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Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Ago 9

Minhas palestras confirmadas para o TechEd 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, BI, Blend, blog, C#, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, err, event, Evento, Eventos, expression, Expression Blend, Ferramenta, for, Google, IE, jogo, Jogos, lista, map, mg, NaN, Negócios, News, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Palestras, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Tech, TechEd, Tecnologia, Tema, template, Twitter, UI, Ved, Visual Studio, web, window, windows, XAML, XP @ 08 9th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Saiu a lista de palestras do TechEd Brasil 2011. Para o evento deste ano eu tenho 2 palestras confirmadas, ambas em parceria com o amigo Rodrigo Kono. As palestras serão:

WEB303 – Novidades do Silverlight 5

Venha ver o que há de novo e emocionante no Silverlight 5. Aprenda sobre os recursos para o desenvolvimento de aplicações de negócios, visualização e jogos. Nesta sessão iremos apresentar os principais recursos do Silverlight 5 assim como as atividades futuras desta tecnologia. Esteja preparado para ser produtivo com a última versão do Silverlight.
Palestrantes : Kelps Leite de Sousa e Rodrigo Kono

WPH305 – XAML Avançado para Windows Phone 7

Entenda o que é e como funciona o XAML e aprenda a aproveitar suas capacidades ao máximo, criando aplicações de alta padrão para Windows Phone 7. Nessa palestra serão abordados temas como Binding, Templates, Styles, Value Converters, Dependency e Attached Properties. Também será demonstrado como utilizar ferramentas como Visual Studio e Expression Blend para trabalhar com XAML de forma eficiente e como trabalhar em uma equipe composta de designers e desenvolvedores.
Palestrantes : Kelps Leite de Sousa e Rodrigo Kono

Assim que eu tiver mais detalhes sobre as palestas (como dias e horários) publicarei aqui. Espero vocês lá!



Jul 31

Adobe LiveCycle Collaboration Service

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 4, 6, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Flex, api, Aplicativos, AR, arte, BI, C#, class, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Destaque, developer, exemplo, Exemplos, Experiências, flash, flash builder, Flash Player, Flex, free, if, image, int, live, LiveCycle, mg, O, on, PHP, player, portal, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, Saas, SDK, serviço, Software, UI, Ved, web, WebCam, XP @ 07 31st, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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A Adobe lançou um serviço anteriormente conhecido com o codinome de Cocomo(Common Collaboration Model), logo em seguida passou a se chamar Adobe Flash Collaboration Service e agora é oficialmente parte da família LiveCycle, sendo chamado de Adobe LiveCycle Collaboration Service.
O LCCS tem como objetivo funcionar como um SAAS(Software as a Service) para simplificar e facilitar o desenvolvimento de aplicativos RIA baseados em multimidia. Permite que os arquitetos e desenvolvedores possam criar experiências de usuário mais envolvente e mais dinâmicas oferecendo suporte a multi-user, colaboração em real time para novos ou já existentes aplicativos RIA.

Alguns destaques:

  • Facilmente integrar chat, whiteboard, webcam e VoIP.
  • Desenvolver e implementar rapidamente aplicações com um SDK bem completo e com muito exemplos.
  • Bibliotecas para Adobe Flash e Flash Builder, para rodar no Flash Player 9 ou Flash Player 10(Alguns recursos como P2P só funcionam a partir do Flash Player 10).
  • Gerenciar usuários e os dados da sessão.
  • Construir suas aplicações em nuvem

Para começar a usar o LCCS, basta acessar o portal LCCS Developer Portal e entrar com seu login ou cadastrar-se. O portal serve para você administrar instancias das suas aplicações, você pode acompanhar o número de conexões, banda usada etc.

Modelo de cobrança
LCCS tem 3 diferentes metodos para cobrança:

  • Live Stream Bandwidth – $0.49 per GB
  • Push Messages – $0.10 per 1000 messages
  • User Minutes – $0.01 per Hour

Leia o FAQ para mais detalhes. Você tem uma cota free e pode usar até 15 dolares por mês.

Referencias:
http://www.flashrealtime.com/livecycle-collaboration-service-pricing/
https://portal.collaboration.adobelivecycle.com/

Jul 28

Estratégia para lidar com callbacks assíncronos em Silverlight

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 4, 6, action, AR, back, BI, blog, C#, class, classe, código, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Download, err, erro, error, event, Evento, Eventos, exemplo, for, framework, gc, Google, html, IE, if, int, LOB, lógica, map, mg, MSDN, NaN, News, O, on, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, silverlight, Silverlight 4, string, tag, TAT, Tutorial, Twitter, UI, Ved, web, Web Service, web services, WebClient, XP @ 07 28th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Recentemente, conversando com alguns desenvolvedores no trabalho e verificando algumas perguntas publicadas nos fóruns do MSDN, eu notei que ainda há uma dificuldade muito grande tanto de compreensão quanto de implementação para trabalhar com métodos assincronos. Isso se torna um problema particularmente importante em aplicações Silverlight pois todas as chamadas a web services, RIA services, web requests, etc são obrigatoriamente feitos de forma assincrona, não havendo opções para executar essas mesmas operações da forma sincrona e linear ? qual a maioria dos desenvolvedores está acostumada.

Acontece que desenvolvimento assincrono não é difícil e, depois que você aprende e se acostuma, você acaba percebendo que suas aplicações passam a funcionar muito melhor. Sim, não vou argumentar aqui contra o fato de que é necessário se acostumar e que começo seja realmente algo estranho, mas posso garantir que demora pouco tempo para se acostumar e os benefícios são muitos.

