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Dez 13

[Android] Instalando a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3.5, 3g, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, back, bar, BI, blog, break, C#, cache, class, Curso, custom, dados, demo, Desenvolvimento, developer, Dica, Dicas, Download, err, fonte, for, game, Google, html, ide, IE, if, image, int, iphone, jandersonfc, Links, lista, lite, loop, Mac, menu, mg, NaN, O, on, oop, PHP, problema, processo, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, site, TAT, Touch, Tutoriais, Tutorial, tv, Twitter, UI, update, window, windows, zend @ 12 13th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Depois de ver o Motorola Milestone 1 do @jandersonfc e do @horochovec rodando a MIUI ROM (Android) e ver que os respectivos aparelhos estavam impressionantemente r?pido, resolvi enfim entrar na onda e atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM. Instalei (12/12/2011) a vers?o MIUI-1.12.02 a qual utilizar a vers?o Android 2.3.7 como base.

Site Oficial (vers?o em Ingl?s)

Para atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM, tentei seguir o tutorial indicado pelo @plcosta, neste [link], mas confesso que depois de 3 tentativas frustradas desanimei, ent?o pedi uma ajuda para o @horochovec, para usar voltar a ROM original do Milestone 2 e recome?ar o processo de atualiza??o do zero. Finalmente tivemos a id?ia de olhar um tutorial de instala??o do CyanogenMod para o Milestone 2 [link], em resumo bastou seguir os passos indicados necesse tutorial que consegui realizar a instala??o da MIUI ROM no meu Milestone 2.

Realizei uma mescla dos 2 tutoriais para realizar a instala??o…

O que posso dizer, agora que estou usando a MIUI ROM?

Recomendo, quem instalar vai gostar muito.

Quer instalar a MIUI ROM tamb?m?

Caso queira mesmo, a seguir segue algumas instru??es conforme realizei a instala??o.

Aten??o: ? necess?rio lembrar que esse procedimento ? por sua conta e risco.

Obs.: com um pouco de aten??o, voc? tamb?m vai conseguir instalar a MIUI ROM no seu Milestone sem fazer nenhuma besteira.

Voc? tem o Motorola Milestone 1?

Mesmo n?o sendo o meu objetivo aqui, o @horochovec j? vez um [post] no blog dele que descreve os passos para a instala??o. (Sinceramente a instala??o no Milestone 1 me parece bem mais f?cil e r?pida que no Milestone 2 hehe)

N?o est? afim de apanhar como eu na instala??o no seu Milestone 2?

A seguir irei listar o passo a passo que realizei.

Obs.: no meu caso eu utilizo um Mac, ent?o tenha acess?vel um computador com Windows para te facilitar a vida. Se algo der errado n?o se desespere, ? s? voltar a ROM original do aparelho e recome?ar o procedimento para instala??o da nova ROM, para voltar esta ROM original ? que ser? necess?rio o Windows.

O que voc? vai precisar para realizar a instala??o da MIUI ROM

- Gingerbreak – para rootear o celular

- UPDATE_1.12.02_0.zip – MIUI ROM que utilizei e instalei no meu Milestone 2

- Bootmenu v0.8.6-v2.zip – arquivo do menu do boot para voc? conseguir selecionar e instalar a MIUI ROM

- Bootstrap – Droid 2 Bootstrap (Android Market) – necess?rio para acessar o bootmenu

- Rsd Lite – Aplicativo da Motorola para instalar SBF, serve para atualizar o Bootloader do aparelho e caso precise voltar a ROM original do aparelho, voc? ir? utilizar este aplicativo para realizar a tarefa. Lembrando que este aplicativo ? exclusivo e s? possui vers?o para MS. Windows.

Aten??o: sempre que voc? for executar o Rsd Lite para instalar uma SBF, tenho o m?ximo de cuidado, o procedimento deve ser executado e conclu?do 100%, este ? o ?nico procedimento que pode causar a perda irrevers?vel do aparelho.

