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Jan 3

SharedObject com Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, Aplicativos, app, AR, BI, botão, browser, C#, class, cliente, código, Cookie, Curso, dados, demo, Download, err, event, EventListener, events, exemplo, Ferramenta, filter, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, function, Geral, git, Google, handle, html, ide, IE, if, image, instalação, int, live, mg, O, on, Outros, Partilha, player, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, S+S, server, servidor, swf, TAT, UI, uint, update, Ved, web, window @ 01 3rd, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.

O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.

  • Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
  • Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server

Vejamos o primeiro caso:

Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR

Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possível utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.

  • Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
  • Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
  • Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
  • Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
  • Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:

  • No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
  • Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
  • Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. var nc:NetConnection;
  4. function init():void
  5. nc = new NetConnection();
  6. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  7. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  8. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  9. trace(evt.info.code);
  10. init();

Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:

NetConnection.Connect.Success

Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  2. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  3. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  4. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  5. so.connect(nc);

O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  2. mc_ball.x = so.data.x;
  3. mc_ball.y = so.data.y;

Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  2. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  3. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  4. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  5. mc_ball.startDrag();
  6. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  7. mc_ball.stopDrag();
  8. function update(evt:Event=null):void
  9. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  10. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);

Segue o código completo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. import flash.net.SharedObject;
  4. import flash.events.SyncEvent;
  5. import flash.events.MouseEvent;
  6. import flash.events.Event;
  7. var nc:NetConnection;
  8. var so:SharedObject;
  9. function init():void
  10. nc = new NetConnection();
  11. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  12. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  13. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  14. {
  15. trace(evt.info.code);
  16. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  17. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  18. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  19. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  20. so.connect(nc);
  21. }
  22. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  23. mc_ball.x = so.data.x;
  24. mc_ball.y = so.data.y;
  25. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  26. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  27. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  28. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  29. mc_ball.startDrag();
  30. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  31. mc_ball.stopDrag();
  32. function update(evt:Event=null):void
  33. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  34. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
  35. init();

Veja uma demostração em funcionamento:

Download sharedBall

Jan 2

Exibir/Ocultar caracteres ocultos no Visual Studio 2010

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, BI, blog, C#, código, configuração, Curso, Cursos, Design, Dicas, Diversos, exemplo, fundo, git, Google, html, ide, IE, image, int, interface, map, menu, mg, NaN, News, O, on, problema, produtividade, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, Vários, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, XP @ 01 2nd, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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O Visual Studio 2010 tem diversos recursos que estão muito bem escondidos nos seus vários menus e telas de configuração, mas são acessíveis por teclas de atalho. Isso é vantajoso em diversas situações pois pode agilizar a utilização desses recursos mas também pode se tornar uma irritação ou mesmo um problema se você por acaso acionar uma dessas teclas de atalho por acidente e não souber como voltar atrás. Foi o que aconteceu com um colega no trabalho recentemente.

Por acidente esse colega acionou uma tecla de atalho do Visual Studio 2010 que ativa a exibição de caracteres ocultos (white space). Em outras palavras, o Visual studio passou a exibir todos os espaços e marcação de final de arquivo na tela. O resultado foi algo semelhante ? imagem abaixo:

Editor de código do Visual Studio 2010 com a opção de exibir caracteres ocultos ativada

Não parece ser algo muito irritante neste exemplo pois há pouco código, mas em arquivos com centenas de linhas de código e em arquivo com html esse modo de visualização é bastante irritante e chega a atrapalhar a produtividade pois polue visualmente a tela. Esse colega passou quase 2 meses trabalhando com essa configuração pois não conseguia encontrar um meio de desfazer e voltar ao modo normal de visualização. Ele chegou inclusive a reinstalar o Visual Studio mas não adiantou pois o instalador não removeu as configurações problematicas.

Hoje eu dei uma pesquisada um pouco mais a fundo e acabei encontrando a solução. A opção do menu para essa configuração se encontra em Edit > Advanced > View White Space e pode ser acionada pela tecla de atalho Ctrl+E, S (que foi o que aconteceu com meu colega).



Dez 14

O eCommerce brasileiro em 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, BI, C#, class, Curso, Desenvolvimento, Dica, e-commerce, empresas, err, esporte, exemplo, Ferramenta, for, Geral, ide, if, image, imagens, int, Mate, Mercado, mg, O, on, online, Outros, portal, produto, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, tag, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.

Plataforma Pr?pria x Tercerizada

O primeiro aspecto espec?fico analisado foi exatamente se os e-commerces trabalham com plataforma pr?pria, ou terceirizada. Descobriu-se que 53,86% das empresas t?m sua pr?pria plataforma e 46,15% utilizam um servi?o terceirizado.

ERP?

