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Abr 16

Evento IT Care dia 30/04 em Curitiba

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 4, 6, Android, app, apple, AR, back, blog, Blogs, comunidade, Cotidiano, Curitiba, err, event, Evento, html, image, int, Java, Linux, LOB, Mate, Metodologia Ágil, mg, noticia, Notícias, O, on, Palestra, Palestras, RIA, Ria’s Geral, TAT, Tecnologia, UI, UX @ 04 16th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O evento

O IT Care Paraná é uma iniciativa da comunidade de TI (Java, .NET, Android, Apple, Linux, etc) para auxiliar, através de palestras técnicas, as vítimas do litoral paranaense afetadas pelas chuvas.

Notícias sobre as chuvas no litoral do Paraná:
Chuvas isolam litoral do Paraná e 8 mil pessoas deixaram as casas
Chuvas no Paraná deixam prejuízos estimados em mais de R$ 87 milhões
Chuvas no Paraná voltam a interditar duas rodovias; Morretes decreta calamidade pública
Chuvas no litoral paranaense tiram 16 mil de suas casas

O evento não tem intenção de levantar bandeira de tecnologia específica, afinal, quanto maior o público maior será a arrecadação para as vítimas: o mais importante no momento.
A idéia principal é arrecadar alimentos não-perecíveis, material de limpeza e água mineral, haja vista que são os essenciais.
Com o IT Care você não estará apenas se atualizando, incrementando o conhecimento, aumentando redes de contatos e conhecendo outras tecnologias, estará também ajudando diretamente os mais necessitados.

Faça sua inscrição clicando aqui.

Abr 16

Evento IT Care dia 14/05 em Curitiba

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 4, 6, Android, app, apple, AR, back, blog, Blogs, comunidade, Cotidiano, Curitiba, err, event, Evento, html, image, int, Java, Linux, LOB, Mate, Metodologia Ágil, mg, noticia, Notícias, O, on, Palestra, Palestras, RIA, Ria’s Geral, TAT, Tecnologia, UI, UX @ 04 16th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O evento

A data do evento mudou do dia 30 de abril para 14 de maio.

O IT Care Paraná é uma iniciativa da comunidade de TI (Java, .NET, Android, Apple, Linux, etc) para auxiliar, através de palestras técnicas, as vítimas do litoral paranaense afetadas pelas chuvas.

Notícias sobre as chuvas no litoral do Paraná:
Chuvas isolam litoral do Paraná e 8 mil pessoas deixaram as casas
Chuvas no Paraná deixam prejuízos estimados em mais de R$ 87 milhões
Chuvas no Paraná voltam a interditar duas rodovias; Morretes decreta calamidade pública
Chuvas no litoral paranaense tiram 16 mil de suas casas

O evento não tem intenção de levantar bandeira de tecnologia específica, afinal, quanto maior o público maior será a arrecadação para as vítimas: o mais importante no momento.
A idéia principal é arrecadar alimentos não-perecíveis, material de limpeza e água mineral, haja vista que são os essenciais.
Com o IT Care você não estará apenas se atualizando, incrementando o conhecimento, aumentando redes de contatos e conhecendo outras tecnologias, estará também ajudando diretamente os mais necessitados.

Faça sua inscrição clicando aqui.

Mar 10

Novos cursos na Egenial

Escrito por Daniel Lopes em 1, 3d, 4, 6, Adobe, api, app, AR, arte, BI, browser, código, comunidade, Cotidiano, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Design, Desktop, Dica, egenial, err, Excel, exemplo, Exemplos, Ferramenta, flash, Flex, Flex4, for, fundo, git, Gráfico, IE, Iniciando, int, jogo, Jogos, kit, Mercado, mg, mudanças, NaN, novidade, Novidades, O, object model, on, opensource, Palestra, platform, Projetos, rails, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, ruby on rails, site, Software, tag, Tecnologia, tool, toolkit, UI, variados, Ved, web @ 03 10th, 2011 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Nossa empresa está passando por várias mudanças e nas próximas semanas teremos algumas novidades, mas ainda não é esta a razão deste post. Este post é sobre os próximos cursos na Egenial que começam na semana que vem.