- SBFs : Bootloader 70.13 e Vers?o original da ROM do Milestone 2 ( vers?o 2.2 Brazil, a primeira linha )

Tenha esses arquivos listados acima no seu computador, para facilitar sua vida =]

Procedimento para instalar a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Caso voc? queira ser cautelos@ e realizar um backup do seu celular, veja este [ link 1 - ROM original | 2 - aplicativos e dados ]. Eu particularmente n?o vi utilidade pr?tica nisto, pois ? tudo ou nada, queria a nova ROM no meu aparelho hehe.

Lembrando que os passos descritos a seguir foram os que eu utilizei na instala??o…

Sempre que for executar esse procedimento, fa?a com a bateria carregada.

Passos:

1 - Copie os arquivos: Gingerbreak.apk, UPDATE_1.12.01_0.zip, Bootmenu v0.8.6-v2.zip para o SD Card do aparelho

1.1 - Caso voc? tenha feito o download do Bootstrap.apk, copie este arquivo tamb?m para o SD Card

2 - Renomeie o arquivo UPDATE_1.12.01_0.zip para update.zip, este procedimento ? para facilitar o processo de instala??o.

3 - Verifique no aparelho, nas configura??es do Android a op??o Aplica??es(Programas) submenu, Desenvolvimento se as op??es, Fontes desconhecidas e Depura??o USB est?o ativas.

4 - Atrav?s do Gerenciador de arquivos localize o arquivo Gingerbreak.apk clique sobre ele e instale. Fa?a o mesmo para o Bootstrap, caso voc? tenha este.

4.1 – Caso tenha optado em n?o baixar este, acesse o Market do Android e instale por l? (Droid 2 Bootstrapper).

4.2 - Execute o aplicativo Gingerbreak, pois ? necess?rio rootear o aparelho para continuar a instala??o. A execu??o desse aplicativo ir? reinicar o aparelho, n?o se preocupe.

5 - Execute o Droid 2 Bootstrapper, neste aplicativo clique:

5.1 - Bootstrap Recovery

5.2 - Reboot Recovery

6 - Seu aparelho ser? reiniciado e exibir? um menu (em verde) com algumas op??es, onde o bot?o (+) do volume sobre, o (-) desce e o bot?o de tirar foto representa (ok/enter)

6.1 - Selecione: “install zip from sdcrad”

6.2 - Localize e selecione o arquivo: Bootmenu v0.8.6-v2.zip e (ok)

6.3 - Ap?s a instala??o, selecione a op??o do menu: “GO Back” (ok)

6.4 - Selecione a op??o: “Reboot System now” (ok)

7 - Seu aparelho ser? reiniciado novamente e exibir? um menu (azul), onde neste os comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

7.1 - Selecione: “Boot” (power)

7.2 - Selecione: “Set default: [boot Menu]“ (power)

7.3 - Selecione: “nomal” (power)

7.4 - Selecione: “Go Back” (power) 2x

7.5 - Selecione: “Recovery” (power)

7.6 - Selecione: “Custom Recovery” (power)

8 - Voc? ver? novas op??es no menu e uma imagem Android BootMenu, neste menu o comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power) Nesta op??o todos as informa??es na mem?ria embarcada do aparelho ser?o limpas.

8.2 - Selecione: “advanced” (power)

8.2.1 - Selecione: “Wipe Dalvik Cache” (power)

8.2.2 - Selecione: “Wipe Baterry Stats” (power)

8.2.3 - Volte ao menu anterior

8.3 - Necess?rio repetir o passo 8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power)

8.4 - Selecione: “Apply update from sdcard” (power)

8.5 - Ap?s finalizar a instala??o, selecione a op??o: “reboot system now”

9 - Seu aparelho ir? iniciar e exibir o s?mbolo da motorola em vermelho, diferente a ROM default do MotoBlur, nesta etapa ? aguardar e esperar a MIUI ROM ser carregada. (Demorou uns 3 minutos ou 5 minutos at? entrar pela primeira vez)

Estou esperando a um bom tempo e n?o entrou, o que eu fa?o?

Bom caso voc? esteja em desespero vendo seu celular em um loop infinto, dizendo que est? carregando o Android e at? agora nada. N?o se desespere, eu passei por isso 3 vezes at? conseguir instalar a MIUI ROM.

Mantenha a calma.

Nessa situa??o voc? vai precisar do Rsd Lite, um computaor MS. Windows.