Verificou-se, tamb?m, quantas empresas possuem o Enterprise Resource Planning – ERP integrado o seu sistema. A diferen?a em porcentagem entre as que possuem e as que n?o ? pequena. 57,69% delas afirmaram ter o ERP integrado, e 42,31% alegaram n?o ter. Na ?rea de desenvolvimento, 42,31% das lojas virtuais possuem equipe pr?pria, mas 57,69% prefeririam n?o informar a respeito.

Atendimento Online

Outro fator analisado foi a exist?ncia de atendimento online, em tempo real, aos consumidores durante a realiza??o da compra. Essa ferramenta utilizada pelos e-commerces facilita para os consumidores tirarem suas d?vidas a cerca do produto, da entrega e dos prazos, por exemplo. A grande maioria das lojas virtuais entende a import?ncia desse recurso e 61,54% afirmam utiliz?-lo para facilitar a intera??o com o seu p?blico. 38,46% n?o fazem uso do atendimento via chat.

Selos de Seguran?a

A grande maioria dos sites utiliza com algum selo de seguran?a, o que visa trabalhar, ainda mais, a confian?a do p?blico alvo na empresa. Esse n?mero chega ao 73,08% dos sites pesquisados. E apenas 26,92% deles ainda n?o possuem algum selo.

Como expor os produtos no e-commerce

Uma parte da pesquisa trata dos produtos disponibilizados nas lojas virtuais: como eles s?o divididos no site, suas categorias, se possuem fotos para ilustra??o e se possuem um est?dio pr?prio para cadastro do produto.

Categorias

Ao catalogar em quantas categorias os produtos normalmente s?o divididos no site, obtevese uma gama de resultados que variam entre uma e nove categorias diferentes. Pouco mais da metade das empresas, cerca de 57,69%, fazem essa divis?o em nove categorias diferentes. Uma parcela de 11,54% trabalha apenas com duas categorias e 7,69% das lojas virtuais pesquisadas trabalham com duas divis?es: tr?s e cinco categorias diferentes. Apenas 3,85% das empresas trabalham com uma categoria. A mesma porcentagem trabalha com quatro, seis e oito categorias diferentes.

Fotos

As fotos que ilustram os produtos servem para que o consumidor possa conhec?-lo, observar seus aspectos materiais e ter uma ideia do tamanho e do peso, por exemplo.
88,46% das empresas participantes da pesquisa alegaram utilizar imagem para identificar o produto em mais de 90% das suas ofertas. 3,85% das lojas fazem uso das imagens em 70% dos seus produtos e a mesma parcela alegou o faz em at? 90% dos casos.
Sobre os est?dios pr?prios para o cadastramento de seus produtos, a pesquisa revelou que 73,08% das lojas o possuem e 26,92% n?o.

Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados

A pesquisa observou o setor em que essas lojas virtuais trabalham. Em primeiro lugar est?o as voltadas para a moda masculina, com 23,08% do mercado. Em seguida, com 19,23%, est?o as lojas voltadas para eletr?nicos e inform?tica. O setor de alimentos ocupa cerca de 5,38% do mercado e o de animais de estima??o, 11,54%. O ramo de esportes tem uma parcela de 7,69% e o de marketing e embalagens, 3,85% cada.
O tempo de exist?ncia do e-commerce na rede ? um fator significante, que pode influenciar no n?mero de vendas realizadas. Quanto maior esse tempo, maiores as chances do p?blico estar familiarizado com a empresa, criar uma rela??o com a mesma e gerar, afinal, credibilidade e confian?a nos seus servi?os. A pesquisa revelou que 34,62% das lojas virtuais existem h?, no m?ximo, tr?s anos. Outros 30,77% est?o no mercado h? menos de um ano e uma parcela de 23,08% tem de tr?s a cinco anos. Apenas 11,54% dessas empresas existem h? mais de cinco anos.

Dez 14

Dicas para ser levado a sério

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, api, app, AR, arte, Artigo, auto, BI, C#, Censo, class, cliente, Curso, Dica, Emprego, err, fonte, for, Geral, html, ide, IE, if, image, int, Liderança, lista, Mercado de Trabalho, mg, Motivação, O, on, Outros, Pessoal, problema, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, VOZ, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Voc? j? percebeu que, em qualquer grupo, algumas pessoas s?o naturalmente levadas a s?rio, e outras n?o? E isso raramente tem rela??o com ser ou n?o sisudo – o indiv?duo de gravata com mais cara de brabo e sem gra?a numa equipe pode n?o ser levado a s?rio por ningu?m, e o colega que est? sempre de bom humor pode ser visto com respeito por todos.

O que h? em comum entre as pessoas que s?o levadas a s?rio? ? dif?cil fazer uma lista completa, mas no caso das pessoas em posi??o de lideran?a (formalizada ou n?o), eu gosto de uma defini??o de W. E. B. Griffin: o que elas dizem tem um tom especial, que indica “eu serei levado a s?rio” – ou “eu serei obedecido”, no caso da lideran?a aliada a chefia formal. Mas esse tom n?o ? produzido pela voz, e sim pelas atitudes, que aos poucos conquistam o respeito dos que est?o ao seu redor.

