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Abr 12

Abobe CS 5.5!

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, Air, Android, AR, Beta, BI, blog, builder 4, Catalyst, class, classe, classes, Componente, Componentes, css, css3, custom, Design, Desktop, Dica, Diversos, DRE, Dreamweaver, exemplo, flash, Flash / Flex, flash builder, Flash Builder 4, Flash Catalyst, Flex, Flex 4, Flex4, for, Formação, framework, html, html5, IE, if, image, int, JQuery, kit, Links e sugestões, map, mg, mobile, O, on, Outros, produto, Projectos, protótipo, pt, Review, RIA, Ria’s Geral, screen, SDK, site, SmartPhone, Software, tabs, template, UI, uint, variados, Vários, web @ 04 12th, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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adobeCS55 Abobe CS 5.5!

Olá a todos!

A Adobe lançou ontem a versão 5.5 da sua suite de produtos!

Para esta versão, o lema é claramente a possibilidade de criar conteúdo, para vários dispositivos, com o mínimo de esforço!

De entre as várias funcionalidades que foram adicionadas (algumas já terão sido por vós testadas, uma vez que a Adobe foi lançando várias versões beta das mesmas), destaco as seguintes:

Dreamweaver:

  • MultiScreen preview: A capacidade de, como o nome indica, pré-visualizar, em vários dispositivos, os nossos projectos (smartphones, tablets, desktop, etc.).
  • Integração do jQuery Mobile directamente na framework do DW (por exemplo, code-hinting), assim como uma panóplia de templates já prontos a serem utilizados;

Flash:

  • Possibilidade de fazer deploy para os mais variados dispositivos (iOS, Android, Playbook, etc);
  • Novos code snipets criados exclusivamente para serem utilizados com AIR 2.6 e também dispositivos mobile;
  • Editor de ActionScript ainda mais interessante com code-hinting para classes custom e outros;

Flash Builder:

  • Flex SDK 4.5! A integração da framework para mobile é agora uma realidade! Isto inclui templates de aplicações em tabs, ou em vistas, viewNavigator, etc;
  • Possibilidade de alterar entre diversos dispositivos, on the fly, em Design View.
  • Compilador mais eficiente e rápido. Consome cerca de 20% menos do nosso computador ao compilar, e fá-lo também 20% mais rápido!

Flash Catalyst:

  • Maior e melhor integração de workflow com o Flash Builder (bi-direccional);
  • Maior facilidade de criação de componentes que vão funcionar como protótipos para os nossos projectos;

Device Central:

  • Mais dispositivos para testarmos os nossos projectos, incluindo já a versão mais recente do webKit, o que permite testar elementos de CSS3 e HTML5 como o canvas;

Para mais informação:

  • Adobe Creative Suite
  • What’s new in Flash Builder 4.5
  • Introducing Flex 4.5 SDK
  • What’s new in DreamWeaver 5.5
  • Introduction to Flash Catalyst 5.5

Conclusão:

Como podem ver, têm aqui informação suficiente para vos ocupar durante uns bons pares de dias icon smile Abobe CS 5.5! O software só deve ficar disponível no início de Maio, no entanto, podem já fazer a pré-compra no site da Adobe.

Um abraço a todos, Mauro.



Mar 21

Maven 3 – Mudanças e Melhorias

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, análise, apache, api, AR, arte, Beta, BI, blog, bug, busca, class, código, configuração, control, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Documentação, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, html, ide, IE, if, image, int, internet, Java, mg, mudanças, NaN, O, on, Outros, padrão, Plugin, problema, problemas, programação, Projetos, relatório, Relatórios, rest, RIA, Ria’s Geral, site, tag, TAT, Tecnologia, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, UX, validação, Ved, XML, XP @ 03 21st, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Maven – O que muda?



Vimos alguns tutoriais e posts que descreviam o funcionamento do maven, e tabmbém criamos alguns projetos com seus respectivos relatórios. Porém sempre utilizamos uma versão do Maven 2. Atualmente está disponível (não mais como beta) a versão 3 da ferramenta. Mas afinal, o que muda e como que sua aplicação construída utilizando Maven 2 irá se comportar com o Maven 3? Veremos!

Primeiras mudanças



A primeira coisa a se notar de diferente é a saída no terminal de comando gerada pelo Maven 3. Veja a saída em um projeto padrão maven criado para o exemplo:





Note que a divisão entre projetos está mais clara e que cada goal está explicitamente descrito com seus respectivos plugins, tornando mais fácil identificar possíveis problemas. Por exemplo vejamos o que forçarmos um erro no build:





Repare que ao executar o plugin maven-compiler-plugin do Maven na fase de compile ocorreu um erro que está descrito logo abaixo. Note também que agora o Maven sugere uma URL da documentação onde você pode encontar ajuda sobre a falha.
Caso mais de um erro tivesse ocorrido, seria descrito em ordem de ocorrência e se fosse possível sugerir ajuda, estariam descritas as URLs de ajuda.


Essa é a primeira mudança mais notável. Uma segunda mudança pode ser percebida também, mas é mais sutil: performance. A Apache diz que o Maven é muito mais performático que suas versões anteriores em muitos aspectos.
Eu trabalho com Maven a um bom tempo já e posso dizer por experência que sim, o Maven 3 é de fato mais rápido mas não o suficiente para impressionar e de fato afetar o dia-a-dia. Está mais rápido identificar alguns problemas que podem acontecer durante o build, isso sim eu acho que afeta mais no dia-a-dia.
Quanto aos downloads de artefatos, está melhor que nas versão anteriores, pois o download em paralelo está melhor implementado e portanto a banda é melhor gerenciado. Essa mudança também afeta no dia-a-dia de uma maneira positiva.
Outra melhoria de performance é com relação aos plugins externos. A Apache diz que a API de uso do Maven para plugins externos está muito melhorada, e que a integração está bem mais otimizada. Aqui na empresa utilizo bastante a integração com o plugin do Flex para o Maven (FlexMojos), e posso dizer que nesse ponto a mudança foi drástica. O build está de fato muito mais rápido que nas versão anteriores do maven e melhorou bastante no dia-a-dia do desenvolvimento.