Como j? havia indicado para fazer download dos arquivos .sbf, neste momento ? que se faz uso deles.

Passos:

1 - Desligue o aparelho

2 - Ligue o aparelho segurando o bot?o power e a ceta para cima do teclado do Milestone 2

3 - Quando observar que a tela ligou, por?m est? preta, solte os bot?es

Aten??o: m?ximo cuidado nesse momento, mantenha o cabo USB sempre conectado, nunca pare o procedimento, esta etapa ? cr?tica e pode danificar o seu aparelho caso n?o seja executada corretamente.

4 - Verifique e certifique-se de que a vers?o do Bootloader ? a 70.13 (caso voc? nunca instalou nenhuma ROM deve ser)

4.1 - Caso n?o for a vers?o indicada, plugue o cabo usb no celular e no computador e na aplica??o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente ao bootloader, depois desligue e ligue novamente para acessar o bootloader.

4.2 - Estando na vers?o correta e com o aparelho ligado via usb, utilizando o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente a ROM original do aparelho.

5 - Terminando a instala??o, mantenha o aparelho conectado no computador at? o Android ser carregado totalmente, somente depois disso voc? poder? desconectar o cabo usb.

6 - Voc? est? com seu aparelho de volta ao estado de quando voc? comprou e tirou ele da caixa.

7 - Provavelmente voc? ter? que logar no MotoBlur, execute o seu login at? que acesse totalmente ao Android.

8 - Voltei ao passo 1 do procedimento de instala??o da ROM.

Aeee, acessou a tela da MIUI, ufa… hora de fazer o ajuste fino

Voc? perceber? que estar? com a MIUI em Ingl?s, mas isto n?o ? um problema, basta alterar o idioma para portugu?s.

- Altera o idioma para Portugu?s (Brasileiro) [link]

- A ilumina??o do teclado n?o vem habilitada inicialmente, para arrumar isto, veja este [link]

- Calibrar a bateria do aparelho para um melhor rendimento [link]

- A MIUI n?o vem com um teclado Swype, ent?o instalei: TouchPal Keyboard e o dicion?rio para Portugu?s Brasileiro

Um grande vil?o do consumo de bateria ? o 3G no aparelho que fica ativo 100% do tempo desde que este esteja habilitado, para resolver isso instalei o aplicativo APN Brasil Pro (Android Market), que possui um recurso que melhora o gerenciamento do 3G e ajuda consideravelmente a aumentar o tempo de vida da bateria do aparelho.

Deixo registrado aqui meus agredimentos a galera que me ajudou com dicas e links e informo que esses passos que descrevi foi uma mescla dos posts:

- @ajudandroid – MIUI VERS?O 1.11.18 “ATUALIZADA PARA VERS?O 1.12.02 04/12/2011

- Clube do Android – CyanogenMod 7 Android 2.3.5 para Milestone 2


Veja também:

  • Google Nexus Two
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • Adobe AIR – Empacotador para iPhone OS + demos
  • [Android Game] Angry Birds : acessando níveis travados
  • Segundo comercial DROID da Verizon : stealth ataca EUA
Nov 16

LCCS e PHP com ZendAMF

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, Adobe, AMF, amfphp, AR, Artigo, Artigos, C#, catch, class, classe, classes, developer, Documentação, exemplo, Exemplos, flash, Flex, Flex 4, for, framework, function, handle, image, int, Java, Javascript, live, LiveCycle, Mercado, mg, O, on, Password, PHP, player, portal, programação, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, swf, Teste, try, UI, web, zend, zendAMF, zendFramework @ 11 16th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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O Adobe LiveCycle Collaboration Service possui em seu SDK, exemplos de integração com as principais linguagens de programação web do mercado como PHP, Java, Python, etc.
Na documentação da Adobe, é recomendado o uso do AMFPHP ou o PHP puro mesmo, mas nada impede de usar tranquilamente em conjunto com o ZendFramework (usando ZendAMF)
Ryan Stewart escreveu dois artigos mostrando a implementação com PHP e REST.

