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Set 12

Como foi a 1ª aula de ASP.NET…

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, AR, Asp.Net, blog, control, Controles, CRUD, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Download, exemplo, Exemplos, for, Geral, IE, int, Java, Mercado, Microsoft, O, on, pt, RIA, Ria’s Geral, site, Software, Sun, Tecnologia, Tema, Treinamento, UI, Visual Studio, web @ 09 12th, 2010 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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No dia 11/09/2010 foi a primeira aula de ASP.NET que ministrei para a turma de Pós-Gradução de Desenvolvimento de Sistemas Web. A turma tem em torno de 20 alunos porém muito interessada no assunto, eles que vieram do módulo de Desenvolvimento Web em Java com JSP, ficaram um espantados com a quantidade de funcionalidades que fizemos em tão pouco tempo em sala da aula.

O assunto foi uma abordagem geral de WebForms e como funcionam os controles básicos para CRUD, funcionalidade obrigatória na maioria esmagadora dos softwares desenvolvidos no mercado.

O website que montamos durante a aula vou disponiblizar aqui no blog para caso você queria aprender ASP.NET Webforms e assim como eu aprende com exemplos funcionais.

Faça o download do conteúdo desenvolvido em sala de aula.

Bons estudos!

Ago 27

Eventos e mais eventos

Escrito por Daniel Lopes em .NET, 1, 4, 6, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, blog, class, comunidade, Cotidiano, Curso, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Design, Destaque, DRE, egenial, Empreendimento, encontro, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, FISL, for, framework, geo, Geral, git, ide, IE, if, int, Introdução, kit, labs, mg, NaN, O, on, Oracle, Palestra, Palestras, Partilha, Pessoal, player, portal, rails, railsmg, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, Sugestões, TAT, Tecnologia, Tema, Treinamento, Twitter, UI, uint, Vagas, Vários, Ved, web, XP @ 08 27th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Neste segundo semestre do ano estamos tendo vários eventos com temas focados em Ruby ou eventos genéricos mas com espaço para a linguagem.

Apenas em Julho e Agosto tive o prazer de participar de 6 desses eventos. Uma coisa fica bastante claro, o interesse por Rails tem crescido assustadoramente.

Quando comecei a estudar a linguagem Ruby e framework Rails por volta de 2006 era comum ouvir que Ruby/Rails eram apenas modinhas e que logo isso tudo morreria.

Hoje é muito gratificante ver que esta “modinha” evoluiu para algo bem sólido no mundo todo e aqui no Brasil estamos começando a conseguir o mesmo resultado.

Isto fica bem nítido quando participamos dos eventos e vou compartilhar com vocês um pouco de como tem sido participar deles :

Mini-curso do RailsMG na UNA

Mensalmente fazemos encontros do nosso grupo, o RailsMG. Até entao nao tknhamos feito nada voltado para o publico que está interessado em começar no Ruby e no Rails.

Pensando nisso aplicamos um mini curso no meio de Julho onde eu fui o instrutor. O local para o treinamento foi cedido pela UNA e com lotação aproximada de 60 pessoas.

No esperávamos chegar perto da lotação mas o mais impressionante é que as 60 vagas foram preenchidas em menos de 5 horas.

O curso correu perfeitamente e foi bem interessante para conhecer várias pessoas de BH que tem interesse na tecnologia e mostrar um caminho por onde começar.

Os slides podem ser vistos aqui

FISL

No final de Julho, com um convite Maúricio Portal, tive o prazer de participar do FISL em Porto Alegre. Também um mini-curso mas desta vez com 6 horas (ao invés de 4 como o do RailsMG).

O curso foi quebrado em três dias com 2h por dia. No primeiro dia tivemos lotação máxima no auditório e o pessoal participou bem, com várias perguntas. O receio era que nos dias seguintes talvez o interesse diminuiria, mas isto não ocorreu e tivemos o auditório cheio nos 3 dias.

O mais interessante é que no último dia tivemos 6 horas de palestras de Ruby. Começamos com uma apresentação perfeita do Fábia Akita sobre o ecossistema Rails. Mostrando que Rails não é apenas um framework mas um plataforma sólida, focada em empreendimento e que caminha sozinha sem investimento de nenhum gigante como MS ou Oracle.

