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Jan 4

Mac OS X do Snow para o Lion… lentidão

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, Aplicativos, app, apple, AR, back, blog, Blogs, C#, cache, chrome, class, Desenvolvimento, Dica, Dicas, Eclipse, err, exemplo, firefox, Flex, for, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, JPA, library, Mac, menu, mg, O, on, Oracle, Outros, padrão, Partilha, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, servidor, Software, Tech, UI, web @ 01 4th, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Um post r?pido para compartilhar algo que pode ser ?til a mais algu?m…

Recentemente fiz o upgrade do meu Macbook Pro do Mac OS X Snow Leopard para o Lion, depois de todas as atualiza??es de software, no uso do dia a dia notei que o Lion estava absurdamente lento, Google Chrome, Mozilla Firefox, o Eclipse (esse estava de chorar e desanimador de t?o lento que estava)

Lendo os blogs, achei 2 dicas que resolveram o problema:

1 – Verificar e reparar as permiss?es de acesso ao HD

Caminho: Finder > Applications > Utilities > Disk Utility

Selecionar o drive que representa o Mac, depois clicar no bot?o: Verify Disk Permissions, esperar finalizar e depois no bot?o: Repair DIsk Permissions

Link do post com as dicas: Speed up Mac OS X Lion

Desde post tamb?m revisei as configura??es do Spotlight.

2 – Limpar os caches

Abrir o Finder > Menu: Go > Go Folder | ou executar o atalho: Shift + Command + G

Digite: ~/Library/Caches

Apague o conte?do deste diret?rio

Caso n?o tenha total seguran?a se deve apagar todos os arquivos e diret?rios, fa?a um backup, copiando o conte?do da pasta para outro diret?rio. Obs.: esse passo n?o ? necess?rio, mas caso queria alguma garantia de o que fazer se algo der errado ter? as c?pias.

Aten??o: alguns diret?rios e arquivos n?o ser?o exclu?dos pois est?o em execu??o, por exemplo, cache referente ao Finder e a alguns outros aplicativos do Mac OS X.

Reinicie seu Mac.

Link do post com a dica: OSX Lion – Clear your caches!

Feito estes procedimentos, os aplicativos e o Mac OS X Lion passou a ter uma performance e resposta aceit?vel, assim como tinha no Mac OS X Snow Leopard.


Veja também:

  • Oracle XE : Mudando a porta padrão HTTP
  • Como jogar Call Of Dudy 4 MW em servidores do Brasil?
  • WebLogic 10.x + Hibernate 3 (JPA) e base Oracle 9+
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • [Adobe Flex] comparando datas de maneira rápida e fácil
Jan 3

SharedObject com Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, Aplicativos, app, AR, BI, botão, browser, C#, class, cliente, código, Cookie, Curso, dados, demo, Download, err, event, EventListener, events, exemplo, Ferramenta, filter, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, function, Geral, git, Google, handle, html, ide, IE, if, image, instalação, int, live, mg, O, on, Outros, Partilha, player, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, S+S, server, servidor, swf, TAT, UI, uint, update, Ved, web, window @ 01 3rd, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.

O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.

  • Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
  • Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server

Vejamos o primeiro caso:

Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR

Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possível utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.

  • Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
  • Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
  • Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
  • Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
  • Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:

  • No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
  • Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
  • Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. var nc:NetConnection;
  4. function init():void
  5. nc = new NetConnection();
  6. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  7. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  8. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  9. trace(evt.info.code);
  10. init();

Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:

NetConnection.Connect.Success

Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  2. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  3. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  4. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  5. so.connect(nc);

O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  2. mc_ball.x = so.data.x;
  3. mc_ball.y = so.data.y;

Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  2. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  3. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  4. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  5. mc_ball.startDrag();
  6. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  7. mc_ball.stopDrag();
  8. function update(evt:Event=null):void
  9. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  10. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);

Segue o código completo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. import flash.net.SharedObject;
  4. import flash.events.SyncEvent;
  5. import flash.events.MouseEvent;
  6. import flash.events.Event;
  7. var nc:NetConnection;
  8. var so:SharedObject;
  9. function init():void
  10. nc = new NetConnection();
  11. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  12. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  13. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  14. {
  15. trace(evt.info.code);
  16. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  17. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  18. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  19. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  20. so.connect(nc);
  21. }
  22. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  23. mc_ball.x = so.data.x;
  24. mc_ball.y = so.data.y;
  25. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  26. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  27. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  28. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  29. mc_ball.startDrag();
  30. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  31. mc_ball.stopDrag();
  32. function update(evt:Event=null):void
  33. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  34. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
  35. init();