E o que os outros v?em em n?s, por interm?dio das nossas atitudes, come?a nas nossas escolhas e no modo como n?s mesmos nos vemos – em outras palavras, o caminho come?a quando n?s mesmos come?amos a nos levar suficientemente a s?rio. O artigo “5 Reasons People Don’t Take You Seriously and How to Fix It” apresenta uma s?rie de raz?es pelas quais as pessoas podem n?o estar levando voc? a s?rio, e convido voc? a pass?-las rapidamente em revista neste meu resumo.

Vamos a elas:

N?o manter a palavra

Isso n?o significa exatamente a mesma coisa que “ser mentiroso”, neste contexto. Significa anunciar freq?entemente planos e inten??es que na pr?tica voc? acaba n?o realizando, fazer promessas que n?o poder? cumprir, ou mesmo que n?o pretende cumprir. A cada m?s voc? anuncia que vai fazer uma dieta, que vai melhorar as condi??es de trabalho da equipe, e que no s?bado que vem vai levar a fam?lia toda para a praia – e nunca cumpre? Ent?o pare de anunciar que vai fazer as coisas que dependem apenas de voc?, e adote a pol?tica de faz?-las primeiro, e anunciar seu sucesso depois.

N?o dar continuidade

Voc? come?a e n?o prossegue? Paga a academia e s? vai na primeira semana? Come?a o curso de ingl?s e deixa de ir j? no segundo m?s? Ningu?m vai lev?-lo a s?rio assim. Comece a compor planos de metas sucessivas, em degraus, e persiga cada uma das metas com aten??o. E comece menos coisas. E… veja novamente o item 1.

N?o separar trabalho e vida pessoal

N?o h? problema nenhum em ir para a happy hour com os colegas de trabalho, ser pr?ximo dos clientes, ou ter amizades reais no ambiente de trabalho. Mas – a n?o ser em casos espec?ficos – colegas de equipe e clientes n?o deveriam ser todos os seus *melhores* amigos, e deve haver um limite a partir do qual a sua vida pessoal fica reservada em rela??o ao conjunto geral deles. Todo mundo tem seus desafios, e uma parte deles precisa transparecer; a outra parte deve ficar acess?vel apenas a quem tem interesse positivo e genu?no nela – n?o necessariamente seus colegas, clientes ou fornecedores.

Dar mais desculpas do que resultados

Releia o item 1, e depois fa?a mentalmente uma lista das pessoas que voc? conhece e que t?m sempre uma desculpa na ponta da l?ngua para explicar por que n?o cumpriram aquilo que disseram que fariam, ou por que a culpa n?o ? dela. Dar desculpas ? um h?bito companheiro da procrastina??o, e leva as pessoas a n?o levarem voc? a s?rio. Fa?a acontecer, ou n?o se proponha.

Andar com a turma errada

Esta tem v?rias alternativas – se as pessoas com quem voc? se associa s?o exatamente as que voc? deseja se associar, francamente, permane?a com elas e se concentre em outras formas de ser visto com seriedade pelos demais. Mas se voc? est? associado sem raz?o, e freq?entemente questiona a atitude e as decis?es destas pessoas, pare para pensar se quem olha de fora n?o faz os mesmos questionamentos em rela??o a voc?. Mas seja aut?ntico – nada de abandonar amizades genu?nas ou virar a casaca pensando apenas na sua imagem – isso s? far? com que ainda mais pessoas deixem de levar voc? a s?rio.
Agora, fa?a voc? um r?pido censo mental das pessoas em posi??o de lideran?a com quem convive no trabalho ou em outro lugar, e que n?o s?o levadas a s?rio pelos seus p?blicos, e em seguida fa?a tamb?m uma auto-an?lise – talvez voc? reveja algum conceito! Depois compartilhe conosco nos coment?rios quais as caracter?sticas mais freq?entes que impedem os seus colegas de levarem a s?rio os l?deres das suas equipes!
Fonte: Efetividade

Dez 13

[Android] Instalando a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3.5, 3g, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, back, bar, BI, blog, break, C#, cache, class, Curso, custom, dados, demo, Desenvolvimento, developer, Dica, Dicas, Download, err, fonte, for, game, Google, html, ide, IE, if, image, int, iphone, jandersonfc, Links, lista, lite, loop, Mac, menu, mg, NaN, O, on, oop, PHP, problema, processo, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, site, TAT, Touch, Tutoriais, Tutorial, tv, Twitter, UI, update, window, windows, zend @ 12 13th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Depois de ver o Motorola Milestone 1 do @jandersonfc e do @horochovec rodando a MIUI ROM (Android) e ver que os respectivos aparelhos estavam impressionantemente r?pido, resolvi enfim entrar na onda e atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM. Instalei (12/12/2011) a vers?o MIUI-1.12.02 a qual utilizar a vers?o Android 2.3.7 como base.

