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Jan 6

Veja o suporte dos browsers às novidades de html5, css3 e javascript

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Android, AR, BI, blog, browser, C#, comparação, css, css3, Desktop, Dicas, engine, filtra, for, Google, html, html5, ide, IE, if, image, Java, Javascript, Links, lista, map, mg, mobile, News, novidade, Novidades, O, on, Outros, problema, procura, pt, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, UI, window, windows, XP @ 01 6th, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Hoje eu reencontrei um site muito útil que eu já havia visto algum tempo atrás mas havia perdido o link. O site se chama “When can I use…” e contém diversas tabelas comparativas mostrando o suporte dos principais browsers ? s novidades de CSS, HTML5, SVG, Javascript e outros.

When can I use rodando no IE9

Clicando nos links das funcionalidades é possível ver as tabelas comparativas de suporte dos browsers e também é possível mudar os filtros para exibir outras funcionalidades.

As tabelas de comparação contam também com alguns browsers de smartphone, mas o Windows Phone não consta na lista (tem apenas iOS, Android, Opera Mini e Opera Mobile). Mas isso não é um problema pois o IE do Windows Phone usa a mesma engine de renderização do desktop, com a única diferença de que não suporta plug-ins, então basta olhar a versão do IE normal na lista para ver se suporta a funcionalidade desejada. O IE do Windows Phone 7.0 (versão lançada na Europa e EUA em 2010) usa a engine do IE 7 e o Windows Phone 7.1 (Mango, lançado em 2011, inclusive no Brasil) usa a engine do IE 9.

tabelas de compara??o com filtros expandidos, permitindo filtras as funcionalidades e browsers procurados

Se você estiver trabalhando em um projeto usando HTML5, este site com certeza será muito útil para ajudar a identificar os pontos críticos do projeto do ponto de vista de suporte e portabilidade entre plataformas.



Dez 12

O Twitter altera a versão do Tweetdeck para uma webapp?!

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, api, aplicacao, app, app store, apple, AR, blog, browser, C#, class, cliente, css, Curso, Cursos, demo, Dica, Dicas, event, exemplo, for, html, ide, IE, if, image, int, internet, Links, lógica, Mac, mg, O, on, problema, problemas, RIA, Ria’s Geral, S+S, TAT, Twitter, UI, web, window, windows, Wordpress @ 12 12th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Eis que na semana passa foi uma loucura a quantidade de posts e pessoas falando da nova vers?o do Tweetdeck “nativa”, para Windows e Mac OS que substituiu a vers?o anterior em Adobe AIR. Os Appletards (man?acos, tarados pela Apple) foram ao del?rio, mas…

http://www.tweetdeck.com/

MacMagazine : Agora o Tweetdeck ? nativo

Tecnoblog: Twitter chuta Adobe AIR para escanteio

Os coment?rios dos tards comemorando o fato s?o hil?rios, perdemos funcionalidades e recursos e eles comemoram por agora a aplica??o ser “nativa”

A minha opini?o:

A perda de funcionalidades foi not?ria…

Perda de funcionalidades = retrocesso

Perdemos: encurtador de links, atualiza??o em real-time dos tuites, o upload de fotos n?o funcionou em nenhuma das minhas frustradas tentativas de uso, ao ficar um periodo sem conectividade a internet o novo aplicativo n?o consegue mais recuperar os tuites. Essas foram os problemas que encontrei nessa nova vers?o.

Vi muita gente elogiando pelo simples fato de (creio eu n?o gostarem d) o Adobe AIR n?o ser a base desde cliente…

Analisando tecnicamente e tecnologicamente o ocorrido:

Temos aqui nada mais que o cliente web: https://web.tweetdeck.com/ empacotada como uma webapp instal?vel no Mac.

Ao analisar o conte?do do pacote TweetDeck (a aplica??o) no Mac, temos /Content/Resources/htdocs todo o c?digo html+js+css da aplica??o a qual pelo que observei a web vem a ser a mesma.