Veja uma demostração em funcionamento:

Download sharedBall

Dez 13

[Android] Instalando a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3.5, 3g, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, back, bar, BI, blog, break, C#, cache, class, Curso, custom, dados, demo, Desenvolvimento, developer, Dica, Dicas, Download, err, fonte, for, game, Google, html, ide, IE, if, image, int, iphone, jandersonfc, Links, lista, lite, loop, Mac, menu, mg, NaN, O, on, oop, PHP, problema, processo, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, site, TAT, Touch, Tutoriais, Tutorial, tv, Twitter, UI, update, window, windows, zend @ 12 13th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Depois de ver o Motorola Milestone 1 do @jandersonfc e do @horochovec rodando a MIUI ROM (Android) e ver que os respectivos aparelhos estavam impressionantemente r?pido, resolvi enfim entrar na onda e atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM. Instalei (12/12/2011) a vers?o MIUI-1.12.02 a qual utilizar a vers?o Android 2.3.7 como base.

Site Oficial (vers?o em Ingl?s)

Para atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM, tentei seguir o tutorial indicado pelo @plcosta, neste [link], mas confesso que depois de 3 tentativas frustradas desanimei, ent?o pedi uma ajuda para o @horochovec, para usar voltar a ROM original do Milestone 2 e recome?ar o processo de atualiza??o do zero. Finalmente tivemos a id?ia de olhar um tutorial de instala??o do CyanogenMod para o Milestone 2 [link], em resumo bastou seguir os passos indicados necesse tutorial que consegui realizar a instala??o da MIUI ROM no meu Milestone 2.

Realizei uma mescla dos 2 tutoriais para realizar a instala??o…

O que posso dizer, agora que estou usando a MIUI ROM?

Recomendo, quem instalar vai gostar muito.

Quer instalar a MIUI ROM tamb?m?

Caso queira mesmo, a seguir segue algumas instru??es conforme realizei a instala??o.

Aten??o: ? necess?rio lembrar que esse procedimento ? por sua conta e risco.

Obs.: com um pouco de aten??o, voc? tamb?m vai conseguir instalar a MIUI ROM no seu Milestone sem fazer nenhuma besteira.

Voc? tem o Motorola Milestone 1?

Mesmo n?o sendo o meu objetivo aqui, o @horochovec j? vez um [post] no blog dele que descreve os passos para a instala??o. (Sinceramente a instala??o no Milestone 1 me parece bem mais f?cil e r?pida que no Milestone 2 hehe)

N?o est? afim de apanhar como eu na instala??o no seu Milestone 2?

A seguir irei listar o passo a passo que realizei.

Obs.: no meu caso eu utilizo um Mac, ent?o tenha acess?vel um computador com Windows para te facilitar a vida. Se algo der errado n?o se desespere, ? s? voltar a ROM original do aparelho e recome?ar o procedimento para instala??o da nova ROM, para voltar esta ROM original ? que ser? necess?rio o Windows.

O que voc? vai precisar para realizar a instala??o da MIUI ROM

- Gingerbreak – para rootear o celular

- UPDATE_1.12.02_0.zip – MIUI ROM que utilizei e instalei no meu Milestone 2

- Bootmenu v0.8.6-v2.zip – arquivo do menu do boot para voc? conseguir selecionar e instalar a MIUI ROM

- Bootstrap – Droid 2 Bootstrap (Android Market) – necess?rio para acessar o bootmenu

- Rsd Lite – Aplicativo da Motorola para instalar SBF, serve para atualizar o Bootloader do aparelho e caso precise voltar a ROM original do aparelho, voc? ir? utilizar este aplicativo para realizar a tarefa. Lembrando que este aplicativo ? exclusivo e s? possui vers?o para MS. Windows.

Aten??o: sempre que voc? for executar o Rsd Lite para instalar uma SBF, tenho o m?ximo de cuidado, o procedimento deve ser executado e conclu?do 100%, este ? o ?nico procedimento que pode causar a perda irrevers?vel do aparelho.

- SBFs : Bootloader 70.13 e Vers?o original da ROM do Milestone 2 ( vers?o 2.2 Brazil, a primeira linha )

Tenha esses arquivos listados acima no seu computador, para facilitar sua vida =]

Procedimento para instalar a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Caso voc? queira ser cautelos@ e realizar um backup do seu celular, veja este [ link 1 - ROM original | 2 - aplicativos e dados ]. Eu particularmente n?o vi utilidade pr?tica nisto, pois ? tudo ou nada, queria a nova ROM no meu aparelho hehe.