  • http://ria.dzone.com/articles/integrating-php-flash
  • http://ria.dzone.com/articles/php-flash-rest

Uma observação sobre o artigo de Ryan, no Flex 4, Adobe passou a usar o swfobject, então o modo de pegar os parâmetros via URL e passar para o SWF fica desse modo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. var xiSwfUrlStr = “playerProductInstall.swf”;
  2. var flashvars = ;
  3. flashvars.roomURL = swfobject.getQueryParamValue(“roomURL”);
  4. flashvars.authToken = swfobject.getQueryParamValue(“authToken”);
  5. var params = ;

No SDK do LCCS, existe um arquivo chamado lccs.php, basta copiar para o mesmo diretório em que você já usa suas classes. Em seguida, adicionar o include no arquivo gateway.php

PLAIN TEXT
PHP:

  1. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  2. require_once ‘lccs.php’;
  3. require_once ‘Test.php’;
  4. /** Bootstrap */
  5. // Instantiate server
  6. $server = new Zend_Amf_Server();
  7. $server->setProduction(false);
  8. $server->setClass(‘Test’);
  9. // Handle request
  10. echo($server->handle());
  11. ?>

E está é uma simples classe para teste chamando o método que retorna o token para autenticação.

PLAIN TEXT
PHP:

  1. class Test
  2. private $account;
  3. private $room;
  4. private $devUsername;
  5. private $devPassword;
  6. private $secret;
  7. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  8. private $accountURL;
  9. private $roomURL;
  10. function __construct()
  11. //for LCCS
  12. $this->account = “Your SDK account username from LCCS developer portal”;
  13. $this->room = “The room you want to connect to”;
  14. $this->devUsername = “Your LCCS developer account username”;
  15. $this->devPassword = “Your LCCS developer account password”;
  16. $this->secret = “The shared secret from the LCCS developer portal”;
  17. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  18. $this->accountURL = “http://connectnow.acrobat.com/$this->account“;
  19. $this->roomURL = “$this->accountURL/$this->room“;
  20. public function getToken($data=array())
  21. try
  22. $this->account = new RTCAccount($this->accountURL);
  23. $this->account->login($this->devUsername,$this->devPassword);
  24. $session = $this->account->getSession($data['room']);
  25. $displayName = $data['displayName'];
  26. $username = $data['username'];
  27. $role = $data['role'];
  28. $token = $session->getAuthenticationToken($this->secret, $displayName, $username, $role);
  29. return $token;
  30. catch (Exception $e)
  31. throw new Exception($e->getMessage());
  32. }
  33. }
  34. ?>
Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 10

Criando extensão para o Google Chrome – Parte 1/2

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, AR, Artigo, back, botão, browser, C#, chrome, class, Curso, developer, Documentação, exemplo, for, Google, html, ide, IE, if, image, Java, Javascript, Mac, mg, O, on, Pessoal, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, site, super(), tool, UI, window, windows @ 10 10th, 2011 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Olá, pessoal!

No artigo de hoje mostraremos como é simples criar uma extensão para ao Google Chrome. Apesar de ser um recurso esquecido pelas agências, pode agregar muito valor ao seu negócio.

É importante que tenha um bom conhecimento de HTML e JavaScript. Abra o editor de sua preferência e vamos ao trabalho! (Na época de Windows gostava do Notepad++, no Mac ainda não tenho preferência.)

Documentação Oficial: http://code.google.com/chrome/extensions/devguide.html

Primeiro devemos criar uma pasta com nome da extensão, VERSALLINI. Em seguida, precisamos criar o arquivo manifest.json, pois é ele que o Chrome procura na hora de identificar e instalar a extensão. Veja a seguir:


  "name": "VERSALLINI",
  "version": "1.0",
  "description": "Gabriel Versallini ,
  "permissions": [
    "http://www.versallini.com.br/"
  ]
}

Salve a imagem abaixo na pasta da extensão com o nome de icon.png:

Para saber se fez tudo certinho abra o Google Chrome clique em Tools/Extensions, em seguida no botão Developer Mode no canto superior direito e logo depois em Load unpacked extension…. Selecione a pasta da extensão e pronto, nossa extensão será instalada com sucesso, veja a seguir:

Repare que mesmo com a extensão instalada ainda não criamos nenhuma funcionalidade para ela. Daremos continuidade no próximo artigo, é importante resaltar que daqui pra frente é como criar um site porém com tamanho reduzido.