Ainda n?o identifiquei qual solu??o de webapp foi utilizada para gerar o instal?vel, mas tenho a respectiva suspeita em ordem:

1 – Appcelerator Titanium

2 – Mozilla Prims

3 – o Twitter desenvolveu sua propria solu??o de empacotamente da webapp

Caso voc?, assim como eu instalou a nova vers?o e desinstalou a antiga, crendo que a nova manteria as funcionalidades da antiga e se arrependeu, ainda tem como voltar para a vers?o antiga e deixar de usar esse lixo da nova vers?o…

Encontrei:

- um post de outra pessoa que como eu n?o gostou da nova vers?o

- uma outra vers?o antiga do Adobe AIR Market


Veja também:

  • [ Adobe AIR ] Color Browser
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • GVT – Power Music Club
  • Adobe AIR – FileSearch
  • [Adobe AIR 2 : NativeProcess] projeto de exemplo : Windows Console
Dez 8

JQuery: Compatibilidade de CSS com utilização de cssHooks.

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, action, api, AR, BI, blog, browser, C#, código, css, css3, custom, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, development, Dica, Diversos, efeito, efeitos, err, exemplo, explorer, Ferramenta, filter, for, function, html, IE, if, image, int, internet, Introdução, Java, Javascript, JQuery, lógica, Microsoft, NaN, O, object model, on, Outros, padrão, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, TAT, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 12 8th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Twitter!


Introdução

Um desafio de todo desenvolvedor html é manter o seu site compatível com todos os browsers ( em especial o Internet Explorer ), devido as limitações e detalhes na implementação de cada um, isso é um fato inegável, e qualquer um que ja tentou um dia desenvolver alguma coisa em html sabe disso.

Em projetos pequenos podemos tomar conta disso sem a necessidade de nenhuma ferramenta extra, entretanto com o? crescimento? do projeto? a tendência ? é que estes trechos de códigos para manter a compatibilidade fiquem tão grande quanto o código do próprio site em si, tornando difícil de manter e etc.

jQuery

Nesta hora é importante conhecer as ferramentas que existem para ajudar o desenvolvimento, e utiliza-las de maneira correta. Uma ferramenta importante no desenvolvimento html é o jQuery.

Para quem não sabe o que é, o jQuery é uma biblioteca javascript que facilita a manipulação do DOM ( Document Object Model ) html, ou seja, facilita a manipulação da sua página html.

Para entender melhor do que este post se trata é necessário ter um conhecimento básico da biblioteca jQuery

Hooks

Muitos dos métodos get e set do jQuery podem ser extendidos para casos especiais, estas extensões são conhecidas como hooks. O namespace $.cssHooks permite extender o método .css(), permitindo criar novas propriedades de CSS.

Os hooks podem ser utilizados como uma solução elegante para a compatibilidade de CSS em diferentes browsers, por exemplo, a propriedade text-shadow do CSS3 não é suportada pelo Internet Explorer, portanto o código abaixo não funcionará no IE:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(text-shadow: ‘#00ff00′);
  3. });

Este código aplica um glow verde em todos os elementos H3 do documento HTML, porém não funciona no IE.

CSS Hooks

Mas nós podemos criar uma nova propriedade css, e internamente tratar o caso do IE. Vamos chamar a nova propriedade de glowColor:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. (function($)
  2. var div = document.createElement(‘div’);
  3. $.support.textShadow = div.style.textShadow === ”;
  4. $.support.filter = div.style.filter === ”;
  5. div = null;
  6. if ($.support.textShadow)
  7. $.cssHooks.glowColor =
  8. set: function(elem, value)
  9. if (value == ‘none’)
  10. elem.style.textShadow = ”;
  11. else
  12. elem.style.textShadow = ’0 0 2px ‘ + value;
  13. }
  14. };
  15. }
  16. else
  17. $.cssHooks.glowColor =
  18. set: function(elem, value)
  19. if (value == ‘none’)
  20. elem.style.filter = ”;
  21. else
  22. elem.style.zoom = 1;
  23. elem.style.filter =
  24. ‘progid:DXImageTransform.Microsoft’ +
  25. ‘.Glow(Strength=2, Color=’ + value + ‘);’;
  26. }
  27. };
  28. }
  29. })(jQuery);

Este código cria uma propriedade dentro do namespace .cssHooks chamada glowColor, esta propriedade possui uma função set específica para o caso do IE e outra para o caso dos outros browsers. A lógica deste código é basicamente, verificar se possui suporte ao textShadow, caso sim,? define? uma função set que altera o atributo elem.style.textShadow com a cor do parâmetro, caso não, define uma função que altera a propriedade elem.style.filter com um filtro especifico utilizando a cor do? parâmetro.