Lembrando que os passos descritos a seguir foram os que eu utilizei na instala??o…

Sempre que for executar esse procedimento, fa?a com a bateria carregada.

Passos:

1 - Copie os arquivos: Gingerbreak.apk, UPDATE_1.12.01_0.zip, Bootmenu v0.8.6-v2.zip para o SD Card do aparelho

1.1 - Caso voc? tenha feito o download do Bootstrap.apk, copie este arquivo tamb?m para o SD Card

2 - Renomeie o arquivo UPDATE_1.12.01_0.zip para update.zip, este procedimento ? para facilitar o processo de instala??o.

3 - Verifique no aparelho, nas configura??es do Android a op??o Aplica??es(Programas) submenu, Desenvolvimento se as op??es, Fontes desconhecidas e Depura??o USB est?o ativas.

4 - Atrav?s do Gerenciador de arquivos localize o arquivo Gingerbreak.apk clique sobre ele e instale. Fa?a o mesmo para o Bootstrap, caso voc? tenha este.

4.1 – Caso tenha optado em n?o baixar este, acesse o Market do Android e instale por l? (Droid 2 Bootstrapper).

4.2 - Execute o aplicativo Gingerbreak, pois ? necess?rio rootear o aparelho para continuar a instala??o. A execu??o desse aplicativo ir? reinicar o aparelho, n?o se preocupe.

5 - Execute o Droid 2 Bootstrapper, neste aplicativo clique:

5.1 - Bootstrap Recovery

5.2 - Reboot Recovery

6 - Seu aparelho ser? reiniciado e exibir? um menu (em verde) com algumas op??es, onde o bot?o (+) do volume sobre, o (-) desce e o bot?o de tirar foto representa (ok/enter)

6.1 - Selecione: “install zip from sdcrad”

6.2 - Localize e selecione o arquivo: Bootmenu v0.8.6-v2.zip e (ok)

6.3 - Ap?s a instala??o, selecione a op??o do menu: “GO Back” (ok)

6.4 - Selecione a op??o: “Reboot System now” (ok)

7 - Seu aparelho ser? reiniciado novamente e exibir? um menu (azul), onde neste os comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

7.1 - Selecione: “Boot” (power)

7.2 - Selecione: “Set default: [boot Menu]“ (power)

7.3 - Selecione: “nomal” (power)

7.4 - Selecione: “Go Back” (power) 2x

7.5 - Selecione: “Recovery” (power)

7.6 - Selecione: “Custom Recovery” (power)

8 - Voc? ver? novas op??es no menu e uma imagem Android BootMenu, neste menu o comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power) Nesta op??o todos as informa??es na mem?ria embarcada do aparelho ser?o limpas.

8.2 - Selecione: “advanced” (power)

8.2.1 - Selecione: “Wipe Dalvik Cache” (power)

8.2.2 - Selecione: “Wipe Baterry Stats” (power)

8.2.3 - Volte ao menu anterior

8.3 - Necess?rio repetir o passo 8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power)

8.4 - Selecione: “Apply update from sdcard” (power)

8.5 - Ap?s finalizar a instala??o, selecione a op??o: “reboot system now”

9 - Seu aparelho ir? iniciar e exibir o s?mbolo da motorola em vermelho, diferente a ROM default do MotoBlur, nesta etapa ? aguardar e esperar a MIUI ROM ser carregada. (Demorou uns 3 minutos ou 5 minutos at? entrar pela primeira vez)

Estou esperando a um bom tempo e n?o entrou, o que eu fa?o?

Bom caso voc? esteja em desespero vendo seu celular em um loop infinto, dizendo que est? carregando o Android e at? agora nada. N?o se desespere, eu passei por isso 3 vezes at? conseguir instalar a MIUI ROM.

Mantenha a calma.

Nessa situa??o voc? vai precisar do Rsd Lite, um computaor MS. Windows.

Como j? havia indicado para fazer download dos arquivos .sbf, neste momento ? que se faz uso deles.

Passos:

1 - Desligue o aparelho

2 - Ligue o aparelho segurando o bot?o power e a ceta para cima do teclado do Milestone 2

3 - Quando observar que a tela ligou, por?m est? preta, solte os bot?es

Aten??o: m?ximo cuidado nesse momento, mantenha o cabo USB sempre conectado, nunca pare o procedimento, esta etapa ? cr?tica e pode danificar o seu aparelho caso n?o seja executada corretamente.