Há muitas abordagens e estratégias possíveis para desenvolvimento assíncrono e eu vou apresentar aqui uma delas que é bem simples e que eu usei em praticamente todos os projetos Silverlight em dos quais participei. Essa abordagem não envolve o uso de nenhum framework ou biblioteca externa e pode ser utilizada tranquilamente também em projetos que não sejam Silverlight.

Digamos que você precisa obter o html de uma página web por algum motivo. Uma forma de fazer isso seria criando uma nova instância de WebClient, assinando o evento DownloadStringCompleted e depois chamando o método DownloadString passando a url. Ok, não é difícil, mas é um código repetitivo que poderia facilmente ser reaproveitado ao invés de ser copiado por toda sua aplicação em todo lugar onde você precisar fazer download de uma página. O que eu costumo fazer para esse tipo de chamada é criar um método estático em uma classe utilitária e simplesmente chamar esse método passando, nesse caso, minha url e um ponteiro de callback. É mais fácil mostrar:

public static void HttpGet(string url, Action<string, Exception> callback)     if (!string.IsNullOrWhiteSpace(url))         var client = new WebClient();        client.DownloadStringCompleted += (sender, e) =>             if (callback != null)                 callback(e.Result, e.Error);

        };        client.DownloadStringAsync(new Uri(url));    }}

Quais são as vantagens desse método:

  • para executá-lo não é necessário instanciar nenhuma classe
  • é facil de reutilizar
  • permite que a lógica da minha aplicação fique um pouco mais simples, já que não me obriga a assinar nenhum evento no meu código

Para executar esse método, eu posso usar 2 abordagens.

Abordagem 1 – Delegar o retorno para outro método. Nessa abordagem eu chamo o método HttpGet passando a url desejada e o ponteiro de um método que será executado quando o request for concluído.

private void LoadData()     HttpGet("http://kelps.net", DataLoaded);

private void DataLoaded(string data, Exception error)     if (error == null)         //utiliza os dados retornados na variável "data"

}

Abordagem 2 – Utilizar uma expressão lambda para criar um método anônimo inline no meu código, ao invés de criar uma função separada apenas para processar os dados retornados.

HttpGet("http://twitter.com/kelps", (data, error) =>     if (error == null)         //utiliza os dados retornados na variável "data"

});

A única diferença de funcionamento entre as 2 abordagens acima é que na segunda seria possível utilizar variáveis que estiverem no mesmo escopo da chamada que está sendo feita, ao passo que na primeira seria necessário que essas variáveis fossem globais da classe para que isso funcione. Nos projetos em que trabalho eu costumo utilizar ambas as abordagens, de acordo com o que faz mais sentido em cada situação. Expressões lambda são bem concisas e compactas, mas são claras para qualquer desenvolvedor.

Este foi apenas um pequeno exemplo de como trabalhar com chamadas assincronas sem ficar se perdendo com assinaturas e liberação de eventos. Há outras formas mais complexas e robustas de lidar com isso mas a minha intenção hoje era simplesmente mostrar como dá pra trabalhar de forma simples com código assíncrono, mesmo sem utilizar nenhuma biblioteca externa.



Jul 27

Windows Phone SDK 7.1 Beta 2 Refresh disponível para desenvolvedores

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, back, Beta, BI, blog, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, Download, Geral, Google, if, int, map, mg, News, O, on, prova, refresh, Release Candidate, RIA, Ria’s Geral, RTM, S+S, SDK, Tema, UI, Vários, Ved, window, windows @ 07 27th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Quem está participando do beta do Windows Phone Mango para desenvolvedores recebeu uma agradável notícia hoje: Foi disponibilizada uma atualização para os aparelhos com um build mais recente do sistema operacional.

O novo build é o 7712, não o 7720, que é a versão RTM. Foi necessário que usássemos essa versão anterior pois é a versão que é compativel com a atualização do SDK e do Zune que estão sendo disponibilizadas neste refresh.

Está previsto que até o final de agosto O Marketplace será aberto para começarmos a publicar aplicações que funcionarão apenas em aparelhos com Windows Phone 7.5, o que nos dará uma chance de testar bem nossas aplicações em vários aparelhos de desenvolvedores antes que esta versão do SO esteja disponível para o público geral. Isso é interessante pois significa que quando a nova versão do SO estiver disponível para o público já haverá várias aplicações no Marketplace tirando proveito das novas capacidades do sistema operacional. Esta atualização de agosto provavelmente virá junto com uma versão RC (Release Candidate) do SDK.

Se você é um desenvolvedor cadastrado no Marketplace, tem um aparelho com Windows Phone e está participando do Beta do Windows Phone Mango, vá agora mesmo ao Connect e instale este refresh, mas não se esqueça de fazer backup dos backups dos seus backups antes de fazer isso, para garantir que você conseguirá voltar o seu telefone para a versão normal quando a versão RTM estiver disponível pois não será possível ir da versão beta diretamente para a versão RTM do WP7.

PS.: Quando você instalar o novo SDK ele vai aparecer como sendo RC na janela de adicionar e remover programas do Windows, mas na verdade esta ainda não é a versão RC do SDK.



Jun 30

Windows Phone SDK 7.1 Beta 2 disponível para download

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, app, AR, Beta, blog, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, development, Download, email, err, Excel, Ferramenta, for, Google, html, if, int, map, mg, Microsoft, News, O, on, Ria’s Geral, S+S, SDK, Tema, tool, Ved, web, window, windows @ 06 30th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Se você está interessado no desenvolvimento para Windows Phone 7, ficará feliz em saber que está disponível para download o beta2 das ferramentas de desenvolvimento para Windows Phone 7.1 (mango).

Uma das coisas que mudou foi que agora o download se chama Windows Phone SDK, não mais Windows Phone Development Tools.