Site Oficial (vers?o em Ingl?s)

Para atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM, tentei seguir o tutorial indicado pelo @plcosta, neste [link], mas confesso que depois de 3 tentativas frustradas desanimei, ent?o pedi uma ajuda para o @horochovec, para usar voltar a ROM original do Milestone 2 e recome?ar o processo de atualiza??o do zero. Finalmente tivemos a id?ia de olhar um tutorial de instala??o do CyanogenMod para o Milestone 2 [link], em resumo bastou seguir os passos indicados necesse tutorial que consegui realizar a instala??o da MIUI ROM no meu Milestone 2.

Realizei uma mescla dos 2 tutoriais para realizar a instala??o…

O que posso dizer, agora que estou usando a MIUI ROM?

Recomendo, quem instalar vai gostar muito.

Quer instalar a MIUI ROM tamb?m?

Caso queira mesmo, a seguir segue algumas instru??es conforme realizei a instala??o.

Aten??o: ? necess?rio lembrar que esse procedimento ? por sua conta e risco.

Obs.: com um pouco de aten??o, voc? tamb?m vai conseguir instalar a MIUI ROM no seu Milestone sem fazer nenhuma besteira.

Voc? tem o Motorola Milestone 1?

Mesmo n?o sendo o meu objetivo aqui, o @horochovec j? vez um [post] no blog dele que descreve os passos para a instala??o. (Sinceramente a instala??o no Milestone 1 me parece bem mais f?cil e r?pida que no Milestone 2 hehe)

N?o est? afim de apanhar como eu na instala??o no seu Milestone 2?

A seguir irei listar o passo a passo que realizei.

Obs.: no meu caso eu utilizo um Mac, ent?o tenha acess?vel um computador com Windows para te facilitar a vida. Se algo der errado n?o se desespere, ? s? voltar a ROM original do aparelho e recome?ar o procedimento para instala??o da nova ROM, para voltar esta ROM original ? que ser? necess?rio o Windows.

O que voc? vai precisar para realizar a instala??o da MIUI ROM

- Gingerbreak – para rootear o celular

- UPDATE_1.12.02_0.zip – MIUI ROM que utilizei e instalei no meu Milestone 2

- Bootmenu v0.8.6-v2.zip – arquivo do menu do boot para voc? conseguir selecionar e instalar a MIUI ROM

- Bootstrap – Droid 2 Bootstrap (Android Market) – necess?rio para acessar o bootmenu

- Rsd Lite – Aplicativo da Motorola para instalar SBF, serve para atualizar o Bootloader do aparelho e caso precise voltar a ROM original do aparelho, voc? ir? utilizar este aplicativo para realizar a tarefa. Lembrando que este aplicativo ? exclusivo e s? possui vers?o para MS. Windows.

Aten??o: sempre que voc? for executar o Rsd Lite para instalar uma SBF, tenho o m?ximo de cuidado, o procedimento deve ser executado e conclu?do 100%, este ? o ?nico procedimento que pode causar a perda irrevers?vel do aparelho.

- SBFs : Bootloader 70.13 e Vers?o original da ROM do Milestone 2 ( vers?o 2.2 Brazil, a primeira linha )

Tenha esses arquivos listados acima no seu computador, para facilitar sua vida =]

Procedimento para instalar a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Caso voc? queira ser cautelos@ e realizar um backup do seu celular, veja este [ link 1 - ROM original | 2 - aplicativos e dados ]. Eu particularmente n?o vi utilidade pr?tica nisto, pois ? tudo ou nada, queria a nova ROM no meu aparelho hehe.

Lembrando que os passos descritos a seguir foram os que eu utilizei na instala??o…

Sempre que for executar esse procedimento, fa?a com a bateria carregada.

Passos:

1 - Copie os arquivos: Gingerbreak.apk, UPDATE_1.12.01_0.zip, Bootmenu v0.8.6-v2.zip para o SD Card do aparelho

1.1 - Caso voc? tenha feito o download do Bootstrap.apk, copie este arquivo tamb?m para o SD Card

2 - Renomeie o arquivo UPDATE_1.12.01_0.zip para update.zip, este procedimento ? para facilitar o processo de instala??o.

3 - Verifique no aparelho, nas configura??es do Android a op??o Aplica??es(Programas) submenu, Desenvolvimento se as op??es, Fontes desconhecidas e Depura??o USB est?o ativas.

4 - Atrav?s do Gerenciador de arquivos localize o arquivo Gingerbreak.apk clique sobre ele e instale. Fa?a o mesmo para o Bootstrap, caso voc? tenha este.

4.1 – Caso tenha optado em n?o baixar este, acesse o Market do Android e instale por l? (Droid 2 Bootstrapper).

