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Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 21

Flex SDK 4.6 e Flash Builder 4.6

Escrito por SamuelFacchinello em .NET, 1, 4, 6, Adobe, AR, blog, Blogs, bug, builder 4, C#, Componente, Componentes, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, Flex 4, for, Google, html, mg, O, on, Ria’s Geral, SDK, UI, XP @ 09 21st, 2011 | via http://desenvolvendoemflex.blogspot.com/ | Sem comentários
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A Adobe lançou o pre-release do Flex SDK 4.6 (aqui) com muitos componentes novos e alguns Bugs corrigidos.

Mais informações aqui.

Jul 29

ClickCountTrigger para Silverlight no Expression Gallery

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, AR, back, Behavior, Behaviors, Blend, blog, botão, bug, C#, codeplex, código, configuração, control, event, Evento, exemplo, expression, Expression Blend, Expression Gallery, for, full screen, FullScreen, galeria, Google, IE, if, image, int, library, live, map, mg, Microsoft, News, O, on, padrão, print, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, silverlight, Silverlight 4, site, UI, XAML, XML, XP @ 07 29th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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double-click-icon

Acabei de publicar uma nova trigger no Expression Gallery, chamada ClickCountTrigger.

Esta trigger serve para simplificar nossa vida quando queremos implementar duplo click em Silverlight, já que a plataforma não fornece uma implementação nativa desse evento. Decidi fazer a trigger de forma genérica e por isso implementei como click count ao invés de double click. Sendo assim, tornei possível que essa trigger seja utilizada para adicionar cliques triplos, quaduplos ou até mais em aplicações Silverlight. Eu não consigo imaginar situações onde mais do que 3 cliques façam algum sentido, mas a minha imaginação não deve limitar a sua Winking smile.

Para configurar a trigger no Expression Blend, basta escolher um controle que deverá ter algum comportamento ao receber um duplo click, adicionar uma Action a ele e depois mudar a trigger padrão dessa Action para ClickCountTrigger e configurar quantos cliques disparam a ação. Abaixo temos alguns prints mostrando a trigger configurada em um botão, em conjunto com a Action ToggleFullScreenAction. Este exemplo é do código do live sample que está na página da trigger na galeria.

Action aplicada no botão

Action ToggleFullScreenAction configurada em um Button

Janela de propriedades da Action, mostrando sua configuração e a da trigger.

Propriedades da trigger ClickCountTrigger e da action de fullscreen

Configuração da trigger e action no xaml

<Button Content="Double-Click to Toggle Full Screen">    <i:Interaction.Triggers>        <cnzk:ClickCountTrigger ClickCount="2">            <cnzk:ToggleFullScreenAction />        cnzk:ClickCountTrigger>    i:Interaction.Triggers>Button>

Declaração no xaml dos namespaces necessários para utilizar tanto a trigger quanto a action:

xmlns:i="http://schemas.microsoft.com/expression/2010/interactivity"xmlns:cnzk="http://schemas.cnzk.com.br/library"

Se você utilizar algumas das minhas behaviors, triggers ou actions publicadas no Expression Gallery e tiver algum tipo de feedback ou bug para reportar, pode postar um comentário aqui no blog ou na página do projeto no codeplex.

Espero que esta trigger seja útil para vocês, pois pra mim ela já está sendo.



Jul 23

A Ascensão do Teste de Software

Escrito por Edgard Davidson em 1, 6, Air, AR, auto, BI, bug, C#, cliente, cultura, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, empresas, err, erro, Flex, for, IE, if, int, jogo, Mac, NaN, O, on, Opinião, Outros, processo, produto, Qualidade de Software, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Tema, Teste, UI @ 07 23rd, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Por muito tempo o teste de software foi visto como uma atividade do processo de desenvolvimento de software que no papel era extremamente importante e necess?ria para atingir a qualidade do produto de software, mas na pr?tica, por muitas empresas, tornou-se uma das atividades mais negligenciada. Por esse motivo enraizou-se uma p?ssima cultura em rela??o ? atividades de testes, que, quanto a import?ncia, ficou ? margem da constru??es do software e que, se desse tempo, era executada. A neglig?ncia, por muito tempo da referida atividade gerou algumas “afirma??es” que hoje soam como piadas:

  • “…Implemente, se der tempo agente testa.”
  • “o importante ? entregar… os testes, deixa que o cliente faz pra gente…”
  • “o prazo vai estourar…Ent?o sacrifique os testes…”
  • “entregue com bugs, mas entregue em dia, depois agente arruma…”
  • “sabemos que nosso software est? cheio de bugs, ent?o vamos cobrar uma manuten??o mensal do nosso cliente para consert?-los…”
  • “testar n?o ? uma atividade importante…”
  • ”…como vamos testar se n?o temos tempo?”
  • “…testar pra que? perda de tempo.”
  • “pra desenvolver sem teste ? X, com teste ? X2…'“

Fico impressionado! D? at? medo! Imagine se a ind?stria de avia??o fosse igual a de software. Quantos avi?es cairiam por dia? Imagine se a ind?stria farmac?utica fosse igual a de software. Voc? confiaria nos rem?dios? Imagine se o projeto do modelo do seu carro fosse constru?do como esses softwares? Voc? andaria em um elevador que foi constru?do com essa mesma metodologia? “Instale o elevador a?… depois o cliente testa pra gente…”

Quando fala de teste, estou me referindo tamb?m a qualidade do software. Apesar de n?o serem sin?nimos, mas com certeza o n?vel de qualidade dos teste de software ? um fator, entre v?rios outros que definem a qualidade do produto final.

Por outro lado, do ponto de vista do profissional, o teste de software possuia alguns PRE-conceitos:

  • “testar ? uma atividade chata e cansativa…”
  • “testar paga mal…”
  • “n?o gosto e n?o sei programar… logo vou trabalhar na ?rea de teste…”
  • “minha empresa n?o valoriza a ?rea de testes…”
  • “testar ? ficar encontrando erros dos outros…”
  • “maus programadores viram testadores…”
  • “…subatividade?”
  • “qualquer um pode testar…”

Hoje, no entanto, o teste “virou o jogo” com a populariza??o de processos emergentes de desenvolvimento de software como eXtreme Programming. Pr?ticas como TDD e BDD fornecem uma novo paradigma no desenvolvimento. Hoje, com a ascens?o do teste de software, novas “afirma??es” foram geradas:

  • “a qualidade do produto ? inegoci?vel…”
  • “primeiro escrevemos nossos testes unit?rios, depois implementamos…”
  • “entregar software sem um boa cobertura de teste unit?rio tornou-se amadorismo…”
  • “aus?ncia de teste unit?rio ? anti?tico… “
  • “n?o consegue executar teste de carga, performance e seguran?a no seu sistema? Sua equipe est? com d?bito t?cnico…”
  • “nossa integra??o ? cont?nua e automatizada…”
  • “nossos testes s?o automatizados…”
  • “temos cada linha de c?digo da aplica??o, temos tr?s linhas de teste…”
  • “nos preocupamos com a cobertura dos testes, com casos de teste que refletem os requisitos de neg?cio…”
  • “enquanto os testes n?o passarem 100% o produto n?o ? entregue…”
  • “entregue menos, mas entregue funcionando…”
  • “quem quebrar o deploy paga dez flex?es…”


Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 2

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, abas, análise, Análises, api, Aplicativos, app, AR, auto, back, bar, Beta, BI, bing, botão, bug, busca, C#, carregar, class, classe, cliente, código, collection, control, Controles, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Dica, Diversos, Documentação, DRE, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, fundo, game, garbage, geo, Geral, Gráfico, Gravação, ide, IE, if, image, imagens, int, jogo, Jogos, linq, Linq to Sql, lista, live, map, maps, Melhores Práticas, menu, mg, Microsoft, mobile, monitor, Monitoramento, NaN, O, on, online, Outros, player, processo, produtividade, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, socket, Storyboard, Sun, tag, TAT, Tema, UI, Ved, Vídeo, Videobrush, Vídeos, Visual Studio, web, WebCam, window, windows, XAML, XP, zend @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Sockets

Através do namespace System.Net.Sockets, o Windows Phone provê suporte a uma implementação gerenciada de sockets, permitindo que desenvolvedores possam ter um controle rigoroso ao acesso a redes, com esse recurso temos disponível um conjunto de API’s de alto nível, permitindo que o desenvolvedor crie aplicativos que interagem com um cliente utilizando de serviços existentes de TCP.

Existem muitas funcionalidades onde esse recurso pode ser utilizado, como pode exemplo, para criar aplicativos de FTP, e-mail e Chat, com sockets é possível criar aplicativos mais sofisticados e ricos, podendo utilizar de TCP (Transmission Control Protocol) ou UDP (User Datagram Protocol).

