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Set 21

Flex SDK 4.6 e Flash Builder 4.6

Escrito por SamuelFacchinello em .NET, 1, 4, 6, Adobe, AR, blog, Blogs, bug, builder 4, C#, Componente, Componentes, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, Flex 4, for, Google, html, mg, O, on, Ria’s Geral, SDK, UI, XP @ 09 21st, 2011 | via http://desenvolvendoemflex.blogspot.com/ | Sem comentários
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A Adobe lançou o pre-release do Flex SDK 4.6 (aqui) com muitos componentes novos e alguns Bugs corrigidos.

Mais informações aqui.

Jul 29

Busca por controles na árvore visual de aplicações Silverlight e WPF

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, bar, Behavior, Behaviors, Blend, blog, busca, C#, camp, class, classe, código, Componente, Componentes, control, Controles, Dica, Dicas, DRE, event, Evento, Eventos, exemplo, expression, Expression Blend, for, galeria, Google, IE, if, int, layout, map, mg, Microsoft, mousewheel, MSDN, News, O, on, padrão, painel, problema, problemas, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Scroll, silverlight, Silverlight 3, Silverlight 4, site, social, TAT, template, Tree, UI, window, WPF, XAML, XP @ 07 29th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Ontem eu vi uma pergunta no fórum de Silverlight do MSDN sobre como achar todos os campos TextBox que existem dentro de uma ChildWindow. Já havia algumas respostas para a pergunta mas elas eram bem pontuais para aquele problema específico e necessitavam de várias suposições sobre a estrutura da aplicação para funcionar sem problemas (por exemplo, saber quais tipos de Panel estão sendo usados). Alguns anos atrás, quando eu comecei a fazer uma das minhas primeiras behaviors para publicar na galeria do Expression Blend, eu descobri uma classe do Silverlight (também existe no WPF) que serve justamente para permitir navergarmos na árvore visual de uma aplicação, tanto procurando controles filhos quanto pais de um determinado controle.

A behavior em questão é a que permitia que se fizesse scroll com a wheel do mouse (a rodinha) em controles que apresentassem scrollbar para aplicações feitas em Silverlight 3. Hoje essa behavior praticamente não é mais necessárias pois o Silverlight 4 já implementa esse comportamento nativamente, mas não era esse o caso na época. Para poder implementar essa função eu precisei criar um código que fosse capaz de ler toda a hierarquia visual do controle (vasculhando todos os componentes do qual o template do controle era composto), procurando por algum ScrollViewer. Se eu o encontrasse, a behavior assinava os eventos necessários do controle para que o scroll funcionasse como esperado.

Para navegar pela árvore visual, a classe que utilizei foi a VisualTreeHelper. Voltando ? dúvida do fórum, eu decidi criar um método genérico que fosse capaz de encontrar todos os controles de um determinado tipo em uma hierárquia utilizando essa classe, assim estaria garantindo que não precisaria ficar colocando “if”s para cada tipo de painel diferente que aparecesse na minha frente. Sem mais delongas, segue abaixo o método que eu fiz.

public static T[] SearchUIElements(UIElement root, int maxlevel = int.MaxValue, int level = 0)     where T : UIElement 

    var result = new List();

    if (root != null)         if (root is T)             result.Add(root as T);

        if (level < maxlevel)             var childrencount = VisualTreeHelper.GetChildrenCount(root);            DependencyObject child;            for (var i = 0; i < childrencount; i++)                 child = VisualTreeHelper.GetChild(root, i);                if (child is UIElement)                     result.AddRange(SearchUIElements(child as UIElement, maxlevel, level + 1));

            }        }    }

    return result.ToArray();}

Como vocês podem ver o método não é grande e é bem simples. Ele aceita 3 parâmetros:

  • root: controle raiz a partir de onde será iniciada a busca. Por exemplo: LayoutRoot.
  • maxlevel: número máximo de níveis que a busca irá “descer” nos descendentes. Este parâmetro é opcional e o seu valor padrão é int.MaxValue, garantindo que será lida a hierarquia inteira a partir do ponto inicial.
  • level: nível atual da busca. Esse parâmetro é utilizado apenas pela própria função para controlar quando a busca atingirá o nível máximo solicitado pelo usuário.

A função é genérica. O parâmetro T serve para indicar qual tipo de controle será procurado, assim como permitir que o retorno sejá tipado corretamente. A é executada de forma recursiva, chamando a si mesma para cada novo ítem na hierarquia.

O resultado da função é sempre um array do tipo de controle solicitado. Esta função sempre retorna uma array, mesmo que seja vazio (não será retornado null).

Abaixo temos um xaml de exemplo e algumas chamada ? função com a descrição do que será encontrado em cada caso.

<Grid x:Name="LayoutRoot">    <TextBox />    <TextBox />    <Grid>        <TextBox />        <TextBox />        <Grid>            <TextBox />        Grid>    Grid>Grid>
//acha TODOS os 5 campos TextBox var textboxes = SearchUIElements<TextBox>(LayoutRoot);

//acha apenas os 2 campos TextBox de LayoutRoottextboxes = SearchUIElements<TextBox>(LayoutRoot, 1);

//acha 4. Os 2 acima e os 2 que estão no primeiro Grid filhotextboxes = SearchUIElements<TextBox>(LayoutRoot, 2);

//acha TODOS os Grids a partir de LayoutRoot, inclusive ele mesmo var grids = SearchUIElements<Grid>(LayoutRoot);         

Agora que eu já mostrei como faz, você acha que consegue fazer uma função semelhante que navegue ao contrário na hierárquia? (procurando nos pais de um controle até chegar na raíz da aplicação…). Fica o desafio. Winking smile



Jul 11

Flexmania 2011 – Adobe Flex e Playbook – Gravacao disponivel

Escrito por Stefan Horochovec em 4, Adobe, Adobe Flex, AR, C#, Componente, Componentes, err, Flex, Flexmania, for, Gravação, O, on, Palestra, Palestras, Pessoal, PHP, Ria’s Geral, S+S, UI, XP @ 07 11th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal!

Já está disponível a gravação da minha palestra sobre Adobe Flex e Playbook aonde eu abordei os componentes QNX exclusivos para a plataforma da Blackberry.

Para assistir a gravação, clique aqui, para assistir as outras gravações, clique aqui.

Quero agradecer novamente a todos que estiveram presentes na minha palestra!

Um forte abraço!

Jun 20

PHP + BDD

Escrito por Fábio Batista da Silva em 1, 2.0, 4, 6, Air, app, AR, arte, BI, C#, Componente, Componentes, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design Patterns, development, Documentação, email, err, Ferramenta, Flex, for, framework, function, git, gmail, html, IE, if, instalação, int, LOB, Mate, mg, O, on, PHP, pt, quick, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Sun, TAT, Tema, Teste, UI, Ved, zend @ 06 20th, 2011 | via http://www.flexria.com.br/home | Sem comentários
Fábio Batista da Silva
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Olá,

Nesse Post vou mostrar um pouco de desenvolvimento PHP usando BDD (Behaviour-Driven Development).
O BDD é uma prática ágil que tem como objetivo facilitar o desenvolvimento orientado a testes,
onde o software é direcionados por comportamentos, trazendo para o contexto de destes os casos de uso ou historias da aplicação.

