logo
  • Home
  • Acerca
  • Autores
  • Faq
  • Rede
  Twitter   Feed-me! RSS!
Jan 6

Livro Adobe Air em Ação a caminho

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, app, AR, Banco de Dados, busca, C#, class, control, CRUD, dados, Flex, for, game, Google, Gráfico, if, lite, Livro, mg, MXML, NaN, O, on, Outros, pagamento, RIA, Ria’s Geral, S+S, SQLite, Tema, UI, XML @ 01 6th, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Para quem acha que o Flex simplesmente morreu pode estar dando um tiro no pé. Está na hora de abrir a mente e continuar a estudar. 2012 já começou e estamos a todo vapor criando o livro Adobe Air em Ação.

Este livro será um pouco diferente dos outros, pois contará com prática, que é o que precisamos para aprender algo. Nada se aprende apenas na teoria, e hoje em dia a teoria está no ? google, a um click de uma boa busca.

Estamos criando um pequeno sistema financeiro, que terá Swiz, SQLite e gráficos, e iremos mostrar passo a passo toda a sua construção. Para matar um pouco da curiosidade, algumas telas a seguir do nosso “sisteminha”. Veja algumas telas a seguir:

Tela de estabelecimentos
Os arquivos até agora no projeto Adobe Air
Aplicação mxml principal, com o Swiz configurado
Tela para controlar o CRUD de estabelecimentos
AppManager controla o banco de dados, incluindo a sua criação
Tela de lançamentos
Tela de Centros de Custo
Tela de formas de pagamento

Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
Elvis Fernandes
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

Posts relacionados

  • Livro: Google Android“>Livro: Google Android (0)
  • Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost Installing your Rails/RestfulX app (and its gems) at Dreamhost“>Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost Installing your Rails/RestfulX app (and its gems) at Dreamhost (2)
  • CRUD com o RestfulX – aplicação funcionandoCRUD with RestfulX – live application“>CRUD com o RestfulX – aplicação funcionandoCRUD with RestfulX – live application (2)
  • CRUD com o RestfulX: Parte 1/2 – RetrieveCRUD with RestfulX: Part 1/2 – Retrieve“>CRUD com o RestfulX: Parte 1/2 – RetrieveCRUD with RestfulX: Part 1/2 – Retrieve (7)
  • Protesto: falha em sistema da Orizon expõe dados sigilosos de pacientes“>Protesto: falha em sistema da Orizon expõe dados sigilosos de pacientes (0)
  • Balsamiq Mockups: solução entre protótipos de alta e baixa fidelidade“>Balsamiq Mockups: solução entre protótipos de alta e baixa fidelidade (8)
  • Erro “bad line length character” no Git“>Erro “bad line length character” no Git (1)
  • Windows e Office: novidades da Microsoft“>Windows e Office: novidades da Microsoft (4)
  • Firefox Plugin – visualizar trace de SWFs“>Firefox Plugin – visualizar trace de SWFs (2)

© Elvis for Elvis Fernandes, 2011. |
Permalink |
Nenhum comentário |
Adicione ao
del.icio.us


Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Jun 6

Repositórios Dinâmicos Com Spring JPA

Escrito por Fábio Batista da Silva em .NET, 1, 2.0, action, app, AR, auto, BI, busca, buscas, C#, class, classe, CRUD, dados, Documentação, dynamic, email, Flex, geo, git, gmail, html, IE, if, image, int, interface, Java, JPA, map, mg, O, on, procura, rails, reference, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, Spring, string, tag, TAT, Tecnologia, UI, XML, XP @ 06 6th, 2011 | via http://www.flexria.com.br/home | Sem comentários
Fábio Batista da Silva
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Olá.

Escrevendo o post Java + MongoDB + Spring Data descobri o Spring Data JPA
e fiquei surpreso em descobrir algumas features como a criação de repositórios e consultas dinâmicas.
Neste Post vou falar um pouco sobre o Spring Data JPA e como ele pode lhe proporcionar uma maneira rápida e elegante de implementar seus repositórios.

O Spring Data JPA tem como principal objetivo facilitar a implementação das camadas de acesso a dados.
O Spring fica responsável pela implementação dos repositórios e oferece algumas funcionalidades sofisticadas e comuns na maioria dos CRUDs baseado na entidade que esta sendo gerenciada.

Nessa aplicação vou usar as entidades Contact, Phone, e o repositório ContactRepository.

As entidades são bem simples, é anotadas com o mapeamento de seus atributos e relacionamentos.
Contact.java

@Entity
@Table(name="phones")
public class Phone 
  @Id
  @GeneratedValue(strategy = GenerationType.AUTO)
  private Long id;

  @ManyToOne
  @JoinColumn(name="id_contact")
  private Contact contact;
  //getter and setter methods 
  ...

Phone.java

@Entity
@Table(name="contacts")
public class Contact 

   @Id
   @Column(name="id_contact")
   @GeneratedValue(strategy = GenerationType.AUTO)
   private Long id;

   @Column(name="name")
   private String name;

   @Column(name="email",unique=true)
   private String email;

   @OneToMany(mappedBy="contact",cascade=CascadeType.ALL, fetch=FetchType.LAZY)
   @Fetch(FetchMode.JOIN)
   @private Set<Phone> phones = new HashSet<Phone>();

  //getter and setter methods 
  ...

ContactRepository.java

public interface ContactRepository extends JpaRepository<Contact, Long> 

    public Contact findByEmail(String email);

Até aqui nada de novo, porem agora como a “mágica” do Spring JPA ..rsrs

A interface do repositório estende JpaRepository, essa interface tem alguns métodos comuns como findAll, findOne, save, delete, etc…
Normalmente teríamos que implementar essa interface criando uma classe ContactRepositoryImpl e registra-la como um bean do spring
para que então possamos utilizar o repositório.

Com o Spring JPA não é necessário escrever essa implementação :) ..
Não é magia meus amigos, é tecnologia !!!…rsrs

O Spring JPA vai procurar por interfaces de repositórios que estendam a interface JpaRepository,
e então criar uma implementação para a interface e registra-la como um bean.

