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Dez 14

O eCommerce brasileiro em 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, BI, C#, class, Curso, Desenvolvimento, Dica, e-commerce, empresas, err, esporte, exemplo, Ferramenta, for, Geral, ide, if, image, imagens, int, Mate, Mercado, mg, O, on, online, Outros, portal, produto, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, tag, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.

Plataforma Pr?pria x Tercerizada

O primeiro aspecto espec?fico analisado foi exatamente se os e-commerces trabalham com plataforma pr?pria, ou terceirizada. Descobriu-se que 53,86% das empresas t?m sua pr?pria plataforma e 46,15% utilizam um servi?o terceirizado.

ERP?

Verificou-se, tamb?m, quantas empresas possuem o Enterprise Resource Planning – ERP integrado o seu sistema. A diferen?a em porcentagem entre as que possuem e as que n?o ? pequena. 57,69% delas afirmaram ter o ERP integrado, e 42,31% alegaram n?o ter. Na ?rea de desenvolvimento, 42,31% das lojas virtuais possuem equipe pr?pria, mas 57,69% prefeririam n?o informar a respeito.

Atendimento Online

Outro fator analisado foi a exist?ncia de atendimento online, em tempo real, aos consumidores durante a realiza??o da compra. Essa ferramenta utilizada pelos e-commerces facilita para os consumidores tirarem suas d?vidas a cerca do produto, da entrega e dos prazos, por exemplo. A grande maioria das lojas virtuais entende a import?ncia desse recurso e 61,54% afirmam utiliz?-lo para facilitar a intera??o com o seu p?blico. 38,46% n?o fazem uso do atendimento via chat.

Selos de Seguran?a

A grande maioria dos sites utiliza com algum selo de seguran?a, o que visa trabalhar, ainda mais, a confian?a do p?blico alvo na empresa. Esse n?mero chega ao 73,08% dos sites pesquisados. E apenas 26,92% deles ainda n?o possuem algum selo.

Como expor os produtos no e-commerce

Uma parte da pesquisa trata dos produtos disponibilizados nas lojas virtuais: como eles s?o divididos no site, suas categorias, se possuem fotos para ilustra??o e se possuem um est?dio pr?prio para cadastro do produto.

Categorias

Ao catalogar em quantas categorias os produtos normalmente s?o divididos no site, obtevese uma gama de resultados que variam entre uma e nove categorias diferentes. Pouco mais da metade das empresas, cerca de 57,69%, fazem essa divis?o em nove categorias diferentes. Uma parcela de 11,54% trabalha apenas com duas categorias e 7,69% das lojas virtuais pesquisadas trabalham com duas divis?es: tr?s e cinco categorias diferentes. Apenas 3,85% das empresas trabalham com uma categoria. A mesma porcentagem trabalha com quatro, seis e oito categorias diferentes.

Fotos

As fotos que ilustram os produtos servem para que o consumidor possa conhec?-lo, observar seus aspectos materiais e ter uma ideia do tamanho e do peso, por exemplo.
88,46% das empresas participantes da pesquisa alegaram utilizar imagem para identificar o produto em mais de 90% das suas ofertas. 3,85% das lojas fazem uso das imagens em 70% dos seus produtos e a mesma parcela alegou o faz em at? 90% dos casos.
Sobre os est?dios pr?prios para o cadastramento de seus produtos, a pesquisa revelou que 73,08% das lojas o possuem e 26,92% n?o.

Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados

A pesquisa observou o setor em que essas lojas virtuais trabalham. Em primeiro lugar est?o as voltadas para a moda masculina, com 23,08% do mercado. Em seguida, com 19,23%, est?o as lojas voltadas para eletr?nicos e inform?tica. O setor de alimentos ocupa cerca de 5,38% do mercado e o de animais de estima??o, 11,54%. O ramo de esportes tem uma parcela de 7,69% e o de marketing e embalagens, 3,85% cada.
O tempo de exist?ncia do e-commerce na rede ? um fator significante, que pode influenciar no n?mero de vendas realizadas. Quanto maior esse tempo, maiores as chances do p?blico estar familiarizado com a empresa, criar uma rela??o com a mesma e gerar, afinal, credibilidade e confian?a nos seus servi?os. A pesquisa revelou que 34,62% das lojas virtuais existem h?, no m?ximo, tr?s anos. Outros 30,77% est?o no mercado h? menos de um ano e uma parcela de 23,08% tem de tr?s a cinco anos. Apenas 11,54% dessas empresas existem h? mais de cinco anos.

Nov 16

LCCS e PHP com ZendAMF

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, Adobe, AMF, amfphp, AR, Artigo, Artigos, C#, catch, class, classe, classes, developer, Documentação, exemplo, Exemplos, flash, Flex, Flex 4, for, framework, function, handle, image, int, Java, Javascript, live, LiveCycle, Mercado, mg, O, on, Password, PHP, player, portal, programação, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, swf, Teste, try, UI, web, zend, zendAMF, zendFramework @ 11 16th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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O Adobe LiveCycle Collaboration Service possui em seu SDK, exemplos de integração com as principais linguagens de programação web do mercado como PHP, Java, Python, etc.
Na documentação da Adobe, é recomendado o uso do AMFPHP ou o PHP puro mesmo, mas nada impede de usar tranquilamente em conjunto com o ZendFramework (usando ZendAMF)
Ryan Stewart escreveu dois artigos mostrando a implementação com PHP e REST.