Agora podemos aplicar o efeito através do código

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(glowColor: ‘#00ff00′);
  3. });

Conclusão

O lado bom de criar um cssHook no jQuery para o problema de descrito é que o código que trata a compatibilidade fica oculto do desenvolvedor, ele não precisa se? preocupar? com isso, o foco é no código que? constrói? a pagina unicamente. Esta? estratégia pode ser aplicada para outros diversos efeitos e manipulações, criar uma serie de hooks para tratar este tipo de coisa e etc. O lado ruim no meu ponto de vista é que estamos criando propriedades novas, que são desconhecidas pelos outros desenvolvedores e etc, portanto um novo desenvolvedor iria demorar para aprender todas customizações e suas funções, uma dica é tentar manter os nomes semelhantes ao padrão.

Por @thiagoofelix

Referências

  • Learning jQuery, Third Edition
  • jQuery API
Dez 6

Comprimir arquivos Javascript

Escrito por Stefan Horochovec em Adobe, Adobe Flex, app, AR, Artigo, BI, C#, css, Dica, Dicas, Flex, IE, int, Java, Javascript, O, Otimização, Pessoal, pt, Ria’s Geral, S+S, site, UI @ 12 6th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal, Depois de alguns anos trabalhando com Adobe Flex, estou de volta ao Javascript e CSS. Interessante voltar a esse ambiente, bastante desafiador, diga-se de passagem. Nesse artigo, quero comentar com vocês algumas dicas sobre como comprimir seus arquivos Javascript para uma otimização na hora de distribuir sua app ou seu site. O artigo [...]

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 25

Voltando ao mundo HTML+JS e agora?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, app, AR, Arquitetura, auto, back, BI, blog, browser, C#, chrome, css, css3, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvimento, Design, Dica, err, Excel, firefox, flash, Flex, fonte, fonts, for, git, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, layout, Linux, Livro, Mate, Mercado, mg, mvc, NaN, novidade, Novidades, O, on, Pessoal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, tag, TAT, Tema, Twitter, UI, UX, vs, web, web design, XP @ 11 25th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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N?o adianta chorar o leite derramado, depois que a Adobe lan?ou as ?ltimas not?cias vemos que o mercado indo de vez para o HTML5 e n?o adianta reclamar, daqui para frente mais projetos ir?o demandar conhecimentos em HTML5 (novas tags), Javascript e sobre as novidades do CSS3.

Voltando ao mundo HTML teremos que voltar inevit?velmente ao uso do Javascript, mas ao menos a boa not?cia hoje ? que diferente de anos atr?s temos dispon?veis boas bibliotecas javascript para nos ajudar na dif?cil tarefa de fazer uma aplica??o (que tente) funcionar em todos os principais web browsers do mercado (Google Chrome, Mozilla Firefox e o tem?vel IE)

Quanto ao Javascript, hoje pelo que tenho visto ? quase imposs?vel se falar em javascript sem associar ao JQuery, que ajuda muito a criar um c?digo mais limpo e organizado e at? podemos dizer, sofrer menos com o uso do javascript.

Sobre Javascript e JQuery recomendo os respectivos materiais para observar:

The JQuery Essentials

Aos que ficaram interessados pelo JQuery o @bielversallini mandou uma dica muito boa de curso web de JQuery, o jQuery Air, tamb?m jQuery Fundamentals e Livro fundamentos de jQuery 100% traduzido para pt-BR

jQuery Proven Performance Tips & Tricks, 2011

Confesso que desanimei ao ver esta apresenta??o, pois basicamente todos os recursos que gostei no JQuery s?o os mais lentos e recomendados para que n?o sejam usados a menos que n?o haja outra alternativa ou extremamente necess?rios.

jQuery & Responsive Web Design

Excelente dica de como projetar uma p?gina/sistema que se adeque as dimens?es dispon?veis (por alguns este recurso ? chamado de layout fuido/adaptativo). Como estou falando sobre layout recomendo olhar tambem o Knockout.js que possui recursos interessantes para auxiliar na defini??o da view.

Agora para falar a verdade mesmo o melhor material sobre desenvolvimento HTML+JS que vi que o autor foi real e sincero sobre o tema ? o respectivo abaixo:

Taking JavaScript Seriously (feat. Backbone.js)

Como ? dito nos slides, o javascript n?o ? a melhor linguagem do mercado, ela foi escrita em 10 dias, possui muitas defici?ncias, mas temos que aprender pois n?o temos nenhuma outra op??o.