No ano passado nossa parceria com a Egenial se estreitou um pouco mais já que a empresa está voltando suas atenções em massa para a comunidade de software Brasileira. Eu (Daniel) acabei sendo convidado para dar uma mão nessa empreitada.

Nos últimos dias tivemos o mega sucesso que foi o RubyMasters, com mais de 270 inscritos e com 12horas de palestra (que também teremos um post a parte). Agora a novidade é que na semana que vem teremos 3 cursos iniciando e as matrículas ainda estão abertas.

Ruby on Rails

Ruby on Rails do Básico ao Avançado comigo como instrutor. Essa é a minha 12 turma na Egenial e a minha 8 só em Ruby/Rails. Ao longo dos últimos anos fui refinando os exemplos deste curso e acho que chegamos no ponto perfeito. São 22 horas de aula onde passamos desde o básico de Ruby e vamos construindo uma aplicativo real em Rails. O aplicativo é tão próximo de um projeto real que eu mesmo uso como referência várias vezes no meu desenvolvimento diário em Rails 3.0.

Neste curso eu tento cobrir tudo que é fundamental para o cotidiano de um Railer. Veja a grade detalhada no site: http://www.egenial.com.br/cursorails

GIT

Git revolucionou o mercado de desenvolvimento opensource e comercial. Chega a ser impossível pensar como era o desenvolvimento com equipe remota ou em projetos opensource antes do GIT. É o tipo de ferramenta que é praticamente impossível contestar seu valor mesmo trabalhando sozinho e sem equipe nenhuma.

Uma das coisas que mais me motiva em continuar envolvido com a comunidade Rails é que é um local onde as coisas novas sempre acontecem muito rápido e isso foi bem marcante com GIT. Boas práticas surgem e se tornam leis na comunidade Rails e GIT é uma dessas leis.

Sem exceção, todos os projetos opensource são versionados com GIT e a grande maioria dos projetos privados também. Isso ocorre por uma única razão: GIT é fantástico.

Uma tecnologia com dezenas de benefícios como sua organização descentralizada incrível para trabalho em equipes, um modelo de armazenamento que reduz drasticamente o tamanho dos repositórios e sua simplicidade que o torna acessível para qualquer pessoa.

Por essas razão a Egenial tem tentado levantar um curso de GIT realmente prático e aprofundado tem bastante tempo. Finalmente conseguimos. Em Março, Arthur Zapparoli vai ministrar um curso de 16h ensinando desde o básico da ferramenta até os detalhes mais profundos como Cherry Pick, Rebase, Object Model, Bisect, Gitosis e muito mais.

Essa é a sua chance de dominar o GIT: http://www.egenial.com.br/git

FlashPlataform – Flex4

Outro curso que também começa na semana que vem é o FlashPlataform Flex4. Um curso totalmente reformulado para cobrir as novas ferramentas criadas pela Adobe e o mais legal que o instrutor será Fábio Vedovelli. Figurinha carimbada do mundo Flex e com uma excelente didática.

Ultimamente tenho participado muito pouco da comunidade Flex o que não indica que ainda não utilizo e utilizarei estas ferramentas se for necessário. É preciso ser pragmático e para muito objetivos Flash/Flex ainda são imbatíveis e são as melhores soluções do mercado.

Soluções como o próprio TreinaTom ainda são impossíveis de serem implementadas da forma correta sem essas tecnologias. Jogos, interatividade que envolve gráficos 2D/3D de forma compatível com todos os browsers, multimídia, compatibilidade com API de escrita e leitura de arquivos pelo browser, desenvolvimento desktop usando o mesmo código web e muitas outras vantagens que só a Plataforma Flash consegue atender hoje em dia.

