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Mai 21

Palestra de Flex Mobile

Escrito por Stefan Horochovec em 1, Adobe, AR, AUG, BI, C#, comunidade, Desenvolvimento, event, Evento, Flex, FlexDuck, O, on, Palestra, Pessoal, Ria’s Geral, S+S, SmartPhone, super(), UI, XP @ 05 21st, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal,

Tivemos hoje (21/05), antes do fim do mundo (ufaaa), uma super palestra com o Igor Costa sobre desenvolvimento Flex para Smartphones.

Se você não pode assistir a palestra ou quer assistir ela novamente, clique aqui.

Quero agradecer novamente ao Igor Costa pela sua disponibilidade em participar do evento, e a todos que estiveram presentes.

Participe do AUG FlexDuck, seja um membro oficial, faça sua inscrição clicando aqui e fique por dentro de nossas atividades na comunidade.

Abr 13

Palestra sobre Adobe Flash Catalyst

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 4, 6, Adobe, Apresentação, AR, AUG, BI, Catalyst, class, comunidade, err, Excel, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, FlexDuck, for, IE, mg, O, on, on-line, Palestra, Palestras, Pessoal, Ria’s Geral @ 04 13th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal

No dia 02 de abril o AUG FlexDuck realizou uma palestra on-line com o Eduardo Horvath, colaborador da DClick, sobre Adobe Flash Catalyst e Adobe Flash Catalyst – Panini.

A palestra teve duração de 1 hora e 20 minutos, contanto com mais 15 minutos para perguntas e respostas.

Tivemos uma média de 60 pessoas acompanhando a palestra via Adobe Connect, e também tivemos cerca de 40 acadêmicos da UNISEP, assistindo a palestra na universidade em Francisco Beltrão, aonde o professor e coordenador do AUG, Roberto Padilha, organizou o ambiente para que fosse possível aos acadêmicos assistirem juntos e poderem trocar informações sobre a ferramenta.

Quero aproveitar e agradecer novamente ao Eduardo Horvath pela excelênte palestra, aonde ela foi avaliada e teve 93% de votos como Excelente a apresentação e a DClick por permitir que seu colaborador contribua com a comunidade.

Adobe Flash Catalyst CS5 e Adobe Flash Catalyst – Panini from Stefan Horochovec on Vimeo.

Abaixo, algumas fotos dos acadêmicos da UNISEP acompanhando a palestra.

Abr 13

Flash Camp Brasil 2011

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 4, 6, Adobe, Air, app, AR, arte, AUG, BI, blog, camp, class, comunidade, demo, Desenvolvimento, Dica, event, Evento, Excel, flash, Flash Player, Flex, FlexDuck, Flexmania, for, futuro, IE, if, image, int, Mac, mg, O, on, Opinião, Palestra, Palestras, Pessoal, platform, player, Pov, problema, RIA, Ria’s Geral, runtime, Software, TAT, tv, UI, uint, vs, Workshop @ 04 13th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal,

Depois de quase um ano afastado do blog estou voltando as suas atividades, e para recomeçar com o pé direito, resolvi dar uma cara nova ao espaço, espero que gostem deste novo theme. Meu último post foi referente ao FlexMania 2010, e volto agora postando sobre um novo evento, o Flash Camp Brasil 2011.

O Flash Camp Brasil aconteceu em Maceió durante os dias 8 e 9 de abril. Tive a oportunidade de participar de um workshop privado oferecido pela RIM sobre o Playbook na sexta-feira. O workshop durou o dia todo, e nele pudemos conhecer todo o ambiente de desenvolvimento para o PlayBook. O Workshop na parte Flex foi ministrado pelo Julian Dolce, Platform Lead na QNX Software Systems. Uma coisa que ficou muito clara durante o Workshop é que o PlayBook veio para ficar, com certeza o melhor tablet que já tive acesso.

Sobre as palestras não vou comentar uma a uma porque todas foram ótimas, mas fica a dica para quem vai assistir as gravações no youtube, na minha opinião não deixe de assistir as seguintes palestras:

  • Status na Década de 10 – André Matarazzo;
  • O futuro do Flash Runtime – Arno Gourdol
  • Se aprofundando no Molehill, o futuro do Flash Player – Alex Karpovich
  • Criando AIR Applications para TVs – Elad Elrom
  • Flex em dispositivos móveis – Igor Costa
  • ADHD FTW, Gargalhadas! – Grant Skinner

A organização foi perfeita, não vi nenhum problema durante o evento, algumas pessoas relataram alguma dificuldade com a tradução simultânea, mas na velocidade que os palestrantes falavam realmente era impossível uma tradução perfeita.

