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Fev 1

Python : aumento e redução percentual

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 6, action, api, AR, BI, blog, C#, Componente, Componentes, curiosidades, ide, IE, if, image, imagens, loop, mg, NaN, O, on, oop, RIA, Ria’s Geral, S+S @ 02 1st, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Esses dias montando um novo algoritmo para gerar um relat?rio em PDF, me deparei com a necessidade em redimencionar proporcionalmente imagens para caber na resolu??o de uma p?gina em um pdf, para isto elaborei o respectivo calculo abaixo…

Algo engra?ado que ocorreu foi que percebi que pela diferen?a do DPI (pontos por polegada, resolu??o do PDF), realizando a escala da imagem eu ainda poderia aumentar o espa?o da tela onde os componentes eram desenhados, com isso fiz um aumento percentual hehe

C?lculos simples, sem nada de impressionante, por?m me quebraram um galho.


Veja também:

  • Curiosidades sobre loops no Python
  • Um novo tipo de espelho que não inverte a imagem
Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 23

Quase tudo certo para Dominando Flex Mobile

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Flex, Air, Android, AR, Arquitetura, BI, builder 4, C#, class, Componente, Componentes, exemplo, Exemplos, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, for, IE, image, int, Introdução, itemRenderer, lista, lite, Livro, Livros, mg, mobile, NaN, Notícias, O, on, Outros, prova, RIA, Ria’s Geral, S+S, SQLite, Tecnologia, UI @ 11 23rd, 2011 | via http://flex.etc.br | 1 comentário
Daniel Schmitz
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Está quase tudo preparado para o lançamento do ebook Dominando Flex Mobile no dia 29 de novembro. Como prometido, o livro será lançado no mesmo dia que o Flash Builder 4.6 for lançado, que deve ser provavelmente agora no dia 29. Se houver atrasos perante a Adobe, nós atrasamos aqui também.

O ebook conterá 165 páginas. O preço será R$ 25,00. O formato será PDF, e vou testar o formato EPUB. Todos os exemplos do livro foram testados no Galaxy Tab com Android 2.2 e Adobe Air 3.0.

O que irei abordar:

  • Introdução ao Adobe Flex
  • Conhecendo o Flash Builder 4.6
  • Arquitetura Flex Mobile, principalmente views
  • Listas e ItemRenderers
  • Componentes Flex Mobile
  • Swiz para Flex Mobile
  • SQLite
  • Swiz + SQLite
  • Integração com dispositivo (Gestos, Acelerômetro, GPS etc)
O que não irei abordar:
  • Android/iOs Market
  • Native Extensions
Estes dois tópicos serão outros livros, pois dependem da tecnologia. A idéia é criar um “Flex Mobile para programadores Android”, contendo o Market e Native Extensions.

Nov 2

Interagindo com Design Mode – Flash Builder

Escrito por Stefan Horochovec em AR, blog, C#, class, Componente, Componentes, Design, flash, flash builder, Flex 4, IE, if, image, int, mg, O, on, Pessoal, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, UI @ 11 2nd, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal

Segue meu primeiro screencast pro meu blog, como interagir com o DesignMode no Flash Builder na criação de componentes.

Espero que gostem e que caso você esteja tendo algum problema na visualização de componentes dentro do Flash Builder, você possa efetuar as correções necessárias para o perfeito funcionamento.

Um abraço ;)

Out 26

Html5 – Gráfico com range de meses

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, AR, browser, C#, Componente, Componentes, demo, Diversos, exemplo, Flex, framework, Frameworks, Gráfico, html, html5, if, int, internet, Introdução, Java, Javascript, O, on, pt, Ria’s Geral, Sem categoria, TAT, Twitter, UI, UX @ 10 26th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Como todos já devem saber, o Canvas é um elemento muito poderoso do HTML5, com ele podemos desenvolver diversos tipos de componentes e aplicações. Tenho certeza que ainda não descobri 5% de seu potencial, ainda mais que meu estudo hoje está limitado a javascript/html puro, sem a introdução de frameworks auxiliares.

Para o exemplo abaixo, utilizei como base um outro exemplo que encontrei na internet, pois ele tinha as funções de desenho das linhas dos gráficos. Com ele em mãos resolvi desenvolver algo mais próximo do que fazemos em dashboards no Flex, como um range de datas para filtro no gráfico, e não é que ficou legal?