Câmera e fotos

Existem duas formas de acessar a câmera no Windows Phone, através das API´s do próprio sistema operacional ou através dos recursos já existentes do Silverlight 4, com as APIs do Windows Phone você tem imagens de alta resolução, além de controle do auto foco, acesso ao modo do flash, entre outros recursos, já com os recursos do Silverlight 4 webcam API, você tem facilidade de gravar vídeos e áudios em arquivos, se você já possui códigos em alguma aplicação Silverlight, você poderá aproveita-los com poucas ou nenhuma modificação quanto ao acesso a webcam.

É possível ter um controle bem flexível da câmera fotográfica do smartphone, através do Windows Phone podemos ter um controle do auto foco da câmera, gerenciar o flash utilizado, acionar a captura da imagem, além de uma série de eventos que podemos utilizar através do Microsoft.Devices.PhotoCamera, no código XAML a representação da câmera pode ser feito através do recurso VideoBrush do Silverlight.

Push Notitications e Live Tiles

Notifications é um poderoso recurso que o Windows Phone implementou de maneira bem interessante, com ele podemos enviar e receber informações para o Windows Phone 7, essas mensagens são enviadas para um serviço da Microsoft, e o serviço online envia para o smartphone, podendo receber a mensagem em seu projeto. Você poderá obter a mensagem recebida e manipular as informações, existem três tipos de Notifications, o tipo RAW, Toast e Tile, resumidamente o primeiro permite receber informações diretamente em sua aplicação, o segundo permite receber um aviso no topo da tela do Windows Phone, a aplicação receberá a notificação mesmo que a sua aplicação não esteja em execução no momento. Já o tipo Tile, é uma notificação nos Tiles que ficam na tela principal do Windows Phone e pode ser acionado quando apertamos o botão Start do aparelho. Na versão Mango, temos mais recursos disponíveis para essas notificações, a notificação do tipo Toast agora pode receber um determinado link que vai para determinado local em sua aplicação e ainda pode passar parâmetros que você pode utilizar para ler e realizar alguma tarefa, dando mais poder para as notificações no Windows Phone, as notificações do tipo Tile também foram incrementadas, agora é possível utilizar um Tile com dois lados e que mude periodicamente ou ainda ter tiles secundários para a mesma aplicação.

img27763

Figura 1. Fundo do Tile

Profiler

Performance é um dos assuntos mais importantes quando estamos criando aplicativos em geral, principalmente quando a aplicação vai ser executada em dispositivos com recursos limitados, como é o caso de smartphones, com a versão Mango temos agora uma ferramenta que analisa o perfil da sua aplicação, possibilitando analisar e medir através de gráficos , diversos recursos utilizados.

A ferramenta é totalmente integrada com o Visual Studio, para iniciar o uso do recurso , basta carregar a sua aplicação e no menu Debug, localizar e clicar na opção “Start Windows Phone Performance Analysis”, Figura 2, e clicar em Launch Application, em seguida você executa a rotina que deseja monitorar em seu aplicativo e clica em Stop Profiling, um arquivo com extensão SAP será criado, a cada processo de analise, um arquivo é criado, e você poderá manter um histórico para futuras analises de melhorias. Dentre as informações que a ferramenta apresenta, estão os frame rates, que são os números de renderização da tela do telefone, expressada em frames por segundo (fps), a porcentagem de uso da CPU do telefone, o uso da memória do aplicativo medido em megabytes, a utilização de Storyboards e imagens carregadas, por fim temos um indicativo de quando os eventos do garbage collections foram acionados durante o monitoramento. Se você selecionar um determinado período, o Visual Studio apresentará informações detalhadas sobre diversos pontos do aplicativo.

img24163

Figura 2. Performance Analysis

img26173

Figura 3. Analise detalhada da aplicação

Emulador

O emulador também sofreu algumas melhorias, duas delas são muito interessantes , como a possibilidade de testar no emulador os sensores de acelerômetro, Figura 4, e localização. Agora podemos simular através do emulador a leitura desses sensores, não precisando ter um equipamento físico para poder criar uma aplicação, basta você utilizar o mouse que o emulador vai responder conforme a ação esperada pelo aparelho real. No caso da utilização de recursos de localização, você ainda conta com uma barra de ferramentas com controles de busca, inclusão de indicativos de localização e gravação da localização, o emulador ainda contém alguns outros recursos que talvez sejam disponibilizados na versão final, como a possibilidade de adicionar gravações referente as simulações.

img10650

Figura 4. Emulador

Device Status

O namespace Microsoft.Phone.Info fornece informações sobre o equipamento, na versão anterior, era utilizado a classe DeviceExtendedProperties para obter alguns dados sobre o equipamento, na versão Mango essa tarefa passa a ser realizada por DeviceStatus, você pode obter informações como o total de memória, a versão do hardware e o nome do fabricante do equipamento. Através do PowerSource, podemos verificar se o dispositivo está funcionando com bateria ou conectado a uma fonte de alimentação externa. Outro recurso disponível é a possibilidade de verificar se existe ou não um teclado físico no smartphone através da propriedade IsKeyboardPresent.