4.2 - Execute o aplicativo Gingerbreak, pois ? necess?rio rootear o aparelho para continuar a instala??o. A execu??o desse aplicativo ir? reinicar o aparelho, n?o se preocupe.

5 - Execute o Droid 2 Bootstrapper, neste aplicativo clique:

5.1 - Bootstrap Recovery

5.2 - Reboot Recovery

6 - Seu aparelho ser? reiniciado e exibir? um menu (em verde) com algumas op??es, onde o bot?o (+) do volume sobre, o (-) desce e o bot?o de tirar foto representa (ok/enter)

6.1 - Selecione: “install zip from sdcrad”

6.2 - Localize e selecione o arquivo: Bootmenu v0.8.6-v2.zip e (ok)

6.3 - Ap?s a instala??o, selecione a op??o do menu: “GO Back” (ok)

6.4 - Selecione a op??o: “Reboot System now” (ok)

7 - Seu aparelho ser? reiniciado novamente e exibir? um menu (azul), onde neste os comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

7.1 - Selecione: “Boot” (power)

7.2 - Selecione: “Set default: [boot Menu]“ (power)

7.3 - Selecione: “nomal” (power)

7.4 - Selecione: “Go Back” (power) 2x

7.5 - Selecione: “Recovery” (power)

7.6 - Selecione: “Custom Recovery” (power)

8 - Voc? ver? novas op??es no menu e uma imagem Android BootMenu, neste menu o comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power) Nesta op??o todos as informa??es na mem?ria embarcada do aparelho ser?o limpas.

8.2 - Selecione: “advanced” (power)

8.2.1 - Selecione: “Wipe Dalvik Cache” (power)

8.2.2 - Selecione: “Wipe Baterry Stats” (power)

8.2.3 - Volte ao menu anterior

8.3 - Necess?rio repetir o passo 8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power)

8.4 - Selecione: “Apply update from sdcard” (power)

8.5 - Ap?s finalizar a instala??o, selecione a op??o: “reboot system now”

9 - Seu aparelho ir? iniciar e exibir o s?mbolo da motorola em vermelho, diferente a ROM default do MotoBlur, nesta etapa ? aguardar e esperar a MIUI ROM ser carregada. (Demorou uns 3 minutos ou 5 minutos at? entrar pela primeira vez)

Estou esperando a um bom tempo e n?o entrou, o que eu fa?o?

Bom caso voc? esteja em desespero vendo seu celular em um loop infinto, dizendo que est? carregando o Android e at? agora nada. N?o se desespere, eu passei por isso 3 vezes at? conseguir instalar a MIUI ROM.

Mantenha a calma.

Nessa situa??o voc? vai precisar do Rsd Lite, um computaor MS. Windows.

Como j? havia indicado para fazer download dos arquivos .sbf, neste momento ? que se faz uso deles.

Passos:

1 - Desligue o aparelho

2 - Ligue o aparelho segurando o bot?o power e a ceta para cima do teclado do Milestone 2

3 - Quando observar que a tela ligou, por?m est? preta, solte os bot?es

Aten??o: m?ximo cuidado nesse momento, mantenha o cabo USB sempre conectado, nunca pare o procedimento, esta etapa ? cr?tica e pode danificar o seu aparelho caso n?o seja executada corretamente.

4 - Verifique e certifique-se de que a vers?o do Bootloader ? a 70.13 (caso voc? nunca instalou nenhuma ROM deve ser)

4.1 - Caso n?o for a vers?o indicada, plugue o cabo usb no celular e no computador e na aplica??o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente ao bootloader, depois desligue e ligue novamente para acessar o bootloader.

4.2 - Estando na vers?o correta e com o aparelho ligado via usb, utilizando o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente a ROM original do aparelho.

5 - Terminando a instala??o, mantenha o aparelho conectado no computador at? o Android ser carregado totalmente, somente depois disso voc? poder? desconectar o cabo usb.

6 - Voc? est? com seu aparelho de volta ao estado de quando voc? comprou e tirou ele da caixa.

7 - Provavelmente voc? ter? que logar no MotoBlur, execute o seu login at? que acesse totalmente ao Android.

8 - Voltei ao passo 1 do procedimento de instala??o da ROM.

Aeee, acessou a tela da MIUI, ufa… hora de fazer o ajuste fino

Voc? perceber? que estar? com a MIUI em Ingl?s, mas isto n?o ? um problema, basta alterar o idioma para portugu?s.

- Altera o idioma para Portugu?s (Brasileiro) [link]

- A ilumina??o do teclado n?o vem habilitada inicialmente, para arrumar isto, veja este [link]

- Calibrar a bateria do aparelho para um melhor rendimento [link]

- A MIUI n?o vem com um teclado Swype, ent?o instalei: TouchPal Keyboard e o dicion?rio para Portugu?s Brasileiro

Um grande vil?o do consumo de bateria ? o 3G no aparelho que fica ativo 100% do tempo desde que este esteja habilitado, para resolver isso instalei o aplicativo APN Brasil Pro (Android Market), que possui um recurso que melhora o gerenciamento do 3G e ajuda consideravelmente a aumentar o tempo de vida da bateria do aparelho.