Your browser does not support iframes.

Out 26

Html5 – Gráfico com range de meses (Exemplo)

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 6, AR, C#, Componente, Componentes, demo, Diversos, exemplo, framework, Frameworks, Gráfico, html, html5, int, Introdução, Java, Javascript, O, on, pt, Ria’s Geral, UI, UX @ 10 26th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Como todos já devem saber, o Canvas é um elemento muito poderoso do HTML5, com ele podemos desenvolver diversos tipos de componentes e aplicações. Tenho certeza que ainda não descobri 5% de seu potencial, ainda mais que meu estudo hoje está limitado a javascript/html puro, sem a introdução de frameworks auxiliares. Para o exemplo abaixo,…

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Out 13

Dominando Flex Mobile em desenvolvimento

Escrito por Daniel Schmitz em 4, 6, Air, AR, arte, BI, C#, Componente, Componentes, demo, Desenvolvimento, Flex, Flex 4, for, ide, Livro, mobile, NaN, O, on, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, Tema, UI @ 10 13th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Após o pre release do Flex 4.6, podemos reiniciar nosso trabalho de desenvolvimento do livro Dominando Flex Mobile. A ideia é iniciar a pré venda assim que sair a versão Flex 4.6, com os novos componentes para Mobile. A primeira parte gratuita será reformulada e iremos adicionar novos tópicos envolvendo o desenvolvimento de sistemas para dispositivos mobile.

Out 9

#soudevcon

Escrito por Stefan Horochovec em 1, Android, AR, BI, C#, Componente, Componentes, conferência, dados, Desenvolvimento, Diversos, err, event, Evento, Ferramenta, for, IE, int, Introdução, O, on, Palestra, Palestras, Pessoal, Ria’s Geral, S+S, Sun, UI @ 10 9th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal

No próximo dia 15 de outubro irá ocorrer a primeira #soudevcon. Serão 7 palestras sobre diversos assuntos de TI para você poder assistir do conforto da sua casa. Eu vou estar palestrando no evento sobre a plataforma Android, irei apresentar a plataforma Android para desenvolvimento de aplicações. Serão abordadas ferramentas para o desenvolvimento, o seu ambiente de desenvolvimento, introdução ao desenvolvimento para celulares e televisão, conceitos fundamentais da plataforma para o desenvolvimento, principais componentes e uma introdução ao Android Market.

Espero contar com vocês na conferência, diversos assuntos serão abordados. Para mais informações sobre o evento, clique aqui.

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 21

Flex SDK 4.6 a caminho + Dominando Flex Mobile também

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 4, 6, Adobe, app, AR, auto, BI, builder 4, C#, Componente, Componentes, components, control, Controls, custom, Design, developer, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, Flex 4, for, html, ide, IE, if, image, layout, Livro, mg, mobile, NaN, O, on, platform, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, TAT, try, tv, UI, XP @ 09 21st, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Hoje temos o pre release do Flex SDK 4.6, e como já era esperado, com diversas melhorias no Mobile. Como vocês sabem, o livro Dominando Flex Mobile está pela metade. Eu parei no meio e disponibilizei o conteúdo justamente pela falta de componentes e agora isso será suprido. Ou seja, vou voltar agora e terminar o Flex Mobile.

Alguns novos componentes ? (copiado na cara dura daqui) :

SplitViewNavigator

A new top-level application component specifically designed for the tablet experience. With only a few lines of code, manage the layout of multiple views and have them adapt automatically based on device orientation.

CallOutButton

A versatile component that pops over existing content and can contain text, components or even entire views.

SpinnerList

This popular tablet component is an adaption of the existing List component. It not only has a new look, but also gives options like recirculating content and a position based selection model.

DateSpinner

A highly flexible component that is not only locale-aware, but provides multiple out-of-the-box configurations to fit most date/time entry needs.

Text Enhancements

Flex 4.6 solves the problem of cross-device text input. Flex exposes the native text-editing controls on EVERY platform—this enables the developer to customize the keyboard and the user to experience the native UI of common operations like selection, copy/paste and spelling checking.

ToggleSwitch

This simple and much-requested control is now available in Flex 4.6.

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