Na sequência tivemos mais uma palestra do Akita sobre boas práticas de desenvolvimento web usando a ferramentas do Ruby como exemplo. Para terminar o dia eu concluí com as duas horas restantes do mini-curso.

O resumo geral do FISL foi sensacional, vários contatos interessantes e deu para rever muita gente da comunidade Ruby e fazer aquele pós evento com direito a hora extra original com o pessoal do Rio.

Os slides do Mini-curso estão aqui.

EDTED BH

Em Julho recebi um convite da Arteccom para o EDTED de BH. O tema seria uma introdução ao Rails mas como evento coincidiu com o OxenteRails e eu já tinha confirmado com a organização do Oxente acabei não podendo comparecer ao EDTED (infelizmente).

Mas não podíamos deixar o EDTED sem uma palestra de Rails então Bruno Alves da Dito aceitou convite e a palestra parece ter sido um sucesso ( já era o esperado vindo do Bruno :) .

OxenteRails

Sobre o Oxente Rails, em Natal, não tenho palavras suficientes para descrever o evento.

Acabei indo de última hora e também não tinha comparecido no ano anterior então eu não sabia muito bem o que esperar.Mas o evento superou todas as expectativas possíveis. Extramente bem organizado e com palestrantes de auto nível.

O evento correu em duas trilhas paralelas e eu imaginei que não teria audiência para lotar os dois auditórios mas foi o contrário.

Foi bem legal para reencontrar a comunidade toda e conhecer pessoas como Caike da Envylabs, Geoffrey do Peepcode, Arthur Geek e várias outras pessoas que não vou me lembrar agora.

Quantos as palestras, pessoalmente gosto mais de conteúdo técnico e nesta linha as que me chamaram mais antenção (das poucas que assisti) foram as do Caike sobre refactoring e a do Geoffrey sobre sugestões de arquitetura em Rails.

Eu falei sobre Steak e você pode ver os slides neste link

Sobre o oxente eu só tenho a agradecer ao Paulo Fagiani, Annaysa e toda a equipe da Tink (Rafael, Anderson, etc). E claro não posso esquecer do Vinicius Teles por me fazer abrir o olho e enviar um tema para o evento e não deixar a oportunidade passar.

<iframe src=”http://player.vimeo.com/video/14350633?byline=0&amp;portrait=0&amp;color=b30000″ height=”304″ width=”540″></iframe>

Definitivamente o evento mais importante de Rails do Brasil (já que Rails Summit virou RubyConf :) .

Serpro

Duas semanas após o Oxente eu ministrei uma apresentação sobre o ecossistema Rails no Serpro MG a convite da Kátia, Alexandre e Harley (mais uma vez obrigado aos três).

Para o conteúdo eu usei boa parte da palestra que o Akita usou no FISL (com autorização dele). É um conteúdo que acho perfeito para dar uma visão geral de como caminha a comunidade em volta do Rails.

Os slides da palestra você encontra aqui

Próximos eventos

Durante este meio tempo também concluímos um treinamento da Egenial com 40 alunos e houveram vários eventos que não tive como comparecer. Destaque para o RSonRails e o encontro do pessoal do Rio.

Nos próximos meses vamos participar do seminário de “computação da UFOP” e também teremos uma palestra de Ruby na Inforuso, que está sendo organizado pelo Márcio Sete. Também não dá para esquecer do encontro de sábado agora (amanhã) do RailsMG.

Conclusão

Com todos esses eventos acontecendo e com o resultado fica bem claro que o interesse por Ruby no Brasil está começando a explodir agora.

Outra coisa que percebi é que mesmo com tantos eventos este interesse crescendo, são poucos os desenvolvedores mais experientes. Então é muito importante que os organizadores de evento tenham isso em mente.

Apesar de nós que trabalhamos como Rails a bastante tempo querermos eventos mais pesados e com conteúdo mais avançado, somos a minoria e qualquer evento no Brasil que carregue Ruby ou Rails no nome deve lembrar-se do iniciantes ao menos em algum momento na grade.

Além de introdução ao Ruby e ao Rails também é importante introdução a temas como TDD, Git, automatização de deploy e tudo mais que já é cotidiano de desenvolveres Ruby.