Para isso so é necessário apenas adicionar a tag jpa:repositories no contexto do spring,
com isso o Spring sabe onde procurar os repositórios que ele teve implementar.

applicationContext.xml

// Declaração dos Beans, TransactionManager, DataSource, etc...

 base-package="br.com.flexria.springjpa.repository" />

Com isso a implementação do repositório já esta pronta para ser injetada é utilizada na aplicação.

@Autowired
ContactRepository repository;

repository.save(contact);

repository.delete(contact);

List<Contact> list = contactRepository.findAll();

Isso por si so ja é algo incrível so que o Spring Data JPA vai alem.

Algo que ja é comum no Rails, são os Dynamic attribute-based finders que é a possibilidade de realizar buscas dinâmica baseadas nos atributos do objeto
Em rails temos :

//"SQL : SELECT * FROM contacts WHERE email = 'fabio.bat.silva@gmail.com'"

Contact.where(:email =>"fabio.bat.silva@gmail.com")

//Usando Dynamic attribute-based finders
Contact.find_by_email "fabio.bat.silva@gmail.com"

É exatamente isso que o Spring Data JPA faz,
além de implementar do repositório com ele é possível utilizar buscas dinâmica baseadas nos atributos do objeto.

   // HQL : select c from Contact c where c.email = ?1
    public Contact findByEmail(String email);

   // HQL : select c from Contact c where c.name like ?1
    public List<Contact> findByNameLike(String name);

Com base em algumas palavras chaves varias consultas podem ser feitas :

Leia o resto aqui.

Jun 6

Repositórios Com Spring JPA

Escrito por Ebercom em .NET, 1, 2.0, 2009, 4, action, app, AR, auto, BI, busca, buscas, C#, class, classe, CRUD, dados, Diversos, Documentação, dynamic, email, Flex, geo, git, gmail, html, IE, if, image, int, interface, Java, JPA, map, mg, O, on, procura, rails, reference, RIA, Ria’s Geral, S+S, Spring, string, tag, TAT, Tecnologia, UI, XML, XP @ 06 6th, 2011 | via http://www.flexdev.com.br/home | Sem comentários
Ebercom
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Olá.

Escrevendo o post Java + MongoDB + Spring Data descobri o Spring Data JPA
e fiquei surpreso em descobrir algumas features como a criação de repositórios e consultas dinâmicas.
Neste Post vou falar um pouco sobre o Spring Data JPA e como ele pode lhe proporcionar uma maneira rápida e elegante de implementar seus repositórios.

O Spring Data JPA tem como principal objetivo facilitar a implementação das camadas de acesso a dados.
O Spring fica responsável pela implementação dos repositórios e oferece algumas funcionalidades sofisticadas e comuns na maioria dos CRUDs baseado na entidade que esta sendo gerenciada.

Nessa aplicação vou usar as entidades Contact, Phone, e o repositório ContactRepository.

As entidades são bem simples, é anotadas com o mapeamento de seus atributos e relacionamentos.
Contact.java

@Entity
@Table(name="phones")
public class Phone 
  @Id
  @GeneratedValue(strategy = GenerationType.AUTO)
  private Long id;

  @ManyToOne
  @JoinColumn(name="id_contact")
  private Contact contact;
  //getter and setter methods 
  ...

Phone.java

@Entity
@Table(name="contacts")
public class Contact 

   @Id
   @Column(name="id_contact")
   @GeneratedValue(strategy = GenerationType.AUTO)
   private Long id;

   @Column(name="name")
   private String name;

   @Column(name="email",unique=true)
   private String email;

   @OneToMany(mappedBy="contact",cascade=CascadeType.ALL, fetch=FetchType.LAZY)
   @Fetch(FetchMode.JOIN)
   @private Set phones = new HashSet();

  //getter and setter methods 
  ...

ContactRepository.java

public interface ContactRepository extends JpaRepository 

    public Contact findByEmail(String email);

Até aqui nada de novo, porem agora como a “mágica” do Spring JPA ..rsrs

A interface do repositório estende JpaRepository, essa interface tem alguns métodos comuns como findAll, findOne, save, delete, etc…
Normalmente teríamos que implementar essa interface criando uma classe ContactRepositoryImpl e registra-la como um bean do spring
para que então possamos utilizar o repositório.

Com o Spring JPA não é necessário escrever essa implementação :) ..
Não é magia meus amigos, é tecnologia !!!…rsrs

O Spring JPA vai procurar por interfaces de repositórios que estendam a interface JpaRepository,
e então criar uma implementação para a interface e registra-la como um bean.

Para isso so é necessário apenas adicionar a tag jpa:repositories no contexto do spring,
com isso o Spring sabe onde procurar os repositórios que ele teve implementar.

applicationContext.xml

// Declaração dos Beans, TransactionManager, DataSource, etc...

<jpa:repositories base-package="br.com.flexria.springjpa.repository" />

Com isso a implementação do repositório já esta pronta para ser injetada é utilizada na aplicação.

@Autowired
ContactRepository repository;

repository.save(contact);

repository.delete(contact);

List list = contactRepository.findAll();

Isso por si so ja é algo incrível so que o Spring Data JPA vai alem.

Algo que ja é comum no Rails, são os Dynamic attribute-based finders que é a possibilidade de realizar buscas dinâmica baseadas nos atributos do objeto
Em rails temos :

//"SQL : SELECT * FROM contacts WHERE email = 'fabio.bat.silva@gmail.com'"

Contact.where(:email =&gt;"fabio.bat.silva@gmail.com")

//Usando Dynamic attribute-based finders
Contact.find_by_email "fabio.bat.silva@gmail.com"

É exatamente isso que o Spring Data JPA faz,
além de implementar do repositório com ele é possível utilizar buscas dinâmica baseadas nos atributos do objeto.