Também tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o John Koch e o Leandro Reis da Adobe USA. Tivemos um bate-papo aonde eles puderam conhecer mais sobre o AUG FlexDuck, nosso trabalho junto a comunidade e nos orientar sobre nossas atividades, realmente foi excelente essa conversa.

E para finalizar, foi excepcional conhecer pessoalmente toda essa galera que faz parte da comunidade Flex no Brasil.

Parabéns Demian pelo esforço na organização!

Abaixo algumas fotos no evento

Flash Camp Brasil – Radisson Hotel

PlayBook Workshop

Stefan Horochovec, Igor Costa, Janderson, Jotaefe, Bruno Sales, Thalison, Thiago Felix, Mario Junior

Janderson, Jotaefe, Thalison, Igor Costa, Marcus Pinto, Stefan Horochovec, Mario Junior

John Koch, Stefan Horochovec, Leandro Reis

Stefan Horochovec, Arno Gourdol

Stefan Horochovec, Julian Dolce

Demian Borba, Stefan Horochovec

Sorteio

Leandro Reis, Stefan Horochovec, Fabiana GO, Jotaefe, Mauri Dengo, Leon, Lauro Santos

Um até breve a Maceió, no mais tardar, nos encontraremos em 2012 no próximo Flash Camp Brasil!

Mar 27

Como se tornar um Flash Developer de sucesso

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2009, 4, action, Actionscript, Adobe, análise, Android, Animação, api, Aplicativos, AR, arte, Artigo, as3, AUG, auto, Banco de Dados, BI, blog, Blogs, builder 4, camp, Carreira, código, ColdFusion, comunidade, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, Destaque, developer, Dica, Dicas, Diversos, Documentação, err, erro, estatísticas, event, events, Experiências, facebook, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, for, framework, Frameworks, free, gaia, git, Google, ide, IE, if, Iniciando, int, interface, iphone, labs, lista, Mercado, motion, mysql, News, novidade, Novidades, O, on, online, oop, Opinião, padrão, Partilha, Pessoal, photoshop, PHP, player, programação, Projetos, pt, publicidade, Redes Sociais, referencia, RIA, Ria’s Geral, server, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tutoriais, Twitter, UI, UX, Vários, Ved, web, XP @ 03 27th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
Lucas Marçal
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Salve pessoal!

Essa semana eu inicie a fase de contratações da equipe que vai trabalhar comigo em um projeto nos próximos meses, entre horas de pesquisa e análise de possibilidades eu me deparei com uma situação engraçada e atípica, pesquisando sobre média salarial de profissionais de agências de publicidade encontrei um estudo feito pela ABRADI (Associação Brasileira de agências digitais), esse estudo mostra o salário dos profissionais de agências digitais descriminado por áreas e níveis de conhecimento.

Para minha surpresa percebi que nesse estudo Flash Developers estão na lista dos mais bem pagos do mercado, ficando atrás apenas de profissionais de atendimento, planejamento e diretores.

Essa grata surpresa me incitou a escrever uma matéria sobre quais são as principais características e os principais conhecimentos de um Flash Developer Sênior, basicamente nessa matéria vou descrever sob o meu ponto de vista os conhecimentos que um “Flash Developer” tem que ter para alcançar o topo da agência onde trabalha ou vai trabalhar.

Fuja das brigas sobre qual tecnologia é a melhor

O Flash há muito tempo desperta amor e ódio nas pessoas, varias vezes eu me vi incluso em “brigas” sobre qual é a melhor tecnologia e qual é o lugar do Flash na escala de desenvolvimento.

Minha opinião sobre o assunto sempre foi clara, caso alguém me mostre uma tecnologia que seja tão hibrida quanto o Flash no quesito integração com outras tecnologias, ferramentas de desenvolvimento, documentação oficial útil e descomplicada, cursos, metodologia, comunidade de desenvolvimento ativa, padronização de desenvolvimento e possibilidade de desenvolvimento para várias plataformas, nesse dia eu com certeza vou parar de trabalhar com Flash/Actionscript e aprender essa incrível tecnologia que terá batido o Flash, até esse dia, eu prefiro continuar no mundo da plataforma flash. Então fica a dica, não perca seu tempo nesse tipo de discussão, deixe que cada um escolha seu caminho, acredite, isso vai ser melhor para você!