  • http://ria.dzone.com/articles/integrating-php-flash
  • http://ria.dzone.com/articles/php-flash-rest

Uma observação sobre o artigo de Ryan, no Flex 4, Adobe passou a usar o swfobject, então o modo de pegar os parâmetros via URL e passar para o SWF fica desse modo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. var xiSwfUrlStr = “playerProductInstall.swf”;
  2. var flashvars = ;
  3. flashvars.roomURL = swfobject.getQueryParamValue(“roomURL”);
  4. flashvars.authToken = swfobject.getQueryParamValue(“authToken”);
  5. var params = ;

No SDK do LCCS, existe um arquivo chamado lccs.php, basta copiar para o mesmo diretório em que você já usa suas classes. Em seguida, adicionar o include no arquivo gateway.php

PLAIN TEXT
PHP:

  1. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  2. require_once ‘lccs.php’;
  3. require_once ‘Test.php’;
  4. /** Bootstrap */
  5. // Instantiate server
  6. $server = new Zend_Amf_Server();
  7. $server->setProduction(false);
  8. $server->setClass(‘Test’);
  9. // Handle request
  10. echo($server->handle());
  11. ?>

E está é uma simples classe para teste chamando o método que retorna o token para autenticação.

PLAIN TEXT
PHP:

  1. class Test
  2. private $account;
  3. private $room;
  4. private $devUsername;
  5. private $devPassword;
  6. private $secret;
  7. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  8. private $accountURL;
  9. private $roomURL;
  10. function __construct()
  11. //for LCCS
  12. $this->account = “Your SDK account username from LCCS developer portal”;
  13. $this->room = “The room you want to connect to”;
  14. $this->devUsername = “Your LCCS developer account username”;
  15. $this->devPassword = “Your LCCS developer account password”;
  16. $this->secret = “The shared secret from the LCCS developer portal”;
  17. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  18. $this->accountURL = “http://connectnow.acrobat.com/$this->account“;
  19. $this->roomURL = “$this->accountURL/$this->room“;
  20. public function getToken($data=array())
  21. try
  22. $this->account = new RTCAccount($this->accountURL);
  23. $this->account->login($this->devUsername,$this->devPassword);
  24. $session = $this->account->getSession($data['room']);
  25. $displayName = $data['displayName'];
  26. $username = $data['username'];
  27. $role = $data['role'];
  28. $token = $session->getAuthenticationToken($this->secret, $displayName, $username, $role);
  29. return $token;
  30. catch (Exception $e)
  31. throw new Exception($e->getMessage());
  32. }
  33. }
  34. ?>
Mai 17

C# – Generics- Artigo easy .net Magazine 11

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 2.0, 4, 6, AR, Artigo, Artigos, Asp.Net, azure, BI, blog, Blogs, C#, Curso, Cursos, custom, dados, demo, DevMedia, Dica, DRE, exemplo, Exemplos, for, html, if, Iniciando, int, Introduções, label, lista, mg, O, on, portal, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, site, Tecnologia, Tema, UI, uint, Visual Studio, window, windows, windows azure @ 05 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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easy11A edição número 11 da easy .net Magazine já está disponível no portal DevMedia, a easy .net Magazine é uma revista com conteúdo focado em quem está iniciando na plataforma .net, com uma didática voltada para quem quer entrar na plataforma e gostaria de aprender desde dos recursos mais básicos, como os fundamentos da linguagem C#, introduções ao ASP.NET, acesso a base de dados até tecnologias mais modernas como o Windows Azure, Silverlight e o Windows Phone 7.
A Lista completa das edições lançadas você encontra neste link : Edições da easy .net Magazine
Se você quiser conhecer o conteúdo da revista, a primeira edição é gratuita, acesse através do link:
easy .net Magazine número 1

A edição número 11 traz 4 artigos com conteúdo fundamental para o iniciante na plataforma .net :

  • C# – Generics
  • Entre Bits e Bytes
  • C#, Visual Studio e ASP.NET
  • ADO.NET

Nesta edição da easy .net colaborei com o artigo sobre Generics, com foco em coleções de dados, os gererics são um dos principais fundamentos da programação para a plataforma .NET. O artigo apresentará os motivos pelos quais os Generics surgiram, tratando de operações de Box, Unbox e conversões. Nos exemplos práticos os Generics são demonstrados com coleções, como List e Dictionary. Ao final criaremos uma coleção customizada.

Para acessar o artigo no portal da DevMedia acesse:

C# – Generics- Artigo easy .net Magazine 11

A revista easy .net Magazine 11 você encontra no portal DevMedia no link :

easy .net Magazine 11

Mais informações sobre a revista easy .net você encontra no blog :

http://guintherpauli.blogspot.com/search/label/Easy

Mar 8

Iniciando com Adobe AIR for iOS

Escrito por Leonardo França em 1, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, app store, apple, AR, Artigo, Artigos, BI, builder 4, class, Componente, Componentes, Curso, Cursos, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, development, err, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Platform, Flash Player, Flex, for, html, ide, IE, if, image, Iniciando, iphone, Mac, Mercado, mg, O, on, padrão, PHP, platform, player, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, runtime, screen, SDK, SmartPhone, state, TAT, Tema, Tutoriais, Tutorial, UI, Ved, Widget, XP @ 03 8th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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O iPhone[bb], lançado por volta de 2007, foi revolucionario em relação a experiencia do usuário e naturalmente criou-se um novo nicho de mercado para desenvolvimento de aplicações. A App Store(loja virtual onde os aplicativos da Apple[bb] são disponibilizados) já pagou mais de 2 bilhões de dolares aos seus desenvolvedores e com a chegada do iPad[bb], esse número tende a crescer muito. Então se você quer entrar nesse nicho de mercado, precisa saber do que precisa para criar seus aplicativos para rodar no sistema operacional movél da Apple[bb], o iOS(antes da chegada do iPad[bb], era simplesmente iPhone[bb] OS), no qual rodam o iPhone[bb] e iPad[bb], portanto vamos iniciando com Adobe AIR for iOS.