   // HQL : select c from Contact c where c.email = ?1
    public Contact findByEmail(String email);

   // HQL : select c from Contact c where c.name like ?1
    public List findBynameLike(String email);

Com base em algumas palavras chaves varias consultas podem ser feitas :

Keyword Sample JPQL snippet
1
And
1
findByLastnameAndFirstname
1
2
… where x.lastname = ?1 and<br />
                    x.firstname = ?2
1
Or
1
findByLastnameOrFirstname
1
2
… where x.lastname = ?1 or<br />
                    x.firstname = ?2
1
Between
1
findByStartDateBetween
1
2
… where x.startDate between 1? and<br />
                    ?2
1
LessThan
1
findByAgeLessThan
1
… where x.age < ?1
1
GreaterThan
1
findByAgeGreaterThan
1
… where x.age > ?1
1
IsNull
1
findByAgeIsNull
1
… where x.age is null
1
IsNotNull,NotNull
1
findByAge(Is)NotNull
1
… where x.age not null
1
Like
1
findByFirstnameLike
1
… where x.firstname like ?1
1
NotLike
1
findByFirstnameNotLike
1
… where x.firstname not like ?1
1
OrderBy
1
findByAgeOrderByLastnameDesc
1
2
… where x.age = ?1 order by<br />
                    x.lastname desc
1
Not
1
findByLastnameNot
1
… where x.lastname <> ?1

Repositórios dinâmicos, consultas dinâmicas, Buscas baseadas em NamedQuery ou anotações, etc..
com certeza tem muita coisa a ser explorada no Spring Data JPA, me surpreendi com a facilidade e agilidade.

Vale apena dar uma conferida na documentação do Spring Data JPA

E Para quem tiver o interesse deixei a app no git
https://github.com/FabioBatSilva/spring-data-jpa

Abraço e até a próxima….

Click aqui para ver o post Original
Fábio B. Silva
Fabio B. Silva
http://www.flexria.com.br

Mai 21

Comparando ASP.net WebForms e ASP.net MVC

Escrito por Vinícius Sandim em .NET, 1, 2.0, 3.5, 3d, 3g, 4, 6, action, Ajax, app, AR, Arquitetura, Asp.Net, back, Banco de Dados, BI, browser, C#, C#.net, class, classe, classes, cliente, código, código fonte, comparação, Componente, Componentes, control, CRUD, css, dados, Desktop, developer, Download, Drag And Drop, err, event, Exemplos, explorer, Ferramenta, Flex, fonte, for, framework, function, gae, gc, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, Links, lista, map, menu, mg, mtv, mvc, O, on, Partilha, Pessoal, portal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, site, SQL Server, state, tag, TAT, template, tv, UI, uint, UX, Visual Studio, vs, web, xhtml, XML, XP @ 05 21st, 2011 | via http://www.viniciussandim.com | 1 comentário
Vinícius Sandim
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Eu confesso que nunca me interessei em desenvolver sites e muito menos aplicações web utilizando ASP.net, sempre achei que a metodologia “drag and drop” que o Web Forms nos proporciona não funciona legal na web, pois ela gera muito “lixo” para o navegador, e isso é crucial em uma WebAPP.

Portanto, desde que migrei de desktop (Delphi 7) para web, tenho trabalhado com o nosso querido Flex no Front End e o C#.net no Back End. Mas desde que o ASP.net MVC foi lançado, tenho acompanhado de perto a sua evolução, e confesso que ele tem me agradado bastante.

Para não perder o costume, venho hoje compartilhar com vocês um pouco do que tenho estudado, este post faz uma comparação de um projeto idêntico criado usando as duas metodologias.

Então chega de conversa e vamos ao que interessa:

As ferramentas que utilizei para criar os projetos foram:
• SQL Server 2008 Express
• Visual Web Developer Express 2010
• Framework ASP.net MVC 2.0

O projeto acessa uma base de dados com apenas uma tabela, com a seguinte estrutura:

Tabela

Não utilizei nenhum framework ORM, fiz o mapeamento das entidades manualmente, usando as classes nativas do Framework. (SqlConnection, SqlCommand e SqlDataReader).

Quando criei os projetos, utilizei os templates do prório Visual Web Developer:

CriandoProjeto

Para o projeto Web Forms, usei ASP.NET Web Application.
Para o projeto MVC usei: ASP.NET MVC 2 Web Application.

É claro que não vou fazer um passo a passo de como criar o projeto, o foco deste post não é isso, mas depois de pronto, nosso Solution Explorer do projeto WebForms ficará assim:

SolutionForms

Já o projeto MVC, tem uma estrutura um pouco maior, porque ele trabalha completamente “tipado”, temos as classes Model, Controller e View, como manda o figurino:

SolutionMVC

Certo, agora vamos ao objetivo, quando executo o projeto WebForms e acesso a página de clientes, o Framework gera este código HTML:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="en">