Nos vemos na Ruby Conf :)

Ago 25

HTML5 é cheio de significados

Escrito por Ved em 6, AR, class, classe, classes, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, exemplo, html, html5, IE, if, int, interface, O, on, Ria’s Geral, UI, uint, web, web standards @ 08 25th, 2010 | via http://www.vedovelli.com.br | Sem comentários
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E ser cheio de significados é ser semântico! Ao escrever a interface de usuário, o elemento HTML mais utilizado (graças a popularização dos Web Standards) é o <div>, uma espécie de Bombril® do desenvolvimento web. Utilizamo-los para posicionar nossos blocos de elementos visuais e textuais na página utilizando ids e classes. Vejamos o seguinte exemplo: [...]

Jun 4

Pós Graduação em Métodos Ageis

Escrito por Daniel Lopes em 1, 3d, 6, análise, app, AR, Arquitetura, arte, bar, BI, busca, camp, class, css, css3, cultura, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento Web, Design, exemplo, Flex, for, Formação, Geral, html, html5, IE, if, int, internet, Java, Javascript, JQuery, Mercado, mg, NaN, O, on, Orientação, Orientação a Objetos, problema, processo, programação, Projetos, pt, rails, RIA, Ria’s Geral, Rich Internet Application, ruby, Ruby e Rails, ruby on rails, site, Software, Sun, Tecnologia, Tema, Teste, UI, usabilidade, web, XP @ 06 4th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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No começo deste ano recebi um convite um tanto inusitado mas bem interessante. Um convite do Edgard Davidson (da UNA) para ministrar a disciplina de desenvolvimento web em um novo curso de pós-graduação.

Com este post venho convidar as pessoas de BH e região para o curso de pós-graduação em engenharia de software centrada em métodos ágeis.

No começo deste ano recebi um convite um tanto inusitado mas bem interessante. Um convite do Edgard Davidson (da UNA) para ministrar a disciplina de desenvolvimento web em um novo curso de pós-graduação.

O problema

Sou bem crítico quanto a formação acadêmica. Ao contrário do que muitos falam eu sou sim a favor de graduação e acho que todos deveriam fazer. Principalmente quando estiverem entrando para o mercado, pois formação acadêmica contribui muito para que você tenha uma visão geral e abra o seu leque cultural sobre sua área de atuação e até como ser humano.

Apesar de pensar desta forma existe o outro fator que não obrigatoriamente pessoas graduadas serão bons profissionais (é bem comum vermos até o contrário). E devemos tentar imaginar o porque deste problema.

O meu ponto de vista é que os cursos são ruins (grade e carga teórica) e muitas vezes os professores também deixam a desejar (muitas vezes nunca tiveram experiência prática). Mas também não devemos tirar o foco dos alunos pois também carregam boa parte da culpa por saírem das faculdades com o conhecimento bem abaixo do aceitável.

Pensando desta forma, fiquei muito contente com a oportunidade de fazer alguma coisa para contribuir com uma solução para este problema. Este curso de pós-graduação possui uma grade e proposta bem diferente. Um curso com uma boa dosagem entre teoria e prática e principalmente uma grade disciplinas muito interessante.

Desenvolvimento web

A minha responsabilidade no curso será a disciplina de desenvolvimento web. Pretendo abordar desenvolvimento prático em Ruby e Ruby on Rails. Também vamos aprender conceitos fundamentais como por exemplo entender o protocolo HTTP (e como isso afeta o desenvolvimento web) além de ter uma visão geral das tendências atuais passando por assuntos como Javascript (em especial jQuery), HTML5 e CSS3.

Eu não posso responder por outras pessoas, mas prometo fazer o melhor possível nesta disciplina. E realmente vejo este curso como uma forma de criar grandes profissionais para o mercado mineiro, que ainda carece de pessoas com visões mais modernas no desenvolvimento de software.

Veja o texto oficial de divulgação do curso:

O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis tem como objetivo principal especializar profissionais para o desenvolvimento de softwares de qualidade.

Este curso busca capacitar os participantes para uma visão abrangente e atualizada de engenharia de software e, em especial, capacitá-los em métodos ágeis focalizando nas tecnologias correntes para o desenvolvimento de software.