Divirta-se!
Abraço

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Twitter!

Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

Set 26

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 2

Escrito por Edgard Davidson em 1, 2.0, 4, 6, Agile, AR, arte, auto, back, blog, C#, camp, class, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, e-learning, event, Evento, Eventos, for, game, gestão, ide, IE, if, image, int, jogo, Jogos, lite, Livro, Mate, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Sun, TAT, Tema, UI, UX, XP, zend @ 09 26th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este ? o segundo post de uma s?rie de post's que estou fazendo, em formato de resenha. Como partida, estou lendo o livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders e sintetizando ele aqui. Confira aqui a parte 1.

Teoria dos sistemas complexos


A teoria dos sistemas complexos ? uma teoria advinda da matem?tica que se concentra em entender porque alguns tipos de sistemas s?o est?veis e porque alguns outros tipos n?o s?o. Levando para o campo de desenvolvimento de software a referida teoria nos ajuda a explicar porque alguns projetos s?o est?veis e porque outros n?o s?o.

Desenvolvimento de software pode ser visto como um sistema complexo adaptativo, onde as intensas intera??es e feedbacks fornecem oportunidade de melhoria aprendizado e conhecimento.

MULTIDISCIPLINARIDADE

A ideia de segregar pessoas que fazem trabalhos diferente oferece um impacto negativo ? performance da organiza??o. Esse tipo de segrega??o promove silos/feudos funcionais que dificultam a comunica??o e a amplifica??o do aprendizado e conhecimento na dimens?o ontol?gica da organiza??o (veja a teoria da cria??o do conhecimento). Corroborando com os princ?pios do manifesto ?gil, a teoria da complexidade tamb?m ? a favor da forma??o de equipes multidisciplinares.

O CORPO DE CONHECIMENTO DE SISTEMAS

N?o h? uma ?nica defini??o gen?rica para explicar a complexidade, cada sistema ? diferente, peculiar e por vezes suas defini??es s?o complementares, as vezes sobrepostas e as vezes contradit?rias. No entanto, existem v?rios estudos que se concentram em diferentes ?reas e que trouxeram uma contribui??o significativa para o campo dos sistemas complexos: Entre esses estudos est?o: a teoria evolucion?ria (evolutionary theory), a teoria dos jogos (game theory) a teoria do caos (chaos theory), a teoria dos sistemas din?micos (dynamical systens theory), entre outras. A figura abaixo apresenta o corpo de conhecimento de sistemas.

SIMPLICIDADE: UM NOVO MODELO

“Simplicidade normalmente est? relacionada com peso (o qu?o dif?cil ?) para algu?m tentar explicar ou entender algo. Qualquer coisa que ? f?cil de entender ou explicar ? simples, em contraste com algo complicado.”

Antes de discutir simplicidade, faz-se necess?rio entender cada terminologia abaixo:

  • Simples: f?cil de entender
  • Complicado: muito dif?cil de entender
  • Ordenado: totalmente previs?vel
  • Complexo: um pouco previs?vel (mas com muitas surpresas)
  • Ca?tico: completamente imprevis?vel

Na literatura, alguns modelos diferenciam a referida terminologia, como os modelos de David Snowden, que descreve um modelo contendo quatro dom?nios(simples, complicado, complexo e ca?tico) e modelo de Ralph Stacey que cria algo similar. Ele mostra o simples, complicado, complexo, e ca?tico, como quatro ?reas com base em duas dimens?es: o grau de concord?ncia e o grau de incerteza.

A NOVA ERA: PENSAMENTO COMPLEXO (COMPLEXITY THINKING)

Quando voc? aplica a teoria de sistemas complexos (complex systems theory) em desenvolvimento e gerenciamento de software, voc? est? tratando sua organiza??o como um sistema.

A din?mica do sistemas(System dynamics) – n?o confunda com a teoria dos sistemas din?micos(dynamical systems theory), foi uma das primeiras t?cnicas criadas para mostrar como eventos aparentemente simples podem causar comportamentos inesperadas na organiza??o.

A System dynamics percebe a organiza??o como uma estrutura interligada e mutuamente dependente das partes. A System dynamics tem ajudados os gestores ? melhorar sua compreens?o dos processo de neg?cio.