Deixo registrado aqui meus agredimentos a galera que me ajudou com dicas e links e informo que esses passos que descrevi foi uma mescla dos posts:

- @ajudandroid – MIUI VERS?O 1.11.18 “ATUALIZADA PARA VERS?O 1.12.02 04/12/2011

- Clube do Android – CyanogenMod 7 Android 2.3.5 para Milestone 2


Veja também:

  • Google Nexus Two
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • Adobe AIR – Empacotador para iPhone OS + demos
  • [Android Game] Angry Birds : acessando níveis travados
  • Segundo comercial DROID da Verizon : stealth ataca EUA
Dez 12

O Twitter altera a versão do Tweetdeck para uma webapp?!

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, api, aplicacao, app, app store, apple, AR, blog, browser, C#, class, cliente, css, Curso, Cursos, demo, Dica, Dicas, event, exemplo, for, html, ide, IE, if, image, int, internet, Links, lógica, Mac, mg, O, on, problema, problemas, RIA, Ria’s Geral, S+S, TAT, Twitter, UI, web, window, windows, Wordpress @ 12 12th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Eis que na semana passa foi uma loucura a quantidade de posts e pessoas falando da nova vers?o do Tweetdeck “nativa”, para Windows e Mac OS que substituiu a vers?o anterior em Adobe AIR. Os Appletards (man?acos, tarados pela Apple) foram ao del?rio, mas…

http://www.tweetdeck.com/

MacMagazine : Agora o Tweetdeck ? nativo

Tecnoblog: Twitter chuta Adobe AIR para escanteio

Os coment?rios dos tards comemorando o fato s?o hil?rios, perdemos funcionalidades e recursos e eles comemoram por agora a aplica??o ser “nativa”

A minha opini?o:

A perda de funcionalidades foi not?ria…

Perda de funcionalidades = retrocesso

Perdemos: encurtador de links, atualiza??o em real-time dos tuites, o upload de fotos n?o funcionou em nenhuma das minhas frustradas tentativas de uso, ao ficar um periodo sem conectividade a internet o novo aplicativo n?o consegue mais recuperar os tuites. Essas foram os problemas que encontrei nessa nova vers?o.

Vi muita gente elogiando pelo simples fato de (creio eu n?o gostarem d) o Adobe AIR n?o ser a base desde cliente…

Analisando tecnicamente e tecnologicamente o ocorrido:

Temos aqui nada mais que o cliente web: https://web.tweetdeck.com/ empacotada como uma webapp instal?vel no Mac.

Ao analisar o conte?do do pacote TweetDeck (a aplica??o) no Mac, temos /Content/Resources/htdocs todo o c?digo html+js+css da aplica??o a qual pelo que observei a web vem a ser a mesma.

Ainda n?o identifiquei qual solu??o de webapp foi utilizada para gerar o instal?vel, mas tenho a respectiva suspeita em ordem:

1 – Appcelerator Titanium

2 – Mozilla Prims

3 – o Twitter desenvolveu sua propria solu??o de empacotamente da webapp

Caso voc?, assim como eu instalou a nova vers?o e desinstalou a antiga, crendo que a nova manteria as funcionalidades da antiga e se arrependeu, ainda tem como voltar para a vers?o antiga e deixar de usar esse lixo da nova vers?o…

Encontrei:

- um post de outra pessoa que como eu n?o gostou da nova vers?o

- uma outra vers?o antiga do Adobe AIR Market


Veja também:

  • [ Adobe AIR ] Color Browser
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • GVT – Power Music Club
  • Adobe AIR – FileSearch
  • [Adobe AIR 2 : NativeProcess] projeto de exemplo : Windows Console
Dez 6

JodaTime – Java Date que funciona!

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 4, 6, api, AR, bar, BI, blog, C#, camp, class, classe, classes, código, control, Curso, Cursos, Design, Design Pattern, Diversos, Documentação, efeito, err, exemplo, Exemplos, falha, for, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, lógica, map, mg, O, on, online, Opinião, padrão, pattern, print, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, singleton, string, Sun, TAT, Tema, Teste, try, Twitter, UI, uint, Vários, XP, zend @ 12 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Twitter!


JodaTime



Não existe segredo quando se fala da implementação de datas no Java: é ruim de usar. Alguns chegam a dizer que é errado usar inclusive, mas não serei tão extremo.
A API de datas do Java é ruim por vários motivos, como por exemplo, é mal documentada, não é Thread Safe, é difícil de manipular datas, e o comportamento nem sempre é o esperado.
Vamos ver como susbtituir a API de datas que vem Out of the Box no Java, por uma mais efetiva, amigável e confiável: JodaTime.