Aprenda a desenvolver usando OOP

Se você é um verdadeiro “Flash Developer” com certeza já fez alguma coisa em OOP, esse padrão de programação pode salvar a sua vida quando o tempo for curto e o projeto desafiador. Para saber mais acesse esse link

Use um Framework para facilitar o desenvolvimento

Frameworks ajudam você a manter um padrão de desenvolvimento e diminuem o tempo de tarefas simples, existem ótimos frameworks de desenvolvimento, entre eles eu destaco o Gaia Framework e o ASF-AS3(Neto Leal). Use sem moderação!

Aprenda integrar redes sociais

Não é novidade alguma que as redes sociais revolucionaram a forma como as coisas acontecem na web, então é muito importante que você saiba integrar diversos serviços ao seus sites/aplicativos em Flash, serviços como Youtube, Facebook, Twitter e Flickr tem áreas específicas para desenvolvedores de várias tecnologias e em todas elas você pode encontrar APIs para auxiliar no desenvolvimento de seus sites/aplicativos.

Aprenda uma linguagem de programação Server-Side

Não que você tenha que ser um expert nessa linguagem, mas é muito bom você ter a visão do “outro lado”, não serão poucas as vezes que vão querer que aquele “hotsitezinho” que você fez tenha uma área administrativa e grave/leia dados de um banco de dados, ou que aquele outro programador “mala” vai dizer que isso ou aquilo não é possível com flash, nesse caso eu indico duas tecnologias exatamente nessa ordem, Coldfusion e PHP. Não se esqueça de aprender a trabalhar bem com Mysql, mas atenção, você não vai se tornar o melhor programador Serve-Side do mundo então tente não perder sua “veia” de design com essas tecnologias o interessante é você ainda continuar “mandando bem” em áreas fundamentais como Motion e Design.

Todo Flash Developer TEM que saber trabalhar com Photoshop

Isso pode levantar certa polêmica, mas a grande verdade é que se você pretende ser um Flash Developer e gerenciar um projeto é fundamental que você conheça profundamente o Photoshop, que tenha uma boa noção de design, tipografia e afins e conheça muito de motion design, por mais que digam o contrário 80% do trabalho de um Flash Developer é dar vida a interfaces malucas criadas por Diretores de Arte ainda mais malucos!

Animação via código é muito melhor que Timeline

Falar isso para os desavisados pode parecer uma heresia, mas a verdade é que, seja um banner, um hotsite ou um grande site é muito melhor você fazer todas as transições e motions via código, nesse caso eu indico que você use a Greensock. Trabalhando dessa forma você terá uma facilidade maior na hora de fazer aquele ajuste fino ou implementar aquela alteração de última hora.

Tenha boas referências

A comunidade de desenvolvimento Flash é muito unida, existem vários blogs como o meu que visam o crescimento profissional das pessoas sem nada em troca, é fundamental que você tenha boas referencias, que fique ligado nas constantes novidades que circulam no mundo da plataforma flash(sabe o que é molehill?), quer saber quem são as minhas referencias? Segue o link. Outra dica, tenha uma pagina de Labs sempre atualizada ou então crie um blog para compartilhar seus conhecimentos e experiências, isso coloca você em destaque na comunidade e pode abrir portas para bons trabalhos =)

Editor de código

A IDE do flash é muito boa, na versão CS5 o pessoal da Adobe melhorou bastante o editor de código, porém, ele está longe de ser a melhor opção do mercado, eu particularmente uso o FlashDevelop para fazer isso, mas o Flash Builder 4 também é uma boa opção, escolha a sua!

Pense fora da caixa

Há muito tempo o flash player domina as estatísticas de software mais instalado do mundo, mas é importante saber que o Flash não serve apenas para desenvolver sites, hoje em dia existe uma infinidade de dispositivos que utilizam o flash player, hoje você pode criar conteúdo para Iphone, Ipad, Smartphones com Android e tablets como o Motorola Xoom. Eu acho muito importante estar sempre ligado nessas novas possibilidades e de preferência ter um (ou todos) para estudos, pense fora da caixa, quem sabe isso não vai te render uma grana extra!

Em casa de ferreiro o espeto é de pau, mas não deveria ser!

