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Out 30

Windows Phone Mango – Local Database

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 4, 6, abas, AMF, Aplicativos, app, AR, Arquitetura, arte, Artigo, auto, BI, blog, Blogs, botão, C#, camp, class, classe, classes, cliente, código, collection, cultura, Curso, Cursos, dados, demo, desempenho, Desenvolvedor, Design, designer, Documentação, dotnet, DRE, err, event, Evento, exemplo, Ferramenta, for, Formação, handle, html, ide, IE, if, int, interface, layout, library, Links, linq, Linq to Sql, map, mg, Microsoft, monitor, MSDN, mudanças, O, on, Otimização, Outros, Partilha, processo, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, serviço, silverlight, SQL Server, state, string, TAT, Tecnologia, Tema, template, Treinamento, UI, UX, Ved, vs, window, windows, XAML @ 10 30th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Na versão Mango do Windows Phone, você pode manipular uma base de dados localmente, chamada de local database na documentação oficial, o recurso permite que o desenvolvedor crie aplicativos com registros de dados em tabelas, além de manipular seus registros utilizando o LINQ to SQL.

Uma base de dados local no WP7 fica localizada no Isolated Storage, um local acessível somente pela aplicação corrente, a arquitetura fica conforme a figura abaixo, onde temos a aplicação que contém um DataContext e através de LINQ to SQL, fazemos o acesso a base de dados local no Isolated Storage

Arquitetura Local Database

Arquitetura Local Database

Para saber mais sobre Isolated Storage acessem os links:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff402541(v=vs.92).aspx

http://www.windowsphonebrasil.net/windowsphonebrasil/post/2010/10/08/Salvando-e-restaurando-o-Application-State-no-Windows-Phone-7.aspx

No WP7 as aplicações ficam eram áreas isoladas uma das outras, ou seja, uma aplicação não tem acesso ao Isolated Storage de outra aplicação, portanto até o momento não é possível compartilhar uma base de dados local com diversas aplicações. Diferente de uma base de dados SQL Server, um local database não pode rodar como um serviço continuo, visto que ele é executado somente durante o processo da aplicação.

Você pode criar um local database para manipular uma quantidade de dados razoável utilizando as facilidades de consultas do LINQ to SQL juntamente com o relacionamento de tabelas, similar a uma base de dados comum, o local database é uma implementação do SQL CE para o WP7, permitindo realizar facilmente tarefas com incluir, alterar , excluir e realizar consultas com LINQ.

Até o momento não existe uma ferramenta de designer visual e oficial para criar as tabelas, relacionamentos, etc, com a base de dados local, o que poderia facilitar muito, neste artigo faremos um exemplo simples, somente com uma tabela, porém, em um projeto mais complexo, essa tarefa poderia ser um pouco trabalhosa, uma forma não oficial de criar o modelo seria utilizar o SQL Metal, para mais informação, acessem o Centro de Treinamento Oficial do Windows Phone no MSDN ou através do link : http://windowsphonegeek.com/articles/Using-SqlMetal-to-generate-Windows-Phone-Mango-Local-Database-classes .

Com o SQL Metal podemos criar o Data Context através de um comando e com poucas modificações deixá-lo compatível com o Mango e poupar a codificação manual da criação de tabelas e relacionamentos.

Exemplo de comando do SQL Metal:

%ProgramFiles(x86)%Microsoft SDKsWindowsv7.0ABin>SqlMetal.exe
/code:”C:CaminhoClienteDC.cs” “C:CaminhoClienteDB.sdf”

Outras formas:

http://claudiufarcas.blogspot.com/2011/10/windows-phone-mango-sql-ce-tips-and.html

http://blogs.ugidotnet.org/corrado/archive/2011/06/05/using-local-database-in-wp7-mango.aspx

Nesta primeira parte do artigo vou criar uma base de dados muito simples, com uma tabela somente e um único campo, dessa forma podemos focar em como criar e entender os conceitos envolvidos Vou criar uma base de dados Cliente.sdf, com uma tabela chamada Cliente e um campo chamado Nome.

A primeira classe que vamos criar é a entidade Cliente e decorar com alguns atributos utilizados para a manipulação da base de dados, a classe servirá de apoio para a criação da tabela cliente. Para que você possa inserir os atributos nas propriedades da classe, é necessário adicionar o using System.Data.Linq.Mapping, em seguida adicione o atributo [Table] logo acima da criação da classe e adicione o atributo [Column()] em cada propriedade, na primary key da tabela, personalize com :

[Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]

Dessa forma a coluna será criada na tabela como sendo Primary Key, não permitindo registros duplicados e gerando automaticamente um número a cada inclusão. Com a adição do atributo Column() nas outras propriedades, cada coluna correspondente será criado na tabela.

