Comentei já no meu primeiro post sobre o assunto a respeito do projeto da IBM chamado Many Eyes. O Many Eyes é uma plataforma pública, é um projeto para que todos possam usar e explorar os benefícios da Visualização de Dados, porém é claro, milhares de dados entram diariamente e estes ficam a disposição da…
Visualização de Dados – Many Eyes – Parte 3
Visualização de Dados – Uma abordagem sobre UI – Parte 2
Ainda continua o assunto sobre Visualização de Dados voltado a User Interface que comecei aqui, vamos agora abordar o tema de uma maneira mais simplificada e interessante. É muito comum algumas pessoas ficarem perdidas nesse assunto e ainda por cima não conseguirem avançar no tema sem pensar nos gráficos tradicionais, pizza e bastões. Quero lembrar…
Recomendação de Produtos em eCommerce

Sistemas de Recomenda??o procuram recomendar informa??o e produtos (como computadores, m?quinas fotogr?ficas, filmes, videos, m?sicas, livros, p?ginas de internet, etc.) que possam ser de interesse do usu?rio, esses sistemas procuram e identificam padr?es de interesse, perfil e consumo. A partir desses padr?es os sistemas de intelig?ncia artificial geram associa??es entre produtos e consumidores aplicando t?cnicas de filtragem colaborativa.
Sistemas de Recomenda??o processam as informa??es que o usu?rio d? ao site durante a navega??o e entregam dicas de produtos relacionados aos gostos e interesses do consumidor, fazendo parte dos sistemas de Behavioral Targeting, ou Marketing Comportamental.
Por?m s? a utiliza??o de Intelig?ncia Artificial, Filtragem Colaborativa e outras t?cnicas computacionais n?o garantem o aumento de convers?o, pois o consumidor precisa impactado de maneira positiva pelas recomenda??es, a seguir voc? encontrar? dicas e melhores pr?ticas de como direcionar o usu?rio-consumidor para uma melhor compra.
Elementos de uma vitrine

T?tulo
- Utilize cores diferenciadas do layout do site;
- Utilize n?meros: “60% das pessoas” constroi um fator de confian?a na cabe?a do consumidor.
Cores
- Utilize cores contrastantes que d?em destaque para a se??o de recomenda??o. Cuidado para n?o sobrecarregar, a se??o deve parecer como um an?ncio.
Produtos
- Oferece sempre poucas op??es. Apenas 3 ou 4 recomenda??es s?o suficientes.
Chamada para a??o (Call-to-action)
- Se voc? utilizar mais de uma chamada pra a??o, tenha uma como principal com maior destaque dentro da se??o de recomenda??o.
Melhores pr?ticas
Confira as melhores pr?ticas para conseguir um maior ?ndice de convers?o de suas vitrines de recomenda??o.
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Atualizações automáticas silenciosas no Internet Explorer a partir de Janeiro/2012
Uma excelente notícia para quem desenvolve para Web: Hoje Ryan Gavin anunciou no blog oficial do Internet Explorer (em inglês) os planos para implementação de atualizações automáticas silenciosas no IE, começando já em janeiro de 2012 no Brasil e Austrália (isso mesmo, Brasil fará parte do piloto).
Essas atualizações ocorrerão, como o próprio nome diz, de forma automática e silenciosa, sem necessidade de nenhuma intervenção do usuário e possivelmente (pele menos é o que esperamos) sem reiniciar o computador. Esse tipo de atualização já é comum para usuários do Google Chrome.
Mesmo sendo automáticas e sem intervenção, ainda será possível optar por não atualizar (há casos de empresas que têm aplicações que dependem de versões específicas do browser e não podem simplesmente atualizar), ou mesmo remover a atualização e voltar para a versão anterior, mas o padrão agora será a atualização automática para a última versão.
A atualização será para a última versão disponível na plataforma do usuário, ou seja, usuários do Windows XP receberão o IE8 e usuários do Vista e Windows 7 receberão o IE9 (e IE10, quando for lançado).
Agora é esperar que essa atualização realmente diminua de forma substancial o tamanho da base instalada de IE6 e IE7 (e talvez IE8 também, mas não tanto) para que possamos desenvolver sites e aplicações com mais tranquilidade e menos dores de cabeça, além de ajudar a convencer os clientes de que não será mais tão imprescindível suportar versões tão antigas do browser da Microsoft.
versão traduzida para português do post sobre este anuncio
Injeção de Dependências nos DAOs de Entidades do Framework
A última implementação da HibernateDAOFactory do módulo persist do DCF, agora permite que seus DAOs de entidade possuam propriedades injetadas diretamente do container de beans do Spring.
No exemplo que temos nos testes de projeto, temos o MockDAO, que possui uma propriedade String com nome ‘testeString’:
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public class MockDAO extends HibernateEntityDAO
private String testeString; public MockDAO(SessionFactory sessionFactory) @Override public String getTesteString() @Autowired |
Note que no setter da propriedade, colocamos a anotação @Autowired, para recuperar esta String do container, e também associamos o Qualifier ‘testeString’.
No arquivo de beans do spring, basta adicionarmos um bean String com o id igual ao do qualifier:
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> |
Repare que o valor da String é ‘stringTeste’. Vamos ver em nosso teste agora se tal valor chega corretamente no DAO:
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@Test
public void testRightFactory() MockDAO dao = this.getDaoFactory().getDAO(MockEntity.class); Assert.assertNotNull(dao); Assert.assertEquals(this.getDaoFactory(), dao.getDaoFactory()); Assert.assertNotNull(dao.getTesteString()); |
Uma coisa importante a se perceber, é que a chamada da DAOFactory permanece exatamente a mesma, mantendo assim a retro-compatibilidade com as outras versões, e apenas as injeções baseadas em anotações do Spring vão ser consideradas.
NÃO é necessário apontar o component-scan do Spring para o pacote de DAOs de sua aplicação. A injeção de beans adicionais é feita completamente a parte, seguindo o mesmo padrão de nome e de instanciação dos DAOs.
Qualquer dúvida, basta me procurar.
O projeto está no github, dentro do módulo persist do dclick-framework, ou diretamente no nexus da DClick.
O eCommerce brasileiro em 2011
O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.
Plataforma Pr?pria x Tercerizada