Para instalar esta versão é necessário primeiro remover a versão beta anterior.

Em conjunto com essa nova versão, a Microsoft também anunciou que TODOS os desenvolvedores cadastrados no AppHub receberão um convite por email para participar do beta do Windows Phone 7.1 no Connect. Em outras palavras, isso significa que todos os desenvolvedores cadastrados poderão atualizar os seus telefones com uma versão beta do sistema operacional que será lançado no segundo semestre. Essa é uma excelente notícia para quem já está desenvolvendo aplicações utilizando as ferramentas beta que foram lançadas pouco mais de 1 mês atrás.

Você já tem um Windows Phone? Vai instalar este beta nele? Eu vou Winking smile



Jun 20

PHP + BDD

Escrito por Fábio Batista da Silva em 1, 2.0, 4, 6, Air, app, AR, arte, BI, C#, Componente, Componentes, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design Patterns, development, Documentação, email, err, Ferramenta, Flex, for, framework, function, git, gmail, html, IE, if, instalação, int, LOB, Mate, mg, O, on, PHP, pt, quick, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Sun, TAT, Tema, Teste, UI, Ved, zend @ 06 20th, 2011 | via http://www.flexria.com.br/home | Sem comentários
Fábio Batista da Silva
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Olá,

Nesse Post vou mostrar um pouco de desenvolvimento PHP usando BDD (Behaviour-Driven Development).
O BDD é uma prática ágil que tem como objetivo facilitar o desenvolvimento orientado a testes,
onde o software é direcionados por comportamentos, trazendo para o contexto de destes os casos de uso ou historias da aplicação.

Enquanto em TDD (Test Driven Development) testamos a aplicação de forma granular em um ambiente micro
no BDD os testes são globais voltados para a Funcionalidade, Casos de uso, Comportamentos, etc..

Como se em TDD testamos a aplicação de dentro para fora e já em BDD a aplicação é testada de fora para dentro.
Existe muito material sobre esse assunto p ai e muita gente mais preparada que eu para abordar esse assunto de forma teorica,
Então nesse Post vou mostrar na pratica um pouco de desenvolvimento PHP usando o Behat

Behat

Behat é um framework BDD em PHP 5.3 construindo sobre de componentes do Symfony2.
Behat foi inspirado no Cucumber do Rails e especialmente a parte da sintaxe das features.

A instalação do Behat pode ser feita baixando diretalente pelo git diretamente pelo do git: http://github.com/Behat/Behat
Ou instalando através do pear :

$ pear channel-discover pear.behat.org
$ pear install behat/behat

Se tudo der certo o Behat esta instalado
A versão atualmente disponível no pear é a 1.1.9
Para verificar se esta correto e ver a versão instalada execute :

$ behat -V
Behat version 1.1.9

Depois de concluir a instalação o Behat esta pronto para ser usado.
para isso vamos inicializar o projeto de testes com o Behat

$ cd path-to-my-app
$ behat --init

O comando behat –init vai criara a estruturar de diretórios usada p organizar os teste do Behat

|-- features
   |-- steps            ##Diretório dos arquivos que contem os cenários de testes
       |-- steps.php
   |-- support          ##Configurações, requires e configs de ambiente
       |-- bootstrap.php
       |-- env.php

A definição de um historias e cenários de teste é bem simples.
Utilizando algumas palavras chaves : Feature, Scenario, Given, When, Then, But or And
Os cenários são escritos em arquivos .feature que serão interpretados pelo Behat

features/contacts.feature

Feature: Contacts Registration
    In order to demonstrate the framework
    As a SouDev using BDD
    I want to register contacts

  Scenario: Add new contact
    Given a contact named "Fabio B. Silva" using the email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      And the phone "xx xxxx-xxxx"
     When press save
     Then everything will be saved

Com a historia escrita podemos executar o Behat dentro da aplicação
O Behat vai interpretar os arquivos .feature
e mostrar quais funções vc tem que implementar para poder rodas o teste

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps->Given('/^a contact named "([^"]*)" using the email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->And('/^the phone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->When('/^press save$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->Then('/^everything will be saved$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Essa definição dos steps que o Behat lançou pode ser copiada para um arquivo de steps.php o que facilita bastante a implementação dos teste..
Porem escrever historias em inglês pode ser meio confuso, mais o tem suporte a i18n oq nos permite escrever as historias em português.
para isso basta adicionar # language: pt_BR no inicio do arquivo .feature
com isso ganhamos as palavras chaves em português : Funcionalidade,Cenario, Scenario, Quando, Então, Entao, Dado, Mas, E

features/contacts.feature

# language: pt_BR
Funcionalidade: Cadastro de contatos
    Para demostrar o funcionamento do framework
    Como SouDev que usa BDD
    Desejo cadastrar contatos

  Cenario: Adicionar um novo contato
    Dado um usuário chamado "Fabio B. Silva" usando o email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      E com o telefone "xx xxxx-xxxx"
     Quando pressionar salvar
     Entao os dados serão salvos

E ao executar novamente o Behat a implementação dos teste agora também vem em português :

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps->Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps->Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Com essa definição a implementação dos testes para essa feature pode ser feita
features/contacts_steps.php

use AppEntitiesContact, AppEntitiesPhone, AppServicesContactService;

$steps->Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    $contact = new Contact();
    $contact->setName($arg1);
    $contact->setEmail($arg2);

    $world->contact = $contact;
);

$steps->E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    $world->contact->addPhone(new Phone($arg1));
);

$steps->Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    $world->saveReturn = ContactService::getInstance()->save($world->contact);
);

$steps->Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
     assertTrue($world->saveReturn);
);

O BDD e TDD são ferramentas essenciais para um software bem feito,
Infeliz mente muitos “desenvolvedores” ainda tem resistência a aderir ao teste e por achar perda de tempo, tedioso, etc..
O fato é que uma suite de testes bem feita vai tornar sua aplicação muito mais estável e vai lhe economizar tempo e cabelos ao longo do projeto. rsrs

Gostei bastante do Behat é um projeto muito bem estruturado e em constante evolução a versão 2.0 esta prestes a sair
Vale apena dar uma conferida na Documentação do Behat

E Para quem tiver o interesse deixei a app no git
https://github.com/FabioBatSilva/bdd-php-behat

Abraço e até a próxima….