Lembrando do Calendar



Todo programador Java conhece o Calendar, e sabe que para usá-lo, basta seguir o Design Pattern singleton, ou seja, basta chamar o método de classe em Calendar que devolve a instância única do sistema para o Calendar.


Problema: não funciona.


Não funciona porque se a instância é singleton, e não utiliza threadlocking no código, então não é uma instância ThreadSafe. Logo toda vez que chamamos o getInstance() do Calendar, obtemos uma nova instância. Para ilustrar, crie um teste em JUnit 4 com o seguinte código:

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6
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Calendar calendar = Calendar.getInstance();

System.out.println(calendar.getTime());

Calendar calendar2 = Calendar.getInstance();

Assert.assertTrue(calendar == calendar2);



Rode o teste e veja a barra do JUnit ficar vermelha. O comparador ‘==’ usado em objetos, compara pelo endereço de memória, o que deveria ser o mesmo se fosse seguido o padrão singleton de verdade.
Pra piorar, todos os métodos que alteram as intâncias do Date estão expostos (por mais que estejam depreciados) para mantêr compatibilidade com versões anteriores da VM. Portanto o Date também não é ThreadSafe, pois não existe controle de concorrência em sua implementação.
Agora vamos deixar o Date e o Calendar de lado, e vamos ao JodaTime.

DateTime



O JodaTime diferencia muito bem os conceitos de data, instante de tempo, período, etc. A classe mais básica (interface no caso) é a ReadableInstant. Não precisa dizer que todas as modelagens de data implementam essa interface, permitindo comparar todos os tipos de modelagem de tempo pontuais. Um período não descreve um único instante ou ponto no tempo, por exemplo.
DateTime é talvez o ReadableInstant mais conhecido, e funciona muito parecido com o Date do Java.
Fatores que tornam o DateTime mais amigável são: é ThreadSafe pois é imutável, é muito bem documentado, e é muto fácil realizar operações com data. Vamos escrever um pouco de código para entender o que se passa.
Comece criando um DateTime. Como no Java, este DateTime criado possui o instante atual do sistema. Em seguida para efeito de teste (o teste pode falhar dependendo de quando for executado), adicione um dia na data criada, e verifique que o novo date aponta para amanhã:

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DateTime date = new DateTime();

date = date.plusDays(1);

Assert.assertEquals(new DateTime().getDayOfYear() + 1, date.getDayOfYear());



Repare que tive que reassociar o date para que ele pudesse ser alterado, afinal DateTime é imutável, o mesmo comportamento que o BinInteger possui. Repare também que pra adicionar um dia, basta chamar plusDays. Este método já se encarrega de fazer toda a lógica de adicionar um dia na data, como por exemplo mudar o mês ou ano se for preciso, por isso se esse teste for rodado no dia 31 de dezembro, ele irá falhar pois o DateTime irá adicionar mais um dia a data, e perceberá que se trata do ano seguinte, e portanto getDayOfYear irá devolver ’1′, e não ’366′ ou ’365′ como esperado.
O JodaTime também trata anos bissestos e horário de verão se for selecionado o fuzo correto.
Existe uma API bem completa em DateTime para manipular todos os campos possíveis da data, sendo assim fica muito mais fácil iterar ao longo dos dias, sem precisar delegar pro Calendar a tarefa, e depois recuperar o resultado.
Não vou abordar muito da API do JodaTime, pois está muito bem documentada e existem muitos exemplos nas internet. O objetivo desse post é tratar do assunto do próximo tópico.

JodaTime e Hibernate



Pior que manipular datas, é persistir datas. Cada banco persiste data do seu próprio jeito, e cada implementação de ORM trata o Date do seu próprio jeito. Mas se você está utilizando o Hibernate, o JodaTime tem uma solução de padronização pra você: JodaTime Hibernate.
Com o JodaTime Hibernate é possível mapear diversos tipos de representação de data em suas classes Java, com ou sem TimeZone, como String ou bigint, como período ou duração, etc.
Para se ter uma idéia do que é possível, basta verificar a documentação online.
E para utiliza é muito fácil. Imagine que você tenha uma entidade com um campo DateTime, que se chama entryDate, portanto temos o getter:

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@Column(nullable = false)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Para tornar este DateTime uma data que é padrão do banco que será utilizado, por exemplo, basta adicionar a seguinte anotação:

1
2
3
4
5
@Column(nullable = false)
@Type(type = “org.joda.time.contrib.hibernate.PersistentDateTime”)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Estamos falando para o hibernate utilzar o tipo de coluna descrito pelo PersistentDateTime, e utilizar o mesmo para converter a data novamente para DateTime quando for recuperado.
Caso você esteja fazendo engenharia reversa de algum banco, recomendo ler a descrição de todos os tipo disponíveis pra fazer a melhor escolha.
Com isso conseguimos obter todos os benefícios do JodaTime em nossas entidades, facilitando controlar as datas no domínio de nossas aplicações.