Organização



A validação dos poms do projeto está mais bem estruturada e descrita pela ferramenta. Por exemplo, caso você repita uma dependência em um de seus poms, o build não será afetado, mas o Maven irá lhe alertar dos possíveis problemas:





Repare que é informada exatamente a posição do erro no pom do projeto e o que pode acontecer caso a inconsistência permaneça. Outro ponto para a versão nova da ferramenta. Muitos dos projetos que rodei o Maven 3 e estavam sobre o controle do Maven 2 apresentaram algum tipo de inconsistência que poderia interferir no controle de versões dos artefatos e até mesmo no funcionamento da aplicação.


Outra mudança na organização, é o controle do parent pom. Era comum criar projetos auxiliares aos projetos principais para guardar o pom que serviria de parent para os demais poms da aplicação. Era criado tal projeto para poder importá-lo no Eclipse como se fosse um projeto como qualquer outro. Dessa forma, o pom do projeto que agregava todos os sub-projetos servia apenas como descritor dos módulos presentes sendo que este também herdava do pom parent em um de seus sub-projetos. Temos um erro de consistência nesse caso, pois era necessário realizar o install deste sub-projeto antes de todos os outros, e no build com todos os projetos portanto, a versão do parent pom era sempre uma anterior a que está sendo instalada.
Na versão nova da ferramenta tal organização é ainda tolerada, mas é lançado um aviso de que existe tal inconsistência, e de que possivelmente as próximas versões do Maven não irão mais suportá-la. O único problema com essa organização é não poder importar o projeto no Eclipse de maneira simples, pois o projeto pai trará todos os filhos como sub-pastas do mesmo, mas é de fato melhor em termos de organização e facilita na manutenção do parent pom.


Muitas outras validações são feitas nos poms do projeto que são muito úteis para manutenção e controle das versões das bibliotecas da aplicação.

Reporting



Reporting no Maven 2 possui sua própria tag no xml do pom do projeto. No Maven 3 tal tag é ignorada e portanto seus projetos devem ser refatorados para que os relatórios ainda funcionem. Isso acontece porque agora o módulo de relatórios do maven está completamente independente da ferramenta, e portanto deve ser executado por um plugin. Portanto a descrição dos relatórios deve ser feita na tag de build do pom na parte de plugins.
A configuração mudou um pouco, pois agora os tipos de relatórios são descritos como configuração do plugin de geração de relatórios do maven, por exemplo um pom compatível com a versão 3 do Maven:

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Nesta configuração estou gerando uma série de relatórios de cobertura e análise de código, assim como alguns de documentação também. Repare que é necessário utilizar o maven-project-info-reports-plugin, isso porque o site gerado pelo maven por padrão não gera um index.html que serve de agregador dos demais relatórios, por isso este plugin está presente na configuração.

Conclusão

Em conclusão o Maven 3 é mais um passo bem grande na evolução da ferramente que tem como objetivo tornar mais intuitivo o uso e menos intrusivo no dia-a-dia do desenvolvedor.
A integração com plugins externos está muito melhorada, o que acredit que possibilitará muitas outras integrações com diversas outras tecnologias em um mesmo projeto, facilitando muito o controle de versões e a manutenção dos projetos.
A parte de relatórios fiquei um pouco decepcionado com a mudança, pois a documentação ainda não deixa claro exatamente o que foi alterado e o que deixou de fazer parte da execução padrão, tive que chegar nessa configuração por tentativa e erro e buscando na internet por pessoas que passaram pelos mesmo problemas. O resultado obtido é exatamente o mesmo, exceto por um bug que não gera o site do pom parent linkando todos os seus filhos em uma mesma página. Este sim é um problema que afeta no dia-a-dia, principalmente se você executa o build de maneira contínua, gerando os relatórios para deixá-los disponíveis na empresa.
De resto acredito que o Maven ainda tem muito a oferecer, e existem outras melhorias as quais não abordei aqui no post, mas que assim que passar por elas irei postando aqui no blog.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 1

Flash Player 10.2 Beta

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Adobe, Beta, BI, blog, Blogs, Curso, Cursos, flash, Flash Player, Google, html, int, mg, O, on, player, Ria’s Geral, UI @ 12 1st, 2010 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
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Versão disponível com recursos muito interessantes.

Saiba mais: Launching Flash Player 10.2 Beta

Nov 23

Novidades: Links, ordenamento e paginação

Escrito por Silva Developer em 1, 4, 6, Ajax, AR, auto, Beta, BI, blog, botão, Botões, browser, carregar, chrome, class, css, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Dica, err, erro, Estilo, exemplo, Exemplos, explorer, facebook, falha, Ferramenta, firefox, for, Formação, game, Google, ide, IE, ie7, IE8, if, image, int, internet, Java, Links, lista, Mac, mg, Microsoft, NaN, Notícias, O, on, Opinião, Outros, padrão, painel, Plugin, problema, problemas, procura, pt, Review, RIA, Ria’s Geral, site, TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, window, windows, windows 7, Wordpress, XP @ 11 23rd, 2010 | via http://silvadeveloper.wordpress.com | Sem comentários
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Já?

