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Out 26

Html5 – Gráfico com range de meses

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, AR, browser, C#, Componente, Componentes, demo, Diversos, exemplo, Flex, framework, Frameworks, Gráfico, html, html5, if, int, internet, Introdução, Java, Javascript, O, on, pt, Ria’s Geral, Sem categoria, TAT, Twitter, UI, UX @ 10 26th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Como todos já devem saber, o Canvas é um elemento muito poderoso do HTML5, com ele podemos desenvolver diversos tipos de componentes e aplicações. Tenho certeza que ainda não descobri 5% de seu potencial, ainda mais que meu estudo hoje está limitado a javascript/html puro, sem a introdução de frameworks auxiliares.

Para o exemplo abaixo, utilizei como base um outro exemplo que encontrei na internet, pois ele tinha as funções de desenho das linhas dos gráficos. Com ele em mãos resolvi desenvolver algo mais próximo do que fazemos em dashboards no Flex, como um range de datas para filtro no gráfico, e não é que ficou legal?

Your browser does not support iframes.

Out 10

Criando extensão para o Google Chrome – Parte 1/2

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, AR, Artigo, back, botão, browser, C#, chrome, class, Curso, developer, Documentação, exemplo, for, Google, html, ide, IE, if, image, Java, Javascript, Mac, mg, O, on, Pessoal, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, site, super(), tool, UI, window, windows @ 10 10th, 2011 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Olá, pessoal!

No artigo de hoje mostraremos como é simples criar uma extensão para ao Google Chrome. Apesar de ser um recurso esquecido pelas agências, pode agregar muito valor ao seu negócio.

É importante que tenha um bom conhecimento de HTML e JavaScript. Abra o editor de sua preferência e vamos ao trabalho! (Na época de Windows gostava do Notepad++, no Mac ainda não tenho preferência.)

Documentação Oficial: http://code.google.com/chrome/extensions/devguide.html

Primeiro devemos criar uma pasta com nome da extensão, VERSALLINI. Em seguida, precisamos criar o arquivo manifest.json, pois é ele que o Chrome procura na hora de identificar e instalar a extensão. Veja a seguir:


  "name": "VERSALLINI",
  "version": "1.0",
  "description": "Gabriel Versallini ,
  "permissions": [
    "http://www.versallini.com.br/"
  ]
}

Salve a imagem abaixo na pasta da extensão com o nome de icon.png:

Para saber se fez tudo certinho abra o Google Chrome clique em Tools/Extensions, em seguida no botão Developer Mode no canto superior direito e logo depois em Load unpacked extension…. Selecione a pasta da extensão e pronto, nossa extensão será instalada com sucesso, veja a seguir:

Repare que mesmo com a extensão instalada ainda não criamos nenhuma funcionalidade para ela. Daremos continuidade no próximo artigo, é importante resaltar que daqui pra frente é como criar um site porém com tamanho reduzido.

Divirta-se!
Abraço

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

Set 16

HTML5 x Mobile

Escrito por Pedro Claudio em 1, BI, blog, browser, C#, html, html5, image, mg, mobile, Notícias, O, on, Ria’s Geral @ 09 16th, 2011 | via http://blog.pcsilva.com/index.cfm | Sem comentários
Pedro Claudio
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Tabela atual de compatibilidade de browser de dispositivos móveis com o html5.

font:mobilehtml5

Set 2

Microsoft lança Silverlight 5 RC!

Escrito por Robson Fernandes em .NET, 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, api, app, AR, BI, blog, browser, C#, class, control, Curso, Cursos, dll, DRM, err, exemplo, Ferramenta, for, h.264, ide, IE, if, image, int, internet, lista, Mate, mg, Microsoft, NaN, O, on, Outros, Pessoal, print, pt, RIA, Ria’s Geral, Rich UI, S+S, silverlight, SilverLight - News, Software, team, Tema, tv, UI, Vídeo, Visual Studio, vs, window, windows, XAML @ 09 2nd, 2011 | via http://www.riasoftware.com.br/blog/ | Sem comentários
Robson Fernandes
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silverlight
Boa tarde pessoal!!!