Enquanto em TDD (Test Driven Development) testamos a aplicação de forma granular em um ambiente micro
no BDD os testes são globais voltados para a Funcionalidade, Casos de uso, Comportamentos, etc..

Como se em TDD testamos a aplicação de dentro para fora e já em BDD a aplicação é testada de fora para dentro.
Existe muito material sobre esse assunto p ai e muita gente mais preparada que eu para abordar esse assunto de forma teorica,
Então nesse Post vou mostrar na pratica um pouco de desenvolvimento PHP usando o Behat

Behat

Behat é um framework BDD em PHP 5.3 construindo sobre de componentes do Symfony2.
Behat foi inspirado no Cucumber do Rails e especialmente a parte da sintaxe das features.

A instalação do Behat pode ser feita baixando diretalente pelo git diretamente pelo do git: http://github.com/Behat/Behat
Ou instalando através do pear :

$ pear channel-discover pear.behat.org
$ pear install behat/behat

Se tudo der certo o Behat esta instalado
A versão atualmente disponível no pear é a 1.1.9
Para verificar se esta correto e ver a versão instalada execute :

$ behat -V
Behat version 1.1.9

Depois de concluir a instalação o Behat esta pronto para ser usado.
para isso vamos inicializar o projeto de testes com o Behat

$ cd path-to-my-app
$ behat --init

O comando behat –init vai criara a estruturar de diretórios usada p organizar os teste do Behat

|-- features
   |-- steps            ##Diretório dos arquivos que contem os cenários de testes
       |-- steps.php
   |-- support          ##Configurações, requires e configs de ambiente
       |-- bootstrap.php
       |-- env.php

A definição de um historias e cenários de teste é bem simples.
Utilizando algumas palavras chaves : Feature, Scenario, Given, When, Then, But or And
Os cenários são escritos em arquivos .feature que serão interpretados pelo Behat

features/contacts.feature

Feature: Contacts Registration
    In order to demonstrate the framework
    As a SouDev using BDD
    I want to register contacts

  Scenario: Add new contact
    Given a contact named "Fabio B. Silva" using the email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      And the phone "xx xxxx-xxxx"
     When press save
     Then everything will be saved

Com a historia escrita podemos executar o Behat dentro da aplicação
O Behat vai interpretar os arquivos .feature
e mostrar quais funções vc tem que implementar para poder rodas o teste

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps->Given('/^a contact named "([^"]*)" using the email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->And('/^the phone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->When('/^press save$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->Then('/^everything will be saved$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Essa definição dos steps que o Behat lançou pode ser copiada para um arquivo de steps.php o que facilita bastante a implementação dos teste..
Porem escrever historias em inglês pode ser meio confuso, mais o tem suporte a i18n oq nos permite escrever as historias em português.
para isso basta adicionar # language: pt_BR no inicio do arquivo .feature
com isso ganhamos as palavras chaves em português : Funcionalidade,Cenario, Scenario, Quando, Então, Entao, Dado, Mas, E

features/contacts.feature

# language: pt_BR
Funcionalidade: Cadastro de contatos
    Para demostrar o funcionamento do framework
    Como SouDev que usa BDD
    Desejo cadastrar contatos

  Cenario: Adicionar um novo contato
    Dado um usuário chamado "Fabio B. Silva" usando o email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      E com o telefone "xx xxxx-xxxx"
     Quando pressionar salvar
     Entao os dados serão salvos

E ao executar novamente o Behat a implementação dos teste agora também vem em português :

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps->Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Com essa definição a implementação dos testes para essa feature pode ser feita
features/contacts_steps.php

use AppEntitiesContact, AppEntitiesPhone, AppServicesContactService;

$steps->Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    $contact = new Contact();
    $contact->setName($arg1);
    $contact->setEmail($arg2);

    $world->contact = $contact;
);

$steps->E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    $world->contact->addPhone(new Phone($arg1));
);

$steps->Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    $world->saveReturn = ContactService::getInstance()->save($world->contact);
);

$steps->Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
     assertTrue($world->saveReturn);
);

O BDD e TDD são ferramentas essenciais para um software bem feito,
Infeliz mente muitos “desenvolvedores” ainda tem resistência a aderir ao teste e por achar perda de tempo, tedioso, etc..
O fato é que uma suite de testes bem feita vai tornar sua aplicação muito mais estável e vai lhe economizar tempo e cabelos ao longo do projeto. rsrs

Gostei bastante do Behat é um projeto muito bem estruturado e em constante evolução a versão 2.0 esta prestes a sair
Vale apena dar uma conferida na Documentação do Behat

E Para quem tiver o interesse deixei a app no git
https://github.com/FabioBatSilva/bdd-php-behat

Abraço e até a próxima….

Jun 20

PHP com BDD

Escrito por Ebercom em 1, 2.0, 2009, 4, 6, Air, app, AR, arte, BI, C#, Componente, Componentes, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, development, Diversos, Documentação, email, err, Ferramenta, Flex, for, framework, function, git, gmail, html, IE, if, instalação, int, LOB, Mate, mg, O, on, PHP, pt, quick, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Sun, TAT, Tema, Teste, UI, Ved, zend @ 06 20th, 2011 | via http://www.flexdev.com.br/home | Sem comentários
Ebercom
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Olá,

Nesse Post vou mostrar um pouco de desenvolvimento PHP usando BDD (Behaviour-Driven Development).
O BDD é uma prática ágil que tem como objetivo facilitar o desenvolvimento orientado a testes,
onde o software é direcionados por comportamentos, trazendo para o contexto de destes os casos de uso ou historias da aplicação.

Enquanto em TDD (Test Driven Development) testamos a aplicação de forma granular em um ambiente micro
no BDD os testes são globais voltados para a Funcionalidade, Casos de uso, Comportamentos, etc..

Como se em TDD testamos a aplicação de dentro para fora e já em BDD a aplicação é testada de fora para dentro.
Existe muito material sobre esse assunto p ai e muita gente mais preparada que eu para abordar esse assunto de forma teorica,
Então nesse Post vou mostrar na pratica um pouco de desenvolvimento PHP usando o Behat

Behat

Behat é um framework BDD em PHP 5.3 construindo sobre de componentes do Symfony2.
Behat foi inspirado no Cucumber do Rails e especialmente a parte da sintaxe das features.

