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Mai 19

10 coisas que um bom programador flex deve saber

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 2.0, 2009, 3.5, 4, 6, action, Action Script, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, api, Aplicativos, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, Artigo, as3, BI, Bindable, blog, bug, builder 4, C#, Cairngorm, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Componentes, components, control, Controles, css, Curso, Cursos, custom, dados, Data Binding, DataGrid, Debug, demo, desempenho, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, developer, development, dispatch, dispatchEvent, DRE, empresas, err, Estilo, event, EventListener, Evento, Eventos, eventos customizados, events, Excel, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, Flex, Flex 3, Flex 4, Flex Examples, fonte, for, framework, Frameworks, Google, Gráfico, handle, html, HTTPService, ide, IE, if, int, interface, Java, layout, lista, live, Livro, lógica, map, Mate, MAX 2009, mvc, MXML, O, on, oop, opensource, Outros, player, polimorfismo, problema, problemas, programação, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, site, skins, Sun, tag, TAT, Tech, Tecnologia, tv, UI, uint, utf8, Ved, Vídeo, vs, web, Webservice, XML, XP @ 05 19th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Esta é uma tradução do seguinte artigo: 10 Things A Good Flex Developer Should Know

Para ser um bom programador Flex é preciso mais que simplesmente saber como usar alguns componentes nativos do Flex. É preciso muito mais.

Aqui está minha contribuição sobre o assunto… juntamente com alguns recursos ou algumas palavras-chave que você poderá pesquisar facilmente através do Google.

Por favor, comente no blog se você achar que esqueci algo (o que é inevitável) ou se quiser sugerir alguns recursos interessantes que devo acrescentar.

1- Programação orientada a Objetos (OO)

O Flex se baseia na linguagem ActionScript3, que é totalmente orientada a objetos. Embora não seja um conceito fácil de aprender, programação orientada a objeto é um pré-requisito para aprender Flex. Se já possui experiência com OO (Java, C#, Ruby, etc), então você está pronto. Se não, você precisará pegar um livro sobre OO e começar a aprender o mais rápido possível.

· Head First Java (Java? Sim, Eu sei. Mas confie em mim.)

· Object-oriented programming with ActionScript 3.0

Nota: Alguns de vocês poderão perguntar – “O que são padrões de projetos?”. Vamos dar um passo de cada vez? Preocupe-se em entender classes e objetos, interfaces, herança, composição, polimorfismo, encapsulamento, etc. Só então considere estudar padrões de projetos. De fato, se eu escrever um post intitulado “10 coisas que um GRANDE programador Flex deve saber”, padrões de projeto estará nessa lista.

2- ActionScript/MXML

ActionScript é a linguagem de programação usada juntamente com MXML para criar aplicações Flex. MXML é uma linguagem de marcação baseada em XML. Cada tag MXML é mapeada diretamente para uma classe ActionScript correspondente. MXML é usado pelos desenvolvedores Flex principalmente para apresentar a interface do usuário, enquanto que, o ActionScript é usado para a lógica de negócio. Com exceções, é claro.

O Framework Flex inclui centenas de classes ActionScript e interfaces usadas para desenvolver aplicações Flex. Seu nível de habilidade como um desenvolvedor Flex está diretamente ligado ao seu conhecimento em relação ao ActionScript e MXML.

· Flex in a Week

· Tour De Flex

· Essential ActionScript 3.0

Nota: Fique ? vontade com a API do Flex. Como um desenvolvedor Flex, você vai usá-la diariamente.

3- Debugging

Boa parte do tempo de qualquer programador é gasto no debugging. Obviamente, é necessário debugar para rastrear a causa de bugs. No entanto, também é uma ótima maneira de conhecer o código fonte.

Felizmente, existem muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo com o trabalho de debugging. Invista algum tempo para aprender essas ferramentas. Seu investimento irá proporcionar retorno imediato.

· Flash Builder 4.5 Debugger

· De MonsterDebugger

· Kap Inspect

4- Programação orientada a eventos

Aplicações Flex são orientadas a eventos. Toda ação é o resultado de um evento assíncrono.

Como um desenvolvedor Flex, você deve saber como responder a eventos e como criar e disparar eventos. Para isso, é necessária uma sólida compreensão da arquitetura de eventos do Flex, incluindo familiaridade com os seguintes conceitos:

· Eventos nativos (Flash Player ou Framework de eventos Flex)

· Eventos customizados (Eventos criados pelo desenvolvedor, que estende a classe Event ou uma de suas subclasses)

· Disparar eventos, propagação de eventos (ver classe EventDispatcher e seu método dispatchEvent)

· Event listeners, event handlers (ver classe EventDispatcher e seus métodos addEventListener e removeEventListener)

· Fases do evento (capture, target & bubbling phases; target vs. currentTarget)

· Objetos do evento, tipos de eventos (ver classe Event e subclasses)

· Comportamento do evento default (ver classe Event e subclasses e seu método preventDefault)

5- Data binding

Aparentemente, data binding é um “no brainer”[1]. É só vincular o valor de uma propriedade ao valor de outra propriedade usando chaves. Quando o valor da propriedade de origem for alterado, o valor da propriedade de destino também é alterado.

