após isso informaremos o nome da base de dados como Cliente.sdf. É na string de conexão que você pode inserir um senha de acesso a base de dados, informar uma cultura específica ou até mesmo criar uma base de dados somente leitura, para mais informações sobre string de conexões para o WP7 acesse http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202861(v=vs.92).aspx
Por último vamos definir uma tabela Cliente de acesso público e única no DataContext através de public Table
No App.xaml.cs da aplicação , localize o construtor da classe e no final adicione o código abaixo, neste momento vamos criar uma base de dados usando o DataContext criado anteriormente, o código verifica se existe uma base de dados e caso não exista ele já cria uma nova base de dados.
using (ClienteDataContext ctx = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString))
? ? ? if (ctx.DatabaseExists() == false)
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ctx.CreateDatabase();
? ? ? ? ? ? ?
?
}
Para finalizar o artigo vou criar uma tela simples em Silverlight, sem se preocupar com o layout, a tela tem um botão chamado “add” que vai adicionar um registro na base de dados e logo abaixo um ListBox chamado “lst”, que está ligado através de databinding a propriedade ItemSource com uma ObservableCollection chamada Items, na propriedade Text vamos mostrar o nome do cliente também ligando através de databinding.
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Grid.Row="1" Margin="12,0,12,0">? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
No constructor do MainPage vamos criar uma instância do DataContext chamado clienteDB :
clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
No evento ? Loaded da MainPage, realizamos um consulta LINQ to SQL e já adicionamos o resultado em uma ObservableCollections chamada Items, que está ligado ao ItemSource da ListBox, veja como é prático ligar as informações na tela, neste exemplo como o foco é o conceito de local database, o projeto foi criado todo no code-behind da MainPage, mas você poderia criar usando o ViewModel e ligando o ObservableCollection com a View.
var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
select r;
Items = new ObservableCollection(result);
Para mais informações sobre LINQ:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb397897.aspx
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386976.aspx
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386913.aspx
Vamos agora para o código do botão “add” que vai adicionar os registros na base de dados, através do InsertOnSubmit() adicionamos o objeto ao DataContext e através do SubmitChanges(), o objeto é registrado na base de dados, por último, inserimos o objeto na coleção para que seja apresentado na tela.
Cliente c = new Cliente();
c.Nome = txtNome.Text;
clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
clienteDB.SubmitChanges();
Items.Add(c);
?
Código completo da MainPage:
? ? public partial class MainPage : PhoneApplicationPage, INotifyPropertyChanged
? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ClienteDataContext clienteDB;
? ? ? ? ? ? ? ? #region INotifyPropertyChanged Members
? ? ? ? ? ? ? ? public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? ? ? ? ? ? ? ? private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? }
? ? ? ? ? ? ? ? #endregion
? ? ?
? ? ? ? ? ? ? private ObservableCollection_items;
? ? ? ? ? ? ? public ObservableCollectionItems
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? return _items;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? if (_items != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? _items = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? NotifyPropertyChanged("Items");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? }
? ? ? ? ? ? ? }
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? // Constructor
? ? ? ? ? ? ? public MainPage()
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? InitializeComponent();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? this.DataContext = this;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? select r;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Items = new ObservableCollection(result);
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? private void add_Click(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Cliente c = new Cliente();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? c.Nome = txtNome.Text;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? clienteDB.SubmitChanges();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Items.Add(c);
? ? ? ? ? ? ?
? ? ? }
Links:
Boas Práticas:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh286406(v=vs.92).aspx
Mais informações sobre local database no Windows Phone :
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202860(v=vs.92).aspx
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202876(v=VS.92).aspx
Alterações do esquema da base de dados:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh394018(v=VS.92).aspx
User Interface para Apps iOS – Dicas para Designers.
A algum tempo venho me aventurando no estudo de Design para apps, tanto Android quanto iOS. No entando, depois de vastas pesquisas e claro, da prática, nada melhor que ela para nos dar experiência sobre o assunto, resolvi corrigir meu último post sobre o tema.