Chegou aquela altura do ano em que do lado do WordPress.org se começam a dar os retoques finais na próxima versão do WordPress (a 3.1, neste caso). Os utilizadores do WordPress.com são automaticamente incluídos na versão beta, dando-lhe todo o acesso a novas funcionalidades, um mês antes de estas serem lançadas oficialmente. Isto é bom, não só porque lhe dá um acesso antecipado ao que aí vem, mas como também a sua opinião nos ajuda a melhorar ainda mais. Estou muito animada, tanto pelos os novos recursos que acabámos de implementar, como por serem adições que já desejava há muito tempo. Aqui estão as novas funcionalidades que já pode ver no seu painel:

Criação mais fácil de links internos

Fi.nal.mente. :)

Está a escrever um post (ou uma página) no WordPress. Menciona algo que tenha escrito antes, e pensa: “Já sei, vou criar uma ligação para esse post!” O que é que fazia? Pode ser que abrisse um novo separador ou janela e que procurasse no seu conteúdo na sua lista de posts, ou ainda que visitasse o seu blog e procurasse esse post. Seja como for, teria que encontrar esse conteúdo, obter a respectiva URL, de modo a ao clicar no botão de link no editor de posts, poderia colá-la. Certo? Isso são o quê? Entre 5 a 8 passos, dependendo de como o fazia? Não mais!

Internal linking preview

Posts e páginas existentes podem ser encontrados e ligados com uma pesquisa dinâmica.

Com a nova funcionalidade de links internos, pode agora indicar qualquer URL para criar um link, como costumava fazer, ou então procurar nos seus posts e páginas existentes logo ali, na janela de inserção de links. Uma combinação de pré-carregamento, preenchimento previsivo e alguma magia Ajax tornam o uso da ferramenta de criação de links numa alegria (e confira quão mais rápida está a janela!). Esperamos que isto o incite a fazer mais conexões entre o conteúdo do seu site, o que tornará mais fácil para os seus visitantes encontrar mais conteúdo relacionado. Agora todos juntos: Viva! (Certo?)

Ordem por colunas

Ordenamento
Quando visita a página de Posts (ou de Páginas, ou de Media ou de qualquer outra informação em lista), alguma vez desejou poder clicar no nome da coluna para alterar a visualização, ordenando por exemplo a informação por data, por ordem alfabética, por autor ou por outro critério? Eu sei que eu quis, desde sempre. Já temos! Este recurso é o resultado de um bem-sucedido projecto de um aluno do Google Summer of Code, demonstrando ainda que o programa é uma ótima maneira de se envolver com o desenvolvimento do WordPress. A pequena seta ao lado do título da coluna (na minha imagem de exemplo, a coluna Data) mostra a coluna pela qual a informação está ordenada, e se a ordenação é ascendente ou descendente. Basta clicar no cabeçalho de qualquer coluna para ordenar por essa coluna ou para inverter a ordem.

Paginação melhorada

A nova paginaçãoSe tem muito conteúdo, pode ser que tenha tido uma experiência levemente irritante ao navegar as páginas posts, media ou outros. Clicar para a frente e para trás é fácil, tal como saltar para a primeira ou última página, mas então e o meio? Imaginemos que tem 23 páginas de posts; está na página 6 e, com base nas datas, acha que o que está à procura deve estar por volta da página 15. Teria que clicar várias vezes para avançar algumas páginas, até chegar à página desejada. Não mais! Com o novo estilo de paginação, os botões para a frente/fim e para trás/início continuam lá, mas agora pode ir directamente para qualquer página, alterando apenas o número editável mostrado na área de paginação (e carregar em Enter).

Pesquisas com Ajax

Os resultados de pesquisas são agora mais rápidos e não requerem actualizações do painel no seu browser graças à adição de Ajax. Rápido!

Esquema de cores revisto

Nas opções do seu perfil, tem uma escolha de esquemas de cores do painel, cinza ou azul (o padrão é cinza). Actualizamos o esquema de cores cinza há algum tempo, mas não actualizamos o azul. (Lembra-se quando mudamos do cabeçalho do escuro para o mais claro? Bons velhos tempos.) O novo esquema de cores azul é mais leve, mais limpo e com base nos mesmos tons que o esquema de cor cinza, mas com uma tonalidade azul, para que o foco possa permanecer firmemente na criação de conteúdo, sem distrações. Se você nunca experimentou o esquema de cor azul, agora seria um óptimo para experimentar e ver se gosta! Existem outras cores que gostaria de ter como opções? Diga-nos nos comentários!

Suporte melhorado para IE9

Para aqueles que têm tido problemas em usar arrastar e largar no painel ou ainda algum problema com o editor visual na criação de posts, com o Internet Explorer 9, foram feitas melhorias para funcionem agora sem problemas no mais recente browser da Microsoft.

A ter em conta: estas funcionalidades são novas e embora tenhamos trabalhado nelas durante bastante tempo, poderá encontrar um erro que nos tenha escapado. Se alguma delas lhe estiver a causar problemas, pode deixar um comentário neste post durante as próximas duas semanas, falar sobre isso nos fóruns, ou contactar o suporte através dos canais habituais.

Espero que apreciem estas notícias, tanto quanto nós gostamos de as desenvolver. Bom blogging!

Actualização

Graças aos vossos comentários, conseguimos já detectar e corrigir alguns erros que escaparam nos nossos testes.

  • Corrigimos um conflito com o plugin de CSS usado no WordPress.com (a incompatibilidade causava comportamentos estranhos no editor). Assim, se tinha problemas tais como ver texto a ser sublinhado ou em negrito inesperadamente, isto não deve acontecer mais.
  • Corrigimos uma falha do IE8 com a janela de inserção de links, mas ainda estamos a trabalhar em alguns problemas no IE7. (Agora a sério, usar browser antigos não é uma boa ideia. Actualize-o!)