No entanto, existe uma sobrecarga associada ao uso indiscriminado de data binding, podendo haver implicações no desempenho. Uma sólida compreensão de data binding ajudará a determinar quando é apropriado o seu uso e quando não é.

· Flex Tips – Using Bindable Metadata Events

· Michael Labriola’s presentation entitled Diving in the Data Binding Waters

6- Item renderers

Uma característica de uma aplicação Flex bem projetada é a apresentação dos dados de uma forma visualmente atraente. O Flex oferece uma série de controles baseados em listas (DataGrid, List, TileList, HorizontalList, etc) responsável pela apresentação dos dados. Portanto, pode-se personalizar a exibição dos dados com a ajuda de item renderers.

Você irá consumir muito tempo trabalhando com item renderers. Então é melhor saber bem como ele funciona.

· Flex Examples – Item Renderers in Practice

· A Deep Dive into Flex 4 Lists and Layouts

7- Acesso remoto a dados

Você conhece muitas aplicações que não interagem com os dados? Eu também não. Saiba como recuperar dados através de HTTPServive, WebService e RemoteObject. A arquitetura do framework Flex também poderá ajudá-lo com isso (ver #9).

· Retrieving and handling data with HTTPService

· Retrieving and handling data with WebService

· Retrieving and handling data with RemoteObject

8- Styling / Skinning

Não vamos nos esquecer que o Flex é uma tecnologia de interface e, como tal, certamente há expectativas em relação ao design. Como um desenvolvedor Flex, você deve ser capaz de personalizar a aparência de seus aplicativos usando estilos CSS, gráficos e/ou skins.

Com o Flex 4, não há mais desculpas. Use um pouco do seu tempo para conhecer de uma vez o lado direito do seu cérebro. É uma excelente mudança de paradigma, e vai ajudá-lo a diferenciar-se dos outros desenvolvedores Flex.

· Flex Style Explorer

· ScaleNine

· Introduction to Flex: Part 3 – Styles & Skins

9- Pelo menos um framework de arquitetura Flex

A maioria dos frameworks de arquitetura Flex impõe uma separação de camadas através da implementação do MVC (model-view-controller). Além disso, esses mesmos frameworks especificam como seu código deve ser organizado dentro do projeto Flex.

Embora muitos argumentariam que os frameworks são desnecessários, acredito que os desenvolvedores Flex se beneficiam em muitos aspectos da experiência de usá-los. Basta assistir ? s técnicas (boas ou más) empregadas por um framework para resolver problemas complexos de arquitetura. Isso contribuirá para seu crescimento como um desenvolvedor Flex.

Além disso, é difícil negar o fato de que a experiência com framework aumentará substancialmente o seu valor comercial como um desenvolvedor Flex. Jesse Warden me disse recentemente “Existem poucas empresas que não usam frameworks, mas isso é raro. Queiramos ou não, está na ‘moda’”. Eu concordo com Jesse.

· Cairngorm

· Parsley

· PureMVC

· Mate

· Swiz

· Robotlegs

10- Ciclo de vida de componentes e display list

Eu não estava convencido da necessidade de aprender o ciclo de vida de componentes Flex ou da display list até que escrevi o meu primeiro componente customizado (na verdade foi um componente semi-customizado que se estendia do componente Canvas). Até essa época eu usava componentes nativos do Flex, usando apenas o MXML enquanto que a display list era renderizada para mim. Em nenhuma vez tive que usar os métodos addChild, createChildren ou commitProperties, e usava o evento creatiomComplete para tudo.

Meu primeiro componente customizado usava uma quantidade enorme de eventos assíncronos, e eu não poderia prever a ordem em que cada evento seria disparado. Só depois que eu aprendi os métodos e variáveis do ciclo de vida dos componentes do Flex que eu pude ter um certo controle.

Estes métodos do ciclo de vida estão lá para serem usados. Saiba como funcionam e use-os para o seu benefício. Sua vida será mais fácil e você perderá menos cabelos.