Local Database

Existem dois tipos de persistências no Windows Phone 7, o Transient Data e o Persistent Data, você pode manipular informações através de Isolated Storage, um recurso que permite registrar e recuperar informações no próprio aparelho, essa forma de persistência de dados é chamada de “Persistent Data”, ou armazenar informações na memória, Transient Data, sua aplicação pode manipular esses dados conforme o seu ciclo de vida, porém na versão mango uma nova forma de Persistent Data foi adicionada, o local Database.

Agora temos a possibilidade de utilizar uma base de dados local em uma aplicação, antes da disponibilização das ferramentas betas da versão mango para desenvolvedores e da documentação oficial, falava-se que uma versão do SQL CE estaria disponível para ser utilizada, porém em sua documentação oficial a base de dados é citada somente como local database, uma versão própria do Windows Phone, um grande diferencial de produtividade está no suporte ao LINQ to SQL para operações em base de dados.

O local database permite armazenar dados relacionais dentro de um ambiente residente no Isolated Storage, por estar dentro do Isolated Storage, ele somente pode ser acessado pela aplicação correspondente, e roda somente no processo do aplicativo, não sendo executada com um serviço continuo, a manipulação de dados locais são acessados apenas através de LINQ to SQL, não tendo suporte ao Transact-SQL.

Launchers and Choosers

Os Launchers e Choosers são APIs que acessam alguns recursos do sistema operacional, eles disponibilizam recursos complexos deixando transparentes para que o desenvolvedor através de API´s, os Launchers são tarefas que somente são iniciadas pela sua aplicação, teoricamente, você não tem nenhum tipo de retorno da API, somente você pode inicia-los , passando os parâmetros que ela vai utilizar para realizar a tarefa. Já os Chooser também iniciam uma tarefa, mas a principal diferença é que os Choosers retornam algum dado que você poderá trabalhar em sua aplicação, um exemplo seria o EmailAddressChooserTask, com ele podemos apresentar ao usuário a lista de e-mails cadastrados no aparelho, quando um e-mail é selecionado, podemos obter essa informação e utilizar para enviar um e-mail através de um Launcher chamado EmailComposeTask, que não retorna nenhuma informação,dessa forma algumas tarefas que poderiam ser bem complexas são facilitas com os Launchers e Choosers. Na versão Mango temos novos Launchers and Choosers adicionados as API´s são eles:

Address Chooser Task : Inicia a lista de contatos da aplicação e permite a seleção.

Game Invite Task : API utilizada em jogos aprovados no Xbox Live que permite convidar jogadores para uma partida multi-player em um Game.

Save Ringtone Task : Permite gravar um arquivo MP3 ou WMA na lista de ringtones do sistema operacional.

Bing Maps Task : Inicia o Bing Maps, permitindo setar a propriedade center com uma posição geográfica.

Bing Maps Directions Task : Inicia o Bing Maps permitindo informar e receber informações sobre dois pontos.

Conclusão

O Windows Phone 7 chegou trazendo uma nova plataforma de desenvolvimento para dispositivos móveis, a Microsoft utilizou o que existe de mais moderno para criar o seu sistema operacional, dando suporte as melhores práticas de desenvolvimento e integração com aplicativos, a versão Mango contém mais de 500 novos recursos e confirma o investimento da Microsoft em sua plataforma mobile.

Jun 6

Flash player 10.3 – Correção de segurança

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Adobe, BI, blog, Blogs, bug, C#, Debug, Download, flash, Flash Player, Google, html, imasters, mg, noticia, O, on, player, pt, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, Tecnologia @ 06 6th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
Fabio da Silva
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Foi liberada uma versão corrige uma vulnerabilidade de cross-site scripting.