A instalação do Behat pode ser feita baixando diretalente pelo git diretamente pelo do git: http://github.com/Behat/Behat
Ou instalando através do pear :

$ pear channel-discover pear.behat.org
$ pear install behat/behat

Se tudo der certo o Behat esta instalado
A versão atualmente disponível no pear é a 1.1.9
Para verificar se esta correto e ver a versão instalada execute :

$ behat -V
Behat version 1.1.9

Depois de concluir a instalação o Behat esta pronto para ser usado.
para isso vamos inicializar o projeto de testes com o Behat

$ cd path-to-my-app
$ behat --init

O comando behat –init vai criara a estruturar de diretórios usada p organizar os teste do Behat

|-- features
   |-- steps            ##Diretório dos arquivos que contem os cenários de testes
       |-- steps.php
   |-- support          ##Configurações, requires e configs de ambiente
       |-- bootstrap.php
       |-- env.php

A definição de um historias e cenários de teste é bem simples.
Utilizando algumas palavras chaves : Feature, Scenario, Given, When, Then, But or And
Os cenários são escritos em arquivos .feature que serão interpretados pelo Behat

features/contacts.feature

Feature: Contacts Registration
    In order to demonstrate the framework
    As a SouDev using BDD
    I want to register contacts

  Scenario: Add new contact
    Given a contact named "Fabio B. Silva" using the email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      And the phone "xx xxxx-xxxx"
     When press save
     Then everything will be saved

Com a historia escrita podemos executar o Behat dentro da aplicação
O Behat vai interpretar os arquivos .feature
e mostrar quais funções vc tem que implementar para poder rodas o teste

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps-&gt;Given('/^a contact named "([^"]*)" using the email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;And('/^the phone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;When('/^press save$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;Then('/^everything will be saved$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Essa definição dos steps que o Behat lançou pode ser copiada para um arquivo de steps.php o que facilita bastante a implementação dos teste..
Porem escrever historias em inglês pode ser meio confuso, mais o tem suporte a i18n oq nos permite escrever as historias em português.
para isso basta adicionar # language: pt_BR no inicio do arquivo .feature
com isso ganhamos as palavras chaves em português : Funcionalidade,Cenario, Scenario, Quando, Então, Entao, Dado, Mas, E

features/contacts.feature

# language: pt_BR
Funcionalidade: Cadastro de contatos
    Para demostrar o funcionamento do framework
    Como SouDev que usa BDD
    Desejo cadastrar contatos

  Cenario: Adicionar um novo contato
    Dado um usuário chamado "Fabio B. Silva" usando o email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      E com o telefone "xx xxxx-xxxx"
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E ao executar novamente o Behat a implementação dos teste agora também vem em português :

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps-&gt;Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Com essa definição a implementação dos testes para essa feature pode ser feita
features/contacts_steps.php

use AppEntitiesContact, AppEntitiesPhone, AppServicesContactService;

$steps-&gt;Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    $contact = new Contact();
    $contact-&gt;setName($arg1);
    $contact-&gt;setEmail($arg2);

    $world-&gt;contact = $contact;
);

$steps-&gt;E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    $world-&gt;contact-&gt;addPhone(new Phone($arg1));
);

$steps-&gt;Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    $world-&gt;saveReturn = ContactService::getInstance()-&gt;save($world-&gt;contact);
);

$steps-&gt;Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
     assertTrue($world-&gt;saveReturn);
);

O BDD e TDD são ferramentas essenciais para um software bem feito,
Infeliz mente muitos “desenvolvedores” ainda tem resistência a aderir ao teste e por achar perda de tempo, tedioso, etc..
O fato é que uma suite de testes bem feita vai tornar sua aplicação muito mais estável e vai lhe economizar tempo e cabelos ao longo do projeto. rsrs

Gostei bastante do Behat é um projeto muito bem estruturado e em constante evolução a versão 2.0 esta prestes a sair
Vale apena dar uma conferida na Documentação do Behat

E Para quem tiver o interesse deixei a app no git
https://github.com/FabioBatSilva/bdd-php-behat

Abraço e até a próxima….

Click aqui para ver o post Original
Fábio B. Silva
Fabio B. Silva
http://www.flexria.com.br

Mai 21

Comparando ASP.net WebForms e ASP.net MVC

Escrito por Vinícius Sandim em .NET, 1, 2.0, 3.5, 3d, 3g, 4, 6, action, Ajax, app, AR, Arquitetura, Asp.Net, back, Banco de Dados, BI, browser, C#, C#.net, class, classe, classes, cliente, código, código fonte, comparação, Componente, Componentes, control, CRUD, css, dados, Desktop, developer, Download, Drag And Drop, err, event, Exemplos, explorer, Ferramenta, Flex, fonte, for, framework, function, gae, gc, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, Links, lista, map, menu, mg, mtv, mvc, O, on, Partilha, Pessoal, portal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, site, SQL Server, state, tag, TAT, template, tv, UI, uint, UX, Visual Studio, vs, web, xhtml, XML, XP @ 05 21st, 2011 | via http://www.viniciussandim.com | 1 comentário
Vinícius Sandim
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Eu confesso que nunca me interessei em desenvolver sites e muito menos aplicações web utilizando ASP.net, sempre achei que a metodologia “drag and drop” que o Web Forms nos proporciona não funciona legal na web, pois ela gera muito “lixo” para o navegador, e isso é crucial em uma WebAPP.

Portanto, desde que migrei de desktop (Delphi 7) para web, tenho trabalhado com o nosso querido Flex no Front End e o C#.net no Back End. Mas desde que o ASP.net MVC foi lançado, tenho acompanhado de perto a sua evolução, e confesso que ele tem me agradado bastante.

Para não perder o costume, venho hoje compartilhar com vocês um pouco do que tenho estudado, este post faz uma comparação de um projeto idêntico criado usando as duas metodologias.

Então chega de conversa e vamos ao que interessa:

As ferramentas que utilizei para criar os projetos foram:
• SQL Server 2008 Express
• Visual Web Developer Express 2010
• Framework ASP.net MVC 2.0

O projeto acessa uma base de dados com apenas uma tabela, com a seguinte estrutura:

Tabela

Não utilizei nenhum framework ORM, fiz o mapeamento das entidades manualmente, usando as classes nativas do Framework. (SqlConnection, SqlCommand e SqlDataReader).

Quando criei os projetos, utilizei os templates do prório Visual Web Developer:

CriandoProjeto

Para o projeto Web Forms, usei ASP.NET Web Application.
Para o projeto MVC usei: ASP.NET MVC 2 Web Application.

