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Abr 10

[AUTH] Username and password not accepted

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, Access, AR, BI, C#, class, Dica, err, erro, error, for, Geral, gmail, Google, IE, if, image, int, mg, O, on, Password, problema, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, server, Tema, UI, zend @ 04 10th, 2012 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Server denied POP3 access for the given username and password.
Server returned error: “[AUTH] Username and password not accepted.”

Se voc? estiver recebendo essa mensagem de erro ao Verificar e-mails de outras contas (usando POP3) de Gmail h? uma outra conta Google Mail, isso pode ocorrer quando voc? altera a senha da conta e esquece de alterar na integra??o, fazendo que o sistema tente v?rias vezes com a senha errada, ou tamb?m quando voc? tenta manualmente v?rias vezes com a senha errada.

No Google, quando voc? tenta v?rias vezes acessar uma conta com a senha errada ele te mostra um CAPTCHA para validar que n?o ? um sistema tentando invadir sua conta com For?a Bruta. Por?m como esse CAPTCHA n?o ? exibido quando est? vericando sua conta POP, a? ocorre a recusa da senha, mesmo ela estando correta!

Para contornar esse problema voc? deve acessar essa p?gina do Google: https://accounts.google.com/b/0/DisplayUnlockCaptcha

Voc? dever? se logar com a conta que est? dando o erro de autentica??o, e em seguida clicar no bot?o Continuar.

Pronto! Agora tente novamente Verificar e-mails de outras contas (usando POP3).

Abr 10

Responsive Web Design – RWD

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 4, AR, C#, Desenvolvimento, Design, int, internet, O, on, Ria’s Geral, S+S, Tecnologia, Tema, usabilidade, user experience, web, web design @ 04 10th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Recentemente trabalhei em um projeto onde utilizamos o Design Responsivo e resolvi tratar desse tema tão importante, e a sua importância se dá não pela tecnologia empregada, mas sim, pelo caminhar do desenvolvimento da Web. Quando falamos em Web a primeira coisa que nos vem a cabeça certamente é um computador e a internet…

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Mar 28

A palavra mágica para sites de e-Commerce!

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, bar, BI, blog, C#, class, dados, demo, empresas, exemplo, for, free, grátis, IE, if, image, int, lista, mg, NaN, O, on, on-line, online, Outros, produto, publicidade, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, super(), UI, UX, XP @ 03 28th, 2012 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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J? h? muito tempo, especialistas em publicidade sabem que certas palavras chamam a aten??o dos leitores e incentiva-os ? a??o. Uma palavra tem aparecido em quase todas as listas, e uma nova pesquisa da Kantar Media mostra que esta palavra continua a ser t?o poderosa no mundo online como era na impress?o.

O estudo pesquisou em um grande n?mero de compradores on-line (mais de 2500 pessoas) para determinar o que os motivava a finalizar uma compra.
Olhando para o gr?fico, ele se destaca que, de longe, os mais fortes motivadores para alavancar uma venda tem uma palavra em comum: “GR?TIS”. Mais de tr?s em cada quatro compradores citou “frete gr?tis” como o fator que iria lev?-los a comprar, e o segundo mais comum foi “troca gr?tis”. Esses dados ressalta o fato de que o GR?TIS! ainda funciona como um encanto para os consumidores.

GR?TIS! ? especial

Uma pessoa racional e economicamente motivada iria ver muito pouca diferen?a entre gr?tis e um valor muito barato.
Por exemplo, se o transporte de um produto, de R$ 59,00, era normalmente R$ 7,00, e fosse reduzido para “apenas 25 centavos” seria essencialmente a mesma coisa que “frete gr?tis”. Mas na verdade, para humanos compradores reais estas ofertas s?o muito diferentes.

A Amazon involuntariamente descobriu isso anos atr?s. Eles ofereceram um acordo de frete gr?tis em muitos pa?ses, e as vendas cresceram em todos os pa?ses, exceto na Fran?a. Verificaram e descobriram que por algum motivo a oferta francesa tinha sido alterada para cerca de 25 centavos de d?lares. Quando a oferta foi mudada para totalmente “GR?TIS”, os compradores franceses responderam assim como aqueles em outros pa?ses e as vendas aumentaram.
Experimentos cient?ficos tamb?m t?m demonstrado que GR?TIS! ? muito mais poderoso do que realmente barato. Um outro experimento mostrou que 3 em 4 pessoas preferem escolher uma Trufa de chocolate de 15 centavos do que um chocolate Kiss por apenas 1 centavo. Mas quando o pre?o dos dois chocolates foram reduzidos em um centavo, deixando a Trufa com o valor de R$ 0,14 e o Kiss “de gra?a”, ou seja a diferen?a de pre?o entre os dois produtos permaneceu a mesma, a prefer?ncia dos consumidores mudou e agora 2/3 dos indiv?duos preferiam escolher o chocolate Kiss.