Se você precisa dessas soluções então esse curso é o que faltava para complementar o seu toolkit.

Não perca tempo e conheça: http://www.egenial.com.br/flashplatformweb

Nov 3

Maven Reporting

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Access, app, AR, blog, bug, class, Cotidiano, Desenvolvimento, Documentação, err, Ferramenta, flash, FullScreen, O, on, Projetos, pt, relatório, Relatórios, Ria’s Geral, screen, TAT, Tema, Tutorial, tv, Twitter, wave @ 11 3rd, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Configurando, rodando e usando os relatórios gerados pelo Maven

Vimos que o maven é uma ferramenta poderosa para gerenciar projetos e dependências em posts passados. Vamos ter uma idéia agora de como o maven nos ajuda com o cotidiano de desenvolvimento gerando relatórios para documentação, boas práticas e possíveis bugs no sistema.

Ago 30

Imersão Ruby on Rails

Escrito por Daniel Lopes em 1, 4, 6, api, AR, Arquitetura, back, BI, blog, Blogs, class, classe, classes, control, Cotidiano, Curso, Cursos, demo, Desenvolvimento, Design, e-genial, egenial, err, erro, eval, exemplo, Exemplos, Ferramenta, Flex, for, futuro, ide, IE, if, int, layout, Livro, Livros, lógica, Mate, mg, O, object model, on, Outros, Palestra, Palestras, programação, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, ruby on rails, runtime, server, site, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, UI, Vários, web, XP @ 08 30th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Este ano, na Egenial, foram abertos vários cursos voltados ao mundo Ruby.

Um destes cursos foi Imersão Ruby on Rails. Como já trabalho em parceria com a e-Genial a mais tempo, o Carlos Eduardo (proprietário da empresa) me convidou para ser o responsável por criar este novo curso e a partir de então ficar apenas com esta nova turma.

Depois de pensar bastante, cheguei a conclusão que a melhor opção seria eu ministrar tanto o curso do básico ao avançado como o imersão. Apenas desta forma eu teria controle total de tudo que é necessário para um interessado em Rails entrar com pé direito na tecnologia e em seguida entender com precisão as internas da linguagem Ruby

Como é um curso intensivo com apenas 4 dias com 4 horas por dia (nos sábados), depois que o material estivesse pronto, eu não ficaria sobre-carregado administrando duas turmas e os iniciantes de Rails poderiam seguir a mesma linha de aprendizado deste o início, com o primeiro curso, e se aprofundarem nas internas da linguagem com este segundo. Por estes motivos, atualmente, sou instrutor do curso do Básico ao Avançado e do Imersão.

Durante a preparação da grade e do material eu tentei agrupar todos os temas que considero essenciais para um Rubista. Mas temas que não são tão triviais de se aprender.

Tentei compilar o conhecimento que não aprendemos em blogs ou palestras de 50 minutos. Assuntos como Object Model da linguagem que não vemos em muitos livros mas que são fundamentais para aplicar da forma correta metaprogramação ou para entender, de verdade, técnicas simples como “class << self”.

Outros temas importantes que tentei abordar neste novo curso são por exemplo a influência de dsls no cotidiano (e como criar dsl’s), refactoring (na prática melhorando um pequeno projeto em Ruby puro coberto com MiniTest), boas práticas de Rails como arquitetura rest para organização ao invés de criar API’s, design SOLID e criação de Gems.