4 - Verifique e certifique-se de que a vers?o do Bootloader ? a 70.13 (caso voc? nunca instalou nenhuma ROM deve ser)

4.1 - Caso n?o for a vers?o indicada, plugue o cabo usb no celular e no computador e na aplica??o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente ao bootloader, depois desligue e ligue novamente para acessar o bootloader.

4.2 - Estando na vers?o correta e com o aparelho ligado via usb, utilizando o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente a ROM original do aparelho.

5 - Terminando a instala??o, mantenha o aparelho conectado no computador at? o Android ser carregado totalmente, somente depois disso voc? poder? desconectar o cabo usb.

6 - Voc? est? com seu aparelho de volta ao estado de quando voc? comprou e tirou ele da caixa.

7 - Provavelmente voc? ter? que logar no MotoBlur, execute o seu login at? que acesse totalmente ao Android.

8 - Voltei ao passo 1 do procedimento de instala??o da ROM.

Aeee, acessou a tela da MIUI, ufa… hora de fazer o ajuste fino

Voc? perceber? que estar? com a MIUI em Ingl?s, mas isto n?o ? um problema, basta alterar o idioma para portugu?s.

- Altera o idioma para Portugu?s (Brasileiro) [link]

- A ilumina??o do teclado n?o vem habilitada inicialmente, para arrumar isto, veja este [link]

- Calibrar a bateria do aparelho para um melhor rendimento [link]

- A MIUI n?o vem com um teclado Swype, ent?o instalei: TouchPal Keyboard e o dicion?rio para Portugu?s Brasileiro

Um grande vil?o do consumo de bateria ? o 3G no aparelho que fica ativo 100% do tempo desde que este esteja habilitado, para resolver isso instalei o aplicativo APN Brasil Pro (Android Market), que possui um recurso que melhora o gerenciamento do 3G e ajuda consideravelmente a aumentar o tempo de vida da bateria do aparelho.

Deixo registrado aqui meus agredimentos a galera que me ajudou com dicas e links e informo que esses passos que descrevi foi uma mescla dos posts:

- @ajudandroid – MIUI VERS?O 1.11.18 “ATUALIZADA PARA VERS?O 1.12.02 04/12/2011

- Clube do Android – CyanogenMod 7 Android 2.3.5 para Milestone 2


Veja também:

  • Google Nexus Two
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • Adobe AIR – Empacotador para iPhone OS + demos
  • [Android Game] Angry Birds : acessando níveis travados
  • Segundo comercial DROID da Verizon : stealth ataca EUA
Nov 23

Flash Mobile Day Ed. São Luis

Escrito por Willian Mano em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Air, Android, Aplicativos, app, app store, AR, BI, C#, class, Design, err, event, Evento, flash, flash builder, Flex, for, int, interface, internet, mg, mobile, O, on, Palestra, Palestras, problema, problemas, processo, programação, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, S+S, TAT, Twitter, UI @ 11 23rd, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
Willian Mano
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Flash Mobile Day

No dia 18/11 aconteceu o flash mobile day edição são luis no auditório do cecen – UEMA.

Eu particularmente estou muito satisfeito com o evento, tivemos grandes palestras com conteúdo de alto nível.

Tivemos problemas durante a manhã pois estávamos sem internet para a transmissão das palestras, porém, o evento aconteceu normalmente presencialmente.

As 4 palestras envolveram as áreas de design, programação e marketing. Bom, foi muito show.

A seguir segue o link das apresentações:

Palestra: Design de interfaces para aplicativos móveis.
Palestrante: Eduardo Gibran
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/desingDeInterfaces-Gibran.pdf

Palestra: Proceso de criação. Da escolha da plataforma ? app store.
Palestrante: Willian Mano
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/processoDeCriacao-Willian.pdf

Palestra: Flex para dispositivos móveis
Palestrante: Bruno Araújo
Link: http://prezi.com/klmt7jez4lfv/o-poder-do-flex-para-dispositivos-moveis/

Palestra: Marketing de guerrilha, ações virais e dispositivos móveis: o real e o virtual nas suas mãos.
Palestrante: Rafaela Marques
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/marketing-Rafaela.pdf

Mais uma vez obrigado ? todos que ajudaram para que esse evento fosse possível.

Um gradecimento especial ? todos que apoiaram o evento, em especial ? RIACYCLE que através do Igor Costa nos ajudou a abrilhantar um pouco mais esse evento.

Obrigado a RINO, que, através do Odair Seixas no permitiu realizar essa versão aqui nas terras longiquas de São Luis do Maranhão.