Jun 20

PHP com BDD

Escrito por Ebercom em 1, 2.0, 2009, 4, 6, Air, app, AR, arte, BI, C#, Componente, Componentes, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, development, Diversos, Documentação, email, err, Ferramenta, Flex, for, framework, function, git, gmail, html, IE, if, instalação, int, LOB, Mate, mg, O, on, PHP, pt, quick, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Sun, TAT, Tema, Teste, UI, Ved, zend @ 06 20th, 2011 | via http://www.flexdev.com.br/home | Sem comentários
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Olá,

Nesse Post vou mostrar um pouco de desenvolvimento PHP usando BDD (Behaviour-Driven Development).
O BDD é uma prática ágil que tem como objetivo facilitar o desenvolvimento orientado a testes,
onde o software é direcionados por comportamentos, trazendo para o contexto de destes os casos de uso ou historias da aplicação.

Enquanto em TDD (Test Driven Development) testamos a aplicação de forma granular em um ambiente micro
no BDD os testes são globais voltados para a Funcionalidade, Casos de uso, Comportamentos, etc..

Como se em TDD testamos a aplicação de dentro para fora e já em BDD a aplicação é testada de fora para dentro.
Existe muito material sobre esse assunto p ai e muita gente mais preparada que eu para abordar esse assunto de forma teorica,
Então nesse Post vou mostrar na pratica um pouco de desenvolvimento PHP usando o Behat

Behat

Behat é um framework BDD em PHP 5.3 construindo sobre de componentes do Symfony2.
Behat foi inspirado no Cucumber do Rails e especialmente a parte da sintaxe das features.

A instalação do Behat pode ser feita baixando diretalente pelo git diretamente pelo do git: http://github.com/Behat/Behat
Ou instalando através do pear :

$ pear channel-discover pear.behat.org
$ pear install behat/behat

Se tudo der certo o Behat esta instalado
A versão atualmente disponível no pear é a 1.1.9
Para verificar se esta correto e ver a versão instalada execute :

$ behat -V
Behat version 1.1.9

Depois de concluir a instalação o Behat esta pronto para ser usado.
para isso vamos inicializar o projeto de testes com o Behat

$ cd path-to-my-app
$ behat --init

O comando behat –init vai criara a estruturar de diretórios usada p organizar os teste do Behat

|-- features
   |-- steps            ##Diretório dos arquivos que contem os cenários de testes
       |-- steps.php
   |-- support          ##Configurações, requires e configs de ambiente
       |-- bootstrap.php
       |-- env.php

A definição de um historias e cenários de teste é bem simples.
Utilizando algumas palavras chaves : Feature, Scenario, Given, When, Then, But or And
Os cenários são escritos em arquivos .feature que serão interpretados pelo Behat

features/contacts.feature

Feature: Contacts Registration
    In order to demonstrate the framework
    As a SouDev using BDD
    I want to register contacts

  Scenario: Add new contact
    Given a contact named "Fabio B. Silva" using the email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      And the phone "xx xxxx-xxxx"
     When press save
     Then everything will be saved

Com a historia escrita podemos executar o Behat dentro da aplicação
O Behat vai interpretar os arquivos .feature
e mostrar quais funções vc tem que implementar para poder rodas o teste

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps-&gt;Given('/^a contact named "([^"]*)" using the email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;And('/^the phone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;When('/^press save$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;Then('/^everything will be saved$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Essa definição dos steps que o Behat lançou pode ser copiada para um arquivo de steps.php o que facilita bastante a implementação dos teste..
Porem escrever historias em inglês pode ser meio confuso, mais o tem suporte a i18n oq nos permite escrever as historias em português.
para isso basta adicionar # language: pt_BR no inicio do arquivo .feature
com isso ganhamos as palavras chaves em português : Funcionalidade,Cenario, Scenario, Quando, Então, Entao, Dado, Mas, E

features/contacts.feature

# language: pt_BR
Funcionalidade: Cadastro de contatos
    Para demostrar o funcionamento do framework
    Como SouDev que usa BDD
    Desejo cadastrar contatos

  Cenario: Adicionar um novo contato
    Dado um usuário chamado "Fabio B. Silva" usando o email "fabio.bat.silva@gmail.com"
      E com o telefone "xx xxxx-xxxx"
     Quando pressionar salvar
     Entao os dados serão salvos

E ao executar novamente o Behat a implementação dos teste agora também vem em português :

$ cd path-to-my-app
$ behat
1 scenario (1 undefined)
4 steps (4 undefined)
0m0.03s

You can implement step definitions for undefined steps with these snippets:

$steps-&gt;Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);
$steps-&gt;Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
    throw new BehatBehatExceptionPending();
);

Com essa definição a implementação dos testes para essa feature pode ser feita
features/contacts_steps.php

use AppEntitiesContact, AppEntitiesPhone, AppServicesContactService;

$steps-&gt;Dado('/^um usuário chamado "([^"]*)" usando o email "([^"]*)"$/', function($world, $arg1, $arg2) 
    $contact = new Contact();
    $contact-&gt;setName($arg1);
    $contact-&gt;setEmail($arg2);