Antes de começar, precisamos de alguns esclarecimentos em relação a como irá funcionar seu aplicativo feito com Adobe AIR rodando no iOS. Você só podera criar aplicativos com Adobe AIR, não é possivel criar aplicativos que rodem no navegador com o Flash Player.

Você só podera criar aplicativos com Adobe AIR, não é possivel criar aplicativos que rodem no navegador com o Flash Player.

Sem Flash Player no iOS =õ(

Sem Flash Player no iOS =õ(

Com o runtime do Adobe AIR, temos o mesmo problema, não é possivel instalar o runtime do Adobe AIR da maneira que estamos acostumados a fazer no desktop ou no Android.
O que a Adobe fez foi criar uma ferramenta usando o Low Level Virtual Machine (LLVM) que permite que você converta seu aplicativo feito em Adobe AIR para um aplicativo nativo do iOS. A Adobe mudou o modo de compilação completamente para que seu aplicativo pudesse rodar no iOS, do modo JIT (Just in Time) para o AOT (Ahead-of-Time) permitindo que seu aplicativo em Adobe AIR pudesse ser convertido para um aplicativo nativo do iOS.

A Adobe mudou o modo de compilação completamente para que seu aplicativo pudesse rodar no iOS, do modo JIT (Just in Time) para o AOT (Ahead-of-Time) permitindo que seu aplicativo em Adobe AIR pudesse ser convertido para um aplicativo nativo do iOS.

LLVM é um sistema modular, o sistema compilador flexível que é amplamente utilizado em uma variedade de projetos. A principal razão que a Adobe escolheu o LLVM é a sua flexibilidade e aplicabilidade para o desenvolvimento do iOS. LLVM já é utilizado no projeto Alchemy(Alchemy = C/C++ com ActionScript 3.0).

A criação de aplicativos para iOS usando a Flash Platform só é possivel a partir do iOS 3.0 ou superior.

Ferramentas de desenvolvimento
Adobe Flash CS5 Professional – Com a atualização do Packager for iPhone, você pode a partir do Adobe Flash CS5(com o Packager for iPhone instalado), criar seus aplicativos para o iOS(iPhone/iPad), teremos um novo profile chamado “AIR for iOS”, gerando o arquivo ja com o tamanho padrão de 320×480. Por enquanto não existem componentes pré-programados para iOS e não é recomendado usar os já existentes no Flash.

Adobe Flash Builder 4 (burrito) – A Adobe disponilibizou juntamente com o Flash Builder 4 (burrito), o SDK do Flex versão 4.5, com componentes otimizados para dispositivos moveis, no entanto, esses componentes ainda estão sendo otimizados para rodarem no iOS e serão disponibilizados numa futura versão do Flash Builder, mas você pode criar tranquilamente um projeto ActionScript(usando somente ActionScript 3.0 sem o SDK do Flex) e usar o compilador por linha de comando(ADT).

Qualquer editor de texto – Você pode usar qualquer editor de texto salvando na extensão .as ou seu editor ActionScript favorito.

Distribuição
Você pode gerar o instalador do seu aplicativo pelo Flash Builder(próximas versões), Flash CS5(com o Packager for iPhone instalado) ou por linha de comando usando o ADT. É gerado um aplicativo com a extensão .ipa. A distribuição pode ser feita atraves da App Store, para se tornar um publisher da App Store, basta pagar a inscrição de 99 dolares. Acompanhe esse tutorial sobre como publicar seu aplicativo na App Store.

Acompanhe alguns tutoriais:
Developing for iOS using Flash Professional
Optimizing content for Apple iOS devices
Guide for Apple App Store submissions
Saving state in AIR applications for iOS devices
Using screen orientation APIs for smartphone application development

Nos proximos artigos, mostrarei como usar alguns recursos do AIR for iOS :D

Fev 27

Melhores práticas com Flex, PHP, Zend e Swiz

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2009, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, AMF, amfphp, app, AR, Artigo, Artigos, auto, back, BI, botão, bug, busca, class, classe, classes, cliente, código, código fonte, Componente, Componentes, comunidade, configuração, control, Controls, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvimento, dispatch, Diversos, Download, dynamic, Eclipse, email, err, erro, event, EventListener, Evento, Eventos, events, exemplo, falha, flash, flash builder, Flex, fonte, for, Formulário, Formulários, framework, function, handle, html, ide, IE, if, image, int, Java, labs, library, lista, Livro, Livros, LOB, Melhores Práticas, menu, mg, mvc, MXML, NaN, O, on, padrão, Pessoal, PHP, processo, procura, Projetos, pt, Remoting, RIA, Ria’s Geral, SDK, server, servidor, spark, string, Sun, swf, Swiz Framework, tag, Tech, Tecnologia, Tema, Teste, Twitter, UI, uint, utils, web, XML, XP, zend, Zend Framework @ 02 27th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Durante o ando de 2010 diversos leitores me escreveram solicitando alguma forma de “receita de bolo” para a criação de projetos em Flex. Estavam buscando uma maneira de criar uma aplicação de forma que fosse mais correta e mais fácil, baseada em padrões de projeto e definida através de uma estrutura que facilitasse o desenvolvimento.