· Colin Moock’s Lost ActionScript Weekend – The Display List

· Creating New Components in Flex 3

· Diving Deep with the Flex Component Lifecycle

· Understanding the Flex 3 Component and Framework Lifecycle


[1] Expressão americana usada para algo que requer pouco esforço mental ou inteligência para realizar ou compreender

Abr 13

Palestra sobre Adobe Flash Catalyst

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 4, 6, Adobe, Apresentação, AR, AUG, BI, Catalyst, class, comunidade, err, Excel, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, FlexDuck, for, IE, mg, O, on, on-line, Palestra, Palestras, Pessoal, Ria’s Geral @ 04 13th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal

No dia 02 de abril o AUG FlexDuck realizou uma palestra on-line com o Eduardo Horvath, colaborador da DClick, sobre Adobe Flash Catalyst e Adobe Flash Catalyst – Panini.

A palestra teve duração de 1 hora e 20 minutos, contanto com mais 15 minutos para perguntas e respostas.

Tivemos uma média de 60 pessoas acompanhando a palestra via Adobe Connect, e também tivemos cerca de 40 acadêmicos da UNISEP, assistindo a palestra na universidade em Francisco Beltrão, aonde o professor e coordenador do AUG, Roberto Padilha, organizou o ambiente para que fosse possível aos acadêmicos assistirem juntos e poderem trocar informações sobre a ferramenta.

Quero aproveitar e agradecer novamente ao Eduardo Horvath pela excelênte palestra, aonde ela foi avaliada e teve 93% de votos como Excelente a apresentação e a DClick por permitir que seu colaborador contribua com a comunidade.

Adobe Flash Catalyst CS5 e Adobe Flash Catalyst – Panini from Stefan Horochovec on Vimeo.

Abaixo, algumas fotos dos acadêmicos da UNISEP acompanhando a palestra.

Mar 30

Flash Catalyst CS5 e Panini – Palestra

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Adobe, Animações, Apresentação, AR, blog, Catalyst, class, Curso, Design, designer, err, event, Evento, Eventos, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, FlexDuck, for, git, image, mg, O, on, online, Palestra, Palestra Online, RIA, Ria’s Geral, TAT, Tecnologia, Twitter, UX, XP @ 03 30th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Twitter!

Fala galera, sábado agora dia 02 às 16 horas estarei ministrando uma palestra online sobre Adobe Flash Catalyst, vou abranger o básico da ferramenta (uma apresentação para quem nunca viu), indo as comparativas entre o CS5 e Panini, passando a criação de algumas animações para entendimento e fechando com explicações sobre algumas limitações da ferramenta, etc. O espaço será aberto a dúvidas, lembrando que sou Designer e não programador e e estarei explicando dentro dessa visão.

O link para a mesma é: http://eventos.flexduck.org/flashcatalyst/

_________________________________________

Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
@eduardohorvath

Mar 10

Oportunidade Área Comercial – RS

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Apresentação, AR, BI, blog, Blogs, cliente, comunicação, control, Curso, Cursos, Dica, for, Formação, gestão, Google, IE, int, mg, O, on, Pessoal, RIA, Ria’s Geral, serviço, Serviços, Tecnologia, UI, UX, Vagas, XP @ 03 10th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
Fabio da Silva
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A T@rgetTrust oferece 3 oportunidades na área comercial:


Auxiliar Comercial – Administrativo
Atender e entender as demandas dos clientes. Acompanhar e operacionalizar as vendas. Registro de inscritos, matrículas, controle de ingressos e presenças. Apoio na divulgação e comercialização dos serviços que a empresa oferece.

Pré-Requisitos: Boa apresentação, iniciativa, pró-atividade, comunicativa, capacidade de trabalhar em equipe, ótimo inter-relacionamento pessoal.

Conhecimentos Desejáveis: Habilidade de comunicação oral e escrita. Conhecimentos de atendimento comercial, de rotinas administrativas, de informática e tecnologia. Cursos superior em andamento nas áreas de administração.

Quantidade de Vagas: 1

Benefícios: Salário compatível, VT + VR+ Assis. Médica.

Enviar currículo com pretensão salarial para rh@targettrust.com.br.

Comercial – Vendas
Atender e entender as demandas dos clientes. Acompanhar e operacionalizar vendas. Prospecção de novos clientes. Apoio à área de Marketing.

Pré-Requisitos: Iniciativa, pró-atividade, comunicativa, capacidade de trabalhar em equipe, ótimo inter-relacionamento pessoal.

Conhecimentos Desejáveis: Habilidade de comunicação oral e escrita. Experiência com vendas e atendimento comercial. Curso superior nas áreas de administração, marketing, gestão comercial ou tecnologia com formação complementar e/ou vivência na área de vendas.

Quantidade de Vagas: 2


Benefícios: Salário compatível, VT + VR+ Assis. Médica.

Enviar currículo com pretensão salarial para rh@targettrust.com.br.