Hoje me deparei com uma ótima notícia na internet! A Microsoft acabou de lançar o Silverlight 5 RC? .!!!
Dentre os novos recursos adicionados, temos:

Media e Rich UI

  • H.264 HD video é decodificado via hardware da GPU
  • TrickPlay – reprodução do vídeo em diferentes velocidades
  • A proteção de tela não é ativada quando o vídeo está sendo reproduzido
  • Controle remoto de vídeo
  • Melhor suporte DRM

Graphics e Animation

  • GPU-accelerated 3D graphics API incluindo windows-less mode via IE9
  • 2D graphics processado na GPU
  • Animated UI transitions. Por exemplo, a adição de um item para uma lista é animado

Text

  • Mais clareza com? Pixel Snapping
  • Multicolumn text
  • Text flow around containers
  • Support for double-click and Combobox type ahead

Performance

  • Menor latência de rede
  • Analisador XAML é mais rápido
  • Suporte para sistemas operacionais de 64 bits

Ferramentas

  • Visual Studio can profile the CPU, memory and threads
  • VS Team Test support

Outros

  • P/Invoke para chamar funções de suporte nativo (Dlls)
  • TPL Tasks
  • Vector (Postscript) Printing
  • In-Browser Trusted Applications
  • PivotViewer Control

Para mais detalhes, http://www.silverlight.net/learn/overview

Perfeito!
Abs,
Robson Fernandes.

Ago 25

Bubble chart com efeito Pan e Zoom

Escrito por Pablo Souza em 1, 2.0, Air, app, AR, arte, blog, browser, C#, código, código fonte, dados, Download, exemplo, Flex, fonte, Gráfico, if, O, on, painel, RIA, Ria’s Geral, S+S, Twitter, UI @ 08 25th, 2011 | via http://rectius.com.br/blog | Sem comentários
Pablo Souza
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Recentemente tive a necessidade de criar um painel para acompanhamento de tarefas e me lembrei de um projeto do @ccoenraets que poderia me ajudar.

Veja no exemplo abaixo um exemplo de como utilizar um gráfico de bolhas dinâmico, onde você pode atualizar seus dados de acordo com o local onde as bolhas são posicionadas.

Your browser does not support iframes.

Download do código fonte.

Espero que gostem! Até a próxima.

Jun 20

Criando um Componente de Notificação com Flex 4

Escrito por Pablo Souza em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Adobe, AR, BI, blog, browser, C#, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Design, Design Pattern, Diversos, Excel, exemplo, flash, flash builder, Flex, Flex 4, fonte, for, html, IE, if, int, MXML, O, on, padrão, pattern, Projetos, Ria’s Geral, S+S, singleton, spark, state, TAT, Treinamento, UI, Vários, XML, XP @ 06 20th, 2011 | via http://rectius.com.br/blog | Sem comentários
Pablo Souza
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Faz algum tempo que não escrevo aqui no blog, estou em vários projetos simultâneos e acabei ficando sem gás para escrever no mesmo ritmo que antes. Para compensar, hoje vou disponibilizar um componente de notificação bem bacana que criei para um treinamento in company de Flex. O código aborda diversos conceitos interessantes do Flex 4 como states, FXG e Spark Skinning. Além disso, o componente é um excelente exemplo de onde utilizar o design pattern Singleton.

O componente possui 3 classes:

NotificatorMode.as
Utilizado como um “Enum”, define as constantes que representam os estados do componente: Warning, Success e Failure.

NotificatorManager.as
Implementação do padrão de projeto Singleton, responsável por manipular as mensagens de notificação.

Notificator.mxml
Classe que define a aparência, comportamento e estados do componente de notificação.

A pasta /assets contêm os arquivos que foram gerados no Fireworks e exportados como FXG para o Flash Builder.

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Quer o código fonte? Baixe aqui..

Espero que tenham gostado. Até a próxima!

Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 1

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, Air, api, Aplicativos, AR, arte, Artigo, audio, auto, back, Banco de Dados, Beta, BI, bing, Blend, botão, browser, busca, C#, código, control, Controles, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, developer, Dica, Diversos, Download, DRE, empresas, err, event, Evento, Eventos, Excel, exemplo, Exemplos, explorer, expression, Expression Blend, facebook, Ferramenta, for, framework, Geral, html, html5, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, internet, library, linkedin, lista, Livro, mg, Microsoft, MIX, mobile, monitor, motion, movimento, MSDN, mudanças, NaN, novidade, Novidades, O, on, Outros, Partilha, processo, progress, Redes Sociais, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, Software, TAT, Tecnologia, Tema, tool, Twitter, UI, UX, Ved, Vídeo, Vídeos, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, window, windows, Xna, XP @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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imageÉ grande a expectativa pelos desenvolvedores .net para a chegada e comercialização do Windows Phone no Brasil, a plataforma chega bem completa e robusta, atendendo diversas necessidades dos usuários e desenvolvedore e permitindo a criação de aplicativos utilizando as mais modernas tecnologias Microsoft.
Apresentada no evento MIX 11 da Microsoft, a versão com o codinome Mango, chegou com mais de 500 novidades, são tantos recursos que não é possível cobri-los em um único artigo, podemos destacar algumas melhorias como sendo essenciais para o crescimento da plataforma, como o suporte a multitarefa, a atualização da versão do Silverlight para o Silverlight 4 e a atualização do Browser para a versão do Internet Explorer 9 com suporte ao HTML5, essas são sem dúvidas grandes mudanças tanto para o desenvolvedor como para o usuário.