Tenha sempre um portfólio bem atualizado, eu não posso falar disso com muita autoridade, pois há três anos venho tentando ter tempo para atualizar meu site, kaekae, mas é fundamental que você tenha um portfólio online que mostre exatamente o que você é capaz de fazer, ele com certeza vai ser decisivo na hora da contratação para uma empresa ou freela.

Curso, congressos, atualize-se!

É importante que você faça pelo menos uma vez ao ano uma reciclagem de seus conhecimentos, eu particularmente guardo 5% do que ganho ao ano para fazer isso, esse ano vou estar no FlashCampBrasil, uma dica que deixo são os cursos do Luciano Augusto o cara manda super bem em cursos a distância.

Saiba cobrar por seus projetos e não vacile nos prazos.

O maior erros do Flash Developer está na hora de passar o orçamento, acredite, nós estamos no topo da cadeia alimentar dos desenvolvedores, quando aparecer aquele freela não fique com medo de cobrar o valor real, você é um Flash Developer e sua hora é uma das mais caras do mercado.
Outra coisa importante são os prazos, saiba quanto tempo você leva para fazer determinadas atividades comuns a um Flash Developer, não cumprir prazos está fora de questão e lembre-se sempre existe alguém que conhece outro alguém e uma vez queimado no mercado você estará fadado ao limbo!

Não existe limite para a criatividade dentro do flash, não desanime o caminho é longo mais as recompensas em R$ são grandes depois de um tempo!

Deixe um comentário sobre esse artigo e não se faça de difícil se precisar de ajuda!
Um abraço

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Fev 5

Qualidade em Processo de Desenvolvimento de Software

Escrito por Edgard Davidson em 1, 2009, 6, Agile, api, AR, arte, AUG, auto, BI, busca, class, cliente, comunicação, conferência, control, cultura, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Documentação, empresas, event, Evento, exemplo, falha, for, Google, ide, IE, if, image, int, Liderança, LOB, Mercado, Mestrado, mg, Motivação, mudanças, NaN, O, on, Opinião, processo, produto, Projetos, pt, Qualidade de Software, RIA, Ria’s Geral, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Treinamento, UI, yahoo @ 02 5th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Chaus Report 2009 – Standish Group

Pesquisas como as realizadas pelo Standish Group apresentadas no Chaus Report 2009 demonstram que grande parte dos projetos de software falham ou são desafiados, seja porque não cumprem o orçamento, ou não cumprem o cronograma, ou as funcionalidades não atendem às necessidades dos usuários ou porque todos estes fatores estão presentes em conjunto. Para o Standish Group um projeto de software é considerado um Sucesso quando todas a funcionalidades do escopo inicial são entregues no orçamento e cronograma planejado. O projeto é Desafiado quando ele sofre com atrasos, não cumpre o orçamento inicial e/ou é entregue com menos recursos e funções do que o definido no escopo inicial. E finalmente, o projeto é considerado Falho quando ele é cancelado antes da conclusão ou o produto da sua entrega nunca é utilizado.

Há algumas décadas a indústria de software vem buscando técnicas de desenvolvimento que possam reduzir os riscos dos projetos de software e tornar essa atividade mais produtiva. A referida constatação não é recente. Já em em 1968 houve um evento denominado conferência de NATO, que, entre outras coisas, tentou entender e discutir o porquê que a maioria dos projetos de software falham ou são desafiados. De lá para cá, a indústria de software vem evoluindo e a partir dos anos 90 surgiram várias propostas como o desenvolvimento de processos formais como RUP, pautados sobre modelos de maturidade como CMMI e a evolução de autores consagrados como Coad & Yourdon, Pressman, Sommerville, Rumbaugh, Booch, Jacobson, etc.

Quando o assunto é desenvolvimento de software, existem basicamente duas grandes “escolas”: a tradicional e a ágil. Cada uma delas enxerga e trata o processo de desenvolvimento de software de maneiras bem peculiares, apesar dos objetivos finais serem os mesmos. Na escola tradicional o conceito de processo de desenvolvimento de software se assemelha ao usado em processos de produção industrial: um conjunto de passos parcialmente ordenados, constituídos por atividades, métodos, práticas e transformações usadas para atingir uma meta, centrado em documentação e controle operacional. Já os adeptos das metodologias ágeis não estão presos a processos rígidos; o que interessa é aquilo que de fato agrega valor ao usuário, não que a escola tradicional não pense assim, como entregas rápidas ou como já diria um dos princípios ágeis: “Nossa maior prioridade é satisfazer o cliente através da entrega rápida e contínua de software de valor.”