Mar 9

Iniciando um projeto utilizando Gaia Framework

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, Air, Animação, Apresentação, AR, as3, auto, BI, blog, botão, camp, class, classe, classes, código, configuração, contextMenu, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Destaque, developer, Download, dynamic, exemplo, Exemplos, facebook, flash, Flash Player, for, framework, gaia, game, IE, if, image, imagens, Iniciando, int, library, Linha de Código, Links, lista, menu, mg, O, on, Outros, painel, Pessoal, PHP, player, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SEO, site, Software, Sun, swf, tag, TAT, template, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, uint, Ved, Vídeo, Vídeos, window, XML, XP @ 03 9th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
Lucas Marçal
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Salve pessoal
Estou voltando à ativa nesse blog, espero que agora eu encontre tempo para criar os tutoriais.

Inicialmente gostaria de deixar claro que o foco desse blog não é o público que eu chamo de “Hard ActionScript Developer” o meu foco são aqueles desenvolvedores que estão iniciando ou que são intermediários no mundo do Actionscript 3.0, então nem sempre vamos focar no “melhor código” para os exemplos, mesmo porque eu nem teria tempo para fazer isso, na verdade a minha intenção e abordar superficialmente algumas coisas que vejo no meu dia-a-dia e apresentar coisas realmente usuais para todos.

Dito isso, fica claro que não tenho a intenção de criar uma metodologia definitiva para desenvolvimento, então pegue leve nas críticas =)

Hoje vamos falar sobre a utilização do Gaia Framework para desenvolvimento de pequenos projetos (games, hotsites etc…)

O que é o Gaia Framework?

O Gaia Framework é um projeto Open-Source para Actionscript 2.0 e 3.0 que visa facilitar sua vida na hora de desenvolver projetos em Flash, ele reduz drasticamente o tempo que você leva desenvolvendo, pois cria automaticamente alguns dos processos comuns a qualquer site em Flash.
Com o Gaia Framework é possível criar sites usuais em flash em pouco tempo com características que você levaria horas para fazer tais como:

1. Navigation
2. Transitions
3. Preloading
4. Asset Management
5. Dynamic Font Loading
6. SEO
7. DeepLinks

Para maiores informações e detalhes sobre o que é o Gaia Framework acesse o site

Instalando o Gaia Framework

Acesse o site e faça download do arquivo MXP do Gaia Framework, feito isso clique duas vezes no arquivo para instalar. Abra o Adobe Flash Cs5 e vá na aba Help > Manage Extentions ,certifique-se que o Gaia Framework esteja instalado corretamente como na imagem abaixo:

Pronto, agora o seu Adobe Flash Cs5 já está pronto para trabalhar com o Gaia Framework.

Instalando Gaia Site Creator

O Gaia Site Creator é um aplicativo AIR que facilita ainda mais o desenvolvimento com Gaia Framework ele irá nos ajudar na hora de criar o arquivo “site.xml” que define as “paginas” que nosso site em Flash vai ter, sobre esse arquivo XML vamos falar nas próximas aulas, por hora apenas acesse o site e instale o Gaia Site Creator.

Criando 1º projeto com Gaia Framework

Com o Adobe Flash Cs5 aberto vá na aba Window > Other Panels > Gaia Framework
Uma janela como essa vai se abrir para você:

1. Criar um novo projeto em Actionscript 3.0
2. Criar um novo projeto em Actionscript 2.0 (sai fora, credo!)
3. Importar um projeto existente
4. Fazer uma doção para o Steven Sacks =)
5. Lista de projetos criados (ainda em branco)

Esse é o painel que você vai trabalhar durante todo o tempo de desenvolvimento com o Gaia Framework aconselho você a deixar ele em um lugar de fácil acesso durante o desenvolvimento.
Agora é a hora de começarmos realmente a desenvolver utilizando o Gaia Framework, com o painel do Gaia Framework aberto clique no botão “Create AS3″ e configure como a imagem abaixo:

1. Nome do projeto que vamos desenvolver
2. Pasta raiz do projeto
3. Versão do Flash Player que esse projeto vai ser compilado
4. Versão do Gaia Framework e do Greensock (motor de animação) utilizado
5. Tamanho do Stage, Framerate e cor
6. Estrutura de pastas criada pelo Gaia Framework aconselho a deixar dessa forma
7. Tipo de projeto utilizado, nesse exemplo vamos usar o FlashDevelop para desenvolver

Com todos esses requisitos preenchidos clique no botão “Create New Project” para criar o projeto do Gaia Framework.
Pronto, o Gaia Framework acabou de criar a estrutura básica para trabalharmos o projeto veja como ficou nossa estrutura:

1. Arquivo de configuração do Gaia Framework
2. Arquivo de projeto do FlashDevelop
3. Pastas com arquivos publicáveis (swf, imagens, XML…)
4. Pasta com os arquivos FLAs
5. Pasta com os arquivos .as
6. Pasta com os templates (não vamos usar mais não delete)

Agora é hora de configurar o arquivo “site.xml” que determina quais “paginas” serão criadas em nosso projeto, lembra do nosso amigo Gaia Site Creator? Então é hora de iniciar ele, com o Gaia Site Creator aberto importe o arquivo “site.xml” que se encontra dentro da pasta “bin>xml” o arquivo deve aparecer como na imagem abaixo:

Essa é a estrutura básica que o Gaia Framework cria para o projeto, porém, não é a estrutura que vamos usar para esse projeto inicial siga os próximos passos para configurar corretamente o arquivo “site.xml”
Clique no item “home” e no item “id:nav” e arraste eles para o campo vermelho chamado “drop here to delete” como mostra a figura abaixo:

Configurando um projeto de portfólio dentro do Gaia Site Creator

O item “id:index” funciona como uma “Main page” ele é o root do nosso aplicativo(existe ainda uma classe chamada “Main.as” mas vamos falar sobre ela depois. Nesse projeto todas as paginas serão filho da pagina “índex.fla”

Para criar um novo “filho” no arquivo “site.xml” você deve clicar na aba “assets” do Gaia Site Creator e arrastar o item “New Page” para dentro do item “id:index” e depois configurar algumas propriedades como mostra na figura abaixo:

1. Nome utilizado posteriormente para acessar essa pagina
2. Nome do arquivo swf que será criado quando o Gaia Framework for compilado
3. Titulo da “pagina” quando esse arquivo for acessado

A descrição para as outras configurações desse arquivo não serão abordadas nesse momento e podem ser encontradas nesse link

Antes que eu esqueça de dizer esse projeto vai ser um portfólio de um Flash Developer como eu e você então a estrutura de paginas vai ser como mostra a imagem abaixo:

1. Pagina de apresentação
2. Perfil do desenvolvedor
3. Portfólio
4. Fotos
5. Vídeos
6. Contato

A minha intenção com esse tutorial é que posteriormente eu mostre como trabalhar com algumas classes que utilizo então podemos explorar integrações com Twitter, Flickr, Youtube etc… Esse projeto vai servir como base para outros tutoriais.

Criada essa estrutura dentro do Gaia Site Creator clique na aba “file > Export > ExportSiteXML” e sobrescreva o arquivo “site.xml” com essa nova configuração, abra esse arquivo dentro do software Flash Develop (imagino que você já esteja utilizando ele para desenvolver seus projetos) a estrutura do arquivo “site.xml” ficou da seguinte forma:

Se você seguiu todos os passos que descrevi acima, abra novamente o Adobe Flash Cs5, com o painel do Gaia Framework aberto vá até a aba “scaffold” e clique em “scaffold project”.

Ele vai criar todos aqueles arquivos que configuramos no “site.xml” dentro da pasta de projeto, aguarde os arquivos serem criados/compilados, ao final desse processo ele vai abrir uma aplicação como na figura abaixo:

Agora no painel do Gaia Framework a aba que ficou marcada é “Publish” clique no botão “save” que fica no canto direito superior para salvar esse projeto. Agora na lista de projetos criados você tem todos os projetos que está trabalhando no Gaia Framework como mostra uma visão dos meus projetos na figura abaixo:

Clique duas vezes sobre o projeto que estamos trabalhando, vá até a aba “publish” clique na pasta “lib” e veja que todos os arquivos configurados no “site.xml” foram criados dentro do projeto como mostra a figura abaixo:

1. Esse botão deve ser usado sempre que você fizer alterações nos arquivos, não adianta apenas dar um CTRL+Enter no arquivo é preciso clicar nesse botão para compilar os arquivos marcados na lista, caso algum arquivo não esteja marcado ele NÃO vai compilar o arquivo
2. Botão abre a pasta raiz do projeto
3. Lista de arquivos do projeto
4. Esse botão sincroniza as modificações feitas no arquivo “site.xml” e vamos tratar disso nos próximos tutoriais

Clique no botão “Test Project” para ver o resultado desse tutorial, lembrando que essa tela preta que aparece é fruto de uma configuração inicial feita pelo Gaia Framework, se você abrir por exemplo a pagina “home.fla” não vai ver nenhum “asset” dentro dela ou da library, não se assuste vamos tratar desses e de outros assuntos no próximo tutorial.

Nesse tutorial não vamos abordar o desenvolvimento do menu do site, então para navegar no projeto feito até aqui utilize o botão direto do mouse e clique no ContextMenu para navegar entre as paginas.