Para os desenvolvedores foram diversas melhorias e para os usuários não foi diferente, houve uma melhor integração com o Skydrive, possibilitando compartilhar fotos por e-mail e SMS, podemos também compartilhar vídeos realizando o upload em background, navegar pelas pastas no Skydrive, realizar pesquisas de conteúdo, entre diversos outros recursos de integração com esse excelente serviço da Microsoft.

Outro recurso interessante é o Bing Vision, que é uma ferramenta que usa a câmera do telefone para reconhecer imagens, por exemplo, ao focar a capa de um determinado livro ele apresenta uma lista de resultados onde o livro é citado, já o Bing Áudio, é um mecanismo inteligente de busca de áudio, ele pode até reconhecer uma música que está sendo tocada e apresentar resultados sobre a música, esses são somente alguns exemplos, mas houve melhorias e atualizações em diversos HUBs, sensores e recursos do sistema operacional, além de uma forte integração com redes sociais como facebook, twitter e linkedIn.

As ferramentas de desenvolvimento para a versão Mango já estão disponíveis para download em versão Beta, muitas informações e recursos podem ficar diferentes na versão final, mas geralmente são mudanças pequenas. Com as ferramentas já é possível criar e testar todo o aplicativo com o Visual Studio 2010 e utilizar todo o poder do emulador que está integrado totalmente com o Expression Blend for Windows Phone ou com o Visual Studio 2010.

Download: Windows Phone Developer Tools 7.1 Beta tools

Os programadores Visual Basic .net agora podem criar aplicativos para o Windows Phone tanto em Silverlight como no XNA Framework, o Visual Basic é totalmente integrado com o Windows Phone Developers Tools 7.1 Beta, não sendo necessário instalar nenhuma ferramenta a parte. No Mango houve melhorias internas no sistema operacional que resultou em uma melhor performance na execução dos aplicativos em geral, alguns recursos agora rodam em threads background, deixando a interface do usuário com uma resposta mais rápida, essas melhorias são refletidas em sua aplicação e você não precisa codificar nada para usar desses benefícios, além dessas melhorias internas ouve também a inclusão de recursos essenciais para a criação de aplicações, como o suporte a OData e a inclusão de um banco de dados local.

O Windows Phone Marketplace também está em constante crescimento, com poucos meses de lançamento, a loja de aplicativos do Windows Phone 7 é constantemente atualizada com dezenas de novos aplicativos, o número de desenvolvedores e aplicativos podem aumentar significativamente com está atualização com codinome Mango, é previsto que o Marketplace esteja disponível para que os usuários possam comprar aplicativos em um total de 35 países, inclusive o Brasil e com suporte a 16 novas línguas, contando com o Português do Brasil.

Se você é um desenvolvedor da plataforma Microsoft .net e ainda não começou a desenvolver para o Windows Phone, é importante saber que a curva de aprendizado não é muito grande, principalmente se você já tem conhecimento na plataforma Silverlight ou XNA, o Windows Phone pode se tornar competitivo nos próximos anos, principalmente com a entrada e comercialização de equipamentos pelas operadoras no Brasil, somado com a recente parceria com a Nokia, umas das mais importantes empresas do setor, e a compra do Skype pela Microsoft, que vai trazer esse aguardado software para a plataforma .net, além de novas parcerias com fabricantes, tudo isso está fortalecendo a tecnologia mais recente da plataforma mobile da Microsoft.