Outro detalhe que me chamou aten??o e achei muito ?til foi a apresenta??o do Backbone.js como uma alternativa para suprir a necessidade de organizar o c?digo em algo que tenta ser o mais pr?ximo poss?vel do MVC.

Mas e sobre arquitetura aplica??es de larga escala? Bom recomendo observar este material abaixo, o qual indica as boas prat?cas de mercado e atuais recursos dispon?veis:

Large-scale JavaScript Application Architecture

Cheguei at? esta apresenta??o atrav?s deste post.

Aten??o este texto a seguir expressa minha oponi?o pessoal

Sinceramente esta apresenta??o foi o santo gral da agonia, pois para mim se trata de uma regress?o tecnol?gica brutal, irei mudar esta minha opini?o no dia em que, eu consiga ter uma arquitetura com um mesmo n?vel que possuo hoje com Adobe Flex + Swiz, como a descrevi neste post, quando este dia chegar (se ? que vai) irei dizer que podemos ent?o come?ar a pensar em utilizar o HTML+JS para solu??es corporativas.

E vamos a luta, retornando ao velho mundo do HTML, por alguns chamados de revolucion?rio mundo do HTML5…

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Veja também:

  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • Moto elétrica da Mavizen atinge 210 Km/h e vem equipada com Linux e WiFi
  • Elly Tran Ha, sexy blogger do Vietnã
  • FontStruct : precisa de uma fonte diferente?
Nov 11

Minha opinião atual sobre a “Morte do Flash”

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Nesses ?ltimos dias a internet est? virada em um caos depois dos boatos e anuncio da “Morte do Flash” (descont?nuo do Flash Player para disposit?vos m?veis, leia-se smartphones e tables Android/RIM), todo um medo gerado pelo combo da not?cia com a demiss?o de 750 funcion?rios da Adobe (EUA e Europa)

Minha real opini?o ? a seguir:

No mais, os projetos continuam, novos desafios est?o surgindo, novas oportunidades de ganhar dinheiro continuam aparecendo constantemente, nada de mimimi, bora usar HTML5, e que tecnologia for…

Roubando a frase do @jandersonfc disse no final desse post: As tend?ncias s?o suas aliadas

“Tecnologia, Ferramentas e metodologia s?o o meio, dinheiro no bolso ? o fim”

Se voc? ainda est? preocupado sobre a tal morte do Flash no mobile, recomendo ler o post: Adobe desiste do Flash Player plug-in para dispositivos m?veis do @igorcosta e reflita no seu texto.

Agora se voc? j? estava jogando a toalha achando que o Flash j? era, se voc? estava fechando o “caix?o”, pode executar um rollback ai, pois ontem (10/11/2011) foi disponibilizado o novo Flash Player 11.1 e AIR 3.1. Tenha em mente que a plataforma Flash ainda ter? um bom tempo de vida. Motivo banal pelo qual n?o ir?o conseguir matar o Flash, digo que talvez esse mundo mobile tenha at? que readerir ao Flash : games, ainda mais agora com o novo suporte a acelera??o gr?fica e a 3D. Outro grande motivo, se “matarem” o Flash Player hoje haver? uma revolta mundial dos jogadores do jogos do Facebook e demais redes sociais, tamb?m sabemos que o HTML5 est? a anos luz de dist?ncia da maturidade e capacidade do Flash Player atual, ent?o o Flash Player n?o morrera.

Algo que eu tenho em mente, quando penso no assunto, eu lembro da mesma agita??o que foi na ?poca do Ajax, no final aqui estamos n?s usando o Flash ao invez do Ajax para desenvolver sistemas robustos. O HTML5 para sites e algumas outras coisas at? que j? tem como utilizar, mas creio que vamos chegar na mesma situa??o que nos deparamos a alguns anos atr?s e recorreremos a algo como o Flash que ? mais robusto para desenvolvimento de sistemas.

Algu?m me diz como ? que eu fa?o uma arquitetura organizada, com pacotes no JavaScript?

Algu?m sabe se existe alguma maneira de trabalhar com IoC no JavaScript?