Com os atributos de colunas você pode definir uma série de recursos, para saber quais são os atributos de colunas que você pode utilizar no LINQ to SQL para WP7 acesse o link http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.columnattribute(VS.95).aspx

Um atributo em especial que adiciona uma coluna de versão pode auxiliar no desempenho de grandes atualizações de dados, apresentando uma significativa melhoria na aplicação, é o IsVersion=true, essa otimização é exclusiva para o LINQ to SQL do WP7 e usado internamente para identificar a versão da coluna modificada:

[Column (IsVersion = true)]
_VERSION Binary privado;

Igualmente importantes são os atributos de associações, que permitem realizar o relacionamento entre as tabelas, para mais informações acesse:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.associationattribute(v=VS.95).aspx

Exemplo de Associação:

[Association(Storage = "_cliente", ThisKey = "_clienteId", OtherKey = "Id", IsForeignKey = true)]

Código da Classe Cliente:

? ? ?  [Table]
? ? ?  public class Cliente : INotifyPropertyChanged, INotifyPropertyChanging
? ? ?  
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanging Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangingEventHandler PropertyChanging;
? 
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanging(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanging != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanging(this, new PropertyChangingEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
? ? ? ? ? ? ?  private string id;
? ? ? ? ? ? ?  public string Id
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return id;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (id != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  id = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column()]
? ? ? ? ? ? ?  private string nome;
? ? ? ? ? ? ?  public string Nome
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? return nome;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (nome != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  nome = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? 
? ? ?  }

Em aplicações Silverlight é comum implementar a interface INotifyPropertyChanged para monitorar mudanças nas propriedades da classe , e tirar um melhor proveito do recursos de databinding da tecnologia, para auxiliar o LINQ to SQL, também vamos implementar a interface INotifyPropertyChanging, com ela é possível monitorar quando uma propriedade será modificada e com isso o DataContext é informado e pode identificar as mudanças e melhorar a performance da aplicação.

O Data Context é o local onde definimos o contexto dos dados que servirão para criar a base de dados local, o LINQ to SQL depende do mapeamento entre o modelo de objetos e o esquema da base de dados. Dependendo da complexidade do modelo, esse arquivo pode ser trabalhoso de ser criado manualmente, mas existem formas de utilizar alguma ferramenta para cria-lo, o SQL Metal é uma delas conforme comentado acima no artigo.

Crie uma classe chamada ClienteDataContext , ela vai herdar de DataContext, o DataContext contém diversas propriedades e métodos que auxiliam na manipulação de base de dados, como por exemplo, verificar se uma base de dados existe, criar e excluir uma base de dados, entre outros, mais adiante vamos utilizar o método CreateDatabase() para criar fisicamente a base de dados local no Windows Phone.

A próxima etapa é criar a string de conexão com a base de dados, utilizaremos a palavra chave “isostore” para informar que o arquivo ficará no Isolated Storage, após isso informaremos o nome da base de dados como Cliente.sdf. É na string de conexão que você pode inserir um senha de acesso a base de dados, informar uma cultura específica ou até mesmo criar uma base de dados somente leitura, para mais informações sobre string de conexões para o WP7 acesse http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202861(v=vs.92).aspx

Por último vamos definir uma tabela Cliente de acesso público e única no DataContext através de public Table Cliente.

No App.xaml.cs da aplicação , localize o construtor da classe e no final adicione o código abaixo, neste momento vamos criar uma base de dados usando o DataContext criado anteriormente, o código verifica se existe uma base de dados e caso não exista ele já cria uma nova base de dados.

using (ClienteDataContext ctx = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString))

? ? ?  if (ctx.DatabaseExists() == false)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ctx.CreateDatabase();
? ? ? ? ? ? ?  
? 
}

Para finalizar o artigo vou criar uma tela simples em Silverlight, sem se preocupar com o layout, a tela tem um botão chamado “add” que vai adicionar um registro na base de dados e logo abaixo um ListBox chamado “lst”, que está ligado através de databinding a propriedade ItemSource com uma ObservableCollection chamada Items, na propriedade Text vamos mostrar o nome do cliente também ligando através de databinding.


? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? Grid.Row="1" Margin="12,0,12,0">
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 

No constructor do MainPage vamos criar uma instância do DataContext chamado clienteDB :

clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);

No evento ? Loaded da MainPage, realizamos um consulta LINQ to SQL e já adicionamos o resultado em uma ObservableCollections chamada Items, que está ligado ao ItemSource da ListBox, veja como é prático ligar as informações na tela, neste exemplo como o foco é o conceito de local database, o projeto foi criado todo no code-behind da MainPage, mas você poderia criar usando o ViewModel e ligando o ObservableCollection com a View.

var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
select r;
Items = new ObservableCollection(result);

Para mais informações sobre LINQ:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb397897.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386976.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386913.aspx

Vamos agora para o código do botão “add” que vai adicionar os registros na base de dados, através do InsertOnSubmit() adicionamos o objeto ao DataContext e através do SubmitChanges(), o objeto é registrado na base de dados, por último, inserimos o objeto na coleção para que seja apresentado na tela.