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Out 30

Windows Phone Mango – Local Database

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 4, 6, abas, AMF, Aplicativos, app, AR, Arquitetura, arte, Artigo, auto, BI, blog, Blogs, botão, C#, camp, class, classe, classes, cliente, código, collection, cultura, Curso, Cursos, dados, demo, desempenho, Desenvolvedor, Design, designer, Documentação, dotnet, DRE, err, event, Evento, exemplo, Ferramenta, for, Formação, handle, html, ide, IE, if, int, interface, layout, library, Links, linq, Linq to Sql, map, mg, Microsoft, monitor, MSDN, mudanças, O, on, Otimização, Outros, Partilha, processo, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, serviço, silverlight, SQL Server, state, string, TAT, Tecnologia, Tema, template, Treinamento, UI, UX, Ved, vs, window, windows, XAML @ 10 30th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Na versão Mango do Windows Phone, você pode manipular uma base de dados localmente, chamada de local database na documentação oficial, o recurso permite que o desenvolvedor crie aplicativos com registros de dados em tabelas, além de manipular seus registros utilizando o LINQ to SQL.

Uma base de dados local no WP7 fica localizada no Isolated Storage, um local acessível somente pela aplicação corrente, a arquitetura fica conforme a figura abaixo, onde temos a aplicação que contém um DataContext e através de LINQ to SQL, fazemos o acesso a base de dados local no Isolated Storage

Arquitetura Local Database

Arquitetura Local Database

Para saber mais sobre Isolated Storage acessem os links:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff402541(v=vs.92).aspx

http://www.windowsphonebrasil.net/windowsphonebrasil/post/2010/10/08/Salvando-e-restaurando-o-Application-State-no-Windows-Phone-7.aspx

No WP7 as aplicações ficam eram áreas isoladas uma das outras, ou seja, uma aplicação não tem acesso ao Isolated Storage de outra aplicação, portanto até o momento não é possível compartilhar uma base de dados local com diversas aplicações. Diferente de uma base de dados SQL Server, um local database não pode rodar como um serviço continuo, visto que ele é executado somente durante o processo da aplicação.

Você pode criar um local database para manipular uma quantidade de dados razoável utilizando as facilidades de consultas do LINQ to SQL juntamente com o relacionamento de tabelas, similar a uma base de dados comum, o local database é uma implementação do SQL CE para o WP7, permitindo realizar facilmente tarefas com incluir, alterar , excluir e realizar consultas com LINQ.

Até o momento não existe uma ferramenta de designer visual e oficial para criar as tabelas, relacionamentos, etc, com a base de dados local, o que poderia facilitar muito, neste artigo faremos um exemplo simples, somente com uma tabela, porém, em um projeto mais complexo, essa tarefa poderia ser um pouco trabalhosa, uma forma não oficial de criar o modelo seria utilizar o SQL Metal, para mais informação, acessem o Centro de Treinamento Oficial do Windows Phone no MSDN ou através do link : http://windowsphonegeek.com/articles/Using-SqlMetal-to-generate-Windows-Phone-Mango-Local-Database-classes .

Com o SQL Metal podemos criar o Data Context através de um comando e com poucas modificações deixá-lo compatível com o Mango e poupar a codificação manual da criação de tabelas e relacionamentos.

Exemplo de comando do SQL Metal:

%ProgramFiles(x86)%Microsoft SDKsWindowsv7.0ABin>SqlMetal.exe
/code:”C:CaminhoClienteDC.cs” “C:CaminhoClienteDB.sdf”

Outras formas:

http://claudiufarcas.blogspot.com/2011/10/windows-phone-mango-sql-ce-tips-and.html

http://blogs.ugidotnet.org/corrado/archive/2011/06/05/using-local-database-in-wp7-mango.aspx

Nesta primeira parte do artigo vou criar uma base de dados muito simples, com uma tabela somente e um único campo, dessa forma podemos focar em como criar e entender os conceitos envolvidos Vou criar uma base de dados Cliente.sdf, com uma tabela chamada Cliente e um campo chamado Nome.

A primeira classe que vamos criar é a entidade Cliente e decorar com alguns atributos utilizados para a manipulação da base de dados, a classe servirá de apoio para a criação da tabela cliente. Para que você possa inserir os atributos nas propriedades da classe, é necessário adicionar o using System.Data.Linq.Mapping, em seguida adicione o atributo [Table] logo acima da criação da classe e adicione o atributo [Column()] em cada propriedade, na primary key da tabela, personalize com :

[Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]

Dessa forma a coluna será criada na tabela como sendo Primary Key, não permitindo registros duplicados e gerando automaticamente um número a cada inclusão. Com a adição do atributo Column() nas outras propriedades, cada coluna correspondente será criado na tabela.