Grade com detalhes

É bem provável que esta seja a última turma deste curso para 2010 então corra e faça sua matrícula. A grade do curso detalhada você pode ver abaixo (ou no próprio site do curso):

  1. Ruby Object Model
    1. A verdade sobre programação orientada a objetos
    2. Os segredos para identificar o “self”
    3. Method Lookup
    4. Superclass e Metaclass
    5. Eigen Class ou Ghost Class
    6. A verdade sobre o que são classes
    7. Métodos de classe não existem
    8. A verdade sobre os módulos
    9. Usando módulos da forma correta
  2. Metaprogramação
    1. Mágica é para os fracos, entenda o que é metaprogramação
    2. Importância da reflexão
    3. Compreendendo o que são e as diferenças entre blocos, proc e lambda
    4. Entendendo corretamente o escopo e como alterar o self
    5. Família “eval”
    6. Classes Abertas
    7. Criando métodos em runtime
    8. Criando classes em runtime
    9. method_missing
    10. Hooks do Ruby
    11. Exemplos reais sobre metaprogramação
  3. Ruby DSL’s
    1. Entendendo o que são DSL’s
    2. DSL’s internas em Ruby
    3. Importância de DSL’s para melhor o design do software
    4. Técnicas mais comuns para criação de DSL’s
    5. Exemplos práticos de DSL’s (ex.: Whenever, rotas do Rails, delayed_job e etc)
  4. Ruby best pratices
    1. Como diferenciar um bom design e de um ruim
    2. Evitando erros comuns em manutenção
    3. Aprendendo conceitos de um design S.O.L.I.D)
    4. Refactoring na prática (usando Ruby 1.9 e MiniTest)
    5. Forwardable
    6. Delegate
    7. Comparable
    8. Enumerable
    9. Parâmetros nomeados
    10. Expressões condicionais
    11. Convenções do Ruby
  5. Rails Best Pratices
    1. Boas práticas em desenvolvimento Rails
    2. Como organizar sua aplicação pensando no futuro
    3. Restful como ferramenta de design e não apenas para API’s
    4. Refatorando controllers
    5. Refatorando Views
    6. Refatorando Models
  6. Rails Best Pratices
    1. Controllers magros
    2. Models gordos
    3. Single Responsibility em Models
    4. Princípio do menor conhecimento
    5. R.E.S.T para arquitetura de software
    6. Rotas saudáveis
    7. DRY com metaprogramação
    8. Módulos para repetição
    9. Composição
    10. Callbacks em Observers
    11. Índices em Migrations
    12. Alimentação do banco com Seeds
    13. Sempre mantenha um rollback em Migrations
    14. Separação de lógica das views
    15. Técnicas avançadas com partials e layouts
    16. Refatorando forms com FormBuilders
  7. Gems
    1. O que são realmente Gems
    2. Erros graves ao escolher uma Gem
    3. Como ler uma Gem
    4. Importância de se criar Gems
    5. Criando uma Gem na prática

Ago 27

Eventos e mais eventos

Escrito por Daniel Lopes em .NET, 1, 4, 6, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, blog, class, comunidade, Cotidiano, Curso, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Design, Destaque, DRE, egenial, Empreendimento, encontro, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, FISL, for, framework, geo, Geral, git, ide, IE, if, int, Introdução, kit, labs, mg, NaN, O, on, Oracle, Palestra, Palestras, Partilha, Pessoal, player, portal, rails, railsmg, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, Sugestões, TAT, Tecnologia, Tema, Treinamento, Twitter, UI, uint, Vagas, Vários, Ved, web, XP @ 08 27th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Neste segundo semestre do ano estamos tendo vários eventos com temas focados em Ruby ou eventos genéricos mas com espaço para a linguagem.

Apenas em Julho e Agosto tive o prazer de participar de 6 desses eventos. Uma coisa fica bastante claro, o interesse por Rails tem crescido assustadoramente.

Quando comecei a estudar a linguagem Ruby e framework Rails por volta de 2006 era comum ouvir que Ruby/Rails eram apenas modinhas e que logo isso tudo morreria.

Hoje é muito gratificante ver que esta “modinha” evoluiu para algo bem sólido no mundo todo e aqui no Brasil estamos começando a conseguir o mesmo resultado.

Isto fica bem nítido quando participamos dos eventos e vou compartilhar com vocês um pouco de como tem sido participar deles :

Mini-curso do RailsMG na UNA

Mensalmente fazemos encontros do nosso grupo, o RailsMG. Até entao nao tknhamos feito nada voltado para o publico que está interessado em começar no Ruby e no Rails.