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Como expor os produtos no e-commerce
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Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados


Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico
Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.
Um pouco sobre a nova versão
Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.
Asserções
Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.
Exemplo Prático
Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:
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public class JUnitTestCase
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Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:
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@Test
public void metodoQualquer()
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Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:
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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);
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Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:
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private String stringLocal;
@Before @Test @Test @After |
Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:
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Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.
Próximos passos
Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.
Por @Gust4v0_H4xx0r
Dicas para ser levado a sério
Voc? j? percebeu que, em qualquer grupo, algumas pessoas s?o naturalmente levadas a s?rio, e outras n?o? E isso raramente tem rela??o com ser ou n?o sisudo – o indiv?duo de gravata com mais cara de brabo e sem gra?a numa equipe pode n?o ser levado a s?rio por ningu?m, e o colega que est? sempre de bom humor pode ser visto com respeito por todos.
E o que os outros v?em em n?s, por interm?dio das nossas atitudes, come?a nas nossas escolhas e no modo como n?s mesmos nos vemos – em outras palavras, o caminho come?a quando n?s mesmos come?amos a nos levar suficientemente a s?rio. O artigo “5 Reasons People Don’t Take You Seriously and How to Fix It” apresenta uma s?rie de raz?es pelas quais as pessoas podem n?o estar levando voc? a s?rio, e convido voc? a pass?-las rapidamente em revista neste meu resumo.
Vamos a elas:
N?o manter a palavra
N?o dar continuidade
N?o separar trabalho e vida pessoal
Dar mais desculpas do que resultados
Andar com a turma errada
Multiple Views com Spring Web MVC
Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.
Conceito de Views
Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:
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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors. * * Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”); * you may not use this file except in compliance with the License. * You may obtain a copy of the License at * * http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0 * * Unless required by applicable law or agreed to in writing, software * distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS, * WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied. * See the License for the specific language governing permissions and * limitations under the License. */ package org.springframework.web.servlet; import java.util.Map; import javax.servlet.http.HttpServletRequest; /** This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of View implementations may differ widely. An obvious implementation would be Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver. /** Note: This attribute is not required to be supported by all
/** Can be used to check the content type upfront, if not predetermined. /** The first step will be preparing the request: In the JSP case, in case of empty model) } |
Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.
JSon e XML
Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.
A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 |
Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 |
@Controller
public class ExemploController @RequestMapping(“/exemplo/xml”) } |
Agora temos uma servlet que responderá por “
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:
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1
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 |
class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>
bean=“marshallingHttpMessageConverter” /> > > > |
O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:
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1
2 3 |
> |
Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:
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2 3 |
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”> > |
Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:
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1
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 |
Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:
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2 3 4 |
“response”:
“nome”:”json” } |
Conclusão
Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.
Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.
Por @Gust4v0_H4xx0r
Introdução ao jQuery
O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.
A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).
E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.
(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)
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