Perigo do GR?TIS

O uso do GR?TIS! n?o ? totalmente sem risco. Primeiro, as marcas de luxo precisam ser cautelosas sobre qualquer tipo de estrat?gia de desconto que pode baratear a sua imagem. Em segundo lugar, a utiliza??o tempor?ria do GR?TIS! pode tendem a criar um ponto de ?ncora para os pre?os desse produto ou servi?o, tornando mais dif?cil para voltar ao pre?o normal.

GR?TIS! Estrat?gias

Algumas maneiras para seu site de com?rcio eletr?nico utilizar o “GR?TIS”:
  • Frete Gr?tis: ? dif?cil superestimar o apelo desta oferta. Muitas empresas de com?rcio eletr?nico tornaram padr?o, enquanto alguns usam como uma estrat?gia tempor?ria promocional;
  • Troca Gr?tis: Possui um apelo adicional para outro elemento da psique humana: a avers?o ao risco;
  • Produtos gr?tis ou upgrades: Existe um acess?rio barato que a maioria dos consumidores iria achar ?til? Uma atualiza??o, talvez? A extens?o de garantia? Pode ser mais eficaz vender um produto se ele estiver associado a um benef?cio GR?TIS! do que simplismente baixar o seu pre?o. As melhores ofertas gratuitas, s?o aqueles com um alto valor percebido. Se voc? j? tentou comprar um cabo HDMI em uma grande loja de eletr?nicos, voc? sabe que eles custam de R$ 30,00 a R$ 50,00, ou mais, apesar do custo de produ??o ser inferior a um d?lar ou dois. Um site de com?rcio eletr?nico inteligente poderia fazer um grande neg?cio em oferecer um produto como este gratuitamente na venda de um outro produto mais caro, acrescentando um grande valor aparente a compra.
E voc?, j? experimentou o poder do GR?TIS em sua loja? Teve um resultado parecido com a pesquisa? Chegou a utilizar de uma maneira diferente das citadas acima? Deixe um coment?rio!
Refer?ncia: NeuroScienceMarketing

Mar 21

Capítulo 6 do livro Dominando Flex e PHP estará no GitHub

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, C#, git, O, on, Ria’s Geral, Sem categoria, Tema @ 03 21st, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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http://d.ps.net.br/sistema-consultorio-no-github/

Mar 18

UX – Modelos Mentais, Design Intuitivo?

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, Arquitetura, Artigo, BI, C#, Design, for, Formação, int, O, on, Ria’s Geral, S+S, Tema, UI, usabilidade, user experience, UX @ 03 18th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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É praticamente impossível tratar o tema de Usabilidade, Arquitetura de Informação e por fim UX, sem tratarmos dos aspectos psicológicos do ser humano. Mas, não quero vir aqui com terminologias e mais terminologias, o que procuro fazer é tentar “humanizar” o artigo para facilitar o seu entendimento e trazer a idéia para ser discutida….

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Mar 12

Psicologia do UX Design – 2

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, arte, C#, Design, designer, Experience Design, O, on, Ria’s Geral, S+S, Sun, Tema, UI, usabilidade, user experience, UX @ 03 12th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Continuando ao post anterior sobre a Psicologia do UX Design. Estou escrevendo sobre esse tema porque como disse anteriormente, tenho feito pesquisas sobre o assunto. Algo que tem me chamado bastante a atenção é o fato do Redesign. Não o redesign que deve ser feito quando pegamos uma arte de outro designer, ou mesmo, aquele…

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Mar 9

Lógica de programação com Scratch – Aula 4

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, 6, Android, aplicacao, app, AR, arte, C#, control, CRUD, Desenvolvimento, err, erro, for, git, Google, IE, int, Introdução, JQuery, live, Livro, lógica, Mac, NaN, O, on, operadores, permalink, programação, pt, rest, restfulx, Ria’s Geral, ruby, screen, Screencast, screencasts, tag, Vídeo @ 03 9th, 2012 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
Elvis Fernandes
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Quarto vídeo da série de screencasts sobre lógica de programação com Scratch.

Este vídeo mostra como salvar e abrir um projeto, como controlar o teclado e como trabalhar com blocos de comandos condicionais.

Veja mais informações sobre a série neste outro post.