Se mesmo assim continuar com problemas com as novas funcionalidades, quando deixar um comentário ou contactar o suporte, por favor indique o sistema operativo e browser que está a usar, para nos ajudar a resolver o problema mais depressa. Exemplos: “Estou a usar Firefox 3.9 com Mac OSX 10.5.”  ”Estou a usar Google Chrome em Windows 7.”

Obrigado!

Nov 12

MOLE HILL – FLASH

Escrito por DClick Team em 1, 3d, 4, 6, Access, Adobe, Adobe Flex, Adobe Max, Android, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, Artigo, audio, Beta, BI, blog, Carreira, class, código, comunidade, conversor, Curso, Cursos, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Diversos, Download, engine, err, erro, Experience Design, Experiências, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, free, FullScreen, futuro, game, git, Gráfico, html, html5, ide, IE, if, image, int, Introdução, iphone, jogo, kit, labs, loop, Mac, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, Novidades, O, on, online, oop, Opinião, Outros, PHP, platform, player, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, runtime, screen, SDK, server, site, Sun, swf, tag, TAT, team, Tech, Tecnologia, Tema, Teste, tv, Twitter, UI, UX, Ved, Vídeo, Vídeos, vs, wave, web, XML, XP, zend @ 11 12th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Essa notícia é bem interessante, e no sentido real da palavra, de que nos interessa e muito, o Rafael Martinelli trouxe diretamente da MAX essa informação. Fiquei bastante impressionado com o MoleHill, motivo que me fez escrever esse post dando uma introdução sobre o assunto.

Estarei acompanhando com muito interesse o que estiver acontecendo nesse segmento e sempre que possível vou procurar trazer novidades sobre essa engine.

Mas afinal, o que é MoleHill?

“Molehill” é o nome de código para um novo conjunto de baixo nível, com APIs de aceleração GPU  3D  que permitirá avançadas experiências em 3D nas telas através do Adobe ® Flash ® Platform runtimes.

Existem diversas comunidades, frameworks para desenvolvedores poderem ampliar seus horizontes na criação de aplicações 3D, como Alternativa3D, Away3D, Flare3D, Sophie3D ou Yogurt3D.

Durante a AdobeMAX um vídeo muito interessante foi apresentado para os participantes, ele mostra um jogo em 3D com gráficos mais apurados, algo que não deixa nada a desejar a consoles físicos para games, e que, talvez não fosse nada fantástico o vídeo abaixo se o game não estivesse rodando em um FlashPlayer.

Impressionante ver o que a Adobe fez, e contrariando muitos que dizem que o flashplayer requer processamento da máquina, a Adobe fez um game com uma estrutura potente e que requer ZERO, isso mesmo, ZERO de processamento da CPU, utilizando somente a placa aceleradora.

Confira o vídeo antes de continuar o artigo.

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De acordo com o anúncio feito pela Adobe, no primeiro semestre de 2011, (quando em versão pública beta) a versão do Flash Player irá suportar essas novas APIs, bem como também acontecerá uma atualização do Adobe Flex SDK. Para obter mais informações leia atentamente o Molehill faq:

http://labs.adobe.com/technologies/flash/molehill/#faq

Para a maior parte das suas dúvidas você com certeza encontrará as respostas aí nesse link, portanto vou me fixar a falar das possibilidades de algo assim.

Não será novidade pensar que milhares de desenvolvedores começarão a criar seus games, mas não é só de game que vive o homem, apesar de ser muito bom é claro. Essa engine nos dará possibilidades de experimentar de fato uma nova era da web em 3D. Lembramos que o shockwave não deu certo, não emplacou, mas pelo visto a Adobe aprendeu com o erro e fez uma engine de qualidade, a cada dia mais e mais computadores saem de fábrica com placa aceleradora 3D, ao ponto que isso está se tornando comum, se essa engine é a primeira fase, podemos esperar muito pelo que esta por vir.

Pense nas aplicações 3Ds que poderão ser desenvolvidas, pensem em um showroom virtual, hotsites etc, tudo aquilo que era feito antigamente com as piores gambiarras possíveis, hoje poderá ser realizado com qualidade.

Sou suspeito para tecer elogios a Adobe visto que sou um entusiasta, fiz minha carreira em cima de todos os seus sofwares, e claro, da Macromedia, que hoje é Adobe… portanto fico feliz em saber que ela nunca abandonou o Flash, e mais que isso, se empenhou em criar inclusive um conversor de SWF para HTML5, fazendo com que os desenvolvedores Flash (vulgo flasheiros) não percam seu mercado, afinal, se Flash fará HTML5, certo é dizer que HTML5 nunca fará um SWF e nem chegará perto da qualidade, visto que essa tecnologia com todo respeito ainda está engatinhando.

Mas o assunto é MoleHill, vamos  continuar falando de quem vai se dar bem nessa história toda na minha opinião.

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Evidente, ela já se deu bem, e depois e todo o alvoroço e discussão sobre o Flash rodar ou não no Iphone fica aí um susto que a Adobe está dando a Apple, ou não, pois talvez a mesma já previa tal situação e portanto procurou evitar os games em Flash para poder alavancar a AppStore, sem entrar muito no tema, nem são os games 3Ds os mais vendidos na mesma (portanto nem sei porque da preocupação do Steve, talvez parcerias , enfim) mas…  certamente essa é uma tecnologia fantástica que faz a Adobe novamente ficar a frente dos demais, como sempre esteve. Afinal, uma plataforma para desenvolvimento de games mais sérios, com suporte a joysticks, volantes etc, (nada pronunciado a respeito mas isso vemos nos vídeos, o volante do XBox sendo utilizado), combinado com um Flash Media Server, um ambiente de multiusuário, online,  pode ser realmente devastador (no bom sentido) para o mercado como um todo.