"../Styles/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />
"post" action="default.aspx" id="ctl01">
class="aspNetHidden"> "hidden" name="__EVENTTARGET" id="__EVENTTARGET" value="" /> "hidden" name="__EVENTARGUMENT" id="__EVENTARGUMENT" value="" /> "hidden" name="__VIEWSTATE" id="__VIEWSTATE" value="ZhpEPEbRGaEf3wxNFvEkKLAz6ze4Y1776/kxLQ+oQoJx5Ew6ZrkBOLulNNEfu2T+c9uFRH7RTl5UUrZ3A1gK1BMKQc174Sha+0Wt5wmfhTKcGIb1YUgfoyjwcO8TYaR3U3o3l/07IemJNiwmeH8cM7BzSKkWiBTRuwjyI6u7VHlH7TyWLCMw0bneQ8edbb2YBMnGslvv7YSjWb5RdYMIjhu77ZE4CwQwK75UxHI1QZUgHjIaNP7MrZpoxi+tQbCBVW9Lc3jZCq0gbouSkWw7epm9WZknpiH5T68BTGirDfP4BfUZygsyB6aHmrpdN47pKJz7kFH78soAuE4Yd1NWNk9mHK+6ErcoVe3EkH8ycfXm51UwzkwNp2XRdr2s2AANsWpDdxNhyDTo2Mia2/YrPGirUzqV62RWlVWpS/KBwBpdtSLlYVnLaU6eJyjrJhqXxKzTa8b3F1av8h40cX5teT+0odXAWB3E2GcrE9XGfwa1ACk5QQlFsh+UplF/dEuzes6UBjJd9LQS7kPVabfzs/y8L3BRsK0Rtb0i1unXfHMuq3eVg/XQGnwb9uEhL5EdHjniskkoUzQh1T2yJfPwajrjxU06M5Ba43Soj8pk03isqi4tBqBllPVkv13Hyz8eapd85VejaO+3CUqXVr3J9/3MvZWjNcA2QOef7H4xKmtVExbxingFQqj5K5appmJReVczk8/HLCOnLD+Wa5/7CKWTj/OucQgIgPYnGEpzMZUlKJZFLAeFfwwkR2XVZcyyCoYWjK2pJX5zuCXMVkMxKCCuWjVvtl3GPfUkz1nsgP/Jtyq7vSdiXdGE/qxV8yRGJN5h4MlvVOfYq2gKspcNIZzwCzVCidhdoY8SYjnz+qyIXmXxXD3VkF2XGbcId86i/qOkwOyk9UcAS8iR+Es/MkQg7WximaQQji+o67grOaE=" />
class="aspNetHidden"> "hidden" name="__VIEWSTATEENCRYPTED" id="__VIEWSTATEENCRYPTED" value="" /> "hidden" name="__PREVIOUSPAGE" id="__PREVIOUSPAGE" value="J0z-AYjFMhWT0kpqMD21gr0HoEKRmyw5_w3a37YYi27BAPn9DepNebG_20nPZ-VajOl1_KCPnab6uApAzjeQe7rOkN95u7baMYMKLA59Jpw1" /> "hidden" name="__EVENTVALIDATION" id="__EVENTVALIDATION" value="IRcnHy6RQ1JCPCa5l/6k5JvtDNRbcbaJH7wDUCh/MVtgwLHo5W/iwGkTGRYeZHjYgqrWjjGjzZQvt+FJuMho2GE+Qf3syKzyeGXquF9a/Ws577KUO6oFdTWrhmsBXMMh" />
class="page">
class="header">
class="title">

My ASP.NET Application

class="loginDisplay"> [ "../Account/Login.aspx" id="HeadLoginView_HeadLoginStatus">Log In ]
class="clear hideSkiplink"> "#NavigationMenu_SkipLink"><span"Skip Navigation Links" src="/WebResource.axd?d=xFBnuqKYnqgWTzzLZBOde45ezhDnXgdvOgtOQCvZwJw6xfKBic_vxFOBRotUqhEobwKQWWgbNXfNYvZsldu9uZj6j6aYf49eocT9vsEpgtM1&t=634356288728593750" width="0" height="0" style="border-width:0px;" />
class="menu" id="NavigationMenu">
    class="level1">
  • class="level1" href="../Default.aspx">Home
  • class="level1" href="../About.aspx">About
"NavigationMenu_SkipLink">
class="main"> Listagem Completa de Clientes
"0" rules="all" border="1" id="MainContent_GridView1" style="border-collapse:collapse;">
"col">Id_Cliente "col">Nome "col">CPF "col">RG "col">Idade "col"> "col">
17 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "Edita.aspx?Id_Cliente=17">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_0" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl02$LinkButton1','')">Excluir
19 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "Edita.aspx?Id_Cliente=19">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_1" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl03$LinkButton1','')">Excluir
18 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "Edita.aspx?Id_Cliente=18">Editar "return confirm('Tem certeza?');" id="MainContent_GridView1_LinkButton1_2" href="javascript:__doPostBack('ctl00$MainContent$GridView1$ctl04$LinkButton1','')">Excluir
"submit" name="ctl00$MainContent$btnInserir" value="Inserir novo cliente" onclick="javascript:WebForm_DoPostBackWithOptions(new WebForm_PostBackOptions("ctl00$MainContent$btnInserir", "", false, "", "Insere.aspx", false, false))" id="MainContent_btnInserir" />
class="clear">
class="footer">

Dêem uma olhada em quanto código os componentes criam. É muita coisa, imaginem isso em um grande portal? Americanas.com gerando este código? Meio inviável não? Aproveito para destacar o código gerado pelo ViewState, herói e vilão do Web Forms.

Agora vamos comparar a mesma página gerada pelo projeto MVC:

"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml">

    Index


"Content/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />


class="page">
"header">
"title">

My MVC Application

"logindisplay"> [ "/Account/LogOn">Log On ]
"menucontainer">
    "menu">
  • "/">Home
  • "/Home/About">About
"main">

Listagem completa de clientes:

Código Nome CPF RG Idade
30 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=30">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=30" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
32 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=32">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=32" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
31 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=31">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=31" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir |
"/Cliente/Create">Novo cliente...
"footer">

O que acham? As duas páginas fazem exatamente a mesma coisa, no entato o MVC gera beeeem menos código.

Bom pessoal, essa é apenas uma das vantagens do MVC, posso destacar outras:

  • Controle total do código que será enviado ao navegador;
  • Arquitetura em camadas, códigos completamente separados;
  • Classes que auxiliam a geração do HTML para o browser de acordo com as ações do Controlador, sem lixo!;
  • Facilidade de se implementar Ajax (de verdade) no seu projeto.
  • Integração com o Jquery usando classes do Framework;

Bom é isso, vou me despedindo, mas antes deixo o código fonte dos dois projetos disponíveis para download.