Fora outras quest?es para as quais n?o tenho resposta de como fazer usando HTML5 + JS + CSS3

Lembrando que a compatibilidade crossbrowser do HTML5 ? um pesadelo [mobile] [web browsers teste] [demos teste]

N?o estou dizendo que sou contra o HTML5, mas hoje ele ainda ? muito imaturo para desenvolver, leia bem: sistemas

E como n?o devemos nos apegar a tecnologia alguma, muito menos rejeitar qualquer outra que o mercado est? aderindo, recomendo o HTML5 Rocks para quem quizer estudar o HTML5.

No mais, n?o se desespere com as not?cias que voc? l? na internet, mas mantenha-se sempre atualizado, pois quem escolhe que tecnologia voc? ir? utilizar no pr?ximo projeto, provavelmente ser? o seu cliente, pedindo se roda no iPad…

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Veja também:

  • Flash Mobile 10 – Para Outubro de 2009
  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • Flash Player 10.1 : entrevistas e demos
  • Adobe Flash suporte completo para dispositívos móveis a caminho : agora vai
  • HTC Hero: primeiro dispositivo com Android e Flash
Nov 9

Conhecendo o LESS. The Dynamic Stylesheet.

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Air, app, apple, AR, back, BI, browser, C#, class, classe, classes, código, css, css3, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Design, Destaque, Dica, Diversos, Documentação, dynamic, empresas, err, erro, error, Estilo, exemplo, Exemplos, for, function, gc, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, kit, layout, menu, Microsoft, MIX, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, problema, problemas, programação, prova, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, Sem categoria, site, tag, TAT, Twitter, UI, uint, Utilidades, Ved, web, zend @ 11 9th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Como todos devem ter percebido, nos últimos meses o CSS3 e o HTML5 tem ganho um grande destaque no desenvolvimento web. Grandes empresas como o Google, Microsoft, Adobe e Apple estão apoiando fortemente o desenvolvimento web utilizando WebStandards. Caso você já conheça algo sobre CSS, provavelmente deve saber como é complicado a organização desses documentos em um projeto de médio ou grande porte. Dado esses problemas conhecidos, foram surgindo os chamados pré-processadores de CSS, que viabilizam a criação de documentos de estilo, adicionando novas funcionalidades.

Hoje vamos conhecer o LESS, The Dynamic Stylesheet Language. O objetivo dessa biblioteca em javascript é prover uma série de funcionalidades para as, usualmente criadas a mão, folhas de estilos. Recursos tais como, variáveis, mixins (Multiple Inheritance, Traits), mixins parametrizáveis, funções, namespaces, importação, etc. Vamos aprender como utilizar os principais recursos dessa biblioteca em um projeto e como aproveitar o melhor dessa biblioteca para organizar corretamente nossas folhas de estilo.

Variables

As variáveis ajudam-nos a definir valores que podem ser utilizados em diversas regras do nosso CSS. Elas possuem escopo assim como em uma linguagem de programação orientada a objetos, trocando em miúdos:

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// Arquivo stylesheet.less
// Essa variável foi definida no escopo do arquivo, logo, todas as regras do arquivo podem acessar seu valor.
@siteBackgroundColor: #FF3300; // Laranja

h1
// A variável headingColor foi criada no escopo da regra h1, logo, apenas ela e outras regras criadas dentro
// do mesmo escopo tem acesso ao seu valor.
@headingColor: #333333; // Cinza

// Isto significa que, se criarmos uma outra regra chamada &.mainTitle
// Observe o uso do &.classe, isso copia a regra pai e associa uma classe, o output disso seria exatamente h1.mainTitle
&.mainTitle
// Como essa regra esta contida na regra h1, podemos acessar o valor da variável headingColor.
color: @headingColor;

}

h2
// Se tentarmos acessar o valor nessa regra, que não encontra-se contida na regra h1, receberemos um erro da biblioteca
// informando que a variável headingColor não encontra-se definida.
color: @headingColor; // Brrrrrr! Error.

O que é interessante no uso de variáveis é a reutilização e organização. Imagine uma design guideline onde existem RGBs específicos a serem seguidos, essas cores poderiam ser definidas em um documento chamado color_variables.less e adicionados ao nosso arquivo principal utilizando a clausula @import.

@Import – Importando outros arquivos

Quando um arquivo LESS é importado, todas as suas variáveis e mixins são adicionados ao arquivo principal. Os escopos serão mantidos e a extensão .less é opcional.