Modelo de execução – Estado dormant

Houve uma pequena modificação no modelo de execução de aplicativos no Windows Phone Mango, nesta versão temos um novo estado da aplicação chamado dormant, para entendê-lo, vamos relembrar como funciona o ciclo de vida de uma aplicação no Windows Phone, temos quatro eventos que são acionados como apoio durante o uso do aplicativo, são eles, launching, closing, activated e deactivated, e junto com esses eventos podemos ter dois estado da aplicação, running e tombstoned, e para auxiliar com a manipulação de estados podemos utilizar os métodos OnNavigatedTo e OnNavigatedFrom. Quando você inicia uma aplicação, por exemplo, através do botão Start clicando em algum Tile, automaticamente uma nova instância do aplicativo será criada na memória, neste momento o evento Launching é acionado, ou seja, sempre que uma nova instância é criado, o evento Launching será chamado, neste evento temos que evitar a utilização de códigos que possam ser demorados e atrapalhar a experiência de uso do usuário da aplicação, além de que o Windows Phone Marketplace também informa limites de tempo para que a sua aplicação inicie. Após o evento Launching ser acionado, a sua aplicação entra em um estado chamado Running, neste momento sua aplicação está em execução e você poderá realizar tarefas e o usuário poderá navegar em sua aplicação. Neste momento se o usuário apertar o botão Start, por exemplo, ele estará acionando um evento chamado Deactivated e sua aplicação deverá salvar qualquer estado do aplicativo que você deseja restaurar caso o usuário retorne para sua aplicação através do botão Back, é neste ponto que houve um mudança com a versão Mango, agora existem dois
estados utilizados neste processo, o dormant e o tombstoned, sua aplicação entre em estado dormant antes de entrar em tombstoned, o que não acontecia na versão anterior, onde o aplicativo entrava direto em tombstoned. Quando o usuário navega para fora da sua aplicação , o Windows Phone coloca o aplicativo no estado dormant, neste momento todo o processamento, ou seja, todas as threads, são paradas, mas a aplicação ainda está na memória do aplicativo, este estado permite retornar a aplicação utilizando o máximo de performance, pois não é necessário recriar qualquer estado pois todos foram preservados. Se um aplicativo está no estado dormant e o usuário iniciar outro aplicativo, o sistema operacional vai verificar se esse novo aplicativo iniciado precisa utilizar mais memória do que o device disponibiliza como livre no momento,se isso ocorrer, a sua aplicação poderá ser escolhida para sair do estado dormant e entrar no estado tombstoned.

Mais informações : http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff817008(v=vs.92).aspx

Background Agents

Com os Background Agents podemos realizar algumas tarefas mesmo que a aplicação não esteja em execução, existem duas formas de realizar esse agendamento de tarefas, através de scheduled notifications ou scheduled tasks.

Uma scheduled notification é um aviso, que pode ser do tipo Alarm ou Reminder, o tipo Alarm permite que você especifique um arquivo de som para tocar quando a notificação é acionada, o tipo Reminder, você pode especificar uma URI para sua aplicação, quando o usuário clicar na notificação, a aplicação será executada e a URI será passado com parâmetro.

Já um Scheduled Task permite que você execute uma tarefa em background, mesmo quando a aplicação não está sendo executada, cada aplicação pode ter um único agente, que será registrando em sua aplicação e você pode especificar o tipo de scheduled que será executado, existem dois tipos, o PeriodicTask e o ResourceIntensiveTask, o primeiro é indicado para tarefas onde o tempo de execução será curto, como por exemplo, armazenar uma pequena quantidade de dados, e pode ser utilizado regularmente, já o ResourceIntensiveTask, tem sua utilização mais rara, pode ser utilizado para tarefas mais demoradas e que utilizam mais dos recursos do smartphone, com por exemplo a sincronização de um grande volume de dados.

File Transfers

Na versão mango temos disponíveis algumas APIs para a manipulação de uploads e downloads de arquivos no Windows Phone, esses arquivos podem ser enfileirados e executados em segundo plano (background), o Windows Phone fornece meios de verificar o status da transferência dos arquivos e ainda fornece meios de monitorar o progresso do download ou upload.

Áudio Background

Tocar um arquivo de som rodando em background, mesmo que a aplicação não esteja em foreground, se tornou uma tarefa fácil e gerenciada pelo sistema operacional, o suporte ao áudio em background é fornecido pelo namespace Microsoft.Phone.BackgroundAudio, com ele é possível acionar uma música e mesmo que o usuário inicie outros aplicativos, a música continuará em execução e o usuário ainda terá o acesso aos controles de aumentar e diminuir o volume.