    $world-&gt;contact = $contact;
);

$steps-&gt;E('/^com o telefone "([^"]*)"$/', function($world, $arg1) 
    $world-&gt;contact-&gt;addPhone(new Phone($arg1));
);

$steps-&gt;Quando('/^pressionar salvar$/', function($world) 
    $world-&gt;saveReturn = ContactService::getInstance()-&gt;save($world-&gt;contact);
);

$steps-&gt;Entao('/^todos os dados serão salvos$/', function($world) 
     assertTrue($world-&gt;saveReturn);
);

O BDD e TDD são ferramentas essenciais para um software bem feito,
Infeliz mente muitos “desenvolvedores” ainda tem resistência a aderir ao teste e por achar perda de tempo, tedioso, etc..
O fato é que uma suite de testes bem feita vai tornar sua aplicação muito mais estável e vai lhe economizar tempo e cabelos ao longo do projeto. rsrs

Gostei bastante do Behat é um projeto muito bem estruturado e em constante evolução a versão 2.0 esta prestes a sair
Vale apena dar uma conferida na Documentação do Behat

E Para quem tiver o interesse deixei a app no git
https://github.com/FabioBatSilva/bdd-php-behat

Abraço e até a próxima….

Click aqui para ver o post Original
Fábio B. Silva
Fabio B. Silva
http://www.flexria.com.br

Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 2

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, abas, análise, Análises, api, Aplicativos, app, AR, auto, back, bar, Beta, BI, bing, botão, bug, busca, C#, carregar, class, classe, cliente, código, collection, control, Controles, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Dica, Diversos, Documentação, DRE, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, fundo, game, garbage, geo, Geral, Gráfico, Gravação, ide, IE, if, image, imagens, int, jogo, Jogos, linq, Linq to Sql, lista, live, map, maps, Melhores Práticas, menu, mg, Microsoft, mobile, monitor, Monitoramento, NaN, O, on, online, Outros, player, processo, produtividade, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, socket, Storyboard, Sun, tag, TAT, Tema, UI, Ved, Vídeo, Videobrush, Vídeos, Visual Studio, web, WebCam, window, windows, XAML, XP, zend @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Sockets

Através do namespace System.Net.Sockets, o Windows Phone provê suporte a uma implementação gerenciada de sockets, permitindo que desenvolvedores possam ter um controle rigoroso ao acesso a redes, com esse recurso temos disponível um conjunto de API’s de alto nível, permitindo que o desenvolvedor crie aplicativos que interagem com um cliente utilizando de serviços existentes de TCP.

Existem muitas funcionalidades onde esse recurso pode ser utilizado, como pode exemplo, para criar aplicativos de FTP, e-mail e Chat, com sockets é possível criar aplicativos mais sofisticados e ricos, podendo utilizar de TCP (Transmission Control Protocol) ou UDP (User Datagram Protocol).

Câmera e fotos

Existem duas formas de acessar a câmera no Windows Phone, através das API´s do próprio sistema operacional ou através dos recursos já existentes do Silverlight 4, com as APIs do Windows Phone você tem imagens de alta resolução, além de controle do auto foco, acesso ao modo do flash, entre outros recursos, já com os recursos do Silverlight 4 webcam API, você tem facilidade de gravar vídeos e áudios em arquivos, se você já possui códigos em alguma aplicação Silverlight, você poderá aproveita-los com poucas ou nenhuma modificação quanto ao acesso a webcam.

É possível ter um controle bem flexível da câmera fotográfica do smartphone, através do Windows Phone podemos ter um controle do auto foco da câmera, gerenciar o flash utilizado, acionar a captura da imagem, além de uma série de eventos que podemos utilizar através do Microsoft.Devices.PhotoCamera, no código XAML a representação da câmera pode ser feito através do recurso VideoBrush do Silverlight.

Push Notitications e Live Tiles

Notifications é um poderoso recurso que o Windows Phone implementou de maneira bem interessante, com ele podemos enviar e receber informações para o Windows Phone 7, essas mensagens são enviadas para um serviço da Microsoft, e o serviço online envia para o smartphone, podendo receber a mensagem em seu projeto. Você poderá obter a mensagem recebida e manipular as informações, existem três tipos de Notifications, o tipo RAW, Toast e Tile, resumidamente o primeiro permite receber informações diretamente em sua aplicação, o segundo permite receber um aviso no topo da tela do Windows Phone, a aplicação receberá a notificação mesmo que a sua aplicação não esteja em execução no momento. Já o tipo Tile, é uma notificação nos Tiles que ficam na tela principal do Windows Phone e pode ser acionado quando apertamos o botão Start do aparelho. Na versão Mango, temos mais recursos disponíveis para essas notificações, a notificação do tipo Toast agora pode receber um determinado link que vai para determinado local em sua aplicação e ainda pode passar parâmetros que você pode utilizar para ler e realizar alguma tarefa, dando mais poder para as notificações no Windows Phone, as notificações do tipo Tile também foram incrementadas, agora é possível utilizar um Tile com dois lados e que mude periodicamente ou ainda ter tiles secundários para a mesma aplicação.

img27763

Figura 1. Fundo do Tile

Profiler

Performance é um dos assuntos mais importantes quando estamos criando aplicativos em geral, principalmente quando a aplicação vai ser executada em dispositivos com recursos limitados, como é o caso de smartphones, com a versão Mango temos agora uma ferramenta que analisa o perfil da sua aplicação, possibilitando analisar e medir através de gráficos , diversos recursos utilizados.