É claro que não vou fazer um passo a passo de como criar o projeto, o foco deste post não é isso, mas depois de pronto, nosso Solution Explorer do projeto WebForms ficará assim:

SolutionForms

Já o projeto MVC, tem uma estrutura um pouco maior, porque ele trabalha completamente “tipado”, temos as classes Model, Controller e View, como manda o figurino:

SolutionMVC

Certo, agora vamos ao objetivo, quando executo o projeto WebForms e acesso a página de clientes, o Framework gera este código HTML:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="en">


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class="aspNetHidden"> "hidden" name="__EVENTTARGET" id="__EVENTTARGET" value="" /> "hidden" name="__EVENTARGUMENT" id="__EVENTARGUMENT" value="" /> "hidden" name="__VIEWSTATE" id="__VIEWSTATE" value="ZhpEPEbRGaEf3wxNFvEkKLAz6ze4Y1776/kxLQ+oQoJx5Ew6ZrkBOLulNNEfu2T+c9uFRH7RTl5UUrZ3A1gK1BMKQc174Sha+0Wt5wmfhTKcGIb1YUgfoyjwcO8TYaR3U3o3l/07IemJNiwmeH8cM7BzSKkWiBTRuwjyI6u7VHlH7TyWLCMw0bneQ8edbb2YBMnGslvv7YSjWb5RdYMIjhu77ZE4CwQwK75UxHI1QZUgHjIaNP7MrZpoxi+tQbCBVW9Lc3jZCq0gbouSkWw7epm9WZknpiH5T68BTGirDfP4BfUZygsyB6aHmrpdN47pKJz7kFH78soAuE4Yd1NWNk9mHK+6ErcoVe3EkH8ycfXm51UwzkwNp2XRdr2s2AANsWpDdxNhyDTo2Mia2/YrPGirUzqV62RWlVWpS/KBwBpdtSLlYVnLaU6eJyjrJhqXxKzTa8b3F1av8h40cX5teT+0odXAWB3E2GcrE9XGfwa1ACk5QQlFsh+UplF/dEuzes6UBjJd9LQS7kPVabfzs/y8L3BRsK0Rtb0i1unXfHMuq3eVg/XQGnwb9uEhL5EdHjniskkoUzQh1T2yJfPwajrjxU06M5Ba43Soj8pk03isqi4tBqBllPVkv13Hyz8eapd85VejaO+3CUqXVr3J9/3MvZWjNcA2QOef7H4xKmtVExbxingFQqj5K5appmJReVczk8/HLCOnLD+Wa5/7CKWTj/OucQgIgPYnGEpzMZUlKJZFLAeFfwwkR2XVZcyyCoYWjK2pJX5zuCXMVkMxKCCuWjVvtl3GPfUkz1nsgP/Jtyq7vSdiXdGE/qxV8yRGJN5h4MlvVOfYq2gKspcNIZzwCzVCidhdoY8SYjnz+qyIXmXxXD3VkF2XGbcId86i/qOkwOyk9UcAS8iR+Es/MkQg7WximaQQji+o67grOaE=" />
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class="page">
class="header">
class="title">

My ASP.NET Application

class="loginDisplay"> [ "../Account/Login.aspx" id="HeadLoginView_HeadLoginStatus">Log In ]
class="clear hideSkiplink"> "#NavigationMenu_SkipLink"><span"Skip Navigation Links" src="/WebResource.axd?d=xFBnuqKYnqgWTzzLZBOde45ezhDnXgdvOgtOQCvZwJw6xfKBic_vxFOBRotUqhEobwKQWWgbNXfNYvZsldu9uZj6j6aYf49eocT9vsEpgtM1&t=634356288728593750" width="0" height="0" style="border-width:0px;" />
class="menu" id="NavigationMenu">
    class="level1">
  • class="level1" href="../Default.aspx">Home
  • class="level1" href="../About.aspx">About
"NavigationMenu_SkipLink">
class="main"> Listagem Completa de Clientes
"0" rules="all" border="1" id="MainContent_GridView1" style="border-collapse:collapse;">
"col">Id_Cliente "col">Nome "col">CPF "col">RG "col">Idade "col"> "col">
17 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "Edita.aspx?Id_Cliente=17">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_0" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl02$LinkButton1','')">Excluir
19 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "Edita.aspx?Id_Cliente=19">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_1" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl03$LinkButton1','')">Excluir
18 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "Edita.aspx?Id_Cliente=18">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_2" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl04$LinkButton1','')">Excluir
"submit" name="ctl00$MainContent$btnInserir" value="Inserir novo cliente" onclick="javascript:WebForm_DoPostBackWithOptions(new WebForm_PostBackOptions("ctl00$MainContent$btnInserir", "", false, "", "Insere.aspx", false, false))" id="MainContent_btnInserir" />
class="clear">
class="footer">

Dêem uma olhada em quanto código os componentes criam. É muita coisa, imaginem isso em um grande portal? Americanas.com gerando este código? Meio inviável não? Aproveito para destacar o código gerado pelo ViewState, herói e vilão do Web Forms.

Agora vamos comparar a mesma página gerada pelo projeto MVC:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml">

    Index


"Content/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />


class="page">
"header">
"title">

My MVC Application

"logindisplay"> [ "/Account/LogOn">Log On ]
"menucontainer">
    "menu">
  • "/">Home
  • "/Home/About">About
"main">

Listagem completa de clientes:

Código Nome CPF RG Idade
30 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=30">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=30" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
32 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=32">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=32" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
31 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=31">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=31" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
"/Cliente/Create">Novo cliente...
"footer">

O que acham? As duas páginas fazem exatamente a mesma coisa, no entato o MVC gera beeeem menos código.

Bom pessoal, essa é apenas uma das vantagens do MVC, posso destacar outras:

  • Controle total do código que será enviado ao navegador;
  • Arquitetura em camadas, códigos completamente separados;
  • Classes que auxiliam a geração do HTML para o browser de acordo com as ações do Controlador, sem lixo!;
  • Facilidade de se implementar Ajax (de verdade) no seu projeto.
  • Integração com o Jquery usando classes do Framework;

Bom é isso, vou me despedindo, mas antes deixo o código fonte dos dois projetos disponíveis para download.

Mai 19

10 coisas que um bom programador flex deve saber

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 2.0, 2009, 3.5, 4, 6, action, Action Script, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, api, Aplicativos, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, Artigo, as3, BI, Bindable, blog, bug, builder 4, C#, Cairngorm, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Componentes, components, control, Controles, css, Curso, Cursos, custom, dados, Data Binding, DataGrid, Debug, demo, desempenho, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, developer, development, dispatch, dispatchEvent, DRE, empresas, err, Estilo, event, EventListener, Evento, Eventos, eventos customizados, events, Excel, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, Flex, Flex 3, Flex 4, Flex Examples, fonte, for, framework, Frameworks, Google, Gráfico, handle, html, HTTPService, ide, IE, if, int, interface, Java, layout, lista, live, Livro, lógica, map, Mate, MAX 2009, mvc, MXML, O, on, oop, opensource, Outros, player, polimorfismo, problema, problemas, programação, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, site, skins, Sun, tag, TAT, Tech, Tecnologia, tv, UI, uint, utf8, Ved, Vídeo, vs, web, Webservice, XML, XP @ 05 19th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Esta é uma tradução do seguinte artigo: 10 Things A Good Flex Developer Should Know

Para ser um bom programador Flex é preciso mais que simplesmente saber como usar alguns componentes nativos do Flex. É preciso muito mais.