Saiba mais: Adobe disponibiliza nova versão do Flash Player

A versão do Flash Player com debug em Adobe Flash Player Support Center

Jun 1

Como analisar/debugar o retorno AMF pelo FireFox

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, AMF, AR, back, BI, botão, bug, C#, dados, Debug, Desenvolvedor, err, erro, error, exemplo, explorer, firefox, Flex, for, IE, image, int, Java, lite, mg, O, on, Pessoal, PHP, pt, Ria’s Geral, RoR, S+S, server, servidor, super(), Tutorial, UI, Ved, XP, zend, zendAMF @ 06 1st, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Pessoal, tenho recebido muitas dúvidas de como analizar o retorno AMF do java/php, causando principalmente aquele erro “Server Fault”.

Algo OBRIGATÓRIO que todo desenvolvedor deve conhecer é uma forma de estar sempre atento ao retorno AMF e isso pode ser realizado de diversas formas. A mais simples delas é a integração Firefox + Firebug + AMF Explorer e iremos mostrar a seguir como fazer isso.

Primeiro, instale o firefox: http://br.mozdev.org/

Segundo, instale o firebug: https://addons.mozilla.org/pt-br/firefox/addon/firebug/

Terceiro, instale o AMF Explorer: https://addons.mozilla.org/pt-br/firefox/addon/amf-explorer/

Reinicie o firefox (tanto para o firebug quanto para o amf explorer) e então carregue a sua aplicação Flex. Clique no botão do firebug, que na versão 4 está no canto superior direito da tela. Navegue até a aba “Rede” e habilite-a:

image

Quando for realizar a conexão, limpe as entradas que já tenham acontecido, e faça a conexão AMF. Procure pelo seu gateway, que é o arquivo PHP ou Java que faz a conexão com o servidor. Expanda-o e veja se existe algo semelhante a figura a seguir:

image

Veja que, quanto expandimos o POST zendamf.php (no seu caso pode ser POST gateway.php), surge o AMF Request e o AMF Response. O AMF Response contém os dados que retornaram do servidor, conforme o exemplo a seguir:

image

Se houver algum erro de PHP, este erro estará na mensagem também, então ao invés de ver um erro genérico “Server Fault”, você verá o fatal error do php/java que foi gerado.

Mai 19

10 coisas que um bom programador flex deve saber

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 2.0, 2009, 3.5, 4, 6, action, Action Script, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, api, Aplicativos, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, Artigo, as3, BI, Bindable, blog, bug, builder 4, C#, Cairngorm, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Componentes, components, control, Controles, css, Curso, Cursos, custom, dados, Data Binding, DataGrid, Debug, demo, desempenho, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, developer, development, dispatch, dispatchEvent, DRE, empresas, err, Estilo, event, EventListener, Evento, Eventos, eventos customizados, events, Excel, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, Flex, Flex 3, Flex 4, Flex Examples, fonte, for, framework, Frameworks, Google, Gráfico, handle, html, HTTPService, ide, IE, if, int, interface, Java, layout, lista, live, Livro, lógica, map, Mate, MAX 2009, mvc, MXML, O, on, oop, opensource, Outros, player, polimorfismo, problema, problemas, programação, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, site, skins, Sun, tag, TAT, Tech, Tecnologia, tv, UI, uint, utf8, Ved, Vídeo, vs, web, Webservice, XML, XP @ 05 19th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Esta é uma tradução do seguinte artigo: 10 Things A Good Flex Developer Should Know

Para ser um bom programador Flex é preciso mais que simplesmente saber como usar alguns componentes nativos do Flex. É preciso muito mais.

Aqui está minha contribuição sobre o assunto… juntamente com alguns recursos ou algumas palavras-chave que você poderá pesquisar facilmente através do Google.

Por favor, comente no blog se você achar que esqueci algo (o que é inevitável) ou se quiser sugerir alguns recursos interessantes que devo acrescentar.

1- Programação orientada a Objetos (OO)

O Flex se baseia na linguagem ActionScript3, que é totalmente orientada a objetos. Embora não seja um conceito fácil de aprender, programação orientada a objeto é um pré-requisito para aprender Flex. Se já possui experiência com OO (Java, C#, Ruby, etc), então você está pronto. Se não, você precisará pegar um livro sobre OO e começar a aprender o mais rápido possível.

· Head First Java (Java? Sim, Eu sei. Mas confie em mim.)