No início de 2011 comecei a pensar mais no assunto, pois irei implementar estas regras nos próximos livros, chegando a uma série de “regras” das quais estarei apresentando neste artigo. Inicialmente, queria dizer que eu não sou o dono da verdade, e estou longe de criar alguma regra que se não usada irá causar o seu insucesso. Estou disposto a receber críticas que sejam construtivas, com o intuito de melhorar o sistema cada vez mais, possibilitando assim que a comunidade tenha em mãos um bom documento para consulta.

PHP ou Java?

Uma das perguntas que mais recebi ao longo de 2010, por isso estarei discutindo um pouco sobre qual linguagem de servidor usar. Inicialmente você deve saber que não é a linguagem que vai fazer você ter sucesso ou não em um sistema, e sim o quanto você conhece a mesma. Por exemplo, se você conhece muito bem PHP, porque aventurar-se em Java se dá conta do recado? O mesmo vale para o Java, mas não recebi emails de nenhum programador Java querendo mudar para php… (sic.. hehe).

O que? é fato nesta “briguinha” é que, não existe melhor ou pior. Java é mais complexo que php, exige mais atenção mas traz muitos benefícios, até financeiros (sim você ganha mais). PHP é mais fácil, você cria tudo mais rápido e com isso fica mais feliz :) Qual você vai escolher? Escolha a que te faz mais feliz.

Zend_AMF ou AMFPHP ?

Outra dúvida muito comum entre os programadores PHP. Eu costumo selecionar um ou outro dependendo do projeto em sí. Se o seu projeto vai usar alguns recursos do Zend Framework, e são muitos, utilize o Zend_AMF. Caso contrário, use AMFPHP.? Aqui chegamos a um impasse do qual julgo ser mais importante do que a briga entre Zend e AMFPHP: você ainda pensa em criar um projeto sem o Zend Framework? Você irá criar tudo que precisa “na mão” ou vai usar componentes de terceiros? Falo isso porque se um projeto em PHP é iniciado, o uso do Zend Framework irá acelerar muito o processo do mesmo. Rotinas como enviar email, acessar a sessão do php, gerenciar usuários com ACL, persistência de dados, acesso ao twitter… são todos muito bem implementados com o Zend e o Zend Framework é mantido pela mesma empresa que mantém o PHP, então não existe biblioteca mais segura em termos de continuidade do que esta.

E quais tecnologias vamos usar nas “melhores práticas” ?

Agora que discutimos as duas perguntas mais perguntadas em 2010 vamos a esta solução que julgo, pessoalmente, ser muito boa:

No cliente:

  • Adobe Flash Burrito e Flex SDK 4.5 (Basta baixar e instalar o Flash Burrito: http://labs.adobe.com/technologies/flashbuilder_burrito/).
  • SWIZ Framework (http://swizframework.org/)

No servidor:

  • PHP
  • Zend Framework (http://www.zend.com/community/downloads)
  • WAMP Server (para rodar o PHP na própria máquina – http://www.wampserver.com/en/download.php)
  • Netbeans ou Eclipse PDT – Eu estou gostando mais do Netbeans, então vou usá-lo.? (http://netbeans.org/downloads/index.html? – Versão PHP)

?

Certifique-se de ter tudo instalado, para que possamos dar prosseguimento no artigo.

Estrutura de pastas e projetos

Outra dúvida comum dos usuários, é definir a estrutura de pastas do projeto. Como instalamos o WAMP Server, ele nos fornece uma pasta onde é possível ter acesso pelo nacegador, através do endereço “localhost”. Isto é, ao acessarmos http://localhost/ o WAMP Server cuida de apontar para o diretório c:wampwww (que é o que chamamos de “document root”). Para que possamos entender a estrutura do projeto, é necessário compreender uma particularidade do Flex. Diferentemente do PHP, os arquivos que estão dentro do projeto Flex não precisam ser enviados ao servidor (os arquivos mxml, as, etc). veja que o Flex compila todos os mxml/as do projeto e gera um único arquivo swf. Este arquivo sim DEVE estar no diretório web do projeto!

Vamos então criar o projeto “melhoresPraticas” da seguinte forma:

  1. Crie a pasta c:wampwwwmelhoresPraticas Este é o diretório público do projeto, acessado através de http://localhost/melhoresPraticas?????????
  2. Crie a pasta c:wampwwwmelhoresPraticasclasses Este é o diretório onde iremos criar as nossas classes PHP
  3. Crie a pasta c:wampwwwmelhoresPraticasvos Este é o diretório onde as classes VOs serão criadas
  4. Crie a pasta c:wampwwwmelhoresPraticasZend Aqui você copia/cola o Zend framework, de forma que o arquivo melhoresPraticasZendLoader.php esteja acessível
  5. No Flash Builder, crie o projeto “melhoresPraticas”. Você pode deixar o DefaultLocation como está. Não clique em Finish, clique em Next, até chegar na configuração do “Compiled Flex application location”. Ou seja, aqui você irá informar para onde os aquivos compilados do flex irão ficar. Coloque o seguinte caminho: c:wampwwwmelhoresPraticasbin-debug. Não clique em Finish, clique em Next, e em Library Path, adicione a biblioteca swiz (o arquivo swc). Em “Output folder URL”, coloque: http://localhost/melhoresPraticas/bin-debug
  6. Com o projeto pronto, clique no botão RUN. Deve então surgir uma página em branco no endereço: http://localhost/melhoresPraticas/bin-debug/melhoresPraticas.html
  7. No Netbenas ou no eclipse, crie o projeto php apontando para c:wampwwwmelhoresPraticas

Testando a conexão

Com os projetos prontos, iremos inicialmente realizar uma simples conexão entre o Flex e o PHP. Isso é útil para que possamos começar com trabalho “pesado”. Para conectarmos o Flex no PHP, preciamos criar uma classe de conexão no Flex, que iremos chamar de ServiceBase, e um arquivo que recebe esta conexão no PHP, que chamaremos de gateway.php.