Pensando nisso aplicamos um mini curso no meio de Julho onde eu fui o instrutor. O local para o treinamento foi cedido pela UNA e com lotação aproximada de 60 pessoas.

No esperávamos chegar perto da lotação mas o mais impressionante é que as 60 vagas foram preenchidas em menos de 5 horas.

O curso correu perfeitamente e foi bem interessante para conhecer várias pessoas de BH que tem interesse na tecnologia e mostrar um caminho por onde começar.

Os slides podem ser vistos aqui

FISL

No final de Julho, com um convite Maúricio Portal, tive o prazer de participar do FISL em Porto Alegre. Também um mini-curso mas desta vez com 6 horas (ao invés de 4 como o do RailsMG).

O curso foi quebrado em três dias com 2h por dia. No primeiro dia tivemos lotação máxima no auditório e o pessoal participou bem, com várias perguntas. O receio era que nos dias seguintes talvez o interesse diminuiria, mas isto não ocorreu e tivemos o auditório cheio nos 3 dias.

O mais interessante é que no último dia tivemos 6 horas de palestras de Ruby. Começamos com uma apresentação perfeita do Fábia Akita sobre o ecossistema Rails. Mostrando que Rails não é apenas um framework mas um plataforma sólida, focada em empreendimento e que caminha sozinha sem investimento de nenhum gigante como MS ou Oracle.

Na sequência tivemos mais uma palestra do Akita sobre boas práticas de desenvolvimento web usando a ferramentas do Ruby como exemplo. Para terminar o dia eu concluí com as duas horas restantes do mini-curso.

O resumo geral do FISL foi sensacional, vários contatos interessantes e deu para rever muita gente da comunidade Ruby e fazer aquele pós evento com direito a hora extra original com o pessoal do Rio.

Os slides do Mini-curso estão aqui.

EDTED BH

Em Julho recebi um convite da Arteccom para o EDTED de BH. O tema seria uma introdução ao Rails mas como evento coincidiu com o OxenteRails e eu já tinha confirmado com a organização do Oxente acabei não podendo comparecer ao EDTED (infelizmente).

Mas não podíamos deixar o EDTED sem uma palestra de Rails então Bruno Alves da Dito aceitou convite e a palestra parece ter sido um sucesso ( já era o esperado vindo do Bruno :) .

OxenteRails

Sobre o Oxente Rails, em Natal, não tenho palavras suficientes para descrever o evento.

Acabei indo de última hora e também não tinha comparecido no ano anterior então eu não sabia muito bem o que esperar.Mas o evento superou todas as expectativas possíveis. Extramente bem organizado e com palestrantes de auto nível.

O evento correu em duas trilhas paralelas e eu imaginei que não teria audiência para lotar os dois auditórios mas foi o contrário.

Foi bem legal para reencontrar a comunidade toda e conhecer pessoas como Caike da Envylabs, Geoffrey do Peepcode, Arthur Geek e várias outras pessoas que não vou me lembrar agora.

Quantos as palestras, pessoalmente gosto mais de conteúdo técnico e nesta linha as que me chamaram mais antenção (das poucas que assisti) foram as do Caike sobre refactoring e a do Geoffrey sobre sugestões de arquitetura em Rails.

Eu falei sobre Steak e você pode ver os slides neste link

Sobre o oxente eu só tenho a agradecer ao Paulo Fagiani, Annaysa e toda a equipe da Tink (Rafael, Anderson, etc). E claro não posso esquecer do Vinicius Teles por me fazer abrir o olho e enviar um tema para o evento e não deixar a oportunidade passar.

<iframe src=”http://player.vimeo.com/video/14350633?byline=0&amp;portrait=0&amp;color=b30000″ height=”304″ width=”540″></iframe>

Definitivamente o evento mais importante de Rails do Brasil (já que Rails Summit virou RubyConf :) .