Então não poderíamos deixar de falar quem é que mais ganha com isso.

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Android

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O Android tem sido um parceiro do Flash simplesmente porque a Apple não quis ser no seu iOS, e a Adobe já se pronunciou a respeito dizendo que haverá acesso as APis 3D também para as plataformas móveis…  fantástico, não só para games, mas como falei, para outros recursos de aplicativos.

A web sempre procurou introduzir o 3D, é uma tendência natural, também sou suspeito para falar do assunto pois sempre apostei no 3D e sou um 3Ddesigner também e obviamente amo o assunto e sempre acreditei que a experiência 3D é muito poderosa, pois ela trata quase todas as sensações visuais que o cérebro pode comportar, dando é claro maior realismo ainda que não haja muitos detalhes gráficos.

Posso dizer que consigo passar horas desenvolvendo algo em 3D sem me cansar, pois me sinto imerso no ambiente, mas não é a mesma coisa para desenvolver algo em 2D.

Enfim, o Android de fato vai se dar bem nessa história, vai abocanhar todo um mercado de 3D para mobile, com milhares de desenvolvedores famintos para migrar diversas aplicações e games prontos para essa engine, para rodar em Flash.

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Portanto quem também ganha com isso?

Os diversos frameworks que já citei.

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Dentre eles eu aposto mais no AlternativaPlatform, me pareceu mais robusto, mais acabado inclusive, a maioria dos vídeos que trago aqui são desse framework, no mais, outras como Frare3D e Away3D também me parecem boas, mas como ainda não botei a mão em nenhuma delas fica suspeito comentar, em um futuro próximo farei alguns testes (como designer) e darei a minha visão. Mesmo assim, tanto designer como desenvolvedor terá uma gama de possibilidades bastando ver as suas necessidades, e ter várias opções nesse caso é muito bom.

Vou dar um foco maior a AlternativaPlatform, portanto veja o anúncio feito no blog da própria empresa sobre a Adobe Max.

http://blog.alternativaplatform.com/en/2010/10/16/alternativa-3d-is-free-see-you-at-adobe-max

Confira a qualidade do site:
http://alternativaplatform.com/en/

Uma breve introdução visual:

.

Vamos agora a imersão, vamos aos vídeos:

.

Confira outro vídeo, agora de uma visão externa mostrando o “jogador” do MaxRacer :

.

.

Outro vídeo da Alternativa3D:

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.

Agora da Frima Studio (http://www.frimastudio.com/), que utilizou a engine usada para PSP do jogo Zombie Tycoon (http://www.zombietycoon.com/EN/index.htm) migrando para Molehill (sim fantático, não o jogo mas a possibilidade) :

.

.

Away3D :

.

.

Vamos a uns vídeos mais instrutivos:

O primeiro é a sessão de Sebastian (engenheiro-chefe na Molehill):

.

.

O segundo vídeo é da equipe Flare3D, apresentando o Molehill e suas vantagens:

.

.

Away3D e Alternativa3D teams (equipes), ainda sobre seus respectivos frameworks e vantagens:

.

.

E então a Pixel Bender 3D:

.

.

Bom galera, espero que esse post tenha sido uma boa introdução para conhecer o assunto, fiz uma pesquisa vasta para trazer as melhores informações sobre o tema e espero que tenham gostado.
Assim que tiver novas informações interessantes estarei postando, até lá se você também tiver algo a acrescentar não deixe de comentar aqui nesse post.

E que venha o mundo 3D na web.

_________________________________________

Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

@eduardohorvath


Out 25

[ Adobe AIR ] Package Assistant Pro

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 2009, 4, 6, Access, action, Adobe, Adobe Air, Air, AIR 2.0, Android, api, app, AR, auto, back, Beta, BI, blog, class, configuração, Curso, demo, Desktop, Download, err, exemplo, flash, FullScreen, game, ide, IE, if, image, iphone, kit, labs, loop, Mac, mg, Number, O, on, oop, processo, pt, redeRIA, Review, RIA, Ria’s Geral, runtime, screen, SDK, server, swf, tag, Tech, UI, UX, Vídeo, wave, web, window, windows, XML @ 10 25th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Esta é uma aplicação muito útil para gerar a versão instalável nativa [Windows, Mac, Android]

PackageAssistantPro_Config

 

Package Assistant Pro

 

O processo de criação dos instaladores nativos para AIR 2.0 e arquivos APK para o Android não são algo fácil de se fazer na unha. Então esta aplicação, o Package Assistant Pro, é uma aplicação para lhe auxiliar de maneira fácil, o empacotamento de aplicações em Adobe AIR, gerando um instalador nativo para desktop ou para Android, sem a necessidade de uso de linha de comando.

Tenha em mente: até a presente data(Outubro/2010), considere o Package Assistant Pro como nível beta.

Atenção: Antes de utilizar essa aplicação tenha certeza que a respectiva configuração, como exibida na imagem acima está correta e que o seu arquivo XML de descrição da aplicação possua a configuração da tag supportedProfiles. É preciso ter certeza que o namespace está correto e que a janela inicial está setada para visível. Procure utilizar a última versão disponível do AIR SDK para o Android, o qual exige o versionNumber (altere a tag version).