@import “lib.less”
@import “lib”

É possível utilizar pastas nas clausulas de @import:

@import “where/is/my/stylesheet.less”
@import “where/is/my/stylesheet”

Mixins

No LESS, mixis são como uma espécie de classe CSS que pode ser reutilizada em diversas outras regras. Quando utilizadas, todas as propriedades definidas no mixin são adicionadas a regra onde a mesma foi adicionada, caso um mixin mude, todas as regras que o referenciam serão também modificadas.

Imagine o conceito de mixin como classes CSS orientadas a objeto, o que é interessante do mixin é que temos aqui algo como uma herança múltipla, caso uma mesma instrução seja declarada em mixins diferentes, e esses mixins adicionados a uma regra, o mixin declarado por último terá vantagem na construção final do CSS da regra onde foi adicionado.

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.bordered
border-top: dotted 1px black;
border-bottom: solid 2px black;

// Declaramos agora uma regra qualquer que fará uso do nosso mixin.
div.someDiv
.bordered; // Simples assim, adicionamos todas as propriedades contidas no mixin em nossa regra.

div.anotherDiv
.bordered; // A mesmas propriedades serão adicionadas nessa regra.

Quando modificarmos o mixin .bordered, todos os elementos que o estão utilizando serão modificados. Reutilização!
Vamos para um exemplo mais usável para exemplificar como é um mixin parametrizável.

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// Bordas arredondadas cross-browser.
// Observe que utilizamos algo parecido com uma função de javascript para declararmos nosso mixin.
// A notação de variável deve ser adicionada (@radius), com isso, criamos uma variável chamada “radius” no escopo
// do mixin que poderá ser utilizada apenas internamente pelo método.
// Observe também que declaramos um valor padrão para o parâmetro, de 5px.
.border-radius( @radius: 5px )

// Repare que utilizamos a mesma variável para todas as regras.
border-radius: @radius;
-moz-border-radius: @radius;
-webkit-border-radius: @radius;

// Para utilizarmos a regra, seguimos o mesmo padrão
div.someDiv
.border-radius; // Nesse caso estaremos utilizando o valor padrão de 5px.

div.anotherDiv
.border-radius(10px); // Nessa aplicação, modificamos o valor da propriedade para 10px.

É importante destacar que um mixin pode conter diversos parâmetros. Isso pode ser feito da seguinte forma:

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// Declaramos um novo mixin
.border-radius-and-color( @radius: 5px, @borderColor: #000000 )

.border-radius( @radius ); // Observe que aqui reutilizei o mixin previamente definido. Composição de mixins.
border: 2px solid @borderColor; // Adicionamos agora a cor para a borda.

Nested Rules

Com o LESS você pode criar suas regras de CSS utilizando uma espécie de hierarquia. Vamos ver como isso funciona na prática.

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// Dado o CSS abaixo
div#header #menu
…
rules

div#header #menu li a
…
more rules

div#header #topNav
…
another rules

Com o LESS, o mesmo CSS acima poderia ser escrito da seguinte forma:

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// Como utilizar hierarquia com Less
div#header
#menu
ul
li


}
}

#topNav


}

Depois de processado, o CSS será exatamente igual. Você não precisa utilizar esse esquema de hierarquia caso não queira, é importante lembrar que o LESS é apenas uma extensão do CSS, se for de desejo do desenvolvedor, podemos escrever um código LESS sem usar nenhum recurso especial, como se fosse um CSS tradicional.

Operations

Com o LESS o seu CSS sabe fazer contas. Qualquer número, cor ou variável pode ser utilizada em uma operação aritmética.
Ele sabe identificar quando estamos utilizando uma cor ou um número, por exemplo:

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@base: 5%;
@filler: @base * 2;
@other: @base + @filler;

color: #888 / 4;
background-color: @base-color + #111;
height: 100% / 2 + @filler;

Assim como no javascript, é possível também utilizar parênteses nas suas operações:

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width: (@var + 5) * 2;

Color Functions

Na minha opinião um dos recursos mais úteis durante o desenvolvimento de uma aplicação. Podemos efetuar operações em cima de RGBs, por exemplo, imagine que o layout do seu website foi criado baseado-se em apenas uma cor, utilizando diversos tons dessa cor. Com o LESS é possível utilizar métodos pré-definidos como lighten, saturate, darken, fadein, fadeout e spin. Esses métodos retornam sempre um RGB que pode ser utilizado em seu LESS. Vejamos alguns exemplos:

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@base: #f04615;

.class
// Saturo em 5% a cor base.
color: saturate(@base, 5%);

// Utilizo a cor base 25% mais clara
background-color: lighten(@base, 25%);

É possível também extrair informações de uma determinada cor para ser utilizada em outra.
Isso é feito a partir dos métodos hue, saturation e lightness.