Mai 13

JavaScriptMVC

Escrito por Fábio Batista da Silva em 1, 2.0, 6, action, Ajax, Aplicativos, app, AR, back, backend, BI, C#, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, configuração, control, CRUD, css, dados, demo, Desenvolvimento, Design Patterns, development, Dica, dispatchEvent, Download, email, err, erro, error, Estilo, event, Evento, Eventos, Ferramenta, Flex, fonte, for, Formulário, formulario de contato, framework, function, gestão, git, Google, html, html5, IE, if, image, int, Java, Javascript, JQuery, label, labs, lista, map, mg, mvc, O, on, padrão, PHP, Plugin, pt, rails, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, serviço, Serviços, string, tag, TAT, Tecnologia, template, Teste, tv, UI, uint, update, UX, web @ 05 13th, 2011 | via http://www.flexria.com.br/home | Sem comentários
Fábio Batista da Silva
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Olá,

Com a chegada eminente do HTML5 e outras tecnologias baseadas em javascript como MongoDB e node.js
tenho deixado o Flex o meio de lado e me dedicado um pouco mais ao javascript.
Porem fica a questão, Como ter um front-end com a mesma performance, escalabilidade e desacoplamento que o flex permite ?
Realmente nesses termos ainda não encontrei nada que me proporcione o que o Flex proporciona.

Nesse Post vou falar um pouco sobre Framework JavaScriptMVC
Me perece uma das melhores alternativas para manter um frond-end JavaScript/HTML

JavaScriptMVC é formado por uma seria de ferramentas para construção de aplicativos JavaScript e consiste nos seguintes componentes:

  • StealJS -Gestão de Dependência
  • FuncUnit – Testes Unitários
  • jQueryMX – Biblioteca de Componentes
  • DocumentJS – Geração de JSDoc

O JavaScriptMVC pode ser utilizado com qualquer back-end , java,php,rails, etc…
Ele pode ser instalado baixando diretamente aqui ou instalando cada componente individualmente atreves do github.

Os componentes devem ficar nas raiz do diretório web da sua aplicação, nesse caso a pasta public.
Então as estrutura da aplicação fica assim.

public
  /documentjs
  /funcunit
  /jquery
  /steal
  /js

O JavaScriptMVC tem ferramentas de geração de código para auxiliar na criação da aplicação.
Vamos começar criando a aplicação pelo terminal, então o JavaScriptMVC vai gerar toda a estrutura do projeto.

    cd path-to-application/public/
   ./js jquery/generate/app contacts

Assim como o rails o JavaScriptMVC possui scaffolds que podem gerar seu CRUD.
Para isso basta executar o comando scaffold passando como parâmetro o nome do modelo.
Os nomes das classes seguem o seguinte padrão : ..
então temos o model “Contacts.Models.Contact”

     ./js jquery/generate/scaffold Contacts.Models.Contact

O JavaScriptMVC vai gerar o controlador, modelos, views e testes unitários da aplicação.
Porem o único arquivo que sera incluído na aplicação é o steal.js ele é responsável por gerenciar as dependências da aplicação.
No ambiente de desenvolvimento ele vai incluir individualmente todos os controladores, modelos, etc..

 type='text/javascript'  src='../steal/steal.js?contacts,development'>>

O parâmetro “?contacts” na tag de inclusão indica o nome do arquivo de configuração que tem o mesmo nome da aplicação nesse caso contacts.js
nele ficam mapeados todas dependências do projeto que serão gerenciadas pelo StealJS
contacts/contacts.js – Arquivo de configuração

steal.plugins(
    'jquery/controller',
    'jquery/controller/subscribe',
    'jquery/view/ejs',
    'jquery/controller/view',
    'jquery/model',
    'jquery/lang/json',
    'jquery/dom/form_params')

.css('contacts')

.resources()
.models('contact')
.controllers('contact')
.views();

Depois de fazer uma refatoração a aplicação ficou assim :

contacts/view/contact/contacts.html – Tela inicial da aplicação

>
    >
        >JS - MVC>
         type='text/javascript'  src='../steal/steal.production.js?contacts'>>
    >
    >
        
 id='contacts'>
            
>Contacts>
            
 id='contact'>>
        >
    >
>

contacts/view/contact/list_view.ejs – Template para a listagem de contatos


 class="link">
     href="javascript://" class='text_button create' >Create>
    
/>
>

 class="table">
    
>
        
>
            
>Name>
            
>E-Mail>
            
> >
        >
    >
    
>
        <%for(var i = 0; i < contacts.length ; i++)%>
        
 <%= contacts[i]%>>
            
><%= contacts[i].name%>>
            
><%= contacts[i].email%>>
            
 class="last">
                 href='javascript://' class='edit'>edit>%>
    >
>

contacts/view/contact/list_view.ejs – Template para o formulario de contatos


 <%= contact%> >
    
 action="#" class="form">
        
>
             class="label">Name>
            
 type="text" class="text_field" id="name" name="name" value="<%= contact.name%>" />
             class="label">E-Mail>
            
 type="text" class="text_field" id="email" name="email" value="<%= contact.email%>" />
        >
        
 class="link">
             href="javascript://" class="text_button save">Save>
             href="javascript://" class="text_button cancel">Cancel>
        >
    >
>

contacts/models/contact.js – Classe ‘Contacts.Models.Contact’ Reponsavel pela abstração do acesso aos serviços

$.Model.extend('Application.Models.Contact',
/* @Static */

    /**
     * Service url.
     */
    url: 'http://localhost/patho-to-app/contacts/',

    /**
     * Recupera os dados dos contacts do serviço no backend.
     * @param Object params
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    findAll: function( params, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url,
            type    : 'get',
            dataType: 'json',
            data    : params,
            success : this.callback(['wrapMany',success]),
            error   : error
        );
    },
    /**
     * Cria um novo contacto
     * @param Object attrs
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    create: function( attrs, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'save',
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            error   : error,
            success : success,
            data    : contact:attrs
        });
    }
    /**
     * Altera os dados de um contacto
     * @param String id
     * @param Object attrs
     * @param Function success
     * @param Function error
    */
    update: function( id, attrs, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'save',
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            data    : contact:attrs,
            success : success,
            error   : error
        });
    },
    /**
     * Remove um contacto
     * @param String id
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    destroy: function( id, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'destroy/id/'+id,
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            error   : error,
            success : success
        );
    },
},
);

contacts/controllers/contact_controller.js – Classe ‘Contacts.Controllers.Contact’ Responde a eventos da view e do modelo