Mais informações: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202978(v=vs.92).aspx

Sensores

Os smartphones estão ficando cada vez mais sofisticados e uma série de sensores estão sendo disponibilizados com esses modernos aparelhos, na versão mango temos disponível além do conhecido acelerômetro, mais dois sensores igualmente importantes, como a bússola e o giroscópio.

A bússola permite obter o ângulo pelo qual o smartphone é girado em relação ao polo magnético da terra, sua aplicação pode realizar a leitura dessas forças magnéticas e utilizar para realizar alguma ação, o sensor bussola não é um item considerado obrigatório para os fabricantes de equipamentos utilizarem com o Windows Phone, portanto se a sua aplicação for utilizar o recurso , ele precisa informa-lo e ainda verificar se o recurso está presente através de recursos do sistema operacional. Eventualmente a bussola pode ficar descalibrada, os smartphones com o sensor possuem recursos para a calibração da bussola, onde um movimento em formado de infinito é realizado.

O Giroscópio é outro sensor disponível para o desenvolvedor utilizar em suas aplicações, com ele podemos medir a velocidade de rotação do smartphone dos eixos X, Y e X. Todos os equipamentos com Windows Phone possuem o acelerômetro como sensor obrigatório, o acelerômetro consegue medir a aceleração do smartphone em movimentos mais intensos, no caso de uma simples e leve rotação de eixos, esses valores não podem ser lidos através do acelerômetro, já com o giroscópio é possível obter os valores quanto a velocidade de rotação do celular.

Juntos, o giroscópio, acelerômetro e a bussola, forma um conjunto completo que pode ser utilizado para formar um sofisticado sensor de movimentos, para simplificar essa integração, a versão Mango disponibiliza através do Microsoft.Devices.Sensors.Motion, um conjunto de recursos que facilitam a leitura dos resultados gerados pelos sensores para que você possa utilizar em sua aplicação.

continua…

Mai 21

Comparando ASP.net WebForms e ASP.net MVC

Escrito por Vinícius Sandim em .NET, 1, 2.0, 3.5, 3d, 3g, 4, 6, action, Ajax, app, AR, Arquitetura, Asp.Net, back, Banco de Dados, BI, browser, C#, C#.net, class, classe, classes, cliente, código, código fonte, comparação, Componente, Componentes, control, CRUD, css, dados, Desktop, developer, Download, Drag And Drop, err, event, Exemplos, explorer, Ferramenta, Flex, fonte, for, framework, function, gae, gc, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, Links, lista, map, menu, mg, mtv, mvc, O, on, Partilha, Pessoal, portal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, site, SQL Server, state, tag, TAT, template, tv, UI, uint, UX, Visual Studio, vs, web, xhtml, XML, XP @ 05 21st, 2011 | via http://www.viniciussandim.com | 1 comentário
Vinícius Sandim
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Eu confesso que nunca me interessei em desenvolver sites e muito menos aplicações web utilizando ASP.net, sempre achei que a metodologia “drag and drop” que o Web Forms nos proporciona não funciona legal na web, pois ela gera muito “lixo” para o navegador, e isso é crucial em uma WebAPP.

Portanto, desde que migrei de desktop (Delphi 7) para web, tenho trabalhado com o nosso querido Flex no Front End e o C#.net no Back End. Mas desde que o ASP.net MVC foi lançado, tenho acompanhado de perto a sua evolução, e confesso que ele tem me agradado bastante.

Para não perder o costume, venho hoje compartilhar com vocês um pouco do que tenho estudado, este post faz uma comparação de um projeto idêntico criado usando as duas metodologias.

Então chega de conversa e vamos ao que interessa:

As ferramentas que utilizei para criar os projetos foram:
• SQL Server 2008 Express
• Visual Web Developer Express 2010
• Framework ASP.net MVC 2.0

O projeto acessa uma base de dados com apenas uma tabela, com a seguinte estrutura:

Tabela

Não utilizei nenhum framework ORM, fiz o mapeamento das entidades manualmente, usando as classes nativas do Framework. (SqlConnection, SqlCommand e SqlDataReader).

Quando criei os projetos, utilizei os templates do prório Visual Web Developer:

CriandoProjeto

Para o projeto Web Forms, usei ASP.NET Web Application.
Para o projeto MVC usei: ASP.NET MVC 2 Web Application.