Cliente c = new Cliente();
c.Nome = txtNome.Text;
clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
clienteDB.SubmitChanges();
Items.Add(c);

?

Código completo da MainPage:

? ?  public partial class MainPage : PhoneApplicationPage, INotifyPropertyChanged
? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ?  ClienteDataContext clienteDB;
? ? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? ? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? ? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private ObservableCollection _items;
? ? ? ? ? ? ?  public ObservableCollection Items
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return _items;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (_items != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  _items = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Items");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  // Constructor
? ? ? ? ? ? ?  public MainPage()
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  InitializeComponent();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  this.DataContext = this;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  select r;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items = new ObservableCollection(result);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  private void add_Click(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Cliente c = new Cliente();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  c.Nome = txtNome.Text;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.SubmitChanges();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items.Add(c);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ?  }

Links:

Boas Práticas:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh286406(v=vs.92).aspx

Mais informações sobre local database no Windows Phone :

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202860(v=vs.92).aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202876(v=VS.92).aspx

Alterações do esquema da base de dados:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh394018(v=VS.92).aspx

Out 5

Vaga para arquiteto/desenvolvedor Drupal

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, AR, Arquitetura, BI, blog, Blogs, C#, cliente, Desenvolvedor, Google, IE, int, mg, O, on, Ria’s Geral, S+S, Tech, Tecnologia, Tema, UI, Ved, XP @ 10 5th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
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A Integritas Tecnologia tem 1 vaga para arquiteto/desenvolvedor Drupal. Temos um projeto em andamento, com um cliente, e precisamos de um desenvolvedor experiente em Drupal (versões 6 e/ou 7), com bons conhecimentos de arquitetura para participar de discussões sobre alternativas de implementação de módulos de integração e temas com o cliente. É necessário bom inglês para conversação.

Por favor, enviem currículos para rh@integritas.com.br .

Jul 13

Apresentações do 1° Evento #HoraExtraBH

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, Agile, Apresentação, AR, Arquitetura, Arquitetura de Sistemas, BI, C#, Carreira, case, Eventos, ide, IE, mobile, O, on, Palestra, Ria’s Geral, S+S, Scrum, TAT, UI @ 07 13th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Carreira de Professor?

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Palestra #hora extrabh

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Jul 10

[Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Adobe Flex - 3, api, AR, Arquitetura, BI, Blazeds, blog, C#, class, código, dados, Download, err, event, Evento, flash, flash builder, Flex, Flex 3, Flex 4, Flex Mania, Flexmania, git, ide, IE, image, Java, mg, mysql, O, on, Oracle, Palestra, problema, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, servidor, Spring, Tema, Twitter, UI, UX, web @ 07 10th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Este ano (2011), tive a oportunidade de participar e palestrar no evento FlexMania, na qual participei com o tema:? Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java.

Onde o objetivo central da minha palestra foi auxiliar a pensar e projetar uma aplicação Dashboad.

Segue os slides da palestra:

Slides da palestra no Flex mania 2011

Código do projeto de prova de conceito apresentado na palestra:

https://github.com/erkobridee/Twitter-Analyzer

Obs.: inclui instruções de como montar o ambiente nos arquivos README, além de disponibilizar um script de criação da base de dados com uma massa de dados inicial. (Atenção o nome da base deve ser: flexmania2011 no MySQL)

Visão da arquitetura da aplicação:

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Veja também:

  • Flerry 1.2.0 disponível
  • FlexMania 2010 – Adobe Flex + Oracle WebLogic 10.x
  • Adobe Flex + BlazeDS e um problema de conexão no servidor
  • Adobe Flash Builder + Flex 4 + BlazeDS 4
  • Adobe Flex 3.5 : UploadDownloadBlazeDS
Jun 17

Abertas as inscrições para a nova turma do curso de Pós Graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, 6, AR, Arquitetura, bar, BI, blog, C#, camp, código, concurso, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento RIA, Desenvolvimento Web, educacao, event, fonte, for, IE, int, O, on, Pessoal, PHP, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Tema, Teste, UI, uint, usabilidade, web @ 06 17th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal

Est?o abertas as inscri??es para a nova turma do curso de P?s Gradua??o em Engenharia de Software Centrada em M?todos ?geis ofertado pela UNA

Estrutura curricular

  • M?todos ?geis de Desenvolvimento de Software
  • Engenharia de Requisitos ?geis
  • Modelagem ?gil de Software
  • Engenharia de Usabilidade
  • Programa??o Orienta??o a Objetos
  • Padr?es de Projeto
  • M?todos e T?cnicas de Pesquisa
  • Arquitetura de software
  • Teste de Software
  • Desenvolvimento RIA
  • Desenvolvimento WEB
  • Laborat?rio de Engenharia de Software ?gil

Carga hor?ria
360 h/aula com 1 ano de dura??o.