A ferramenta é totalmente integrada com o Visual Studio, para iniciar o uso do recurso , basta carregar a sua aplicação e no menu Debug, localizar e clicar na opção “Start Windows Phone Performance Analysis”, Figura 2, e clicar em Launch Application, em seguida você executa a rotina que deseja monitorar em seu aplicativo e clica em Stop Profiling, um arquivo com extensão SAP será criado, a cada processo de analise, um arquivo é criado, e você poderá manter um histórico para futuras analises de melhorias. Dentre as informações que a ferramenta apresenta, estão os frame rates, que são os números de renderização da tela do telefone, expressada em frames por segundo (fps), a porcentagem de uso da CPU do telefone, o uso da memória do aplicativo medido em megabytes, a utilização de Storyboards e imagens carregadas, por fim temos um indicativo de quando os eventos do garbage collections foram acionados durante o monitoramento. Se você selecionar um determinado período, o Visual Studio apresentará informações detalhadas sobre diversos pontos do aplicativo.

img24163

Figura 2. Performance Analysis

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Figura 3. Analise detalhada da aplicação

Emulador

O emulador também sofreu algumas melhorias, duas delas são muito interessantes , como a possibilidade de testar no emulador os sensores de acelerômetro, Figura 4, e localização. Agora podemos simular através do emulador a leitura desses sensores, não precisando ter um equipamento físico para poder criar uma aplicação, basta você utilizar o mouse que o emulador vai responder conforme a ação esperada pelo aparelho real. No caso da utilização de recursos de localização, você ainda conta com uma barra de ferramentas com controles de busca, inclusão de indicativos de localização e gravação da localização, o emulador ainda contém alguns outros recursos que talvez sejam disponibilizados na versão final, como a possibilidade de adicionar gravações referente as simulações.

img10650

Figura 4. Emulador

Device Status

O namespace Microsoft.Phone.Info fornece informações sobre o equipamento, na versão anterior, era utilizado a classe DeviceExtendedProperties para obter alguns dados sobre o equipamento, na versão Mango essa tarefa passa a ser realizada por DeviceStatus, você pode obter informações como o total de memória, a versão do hardware e o nome do fabricante do equipamento. Através do PowerSource, podemos verificar se o dispositivo está funcionando com bateria ou conectado a uma fonte de alimentação externa. Outro recurso disponível é a possibilidade de verificar se existe ou não um teclado físico no smartphone através da propriedade IsKeyboardPresent.

Local Database

Existem dois tipos de persistências no Windows Phone 7, o Transient Data e o Persistent Data, você pode manipular informações através de Isolated Storage, um recurso que permite registrar e recuperar informações no próprio aparelho, essa forma de persistência de dados é chamada de “Persistent Data”, ou armazenar informações na memória, Transient Data, sua aplicação pode manipular esses dados conforme o seu ciclo de vida, porém na versão mango uma nova forma de Persistent Data foi adicionada, o local Database.

Agora temos a possibilidade de utilizar uma base de dados local em uma aplicação, antes da disponibilização das ferramentas betas da versão mango para desenvolvedores e da documentação oficial, falava-se que uma versão do SQL CE estaria disponível para ser utilizada, porém em sua documentação oficial a base de dados é citada somente como local database, uma versão própria do Windows Phone, um grande diferencial de produtividade está no suporte ao LINQ to SQL para operações em base de dados.

O local database permite armazenar dados relacionais dentro de um ambiente residente no Isolated Storage, por estar dentro do Isolated Storage, ele somente pode ser acessado pela aplicação correspondente, e roda somente no processo do aplicativo, não sendo executada com um serviço continuo, a manipulação de dados locais são acessados apenas através de LINQ to SQL, não tendo suporte ao Transact-SQL.

Launchers and Choosers

Os Launchers e Choosers são APIs que acessam alguns recursos do sistema operacional, eles disponibilizam recursos complexos deixando transparentes para que o desenvolvedor através de API´s, os Launchers são tarefas que somente são iniciadas pela sua aplicação, teoricamente, você não tem nenhum tipo de retorno da API, somente você pode inicia-los , passando os parâmetros que ela vai utilizar para realizar a tarefa. Já os Chooser também iniciam uma tarefa, mas a principal diferença é que os Choosers retornam algum dado que você poderá trabalhar em sua aplicação, um exemplo seria o EmailAddressChooserTask, com ele podemos apresentar ao usuário a lista de e-mails cadastrados no aparelho, quando um e-mail é selecionado, podemos obter essa informação e utilizar para enviar um e-mail através de um Launcher chamado EmailComposeTask, que não retorna nenhuma informação,dessa forma algumas tarefas que poderiam ser bem complexas são facilitas com os Launchers e Choosers. Na versão Mango temos novos Launchers and Choosers adicionados as API´s são eles:

Address Chooser Task : Inicia a lista de contatos da aplicação e permite a seleção.

Game Invite Task : API utilizada em jogos aprovados no Xbox Live que permite convidar jogadores para uma partida multi-player em um Game.

Save Ringtone Task : Permite gravar um arquivo MP3 ou WMA na lista de ringtones do sistema operacional.

Bing Maps Task : Inicia o Bing Maps, permitindo setar a propriedade center com uma posição geográfica.

Bing Maps Directions Task : Inicia o Bing Maps permitindo informar e receber informações sobre dois pontos.

Conclusão

O Windows Phone 7 chegou trazendo uma nova plataforma de desenvolvimento para dispositivos móveis, a Microsoft utilizou o que existe de mais moderno para criar o seu sistema operacional, dando suporte as melhores práticas de desenvolvimento e integração com aplicativos, a versão Mango contém mais de 500 novos recursos e confirma o investimento da Microsoft em sua plataforma mobile.

Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 1

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, Air, api, Aplicativos, AR, arte, Artigo, audio, auto, back, Banco de Dados, Beta, BI, bing, Blend, botão, browser, busca, C#, código, control, Controles, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, developer, Dica, Diversos, Download, DRE, empresas, err, event, Evento, Eventos, Excel, exemplo, Exemplos, explorer, expression, Expression Blend, facebook, Ferramenta, for, framework, Geral, html, html5, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, internet, library, linkedin, lista, Livro, mg, Microsoft, MIX, mobile, monitor, motion, movimento, MSDN, mudanças, NaN, novidade, Novidades, O, on, Outros, Partilha, processo, progress, Redes Sociais, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, Software, TAT, Tecnologia, Tema, tool, Twitter, UI, UX, Ved, Vídeo, Vídeos, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, window, windows, Xna, XP @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
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imageÉ grande a expectativa pelos desenvolvedores .net para a chegada e comercialização do Windows Phone no Brasil, a plataforma chega bem completa e robusta, atendendo diversas necessidades dos usuários e desenvolvedore e permitindo a criação de aplicativos utilizando as mais modernas tecnologias Microsoft.
Apresentada no evento MIX 11 da Microsoft, a versão com o codinome Mango, chegou com mais de 500 novidades, são tantos recursos que não é possível cobri-los em um único artigo, podemos destacar algumas melhorias como sendo essenciais para o crescimento da plataforma, como o suporte a multitarefa, a atualização da versão do Silverlight para o Silverlight 4 e a atualização do Browser para a versão do Internet Explorer 9 com suporte ao HTML5, essas são sem dúvidas grandes mudanças tanto para o desenvolvedor como para o usuário.

Para os desenvolvedores foram diversas melhorias e para os usuários não foi diferente, houve uma melhor integração com o Skydrive, possibilitando compartilhar fotos por e-mail e SMS, podemos também compartilhar vídeos realizando o upload em background, navegar pelas pastas no Skydrive, realizar pesquisas de conteúdo, entre diversos outros recursos de integração com esse excelente serviço da Microsoft.

Outro recurso interessante é o Bing Vision, que é uma ferramenta que usa a câmera do telefone para reconhecer imagens, por exemplo, ao focar a capa de um determinado livro ele apresenta uma lista de resultados onde o livro é citado, já o Bing Áudio, é um mecanismo inteligente de busca de áudio, ele pode até reconhecer uma música que está sendo tocada e apresentar resultados sobre a música, esses são somente alguns exemplos, mas houve melhorias e atualizações em diversos HUBs, sensores e recursos do sistema operacional, além de uma forte integração com redes sociais como facebook, twitter e linkedIn.

As ferramentas de desenvolvimento para a versão Mango já estão disponíveis para download em versão Beta, muitas informações e recursos podem ficar diferentes na versão final, mas geralmente são mudanças pequenas. Com as ferramentas já é possível criar e testar todo o aplicativo com o Visual Studio 2010 e utilizar todo o poder do emulador que está integrado totalmente com o Expression Blend for Windows Phone ou com o Visual Studio 2010.

Download: Windows Phone Developer Tools 7.1 Beta tools

Os programadores Visual Basic .net agora podem criar aplicativos para o Windows Phone tanto em Silverlight como no XNA Framework, o Visual Basic é totalmente integrado com o Windows Phone Developers Tools 7.1 Beta, não sendo necessário instalar nenhuma ferramenta a parte. No Mango houve melhorias internas no sistema operacional que resultou em uma melhor performance na execução dos aplicativos em geral, alguns recursos agora rodam em threads background, deixando a interface do usuário com uma resposta mais rápida, essas melhorias são refletidas em sua aplicação e você não precisa codificar nada para usar desses benefícios, além dessas melhorias internas ouve também a inclusão de recursos essenciais para a criação de aplicações, como o suporte a OData e a inclusão de um banco de dados local.

O Windows Phone Marketplace também está em constante crescimento, com poucos meses de lançamento, a loja de aplicativos do Windows Phone 7 é constantemente atualizada com dezenas de novos aplicativos, o número de desenvolvedores e aplicativos podem aumentar significativamente com está atualização com codinome Mango, é previsto que o Marketplace esteja disponível para que os usuários possam comprar aplicativos em um total de 35 países, inclusive o Brasil e com suporte a 16 novas línguas, contando com o Português do Brasil.

Se você é um desenvolvedor da plataforma Microsoft .net e ainda não começou a desenvolver para o Windows Phone, é importante saber que a curva de aprendizado não é muito grande, principalmente se você já tem conhecimento na plataforma Silverlight ou XNA, o Windows Phone pode se tornar competitivo nos próximos anos, principalmente com a entrada e comercialização de equipamentos pelas operadoras no Brasil, somado com a recente parceria com a Nokia, umas das mais importantes empresas do setor, e a compra do Skype pela Microsoft, que vai trazer esse aguardado software para a plataforma .net, além de novas parcerias com fabricantes, tudo isso está fortalecendo a tecnologia mais recente da plataforma mobile da Microsoft.