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© Elvis for Elvis Fernandes, 2012. |
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Tags: aula, Desenvolvimento, lógica, programação, scratch

Mar 8

Arquiteto de Informação Pleno/Senior – Oportunidade

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, arte, auto, C#, for, Formação, if, Mac, O, on, procura, Ria’s Geral, S+S, UI, UX, XP @ 03 8th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno e Sênior) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente. Pré-Requisitos – Ter no mí­nimo 2 anos…

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Mar 8

Server-Side ActionScript no Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Adobe, Aplicativos, app, AR, bar, BI, botão, C#, carregar, case, class, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Documentação, engine, err, eval, exemplo, Exemplos, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, for, function, html, ide, IE, if, image, int, Java, Javascript, Mac, mg, NaN, O, on, online, padrão, player, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, servidor, streaming, swf, TAT, Teste, UI, uint, web, XP @ 03 8th, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Poucos sabem mas o Flash Media Server(versão Interactive) possui uma linguagem de servidor chamada Server-Side ActionScript ou ActionScript Communications(extensão .asc). O que permite recurso poderosos em seus aplicativos multimídia muito além de um simples streaming.
Server-Side ActionScript é o nome que Adobe deu para o JavaScript 1.5, o Flash Media Server possui uma engine de JavaScript para compilar e executar os scripts.
O Server-Side ActionScript é parecido mas não idêntico ao ActionScript 1.0, mas ambos são baseado no ECMAScript(ECMA-262) edition 3 language specification. O Server-Side ActionScript roda sob a engine SpiderMonkey da Mozilla que consta no Flash Media Server enquanto que o ActionScript 1.0 roda sob o AVM1(ActionScript Virtual Machine 1) no Adobe Flash Player. O SpiderMonkey implementa o totalmente o ECMAScript enquanto que a AVM1 do Flash Player não. A grande diferença entre os dois é que o Server-Side ActionScript é case-sensitive.
Portanto para quem já tem conhecimento de JavaScript, pode reaproveita-lo para usar no Flash Media Server, é possível utilizar a maioria dos recursos e ainda contar com os recursos exclusivos do Flash Media Server.

Vamos os primeiros passos para utilizar o Server-Side ActionScript no Flash Media Server. Uma maneira de testar seus scripts é usando o fms_console localizado no caminho:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5webrootswfsfms_adminConsole.swf

Se você tiver o Adobe Flash Professional, pode abrir esse arquivo diretamente apenas dando dois cliques, caso contrario, abra pelo navegador. Ao ser aberto, devemos ter uma tela como essa:

fms_console_tela1

Tela inicial do fms_adminConsole.swf

Basta entrar com o login e senha que você determinou no momento em que estava instalando o Flash Media Server que deveremos entrar para a seguinte tela:

fms_console_tela2

Tela pos-login

Esse será seu melhor amigo ao desenvolver aplicativos com Flash/Flex e Flash Media Server. Por padrão, o Flash Media Server lê o seguinte diretorio:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5applications

Esse caminho pode ser configurado modificando a linha “VHOST.APPSDIR” no seguinte arquivo:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5conffms.ini

Criaremos um diretorio chamado “teste”, e dentro dele um arquivo chamando “main.asc” com o seguinte conteúdo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);

Agora no console, carregaremos nossa aplicação criando uma nova instância dela selecionando no combobox:

Na tela seguinte, basta dar um “enter”.

Deveremos ter o resultado do nosso trace na caixa de texto como na imagem:

fms_console_tela5

Resultado do trace

Uma recomendação que faço é que você limpe a tela antes de executar novamente o script main.asc, basta clicar no botão Clear Log(1) e depois em Reload Application(2):

Alguns exemplos do que pode ser usado com o Server-Side ActionScript

Constantes

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. const PI = 3.14;
  4. trace(PI);

Expressões Regulares

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. myRe = /d(b+)d/g;
  4. myArray = myRe.exec(“cdbbdbsbz”);
  5. trace(myArray);

Funções

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. function teste()
  4. return “to na funcao o/”;
  5. trace(teste());
  6. function factorial(n)
  7. if ((n == 0)
  8. }
  9. trace(factorial(5));

Objetos

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. var obj = id:“teste”,data:2,status:“ONLINE”,type:“admin”
  4. trace(obj);
  5. for(s in obj)
  6. trace(s +” – “+obj[s]);

Array

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. var arr = ["leo", "carol", "pam", "perla","carlinha"];
  4. trace(arr);
  5. function removeValueFromArray(arr, value)
  6. var len = arr.length;
  7. for(var i = len; i> -1; i–)
  8. if(arr[i] === value)
  9. arr.splice(i, 1);
  10. }
  11. return arr;
  12. }
  13. trace(removeValueFromArray(arr,“pam”));

Aviso importante, use esses recursos SOMENTE em ambiente de desenvolvimento. Em ambiente de produção, você derrubará todo mundo que estiver conectado ? sua aplicação. :P

Referência:
Documentação do Adobe Flash Media Server

Mar 7

Combine SEO e CRO para aumentar sua conversão

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, BI, blog, busca, C#, camp, campanha, class, cliente, consultoria, Dica, engine, err, for, IE, if, image, int, internet, mg, O, on, online, Otimização, Outros, Pessoal, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, SEO, site, TAT, Teste, UI, UX, web, XP @ 03 7th, 2012 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Muitos lojistas na Internet buscam descobrir qual a estrat?gia mais importante para melhorar suas taxas de convers?o: Search Engine Optimization (SEO) ou Conversion Rate Optimization (CRO). Mas ao contr?rio do se discute, SEO e CRO devem andar de m?os dadas e devem trabalhar juntos para que um site seja bem sucedido.