 

mac

Download da versão para Mac OS X

(~1.2 MB .DMG)

win

Download da versão para Windows

(~1.2 MB .ZIP)

Esta aplicação foi criada por: Serge Jespers

 

O que eu preciso para usar o Package Assistant Pro?

Para executar o Package Assistant Pro, você vai precisar do AIR 2.0 Runtime, do AIR 2.0 SDK e o AIR 2.5 para Android, o qual está disponível em um beta privado (até a presente data Outubro/2010), mas você pode se registrar e participar deste beta.

 

Como esta aplicação foi criada?

O Package Assistant Pro foi desenvolvido utilizando o AIR 2.0, sem o qual não seria possível sua implementação. Para aprender como usar o recurso Native Process do AIR 2.0, veja neste link.

 

Como usar o Package Assistant Pro?

 

Você também pode efetuar o download do guia de uso do Package Assistant Pro em PDF.


Veja também:

  • Adobe AIR – Empacotador para iPhone OS + demos
  • [Adobe AIR 2 : NativeProcess] projeto de exemplo : Windows Console
  • Preview: Mac OS X Snow Leopard
  • [Android Game] Angry Birds : acessando níveis travados
  • Flerry 1.2.0 disponível
Out 24

Projeto Adobe ROME anunciado no Adobe MAX

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Animação, Animações, api, app, apple, Apresentação, AR, auto, back, Beta, BI, blog, Blogs, class, cliente, comunicação, demo, Design, designer, Desktop, err, Excel, exemplo, explorer, facebook, Ferramenta, flash, for, git, Google, Gráfico, html, html5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, Mate, mg, novidade, O, on, padrão, Partilha, Pessoal, Projetos, redeRIA, Redes Sociais, relatório, Review, RIA, Ria’s Geral, serviço, Serviços, site, social, TAT, Tecnologia, Tema, Teste, tool, Twitter, UI, UX, Vídeo, wave, web, window, windows, XP @ 10 24th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | 1 comentário
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Enquanto alguns se questionam, se a plataforma Flash irá sobreviver frente ao HTML5 e ao mimimi do Steve Jobs (Apple) que é totalmente anti-Flash, o pessoal da Adobe mostra que não está para brincadeira…

 

Temos ai mais um excelente exemplo, no qual podemos ver o poderio avassalador da plataforma Flash.

Aonde trabalho essa semana passada (18~22/10/2010), surgiram questionamento sobre a possibilidade de criar aplicações onde o usuário possa ter mais liberdades de fazer basicamente o que quiser na interface. Bom esta aplicação que veremos neste post, responde com um belo SIM! Porém é importante lembrar que aplicações desse gênero custam $$$ e levam um tempo considerável para ser implementadas.

 

Mas chega de enrolação, vamos falar do que interessa aqui.

projectROME

Apresentando um preview público do projeto ROME, o qual é uma ferramenta de criação e publicação de conteúdo para virtualmente qualquer um.

 

É muito mais do que você sonharia de poder de mídia digital para expressar suas ideias. Caso você queira criar e interagir com um relatório, onde neste tenha vídeo, música, dividir suas apresentações com animações e interatividade, elaborar um ofício visual com gráficos feitos por você mesmo para enviar por e-mail, ou quem sabe projetar e publicar seu primeiro website para todo mundo ver. Mas não sabe por onde começar.

Hoje, a Adobe lhe apresenta uma prévia sobre o projeto ROME, o qual é uma ferramenta tudo em uma só, para criar e publicar conteúdo, utilizando-a de casa, trabalho ou na escola. Esta ferramenta é direcionada a qualquer um que queira adicionar o poder do vídeo, áudio, fotos, gráficos texto ou animações em qualquer tipo de projeto que tenha que criar em seu dia a dia – para materiais que serão impressos e apresentações para arquivos e websites. Você pode começar e finalizar tudo em um ambiente simples e criativo e você também poderá trabalhar com seus arquivos de basicamente qualquer lugar, pois o projeto ROME, possui tanto versão web, quanto uma versão instalável desktop.

O objetivo da Adobe em construir o projeto ROME, tão intuitivo e interativo, na qual a tecnologia não será um impe cílio e dor de cabeça para que você possa expressar suas ideias, com vídeo, áudio, fotos, gráficos, texto, ou animações. A interface é bem limpa e simples, ainda sim ela é bem poderosa. Por trás desse projeto está a tecnologia padrão da Adobe (plataforma Flash), a qual foi projetada e planejada para que você possa rapidamente e facilmente começar a utilizá-la. O projeto ROME é destinado para aqueles que diferente de nós, não são profissionais da área (ex.: designers), porém desejam e querem expressar suas ideias através de um meio mais poderoso, utilizando conteúdo digital.

Para uso no trabalho, tente criar um relatório multimídia, ou então uma apresentação para expor sua ideia causando impacto. Ou então, que tal criar seu primeiro website familiar, usando gráficos, fotos, som, vídeo e animação? Ou então, colaborar e compartilhar seus projetos com seus colegas, clientes, amigos e familiares, através do Adobe Acrobat.com, ou Google Apps, ou através das redes sociais como por exemplo, Twitter ou Facebook.

A Adobe está oferecendo um beta público do projeto ROME e está nos convidando para testar e saber o que achamos desse projeto. [http://rome.adobe.com]

 

Além dessa versão poderosa descrita acima, a Adobe também pensou e disponibilizou uma versão especial focada para educação: Projeto ROME Education.

 

Para professores, o pessoal da Adobe criou uma versão especial. No intuito de auxiliar e melhorara a experiência de aprendizado, criando um novo meio de ensino, para melhorar a comunicação, expressão das ideias e informações, através de meios mais engajados.