Com os atributos de colunas você pode definir uma série de recursos, para saber quais são os atributos de colunas que você pode utilizar no LINQ to SQL para WP7 acesse o link http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.columnattribute(VS.95).aspx

Um atributo em especial que adiciona uma coluna de versão pode auxiliar no desempenho de grandes atualizações de dados, apresentando uma significativa melhoria na aplicação, é o IsVersion=true, essa otimização é exclusiva para o LINQ to SQL do WP7 e usado internamente para identificar a versão da coluna modificada:

[Column (IsVersion = true)]
_VERSION Binary privado;

Igualmente importantes são os atributos de associações, que permitem realizar o relacionamento entre as tabelas, para mais informações acesse:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.associationattribute(v=VS.95).aspx

Exemplo de Associação:

[Association(Storage = "_cliente", ThisKey = "_clienteId", OtherKey = "Id", IsForeignKey = true)]

Código da Classe Cliente:

? ? ?  [Table]
? ? ?  public class Cliente : INotifyPropertyChanged, INotifyPropertyChanging
? ? ?  
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanging Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangingEventHandler PropertyChanging;
? 
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanging(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanging != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanging(this, new PropertyChangingEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
? ? ? ? ? ? ?  private string id;
? ? ? ? ? ? ?  public string Id
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return id;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (id != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  id = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column()]
? ? ? ? ? ? ?  private string nome;
? ? ? ? ? ? ?  public string Nome
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? return nome;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (nome != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  nome = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? 
? ? ?  }

Em aplicações Silverlight é comum implementar a interface INotifyPropertyChanged para monitorar mudanças nas propriedades da classe , e tirar um melhor proveito do recursos de databinding da tecnologia, para auxiliar o LINQ to SQL, também vamos implementar a interface INotifyPropertyChanging, com ela é possível monitorar quando uma propriedade será modificada e com isso o DataContext é informado e pode identificar as mudanças e melhorar a performance da aplicação.

O Data Context é o local onde definimos o contexto dos dados que servirão para criar a base de dados local, o LINQ to SQL depende do mapeamento entre o modelo de objetos e o esquema da base de dados. Dependendo da complexidade do modelo, esse arquivo pode ser trabalhoso de ser criado manualmente, mas existem formas de utilizar alguma ferramenta para cria-lo, o SQL Metal é uma delas conforme comentado acima no artigo.

Crie uma classe chamada ClienteDataContext , ela vai herdar de DataContext, o DataContext contém diversas propriedades e métodos que auxiliam na manipulação de base de dados, como por exemplo, verificar se uma base de dados existe, criar e excluir uma base de dados, entre outros, mais adiante vamos utilizar o método CreateDatabase() para criar fisicamente a base de dados local no Windows Phone.

A próxima etapa é criar a string de conexão com a base de dados, utilizaremos a palavra chave “isostore” para informar que o arquivo ficará no Isolated Storage, após isso informaremos o nome da base de dados como Cliente.sdf. É na string de conexão que você pode inserir um senha de acesso a base de dados, informar uma cultura específica ou até mesmo criar uma base de dados somente leitura, para mais informações sobre string de conexões para o WP7 acesse http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202861(v=vs.92).aspx

Por último vamos definir uma tabela Cliente de acesso público e única no DataContext através de public Table Cliente.

No App.xaml.cs da aplicação , localize o construtor da classe e no final adicione o código abaixo, neste momento vamos criar uma base de dados usando o DataContext criado anteriormente, o código verifica se existe uma base de dados e caso não exista ele já cria uma nova base de dados.

using (ClienteDataContext ctx = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString))

? ? ?  if (ctx.DatabaseExists() == false)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ctx.CreateDatabase();
? ? ? ? ? ? ?  
? 
}

Para finalizar o artigo vou criar uma tela simples em Silverlight, sem se preocupar com o layout, a tela tem um botão chamado “add” que vai adicionar um registro na base de dados e logo abaixo um ListBox chamado “lst”, que está ligado através de databinding a propriedade ItemSource com uma ObservableCollection chamada Items, na propriedade Text vamos mostrar o nome do cliente também ligando através de databinding.


? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? Grid.Row="1" Margin="12,0,12,0">
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 

No constructor do MainPage vamos criar uma instância do DataContext chamado clienteDB :

clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);

No evento ? Loaded da MainPage, realizamos um consulta LINQ to SQL e já adicionamos o resultado em uma ObservableCollections chamada Items, que está ligado ao ItemSource da ListBox, veja como é prático ligar as informações na tela, neste exemplo como o foco é o conceito de local database, o projeto foi criado todo no code-behind da MainPage, mas você poderia criar usando o ViewModel e ligando o ObservableCollection com a View.

var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
select r;
Items = new ObservableCollection(result);

Para mais informações sobre LINQ:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb397897.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386976.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386913.aspx

Vamos agora para o código do botão “add” que vai adicionar os registros na base de dados, através do InsertOnSubmit() adicionamos o objeto ao DataContext e através do SubmitChanges(), o objeto é registrado na base de dados, por último, inserimos o objeto na coleção para que seja apresentado na tela.

Cliente c = new Cliente();
c.Nome = txtNome.Text;
clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
clienteDB.SubmitChanges();
Items.Add(c);

?

Código completo da MainPage:

? ?  public partial class MainPage : PhoneApplicationPage, INotifyPropertyChanged
? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ?  ClienteDataContext clienteDB;
? ? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? ? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? ? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private ObservableCollection _items;
? ? ? ? ? ? ?  public ObservableCollection Items
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return _items;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (_items != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  _items = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Items");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  // Constructor
? ? ? ? ? ? ?  public MainPage()
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  InitializeComponent();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  this.DataContext = this;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  select r;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items = new ObservableCollection(result);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  private void add_Click(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Cliente c = new Cliente();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  c.Nome = txtNome.Text;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.SubmitChanges();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items.Add(c);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ?  }

Links:

Boas Práticas:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh286406(v=vs.92).aspx

Mais informações sobre local database no Windows Phone :

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202860(v=vs.92).aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202876(v=VS.92).aspx

Alterações do esquema da base de dados:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh394018(v=VS.92).aspx

Out 27

User Interface para Apps iOS – Dicas para Designers.

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, apple, AR, blog, C#, class, control, demo, Desenvolvimento, Design, designer, Dica, Dicas, Experiências, for, free, IE, if, image, imagens, int, interface, iphone, iTunes, live, Mac, mg, O, on, Partilha, photoshop, problema, problemas, processo, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, Sun, tag, TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint, XP @ 10 27th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A algum tempo venho me aventurando no estudo de Design para apps, tanto Android quanto iOS. No entando, depois de vastas pesquisas e claro, da prática, nada melhor que ela para nos dar experiência sobre o assunto, resolvi corrigir meu último post sobre o tema.

Nele eu comento sobre a melhor técnica para criar a skin, indicando a resolução de 320 x 480px como a melhor forma. Recordemos:
“Portanto a melhor técnica é criar, obviamente tudo em vetor, na resolução de 320 x 480px, ver se está tudo harmonico, e então só depois redimensionar para o dobro, 640 x 960px. Confie, ficará muito melhor que desenhar diretamente para 640 x 960px, já tive algumas experiências ruins criando diretamente nessa resolução. Deixe para aplicar texturas caso queira faze-lo na resolução de 640, já as bases tem que ser vetorial.”

Acontece que apesar de ser uma técnica boa, utilizada muito lá fora, nada melhor que desenvolvermos o nosso próprio método, que melhor se adapta a nossa realidade.

Um dos grandes problemas que encontrei na criação de interfaces para iOS é a diferença de cores vista no meu Macbook em relação ao meu iPhone4. (o tal retina).
As cores realmente mudam, e o verde ou azul que eu estava vendo no meu Macbook e que achei que estava agradável, misteriosamente mudava de maneira drástica ao abrir a app no iPhone. Confesso que aquilo me irritava a tal ponto que ? a solução empregada por mim era senão exportar imagens de teste para então abri-las no meu iPhone a fim de comparar as cores.

Ok Eduardo, mas não estavamos tratando de resolução? Sim, mas foi procurando a solução de um problema que cheguei na solução de dois…

Pensei naqueles aplicativos para controlar o Mac remotando através do iPhone, mas que fosse por tela compartilhada, fato, iria resolver a questão das cores, mas nada a ver com a questão da resolução.
Porém depois de testar alguns aplicativos cheguei ao Live View, ele não só resolvia esse meu problema pois compartilha a tela, como sua função é exclusivamente ajudar Designers no desenvolvimento das apps, e nem acreditei quando vi que era FREE, e acreditem, pagaria facilmente 5 dólares por ele hoje devido a sua utilidade.