Serpro

Duas semanas após o Oxente eu ministrei uma apresentação sobre o ecossistema Rails no Serpro MG a convite da Kátia, Alexandre e Harley (mais uma vez obrigado aos três).

Para o conteúdo eu usei boa parte da palestra que o Akita usou no FISL (com autorização dele). É um conteúdo que acho perfeito para dar uma visão geral de como caminha a comunidade em volta do Rails.

Os slides da palestra você encontra aqui

Próximos eventos

Durante este meio tempo também concluímos um treinamento da Egenial com 40 alunos e houveram vários eventos que não tive como comparecer. Destaque para o RSonRails e o encontro do pessoal do Rio.

Nos próximos meses vamos participar do seminário de “computação da UFOP” e também teremos uma palestra de Ruby na Inforuso, que está sendo organizado pelo Márcio Sete. Também não dá para esquecer do encontro de sábado agora (amanhã) do RailsMG.

Conclusão

Com todos esses eventos acontecendo e com o resultado fica bem claro que o interesse por Ruby no Brasil está começando a explodir agora.

Outra coisa que percebi é que mesmo com tantos eventos este interesse crescendo, são poucos os desenvolvedores mais experientes. Então é muito importante que os organizadores de evento tenham isso em mente.

Apesar de nós que trabalhamos como Rails a bastante tempo querermos eventos mais pesados e com conteúdo mais avançado, somos a minoria e qualquer evento no Brasil que carregue Ruby ou Rails no nome deve lembrar-se do iniciantes ao menos em algum momento na grade.

Além de introdução ao Ruby e ao Rails também é importante introdução a temas como TDD, Git, automatização de deploy e tudo mais que já é cotidiano de desenvolveres Ruby.

Nos vemos na Ruby Conf :)

Jul 8

50% do software é design

Escrito por Daniel Lopes em 1, 4, 6, app, apple, AR, arte, bar, BI, blog, Botões, camp, Censo, class, cliente, código, Cotidiano, Curso, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, designer, egenial, Empreendimento, Emprego, empresas, exemplo, explicação, falha, flash, for, Formulário, frontend, FullScreen, gmail, ide, IE, if, int, interface, iphone, lógica, loop, Mac, Mate, Mercado, mg, O, on, oop, Pessoal, produto, Projetos, RIA, Ria’s Geral, screen, server, Software, swf, TAT, Tecnologia, Tema, Teste, UI, Ved, Vídeo, web, XP, zend @ 07 8th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Esta semana eu estava dando uma olhada na grade do curso de Frontend da Egenial que vai começar neste sábado. Lendo sobre o curso veio novamente aquela lembrança de como o mercado, principalmente brasileiro, é fraco em produtos agradáveis de serem usados.

Por exemplo, eu não conheço nada semelhante ao Shopify em português, muito menos algo como o Basecamp. Que existem concorrentes brasileiros existem, mas por que todos são extremamente inferiores e conseguem até gerar ódio dos usuários?

Não entendo e nem quero entender nada de design

Muitos desenvolvedores criam seus projetos, abrem empresas, montam startups ou entregam produtos para clientes sem ter a consciência que talvez o seu código suado não tenha valor nenhum.

Alegando o contrário, você vai dizer que fez a analise do que era necessário, possui testes, empregou as melhores tecnologias, conversou com o cliente em todas as etapas e agora está tudo exatamente como combinado.

Porém existe uma coisa que a grande maioria das pessoas da área de TI não se preocupa. A interface, ou seja, como será usado seu sistema.

Amor a primeira vista

Em um produto material (não virtual) várias coisas contam, por exemplo a textura, como as coisas funcionam, a matéria prima empregada, como foi empregada, os encaixes e etc. O contato com o produto é físico e apenas por tocar um produto você consegue dizer se ele é uma porcaria ou não e se tem utilidade ou não.