O curso contempla tópicos como métodos ágeis, programação orientada a objetos, padrões de projeto, engenharia de requisitos ágeis , usabilidade, arquitetura e teste de software bem com o desenvolvimento aplicações WEB e RIA (Rich Internet Application).

Durante o curso, os alunos exercitarão práticas ágeis integradas às outras disciplinas, proporcionando a transversalidade de conhecimento entre os conteúdos.

No final, o aluno estará capacitado a implantar, integrar e participar em equipes ágeis de desenvolvimento de software aplicando técnicas e tecnologias atuais de mercado.

Público-alvo

Profissionais de nível superior das áreas de Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Engenharia que atuam no mercado e que desejam se especializar no desenvolvimento de software com qualidade, flexibilidade e visando o máximo retorno sobre o investimento nos projetos de software, ampliando seus conhecimentos nas metodologias, tecnologias e processos que suportam o desenvolvimento ágil de software.

Estrutura curricular

  • Métodos ágeis de desenvolvimento de software
  • Modelagem Ágil de Software
  • Programação Orientação a Objetos
  • Padrões de Projeto
  • Engenharia de Requisitos Ágeis
  • Engenharia de Usabilidade
  • Arquitetura de software
  • Teste de Software
  • Desenvolvimento WEB
  • Desenvolvimento RIA
  • Laboratório de Engenharia de Software ágil
  • Métodos e Técnicas de Pesquisa

Dias e horários

O curso terá duração de 360h/a. Ocorrerá nos Campus Guajajaras (Sextas-feiras, das 19h25 às 22h55) e Barro Preto (Sábados, das 08h30 às 12h00 e das 13h00 às 16h30)

Coordenação

  • Edgard Davidson Costa Cardoso
  • E-mail: edgard.cardoso@prof.una.br
  • Veja a ementa completa

Investimento e mais informações

Confira aqui o valor do curso. Descontos especiais para matrículas antecipadas.

Para mais informações envie suas dúvidas para posgraduacao@una.br ou ligue para (31) 3235-7300. O site da universidade é www.una.br.

Mai 21

Pós Graduação UNA- Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, 6, Access, Adobe, Adobe Flex, Agile, Air, análise, app, AR, Arquitetura, auto, back, Banco de Dados, bar, BI, break, busca, camp, class, classe, classes, cliente, código, configuração, control, css, css3, cultura, Curso, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento RIA, Desenvolvimento Web, Design, Desktop, development, Draw, err, Estilo, Experiência do Usuário, Ferramenta, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, geo, gestão, git, Google, Gráfico, guias, html, html5, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, JavaFX, Javascript, JQuery, map, maps, Mercado, Mercado de Trabalho, mg, mvc, NaN, O, on, Opinião, Orientação, Orientação a Objetos, polimorfismo, print, problema, problemas, processo, produto, programação, Projetos, prototipação, prototipagem, protótipo, prova, pt, Qualidade de Software, rails, Reflection, RIA, Ria’s Geral, Rich Internet Application, ruby, ruby on rails, Scrum, silverlight, site, socket, Software, Sun, tag, Tecnologia, Tema, Teste, Testes Automatizados, Twitter, UI, UML, usabilidade, utf8, validação, Vários, web, Web Service, web services, Workshop, xhtml, XP @ 05 21st, 2010 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Pós Graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis

Objetivo do Curso

O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis tem como objetivo principal especializar profissionais para o desenvolvimento de softwares de qualidade. Este curso busca capacitar os participantes para uma visão abrangente e atualizada de engenharia de software e, em especial, capacitá-los em métodos ágeis focalizando nas tecnologias correntes para o desenvolvimento de software. O curso contempla tópicos como métodos ágeis, programação orientada a objetos, padrões de projeto, engenharia de requisitos ágeis , usabilidade, arquitetura e teste de software bem com o desenvolvimento aplicações WEB e RIA (Rich Internet Application). Durante o curso, os alunos exercitarão práticas ágeis integradas às outras disciplinas, proporcionando a transversalidade de conhecimento entre os conteúdos. No final, o aluno estará capacitado a implantar, integrar, liderar equipes ágeis de desenvolvimento de software aplicando técnicas e tecnologias atuais de mercado.