· Object-oriented programming with ActionScript 3.0

Nota: Alguns de vocês poderão perguntar – “O que são padrões de projetos?”. Vamos dar um passo de cada vez? Preocupe-se em entender classes e objetos, interfaces, herança, composição, polimorfismo, encapsulamento, etc. Só então considere estudar padrões de projetos. De fato, se eu escrever um post intitulado “10 coisas que um GRANDE programador Flex deve saber”, padrões de projeto estará nessa lista.

2- ActionScript/MXML

ActionScript é a linguagem de programação usada juntamente com MXML para criar aplicações Flex. MXML é uma linguagem de marcação baseada em XML. Cada tag MXML é mapeada diretamente para uma classe ActionScript correspondente. MXML é usado pelos desenvolvedores Flex principalmente para apresentar a interface do usuário, enquanto que, o ActionScript é usado para a lógica de negócio. Com exceções, é claro.

O Framework Flex inclui centenas de classes ActionScript e interfaces usadas para desenvolver aplicações Flex. Seu nível de habilidade como um desenvolvedor Flex está diretamente ligado ao seu conhecimento em relação ao ActionScript e MXML.

· Flex in a Week

· Tour De Flex

· Essential ActionScript 3.0

Nota: Fique ? vontade com a API do Flex. Como um desenvolvedor Flex, você vai usá-la diariamente.

3- Debugging

Boa parte do tempo de qualquer programador é gasto no debugging. Obviamente, é necessário debugar para rastrear a causa de bugs. No entanto, também é uma ótima maneira de conhecer o código fonte.

Felizmente, existem muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo com o trabalho de debugging. Invista algum tempo para aprender essas ferramentas. Seu investimento irá proporcionar retorno imediato.

· Flash Builder 4.5 Debugger

· De MonsterDebugger

· Kap Inspect

4- Programação orientada a eventos

Aplicações Flex são orientadas a eventos. Toda ação é o resultado de um evento assíncrono.

Como um desenvolvedor Flex, você deve saber como responder a eventos e como criar e disparar eventos. Para isso, é necessária uma sólida compreensão da arquitetura de eventos do Flex, incluindo familiaridade com os seguintes conceitos:

· Eventos nativos (Flash Player ou Framework de eventos Flex)

· Eventos customizados (Eventos criados pelo desenvolvedor, que estende a classe Event ou uma de suas subclasses)

· Disparar eventos, propagação de eventos (ver classe EventDispatcher e seu método dispatchEvent)

· Event listeners, event handlers (ver classe EventDispatcher e seus métodos addEventListener e removeEventListener)

· Fases do evento (capture, target & bubbling phases; target vs. currentTarget)

· Objetos do evento, tipos de eventos (ver classe Event e subclasses)

· Comportamento do evento default (ver classe Event e subclasses e seu método preventDefault)

5- Data binding

Aparentemente, data binding é um “no brainer”[1]. É só vincular o valor de uma propriedade ao valor de outra propriedade usando chaves. Quando o valor da propriedade de origem for alterado, o valor da propriedade de destino também é alterado.

No entanto, existe uma sobrecarga associada ao uso indiscriminado de data binding, podendo haver implicações no desempenho. Uma sólida compreensão de data binding ajudará a determinar quando é apropriado o seu uso e quando não é.

· Flex Tips – Using Bindable Metadata Events

· Michael Labriola’s presentation entitled Diving in the Data Binding Waters

6- Item renderers

Uma característica de uma aplicação Flex bem projetada é a apresentação dos dados de uma forma visualmente atraente. O Flex oferece uma série de controles baseados em listas (DataGrid, List, TileList, HorizontalList, etc) responsável pela apresentação dos dados. Portanto, pode-se personalizar a exibição dos dados com a ajuda de item renderers.

Você irá consumir muito tempo trabalhando com item renderers. Então é melhor saber bem como ele funciona.

· Flex Examples – Item Renderers in Practice

· A Deep Dive into Flex 4 Lists and Layouts

7- Acesso remoto a dados

Você conhece muitas aplicações que não interagem com os dados? Eu também não. Saiba como recuperar dados através de HTTPServive, WebService e RemoteObject. A arquitetura do framework Flex também poderá ajudá-lo com isso (ver #9).

· Retrieving and handling data with HTTPService

· Retrieving and handling data with WebService

· Retrieving and handling data with RemoteObject

8- Styling / Skinning

Não vamos nos esquecer que o Flex é uma tecnologia de interface e, como tal, certamente há expectativas em relação ao design. Como um desenvolvedor Flex, você deve ser capaz de personalizar a aparência de seus aplicativos usando estilos CSS, gráficos e/ou skins.