Espero ter despertado sua curiosidade com o JodaTime. Na minha opinião é uma das melhores bibliotecas Java disponíveis, mas não quero falar muito sobre suas funcionalidades, pois um dos pontos mais fortes da biblioteca é a facilidade de se acostumar com ela, e principalmente utilizar todos seus recursos. Quero que vocês tenham um pouco desse gostinho :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

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Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 25

Voltando ao mundo HTML+JS e agora?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, app, AR, Arquitetura, auto, back, BI, blog, browser, C#, chrome, css, css3, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvimento, Design, Dica, err, Excel, firefox, flash, Flex, fonte, fonts, for, git, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, layout, Linux, Livro, Mate, Mercado, mg, mvc, NaN, novidade, Novidades, O, on, Pessoal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, tag, TAT, Tema, Twitter, UI, UX, vs, web, web design, XP @ 11 25th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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N?o adianta chorar o leite derramado, depois que a Adobe lan?ou as ?ltimas not?cias vemos que o mercado indo de vez para o HTML5 e n?o adianta reclamar, daqui para frente mais projetos ir?o demandar conhecimentos em HTML5 (novas tags), Javascript e sobre as novidades do CSS3.

Voltando ao mundo HTML teremos que voltar inevit?velmente ao uso do Javascript, mas ao menos a boa not?cia hoje ? que diferente de anos atr?s temos dispon?veis boas bibliotecas javascript para nos ajudar na dif?cil tarefa de fazer uma aplica??o (que tente) funcionar em todos os principais web browsers do mercado (Google Chrome, Mozilla Firefox e o tem?vel IE)

Quanto ao Javascript, hoje pelo que tenho visto ? quase imposs?vel se falar em javascript sem associar ao JQuery, que ajuda muito a criar um c?digo mais limpo e organizado e at? podemos dizer, sofrer menos com o uso do javascript.

Sobre Javascript e JQuery recomendo os respectivos materiais para observar:

The JQuery Essentials

Aos que ficaram interessados pelo JQuery o @bielversallini mandou uma dica muito boa de curso web de JQuery, o jQuery Air, tamb?m jQuery Fundamentals e Livro fundamentos de jQuery 100% traduzido para pt-BR

jQuery Proven Performance Tips & Tricks, 2011

Confesso que desanimei ao ver esta apresenta??o, pois basicamente todos os recursos que gostei no JQuery s?o os mais lentos e recomendados para que n?o sejam usados a menos que n?o haja outra alternativa ou extremamente necess?rios.

jQuery & Responsive Web Design

Excelente dica de como projetar uma p?gina/sistema que se adeque as dimens?es dispon?veis (por alguns este recurso ? chamado de layout fuido/adaptativo). Como estou falando sobre layout recomendo olhar tambem o Knockout.js que possui recursos interessantes para auxiliar na defini??o da view.

Agora para falar a verdade mesmo o melhor material sobre desenvolvimento HTML+JS que vi que o autor foi real e sincero sobre o tema ? o respectivo abaixo:

Taking JavaScript Seriously (feat. Backbone.js)

Como ? dito nos slides, o javascript n?o ? a melhor linguagem do mercado, ela foi escrita em 10 dias, possui muitas defici?ncias, mas temos que aprender pois n?o temos nenhuma outra op??o.

Outro detalhe que me chamou aten??o e achei muito ?til foi a apresenta??o do Backbone.js como uma alternativa para suprir a necessidade de organizar o c?digo em algo que tenta ser o mais pr?ximo poss?vel do MVC.

Mas e sobre arquitetura aplica??es de larga escala? Bom recomendo observar este material abaixo, o qual indica as boas prat?cas de mercado e atuais recursos dispon?veis:

Large-scale JavaScript Application Architecture

Cheguei at? esta apresenta??o atrav?s deste post.

Aten??o este texto a seguir expressa minha oponi?o pessoal

Sinceramente esta apresenta??o foi o santo gral da agonia, pois para mim se trata de uma regress?o tecnol?gica brutal, irei mudar esta minha opini?o no dia em que, eu consiga ter uma arquitetura com um mesmo n?vel que possuo hoje com Adobe Flex + Swiz, como a descrevi neste post, quando este dia chegar (se ? que vai) irei dizer que podemos ent?o come?ar a pensar em utilizar o HTML+JS para solu??es corporativas.

E vamos a luta, retornando ao velho mundo do HTML, por alguns chamados de revolucion?rio mundo do HTML5…

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Veja também:

  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • Moto elétrica da Mavizen atinge 210 Km/h e vem equipada com Linux e WiFi
  • Elly Tran Ha, sexy blogger do Vietnã
  • FontStruct : precisa de uma fonte diferente?

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