Nele eu comento sobre a melhor técnica para criar a skin, indicando a resolução de 320 x 480px como a melhor forma. Recordemos:
“Portanto a melhor técnica é criar, obviamente tudo em vetor, na resolução de 320 x 480px, ver se está tudo harmonico, e então só depois redimensionar para o dobro, 640 x 960px. Confie, ficará muito melhor que desenhar diretamente para 640 x 960px, já tive algumas experiências ruins criando diretamente nessa resolução. Deixe para aplicar texturas caso queira faze-lo na resolução de 640, já as bases tem que ser vetorial.”
Acontece que apesar de ser uma técnica boa, utilizada muito lá fora, nada melhor que desenvolvermos o nosso próprio método, que melhor se adapta a nossa realidade.
Um dos grandes problemas que encontrei na criação de interfaces para iOS é a diferença de cores vista no meu Macbook em relação ao meu iPhone4. (o tal retina).
As cores realmente mudam, e o verde ou azul que eu estava vendo no meu Macbook e que achei que estava agradável, misteriosamente mudava de maneira drástica ao abrir a app no iPhone. Confesso que aquilo me irritava a tal ponto que ? a solução empregada por mim era senão exportar imagens de teste para então abri-las no meu iPhone a fim de comparar as cores.
Ok Eduardo, mas não estavamos tratando de resolução? Sim, mas foi procurando a solução de um problema que cheguei na solução de dois…
Pensei naqueles aplicativos para controlar o Mac remotando através do iPhone, mas que fosse por tela compartilhada, fato, iria resolver a questão das cores, mas nada a ver com a questão da resolução.
Porém depois de testar alguns aplicativos cheguei ao Live View, ele não só resolvia esse meu problema pois compartilha a tela, como sua função é exclusivamente ajudar Designers no desenvolvimento das apps, e nem acreditei quando vi que era FREE, e acreditem, pagaria facilmente 5 dólares por ele hoje devido a sua utilidade.
E porque ele resolveu meu problema de resolução? Porque me senti mais tranquilo em desenvolver já no tamanho do retina a fim de poder ver diretamente no iPhone as proporções dos elementos no meu stage.
Resultado, muito mais praticidade e com isso muito mais qualidade no visual da app…
Logo, inverti o processo para o desenvolvimento diretamente em Retina Display, e quando vou exportar no Photoshop eu simplesmente exporto para @2x com 100% de resolução e então exporto sem o @2x, ou seja, 1x, mas com o nome puro da imagem com 50% do seu tamanho.
Ah sim, e a app funciona também para iPad.
Você precisa instalar uma app no seu Mac, que irá liberar o acesso da app que está no seu iPhone ou iPad para ter a visualização no Mac.
http://www.zambetti.com/projects/liveview/
Antes de mais nada você precisa de uma rede wifi onde seu Mac e seu iPhone ou iPad estejam conectados, uma vez com a app baixada no iPhone e iPad, abra primeiro a app que está no seu Mac, do contrário vai aparecer essa imagem:
Agora que aprendeu, e abriu primeiro o Live View no seu Mac, irá aparecer a seguinte mensagem:
Basta selecionar o seu Mac e a imagem que está dentro do retângulo optado (iPhone ou iPad, portrait ou landscape) irá aparecer no iPhone ou iPad da forma como escolheu.
O Live View também permite você colocar uma senha de acesso por questões de segurança.
Ele possui várias configurações, mas são bem simples, você pode rotacionar a tela (portrait ou landscape), optar pelo Retina, inclusive escolher a performance dependendo da sua rede Wifi.
Essa app foi de grande valia para mim, espero que ajude também você que está desenvolvendo ou pensando em desenvolver para iOS.
GDD – Google Developer Day
Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores
São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.

Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.
Android
Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.
Google AppEngine
A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.
Google Chrome
Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.
Html 5
Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.

Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5
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Por @Gust4v0_H4xx0r


