Aqui está minha contribuição sobre o assunto… juntamente com alguns recursos ou algumas palavras-chave que você poderá pesquisar facilmente através do Google.

Por favor, comente no blog se você achar que esqueci algo (o que é inevitável) ou se quiser sugerir alguns recursos interessantes que devo acrescentar.

1- Programação orientada a Objetos (OO)

O Flex se baseia na linguagem ActionScript3, que é totalmente orientada a objetos. Embora não seja um conceito fácil de aprender, programação orientada a objeto é um pré-requisito para aprender Flex. Se já possui experiência com OO (Java, C#, Ruby, etc), então você está pronto. Se não, você precisará pegar um livro sobre OO e começar a aprender o mais rápido possível.

· Head First Java (Java? Sim, Eu sei. Mas confie em mim.)

· Object-oriented programming with ActionScript 3.0

Nota: Alguns de vocês poderão perguntar – “O que são padrões de projetos?”. Vamos dar um passo de cada vez? Preocupe-se em entender classes e objetos, interfaces, herança, composição, polimorfismo, encapsulamento, etc. Só então considere estudar padrões de projetos. De fato, se eu escrever um post intitulado “10 coisas que um GRANDE programador Flex deve saber”, padrões de projeto estará nessa lista.

2- ActionScript/MXML

ActionScript é a linguagem de programação usada juntamente com MXML para criar aplicações Flex. MXML é uma linguagem de marcação baseada em XML. Cada tag MXML é mapeada diretamente para uma classe ActionScript correspondente. MXML é usado pelos desenvolvedores Flex principalmente para apresentar a interface do usuário, enquanto que, o ActionScript é usado para a lógica de negócio. Com exceções, é claro.

O Framework Flex inclui centenas de classes ActionScript e interfaces usadas para desenvolver aplicações Flex. Seu nível de habilidade como um desenvolvedor Flex está diretamente ligado ao seu conhecimento em relação ao ActionScript e MXML.

· Flex in a Week

· Tour De Flex

· Essential ActionScript 3.0

Nota: Fique ? vontade com a API do Flex. Como um desenvolvedor Flex, você vai usá-la diariamente.

3- Debugging

Boa parte do tempo de qualquer programador é gasto no debugging. Obviamente, é necessário debugar para rastrear a causa de bugs. No entanto, também é uma ótima maneira de conhecer o código fonte.

Felizmente, existem muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo com o trabalho de debugging. Invista algum tempo para aprender essas ferramentas. Seu investimento irá proporcionar retorno imediato.

· Flash Builder 4.5 Debugger

· De MonsterDebugger

· Kap Inspect

4- Programação orientada a eventos

Aplicações Flex são orientadas a eventos. Toda ação é o resultado de um evento assíncrono.

Como um desenvolvedor Flex, você deve saber como responder a eventos e como criar e disparar eventos. Para isso, é necessária uma sólida compreensão da arquitetura de eventos do Flex, incluindo familiaridade com os seguintes conceitos:

· Eventos nativos (Flash Player ou Framework de eventos Flex)

· Eventos customizados (Eventos criados pelo desenvolvedor, que estende a classe Event ou uma de suas subclasses)

· Disparar eventos, propagação de eventos (ver classe EventDispatcher e seu método dispatchEvent)

· Event listeners, event handlers (ver classe EventDispatcher e seus métodos addEventListener e removeEventListener)

· Fases do evento (capture, target & bubbling phases; target vs. currentTarget)

· Objetos do evento, tipos de eventos (ver classe Event e subclasses)

· Comportamento do evento default (ver classe Event e subclasses e seu método preventDefault)

5- Data binding

Aparentemente, data binding é um “no brainer”[1]. É só vincular o valor de uma propriedade ao valor de outra propriedade usando chaves. Quando o valor da propriedade de origem for alterado, o valor da propriedade de destino também é alterado.

No entanto, existe uma sobrecarga associada ao uso indiscriminado de data binding, podendo haver implicações no desempenho. Uma sólida compreensão de data binding ajudará a determinar quando é apropriado o seu uso e quando não é.

· Flex Tips – Using Bindable Metadata Events

· Michael Labriola’s presentation entitled Diving in the Data Binding Waters

6- Item renderers

Uma característica de uma aplicação Flex bem projetada é a apresentação dos dados de uma forma visualmente atraente. O Flex oferece uma série de controles baseados em listas (DataGrid, List, TileList, HorizontalList, etc) responsável pela apresentação dos dados. Portanto, pode-se personalizar a exibição dos dados com a ajuda de item renderers.

Você irá consumir muito tempo trabalhando com item renderers. Então é melhor saber bem como ele funciona.

· Flex Examples – Item Renderers in Practice

· A Deep Dive into Flex 4 Lists and Layouts

7- Acesso remoto a dados

Você conhece muitas aplicações que não interagem com os dados? Eu também não. Saiba como recuperar dados através de HTTPServive, WebService e RemoteObject. A arquitetura do framework Flex também poderá ajudá-lo com isso (ver #9).

· Retrieving and handling data with HTTPService

· Retrieving and handling data with WebService

· Retrieving and handling data with RemoteObject

8- Styling / Skinning

Não vamos nos esquecer que o Flex é uma tecnologia de interface e, como tal, certamente há expectativas em relação ao design. Como um desenvolvedor Flex, você deve ser capaz de personalizar a aparência de seus aplicativos usando estilos CSS, gráficos e/ou skins.

Com o Flex 4, não há mais desculpas. Use um pouco do seu tempo para conhecer de uma vez o lado direito do seu cérebro. É uma excelente mudança de paradigma, e vai ajudá-lo a diferenciar-se dos outros desenvolvedores Flex.

· Flex Style Explorer

· ScaleNine

· Introduction to Flex: Part 3 – Styles & Skins

9- Pelo menos um framework de arquitetura Flex

A maioria dos frameworks de arquitetura Flex impõe uma separação de camadas através da implementação do MVC (model-view-controller). Além disso, esses mesmos frameworks especificam como seu código deve ser organizado dentro do projeto Flex.

Embora muitos argumentariam que os frameworks são desnecessários, acredito que os desenvolvedores Flex se beneficiam em muitos aspectos da experiência de usá-los. Basta assistir ? s técnicas (boas ou más) empregadas por um framework para resolver problemas complexos de arquitetura. Isso contribuirá para seu crescimento como um desenvolvedor Flex.

Além disso, é difícil negar o fato de que a experiência com framework aumentará substancialmente o seu valor comercial como um desenvolvedor Flex. Jesse Warden me disse recentemente “Existem poucas empresas que não usam frameworks, mas isso é raro. Queiramos ou não, está na ‘moda’”. Eu concordo com Jesse.