Não obstante, a indústria de software é bastante dinâmica, novas idéias, tendências e tecnologias surgem a todo instante e em todas as partes do mundo. Acompanhar essa dinâmica é fator crítico de sucesso para profissionais e empresas que pretendem adquirir um diferencial no mercado. Um ponto fundamental para acompanhar o dinamismo do mercado está na habilidade de lidar de forma mais eficiente com as mudanças de requisitos, aumentar a motivação da equipe e melhorar comunicação com o cliente do projeto, e, para isso, será necessário estar pronto para introduzir uma nova cultura de liderança que irá alterar os papeis e trará uma nova forma de trabalhar transferindo parte da responsabilidade do gerente do projeto para a equipe.

A adaptação às mudanças decorrentes de fatores externos são uns dos conceitos centrais dos métodos ágeis. Onde os métodos mais formalizados e centrados em planejamento e documentação são preditivos na tentativa de prever as necessidades futuras, em contrapartida, os métodos ágeis são adaptativos e rapidamente se adaptam às novas exigências, aderindo ao lema “abrace as mudanças!”. A única medida de sucesso é a de produto funcionando.

Outro princípio importante é a simplicidade e pensamento enxuto. De acordo com o conceito de pensamento ágil, projetos de grande escala, por exemplo, não são desejáveis. Pelo contrário, é preferível minimizar a quantidade de trabalho daquilo que não precisa ser feito. Isto inclui, por exemplo, não gastar tempo escrevendo documentação desnecessária.

Cada vez mais a abordagem ágil de desenvolvimento de software vem se popularizando entre grandes empresas de sucesso como: google, yahoo, amazom.com, globo.com entre outras. No entanto, nem sempre as empresas que tentam adotar a filosofia ágil têm obtido o mesmo sucesso. Várias discussões tem se formado para entender o motivo do referido insucesso, e as conclusões estão convergindo para fatores como: falta de treinamento dos colaboradores; equipes hierarquizadas, e, sobretudo, resistência de mudança cultural.

Desenvolver software é uma tarefa que exige técnicas de engenharia e arte. Se uma empresa ou profissional não absorver a filosofia ágil dificilmente se manterá competitiva no cenário atual do mercado de software por mais que se implemente uma metodologia.

Nesse sentido, cabe a nós profissionais críticos, formadores de opinião, termos a a clara consciência de adotar processos tradicionais ou processo ágeis, ou no melhor dos casos, como integrar os dois para tirar o maior proveito.

Fev 3

Apresentação e código do “Adobe @ the Museum”

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe User Group, api, Apresentação, AR, AUG, back, BI, blog, class, classe, classes, código, demo, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiências, facebook, flash, Flash / Flex, flash builder, Flex, for, framework, gmail, ide, IE, if, image, labs, linkedin, Links e sugestões, map, mg, mobile, O, on, Projectos, RIA, Ria’s Geral, rss, tag, Tech, Tema, template, UI, User Group @ 02 3rd, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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augPortoLogo Apresentação e código do Adobe @ the Museum

Olá a todos!

Já lá vão umas semanas desde que não escrevo no blog, mas tudo tem a sua razão! Andei bastante atarefado a preparar o evento do Adobe User Group Porto, que decorreu no Sábado que passou.

O evento chamou-se “Adobe @ the Museum” e foi um sucesso! O feedback recolhido tem sido bastante positivo!

No evento, fiz uma apresentação centrada na utilização do Flash Builder (neste caso versão Burrito)  para criar conteúdos para a tablet da Blackerry, o Playbook.

Aqui têm os slides da apresentação e o código de todos os projectos que demonstrei no evento que incluem:

  • Um leitor de RSS utilizando a nova Framework do Flex direccionada para mobile (Flex Hero);
  • Um exemplo em que utilizo as classes QNX (nativas do sistema operativo do Playbook);
  • Aplicação criada pela Adobe, a já conhecida “Employees directory”;

PS: Mais um ícone muito especial foi adicionado aqui ao lado direito do blog! É isso mesmo! Adobe Community Professional icon smile Apresentação e código do Adobe @ the Museum Mas isso fica para um próximo post!

Um abraço a todos!