Dias e hor?rios – Semanal

  • Turma 01: (Sextas-feiras, das 19h10 ?s 22h40) e (S?bados, das 08h30 ?s 12h) e eventuais s?bados ? tarde, das 13h ?s 16h30). Campus Barro Preto
  • Turma 02: Diurno: Ter?a, Quinta e eventualmente outra dia da semana para fechamento de carga hor?ria: 8H30 ?S 12H. Campus Gujajaras

Acesse mais informa??es no stie oficial da UNA ou no blog do curso

Fa?a sua Inscri??o

Mai 21

Comparando ASP.net WebForms e ASP.net MVC

Escrito por Vinícius Sandim em .NET, 1, 2.0, 3.5, 3d, 3g, 4, 6, action, Ajax, app, AR, Arquitetura, Asp.Net, back, Banco de Dados, BI, browser, C#, C#.net, class, classe, classes, cliente, código, código fonte, comparação, Componente, Componentes, control, CRUD, css, dados, Desktop, developer, Download, Drag And Drop, err, event, Exemplos, explorer, Ferramenta, Flex, fonte, for, framework, function, gae, gc, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, Links, lista, map, menu, mg, mtv, mvc, O, on, Partilha, Pessoal, portal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, site, SQL Server, state, tag, TAT, template, tv, UI, uint, UX, Visual Studio, vs, web, xhtml, XML, XP @ 05 21st, 2011 | via http://www.viniciussandim.com | 1 comentário
Vinícius Sandim
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Eu confesso que nunca me interessei em desenvolver sites e muito menos aplicações web utilizando ASP.net, sempre achei que a metodologia “drag and drop” que o Web Forms nos proporciona não funciona legal na web, pois ela gera muito “lixo” para o navegador, e isso é crucial em uma WebAPP.

Portanto, desde que migrei de desktop (Delphi 7) para web, tenho trabalhado com o nosso querido Flex no Front End e o C#.net no Back End. Mas desde que o ASP.net MVC foi lançado, tenho acompanhado de perto a sua evolução, e confesso que ele tem me agradado bastante.

Para não perder o costume, venho hoje compartilhar com vocês um pouco do que tenho estudado, este post faz uma comparação de um projeto idêntico criado usando as duas metodologias.

Então chega de conversa e vamos ao que interessa:

As ferramentas que utilizei para criar os projetos foram:
• SQL Server 2008 Express
• Visual Web Developer Express 2010
• Framework ASP.net MVC 2.0

O projeto acessa uma base de dados com apenas uma tabela, com a seguinte estrutura:

Tabela

Não utilizei nenhum framework ORM, fiz o mapeamento das entidades manualmente, usando as classes nativas do Framework. (SqlConnection, SqlCommand e SqlDataReader).

Quando criei os projetos, utilizei os templates do prório Visual Web Developer:

CriandoProjeto

Para o projeto Web Forms, usei ASP.NET Web Application.
Para o projeto MVC usei: ASP.NET MVC 2 Web Application.

É claro que não vou fazer um passo a passo de como criar o projeto, o foco deste post não é isso, mas depois de pronto, nosso Solution Explorer do projeto WebForms ficará assim:

SolutionForms

Já o projeto MVC, tem uma estrutura um pouco maior, porque ele trabalha completamente “tipado”, temos as classes Model, Controller e View, como manda o figurino:

SolutionMVC

Certo, agora vamos ao objetivo, quando executo o projeto WebForms e acesso a página de clientes, o Framework gera este código HTML:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="en">


"../Styles/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />
"post" action="default.aspx" id="ctl01">
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class="header">
class="title">

My ASP.NET Application

class="loginDisplay"> [ "../Account/Login.aspx" id="HeadLoginView_HeadLoginStatus">Log In ]
class="clear hideSkiplink"> "#NavigationMenu_SkipLink"><span"Skip Navigation Links" src="/WebResource.axd?d=xFBnuqKYnqgWTzzLZBOde45ezhDnXgdvOgtOQCvZwJw6xfKBic_vxFOBRotUqhEobwKQWWgbNXfNYvZsldu9uZj6j6aYf49eocT9vsEpgtM1&t=634356288728593750" width="0" height="0" style="border-width:0px;" />
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    class="level1">
  • class="level1" href="../Default.aspx">Home
  • class="level1" href="../About.aspx">About
"NavigationMenu_SkipLink">
class="main"> Listagem Completa de Clientes
"0" rules="all" border="1" id="MainContent_GridView1" style="border-collapse:collapse;">
"col">Id_Cliente "col">Nome "col">CPF "col">RG "col">Idade "col"> "col">
17 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "Edita.aspx?Id_Cliente=17">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_0" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl02$LinkButton1','')">Excluir
19 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "Edita.aspx?Id_Cliente=19">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_1" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl03$LinkButton1','')">Excluir
18 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "Edita.aspx?Id_Cliente=18">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_2" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl04$LinkButton1','')">Excluir
"submit" name="ctl00$MainContent$btnInserir" value="Inserir novo cliente" onclick="javascript:WebForm_DoPostBackWithOptions(new WebForm_PostBackOptions("ctl00$MainContent$btnInserir", "", false, "", "Insere.aspx", false, false))" id="MainContent_btnInserir" />
class="clear">
class="footer">

Dêem uma olhada em quanto código os componentes criam. É muita coisa, imaginem isso em um grande portal? Americanas.com gerando este código? Meio inviável não? Aproveito para destacar o código gerado pelo ViewState, herói e vilão do Web Forms.