Público Alvo

Profissionais de nível superior das áreas de Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Engenharia que atuam no mercado e que desejam se especializar no desenvolvimento de software com qualidade, flexibilidade e visando o máximo retorno sobre o investimento nos projetos de software, ampliando seus conhecimentos nas metodologias, tecnologias e processos que suportam o desenvolvimento ágil de software.

Resultados Esperados

O resultado esperado do curso é que no final o aluno esteja capacitado a:

  • Identificar quais são as vantagens e desvantagem de se adotar uma abordagem formal ou ágil para desenvolvimento de software.
  • Implantar processos ágeis em equipes de desenvolvimento de softwares, aplicando práticas ágeis no dia a dia do desenvolvimento e possibilitando que o conceito de auto-gerenciamento funcione.
  • Liderar equipes que utilizam métodos ágeis de desenvolvimento.
  • Gerenciar projetos com práticas ágeis como o Scrum.
  • Desenvolver projetos de software em um em equipes ágeis com tecnologias Web e de Rich Internet Application (RIA)
  • Ser um profissional crítico, formador de opinião, que entenda de tecnologia, e que estejam capacitados a integrar equipes ágeis contribuindo para a melhoria da qualidade de software nacional.
  • Agregar valor no produto de software por meio da Integração disciplinas de engenharia de requisitos, usabilidade, padrões de projeto, arquitetura e teste de software

Diferenciais do Curso

Entre os principais diferenciais do curso de Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis da UNA está no seu corpo docente, composto por professores com ampla vivência no mercado de trabalho, sua grade curricular composta de disciplinas teóricas e práticas, com conteúdo em acordo com as exigências do mercado, sintonizado com o pensamento ágil, e, sobretudo, que é o único curso pós graduação lato senso em Engenharia de Software de Belo Horizonte totalmente focado na filosofia ágil.

Estrutura Curricular

(mais…)

Abr 23

Como iniciar Programação em ASP.NET

Escrito por Luis Messias em .NET, 1, 2009, 4, 6, action, Ajax, api, app, AR, Artigo, Asp.Net, back, blog, botão, browser, bug, C#, carregar, class, cliente, código, control, Cookie, css, dados, Debug, demo, desempenho, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, err, Ferramenta, for, Formação, framework, html, IE, if, image, int, Java, Javascript, LOB, Mac, mg, Microsoft, NaN, O, on, PHP, processo, programação, pt, redeRIA, refresh, RIA, Ria’s Geral, server, servidor, state, tag, TAT, Tecnologia, UI, Visual Studio, vs, web, XML, XP @ 04 23rd, 2010 | via http://blog.luismessias.com | Sem comentários
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O que é?
Feliz  cada vez mais nos estamos a virar mais para o “mundo” da WEB e para a CLOUD.
A prever isso a Microsoft lançou já há alguns anos o ASP.NET (Active Server Pages), que ao contrário do que se diz não é uma linguagem de programação mas sim uma Framework para desenvolvimento WEB.
Como é uma Framework assente na Framework .NET podemos usar para programar as linguagens C# e VB.NET. Em ASP.NET criamos páginas (WEB Forms) dinâmicas em que o código é corrido no servidor como é o caso de outras tecnologias (PHP, JSP).

Pressupostos:
Não que seja imperativo mas para sermos bons programadores de WEB, antes de sequer abrir o Visual Studio, temos de entender o mundo que vai por trás do browser.
Temos de entender o protocolo HTTP, Request / Response, ciclos de vida de uma página, diferença entre cliente e servidor, State Management, PostBack, JavaScript, CSS e claro HTML.
Não irei falar sobre tudo isto, apenas do que está relacionado com o ASP.NET, mas é bom sabermos o que está por detrás de cada ação que fazemos no browser

Cliente VS Servidor:
Como já referi uma Web Form ASP.NET é executada do lado do servidor, o que significa que cada vez que pedimos (Request) essa página ela é executada no servidor e posteriormente devolvida (Response) para o browser em HTML, esta operação ocupa largura de banda e tempo, logo se o podermos evitar ou então não enviar a página toda melhor (Partial PostBack (AJAX)), podemos concretizar isso usando JavaScript, que é uma linguagem que corre directamente no Browser (Cliente) ou AJAX (Javascript assíncrono e XML).
Não significa que no cliente é melhor ou que no servidor é mais seguro, o grande desafio das WebForms é a fusão entre código do lado do cliente e servidor, tornando assim a página rápida e menos pesada.