Para criar a classe ServiceBase, use o Flash Builder e acione o menu File > New > ActionScript Class e crie a classe de acordo com a imagem a seguir:

image

Classe ServiceBase:

package services
{
??? import mx.controls.Alert;
??? import mx.rpc.events.FaultEvent;
??? import mx.rpc.remoting.RemoteObject;
???
??? public dynamic class ServiceBase extends RemoteObject
??? {
??????? public function ServiceBase(classe:String)
??????? {
??????????? super(“zend”);
???????????
??????????? /*
???????????? * Como o arquivo swf está na pasta bin-debug,?
???????????? * precisamos subir um nível para chegarmos ao
???????????? * arquivo gateway.php
???????????? */
??????????? this.endpoint = “../gateway.php”;
???????????
??????????? this.source = classe;
??????????? this.addEventListener(FaultEvent.FAULT,OnFault);
??????? }
???????
??????? protected function OnFault(e:FaultEvent):void
??????? {
??????????? Alert.show(e.fault.faultString,”Erro” );
??????? }
??? }
}

Esta classe tem como principal objetivo estabelecer o endpoint, que é o gateway.php que ainda vamos criar. O atributo source define qual a classe que iremos acessar na pasta classes. Também adicionamos um listener genérico caso haja alguma falha na conexão. Veja que a classe é dinâmica (dynamic), ou seja, podemos chamar métodos da classe sem que eles estejam implementados na classe. Isso é útil pois os métodos chamados nesta classe serão os métodos remotos do PHP.

No servidor, temos que criar o arquivo gateway.php, com o seguinte código:

//Adiciona o autoloader do Zend Framework
// Assim todas as classes do framework
//? serão carregadas quando precisarem
require_once “Zend/Loader/Autoloader.php”;
Zend_Loader_Autoloader::getInstance()->setFallbackAutoloader(true);

//Instancia o servidor Zend_AMF
$server = new Zend_Amf_Server();

//Habilita o modo de desenvolvimento, retornando
// mensagens de erro. Comente esta linha quando
//?? estiver em modo de produção
$server->setProduction(false);

//Adiciona este diretorio como um diretorio de
// classes que podem ser usadas pelo Flex
$server->addDirectory(dirname(__FILE__).”/classes”);
set_include_path(dirname(__FILE__).”/vos”);

//TODO: Adicionar VOs

//Dependendo da requisição do Flex, irá
// chamar a classe correspondente, respondendo
//?? em formato AMF o que a classe responder.
echo $server->handle();

//Não fechar a tag PHP, nunca !!

?

O arquivo gateway.php é o ponto de entrada para as classes em PHP. Veja que inicialmente fazemos um include do Autoloader.php para que todas as classes do Zend Framework sejam instanciadas sem a necessidade de realizar requeires. Criamos então a instância do Zend_AMF_Server, que irá cuidar para que o flex consiga conversar com o PHP via AMF. Adicionamos o diretório classes como um diretório do AMF, onde as classes serão expostas ao flex e usamos o set_include_path para adicionar as classes que estão na pasta “vos” no path global do php, para que não precisamos fazer include das mesmas. Depois adicionaremos mais código sobre as classes VOs.

Na pasta “classes”, criamos a classe Teste, e o método sayHelloWorld. O nome do arquivo tem que ser o mesmo nome da classe, ou seja, Teste.php.

class Teste {
??? public function sayHelloWorld($name)
??? {
??????? return “Hello World $name”;
??? }
}

//Não feche a tag PHP!

?

Agora voltaremos ao Flex para que ele possa acessar a classe teste. No arquivo melhoresPraticas.mxml, adicionamos o seguinte código:

?


http://ns.adobe.com/mxml/2009″
?????????????? xmlns:s=”library://ns.adobe.com/flex/spark”
?????????????? xmlns:mx=”library://ns.adobe.com/flex/mx” minWidth=”955″ minHeight=”600″>
???
??????? ??????????? import mx.controls.Alert;
??????????? import mx.rpc.events.ResultEvent;
???????????
??????????? import org.swizframework.utils.services.ServiceHelper;
???????????
??????????? import services.ServiceBase;
??????? ]]>
???

???
???
??????? ???????????
??????????? var testeService:ServiceBase = new ServiceBase(“Teste”);
??????????? var serviceHelper:ServiceHelper = new ServiceHelper();
???????
??????? serviceHelper.executeServiceCall(
??????????? testeService.sayHelloWorld(“Daniel”),
??????????? function(e:ResultEvent):void{
??????????????? Alert.show(e.result.toString());
??????????? });
???????
??????? ]]>
???

???

?

Como estamos realizando um teste, fazemos o acesso ao PHP no evento creationComplete da aplicação. Criamos a variável testeService que é do tipo ServiceBase, repassando o parâmetro que é o nome da classe no PHP, ou seja, “Teste”. Também criamos a variável serviceHelper que pertence ao Swiz e é um facilitador de acessos ao PHP. Usamos no serviceHelper? o método executeServiceCall, que irá chamar remotamente o método sayHelloWorld repassando o parâmetro “Daniel” e quando concluído, executará a função que está no segundo parâmetro, realizando um Alert.