Agora vamos comparar a mesma página gerada pelo projeto MVC:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml">

    Index


"Content/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />


class="page">
"header">
"title">

My MVC Application

"logindisplay"> [ "/Account/LogOn">Log On ]
"menucontainer">
    "menu">
  • "/">Home
  • "/Home/About">About
"main">

Listagem completa de clientes:

Código Nome CPF RG Idade
30 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=30">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=30" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
32 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=32">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=32" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
31 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=31">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=31" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
"/Cliente/Create">Novo cliente...
"footer">

O que acham? As duas páginas fazem exatamente a mesma coisa, no entato o MVC gera beeeem menos código.

Bom pessoal, essa é apenas uma das vantagens do MVC, posso destacar outras:

  • Controle total do código que será enviado ao navegador;
  • Arquitetura em camadas, códigos completamente separados;
  • Classes que auxiliam a geração do HTML para o browser de acordo com as ações do Controlador, sem lixo!;
  • Facilidade de se implementar Ajax (de verdade) no seu projeto.
  • Integração com o Jquery usando classes do Framework;

Bom é isso, vou me despedindo, mas antes deixo o código fonte dos dois projetos disponíveis para download.

Mai 19

10 coisas que um bom programador flex deve saber

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 2.0, 2009, 3.5, 4, 6, action, Action Script, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, api, Aplicativos, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, Artigo, as3, BI, Bindable, blog, bug, builder 4, C#, Cairngorm, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Componentes, components, control, Controles, css, Curso, Cursos, custom, dados, Data Binding, DataGrid, Debug, demo, desempenho, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, developer, development, dispatch, dispatchEvent, DRE, empresas, err, Estilo, event, EventListener, Evento, Eventos, eventos customizados, events, Excel, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, Flex, Flex 3, Flex 4, Flex Examples, fonte, for, framework, Frameworks, Google, Gráfico, handle, html, HTTPService, ide, IE, if, int, interface, Java, layout, lista, live, Livro, lógica, map, Mate, MAX 2009, mvc, MXML, O, on, oop, opensource, Outros, player, polimorfismo, problema, problemas, programação, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, site, skins, Sun, tag, TAT, Tech, Tecnologia, tv, UI, uint, utf8, Ved, Vídeo, vs, web, Webservice, XML, XP @ 05 19th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Esta é uma tradução do seguinte artigo: 10 Things A Good Flex Developer Should Know

Para ser um bom programador Flex é preciso mais que simplesmente saber como usar alguns componentes nativos do Flex. É preciso muito mais.

Aqui está minha contribuição sobre o assunto… juntamente com alguns recursos ou algumas palavras-chave que você poderá pesquisar facilmente através do Google.

Por favor, comente no blog se você achar que esqueci algo (o que é inevitável) ou se quiser sugerir alguns recursos interessantes que devo acrescentar.

1- Programação orientada a Objetos (OO)

O Flex se baseia na linguagem ActionScript3, que é totalmente orientada a objetos. Embora não seja um conceito fácil de aprender, programação orientada a objeto é um pré-requisito para aprender Flex. Se já possui experiência com OO (Java, C#, Ruby, etc), então você está pronto. Se não, você precisará pegar um livro sobre OO e começar a aprender o mais rápido possível.

· Head First Java (Java? Sim, Eu sei. Mas confie em mim.)

· Object-oriented programming with ActionScript 3.0

Nota: Alguns de vocês poderão perguntar – “O que são padrões de projetos?”. Vamos dar um passo de cada vez? Preocupe-se em entender classes e objetos, interfaces, herança, composição, polimorfismo, encapsulamento, etc. Só então considere estudar padrões de projetos. De fato, se eu escrever um post intitulado “10 coisas que um GRANDE programador Flex deve saber”, padrões de projeto estará nessa lista.

2- ActionScript/MXML

ActionScript é a linguagem de programação usada juntamente com MXML para criar aplicações Flex. MXML é uma linguagem de marcação baseada em XML. Cada tag MXML é mapeada diretamente para uma classe ActionScript correspondente. MXML é usado pelos desenvolvedores Flex principalmente para apresentar a interface do usuário, enquanto que, o ActionScript é usado para a lógica de negócio. Com exceções, é claro.

O Framework Flex inclui centenas de classes ActionScript e interfaces usadas para desenvolver aplicações Flex. Seu nível de habilidade como um desenvolvedor Flex está diretamente ligado ao seu conhecimento em relação ao ActionScript e MXML.