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Fev 3

Apresentação e código do “Adobe @ the Museum”

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe User Group, api, Apresentação, AR, AUG, back, BI, blog, class, classe, classes, código, demo, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiências, facebook, flash, Flash / Flex, flash builder, Flex, for, framework, gmail, ide, IE, if, image, labs, linkedin, Links e sugestões, map, mg, mobile, O, on, Projectos, RIA, Ria’s Geral, rss, tag, Tech, Tema, template, UI, User Group @ 02 3rd, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
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O evento chamou-se “Adobe @ the Museum” e foi um sucesso! O feedback recolhido tem sido bastante positivo!

No evento, fiz uma apresentação centrada na utilização do Flash Builder (neste caso versão Burrito)  para criar conteúdos para a tablet da Blackerry, o Playbook.

Aqui têm os slides da apresentação e o código de todos os projectos que demonstrei no evento que incluem:

  • Um leitor de RSS utilizando a nova Framework do Flex direccionada para mobile (Flex Hero);
  • Um exemplo em que utilizo as classes QNX (nativas do sistema operativo do Playbook);
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Fev 3

Apresentação e código do “Adobe @ the Museum”

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe User Group, api, Apresentação, AR, AUG, back, BI, blog, class, classe, classes, código, demo, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiências, facebook, flash, Flash / Flex, flash builder, Flex, for, framework, gmail, ide, IE, if, image, labs, linkedin, Links e sugestões, map, mg, mobile, O, on, Projectos, RIA, Ria’s Geral, rss, tag, Tech, Tema, template, UI, User Group @ 02 3rd, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
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Já lá vão umas semanas desde que não escrevo no blog, mas tudo tem a sua razão! Andei bastante atarefado a preparar o evento do Adobe User Group Porto, que decorreu no Sábado que passou.

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Aqui têm os slides da apresentação e o código de todos os projectos que demonstrei no evento que incluem:

  • Um leitor de RSS utilizando a nova Framework do Flex direccionada para mobile (Flex Hero);
  • Um exemplo em que utilizo as classes QNX (nativas do sistema operativo do Playbook);
  • Aplicação criada pela Adobe, a já conhecida “Employees directory”;

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Nov 18

IxD – Design de Interação, abordagem direta

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, action, app, apple, Apresentação, AR, Arquitetura, Arquitetura da Informação, arte, Artigo, AUG, auto, BI, blog, class, comunicação, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Design, designer, Diversos, empresas, err, Estilo, exemplo, Exemplos, Experiência do Usuário, Ferramenta, for, Formação, game, git, Google, IE, if, int, interface, jogo, Mestrado, NaN, O, on, Partilha, procura, produto, Projetos, pt, Redes Sociais, rest, RIA, Ria’s Geral, Sem categoria, social, Sun, tag, TAT, Tecnologia, Tema, tv, Twitter, UI, user experience, UX, XP, zend @ 11 18th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Talvez você já tenha visto a sigla IxD e ficou sem entender do que se trata, pois bem, ela significa Interaction Design, ou Design de Interação (DxI), não gosto da sigla em português, seria o mesmo que utilizar uma sigla EU ou XU (Experiência do Usuário) para definir UX (User Experience), portanto vamos utilizar a sigla correta, IxD.

Mas afinal, o que é IxD? Design de Interação é a mesma coisa que UX? Certamente não.
Ao passo que a UX é a experiência final sentida pelo usuário, o IxD é a matéria que trabalha os melhores aspectos do desenvolvimento de uma boa UX, pois visa entender e compreender o usuário para criar os bons métodos na criação de um produto, no nosso caso, de uma aplicação usável, funcional e satisfatória.

Certamente são muitas as matérias da área de design, mas faço questão de trazer a vocês as mais significativas, as que mais estão agregando valor aos projetos voltados a aplicações, temas que de fato estão no auge e que constroem a melhor UX possível. Temas que foram ignorados a tempos e hoje se está dando o real valor pelas grandes empresas. E um desses temas certamente é IxD.

Como IxD é uma abordagem também conceitual, ainda há divergências sobre sua definição, você encontrará muitas idéias diferentes a respeito do mesmo tema, e se por um lado isso pode ser ruim por outro a discussão é boa, já que começa a definir um pouco mais algo que no meu ponto de vista sequer pode estar engessado, ficou confuso? Você vai entender.
Acredito que IxD estará sempre em mutação, e o motivo é simples, tudo está em mutação, vejamos abaixo o que é IxD.