PostBack:
O PostBack é o nome que se dá à operação de Request e Response, ou seja, quando uma página inteira e o seu conteúdo são enviados para o servidor, processados e devolvidos para o browser.
Sabem quando fazem refresh a uma página ou carregam num botão e o browser fica branco e depois aparecem os conteúdos? É isso um PostBack.
Mais tarde falaremos da propriedade Page.IsPostBack do ASP.NET.
Felizmente existem formas de contornar isso graças ao AJAX que permite que sejam só enviados pedaços da página e de modo assíncrono o que permite continuar a trabalhar sem o browser bloquear.

Ciclos de vida de uma página:
Falaremos aqui do mais importante e utilizado o Load.
É a melhor altura para fazer acções devido ao facto de que os controlos já estão todos carregados, o viewstate disponível e ainda não é tarde para fazer alterações pois não chegou ao Render que é quando o HTML da página já está todo desenhado.

State Management:
Entende-se por State Management a capacidade do ASP.NET poder guardar informação entre PostBacks da mesma ou de outras (várias) páginas.
Existem várias opções relacionadas com desempenho e capacidade, cliente ou servidor:

Do lado do cliente:

View State: o view state “vive” nas páginas, o viewstate é criado a partir de cada controlo que adicionamos á nossa página para, entre postbacks, poder manter o seu valor.

Ex: Temos uma caixa de texto na página e ao carregar num botão a página faz postback mas o valor permanece na caixa de texto.
Vantagens: Simples, não requer implementação
Desvantagens: Não é recomendado para guardar muita informação pois a página ficará lenta.

Hidden Fields: Uma espécie de variável global na própria página
Vantagens: Fácil implementação
Desvantagens: Pouco seguro (ao ver o source da página está lá o valor) e claro pesa na página

Cookies: Todos já ouvimos este termo, são pequenos ficheiros guardados no lado do cliente para poupar viagens desnecessárias ao servidor.
Vantagens: Pode ser configurado o tempo de expiração e simples implementação
Desvantagens: Pouca capacidade de armazenamento, cliente tem de aceitar cookies, pouco seguro pois o cliente pode alterar as informações.

Do lado do Servidor:

Application State: Informação guardada no servidor disponível em todas as páginas e utilizadores até que o processo da aplicação termine.
Vantagens: Variáveis globais, fácil implementação.
Desvantagens: Ocupa memória no servidor.

Session State: Informação guardada no servidor disponível em todas as páginas enquanto a sessão do utilizador estiver disponível (mesmo Browser), tem limite de tempo de inactividade.
Vantagens: Variáveis globais, fácil implementação.
Desvantagens: Ocupa memória no servidor.

Ferramentas úteis para ajudar no desenvolvimento e debug:
Firebug: http://getfirebug.com/
Fiddler: http://www.fiddler2.com/fiddler2/

Cumpz

Abr 21

Qual linguagem de programação devo aprender?

Escrito por Gabriel Versallini em .NET, 1, 4, 6, action, Action Script, Adobe, Adobe Flex, Air, análise, AR, BI, blog, class, ColdFusion, corretor, Curso, Cursos, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento Web, Desktop, flash, Flex, for, Google, ide, IE, if, image, int, interface, Java, lite, Mercado, mg, mobile, O, on, oop, Orientação, Outros, PHP, processo, pt, redeRIA, rest, RIA, Ria’s Geral, Segurança, site, Software, Tecnologia, Tema, UI, Vagas, Ved, web, Wordpress, XP @ 04 21st, 2010 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
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Essa é a dúvida de muitos iniciantes e com certeza meus amigos do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software da UNIABEU – Nova Iguaçu | RJ. Claro que não existe uma resposta objetiva para esta pergunta, não há como dizer que X ou Y é a melhor linguagem, mas posso apontar quais são as linguagens em alta no mercado.