$.Controller.extend('Contacts.Controllers.Contact',onDocument: true,

     /**
     * Função chamada quando a página é carregada
     */
     load: function()
        this.findAll();
     ,

     /**
     * Função que renderiza a listagem de contatos apartir do template /contacts/views/list_view.ejs
     * @param Array contacts
     */
     listView: function( contacts )
        $('#contact').html(this.view('list_view', contacts:contacts ));
     },

     /**
     * Função que renderiza o formulario de contatos apartir do template /contacts/views/form_view.ejs
     * @param Contacts.Models.Contact contact
     */
     formView: function(contact)
        $('#contact').html(this.view('form_view', contact:contact));
     },

     /**
     * Função que lista os contatos atraves do model e renderiza a tela quando obtem resultado
     */
     findAll: function(){
        Contacts.Models.Contact.findAll(, this.callback('listView'));
     },

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link create
     */
    '.create click': function()
        // cria um novo contato e monta o formulario
        var contact = new Contacts.Models.Contact();
        this.formView(contact);
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'click' no link edit
     * @param jQuery el
     */
    '.edit click': function( el )
        // Recupera o contato selecionado e monta o formulario
        var contact = el.closest('.contact').model();
        this.formView(contact);
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'click' no link destroy
     * @param jQuery el
     */
    '.destroy click': function( el )
        if(confirm("Are you sure you want to destroy?"))
            // Recupera o contato selecionado e o remove
            var contact = el.closest('.contact').model();
            contact.destroy();
        
     },

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link save
     * @param jQuery el
     */
    '.save click': function(el)
        // Recupera o contato selecionado
        var contact = el.closest('.contact').model();
        // Recupera os dados do formulario
        var attrs   = $('.form').formParams();
        // Atualiza os dados no "objeto"
        contact.attrs(attrs);
        // Salva
        contact.save();      	// a função save é erdada do objeto Model
                               // ela verifica se o objeto ja existe e chama o metodo create ou update
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link cancel
     */
    '.cancel click': function()
        this.findAll();
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'created' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    'contact.created subscribe': function( called, contact )
        this.findAll();
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'updated' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    'contact.updated subscribe': function( called, contact )
        this.findAll();
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'destroyed' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    "contact.destroyed subscribe": function(called, contact)
        this.findAll();
     
});

Agora antes de colocar a aplicação em ambiente de produção podemos compactar todos os arquivos .js e .css gerando uma versão final.

 ./js contacts/scripts/build.js

O StealJS utiliza o Google Closure para compactar todos os arquivos
e gerar arquivos compactados/concatenados que serão usados em produção contacts/production.js e contacts/production.css .

Com isso reduzimos todos os arquivos da aplicação, estilos, plugins, etc.. são reduzidos a apenas um arquivo .js e um arquivo .css.
E para mudar as configuração do ambiente temos apelas que mudar o tag de inclusão do StealJS

<script type='text/javascript'  src='../steal/steal.production.js?contacts'>script>

Esse foi apenas uma pequena amostra do JavaScriptMVC.
Com essa estrutura ele nos permite construir grandes aplicações de forma modular
com um bom ambiente de teste, velocidade no desenvolvimento e performance no ambiente de produção.

Essa aplicação esta rodando aqui : http://flexria.com.br/labs/js-mvc/
E os fontes estão disponíveis no github : https://github.com/FabioBatSilva/js-mvc

Abraço e até a próxima…. ;-)

Fev 25

Two-way Data Binding – Flex 4

Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, app, AR, back, BI, blog, carregar, código, CRUD, Data Binding, demo, exemplo, Flex, Flex 3, Flex 4, fonte, for, function, ide, IE, if, int, label, layout, library, Linha de Código, MXML, novidade, Novidades, O, on, pt, RIA, Ria’s Geral, spark, string, TAT, TextInput, Twitter, Two-way Data Binding, UI, uint, XML @ 02 25th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Two-way data binding é uma das novidades do flex 4 e para quem não conhece, vou mostrar como funciona e o que mudou em relação ao Flex 3.

No Flex 3 tinhamos data binding de apenas uma via, como mostra o exemplo abaixo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. “tiValor1″/>
  2. “tiValor2″ text=“{tiValor1.text}”/>

Nesse exemplo, caso o valor da caixa de texto do tiValor1 mudasse, o valor da caixa de texto do tiValor2 seria alterado também, porém, se o valor da caixa tiValor2 fosse alterado, nada seria refletido a caixa de texto tiValor1.

No Flex 4 temos data binding de duas vias, como mostra o exemplo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. “tiValor1″/>
  2. “tiValor2″ text=“@{tiValor1.text}”/>

Nesse exemplo notamos que a anotação “@” foi colocada antes do meu código “{tiValor1.text}”, essa anotação identifica um data binding de duas vias. O resultado desse exemplo é: Caso eu altere o texto da caixa de texto tiValor1, ele será refletido na caixa de texto tiValor2, e vice-versa.

Obviamente esse exemplo da funcionalidade é muito básico e serve apenas para demonstrar a funcionalidade, logo vou apresentar uma situação real que acontece a todo momento em qualquer aplicação.

Para o nosso exemplo real, vou utilizar uma situação comum para qualquer tipo de aplicação, o CRUD. Para todo CRUD precisamos sempre fazer essas 3 operações:
1. Mostrar o objeto carregado do back-end nas caixas de texto. (Famoso método carregaObjeto)
2. Atualizar o objeto com os novos valores das caixas de texto. (Famoso método preencherObjeto)
3. Limpar as caixas de textos. (Famoso método limpar)

No flex 3 teriamos o seguinte cenário.
Para a situação 1:
caixaDeTexto.text = Objeto.valor;
Para a situação 2:
Objeto.valor = caixaDeTexto.text;
Para a situação 3:
caixaDeTexto.text = “”;

Para quem usava o data binding do flex 3 de uma forma correta, conseguia resolver uma das situações com ele, mas nas outras situações sempre acabava escrevendo a linha de código apresentada.