No caso de produtos virtuais esse contato não existe e o mais próximo que temos da situação acima é contato com a interface do sistema.

Agora imagine o seu código lindo e maravilhoso embrulhado em telas cinzas e com 50 campos de formulário sem nenhuma lógica ou explicação?

Qual reação o usuário terá? Com um único olhar ele vai entender isso tudo como uma grande porcaria que é obrigado a usar pois faz parte do seu cotidiano. Quantas vezes você não vê pessoas reclamando que é uma falha no sistema? A grande maioria das vezes são apenas dificuldades que esta pessoa está tendo para entender como as coisas devem fluir naquele emaranhado de botões e campos.

Pensar como as telas vão ser desenvolvidas, quais são os passos lógicos que o usuário deve tomar, quais telas devem existir e quais não devem é sim parte do trabalho do desenvolvedor.

Para entregar um produto de real qualidade para quem vai usar seu sistema todos os dias é necessário que todas as pessoas da equipe entendam que a interface e o design são no mínimo 50% do produto e que o usuário deve abrir seu sistema e se sentir confortável. É assim que você se sente ao ligar seu Macbook ou seu iPhone. Você também não usa seu Gmail com medo de fazer uma bobeira por não saber onde está clicando. No seu produto não deve ser muito diferente.

Você não precisa se tornar um exímio desenhista e criar logos e ícones mas você precisa ter o censo crítico para identificar que seu produto é uma porcaria ou uma maravilha. Também deve ser capaz de conversar com os designers da sua equipe de igual para igual se aquela barreia que existe na maioria das empresas.

Design de UI NÃO É ARTE!

Design de software é quase nada de trabalho artístico e muito, mas muito, trabalho racional. Se ainda está relutante se deve entender algo sobre design ou não eu recomendo fortemente este vídeo para você entender porque um negrito em local é mais importante que um itálico:

<object height=”360″ width=”540″><param /><param /><param /><embed src=”http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6702766&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=b30000&amp;fullscreen=1″ height=”360″ width=”540″></embed></object>

Por onde começo?

Com tudo isto em mente, se tornar um “Devgner” (como costuma dizer Lee Brimelow) é extremamente complexos (se ainda não viu o vídeo acima veja logo).

Voltando ao começo deste post, este curso de Frontend é algo que venho sugerindo ao pessoal da Egenial e conversando com eles a bastante tempo por todos estes motivos acima. Recomendo que você comece fazendo os seus softwares melhores através deste primeiro passo com o curso.

Mar 27

Me retirando do projeto de tradução dos guias

Escrito por Daniel Lopes em 1, Air, api, AR, arte, blog, class, código, comunidade, control, Cotidiano, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Dica, Documentação, egenial, email, err, Ferramenta, fonte, for, free, git, guias, ide, IE, if, Livro, mg, NaN, O, on, problema, produtividade, Projetos, pt, rails, railsmg, referencia, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, Tema, Teste, Treinamento, Twitter, UI, Vários, web, Wordpress, XP, zend @ 03 27th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Até hoje a comunidade Ruby/Rails tem crescido responsavelmente e com qualidade porque quem está a mais tempo impõe as boas práticas. Qual outra comunidade que se você não fizer testes você é crucificado? Ou se você fizer deploy via FTP e sem um SCM então você é um zero? São boas práticas que nada tem a ver com o Rails “ferramenta” mas são implícitas no cotidiano Ruby.

Acho que todos que trabalham com Ruby no Brasil conhecem o projeto dos guias. Nosso país é o único do mundo que tem todos os guias traduzidos para pt-BR e eu tenho orgulho de dizer que trabalhei neste projeto.

Foi uma tradução diferente das outras em virtude do fonte ser todo gerado em Ruby (tivemos que cuidar desta parte) e por ser um projeto constante e com atualizações praticamente diárias (diferente de um livro). Um trabalho colossal e que tivemos até poucos envolvidos se pensarmos no tamanho de cada guia. Mas na época eu considerei este projeto de tradução o mais importante para a nossa comunidade.