“Como desenvolvedor, procure uma linguagem que facilite o avanço de seu conhecimento da melhor e menos dolorosa forma possível. Caso você consiga, essa é a ideal.” Dyego Luz – Webinsider

Adobe Flex/Air
Apesar de não estar em alta no mercado brasileiro eu não poderia deixar de fora, já que sou apaixonado por essa linguagem. Originou-se do Flash e Action Script, portanto interface gráfica é o seu forte. E um dos motivos de minha paixão é a integração com outras linguagens, tais como: ColdFusion, Java, .NET e PHP. Muitos profissionais estão apostando no crescimento do Flex em nosso mercado. Eu também, é claro!

Site Oficial: http://adobe.com/devnet/flex/
Ambiente: Desktop e Web

Java
Conhecida por ser uma linguagem arrojada, pode ser encontrada principalmente nos sites de bancos e corretoras. Claro que outros segmentos a utilizam no desenvolvimento de sistemas ERP, CRM, entre outros. O número de vagas para profissionais especializados nesta linguagem é enorme, portanto é uma boa conferir.

Características:

  • Orientação a Objeto - Baseado no modelo de Simula67;
  • Portabilidade;
  • Recursos de Rede – Possui extensa biblioteca de rotinas que facilitam a cooperação com protocolos TCP/IP, como HTTP e FTP;
  • Segurança – Pode executar programas via rede com restrições de execução;

Site Oficial: http://www.java.com
Ambiente: Desktop, Web e Mobile

PHP – Hypertext Preprocessor
Sem dúvida, a linguagem mais utilizada para desenvolvimento Web por usa velocidade e robustez, sem contar o baixo custo para implantação da linguagem já que sua licença é GNU Generic Public Licence. Há sempre vagas no mercado, tanto para desenvolvimentos de sistemas corporativos, como para sites dinâmicos, entre outros.

Características:

  • Velocidade e robustez
  • Estruturado e orientação a objeto
  • Portabilidade;
  • Tipagem fraca
  • Sintaxe similar a Linguagem C/C++ e o PERL

Site Oficial: http://www.php.net
Ambiente: Web

Vou ficar devendo falar sobre o .NET, mas como não tenho nenhuma experiência nessa linguagem e bateu uma preguiça de pesquisar, sendo assim, use o Google.

“Não se esqueçam das certificações !” - Lembrete feito por Daniel Schmitz nos comentários abaixo.

Bom estudo!
Sucesso
:)

Abr 20

Easy .net Magazine 1 – acesse agora, grátis!

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 4, 6, Aplicativos, AR, Artigo, Artigos, Asp.Net, back, blog, Blogs, C#, class, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Desktop, DevMedia, Dica, Excel, for, Geral, Google, grátis, html, IE, if, image, int, Introdução, mg, O, on, Revistas, Ria’s Geral, server, silverlight, SQL Server, UI, uint, Ved, Visual Studio, web, XP @ 04 20th, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Segue o link do lançamento da revista easy .net Magazine, com a capa “Crie seus primeiros aplicativos ASP.NET”, se você deseja começar com a plataforma .net acesse todos os artigos totalmente grátis e entre agora mesmo no mundo .net,  parabéns ao grupo DevMedia pela excelente qualidade e conteúdo do novo projeto.

Link: Revista easy .net Magazine número 1

Na edição número 1 você encontra 5 artigos:

ASP.NET Introdução ao desenvolvimento Web com Visual Studio
Introdução ao SQL Server
Aplicações Desktop no .NET
C# Primeiros passos com a linguagem
ASP.NET para desenvolvedores Desktop

Agradeço ao Guinther Pauli, editor geral das revistas .net Magazine Brasil e ClubeDelphi, pelo convite para colaborar com a primeira edição da revista com o artigo “ASP.NET Introdução ao desenvolvimento Web com Visual Studio”, acesse o link abaixo e dê o seu feedback :

http://www.devmedia.com.br/assgold/post-16588-Artigo-Easy–net-magazine-1-ASP-NET.html

Mar 27

Me retirando do projeto de tradução dos guias

Escrito por Daniel Lopes em 1, Air, api, AR, arte, blog, class, código, comunidade, control, Cotidiano, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Dica, Documentação, egenial, email, err, Ferramenta, fonte, for, free, git, guias, ide, IE, if, Livro, mg, NaN, O, on, problema, produtividade, Projetos, pt, rails, railsmg, referencia, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, Tema, Teste, Treinamento, Twitter, UI, Vários, web, Wordpress, XP, zend @ 03 27th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Até hoje a comunidade Ruby/Rails tem crescido responsavelmente e com qualidade porque quem está a mais tempo impõe as boas práticas. Qual outra comunidade que se você não fizer testes você é crucificado? Ou se você fizer deploy via FTP e sem um SCM então você é um zero? São boas práticas que nada tem a ver com o Rails “ferramenta” mas são implícitas no cotidiano Ruby.