· Flex in a Week

· Tour De Flex

· Essential ActionScript 3.0

Nota: Fique ? vontade com a API do Flex. Como um desenvolvedor Flex, você vai usá-la diariamente.

3- Debugging

Boa parte do tempo de qualquer programador é gasto no debugging. Obviamente, é necessário debugar para rastrear a causa de bugs. No entanto, também é uma ótima maneira de conhecer o código fonte.

Felizmente, existem muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo com o trabalho de debugging. Invista algum tempo para aprender essas ferramentas. Seu investimento irá proporcionar retorno imediato.

· Flash Builder 4.5 Debugger

· De MonsterDebugger

· Kap Inspect

4- Programação orientada a eventos

Aplicações Flex são orientadas a eventos. Toda ação é o resultado de um evento assíncrono.

Como um desenvolvedor Flex, você deve saber como responder a eventos e como criar e disparar eventos. Para isso, é necessária uma sólida compreensão da arquitetura de eventos do Flex, incluindo familiaridade com os seguintes conceitos:

· Eventos nativos (Flash Player ou Framework de eventos Flex)

· Eventos customizados (Eventos criados pelo desenvolvedor, que estende a classe Event ou uma de suas subclasses)

· Disparar eventos, propagação de eventos (ver classe EventDispatcher e seu método dispatchEvent)

· Event listeners, event handlers (ver classe EventDispatcher e seus métodos addEventListener e removeEventListener)

· Fases do evento (capture, target & bubbling phases; target vs. currentTarget)

· Objetos do evento, tipos de eventos (ver classe Event e subclasses)

· Comportamento do evento default (ver classe Event e subclasses e seu método preventDefault)

5- Data binding

Aparentemente, data binding é um “no brainer”[1]. É só vincular o valor de uma propriedade ao valor de outra propriedade usando chaves. Quando o valor da propriedade de origem for alterado, o valor da propriedade de destino também é alterado.

No entanto, existe uma sobrecarga associada ao uso indiscriminado de data binding, podendo haver implicações no desempenho. Uma sólida compreensão de data binding ajudará a determinar quando é apropriado o seu uso e quando não é.

· Flex Tips – Using Bindable Metadata Events

· Michael Labriola’s presentation entitled Diving in the Data Binding Waters

6- Item renderers

Uma característica de uma aplicação Flex bem projetada é a apresentação dos dados de uma forma visualmente atraente. O Flex oferece uma série de controles baseados em listas (DataGrid, List, TileList, HorizontalList, etc) responsável pela apresentação dos dados. Portanto, pode-se personalizar a exibição dos dados com a ajuda de item renderers.

Você irá consumir muito tempo trabalhando com item renderers. Então é melhor saber bem como ele funciona.

· Flex Examples – Item Renderers in Practice

· A Deep Dive into Flex 4 Lists and Layouts

7- Acesso remoto a dados

Você conhece muitas aplicações que não interagem com os dados? Eu também não. Saiba como recuperar dados através de HTTPServive, WebService e RemoteObject. A arquitetura do framework Flex também poderá ajudá-lo com isso (ver #9).

· Retrieving and handling data with HTTPService

· Retrieving and handling data with WebService

· Retrieving and handling data with RemoteObject

8- Styling / Skinning

Não vamos nos esquecer que o Flex é uma tecnologia de interface e, como tal, certamente há expectativas em relação ao design. Como um desenvolvedor Flex, você deve ser capaz de personalizar a aparência de seus aplicativos usando estilos CSS, gráficos e/ou skins.

Com o Flex 4, não há mais desculpas. Use um pouco do seu tempo para conhecer de uma vez o lado direito do seu cérebro. É uma excelente mudança de paradigma, e vai ajudá-lo a diferenciar-se dos outros desenvolvedores Flex.

· Flex Style Explorer

· ScaleNine

· Introduction to Flex: Part 3 – Styles & Skins

9- Pelo menos um framework de arquitetura Flex

A maioria dos frameworks de arquitetura Flex impõe uma separação de camadas através da implementação do MVC (model-view-controller). Além disso, esses mesmos frameworks especificam como seu código deve ser organizado dentro do projeto Flex.

Embora muitos argumentariam que os frameworks são desnecessários, acredito que os desenvolvedores Flex se beneficiam em muitos aspectos da experiência de usá-los. Basta assistir ? s técnicas (boas ou más) empregadas por um framework para resolver problemas complexos de arquitetura. Isso contribuirá para seu crescimento como um desenvolvedor Flex.

Além disso, é difícil negar o fato de que a experiência com framework aumentará substancialmente o seu valor comercial como um desenvolvedor Flex. Jesse Warden me disse recentemente “Existem poucas empresas que não usam frameworks, mas isso é raro. Queiramos ou não, está na ‘moda’”. Eu concordo com Jesse.