No flex 4 poderiamos resolver da seguinte forma:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. “caixaDeTexto” text=“@{Objeto.valor}”/>

Com essa simples mudança, nós evitaríamos todas as situações acima, dispensando os métodos de carregarObjeto, preencherObjeto e limpar objeto.

Veja o exemplo funcional abaixo:

Fonte:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. xml version=“1.0″ encoding=“utf-8″?>
  2. “http://ns.adobe.com/mxml/2009″
  3. ? ? ? ? ? ?? ? xmlns:s=“library://ns.adobe.com/flex/spark” maxHeight=“400″ maxWidth=“600″
  4. ? ? ? ? ? ?? ? xmlns:mx=“library://ns.adobe.com/flex/mx” width=“600″ height=“400″ xmlns:local=“*”>
  5. ? ?
  6. ? ? ? ? “user”>
  7. ? ? ? ? ? ? 1
  8. ? ? ? ? ? ? Bruno Sales
  9. ? ? ? ? ? ? São Paulo
  10. ? ? ? ?
  11. ? ?
  12. ? ?
  13. ? ?
  14. ? ? ? ? [CDATA[
  15. ? ? ? ? ? ? private function recarregar():void
  16. ? ? ? ? ? ? {
  17. ? ? ? ? ? ? ? ? user = new User("1", "Bruno Sales", "São Paulo");
  18. ? ? ? ? ? ? }
  19. ? ? ? ? ]]>
  20. ? ?
  21. ? ?
  22. ? ?
  23. ? ? ? ? “middle” horizontalAlign=“center”/>
  24. ? ?
  25. ? ?
  26. ? ? “Form” width=“250″ height=“180″>
  27. ? ? ? ?
  28. ? ? ? ? ? ? “Id”>
  29. ? ? ? ? ? ? ? ? “tiValor1″ text=“@{user.id}” maxChars=“20″/>
  30. ? ? ? ? ? ?
  31. ? ? ? ? ? ? “Nome”>
  32. ? ? ? ? ? ? ? ? “tiValor2″ text=“@{user.nome}” maxChars=“20″/>
  33. ? ? ? ? ? ?
  34. ? ? ? ? ? ? “Cidade”>
  35. ? ? ? ? ? ? ? ? “tiValor3″ text=“@{user.cidade}” maxChars=“20″/>
  36. ? ? ? ? ? ?
  37. ? ? ? ? ? ? “right”>
  38. ? ? ? ? ? ? ? ? Button label=“Limpar” click=“user = new User()”/>
  39. ? ? ? ? ? ?
  40. ? ? ? ?
  41. ? ?
  42. ? ?
  43. ? ? “Objeto User” width=“300″ height=“180″>
  44. ? ? ? ?
  45. ? ? ? ? ? ? “middle” horizontalAlign=“center”/>
  46. ? ? ? ?
  47. ? ? ? ? “label” text=“{user.toString()}”/>
  48. ? ? ? ? Button label=“Recarregar Objeto” click=“recarregar()”/>
  49. ? ?
  50. ?
Jan 29

Trabalhando com SQLite em aplicações Flex Mobile (android) usando o Flash Builder Burrito

Escrito por Willian Mano em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Air, Android, aplicacao, aplicaçoes, app, AR, arte, Artigo, auto, Banco de Dados, BI, blog, botão, C#, case, class, classe, código, código fonte, Componente, Componentes, CRUD, dados, Desenvolvimento, Download, DRE, email, event, Evento, flash, flash builder, Flex, fonte, for, function, IE, if, image, imasters, int, lite, mg, mobile, O, on, pt, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, screencasts, site, SQLite, state, Sun, TAT, Teste, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, uint, update, XP @ 01 29th, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
Willian Mano
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Depois de muito tempo fora dos palcos estou de volta, dessa vez com uma série de tutoriais focados principalmente no desenvolvimento de aplicações para android utilizando o flash builder burrito.

Neste primeiro tutorial eu irei mostrar como criar algumas operações do CRUD em uma aplicação android utilizando um banco de dados local, neste caso o SQLITE. Não vou explicar como criar um novo projeto ou mesmo os componentes de uma aplicação android, para isso assista aos screencasts no site do Igor costa e também no blog da dclick.

Primeiramente vamos criar no nosso arquivo principal a conexão com o banco e também a criação de uma tabela.


protected function createDb():void 

var sqlConnection:SQLConnection = new SQLConnection();

sqlConnection.open(File.applicationStorageDirectory.resolvePath("testeDb.sqlite"));

var stmt:SQLStatement = new SQLStatement();

stmt.sqlConnection = sqlConnection;

stmt.text = "CREATE TABLE IF NOT EXISTS contatos (" +
"id INTEGER PRIMARY KEY AUTOINCREMENT," +
"nome VARCHAR(200) NOT NULL," +
"telefone VARCHAR(45) NOT NULL," +
"email VARCHAR(200) DEFAULT NULL)";

stmt.execute();

A função createDb é executada na método initialize da aplicação.
A variável sqlConnection na linha 3 é responsável pela conexão.
Na linha 5 é criado o arquivo SQLite para a aplicação
Na linha 7 a varável stmt é responsável pelas instruções SQLite.
É criada a conexão na linha 9.
Na linha 11 é a instrução SQLite que será executada, nesse caso a criação da tabela na nossa base testeDb.sqlite.
Na linha 17 é executada a instrução SQLite da linha 11.

Pronto, depois da tabela criada vamos criar a nossa view para poder cadastrar dados nela.

A função para salvar os dados é bem simples. Adicione um evento para o clique do botão e nele adicione o seguinte código.


var sqlConnection:SQLConnection = new SQLConnection();
sqlConnection.open(File.applicationStorageDirectory.resolvePath("testeDb.sqlite"));

var stmt:SQLStatement = new SQLStatement();
stmt.sqlConnection = sqlConnection;

stmt.text = "INSERT INTO contatos (nome, telefone, email) VALUES" +
"('" + txiNome.text + "', '" + txiTelefone.text + "', '" + txiEmail.text + "')";

stmt.execute();

navigator.popView();

Bom para quem já desenvolveu alguma app em Air utilizando o SQLite percebe que a conexão é feita da mesma forma. Se você deseja melhorar seu código (assim como eu) sugiro a leitura do post do Andre Casertano no site da Imasters. Ele mostra como criar uma classe de conexão com o SQLite e também explica um pouco melhor sobre como é feita essa conexão no primeiro posto sobre o assunto.