O que ? CRO?

Voc? reconhece esse termo? Otimiza??o taxa de convers?o (CRO) ? simplesmente focado em convers?o ao otimizar qualquer p?gina particular. Eu, pessoalmente, vejo isso como um desdobramento de Otimiza??o de Landing Page, Landing Page Optimization, (LPO) e ?s vezes ? visto como apenas uma outra maneira de dizer LPO.

Mas o que realmente define Sucesso para o Website?

Convers?o! A inten??o de converter um internauta casual da SERP para um visitante em seu site atrav?s do SEO, e converter esse visitante em um cliente atrav?s do CRO, ? claro que estas estrat?gias est?o intimamente ligadas.

Funil de Otimização da Taxa de Conversão

Vamos come?ar pela defini??o das metas mais b?sicas de SEO e CRO. O objetivo do SEO ? conseguir ranking alto nos buscadores para as palavras-chave que mais se aproximam de uma consulta do usu?rio, e o objetivo do CRO ? aumentar o n?mero de visitantes que s?o convertidos em clientes. Estes s?o obviamente, defini??es simplificadas, mas desmonstram a estreita liga??o entre SEO e CRO e o papel que cada uma dessas estrat?gias desempenha para melhorar as taxas de convers?o.

Tanto o SEO e o CRO focam os visitantes do site. SEO quer encontrar perspectivas com base no que e onde eles est?o procurando e proporcionar uma raz?o para visitar o site, e o CRO quer criar a melhor experi?ncia de usu?rio poss?vel quando eles chegam. Para ter sucesso em ambos ? preciso entender a inten??o do usu?rio, o que tamb?m ir? ajudar a determinar a qualidade dos visitantes. Visitantes qualificados s?o muito mais propensos a estar pronto para fazer uma decis?o de compra do que os visitantes n?o qualificados, que s? est?o em busca de informa??es ou at? mesmo n?o tem consci?ncia de por que ele acabou naquela p?gina em especial.

Vamos dar uma olhada em como e por que SEO e CRO podem e devem trabalhar juntos para melhorar as taxas de convers?o.

Integrar SEO e CRO inclui:

  • Estrat?gia no uso de palavras-chave. Antes que voc? possa otimizar uma p?gina para melhorar as taxas de convers?o, voc? deve entender a inten??o do visitante, e palavras-chave s?o a maneira mais f?cil e r?pido para obter esse entendimento. Uma p?gina de destino eficaz usa palavras-chave para permitir que os visitantes saibam que est?o no lugar certo, o que torna mais f?cil para eles ver o por que e como fazer uma compra;
  • Focar um ?nico produto ou servi?o. Esta estrat?gia vai conseguir rankings melhores nos buscadores e melhores taxas de convers?o. Seus produtos e servi?os n?o devem competir uns com os outros nos buscadores. Mantenha-o simples. Os motores de busca querem saber exatamente o que uma p?gina ? e os visitantes querem encontrar o que procuravam;
  • Ter um t?tulo, claro, relevante, atraente e palavras-chave. O t?tulo meta nas SERPs deve coincidir com o t?tulo da p?gina de destino, e devem incluir palavras-chaves e o principal benef?cio do produto;
  • Teste. SEO e estrat?gias de CRO devem ser testadas para garantir um fluxo constante de visitantes mais qualificados para uma p?gina de destino mais amig?vel para o usu?rio.

Aumentar os Resultados

Ao iniciar uma campanha de marketing online, CRO deve vir em primeiro lugar (a menos que seu site n?o esteja recebendo tr?fego suficiente para executar testes v?lidos). Uma vez que a p?gina de destino esteja otimizada para melhorar as taxas de convers?o, voc? pode desenvolver um programa de SEO que continuamente encontra e visitantes qualificados para o site. Pense em CRO como uma a??o de tampar buracos em um balde (website) antes de derramar mais ?gua (tr?fego desejado).

Para encerrar, sem CRO, todo esfor?o de SEO pode ser em v?o se os visitantes tiverem uma experi?ncia negativa quando chegaram no site. Mas sem SEO, CRO te dar? apenas uma p?gina otimizada sem visitantes.

N?o esque?a, para maximizar visitantes, melhorar as taxas de convers?o e aumentar a receita, SEO e CRO devem trabalhar juntos e em harmonia.

N?o est? satisfeito com os resultados atuais de seu Site ou eCommerce? Entre em contato.

Refer?ncias:

  • ClickZ;
  • SEOMoz;
  • Wikipedia.

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