Ao executar esta aplicação, quando é carregada surgirá a mensagem de retorno do PHP:

?

image

Criando as classes em Service

Com o teste de conexão realizado, podemos avançar mais no código! A primeira refatoração que faremos é em relação as classes que estão na pasta service. Até agora criamos o seguinte código:

??? var testeService:ServiceBase = new ServiceBase(“Teste”);

Ao invés de criar a instância de ServiceBase repassando uma string que é o nome da classe, iremos criar a classe TesteService, da seguinte forma:

image

package services
{
??? public dynamic class TesteService extends ServiceBase
??? {
??????? public function TesteService()
??????? {
??????????? super(“Teste”);
??????? }
??? }
}

Veja que, ao criarmos a classe TesteService, podemos alterar o código da aplicação principal da seguinte forma:

var testeService:TesteService = new TesteService();

Implementando o SWIZ

Um dos melhores benefícios que o SWIZ traz é a possibilidade de separar todo o código Flex em camadas, assim como é feito no padrão MVC. Se você ainda não conhece SWIZ, é melhor conhecer, pois se está lendo este artigo está procurando criar aplicações com uma qualidade melhor e não há como chegar a esse nível sem um framework. O Swiz é o o melhor em termos de custo/benefício, porque nao é o mais fácil de aprender nem o mais complicado, e nao é o mais simples e nem o mais completo. É o meio termo em tudo.

Para usarmos o SWIZ, preciamos estabelecer algumas pastas dentro do projeto Flex, que serão nossas camadas. São elas:

  • config: contém os arquivos que chamamos de “bean”, que são os arquivos que fornecem informações para serem injetadas em outras classes
  • controllers: contém os arquivos que “ditam” a dinamica da camada de visualização
  • services: contém os arquivos que fazem o acesso ao PHP
  • events: contém eventos que podem ser disparados e mediados pelo flex
  • valueObjects: são os VOs que iremos usar na aplicação
  • views: contém os formúlários, é a camada de visão

Na pasta config, iremos criar o arquivo Bean.mxml, com o seguinte código:

??? xmlns:fx=”http://ns.adobe.com/mxml/2009″
??? xmlns:s=”library://ns.adobe.com/flex/spark”
??? xmlns:swiz=”http://swiz.swizframework.org”
??? xmlns:services=”services.*”
??? >
???
???
???

?

Neste bean, criamos a variável “testeService”, que é o tipo TesteService. Atenção quando ao uso de letras maiúsculas e minúsculas.? Sempre voltaremos no Bean.mxml para adicionar mais variáveis e com isso, injetá-las nos formulários e controllers da aplicação. Precisamos ainda configurar o Swiz no projeto principal da aplicação (melhoresPraticas.mxml):


http://ns.adobe.com/mxml/2009″
?????????????? xmlns:s=”library://ns.adobe.com/flex/spark”
?????????????? xmlns:mx=”library://ns.adobe.com/flex/mx”
?????????????? xmlns:swiz=”http://swiz.swizframework.org”
?????????????? minWidth=”955″ minHeight=”600″ xmlns:config=”config.*”>
???
???
???????
???????????
???????????????
???????????

???????????
???????????
??????????????? ??????????????????? eventPackages=”events.*”
??????????????????? viewPackages=”views.*”
??????????????????? />
???????????

???????????
???????????
???????????????
???????????

???????????
???????

???

???

?

Esta configuração, adicionada dentro do fx:Declarations, realiza uma configuração padrão no SWIZ. Basicamente adicionamos o Bean que criamos e definimos onde as classes relacionadas a eventos e formulários ficarão. Também definimos um LOG que será apresentado na aba Console do Flex se estiver rodando em modo de Debug.

Após a configuração

Podemos por exemplo criar a tela de login, e outras telas do sistema. Deixarei o código fonte da aplicação para que você possa olhar com calma.

Pegue o código fonte aqui

Conclusão

A lista a seguir é um resumo de melhores práticas que julgo importantes

  • Use módulos/sub applications somente se precisar mesmo. Não comece um projeto de 10 telas querendo usar módulos para cada tela.
  • Separe sua aplicação em camadas. Você escreve mais e cria mais artigos, mas o projeto fica mais consistente.
  • Você não precisa criar o arquivo services-config.xml para conectar sua app no servidor. Pode-se criar uma classe cujo o endpoint é um caminho RELATIVO ao gateway.
  • Use o caminho RELATIVO sempre, para faclitar o deploy da sua app. Isto é, use “../gateway.php” ao invés de “http://localhost/gateway.php”.
  • Injete o controller na view, para passar dados à ela. Se deseja enviar mensagens para a view, então use eventos
  • Não injete a view no controller.
  • Use o dispatcher do SWIZ.
  • Use o serviceHelper do SWIZ.
  • Quando criar um formulário na view, faça o databind com uma variável do controller.
  • Use eventos com moderação. Particularmente eu uso os eventos para notificar a view de alguma mudança, nunca para passar dados, que é função do controller.
  • Se você quer chamar um método da view pelo controller, use eventos.
  • Mais?
Fev 11

Air no android – Recursos do S.O – Fazendo Ligações

Escrito por Willian Mano em .NET, 1, 2.0, 2009, 4, 6, Adobe, Air, Android, AR, Artigo, Artigos, BI, blog, C#, class, código, Curso, Cursos, err, event, flash, Flex, function, IE, image, label, library, mg, mobile, MXML, O, on, pt, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, spark, string, TAT, Tema, TextInput, Twitter, UI, update, XML, XP, zend @ 02 11th, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
Willian Mano
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Quando comecei a estudar aplicações air no android uma das primeiras perguntas que eu fiz foi “Como explorar recursos do Sistema Operacional?”. Então depois de algumas googladas eu encontrei alguns artigos que satisfizeram minha curiosidade, pelo menos até a necessidade que eu tinha. Pude notar que o air no adroid ainda não possui muitos recursos do s.o mas esperamos que pelo menos até o lançamento oficial mais coisas possam aparecer.