No código fonte eu coloquei também as operações de update e delete. Esta bastante simples. No próximo post eu prometo melhorar um pouco… =D

Download do fonte.

Post to Twitter

Jan 29

Resolvendo problemas com Rails, RVM, openssl e readline no Ubuntu

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2009, 4, 6, aplicacao, app, AR, arte, BI, checkBox, checkboxes, configuração, CRUD, Desenvolvimento, Dica, DRE, err, erro, error, exemplo, for, habtm, IE, instalação, int, Introdução, live, NaN, O, on, permalink, problema, problemas, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, RoR, ruby, ruby on rails, screen, Screencast, site, ssl, tag, UI, uint, update, XML @ 01 29th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
Elvis Fernandes
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Se você está começando a trabalhar com RVM no Ubuntu, pode encontrar alguns problemas de configuração quando tentar executar o script/console (Rails 2.x), como por exemplo:

no such file to load -- readline (LoadError)

ou ainda

no such file to load -- openssl (LoadError)

O site oficial do RVM oferece uma solução, mas que não se aplica a todos os ambientes.

Para resolver esse problema é necessário fazer o seguinte:

1) Instale as bibliotecas do openssl e do readline via apt:

$ sudo apt-get install libreadline6 libreadline6-dev openssl libssl0.9.8 libssl-dev libopenssl-ruby

2) Remova a versão instalada do Ruby via RVM e reinstale indicando os diretórios do readline e do openssl:

$ cd 
$ rvm remove 1.8.7
$ rvm install 1.8.7 --with-readline-dir=/usr/include/readline/ --with-openssl-dir=/usr/include/openssl/

Este exemplo aplica-se à versão 1.8.7 do Ruby no Ubuntu 10. Faça as adaptações necessárias para adequar ao seu ambiente. Esta solução foi testada com a versão 2.3.10 do Rails – acredito que pode ser aplicada a outras versões também.

Funcionou com você em outras configurações? Deixe um comentário!

Posts relacionados

  • Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost Installing your Rails/RestfulX app (and its gems) at Dreamhost“>Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost Installing your Rails/RestfulX app (and its gems) at Dreamhost (2)
  • CRUD com o RestfulX – aplicação funcionandoCRUD with RestfulX – live application“>CRUD com o RestfulX – aplicação funcionandoCRUD with RestfulX – live application (2)
  • CRUD com o RestfulX: Parte 2/2 – Create, Update e DeleteCRUD with RestfulX: Part 2/2 – Create, Update, and Delete“>CRUD com o RestfulX: Parte 2/2 – Create, Update e DeleteCRUD with RestfulX: Part 2/2 – Create, Update, and Delete (2)
  • Instalação “avançada” do RestfulX no seu projeto Rails“Advanced” installation of RestfulX into your Rails app“>Instalação “avançada” do RestfulX no seu projeto Rails“Advanced” installation of RestfulX into your Rails app (0)
  • Introdução ao RestfulXIntroduction to RestfulX“>Introdução ao RestfulXIntroduction to RestfulX (0)
  • Screencast: desenvolvendo uma aplicação com RestfulX em menos de 5 minutos“>Screencast: desenvolvendo uma aplicação com RestfulX em menos de 5 minutos (8)
  • Usando checkboxes em uma relação habtm no Rails“>Usando checkboxes em uma relação habtm no Rails (6)
  • Instalando o Rails 2 no Debian“>Instalando o Rails 2 no Debian (3)
  • Criando XML no Rails com caracteres acentuados“>Criando XML no Rails com caracteres acentuados (0)
  • RestfulX – Introdução, instalação, configuração e primera aplicação em 5 minutos“>RestfulX – Introdução, instalação, configuração e primera aplicação em 5 minutos (16)

© Elvis for Elvis Fernandes, 2011. |
Permalink |
Nenhum comentário |
Adicione ao
del.icio.us


Tags: openssl, Rails, readline, ruby on rails, rvm, ubuntu

« Entradas anteriores |

ACERCA

O que é o RedeRIA ?

O redeRIA não é nada mais que um agregador de feed's que disponibiliza o conteudo de varios blogs e autores ao redor do mundo RIA, actualmente agregamos mais de 2755 entradas vindas de 53 blogs especializados em ria’s, pelo que só fica a ganhar em assinar o feed ou seguir a comunidade no twitter.

Se acha que o seu blog ou um blog de um amigo é interessante e util para os leitores o redeRIA, faça a sua submissão aqui.

Feed: assine já
Twitter: siga-nos

GOOGLE

Votação


Deveria o RedeRia agregar conteúdo em inglês?
Ver Resultados

AUTORES


Eduardo KrausAlexandre TadashiBindableCognitiva SoluçõesDaniel LopesDaniel SchmitzDanielPedrinhaDClick TeamEbercomEdgard DavidsonElvis FernandesErko BrideeFabiel PrestesFábio Batista da SilvaFabio da SilvaFabriccio BernardesFelipe BorellaFlavia MoreiraGabriel VersalliniGabriela T. PerryIgor MusardoJanderson CardosoJoão AugustoJose Carlos FielKelps SousaLeonardo FrançaLucas MarçalLuis MessiasLuiz TarabalMario JuniorMário SantosMauro MartinsPablo SouzaPedro ClaudioreneRia BrazilriaPTRicardo CerqueiraRobson FernandesRodrigo Pereira FragaSaintBrSamuelFacchinelloSergio SouzaSilva DeveloperStefan HorochovecTech CaffeTecinforThiago BuenoVedVinícius SandimWillian ManoXAML Cast

PUBLICIDADE








Powered by Wordpress & msdevstudio.com