Uma outra t?cnica similar ? chamada de pensamento sist?mico (systems thinking), popularizada no livro The Fifth Discipline (que tamb?m pretendo fazer resenhas dele aqui no blog :) ). Essa t?cnica aborda o entendimento de como o pensamento influencia o outras partes como um todo e defende que o primeiro passo para se tornar uma organiza??o de aprendizagem ? ela compreender, como um sistema hol?stico, o que ela faz e como realmente faz.

O estudo da complexidade em sistemas sociais ? chamado de complexidade social (social complexity). A complexidade social ? o estudo de grupos sociais em sistemas adaptativos complexos.

System dynamics e systems thinking percebem a n?o linearidade, mas eles ainda partem da ideia que, de alguma forma, a alta ger?ncia constr?i o “tipo certo” de organiza??o que produz o “tipo certo” de resultado. Entretanto, atualmente os gestores percebem que para gerenciar a complexidade social, eles precisam entender como as coisas “emergem” e n?o como elas s?o “constru?das”. O modelo de gest?o 3.0 aplica o pensamento complexo (complexity thinking) e assume que os gestores n?o podem construir nem dirigir uma equipe auto-organizada. Em vez disso, a equipe deve emergir naturalmente. O modelo reconhece que organiza??es produtivas n?o s?o gerenciadas dirigidas por modelos e planos. Em vez disso, deve emergir atrav?s do poder da evolu??o da auto-organiza??o.

Obs: Para mim esses assuntos s?o complicados. Portanto, sinta-se a vontade para criticar, corrigir ou acrescentar valor nos coment?rios.

Set 25

Adobe Flex Mobile, Swiz Framework and FlexORM

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Flex, AR, Artigo, BI, blog, C#, class, Desenvolvimento, developer, flash, Flex, Flex 4, framework, image, mg, mobile, O, on, Pessoal, Ria’s Geral, S+S, Swiz Framework, UI @ 09 25th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal!

Essa semana um artigo meu foi publicado pela Flash and Flex Developer Magazine. O artigo trata de como construir uma publicação Flex Mobile utilizando o framework Swiz e o framework FlexORM, se você tem algumas dúvidas sobre persistência e gerenciamento de aplicações Flex utilizando algum framework, convido você a ler meu artigo. A revista é eletrônica, você pode conferir o artigo clicando na imagem abaixo.

Espero que o artigo lhe ajude no desenvolvimento Flex Mobile.

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 21

Flex SDK 4.6 a caminho + Dominando Flex Mobile também

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 4, 6, Adobe, app, AR, auto, BI, builder 4, C#, Componente, Componentes, components, control, Controls, custom, Design, developer, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, Flex 4, for, html, ide, IE, if, image, layout, Livro, mg, mobile, NaN, O, on, platform, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, TAT, try, tv, UI, XP @ 09 21st, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Hoje temos o pre release do Flex SDK 4.6, e como já era esperado, com diversas melhorias no Mobile. Como vocês sabem, o livro Dominando Flex Mobile está pela metade. Eu parei no meio e disponibilizei o conteúdo justamente pela falta de componentes e agora isso será suprido. Ou seja, vou voltar agora e terminar o Flex Mobile.

Alguns novos componentes ? (copiado na cara dura daqui) :

SplitViewNavigator

A new top-level application component specifically designed for the tablet experience. With only a few lines of code, manage the layout of multiple views and have them adapt automatically based on device orientation.

CallOutButton

A versatile component that pops over existing content and can contain text, components or even entire views.

SpinnerList

This popular tablet component is an adaption of the existing List component. It not only has a new look, but also gives options like recirculating content and a position based selection model.

DateSpinner

A highly flexible component that is not only locale-aware, but provides multiple out-of-the-box configurations to fit most date/time entry needs.

Text Enhancements

Flex 4.6 solves the problem of cross-device text input. Flex exposes the native text-editing controls on EVERY platform—this enables the developer to customize the keyboard and the user to experience the native UI of common operations like selection, copy/paste and spelling checking.

ToggleSwitch

This simple and much-requested control is now available in Flex 4.6.

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