É claro que não vou fazer um passo a passo de como criar o projeto, o foco deste post não é isso, mas depois de pronto, nosso Solution Explorer do projeto WebForms ficará assim:

SolutionForms

Já o projeto MVC, tem uma estrutura um pouco maior, porque ele trabalha completamente “tipado”, temos as classes Model, Controller e View, como manda o figurino:

SolutionMVC

Certo, agora vamos ao objetivo, quando executo o projeto WebForms e acesso a página de clientes, o Framework gera este código HTML:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="en">


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class="aspNetHidden"> "hidden" name="__VIEWSTATEENCRYPTED" id="__VIEWSTATEENCRYPTED" value="" /> "hidden" name="__PREVIOUSPAGE" id="__PREVIOUSPAGE" value="J0z-AYjFMhWT0kpqMD21gr0HoEKRmyw5_w3a37YYi27BAPn9DepNebG_20nPZ-VajOl1_KCPnab6uApAzjeQe7rOkN95u7baMYMKLA59Jpw1" /> "hidden" name="__EVENTVALIDATION" id="__EVENTVALIDATION" value="IRcnHy6RQ1JCPCa5l/6k5JvtDNRbcbaJH7wDUCh/MVtgwLHo5W/iwGkTGRYeZHjYgqrWjjGjzZQvt+FJuMho2GE+Qf3syKzyeGXquF9a/Ws577KUO6oFdTWrhmsBXMMh" />
class="page">
class="header">
class="title">

My ASP.NET Application

class="loginDisplay"> [ "../Account/Login.aspx" id="HeadLoginView_HeadLoginStatus">Log In ]
class="clear hideSkiplink"> "#NavigationMenu_SkipLink"><span"Skip Navigation Links" src="/WebResource.axd?d=xFBnuqKYnqgWTzzLZBOde45ezhDnXgdvOgtOQCvZwJw6xfKBic_vxFOBRotUqhEobwKQWWgbNXfNYvZsldu9uZj6j6aYf49eocT9vsEpgtM1&t=634356288728593750" width="0" height="0" style="border-width:0px;" />
class="menu" id="NavigationMenu">
    class="level1">
  • class="level1" href="../Default.aspx">Home
  • class="level1" href="../About.aspx">About
"NavigationMenu_SkipLink">
class="main"> Listagem Completa de Clientes
"0" rules="all" border="1" id="MainContent_GridView1" style="border-collapse:collapse;">
"col">Id_Cliente "col">Nome "col">CPF "col">RG "col">Idade "col"> "col">
17 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "Edita.aspx?Id_Cliente=17">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_0" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl02$LinkButton1','')">Excluir
19 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "Edita.aspx?Id_Cliente=19">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_1" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl03$LinkButton1','')">Excluir
18 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "Edita.aspx?Id_Cliente=18">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_2" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl04$LinkButton1','')">Excluir
"submit" name="ctl00$MainContent$btnInserir" value="Inserir novo cliente" onclick="javascript:WebForm_DoPostBackWithOptions(new WebForm_PostBackOptions("ctl00$MainContent$btnInserir", "", false, "", "Insere.aspx", false, false))" id="MainContent_btnInserir" />
class="clear">
class="footer">

Dêem uma olhada em quanto código os componentes criam. É muita coisa, imaginem isso em um grande portal? Americanas.com gerando este código? Meio inviável não? Aproveito para destacar o código gerado pelo ViewState, herói e vilão do Web Forms.

Agora vamos comparar a mesma página gerada pelo projeto MVC:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml">

    Index


"Content/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />


class="page">
"header">
"title">

My MVC Application

"logindisplay"> [ "/Account/LogOn">Log On ]
"menucontainer">
    "menu">
  • "/">Home
  • "/Home/About">About
"main">

Listagem completa de clientes:

Código Nome CPF RG Idade
30 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=30">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=30" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
32 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=32">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=32" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
31 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=31">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=31" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
"/Cliente/Create">Novo cliente...
"footer">

O que acham? As duas páginas fazem exatamente a mesma coisa, no entato o MVC gera beeeem menos código.

Bom pessoal, essa é apenas uma das vantagens do MVC, posso destacar outras:

  • Controle total do código que será enviado ao navegador;
  • Arquitetura em camadas, códigos completamente separados;
  • Classes que auxiliam a geração do HTML para o browser de acordo com as ações do Controlador, sem lixo!;
  • Facilidade de se implementar Ajax (de verdade) no seu projeto.
  • Integração com o Jquery usando classes do Framework;

Bom é isso, vou me despedindo, mas antes deixo o código fonte dos dois projetos disponíveis para download.