Com o Flex 4, não há mais desculpas. Use um pouco do seu tempo para conhecer de uma vez o lado direito do seu cérebro. É uma excelente mudança de paradigma, e vai ajudá-lo a diferenciar-se dos outros desenvolvedores Flex.

· Flex Style Explorer

· ScaleNine

· Introduction to Flex: Part 3 – Styles & Skins

9- Pelo menos um framework de arquitetura Flex

A maioria dos frameworks de arquitetura Flex impõe uma separação de camadas através da implementação do MVC (model-view-controller). Além disso, esses mesmos frameworks especificam como seu código deve ser organizado dentro do projeto Flex.

Embora muitos argumentariam que os frameworks são desnecessários, acredito que os desenvolvedores Flex se beneficiam em muitos aspectos da experiência de usá-los. Basta assistir ? s técnicas (boas ou más) empregadas por um framework para resolver problemas complexos de arquitetura. Isso contribuirá para seu crescimento como um desenvolvedor Flex.

Além disso, é difícil negar o fato de que a experiência com framework aumentará substancialmente o seu valor comercial como um desenvolvedor Flex. Jesse Warden me disse recentemente “Existem poucas empresas que não usam frameworks, mas isso é raro. Queiramos ou não, está na ‘moda’”. Eu concordo com Jesse.

· Cairngorm

· Parsley

· PureMVC

· Mate

· Swiz

· Robotlegs

10- Ciclo de vida de componentes e display list

Eu não estava convencido da necessidade de aprender o ciclo de vida de componentes Flex ou da display list até que escrevi o meu primeiro componente customizado (na verdade foi um componente semi-customizado que se estendia do componente Canvas). Até essa época eu usava componentes nativos do Flex, usando apenas o MXML enquanto que a display list era renderizada para mim. Em nenhuma vez tive que usar os métodos addChild, createChildren ou commitProperties, e usava o evento creatiomComplete para tudo.

Meu primeiro componente customizado usava uma quantidade enorme de eventos assíncronos, e eu não poderia prever a ordem em que cada evento seria disparado. Só depois que eu aprendi os métodos e variáveis do ciclo de vida dos componentes do Flex que eu pude ter um certo controle.

Estes métodos do ciclo de vida estão lá para serem usados. Saiba como funcionam e use-os para o seu benefício. Sua vida será mais fácil e você perderá menos cabelos.

· Colin Moock’s Lost ActionScript Weekend – The Display List

· Creating New Components in Flex 3

· Diving Deep with the Flex Component Lifecycle

· Understanding the Flex 3 Component and Framework Lifecycle


[1] Expressão americana usada para algo que requer pouco esforço mental ou inteligência para realizar ou compreender

Mai 1

Não seja um heroi

Escrito por Igor Musardo em 1, 2009, 4, 6, Air, api, AR, back, blog, bug, código, código fonte, Desenvolvedor, Desenvolvimento Ágil, developer, efeito, efeitos, err, falha, fonte, for, Formação, fundo, git, ide, IE, image, mg, O, on, OReilly, Palestra, Partilha, problema, produtividade, prova, Qualidade de Software, rails, RIA, Ria’s Geral, Software, Source Code, SVN, tag, TAT, Tema, tv, UI, Ved, XP @ 05 1st, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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batman_drunk

Encontrei o texto abaixo no blog 1up4developers em um post do Plínio Balduino, e como partilho 100% dessa ideia, tomei a liberdade de compartilhar e fazer a tradução livre para o português.

Sometimes things go wrong: hardware is not acting as expected, the API you rely on is not reliable, some vital information is missing. But you don’t care, as you are a hero, a tough Charles Bronson-like guy that will accomplish the mission no matter what.

Another project is saved? Maybe. But someone made a very stupid choice and will pay for it. And I’m talking about you, Bruce Lee.

In six months nobody will remember the adversities you’ve been through. The sleepless nights. The weird bugs. The managers on you back, asking for status reports every five minutes. But something will linger: your name in the source code. It will be there in the SCM, ready to prove that you are a lousy coder and committed buggy/ugly code.

So, next time you find yourself in this kind of situation, take a deep breath and raise the red flag. Share the problem. It’s not fair to chain yourself to something bad just to show that you are tough.

Tradução:

As vezes as coisas dão errado: o hardware não funciona como esperado, a API não é confíavel, alguma informação vital está faltando. Mas não se preocupe, por que você é um heroi, um cara durão como Charles Bronson, que vai cumprir a missão não importe qual seja.