· Cairngorm

· Parsley

· PureMVC

· Mate

· Swiz

· Robotlegs

10- Ciclo de vida de componentes e display list

Eu não estava convencido da necessidade de aprender o ciclo de vida de componentes Flex ou da display list até que escrevi o meu primeiro componente customizado (na verdade foi um componente semi-customizado que se estendia do componente Canvas). Até essa época eu usava componentes nativos do Flex, usando apenas o MXML enquanto que a display list era renderizada para mim. Em nenhuma vez tive que usar os métodos addChild, createChildren ou commitProperties, e usava o evento creatiomComplete para tudo.

Meu primeiro componente customizado usava uma quantidade enorme de eventos assíncronos, e eu não poderia prever a ordem em que cada evento seria disparado. Só depois que eu aprendi os métodos e variáveis do ciclo de vida dos componentes do Flex que eu pude ter um certo controle.

Estes métodos do ciclo de vida estão lá para serem usados. Saiba como funcionam e use-os para o seu benefício. Sua vida será mais fácil e você perderá menos cabelos.

· Colin Moock’s Lost ActionScript Weekend – The Display List

· Creating New Components in Flex 3

· Diving Deep with the Flex Component Lifecycle

· Understanding the Flex 3 Component and Framework Lifecycle


[1] Expressão americana usada para algo que requer pouco esforço mental ou inteligência para realizar ou compreender

Mai 13

JavaScriptMVC

Escrito por Fábio Batista da Silva em 1, 2.0, 6, action, Ajax, Aplicativos, app, AR, back, backend, BI, C#, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, configuração, control, CRUD, css, dados, demo, Desenvolvimento, Design Patterns, development, Dica, dispatchEvent, Download, email, err, erro, error, Estilo, event, Evento, Eventos, Ferramenta, Flex, fonte, for, Formulário, formulario de contato, framework, function, gestão, git, Google, html, html5, IE, if, image, int, Java, Javascript, JQuery, label, labs, lista, map, mg, mvc, O, on, padrão, PHP, Plugin, pt, rails, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, serviço, Serviços, string, tag, TAT, Tecnologia, template, Teste, tv, UI, uint, update, UX, web @ 05 13th, 2011 | via http://www.flexria.com.br/home | Sem comentários
Fábio Batista da Silva
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Olá,

Com a chegada eminente do HTML5 e outras tecnologias baseadas em javascript como MongoDB e node.js
tenho deixado o Flex o meio de lado e me dedicado um pouco mais ao javascript.
Porem fica a questão, Como ter um front-end com a mesma performance, escalabilidade e desacoplamento que o flex permite ?
Realmente nesses termos ainda não encontrei nada que me proporcione o que o Flex proporciona.

Nesse Post vou falar um pouco sobre Framework JavaScriptMVC
Me perece uma das melhores alternativas para manter um frond-end JavaScript/HTML

JavaScriptMVC é formado por uma seria de ferramentas para construção de aplicativos JavaScript e consiste nos seguintes componentes:

  • StealJS -Gestão de Dependência
  • FuncUnit – Testes Unitários
  • jQueryMX – Biblioteca de Componentes
  • DocumentJS – Geração de JSDoc

O JavaScriptMVC pode ser utilizado com qualquer back-end , java,php,rails, etc…
Ele pode ser instalado baixando diretamente aqui ou instalando cada componente individualmente atreves do github.

Os componentes devem ficar nas raiz do diretório web da sua aplicação, nesse caso a pasta public.
Então as estrutura da aplicação fica assim.

public
  /documentjs
  /funcunit
  /jquery
  /steal
  /js

O JavaScriptMVC tem ferramentas de geração de código para auxiliar na criação da aplicação.
Vamos começar criando a aplicação pelo terminal, então o JavaScriptMVC vai gerar toda a estrutura do projeto.

    cd path-to-application/public/
   ./js jquery/generate/app contacts

Assim como o rails o JavaScriptMVC possui scaffolds que podem gerar seu CRUD.
Para isso basta executar o comando scaffold passando como parâmetro o nome do modelo.
Os nomes das classes seguem o seguinte padrão : ..
então temos o model “Contacts.Models.Contact”

     ./js jquery/generate/scaffold Contacts.Models.Contact

O JavaScriptMVC vai gerar o controlador, modelos, views e testes unitários da aplicação.
Porem o único arquivo que sera incluído na aplicação é o steal.js ele é responsável por gerenciar as dependências da aplicação.
No ambiente de desenvolvimento ele vai incluir individualmente todos os controladores, modelos, etc..

 type='text/javascript'  src='../steal/steal.js?contacts,development'>>

O parâmetro “?contacts” na tag de inclusão indica o nome do arquivo de configuração que tem o mesmo nome da aplicação nesse caso contacts.js
nele ficam mapeados todas dependências do projeto que serão gerenciadas pelo StealJS
contacts/contacts.js – Arquivo de configuração

steal.plugins(
    'jquery/controller',
    'jquery/controller/subscribe',
    'jquery/view/ejs',
    'jquery/controller/view',
    'jquery/model',
    'jquery/lang/json',
    'jquery/dom/form_params')

.css('contacts')

.resources()
.models('contact')
.controllers('contact')
.views();

Depois de fazer uma refatoração a aplicação ficou assim :

contacts/view/contact/contacts.html – Tela inicial da aplicação

>
    >
        >JS - MVC>
         type='text/javascript'  src='../steal/steal.production.js?contacts'>>
    >
    >
        
 id='contacts'>
            
>Contacts>
            
 id='contact'>>
        >
    >
>

contacts/view/contact/list_view.ejs – Template para a listagem de contatos


 class="link">
     href="javascript://" class='text_button create' >Create>
    
/>
>

 class="table">
    
>
        
>
            
>Name>
            
>E-Mail>
            
> >
        >
    >
    
>
        <%for(var i = 0; i < contacts.length ; i++)%>
        
 <%= contacts[i]%>>
            
><%= contacts[i].name%>>
            
><%= contacts[i].email%>>
            
 class="last">
                 href='javascript://' class='edit'>edit>%>
    >
>

contacts/view/contact/list_view.ejs – Template para o formulario de contatos


 <%= contact%> >
    
 action="#" class="form">
        
>
             class="label">Name>
            
 type="text" class="text_field" id="name" name="name" value="<%= contact.name%>" />
             class="label">E-Mail>
            
 type="text" class="text_field" id="email" name="email" value="<%= contact.email%>" />
        >
        
 class="link">
             href="javascript://" class="text_button save">Save>
             href="javascript://" class="text_button cancel">Cancel>
        >
    >
>

contacts/models/contact.js – Classe ‘Contacts.Models.Contact’ Reponsavel pela abstração do acesso aos serviços

$.Model.extend('Application.Models.Contact',
/* @Static */

    /**
     * Service url.
     */
    url: 'http://localhost/patho-to-app/contacts/',