Hoje penso que ter traduzido os guias não foi a melhor coisa que podíamos ter feito. Como boa parte do meu trabalho está envolvido em treinamento pela eGenial ou privado vejo muito código de outras pessoas, e de vários níveis de conhecimento diferentes. Várias vezes estes códigos me assustam de verdade. Nestes casos é nítido que as pessoas não entenderam a filosofia do Ruby e muito menos do Rails (que só estende o mesmo conceito da linguagem para desenvolvimento web).

Apenas através dos guias você não aprende este tipo de coisa. Você não aprende que em hipótese alguma você pode desenvolver sem um SCM (preferencialmente GIT), não aprende que seus métodos nunca devem ter 70 linhas, não aprende como organizar seus controllers pensando em REST, e etc.

Os guias são a documentação da API exemplificada e ter isso de “mão beijada” no seu idioma ajuda os iniciantes a não pesquisarem, a não entenderem o porque das coisas. E caso estas pessoas precisem pesquisar, tudo estará em inglês em não em seu idioma nativo.

Eu não quero, em hipótese alguma, daqui a 10 anos ter vergonha em dizer que trabalhei com Ruby por ser uma linguagem famosa por projetos falhos, código mal feito e filosofia errada.

Até hoje a comunidade Ruby/Rails tem crescido responsavelmente e com qualidade porque quem está a mais tempo impõe as boas práticas. Qual outra comunidade que se você não fizer testes você é crucificado? Ou se você fizer deploy via FTP e sem um SCM então você é um zero? São boas práticas que nada tem a ver com o Rails ferramenta mas são implícitas no cotidiano Ruby e Rails.

Estas práticas você não aprende nos guias e caso um iniciante acomode-se a não pesquisar as coisas em inglês então ele nunca terá a visão do ecosistema e continuará fazendo código porco e sem saber para onde foi aquela produtividade prometida.

Outro motivo é que não quero contribuir para o problema do Simulador manco.

Por estes motivos e assinando a decisão do Cássio Marques eu também estou me retirando do projeto de tradução.

Vou me dedicar apenas a continuar respondendo os vários emails e mensagens no twitter que recebo, escrever posts aqui no blog e fazer apresentações além de ajudar no RailsMG.

Obviamente também vou continuar mantendo o livro teórico da eGenial (com mais de 300 págs) sempre atualizado e criando conteúdo para novos cursos onde eu tenho a total garantia que quem fizer e se dedicar sairá com o conhecimento certo (não é Free mas eu considero o valor muito acessível para aprender tudo da forma correta desde o início).

Mai 12

Protesto: falha em sistema da Orizon expõe dados sigilosos de pacientes

Escrito por Elvis Fernandes em Cotidiano, Desenvolvimento, falha, Negócios, Segurança @ 05 12th, 2009 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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Quem acompanha meu blog já sabe que eu evito citar nomes de empresas quando quero falar mal de alguma coisa, mas como este post tem um tom de “protesto” peço que entendam a citação de nomes de empresas envolvidas no assunto.

Quem trabalha em empresas da área da saúde já sabe que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) definiu o padrão TISS para troca de informações entre prestadores de serviços de saúde. Esse padrão define a forma como as informações devem ser transmitidas entre empresas, de forma que se aumente a agilidade da troca de informações e para que seja possível obter informações precisas sobre saúde suplementar.

Se você olhar o site do TISS (um hotsite dentro do site da ANS) terá informações mais detalhadas sobre o que eu estou dizendo. E se você clicar no link segurança e privacidade, vai ver uma declaração enfatizando a importância da privacidade das informações individuais. Veja um trecho do texto:

(…)
Leia o restante do artigo Protesto: falha em sistema da Orizon expõe dados sigilosos de pacientes (664 palavras)


© Elvis for Elvis Fernandes, 2009. |
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