Outro projeto foi salvo? Talvez. Mas alguém fez uma escolha estúpida e vai pagar por isso. E estou falando de você, Bruce Lee.

Em 6 meses ninguém vai lembrar das adversidades que passamos. As noites viradas Os bugs estranhos. Os gerentes na suas costas, perguntando o status a cada 5 minutos. Mas algo vai tardar mas não falhar, o seu nome no código fonte. Vai estar lá no GIT ou SVN, pronto para provar que você é um programador ruim que comitou código feio e com bug.

Então, na próxima vez que se deparar com esse tipo de situação, respire fundo e levante a bandeira vermelha. Compartilhe o problema. Não é justo com toda a cadeia que algo ruim aconteça só para provar que você é um heroi.

Infelizmente já ví isso acontecer inúmeras vezes, o pior é que em uma dúzia delas eu fui o protagonista da história.

Mas aprendi que levantar o problema é o caminho mais curto para a sua resolução.

Esse tema me fez lembrar de um trecho da palestra do DHH na Rails Conf 2009 onde ele falou sobre o segredo da alta produtividade:

Por isso baixe sua guarda, mostre seus defeitos, não banque o durão, muito menos o heroi, pois a construção de um software de qualidade evolve muitas vidas, uma grande porção de dinheiro, várias horas de trabalho e dedição que são MUITO mais importante que o seu EGO.

Abr 13

Roadmap do Flash Builder 4.5 para desenvolvimento Mobile

Escrito por Jose Carlos Fiel em 1, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, Adobe Flex, Air, Android, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, blog, Blogs, bug, builder 4, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, dados, Debug, Desenvolvimento, Design, Desktop, developer, development, err, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Platform, Flex, for, Google, html, html5, IE, if, image, jogo, Jogos, map, mg, mobile, O, on, opensource, Pessoal, platform, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SDK, site, SmartPhone, Sun, UI, update, UX, XP @ 04 13th, 2011 | via http://blog.josecarlosfiel.com.br | Sem comentários
Jose Carlos Fiel
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Olá pessoal!

Todo mundo já deve estar careca de saber que a Adobe já anunciou o Flash Builder 4.5 e este será lançado em Maio de 2011.

Como você pode ter visto no anuncio, nós Flex developers poderemos criar aplicativos móveis para as plataformas Android, Blackberry Tablet OS e Apple iOS.

Aí vem o porém sobre as duas últimas plataformas e que podem gerar muita confusão no lançamento do Flash Builder em Maio. A Adobe planeja lançar um update em Junho de 2011 com suporte total ao Blackberry Tablet OS e Apple iOS, sem precisar abrir seu prompt de comando favorito. O que acontece na primeira versão lançada em Maio é o suporte total ao Google Android.

Na tabela abaixo retirada do Blog oficial da Adobe, explica melhor esta situação:

*Project will actually target AIR 2.5. You will need to make a manual change to your project to enable this configuration. This will be clearly documented on the Adobe Developer Center and RIM’s developer site upon launch in May, 2011.

Há outra coisa que a Adobe lembra é que com o novo Flash Builder 4.5, você pode criar projetos usando Flex Mobile ou apenas ActionScript puro. Existem algumas diferenças entre estes projetos.
Quando você cria um novo projeto Flex Mobile, você tem direito a usar todas as funcionalidades adicionados no core do Flex SDK, onde possuem componentes específicos para Mobile, como o ViewNavigatorApplication e ViewNavigator para manipular a navegação da aplicação e persistir os dados entre as views.

Já na criação de um projeto ActionScript Mobile, você poderá apenas escrever sua aplicação usando ActionScript puro, que é muito comum no desenvolvimento de jogos, porém não poderá utilizar as classes Flex dentro deste projeto.

É importante lembrar que ambos projetos, fornecem o fluxo completo no Flash Builder para desenvolver projetos mobile através do código e no design view, podendo pré-visualizar e debuggar a aplicação no desktop ou em seu aparelho (smartphone ou tablet).

Posso dizer que está cada vez mais gratificante poder trabalhar com a Flash Platform e ter entrado de cara neste mundo em 2008. Já se passaram 3 anos e vi muita evolução por parte da Adobe, mesmo por meio dos assuntos que rolaram sobre HTML5.

Por hoje é isso e até a próxima.

Mais informações em http://adobe.ly/hH0wtn

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