    /**
     * Recupera os dados dos contacts do serviço no backend.
     * @param Object params
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    findAll: function( params, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url,
            type    : 'get',
            dataType: 'json',
            data    : params,
            success : this.callback(['wrapMany',success]),
            error   : error
        );
    },
    /**
     * Cria um novo contacto
     * @param Object attrs
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    create: function( attrs, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'save',
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            error   : error,
            success : success,
            data    : contact:attrs
        });
    }
    /**
     * Altera os dados de um contacto
     * @param String id
     * @param Object attrs
     * @param Function success
     * @param Function error
    */
    update: function( id, attrs, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'save',
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            data    : contact:attrs,
            success : success,
            error   : error
        });
    },
    /**
     * Remove um contacto
     * @param String id
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    destroy: function( id, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'destroy/id/'+id,
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            error   : error,
            success : success
        );
    },
},
);

contacts/controllers/contact_controller.js – Classe ‘Contacts.Controllers.Contact’ Responde a eventos da view e do modelo

$.Controller.extend('Contacts.Controllers.Contact',onDocument: true,

     /**
     * Função chamada quando a página é carregada
     */
     load: function()
        this.findAll();
     ,

     /**
     * Função que renderiza a listagem de contatos apartir do template /contacts/views/list_view.ejs
     * @param Array contacts
     */
     listView: function( contacts )
        $('#contact').html(this.view('list_view', contacts:contacts ));
     },

     /**
     * Função que renderiza o formulario de contatos apartir do template /contacts/views/form_view.ejs
     * @param Contacts.Models.Contact contact
     */
     formView: function(contact)
        $('#contact').html(this.view('form_view', contact:contact));
     },

     /**
     * Função que lista os contatos atraves do model e renderiza a tela quando obtem resultado
     */
     findAll: function(){
        Contacts.Models.Contact.findAll(, this.callback('listView'));
     },

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link create
     */
    '.create click': function()
        // cria um novo contato e monta o formulario
        var contact = new Contacts.Models.Contact();
        this.formView(contact);
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'click' no link edit
     * @param jQuery el
     */
    '.edit click': function( el )
        // Recupera o contato selecionado e monta o formulario
        var contact = el.closest('.contact').model();
        this.formView(contact);
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'click' no link destroy
     * @param jQuery el
     */
    '.destroy click': function( el )
        if(confirm("Are you sure you want to destroy?"))
            // Recupera o contato selecionado e o remove
            var contact = el.closest('.contact').model();
            contact.destroy();
        
     },

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link save
     * @param jQuery el
     */
    '.save click': function(el)
        // Recupera o contato selecionado
        var contact = el.closest('.contact').model();
        // Recupera os dados do formulario
        var attrs   = $('.form').formParams();
        // Atualiza os dados no "objeto"
        contact.attrs(attrs);
        // Salva
        contact.save();      	// a função save é erdada do objeto Model
                               // ela verifica se o objeto ja existe e chama o metodo create ou update
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link cancel
     */
    '.cancel click': function()
        this.findAll();
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'created' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    'contact.created subscribe': function( called, contact )
        this.findAll();
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'updated' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    'contact.updated subscribe': function( called, contact )
        this.findAll();
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'destroyed' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    "contact.destroyed subscribe": function(called, contact)
        this.findAll();
     
});

Agora antes de colocar a aplicação em ambiente de produção podemos compactar todos os arquivos .js e .css gerando uma versão final.

 ./js contacts/scripts/build.js

O StealJS utiliza o Google Closure para compactar todos os arquivos
e gerar arquivos compactados/concatenados que serão usados em produção contacts/production.js e contacts/production.css .

Com isso reduzimos todos os arquivos da aplicação, estilos, plugins, etc.. são reduzidos a apenas um arquivo .js e um arquivo .css.
E para mudar as configuração do ambiente temos apelas que mudar o tag de inclusão do StealJS

<script type='text/javascript'  src='../steal/steal.production.js?contacts'>script>

Esse foi apenas uma pequena amostra do JavaScriptMVC.
Com essa estrutura ele nos permite construir grandes aplicações de forma modular
com um bom ambiente de teste, velocidade no desenvolvimento e performance no ambiente de produção.

Essa aplicação esta rodando aqui : http://flexria.com.br/labs/js-mvc/
E os fontes estão disponíveis no github : https://github.com/FabioBatSilva/js-mvc

Abraço e até a próxima…. ;-)

Abr 15

DDD

Escrito por DClick Team em 1, 4, AR, Arquitetura, arte, back, bar, BI, carregar, class, classe, classes, cliente, Componente, Componentes, configuração, control, dados, demo, Design, exemplo, Exemplos, for, futuro, ide, IE, if, int, Introdução, lista, Livro, lógica, mvc, NaN, O, on, problema, problemas, RIA, Ria’s Geral, Sem categoria, TAT, Tema, Twitter, UI, UX, XP @ 04 15th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Domain Driven Design



Também conhecido como DDD, Domain Driven Design está bem alta nos tempos mais recentes pelo apelo a maior aderência do sistema a lógica de negócio. Mas mais do que uma receita, ou técnica, DDD é um conceito. Aplicar DDD é mudar a maneira de pensar em relação a modelagem (Design) do modelo de domínio. Trata-se de um maior foco no problema que o cliente quer resolver, e basear os resultados atingidos e caractrísticas do sistema com base em feedback do cliente.
A idéia não é nova, e a semelhança com as práticas ágeis é muito clara, por isso DDD veio a tona nos últimos tempos, embalado com a onda das metodologias ágeis.

Conceitos



Como foi dito anteriormente, e como é pregado no livro do Eric Evans, dito pai do DDD, se trata de uma maneira de pensar mais do que uma receita ou metodologia. Os primeiros capítulos do livro citam casos em que a modelagem da aplicação pode levar em conta um melhor entendimento do negócio, e como um modelagem muitas vezes natural e intuitiva do ponto de vista técnico pode trazer problemas futuros para a aplicação.
Um exemplo interessante presente no livro, é o exemplo de um programa para modelar um circuito eletrônico. Em tal exemplo é primeiro abordado o modelo convencional de modelagem e organização, assim como alguns padrões de projeto pensando mais do ponto de vista técnico da aplicação. Porém componenentes eletrônicos, portas lógicas por exemplo, possuem uma certa intelgência imbutida. No modelo convencional o modelo de negócio é uma camada burra da aplicação, onde somente são armazenados os dados referente ao domínio. Tal abordagem traz problemas quando é necessário simular uma execução do circito eletrônico, pois seria necessário guardar tal inteligência na camada responsável por gerenciar os componentes, tornando a aplicação mais complexa, e concentrando o conhecimento de negócio em um único lugar.
A idéia nesse caso, é tornar o modelo do domínio mais inteligente, e passar a responsabilidade de entender seu funcionamento para as entidades, espalhando mais o conhecimento do negócio, e possibilitando outras partes da aplicação de terem acesso a este mesmo conhecimento somente através do domínio.
Não focarei nesses exemplos nesse post, pois o intuito aqui é mais uma introdução aos conceitos básicos e a nomenclatura muitas vezes empregada em DDD. Vamos ver algumas definições.