Conclusão

Nesse tutorial eu abordei os aspectos básicos para desenvolver usando o Gaia Framework, veja que não fizemos nenhuma linha de código, mas não se engane existem muitas coisas para aprender ainda.

No próximo tutorial vou falar sobre a estrutura de pastas criadas pelo Gaia Framework e como iniciar nosso projeto com as modificações em Actionscript 3.0 ou seja, prepare-se para programar no próximo tutorial.

Arquivos utilizados no tutorial

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Resultado desse tutorial

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Uma abraço a todos, divulguem esse tutorial!

Mar 6

TraceTarget – Usando a API de Log do Flex

Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, Actionscript, Adobe, api, app, Apresentação, AR, arte, BI, bug, class, classe, classes, Componente, components, control, custom, Debug, demo, Desenvolvimento, Diversos, encode, err, erro, error, esporte, event, events, exemplo, filter, filtra, flash, Flex, Flex Data Services, for, Formação, function, handle, HTTPService, IE, if, instalação, int, interface, library, lista, live, LOB, Messaging, MXML, O, on, padrão, player, problema, problemas, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, rss, SDK, Sem categoria, servidor, spark, string, strings, TAT, Twitter, UI, XML, XP @ 03 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Neste post vou explicar como usar a API de Log para mostrar os logs de execução da aplicação e também como usar o componente TraceTarget, que é muito útil para poder recuperar as informações das chamadas para o servidor, facilitando a resolução de problemas.

No Flex temos duas opções para recuperar informações ou logs de execução de uma aplicação. Uma primeira maneira e a mais utilizada, é usar a função global trace(”) para mostrar informações no console do FlashBuilder. Essa abordagem sempre requer que a aplicação esteja sendo executada em modo de debug, o que exige a instalação de um FlashPlayer versão de debug. Lógico que para o ambiente de desenvolvimento isso não é um problema, já que a instalação do FlashBuilder já inclui a versão correta do FlashPlayer versão debug. Mais e quando a aplicação está em produção, ou seja, quando não contamos com a versão de debug do FlashPlayer? Ai que entra a segunda opção.Na segunda opção vamos usar a API de Logging do Flex, que vai nos permitir delegar para uma classe a função de logar informações, seja usando o trace(”), primeira abordagem, ou até mesmo customizando a forma de apresentação. Esta abordagem também nos permite controlar o que é exibido, utilizado categorias e nível de log.

A API de Logging do Flex é muito simples de ser usada. Toda vez que queremos usa-la, estaremos envolvendo duas partes:

  1. O Logger, que possui os meios para enviar informações em diversos níveis (all, debug, info, warn, error e fatal) em uma determinada categoria para o Log Target. O Logger sempre irá implementar a interface ILogger, iremos utilizar a classe mx.logging.LogLogger, que já vem no SDK;
  2. O Log Traget, que será responsável por registrar a informação usando o trace(”) ou outra implementação. Iremos utilizar a classe mx.logging.targets.TraceTarget.

Para ficar mais fácil de entender como usar a API, vamos imaginar que queremos logar quando a aplicação é pré-inicializado, inicializado e criado.Inicialmente iremos usar a função global trace(”) e depois usar as classes de Log.

Ler o resto…

Mar 3

Spring WEBMVC – Annotations

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, app, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, BI, blog, busca, camp, class, classe, classes, configuração, control, custom, dados, demo, Desenvolvimento, Design, Design Pattern, dispatch, err, exemplo, Ferramenta, for, framework, Google, IE, if, image, int, interface, j2ee, Java, lógica, map, Mercado, mg, mvc, NaN, Negócios, O, on, Outros, padrão, pattern, procura, programação, pt, reference, rest, RIA, Ria’s Geral, screen, Screencast, server, serviço, servidor, site, Spring, SpringFramework, string, Sun, tag, TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint, UX, validação, web, XML, XP, zend @ 03 3rd, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Criando a camada WEB com Spring-WEBMVC – @Annotation


Spring WebMVC é uma ferramenta poderosa para criação de aplicação com uma camada web muito utilizada no mercado.
Algumas de suas características incluem uma separação clara entre camada de apresentação, negócios e modelo, e também uma distinção clara de papéis de controllers, validators, commands, forms, models, views etc. Também é um framework altamente customisável e adaptável, disponibilizando ferramentas para controle de todo o fluxo entre as páginas e se adaptando bem a maioria dos modelos de negócio. Outra característica que é quase obrigatória em todos os módulos do Spring, é o padrão Spring de se organizar e configurar as classes de negócio como beans gerenciados pelo container.
Além das características básicas, ainda estão disponíveis bibliotecas de JSP muito úteis no dia-a-dia de desenvolvimento que facilitam a contrução de interfaces. E ainda existe a possibilidade de configurar os escopos dos beans da aplicação de acordo com o lifecycle do HTTP request que está sendo feito para a aplicação.