Modelo de execução – Estado dormant

Houve uma pequena modificação no modelo de execução de aplicativos no Windows Phone Mango, nesta versão temos um novo estado da aplicação chamado dormant, para entendê-lo, vamos relembrar como funciona o ciclo de vida de uma aplicação no Windows Phone, temos quatro eventos que são acionados como apoio durante o uso do aplicativo, são eles, launching, closing, activated e deactivated, e junto com esses eventos podemos ter dois estado da aplicação, running e tombstoned, e para auxiliar com a manipulação de estados podemos utilizar os métodos OnNavigatedTo e OnNavigatedFrom. Quando você inicia uma aplicação, por exemplo, através do botão Start clicando em algum Tile, automaticamente uma nova instância do aplicativo será criada na memória, neste momento o evento Launching é acionado, ou seja, sempre que uma nova instância é criado, o evento Launching será chamado, neste evento temos que evitar a utilização de códigos que possam ser demorados e atrapalhar a experiência de uso do usuário da aplicação, além de que o Windows Phone Marketplace também informa limites de tempo para que a sua aplicação inicie. Após o evento Launching ser acionado, a sua aplicação entra em um estado chamado Running, neste momento sua aplicação está em execução e você poderá realizar tarefas e o usuário poderá navegar em sua aplicação. Neste momento se o usuário apertar o botão Start, por exemplo, ele estará acionando um evento chamado Deactivated e sua aplicação deverá salvar qualquer estado do aplicativo que você deseja restaurar caso o usuário retorne para sua aplicação através do botão Back, é neste ponto que houve um mudança com a versão Mango, agora existem dois
estados utilizados neste processo, o dormant e o tombstoned, sua aplicação entre em estado dormant antes de entrar em tombstoned, o que não acontecia na versão anterior, onde o aplicativo entrava direto em tombstoned. Quando o usuário navega para fora da sua aplicação , o Windows Phone coloca o aplicativo no estado dormant, neste momento todo o processamento, ou seja, todas as threads, são paradas, mas a aplicação ainda está na memória do aplicativo, este estado permite retornar a aplicação utilizando o máximo de performance, pois não é necessário recriar qualquer estado pois todos foram preservados. Se um aplicativo está no estado dormant e o usuário iniciar outro aplicativo, o sistema operacional vai verificar se esse novo aplicativo iniciado precisa utilizar mais memória do que o device disponibiliza como livre no momento,se isso ocorrer, a sua aplicação poderá ser escolhida para sair do estado dormant e entrar no estado tombstoned.

Mais informações : http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff817008(v=vs.92).aspx

Background Agents

Com os Background Agents podemos realizar algumas tarefas mesmo que a aplicação não esteja em execução, existem duas formas de realizar esse agendamento de tarefas, através de scheduled notifications ou scheduled tasks.

Uma scheduled notification é um aviso, que pode ser do tipo Alarm ou Reminder, o tipo Alarm permite que você especifique um arquivo de som para tocar quando a notificação é acionada, o tipo Reminder, você pode especificar uma URI para sua aplicação, quando o usuário clicar na notificação, a aplicação será executada e a URI será passado com parâmetro.

Já um Scheduled Task permite que você execute uma tarefa em background, mesmo quando a aplicação não está sendo executada, cada aplicação pode ter um único agente, que será registrando em sua aplicação e você pode especificar o tipo de scheduled que será executado, existem dois tipos, o PeriodicTask e o ResourceIntensiveTask, o primeiro é indicado para tarefas onde o tempo de execução será curto, como por exemplo, armazenar uma pequena quantidade de dados, e pode ser utilizado regularmente, já o ResourceIntensiveTask, tem sua utilização mais rara, pode ser utilizado para tarefas mais demoradas e que utilizam mais dos recursos do smartphone, com por exemplo a sincronização de um grande volume de dados.

File Transfers

Na versão mango temos disponíveis algumas APIs para a manipulação de uploads e downloads de arquivos no Windows Phone, esses arquivos podem ser enfileirados e executados em segundo plano (background), o Windows Phone fornece meios de verificar o status da transferência dos arquivos e ainda fornece meios de monitorar o progresso do download ou upload.

Áudio Background

Tocar um arquivo de som rodando em background, mesmo que a aplicação não esteja em foreground, se tornou uma tarefa fácil e gerenciada pelo sistema operacional, o suporte ao áudio em background é fornecido pelo namespace Microsoft.Phone.BackgroundAudio, com ele é possível acionar uma música e mesmo que o usuário inicie outros aplicativos, a música continuará em execução e o usuário ainda terá o acesso aos controles de aumentar e diminuir o volume.

Mais informações: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202978(v=vs.92).aspx

Sensores

Os smartphones estão ficando cada vez mais sofisticados e uma série de sensores estão sendo disponibilizados com esses modernos aparelhos, na versão mango temos disponível além do conhecido acelerômetro, mais dois sensores igualmente importantes, como a bússola e o giroscópio.

A bússola permite obter o ângulo pelo qual o smartphone é girado em relação ao polo magnético da terra, sua aplicação pode realizar a leitura dessas forças magnéticas e utilizar para realizar alguma ação, o sensor bussola não é um item considerado obrigatório para os fabricantes de equipamentos utilizarem com o Windows Phone, portanto se a sua aplicação for utilizar o recurso , ele precisa informa-lo e ainda verificar se o recurso está presente através de recursos do sistema operacional. Eventualmente a bussola pode ficar descalibrada, os smartphones com o sensor possuem recursos para a calibração da bussola, onde um movimento em formado de infinito é realizado.

O Giroscópio é outro sensor disponível para o desenvolvedor utilizar em suas aplicações, com ele podemos medir a velocidade de rotação do smartphone dos eixos X, Y e X. Todos os equipamentos com Windows Phone possuem o acelerômetro como sensor obrigatório, o acelerômetro consegue medir a aceleração do smartphone em movimentos mais intensos, no caso de uma simples e leve rotação de eixos, esses valores não podem ser lidos através do acelerômetro, já com o giroscópio é possível obter os valores quanto a velocidade de rotação do celular.

Juntos, o giroscópio, acelerômetro e a bussola, forma um conjunto completo que pode ser utilizado para formar um sofisticado sensor de movimentos, para simplificar essa integração, a versão Mango disponibiliza através do Microsoft.Devices.Sensors.Motion, um conjunto de recursos que facilitam a leitura dos resultados gerados pelos sensores para que você possa utilizar em sua aplicação.

continua…

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