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hue(@color); // retorna o valor do canal ‘hue’ da cor @color
saturation(@color); // retorna o valor do canal ‘saturation’ da cor @color
lightness(@color); // retorna o valor do canal ‘lightness’ da cor @color

Namespaces

Em dado momento necessitamos organizar uma série de mixins e variáveis. Para isto podemos utilizar um conceito presente no LESS chamado Namespaces. Assim como em linguagens de programação orientadas a objetos, que possuem o conceito de pacotes, os namespaces fornecem encapsulação para nossas folhas de estilo. Isso pode ser implementado facilmente utilizando a mesma notação de ID do CSS tradicional. Vejamos.

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#bundle

.button ()

display: block;
border: 1px solid black;
background-color: grey;
&:hover background-color: white
}
.tab …
.citation …
}

Verifique que acima, criamos um mixin chamado button dentro do namespace bundle. Para o utilizarmos devemos fazer da seguinte forma:

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#header a
color: orange;
#bundle > .button; // Estamos acessando o namespace ‘bundle’ e fazendo uma chamada para o mixin ‘button’.

Uma utilização muito comum dos namespaces é na criação de pequenas bibliotecas de utilidades. Imagine que sua empresa pode possuir uma série de arquivos LESS, e em um determinado projeto você necessita de acesso a esses mixins, variáveis, etc. Organizar seus documentos com namespaces fácilita a visualização e localização de uma determinada instrução no seu documento LESS, como por exemplo, um mixin customizado que pode ser facilmente encontrado a partir da sua indicação de namespace.

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someRule
#dclick > .border-radius(10px);

Conclusão

Como podemos ver, o LESS facilita uma série de tarefas que são praticamente impossíveis de serem efetuadas pelo CSS tradicional.
Aconselho a todos que tenham interesse em se aprofundar mais na biblioteca a conhecer o website (http://lesscss.org/). Lá você poderá encontrar a documentação com maior riqueza de informações também poderá ver alguns exemplos de código que não foram abordados nesse post.

Qualquer dúvida, sinta-se a vontade e envie-nos um comentário!
Abraço!

Out 25

FormItemClassicSkin

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Adobe, Apresentação, AR, BI, blog, Blogs, C#, class, css, Dica, err, erro, error, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Google, ide, int, library, mg, MXML, O, on, reference, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, skins, spark, swf, team, tool, tooltip, UI, Validadores, XML @ 10 25th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
Fabio da Silva
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O FormItem quando usado com validadores irá informar visualmente quando a informação não for válida.

Não sei quanto a vocês mas gosto mais da forma de apresentação de erros do FormItem do MX, o do Spark acaba usando mais espaço do formulário e o do MX considero mais “elegante” por não ser tão chamativo quanto o do Spark.

Alterando o FormItemSkin original consegui criar um com os mesmos comportamentos visuais do MX. Umas coisas que me chamaram a atenção no skin original:
  • O skin part indicatorDisplay tem um toolTip fixo com a palavra Required, não sei porque o Flex Team não fez internacionalização (I18N).
  • O skin part contentGroup marcando os styles showErrorTip e showErrorSkin para true mostra a borda vermelha com o toolTip da mensagem de erro.
  • Deixei também a possibilidade de usar o indicador de requirido atual ou o tradicional asterisco vermelho. Para aplicar o skin e o indicador é só usar o css abaixo, o que chama atenção aqui é se forem invertidas as linhas o indicador não é aplicado.
@namespace s “library://ns.adobe.com/flex/spark”;
@namespace mx “library://ns.adobe.com/flex/mx”;
s|FormItem
requiredIndicatorSource: Embed(source=”Assets.swf”,symbol=”mx.containers.FormItem.Required”);
skinClass: ClassReference(“br.com.ouromoderno.skins.FormItemClassicSkin”)
O fonte do skin pode ser baixado aqui: FormItemClassicSkin.mxml.

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Twitter!

Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

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