Mai 19

Enriquecendo sua aplicação flex utilizado eventos do teclado

Escrito por Willian Mano em .NET, 1, 2.0, 4, app, AR, arte, Atalhos, BI, blog, break, browser, C#, camp, case, class, classe, código, código fonte, err, erro, event, Evento, Eventos, exemplo, flash builder, Flex, fonte, for, git, html, IE, if, int, internet, map, mg, O, on, redeRIA, rest, RIA, Ria’s Geral, Rich Internet Application, S+S, screen, Screencast, screencasts, Scroll, site, state, TAT, Tema, Tutorial, Twitter, UI, Ved, XP @ 05 19th, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
Willian Mano
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Como a maioria deve saber o significado de RIA é rich internet applications. Há muito tempo atrás, assistindo a um dos screencasts do? Vedovelli, ele falou que o flex é muito rico e que você pode melhorar a experiência dos usuários trabalhando os pequenos detalhes da aplicação. Coisas como limpar os campos e mudança de foco são primordiais para deixar suas aplicações mais intuitivas e fáceis de serem usadas.

Baseado nisso eu passei a prestar um pouco mais de atenção nesses detalhes e uma das coisas que veio ? cabeça foi os eventos de teclado. Claro eu não poderia de deixar de citar meu amigo? @brunoaraujo_id que foi o primeiro que eu vi a manipular esse tipo de evento e quem também me mostrou um exemplo no qual vou mostrar aqui.

Historinhas ? parte, vamos ao que interessa.

Nesse tutorial eu irei (tentarei) explicar como trabalhar com eventos de teclado e também como eles podem ser úteis na sua aplicação.

Primeiro vamos a um simples exemplo para que possamos observar um pouco melhor a classe KeyboardEvent.

Seu browser não suporta iframes.

No exemplo acima tem duas caixas de texto, quando você digita algo na primeira caixa de texto ele exibe na caixa de baixo as propriedades do evento. Nesse primeiro passo nós iremos observar apenas o? charCode e o? keyCode.

  • charCode: é o código do caractere, ele obedece a tabela ASCII e você pode pegar o valor de cada caractere? aqui. Lembrando que cada caractere tem seu código, ou seja, o a minúsculo é diferente do A MAIÚCULO.
  • keyCode: é o código numérico que corresponde ao valor da tecla no teclado. Ele pode variar conforme sistema operacional e dispositivo.

O mapeamento desses eventos é bem simples você deve apenas verificar qual a tecla pressionada e apartir dai executar alguma ação. Exemplo.

switch(event.keyCode) 

  //Quando o usuário apertar o esc
  case 27:
    //Executa alguma ação
  break;
  //Quando o usuário apertar o enter
  case 13:
    //Executa alguma ação
  break;

Bom, já sabemos qual evento iremos trabalhar e como pegar o código de uma tecla apertada, mas em que isso será útil? O próximo evento ilustra isso perfeitamente.

No exemplo acima eu estou mapeando os eventos do enter e do esc.

Quando o usuário está no state de login e pressiona enter ele verifica se o campo está vazio, se estiver mostrará uma mensagem de erro, caso contrário ele passará para o próximo state. Se o usuário pressionar esc o campo será limpo.

No state de senha ao pressionar esc ele também verifica se o campo está vazio, se estiver ele vai volta para o state de usuário, caso contrário ele irá limpar o campo. Se o usuário apertar enter ele irá dar uma alert avisando que naquele momento seria a hora de fazer o login.

Bom, mais explicações pelo código fonte, ele está bem simples de fácil compreensão.

Você pode também criar atalhos em seu aplicativo, pode por exemplo, fazer com que um ctrl+n deixe o texto em negrito.

Vamos a uma rápida passada sobre isso.

Volte para o primeiro exemplo e pressione ctrl + i.

O resultado do evento será:

[KeyboardEvent type="keyDown" bubbles=true cancelable=false eventPhase=3 charCode=105 keyCode=73 keyLocation=0 ctrlKey=true altKey=false shiftKey=false]

Notem que agora o ctrlKey tem o valor true. Usando no seu código você verifica se ele é true e depois verifica o código da tecla para criar as combinações de atalhos. Agora é só usar a criatividade.

Espero que essas informações tenham sido úteis para vocês.

Abraço e até a próxima.

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