Neste post veremos o básico de spring-webmvc e sua configuração feita por anotações, aprendendo os conceitos base do módulo e entendendo melhor como configurar e organizar seus beans de acordo com suas necessidades. Por fim veremos um screencast com um exemplo de aplicação web feita do zero e seguindo todo o caminho desde o modelo, passando pelo controller e terminando na view.

Entendendo o DispatcherServlet


O DispatcherServlet é de fato um servlet Java que é o ponto de entrada para as aplicações Web.

É encarregado de encaminhar as chamadas feitas a aplicação para seu respectivo controller, e uma vez que a resposta do controller foi recebida, encaminhas a resposta para a view correta. Mas como DispatcherServlet faz parte do Spring, para ele e seus beans, nesse caso controllers e suas dependências, estão disponíveis todas as outras features que o container disponibiliza, como gerenciamento de beans e injeção de dependências.

O DispatcherServlet seguem um Design Pattern conhecido como Front Controller. No site do spring está disponível o seguinte diagrama exemplificando o pattern:





No diagrama fica claro o papel do DispatcherServlet.
Uma chamada que acabou de chegar na aplicação, passa pelo DispatcherServlet, que por sua vez escolhe o controller correto para tratar a chamada e delega a mesma. Feito isso o controller devolve o resultado da operação para o DispatcherServlet que dessa vez se encarrega de encontrar a view correta para tratar a resposta. Após a view ter renderizado a página de resposta, o DispatcherServlet devolve para o dono da requisição a resposta.


Configurando o DispatcherServlet



Agora que entendemos que o DispatcherServlet é peça fundamental para nossa aplicação, precisamo configurá-lo. Para isso basta adicioná-lo ao seu arquivo web.xml da seguinte forma:

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-app xmlns=“http://java.sun.com/xml/ns/j2ee” xmlns:xsi=“http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance”
? ? version=“2.4″ xsi:schemaLocation=“http://java.sun.com/xml/ns/j2ee web-app_2_4.xsd”>

? ?
? ? >

? ? ? ? -name>servletName-name>
? ? ? ? -class>org.springframework.web.servlet.DispatcherServlet-class>
? ? ? ? -on-startup>1-on-startup>
? ? >

? ? -mapping>
? ? ? ? -name>servletName-name>
? ? ? ? -pattern>/*-pattern>
? ? -mapping>

-app>



O que fizemos foi dizer ao server, que ele deve instanciar um novo servlet, que nesse caso é o DispatcherServlet, assim que a aplicação subir no servidor. Também estamos dizendo que todas as chamadas para a aplicação, que forem feitas em / devem ser delegadas para o nosso servlet com o nome servletName. Nesse campo você pode escolher o nome que mais fizer sentido para sua aplicação, e perceba que você pode criar mais de um servlet para tratar suas chamadas.

Agora vamos à integração com o IoC do Spring.

Como eu havia dito, esse é um dos benefícios do Spring-WebMVC, e portanto vamos ver como usá-lo corretamente para tirar maior proveito do mesmo.

Todo DispatcherServlet está associado a um contexto de beans do Spring. Tal associação é feita através do nome do servlet e um arquivo de beans padrão do spring. No momento em que o DispatcherServlet for criado, o classpath será percorrido em procura de uma arquivo que, neste caso, deve se chamar /WEB-INF/servletName-servlet.xml. Neste arquivo devem estar definidos os beans específicos para que os seus controllers referentes a este servlet funcionem corretamente. Note que se estiver definido mais de um DispatcherServlet, será necessário definir um arquivo com tais beans para cada um deles.


Controllers



Controllers são parte fundamental da arquitetura MVC (se referem so ‘C’ da sigla), e no Spring-webmcv não é diferente. Saber configurá-los e atribuí-los a suas chamadas específicas é muito importante no desenvolvimento da aplicação. Pensando nisso o Spring disponibiliza várias implementações de controllers que pode ajudar no dia-a-dia e várias ferramentas para associar as chamadas a tais controllers. Como o objetivo do post é tratar da configuração por anotações, não entrarei no detalhe de tais implementações e de tais associações. Iremos utilizar um serviço qualquer da aplicação para servir de controller, e a associação será feita através das anotações.

Para tornar uma classe um controller do spring, basta anotá-lo com @Controller da seguinte forma:

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? ? package br.com.dclick;

? ? @Controller
? ? public class ServicoComum {



Repare que não é necessário extender nem implementar nenhuma classe ou interface específica, o que colabora bastante para desacoplar a lógica de view de nosso sistema.