O código abaixo mostra como fazer uma ligação para um número através da sua aplicação air. Notem que é bastante simples.




 
     

 
 
 

 
 
 


Abaixo uma imagem da aplicação

Infelizmente eu não tenho aqui nenhum celular android para mostrar como fica a aplicação executando pra valer (é em casa de ferreiro o espeto é de pau hehe).

UPDATE

Eu consegui executar a aplicação em um avd (Android Virtual Device) do SDK do android. Portanto, a aplicação deverá aparecer no celular de acordo com a figura abaixo.

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Fev 4

Iniciando com Adobe AIR for Android

Escrito por Leonardo França em 1, 4, 6, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, aplicacao, Aplicativos, app, apple, AR, Artigo, Artigos, BI, blog, Blogs, builder 4, case, class, Componente, Componentes, Curso, Cursos, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, development, err, exemplo, Exemplos, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Platform, Flash Player, Flex, for, Google, html, ide, IE, if, image, Iniciando, iphone, labs, mg, mobile, NaN, News, newsletter, O, on, padrão, PHP, platform, player, pt, RIA, Ria’s Geral, runtime, SDK, site, SmartPhone, Tech, Tecnologia, Tema, Tutoriais, Tutorial, UI, update, Ved, Widget @ 02 4th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Já temos há algum tempo a possibilidade de criar aplicativos para Android com a Flash Platform, usando o Adobe AIR ou Flash Player. Além disso o Android vem se tornando a cada dia mais popular, diariamente surgem varios aparelhos cada vez mais poderosos rodando o sistema operacional do Google e a Android Market foi reformulada para facilitar os usuarios e desenvolvedores.
Um detalhe importante é que não são todas as versões do Android que suportam o Adobe AIR e o Flash Player, é necessario que o smartphone tenha o Android 2.2(Froyo) ou posterior, e as versões do AIR deve ser a 2.5 ou Flash Player 10.1.

O desenvolvimento de aplicativos com a Flash Platform para o Android só é possivel a partir do Android 2.2(Froyo) e usando Adobe AIR 2.5 e Flash Player 10.1

Ferramentas de desenvolvimento
Adobe Flash CS5 Professional – É possivel desenvolver aplicativos para Android usando o Adobe Flash CS5 Professional, na ultima versão foi adicionado um profile “AIR for Android”, gerando o arquivo ja com o tamanho padrão de 480?800. Por enquanto não existem componentes pré-programados para Android e não é recomendado usar os já existentes no Flash.

Adobe Flash Builder 4 (burrito) – A Adobe disponilibizou juntamente com o Flash Builder 4 (burrito), o SDK do Flex versão 4.5, com componentes otimizados para dispositivos moveis, para quem se recordar, a Adobe tinha um projeto de uma versão do Flex para mobile chamado “Slider”, em virtude do rápido crescimento do processamento do smartphones atuais, a Adobe decidiu juntar esse projeto ao SDK padrao do Flex.

Qualquer editor de texto – Você pode usar qualquer editor de texto salvando na extensão .as ou seu editor ActionScript favorito.

Runtime Adobe AIR
Para que seu aplicativo rode em um dispotivo com Android, é necessario que seja instalado o runtime do Adobe AIR para logo em seguida você instalar seu aplicativo.

Distribuição
Você pode gerar o instalador do seu aplicativo pelo Flash Builder, Flash CS5 ou por linha de comando usando o ADT. É gerado um aplicativo com a extensão .apk. A distribuição pode ser feita atraves da Android Market, para se tornar um publisher da Android Market, basta pagar a inscrição de 25 dolares.
Acompanhe esse tutorial sobre como publicar seu aplicativo na Android Market
Caso você crie algo para rodar no Flash Player, basta rodar pelo navegador do smartphone, a Adobe tem uma página para que você possa ver alguns sites que usam Flash Player e que foram otimizados para mobile. Acesse o Adobe Flash Showcase for Mobile

Acompanhe alguns tutoriais:
Exemplos no Adobe Labs
Advanced Android development
Creating mobile apps for Android using Flash Builder “Burrito” and Flex SDK “Hero”
Test Drive for Mobile: Style the application

Nos proximos artigos, mostrarei como usar alguns recursos do AIR for Android :D

Jan 2

Os números de 2010

Escrito por Flavia Moreira em .NET, 1, 2009, 4, 6, AR, Artigo, Artigos, Asp.Net, back, Blend, blog, blog silverlight, blogsilverlight, busca, C#, CSharp, DataGrid, deep zoom, deepZoom, desempenho, Desktop, Destaque, DevMedia, Dica, estatísticas, exemplo, Expression Blend, facebook, for, Google, ide, IE, if, image, imagens, int, linq, Linq to Sql, mg, Microsoft, Microsoft Blend, MSDN, O, on, pt, Reconhecimento de voz, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, saúde, silverlight, Silverlight 3, Silverlight 4, site, social, tag, TAT, template, Twitter, UAU, UI, Video Aula, Visual Studio 2010, VOZ, vs, Wordpress, WPF, Xna @ 01 2nd, 2011 | via http://flamoreira.wordpress.com | Sem comentários
Flavia Moreira
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Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 12,000 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 29 747s cheios.