· Cairngorm

· Parsley

· PureMVC

· Mate

· Swiz

· Robotlegs

10- Ciclo de vida de componentes e display list

Eu não estava convencido da necessidade de aprender o ciclo de vida de componentes Flex ou da display list até que escrevi o meu primeiro componente customizado (na verdade foi um componente semi-customizado que se estendia do componente Canvas). Até essa época eu usava componentes nativos do Flex, usando apenas o MXML enquanto que a display list era renderizada para mim. Em nenhuma vez tive que usar os métodos addChild, createChildren ou commitProperties, e usava o evento creatiomComplete para tudo.

Meu primeiro componente customizado usava uma quantidade enorme de eventos assíncronos, e eu não poderia prever a ordem em que cada evento seria disparado. Só depois que eu aprendi os métodos e variáveis do ciclo de vida dos componentes do Flex que eu pude ter um certo controle.

Estes métodos do ciclo de vida estão lá para serem usados. Saiba como funcionam e use-os para o seu benefício. Sua vida será mais fácil e você perderá menos cabelos.

· Colin Moock’s Lost ActionScript Weekend – The Display List

· Creating New Components in Flex 3

· Diving Deep with the Flex Component Lifecycle

· Understanding the Flex 3 Component and Framework Lifecycle


[1] Expressão americana usada para algo que requer pouco esforço mental ou inteligência para realizar ou compreender

Abr 28

DClick Holmes Preview

Escrito por DClick Team em 1, 6, AR, Arquitetura, back, blog, dados, Design, escritório, Flex, IE, int, Java, Notícias, O, on, Outros, problema, problemas, Review, RIA, Ria’s Geral, tag, TAT, Twitter, UI, UX, Vídeo @ 04 28th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Não só quem trabalha com TI, mas qualquer escritório hoje em dia tem uma rede cuja organização dos arquivos é um caos. Além disso você deve ter um monte de arquivos com o nome “meuArquivo1.ex”, “meuArquivo3.ex”, “meuArquivoFinal.ex”, “meuArquivoFinal2.ex”, etc. E pra se achar nesta bagunça? Isso sem falar que alguns arquivos devem ser visto apenas por um grupo específico de pessoas e não é tão fácil manter isso… enfim, nós juntamos todos estes problemas (e outros), com uma arquitetura Robusta de Back-End (Java, Lucene, Solr), uma investimento pesado em UX no Front-end (Design de Interação, AI e Flex) e o conceito de Meta-Dados (Palavras Chave e Tags) e criamos do DClick Holmes cuja prévia pode ser vista em primeira mão aqui no blog.

Para manter o vídeo pequeno (8 minutos) eu falo um tanto rápido e não entro muito no detalhe. Mesmo assim, acho que dá para ter idéia do poder o Holmes.

Abr 23

Conhecendo o Spark Form do Flex 4.5 #screencast

Escrito por Jose Carlos Fiel em 1, 4, 6, Adobe Flex, api, AR, Arquitetura, blog, Componente, demo, flash builder, Flex, Flex 4, for, Formulário, Formulários, IE, if, image, mg, O, on, RIA, Ria’s Geral, screen, Screencast, spark, UI @ 04 23rd, 2011 | via http://blog.josecarlosfiel.com.br | Sem comentários
Jose Carlos Fiel
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Neste screencast, falarei um pouco sobre o Spark Form, componente disponível no Flex 4.5 que está previsto ficar disponível ao publico no início do próximo mês.

Você vai ver como podemos criar formulários mais elegantes usando o novo componente da arquitetura Spark.

Abr 15

DDD

Escrito por DClick Team em 1, 4, AR, Arquitetura, arte, back, bar, BI, carregar, class, classe, classes, cliente, Componente, Componentes, configuração, control, dados, demo, Design, exemplo, Exemplos, for, futuro, ide, IE, if, int, Introdução, lista, Livro, lógica, mvc, NaN, O, on, problema, problemas, RIA, Ria’s Geral, Sem categoria, TAT, Tema, Twitter, UI, UX, XP @ 04 15th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Domain Driven Design



Também conhecido como DDD, Domain Driven Design está bem alta nos tempos mais recentes pelo apelo a maior aderência do sistema a lógica de negócio. Mas mais do que uma receita, ou técnica, DDD é um conceito. Aplicar DDD é mudar a maneira de pensar em relação a modelagem (Design) do modelo de domínio. Trata-se de um maior foco no problema que o cliente quer resolver, e basear os resultados atingidos e caractrísticas do sistema com base em feedback do cliente.
A idéia não é nova, e a semelhança com as práticas ágeis é muito clara, por isso DDD veio a tona nos últimos tempos, embalado com a onda das metodologias ágeis.