Você e seus estudantes pode utilizar o projeto ROME Education individualmente ou em um ambiente colaborativo, compartilhando arquivos entre os serviços integrados, como Google Apps ou Moodle, um sistema de gerenciamento de aprendizado, dentro ou fora de sala de aula.

 

Obs.:

- um último lembrete, o projeto ROME não foi criado em apenas 1 dia. O pessoal da Adobe pede a sua ajuda para melhorar ainda mais a ferramenta.

- Realizei um teste na ferramenta, ela solicita login e senha da Adobe, o qual é o mesmo que você usa quando precisa acessar algum serviço no site da Adobe.

 

A seguir um vídeo sobre a ferramenta:

Via: @leofranca5 – blogs.adobe.com


Veja também:

  • #soudev agora social
  • [ Java desktop ] Calculadora Léxica
  • [ Adobe AIR ] Local File Explorer
  • [Adobe AIR 2 : NativeProcess + Java] SimpleAirJava
  • [Adobe AIR 2 : NativeProcess] projeto de exemplo : Windows Console
Out 4

Codinomes dos Softwares da Adobe (e antiga Macromedia)

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, AIR 2.0, api, Apollo, AR, Beta, BI, blog, Catalyst, class, ColdFusion, ColdFusion 8, cs4, Desenvolvimento, DRE, Dreamweaver, err, flash, Flash 10, Flash Catalyst, flash lite, flash media, Flash Media Server, Flash Platform, Flash Player, Flash Remoting, Flex, Flex 2, Flex 3, Flex 4, Flex Builder, fonte, for, gc, Gumbo, IE, if, image, lista, lite, Mac, mg, O, on, PHP, player, pt, Remoting, RIA, Ria’s Geral, RTW, server, Software, Sun, UI, update, Ved @ 10 4th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Segue alguns codinomes usados pela Adobe (e da antiga Macromedia) para o desenvolvimento de seus softwares. Lista em constante atualização, quem souber de algum codinome que não esteja na lista, pode deixar um comentário para atualização :D

Product Codename
Adobe AIR 2.5 ?
Adobe AIR 2.0 Athena
Adobe AIR 1.5 Cosmo
Adobe AIR 1.0 Apollo
Adobe Media Player Philo
VoIP for Flash Pacifica
Flash Player native 64-bit support Square
Flash Player 10 Astro
Flash Player 9.0.60 Moviestar
Flash Player 8.5 Zaphod
Flash CS5 Viper
Flash 10 CS4 Diesel
Flash 9 CS3 Bolero(Dot Release) > Blaze
Flash 8 8Ball
Flash Player 8 Maelstrom
Flash MX 2004 7.2 Ellipsis
Flash MX 2004 Matador
Flash MX Professional 2004 Toreador
Flash MX Fang
Flash 5 Gromit
Flash Remoting Salsa
Flash Media Server 2.0.1 Dynamo
Flash Media Server 2.0 Edison
Flash Communication Server 1.5 Kaiwa
Flash Communication Server 1.0 TinCan
Flash Lite 3.0 Authoring Rob Roy
Flash Lite 2.0 Deuce
Generator 2 Tsunami
Captivate Northshore
Central 1.5 Mercury > Gemini
Flash Catalyst Thermo
Flex 4.5 Hero
Flex 4.0 Gumbo
Flex 3.0 Moxie
FDS 2.x/3.0 ? Borneo
Flex Builder 2 Zorn
Flex 2.0 Mistral
Flex 1.5 for .NET Wondertwin
Flex 1.0 Illiad > Odyssey > RedHouse > Royale
Flex Builder 1.0 Brady
ColdFusion 9 Centaur
ColdFusion 8 (64Bit) Gemini
ColdFusion 8 Scorpio
ColdFusion MX 7.5 (?) Mystic
ColdFusion MX 7 Updater (7.0.1) Merrimack
ColdFusion MX 7 Elvis > Blackstone
ColdFusion MX 6.1 RedSky
ColdFusion MX 6 Neo
JRun 5 Cheetah
JRun 4 Nozomi
Director MX 2004 Woody
Director MX Foster
Director 8.5 Tron
Director 8 Woo
Director 6 Hopper
Director 5 Spike
Multiuser Server Mars
Contribute 2 Samwise
Contribute 1 Dashboard
Dreamweaver 10 CS4 Stiletto
Dreamweaver 9 CS3 Hanzo
Dreamweaver 8 Coltrane
Fireworks 8 Avedon

Fonte:
http://luar.com.hk/blog/?p=472

Set 4

Adobe Air LaunchPad

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, app, AR, auto, Beta, class, Desenvolvedor, Download, flash, html, IE, if, labs, O, on, Projetos, RIA, Ria’s Geral, screen, Screencast, Ved, wave @ 09 4th, 2010 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
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Liberada a versão beta do Adobe Air LaunchPad, aplicação que permitir ao desenvolvedor criar projetos de maneira rápida. Conheça a aplicação no screencast abaixo:

* Autor desconhecido

 

Sucesso!
Abraço

Ago 3

[Filosofia] KISS – Keep it stupid simple

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2009, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, api, AR, arte, Balsamiq, bar, Beta, BI, blog, Censo, class, cliente, código, Curitiba, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Dica, err, exemplo, Exemplos, Ferramenta, Flex, for, ide, IE, if, image, int, internet, Java, map, mg, NaN, O, on, Opinião, Outros, Partilha, Pessoal, player, problema, problemas, procura, prova, Remoting, RIA, Ria’s Geral, site, Software, TAT, Tema, UI, usabilidade, XP, zend @ 08 3rd, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Se um dia você parar para pensar irá observar que muitas questões que julgamos complicadas e complexas podem ser resolvidas com soluções estupidamentes simples, isto se aplica desde a engenharia, desenvolvimento de software, quanto acredito eu a qualquer coisa na vida, ou seja, não complique, mantenha um pensamento simples…


De tempos em tempos conversando com algumas pessoas que tenho contato, seja pela internet, ou mesmo colegas do trabalho eu sempre observo que estou fazendo um mesmo comentário:

Gostaria de ter apenas uma idéia muito idiota nessa vida para internet, pois são essas que geram retorno financeiro $$$

Então depois de pensar e repensar, me deparei com a sigla K.I.S.S. – keep it stupid simple, que no bom português quer dizer, mantenha isto estupidamente simples, ou para bom entendedor é, NÃO COMPLIQUE!