Design de Interação, o nome praticamente diz tudo, ou não, depende muito do seu repertório. Interação para algumas pessoas pode ser a relação entre uma pessoa e outra, mas também é no caso do nosso tema a relação entre um usuário e um produto.
O que temos de interativo quando pensamos em relação a interfaces?
Games talvez seja a sua primeira opção, e é um dos melhores exemplos, foi lá que essa matéria se desenvolveu bastante, pois era necessário entender a relação entre o usuário e o game, seu grau de satisfação.
Quem é que nunca jogou um game e teve altos graus de felicidade mas também altos graus de fúria…  essa fúria (sentida pelo usuário) foi amplamente estudada e amenizada ao longo dos anos da história dos games, podemos dizer que a cada ano diminui a quantidade de gamers que destroem seus consoles, é fato. Isso porque houve o estudo da interação entre a relação do gamer com o jogo em si, para minizar a sensação de frustração e aumentar a sensação de satisfação.
Até aí simples, mas não é só o game que é interativo, existem diversas aplicações que são interativas e a cada dia mais e mais produtos estão se tornando interativos, em breve sua TV será interativa se já não for, interativa totalmente, com uso de recursos como Google TV ou Apple TV. Mas em breve sua geladeira ora tão pacata será interativa, e quem sabe até mesmo o seu sofá. Portanto, essa não é uma matéria que deve ser ignorada por um designer, e muito menos por alguém que desenvolve aplicações.

Lembra-se que falei que essa é uma matéria mutável? Porque? Porque a cada dia surgem novas mídias ou áreas físicas onde possa existir uma aplicação interativa, portanto a cada dia o IxD ganhará novo estudo conforme o próprio desenvolvimento da humanidade.

Mas o que de fato é interação nesse tema?
Entende-se interação a relação com o usuário, e que deve ser funcional a fim de proporcionar uma boa UX.

Portanto eu entendo (devido a minha experiência como designer) o IxD como principal intermediário entre a idéia (Conceito inicial do projeto) e a UX, ele é praticamente a ferramenta de trabalho que leva o conceito a realidade, fazendo a ponte desde a concepção da idéia do projeto até a sua realização e o contato com o usuário.

Um bom IxD tem por objetivo conseguir comunicar com eficácia a informação de uma aplicação até seu usuário, definindo o comportamento da aplicação, e claro, as interações que essa tem com o mesmo.

Você se recorda do texto que eu postei sobre a visão de UX de Shane Morris? (Desenvolvimento da UX)?

Vamos concluir a idéia, Morris fala que para se conseguir uma boa UX é necessário seguir 4 etapas:
1. Projeto Conceitual (aquilo que chamei nesse artigo de ‘idéia’)
2. Design de Informação  (não confundir como arquitetura da informação)
3. Design de Interação
4. Apresentação do Design (Criação do projeto em si)

Perceba que essas matérias se misturam um pouco no seu conceito mas são distintas pode acreditar, acontece que a fronteira entre uma e outra se mistura, ou seja, quando você estuda Design de informação perceberá que esse tema é parte de Design de Interação, e quando estuda Design de Interação perceberá que ele é a estrutura de desenvolvimento da UX.

Essa é uma parte que discordo do Morris, as estruturas por ele apresentadas tratam da relação de interação com o usuário, portanto é o próprio IxD.

O IxD estuda muita coisa, desde o ambiente onde a aplicação será apresentada (computador, totem, telão, se é dia, noite, espaço aberto, fechado, etc) até o tipo de usuário que estará utilizando.

Se eu fosse abordar o IxD em todo o seu aspecto seria muito mais que um post, aqui me reservo a tratar do tema naquilo que mais nos interessa, aplicações.

Vou ao melhor exemplo que conheço de IxD, o Agon.

O Agon é  uma rede social corporativa, no qual as pessoas de uma empresa fazem pontos ao compartilhar conhecimento, tal como faço nesse momento ao escrever esse post, portanto o que foi estudado para se chegar na sua criação?

Objetivo:
- Como motivar o compartilhamento de conhecimento

Estudo:
- Relação das pessoas com os games
- Relação do funcionário com a empresa e entre si
- Relação dos usuários com redes sociais
- Interatividade com a aplicação sem alterar a rotina (curva de aprendizado) dos seus participantes

A solução você já conhece, uma rede social corporativa que utiliza a rede social Twitter para alterar sua interface (através de tweets com hashtags específicas), que atingiu o seu objetivo de incentivar as pessoas a compartilhar conhecimento. (Perceba que antes do Agon eu sequer tinha postado nada nesse blog e você talvez nem soubesse o nome do atual designer da DClick).