Conceitos



Como foi dito anteriormente, e como é pregado no livro do Eric Evans, dito pai do DDD, se trata de uma maneira de pensar mais do que uma receita ou metodologia. Os primeiros capítulos do livro citam casos em que a modelagem da aplicação pode levar em conta um melhor entendimento do negócio, e como um modelagem muitas vezes natural e intuitiva do ponto de vista técnico pode trazer problemas futuros para a aplicação.
Um exemplo interessante presente no livro, é o exemplo de um programa para modelar um circuito eletrônico. Em tal exemplo é primeiro abordado o modelo convencional de modelagem e organização, assim como alguns padrões de projeto pensando mais do ponto de vista técnico da aplicação. Porém componenentes eletrônicos, portas lógicas por exemplo, possuem uma certa intelgência imbutida. No modelo convencional o modelo de negócio é uma camada burra da aplicação, onde somente são armazenados os dados referente ao domínio. Tal abordagem traz problemas quando é necessário simular uma execução do circito eletrônico, pois seria necessário guardar tal inteligência na camada responsável por gerenciar os componentes, tornando a aplicação mais complexa, e concentrando o conhecimento de negócio em um único lugar.
A idéia nesse caso, é tornar o modelo do domínio mais inteligente, e passar a responsabilidade de entender seu funcionamento para as entidades, espalhando mais o conhecimento do negócio, e possibilitando outras partes da aplicação de terem acesso a este mesmo conhecimento somente através do domínio.
Não focarei nesses exemplos nesse post, pois o intuito aqui é mais uma introdução aos conceitos básicos e a nomenclatura muitas vezes empregada em DDD. Vamos ver algumas definições.

Domain



Um Domain (domínio) nada mais é do que uma descrição de um conceito de negócio, contendo as informações que o modelo necessita e o comportamento do modelo. Um exemplo clássico é uma aplicação que precisa gerenciar usuários. Em uma aplicação como esta, usuários carregam informações, podem ser listados, criados, deletados, editados, associados com outras entidades, etc. Toda essa lógica determina um domínio. Então diferente de uma arquitetura convencional MVC por exemplo, onde o modelo seria os dados do usuário, o controller seria responsável por associar e e gerenciar os usuários e a view se encarregaria de mostrar o usuário, em DDD essa lógica faz parte do domínio de usuário.
Parece um pouco overkill concentrar tantas responsabilidades em um único ponto, mas mais forte do que lógica da aplicação, modelar o sistema dessa forma concentra a lógica de negócio em um único lugar também. Com isso podemos acessar o domínio de usuário em qualquer lugar do sistema, e o comportamento será o mesmo em todos os lugares, facilitanto assim quando o modelo de negócio exigir que seja feita alguma alteração no comportamento do domínio de usuário.
Domínio é o centro das atenções em DDD (óbvio), mas já é possível perceber que tanta responsabilidade em um único lugar pode dificultar criação e manutenção de tais domínios. Por isso que existem as outras definições em DDD, para facilitar a manutenção e a modelagem do domínio.

Factory



Factories são responsáveis por criar novos Domains.
Muitas vezes os domínios são complexos, e precisam do auxílio de outras classes de negócio para poder se comportar da maneira esperada. Pensando nesse ponto, os domínios podem ser criados através das Factories, delegando a responsabilidade de preencher e configurar o domínio, deixando para o domínio focar mais na parte de lógica de negócio.
Essas factories podem ser modeladas de acordo com as necessidades da aplicação. O que DDD prega é que se mantenha o conceito, para que caso os domínios precisem ser alterados, de maneira que alguma pré-configuração, ou uma nova entidade de negócio comece a fazer parte do domínio seja incorporada, fique fácil dar manutenção e testar esse novo comportamento.
Porém Factories ainda assim podem acabar tendo muitas responsabilidades no que diz respeito a organização do domínio, em termos de armazenamento de dados mesmo, ou seja, muitas vezes uma representação do domínio como entidade pode ser bem complexa, pois a representação pode ter uma série de dependências para outras entidades e assim por diante, todas dentro do mesmo conceito de domínio.
Pensando nesse possível problema, existe uma outra definição em DDD.

Aggregate



Um Aggregate, como o próprio nome traduzido diz, é um agregado de entidades do domínio.
Sua responsabilidade é respresentar um conjunto de outras entidades que identificam a entidade do domínio. Uma maneira mais prática de se pensar, é que um domínio utiliza um Aggregate para criar a entidade que representa o domínio. A idéia é concentrar a responsabilidade pela entidade do domínio no aggregate, tornando mais fácil a manutenção e alteraçao do modelo de negócio.
Tanto a factory, quanto o aggregate pertencem ao domínio, portanto são características tranparentes ao usuário do domínio, ou seja, os domínios interagem entre si apenas pelas caracterísiticas expostas pelos próprios domínio.

Conclusão



DDD não é a solução para todos os problemas de modelagem de regra de negócio, afinal a modelagem depdende muito mais das pessoas do que do conceito em si, mas é uma maneira mais concisa de pelo menos dar ao sistema uma cara mais parecida com o modelo de negócio, e criar a famosa Ubiquitous Language, onde programadores e pessoas de negócio conseguem se entender melhor.

Por @Gust4v0_H4xx0r

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