?

Em 2010, escreveu 23 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 80 artigos. Fez upload de 2 imagens, ocupando um total de 85kb.

O seu dia mais activo do ano foi 16 de agosto com 110 visitas. O artigo mais popular desse dia foi C#.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram social.msdn.microsoft.com, google.com.br, devmedia.com.br, rederia.net e pt-br.wordpress.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por exemplo de aplicação desktop c# vs 2010, flavia moreira, sites super interessantes, video aula silverlight e reconhecimento de voz c#

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

C# novembro, 2008
3 comentários

2

Sobre mim agosto, 2008
54 comentários

3

Sites super interessantes agosto, 2008
3 comentários

4

Populando Datagrid usando LINQ TO SQL em Silverlight agosto, 2008
16 comentários

5

WPF E RECONHECIMENTO DE VOZ março, 2009
4 comentários

Dez 30

Feliz Ano Novo, Flex, Java e IPhone

Escrito por Felipe Borella em 1, Aplicativos, AR, Artigo, Artigos, blog, Flex, for, Formação, int, iphone, Java, map, mapa, noticia, novidade, Novidades, O, on, Outros, Pessoal, Ria’s Geral, UI @ 12 30th, 2010 | via http://www.fborella.com.br/blog/ | Sem comentários
Felipe Borella
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Bom Dia!

É com grande satisfação que venho por meio deste post desejar um Ótimo Feliz Ano Novo a todos que acompanharam de alguma maneira o meu trabalho no decorrer deste ano (2010 que ja esta indo embora).
Também quero deixar aqui “noticiado” que começo a partir do dia 02/01/2011 desenvolver aplicativos integrados entre Flex, Java e Iphone com mapas e outros. Essas oportunidades podem ser únicas então resolvi mete a cara!
Também este ano consegui o grau de formação da faculdade, ou seja, terei mais tempo para blogar e fazer artigos que futuramente serão publicados Novidades virão para 2011 pessoal.

Boas Festas

Felipe o/

Dez 14

Finarmente dotôra

Escrito por Gabriela T. Perry em 1, 4, 6, AR, Artigo, Artigos, Curso, demo, Design, Design Cognition, err, for, html, IE, iniciação, int, Livro, Mestrado, NaN, O, on, Outros, prova, rest, RIA, Ria’s Geral, UI, uint, XP @ 12 14th, 2010 | via http://www.gabriela.trindade.nom.br | Sem comentários
Gabriela T. Perry
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A defesa foi em agosto, mas o canudo mesmo só saiu em novembro.

Noves fora o trabalhão insano que é fazer uma coisa dessas, o que fica é uma sensação de trabalho cumprido; não por ter entregue a tese, mas por ter conseguido atingir o objetivo de um doutorado: desenvolver a capacidade de fazer suas próprias perguntas.

Ainda me admiro de ter conseguido isso. Me lembro que quando eu terminei o mestrado e entrei no programa de doutorado (em 2006), tinha muito receio de terminar o curso e não conseguir trabalhar sozinha. Isso se explica: o meu mestrado só foi bacana por causa do meu orientador, [o grande] Dr. Fernando Gonçalves  Amaral, que sempre criticava as coisas que eu escrevia, e do meu co-orientador, o [também grande] Dr. Agostinho Serrano, que na real “bolou” toda a pesquisa. No final, a dissertação foi aprovada com estrelinhas, afinal cumpria o requisito de um mestrado.

Alias, foi do Fernando que eu tirei essa idéia: que o requisito de um mestrado é apenas te preparar para o doutorado; é um treino, uma iniciação ao método científico. Sendo assim, fazer mestrado sem fazer doutorado é pura perda de tempo.

E lá fui eu me inscrever. O orientador estava decidido, eu já conhecia o grupo com quem eu queria trabalhar. Mas eu já estava atormentada com esse medo: será que um dia eu vou conseguir trabalhar sozinha? Explico: assim como o mestrado, o doutorado tem um objetivo muito simples: capacitar um pesquisador a fazer suas próprias pesquisas. Dotorado não tem muito a ver com “aumentar o conhecimento da humanidade” ou com “ineditismo”. Isso são consequências. O que importa é que, ao final do curso, o doutor seja capaz de fazer pesquisas até o final de sua vida produtiva – sem precisar de apoiar num orientador.

E eu tinha muito medo disso: meu trabalho vinha sendo bom, mas sempre por causa da ajuda de outros… Primeiro o Amaral e o Agostinho, depois o [também grande] Fernando Schnaid. E eu?

Mas no final eu “desencantei”. Foi num momento bem particular: quando eu comecei a ler um livro que o Fernando me emprestou [Cognition in Design Education]. Cara, esse livro mudou tudo, pois foi aí que eu consegui me enxergar como pesquisadora. Sério, eu consegui me ver pesquisando isso durante – sei lá – os próximos 10 anos. A partir disso foi só engatar a quinta seguir em frente.

O resultado está aí. Está bem legal. Estou terminando de escrever o primeiro artigo da tese com o Schnaid, e acho que dá pra emplacar mais outros com tranquilidade. Além disso, consegui uma posição na UFRGS, o que sempre foi minha meta, e vou começar a trabalhar com pesquisa [de verdade!].

Então é isso: demora, mas uma hora dá certo. E se quiser ler a tese, baixa ela no 4share.

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