E porque ele resolveu meu problema de resolução? Porque me senti mais tranquilo em desenvolver já no tamanho do retina a fim de poder ver diretamente no iPhone as proporções dos elementos no meu stage.

Resultado, muito mais praticidade e com isso muito mais qualidade no visual da app…

Logo, inverti o processo para o desenvolvimento diretamente em Retina Display, e quando vou exportar no Photoshop eu simplesmente exporto para @2x com 100% de resolução e então exporto sem o @2x, ou seja, 1x, mas com o nome puro da imagem com 50% do seu tamanho.

Ah sim, e a app funciona também para iPad.

Você precisa instalar uma app no seu Mac, que irá liberar o acesso da app que está no seu iPhone ou iPad para ter a visualização no Mac.

http://www.zambetti.com/projects/liveview/

Antes de mais nada você precisa de uma rede wifi onde seu Mac e seu iPhone ou iPad estejam conectados, uma vez com a app baixada no iPhone e iPad, abra primeiro a app que está no seu Mac, do contrário vai aparecer essa imagem:

Agora que aprendeu, e abriu primeiro o Live View no seu Mac, irá aparecer a seguinte mensagem:

Basta selecionar o seu Mac e a imagem que está dentro do retângulo optado (iPhone ou iPad, portrait ou landscape) irá aparecer no iPhone ou iPad da forma como escolheu.

O Live View também permite você colocar uma senha de acesso por questões de segurança.

Ele possui várias configurações, mas são bem simples, você pode rotacionar a tela (portrait ou landscape), optar pelo Retina, inclusive escolher a performance dependendo da sua rede Wifi.

Essa app foi de grande valia para mim, espero que ajude também você que está desenvolvendo ou pensando em desenvolver para iOS.

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 24

GDD – Google Developer Day

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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 21

Android 4.0 – Ice Cream Sandwich – SDK

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, bar, BI, blog, C#, class, configuração, Curso, Desenvolvimento, Download, email, err, erro, for, Google, ide, IE, if, image, imagens, int, mg, O, on, padrão, Pessoal, problema, RIA, Ria’s Geral, runtime, S+S, SDK, SmartPhone, TAT, team, Tema, UI, uint, Widget, Widgets, zend @ 10 21st, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal,

Me deparei com um problema com o Android SDK 4.0 lançado essa sistema e vi que muita gente está sofrendo com o mesmo problema que eu. Um crash inesperado na inicialização do AVD com a seguinte mensagem: “This application has requested the Runtime to terminate it in an unusual way. Please contact the application’s support team for more information.”

Essa semana tivemos o lançamento do Android 4.0 pela Google. Eu particularmente me identifico muito com o Android, possuo a alguns anos smartphones que rodam o sistema e sou instrutor de um curso de Android SDK em parceria com a RIACycle. Não sou um doido varrido pelo Android, mas realmente gosto de todo o seu ecossistema. Pelo fato de eu gostar tanto, desenvolver em cima da plataforma e por ser instrutor do SDK, já fui fazendo o download do novo SDK para conferir um pouco da nova versão Ice Cream Sandwich.

Alguma coisa foi alterada no ADB que algumas das minhas imagens antigas simplesmente não eram mais executadas, sempre dava o mesmo erro na hora de inicializar. Para resolver o problema, eu tive que reduzir a quantidade de memória disponibilizada para a emulação, por padrão, sempre utilizei 1GB, mas só funcionou com 512MB.

Outra situação que está fazendo crash independente da quantidade de memória, é quando eu adiciono na configuração do Hardware a propriedade “Camera Support”, sempre dá crash e não consigo iniciar o emulador.

E por fim, o último problema que eu tive foi com a opção “Launch from snapshot”. Todas as tentivas no Android 4.0 deram erro, sempre tive que iniciar com a opção “Wipe user data” selecionada.

Bom pessoal, tirei algumas telas para que vocês possam conferir a imagem para desenvolvimento. Por enquanto é isso!

Boas vindas

Boas vindas

Aplicativos

Aplicativos

Aplicativos

Aplicativos

Widgets

Widgets

Discador

Discador

Navegador

Navegador

Navegador

Navegador

Status do celular

Status do celular

Email

Email

Recebendo ligação

Recebendo ligação

Atendendo Ligação

Atendendo Ligação

Ligação Atendida

Ligação Atendida

SMS

SMS

Notification Bar

Notification Bar

Espero ter ajudado quem está com dificuldades com o novo ADB.

Um abraço e até a próxima

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Twitter!

Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

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