Provável que agora vocês esteja se perguntando, mas o que isto tem haver com o desenvolvimento de software?!

No meu caso, e muito provavelmente no seu também… tem tudo haver…


Explicando, pense que você irá desenvolver um software para um fim específico, alguns exemplos simples:

- Censo

- Player de MP4 para assistir seriados e se orientar quais episódios você já assistiu


É nessa hora que começam os problemas…

Pois eu, e creio que muitos dos que compartilham o mesmo problema que eu sofrem neste exato momento.

Definimos o escopo base da aplicação, paramos, olhamos e pensamos (grave problema agora): Isto está muito simples… então começamos a “viajar nas idéias” de como fazer uma ultra-mega-super aplicação que seja a aplicação e supra todas as necessidades do seu propósito.

Eis que o resultado resultante desta viagem é: Pensamento e mais pensamentos, turbilhão de idéias que poderiam gerar uma super aplicação incomparável, só tem um problema… quanto tempo se passou desde de que se definiu o tema e escopo base até agora? Já saiu algum código? Não?!  Olha o problema ai… PARE DE SONHAR E VÁ CODIFICAR!

Em primeiro lugar esta é uma luta mental pessoal onde eu grito comigo mesmo… [eu sei, eu sei, sou louco...]


Voltando a falar nas aplicações de internet, se você observar as idéias que deram certo e que foram implementadas, se você as acompanhou desde o início, já percebeu que lá no início estas eram ridiculamente limitadas e estupidamente simples.

E esta é a chave do sucesso destas aplicações.


Quer exemplos de idéias estupidamente simples que podemos até chama-las de idiotas?

- Youtube

Lá quando o Youtube foi lançado, tente fazer o esforço mental de esquecer do Youtube da magnitude dele hoje, mas a anos atrás você criaria um site para publicar videos na internet, onde o propósito era somente este… você criaria um site desses? Eu não, pois é “idiota” demais e não vejo uma utilidade prática para isto.

- Vender o jato invisível da mulher maravilha

Esta foi a mais ridículas das idéias que eu vi, porque se você pensar, com certeza você vai pensar: Não vai vender, é jogar dinheiro no lixo… porém não foi isto que aconteceu…

Veja no GizmodoBR, que muito provavelmente seja um pedaço de acrílico… isso se for de acrílico…

- Vender pixels em um site

Não achei a referência do site original, porém achei outros sites que copiaram a mesma idéia e o pior é que tem gente que comprou pixels nesses sites Oo WTF?!  [UmMilhão | Transformando Pixels em dinheiro]

- Ferramenta de desenho de rasculhos de telas

Me refiro ao Balsamiq, porém não julgo a idéia idiota, porém foi realmente simples a primeira versão e atingindo no ponto o seu propósito, ter uma ferramenta de desenho que simula e elimina nossos rascunhos manuscritos de telas de sistemas para validar com nossos clientes, sendo uma ferramenta simples de utilizar e muito funcional, este para mim é um caso 100% de KISS aplicado a desenvolvimento de software. Logicamente que hoje a ferramenta desde o seu lançamento já evoluiu muito e conta com muitos recursos novos, além que a usabilidade da ferramenta também evoluindo, e o que já era fácil, ficou mais fácil de utilizar.


Fora estes casos, temos a filosofia KISS aplicado a outros casos como por exemplo:

Reza a lenda Urbana de Curitiba-PR, sobre os ônibus biarticulados, aqueles grandões que possuem sua própria canaleta(rua, via, como queira) que diz, quando estavam implantando este sistema de transporte, tinham um sério problema para resolver que era, como fazer o ônibus parar no local preciso para abrir as portas no local que deveria abrir? Então começaram a viajar nas idéias, as mais absurdas, que incluem até sensores no chão para saber a posição do ônibus, até que certo ponto, não sei ao certo esta parte, um motorista em sua simplicidade chegou para os respectivos “doutores” e disse: – Por que não pintam uma faixa no chão indicando onde devemos parar, então quando estivermos dirigindo, só parar em cima dessa faixa e que as portas estarão nos locais corretos?

Outra história interessante é uma bem conhecida de muitos, da fábrica de Pasta de Dentes e as caixas vazias, esta pode ser lida neste link.


Então, minha conclusão [em minha humilde opinião], devemos procurar sempre manter um pensamento o mais simples possível, até mesmo para os casos que parecem complexos, pois por todos os casos e histórias conhecidas, são sempre os mais baratos e os que geram maior retorno financeiro, os que aplicaram a filosofia KISS.



Veja também:

  • Adobe Flex : Intelligere SCS – Beta 3.0
  • Como os usuários vêem as aplicações : softwares
  • Adobe Flex : porque usar remoting?
  • Mas que raios é esse tal de BPEL?!
  • Configurando o seu ambiente de desenvolvimento para Flex e Java : desenvolvimento com Maven



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