Domain



Um Domain (domínio) nada mais é do que uma descrição de um conceito de negócio, contendo as informações que o modelo necessita e o comportamento do modelo. Um exemplo clássico é uma aplicação que precisa gerenciar usuários. Em uma aplicação como esta, usuários carregam informações, podem ser listados, criados, deletados, editados, associados com outras entidades, etc. Toda essa lógica determina um domínio. Então diferente de uma arquitetura convencional MVC por exemplo, onde o modelo seria os dados do usuário, o controller seria responsável por associar e e gerenciar os usuários e a view se encarregaria de mostrar o usuário, em DDD essa lógica faz parte do domínio de usuário.
Parece um pouco overkill concentrar tantas responsabilidades em um único ponto, mas mais forte do que lógica da aplicação, modelar o sistema dessa forma concentra a lógica de negócio em um único lugar também. Com isso podemos acessar o domínio de usuário em qualquer lugar do sistema, e o comportamento será o mesmo em todos os lugares, facilitanto assim quando o modelo de negócio exigir que seja feita alguma alteração no comportamento do domínio de usuário.
Domínio é o centro das atenções em DDD (óbvio), mas já é possível perceber que tanta responsabilidade em um único lugar pode dificultar criação e manutenção de tais domínios. Por isso que existem as outras definições em DDD, para facilitar a manutenção e a modelagem do domínio.

Factory



Factories são responsáveis por criar novos Domains.
Muitas vezes os domínios são complexos, e precisam do auxílio de outras classes de negócio para poder se comportar da maneira esperada. Pensando nesse ponto, os domínios podem ser criados através das Factories, delegando a responsabilidade de preencher e configurar o domínio, deixando para o domínio focar mais na parte de lógica de negócio.
Essas factories podem ser modeladas de acordo com as necessidades da aplicação. O que DDD prega é que se mantenha o conceito, para que caso os domínios precisem ser alterados, de maneira que alguma pré-configuração, ou uma nova entidade de negócio comece a fazer parte do domínio seja incorporada, fique fácil dar manutenção e testar esse novo comportamento.
Porém Factories ainda assim podem acabar tendo muitas responsabilidades no que diz respeito a organização do domínio, em termos de armazenamento de dados mesmo, ou seja, muitas vezes uma representação do domínio como entidade pode ser bem complexa, pois a representação pode ter uma série de dependências para outras entidades e assim por diante, todas dentro do mesmo conceito de domínio.
Pensando nesse possível problema, existe uma outra definição em DDD.

Aggregate



Um Aggregate, como o próprio nome traduzido diz, é um agregado de entidades do domínio.
Sua responsabilidade é respresentar um conjunto de outras entidades que identificam a entidade do domínio. Uma maneira mais prática de se pensar, é que um domínio utiliza um Aggregate para criar a entidade que representa o domínio. A idéia é concentrar a responsabilidade pela entidade do domínio no aggregate, tornando mais fácil a manutenção e alteraçao do modelo de negócio.
Tanto a factory, quanto o aggregate pertencem ao domínio, portanto são características tranparentes ao usuário do domínio, ou seja, os domínios interagem entre si apenas pelas caracterísiticas expostas pelos próprios domínio.

Conclusão



DDD não é a solução para todos os problemas de modelagem de regra de negócio, afinal a modelagem depdende muito mais das pessoas do que do conceito em si, mas é uma maneira mais concisa de pelo menos dar ao sistema uma cara mais parecida com o modelo de negócio, e criar a famosa Ubiquitous Language, onde programadores e pessoas de negócio conseguem se entender melhor.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Abr 13

Roadmap do Flash Builder 4.5 para desenvolvimento Mobile

Escrito por Jose Carlos Fiel em 1, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, Adobe Flex, Air, Android, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, blog, Blogs, bug, builder 4, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, dados, Debug, Desenvolvimento, Design, Desktop, developer, development, err, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Platform, Flex, for, Google, html, html5, IE, if, image, jogo, Jogos, map, mg, mobile, O, on, opensource, Pessoal, platform, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SDK, site, SmartPhone, Sun, UI, update, UX, XP @ 04 13th, 2011 | via http://blog.josecarlosfiel.com.br | Sem comentários
Jose Carlos Fiel
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Olá pessoal!

Todo mundo já deve estar careca de saber que a Adobe já anunciou o Flash Builder 4.5 e este será lançado em Maio de 2011.

Como você pode ter visto no anuncio, nós Flex developers poderemos criar aplicativos móveis para as plataformas Android, Blackberry Tablet OS e Apple iOS.

Aí vem o porém sobre as duas últimas plataformas e que podem gerar muita confusão no lançamento do Flash Builder em Maio. A Adobe planeja lançar um update em Junho de 2011 com suporte total ao Blackberry Tablet OS e Apple iOS, sem precisar abrir seu prompt de comando favorito. O que acontece na primeira versão lançada em Maio é o suporte total ao Google Android.

Na tabela abaixo retirada do Blog oficial da Adobe, explica melhor esta situação:

*Project will actually target AIR 2.5. You will need to make a manual change to your project to enable this configuration. This will be clearly documented on the Adobe Developer Center and RIM’s developer site upon launch in May, 2011.

Há outra coisa que a Adobe lembra é que com o novo Flash Builder 4.5, você pode criar projetos usando Flex Mobile ou apenas ActionScript puro. Existem algumas diferenças entre estes projetos.
Quando você cria um novo projeto Flex Mobile, você tem direito a usar todas as funcionalidades adicionados no core do Flex SDK, onde possuem componentes específicos para Mobile, como o ViewNavigatorApplication e ViewNavigator para manipular a navegação da aplicação e persistir os dados entre as views.

Já na criação de um projeto ActionScript Mobile, você poderá apenas escrever sua aplicação usando ActionScript puro, que é muito comum no desenvolvimento de jogos, porém não poderá utilizar as classes Flex dentro deste projeto.

É importante lembrar que ambos projetos, fornecem o fluxo completo no Flash Builder para desenvolver projetos mobile através do código e no design view, podendo pré-visualizar e debuggar a aplicação no desktop ou em seu aparelho (smartphone ou tablet).

Posso dizer que está cada vez mais gratificante poder trabalhar com a Flash Platform e ter entrado de cara neste mundo em 2008. Já se passaram 3 anos e vi muita evolução por parte da Adobe, mesmo por meio dos assuntos que rolaram sobre HTML5.

Por hoje é isso e até a próxima.

Mais informações em http://adobe.ly/hH0wtn

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