Para habilitar esse nosso controller e associá-lo ao servlet, basta pedirmos ao Spring para scannear esse pacote e deixar o bean disponível no contexto do servlet. Para fazer isso adicione o seguinte no arquivo de beans do servlet:

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<?xml version=“1.0″ encoding=“UTF-8″?>
xmlns=“http://www.springframework.org/schema/beans”
? ? xmlns:xsi=“http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance” xmlns:context=“http://www.springframework.org/schema/context”
? ? xsi:schemaLocation=“http://www.springframework.org/schema/beans
? ? ? ? http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd
? ? ? ? http://www.springframework.org/schema/context
? ? ? ? http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd”
>

? ? :annotation-config />

? ? :component-scan?base-package=“br.com.dclick” />

>



Perceba que coloquei a tag do contexto do spring que habilita a configuração por anotações.

Agora precisamos definir um método para que o spring faça a chamada quando o request chegar na aplicação. Para isso vamos entender o papel do ModelAndView.


ModelAndView



O ModelAndView é responsável por descrever o modelo e a view (intuitivo? ;) ) daquela chamada, portanto nele estão setados a view a qual a chamada está associada, e todos os atributos de modelo que devem chegar até a view. Tais atributos são guardados como em um Map associando chaves e valores. Veremos que esses valores ficam disponíveis em nossa view e podem ser usados nos JSPs da aplicação, mas agora vamos ao método do controller:

1
2
? ? @RequestMapping(value = “/chamada”, method = RequestMethod.GET)
? ? public ModelAndView trataChamada(@PathVariable(“var”) String var) {



Muita coisa acontecendo aqui, mas vamos por partes. A primeira coisa a se notar é que o método irá tratar todas as chamadas feitas em nomeDaAplicação/chamada, isso porque nosso servlet está associado em / e nosso método está associado com chamada. Nós poderíamos também ter definido o caminha básico para o controller ainda na anotação do controller, por exemplo:

1
2
? ? @Controller(“/base”)
? ? public class ServicoComum {



Assim nosso método trataria todas as chamadas feitas em nomeDaAplicação/base/chamada.

A segunda coisa a se notar é que nosso método só irá tratar requisições do tipo GET, podendo ser alterado para os outros tipos de requisição seguindo um modelo REST.

A terceira coisa a se notar é que nosso método devolve um ModelAndView, portanto saberemos a que view o DispatcherServlet irá direcionar, e também teremos alguns atributos do modelo disponíveis.

A última mas não menos importante, é que o método está esperando um parâmetro. Esse parâmetro foi anotado com @PathVariable, isso significa que a chamada ao controller deve esr da seguinte forma: nomeDaAplicação/chamada?var=teste e assim nosso método irá receber o valor teste. Faça alguns testes e repare que é possível configurar a obrigatoriedade do parâmetro, a validação do mesmo dentre outras coisas. Também poderíamos ter definido o parãmetro como @RequestParam, mas nesse caso a chamada deveria estar em um formato POST e o atributo deveria estar setado no request.


ViewResolver



A última configuração necessária para nossa aplicação funcionar é um ViewResolver. Vamos utilizar um bem simples para que possamos utilizar páginas em JSP em nossa aplicação. Para isso, basta adicionar o seguinte bean no contecto do servlet:

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? ? id=“viewResolver”
? ? ? ?? ?class=“org.springframework.web.servlet.view.UrlBasedViewResolver”>

? ? ? ? name=“prefix” value=“/WEB-INF/jsp/”/>
? ? ? ? name=“suffix” value=“.jsp”/>
? ? >



O que fizemos, foi dizer ao view resolver, que ele deve buscar na pasta WEB-INF/jsp por nossos arquivos JSPs antes de renderizar as páginas de resposta. Também estamos dizendo, que ele deve procurar através do nome da view que o controller devolver, por exemplo, se nosso ModelAndView possuir uma view com nome pagina, o view resolver irá buscar por um arquivo com nome pagina.jsp para renderizá-lo com os atributos setados no ModelAndView.

Existem muitos tipos de view resolvers, e muitas maneiras de configurá-los, mas para uma primeira experiência com o framework essa configuração já é suficiente.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Fev 3

Apresentação e código do “Adobe @ the Museum”

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe User Group, api, Apresentação, AR, AUG, back, BI, blog, class, classe, classes, código, demo, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiências, facebook, flash, Flash / Flex, flash builder, Flex, for, framework, gmail, ide, IE, if, image, labs, linkedin, Links e sugestões, map, mg, mobile, O, on, Projectos, RIA, Ria’s Geral, rss, tag, Tech, Tema, template, UI, User Group @ 02 3rd, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
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  • Aplicação criada pela Adobe, a já conhecida “Employees directory”;

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