Então é muito simples, não é somente o estudo típico de transições em uma aplicação (consistência e inconsistência), cores, tipografia, etc, ainda que isso seja parte e é muito significativo, o IxD vê a relação entre pessoa e aplicação, analisa o aspecto humano, social e histórico.

E o que seria isso? Como no caso do Agon foi avaliado a idade do usuário, quais ferramentas ele já utilizava, foi visto o que não deu certo nas corporações para estimular o compartilhamento do conhecimento, e como fazer de uma disputa algo lúdico.
Então a criação de um tipo de game foi algo natural, afinal, estamos todos acostumados a disputar nos games com nossos amigos, parentes etc e nem por isso ao término do mesmo ficamos rancorosos com os adversários virtuais (pelo menos não a maioria de nós). A relação de disputa no bom estilo dos games foi explendidamente bem aplicada no Agon, ainda com pontuações e interatividade via rede social, eu disse interatividade? Pois bem, é essa interação o estudo de IxD, prever como o usuário irá se comportar, procurando com isso atingir uma boa UX.

Então percebemos que para se saber aplicar o IxD é necessário um conhecimento vasto da área de sua atuação, da aplicação em si, o bom designer de interação é aquele que está profundamente alimentado de informações antigas (conhecimento histórico) e novas, dos diversos segmentos possíveis, ou seja, é alguém de fato muito, mas muito bem informado e com poder de comunicação. Sem isso ele não conseguirá facilmente aplicar um IxD.

Ainda que existam IxD mais modestos, ou seja, estudos mais simples, IxD é o estudo amplo e vasto de tudo que envolve a interação com o usuário por parte de uma aplicação.

O IxD acima de tudo se preocupa com o aspecto emocional de uma aplicação, se ela é útil ou inútil isso não diz nada, um game é inútil, mas tem valor emocional muito amplo, portanto Design de Interação visa entender a relação da aplicação (ou produto) na vida do usuário, como isso se reflete e repercute no dia a dia do mesmo.

Se através desse texto você se sentiu atraído a saber mais sobre esse tema pouco explorado ainda no Brasil, resta dizer que existem algumas poucas faculdades voltadas ao assunto, existindo inclusive uma pós-graduação, já no exterior diversas universidades abordam o tema, e existem mestrados inclusive. Porém lhe aconselho a visitar a associação IxDA (Interaction Design Association), da qual sou membro atualmente, uma boa oportunidade para você ficar antenado sobre o assunto.

Eu poderia colocar os passos do que é a profissão de Design de Interação, o que faz ou deixa de fazer, ou como se tornar um designer de interação e quais passos exatos tem essa matéria, existem diversos autores do assunto, mas meu objetivo aqui era passar toda a idéia conceitual  para que você se municie de informação interativa, sim, aquela que se liga a outras áreas do seu cérebro, pois garanto, que tópicos e passos determinados não serão facilmente lembrados, mas um texto que interage com demais informações, ou seja, com seu repertório, ficará enraizado e você se lembrará do que é IxD com facilidade. Portanto espero com isso ter interagido com demais conhecimentos que você possui fazendo que tenha tido uma boa UX ao término da leitura…

Até a próxima.

_________________________________________

Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

@eduardohorvath

Nov 12

Flex Messaging com BlazeDS

Escrito por João Augusto em .NET, 1, 4, 6, Access, Adobe, api, app, Apresentação, AR, AUG, bar, Blazeds, blog, class, control, Controls, Download, event, events, flash, Flex, fonte, for, FullScreen, function, handle, ide, IE, if, label, layout, Mac, Messaging, mg, MXML, O, on, PHP, player, pt, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, screen, Sem categoria, swf, TAT, wave, XML @ 11 12th, 2010 | via http://blog.joaoaugusto.com.br | 2 comentários
João Augusto
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Slides e fontes da minha apresentação sobre Flex Messaging na Semana da Informática da UNIVILLE.

Semana da Informática UNIVILLE – Flex Messaging

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			import mx.rpc.events.FaultEvent;
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			private function send():void{
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				message.body.subtopic = "Joao"
				message.body.chatMessage  = txtMessage.text;
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			private function messageHandler(message:IMessage):void{
				txtConversation.text += message.body.chatMessage + "n";
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			protected function application1_creationCompleteHandler(event:FlexEvent):void
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