Acho que todos que trabalham com Ruby no Brasil conhecem o projeto dos guias. Nosso país é o único do mundo que tem todos os guias traduzidos para pt-BR e eu tenho orgulho de dizer que trabalhei neste projeto.

Foi uma tradução diferente das outras em virtude do fonte ser todo gerado em Ruby (tivemos que cuidar desta parte) e por ser um projeto constante e com atualizações praticamente diárias (diferente de um livro). Um trabalho colossal e que tivemos até poucos envolvidos se pensarmos no tamanho de cada guia. Mas na época eu considerei este projeto de tradução o mais importante para a nossa comunidade.

Hoje penso que ter traduzido os guias não foi a melhor coisa que podíamos ter feito. Como boa parte do meu trabalho está envolvido em treinamento pela eGenial ou privado vejo muito código de outras pessoas, e de vários níveis de conhecimento diferentes. Várias vezes estes códigos me assustam de verdade. Nestes casos é nítido que as pessoas não entenderam a filosofia do Ruby e muito menos do Rails (que só estende o mesmo conceito da linguagem para desenvolvimento web).

Apenas através dos guias você não aprende este tipo de coisa. Você não aprende que em hipótese alguma você pode desenvolver sem um SCM (preferencialmente GIT), não aprende que seus métodos nunca devem ter 70 linhas, não aprende como organizar seus controllers pensando em REST, e etc.

Os guias são a documentação da API exemplificada e ter isso de “mão beijada” no seu idioma ajuda os iniciantes a não pesquisarem, a não entenderem o porque das coisas. E caso estas pessoas precisem pesquisar, tudo estará em inglês em não em seu idioma nativo.

Eu não quero, em hipótese alguma, daqui a 10 anos ter vergonha em dizer que trabalhei com Ruby por ser uma linguagem famosa por projetos falhos, código mal feito e filosofia errada.

Até hoje a comunidade Ruby/Rails tem crescido responsavelmente e com qualidade porque quem está a mais tempo impõe as boas práticas. Qual outra comunidade que se você não fizer testes você é crucificado? Ou se você fizer deploy via FTP e sem um SCM então você é um zero? São boas práticas que nada tem a ver com o Rails ferramenta mas são implícitas no cotidiano Ruby e Rails.

Estas práticas você não aprende nos guias e caso um iniciante acomode-se a não pesquisar as coisas em inglês então ele nunca terá a visão do ecosistema e continuará fazendo código porco e sem saber para onde foi aquela produtividade prometida.

Outro motivo é que não quero contribuir para o problema do Simulador manco.

Por estes motivos e assinando a decisão do Cássio Marques eu também estou me retirando do projeto de tradução.

Vou me dedicar apenas a continuar respondendo os vários emails e mensagens no twitter que recebo, escrever posts aqui no blog e fazer apresentações além de ajudar no RailsMG.

Obviamente também vou continuar mantendo o livro teórico da eGenial (com mais de 300 págs) sempre atualizado e criando conteúdo para novos cursos onde eu tenho a total garantia que quem fizer e se dedicar sairá com o conhecimento certo (não é Free mas eu considero o valor muito acessível para aprender tudo da forma correta desde o início).

Set 3

Desenvolver sites???? To muito fora

Escrito por Ved em Desenvolvimento Web, Flex @ 09 3rd, 2009 | via http://www.vedovelli.com.br | Sem comentários
Ved
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Há bastante tempo já eu deixei de desenvolver sites. Infelizmente deixei, pois é algo que gosto de fazer. XHTML e CSS são deliciosos de trabalhar e muito poderosos em recursos. O problema está em quem encomenda os sites, que acha que pode mudar tudo, acha que é designer ou simplesmente é mal informado.
Essa semana coloquei [...]

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