Hoje existem diversas plataformas no mundo mobile e cada uma com uma linguagem especÃfica, dessa forma, existe um custo elevado para portar uma mesma aplicação para todas as plataformas, esse custo elevado no desenvolvimento de projetos acaba criando uma barreira muito grande para que pequenas empresas possam usufruir desse ambiente que cresce exponencialmente a cada [...]
Desenvolvendo para iOS utilizando Phonegap
Atualizações automáticas silenciosas no Internet Explorer a partir de Janeiro/2012
Uma excelente notÃcia para quem desenvolve para Web: Hoje Ryan Gavin anunciou no blog oficial do Internet Explorer (em inglês) os planos para implementação de atualizações automáticas silenciosas no IE, começando já em janeiro de 2012 no Brasil e Austrália (isso mesmo, Brasil fará parte do piloto).
Essas atualizações ocorrerão, como o próprio nome diz, de forma automática e silenciosa, sem necessidade de nenhuma intervenção do usuário e possivelmente (pele menos é o que esperamos) sem reiniciar o computador. Esse tipo de atualização já é comum para usuários do Google Chrome.
Mesmo sendo automáticas e sem intervenção, ainda será possÃvel optar por não atualizar (há casos de empresas que têm aplicações que dependem de versões especÃficas do browser e não podem simplesmente atualizar), ou mesmo remover a atualização e voltar para a versão anterior, mas o padrão agora será a atualização automática para a última versão.
A atualização será para a última versão disponÃvel na plataforma do usuário, ou seja, usuários do Windows XP receberão o IE8 e usuários do Vista e Windows 7 receberão o IE9 (e IE10, quando for lançado).
Agora é esperar que essa atualização realmente diminua de forma substancial o tamanho da base instalada de IE6 e IE7 (e talvez IE8 também, mas não tanto) para que possamos desenvolver sites e aplicações com mais tranquilidade e menos dores de cabeça, além de ajudar a convencer os clientes de que não será mais tão imprescindÃvel suportar versões tão antigas do browser da Microsoft.
versão traduzida para português do post sobre este anuncio
O eCommerce brasileiro em 2011
O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.
Plataforma Pr?pria x Tercerizada

ERP?

Atendimento Online

Selos de Seguran?a

Como expor os produtos no e-commerce
Categorias

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Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados


Como evitar fraudes em minha loja virtual?
![]()
Voc? sabia que em m?dia 9 entre cada 10 novas lojas virtuais deixam de existir no primeiro ano de vida? E que em sua grande maioria devido as fraudes on-line.
As grandes causas de fraudes sofridas pelo comercio eletr?nico est?o, de um lado a escassa seguran?a e as limita??es dos meios de pagamento e de outro a grande dificuldade pr?tica em verificar e garantir a identidade do cliente/comprador.
Compras com cart?es de cr?dito fraudulentos.
Neste caso o comprador golpistas aproveita os dados de um cart?o de cr?dito que foi clonado ou roubado ou cujos dados estejam dispon?veis por alguma raz?o (muitas vezes basta um xerox frente e verso), se passando pelo titular do mesmo e realizando a compra em nome dele. Alguns golpistas mais sofisticados procuram ter um cadastro completo do verdadeiro titular do cart?o de forma a estar pronto em caso de liga??o.
Como enfrentar as fraudes?
Existem basicamente duas alternativas para enfrentar o problema das fraudes no com?rcio eletr?nico.
Terceirizar a transa??o eletr?nica
Terceirizar para empresas de meios de pagamento pois est?o estruturadas para garantir a seguran?a nas transa??es.
Alguns exemplos de empresas deste tipo (para o Brasil) s?o os seguintes:
• http://www.pagseguro.com.br
• http://www.moip.com.br
• http://www.braspag.com.br
• http://www.ipagare.com.br
Realizar a transa??o eletr?nica na pr?pria estrutura da empresa
Caso escolha criar uma estrutura de verifica??o interna, vale levar em conta os seguintes fatores e dicas.
O ponto principal ? a valida??o da identidade do cliente, e conseq?entemente de seus meios de pagamento. Para isso voc? pode utilizar usadas ferramentas e fontes de valida??o de cadastro, tal qual Zip Code. Os dados solicitados no cadastro devem ser escolhidos com base nas necessidades do neg?cio. O uso de ferramentas autom?ticas de scoring ou de detec??o de ind?cios de fraudes ? muito recomend?vel.
? ?til, quando poss?vel, utilizar ferramentas de an?lise de risco e preven??o de fraudes ou ainda sistemas de scoring automaticos ou n?o.
Solicitar c?pias de determinados documentos ou comprovantes por fax ou email pode ser uma ?tima alternativa para alguns tipos de neg?cios. Uma longa demora no envio dos documentos ? sinal de suspeita.
Em caso de suspeita de fraude poder?o ser realizadas entre outras, as seguintes verifica??es:
- Valida??o do nome do cliente em rela??o ao CPF/CNPJ junto ao site da Receita Federal.
- Valida??o de dados do cliente junto a sistemas de prote??o ao credito (SPC, Serasa…).
- Valida??o do BIN do cart?o de credito (que indica qual o banco emissor do mesmo e ? representado normalmente entre os primeiros 6 d?gitos do n?mero) que pode ser comparado com um campo solicitado no cadastro ou atrav?s de perguntas por telefone. Esta valida??o pode normalmente ser realizada atrav?s dos sites das operadoras dos cart?es.
Ferramentas de preven??o de fraudes
Automatize o processo de verifica??o e preven??o de fraudes em seu ecommerce atrav?s dessas ferramentas:
L?gico que o melhor caminho sem d?vida ? quando sua empresa mescla a utiliza??o de v?rias formas e t?cnicas de verifica??es e valida??es dos compradores e suas compras em tempo real para identificar e previnir o preju?zo com fraudes no ecommerce.
E a sua empresa como trabalha para previnir as fraudes? Comente logo abaixo.
Sua empresa n?o utiliza nenhuma forma de preven??o contra fraudes? Entre em contato comigo.
O que falta para as empresas de TI brasileiras?
um tempo atrás fiz um post desse no google+ , o feedback foi positivo e resolvi colocar aqui no blog. A verdade é que daqui para frente vou tentar não deixar posts perdidos pela rede social, colocarei aqui primeiro
O que falta para as empresas de TI brasileiras?
Assim como as empresas não estão mais interessadas em diplomas e certificados os profissionais não estão mais interessados em quem é o maior cliente de uma empresa, os profissionais procuram um bom ambiente de trabalho, um projeto desafiador e profissionais com o mesmo nÃvel para cima.
Torne sua empresa mais sociável, faça as pessoas saberem como ela trabalha, qual é o projeto principal da empresa, o ambiente do café, a sala de jogos…
e provavelmente não terá mais o problema de falta de profissionais qualificados.
Similar Posts:
Conhecendo o LESS. The Dynamic Stylesheet.
Como todos devem ter percebido, nos últimos meses o CSS3 e o HTML5 tem ganho um grande destaque no desenvolvimento web. Grandes empresas como o Google, Microsoft, Adobe e Apple estão apoiando fortemente o desenvolvimento web utilizando WebStandards. Caso você já conheça algo sobre CSS, provavelmente deve saber como é complicado a organização desses documentos em um projeto de médio ou grande porte. Dado esses problemas conhecidos, foram surgindo os chamados pré-processadores de CSS, que viabilizam a criação de documentos de estilo, adicionando novas funcionalidades.
Hoje vamos conhecer o LESS, The Dynamic Stylesheet Language. O objetivo dessa biblioteca em javascript é prover uma série de funcionalidades para as, usualmente criadas a mão, folhas de estilos. Recursos tais como, variáveis, mixins (Multiple Inheritance, Traits), mixins parametrizáveis, funções, namespaces, importação, etc. Vamos aprender como utilizar os principais recursos dessa biblioteca em um projeto e como aproveitar o melhor dessa biblioteca para organizar corretamente nossas folhas de estilo.
Variables
As variáveis ajudam-nos a definir valores que podem ser utilizados em diversas regras do nosso CSS. Elas possuem escopo assim como em uma linguagem de programação orientada a objetos, trocando em miúdos:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 |
// Arquivo stylesheet.less
// Essa variável foi definida no escopo do arquivo, logo, todas as regras do arquivo podem acessar seu valor. @siteBackgroundColor: #FF3300; // Laranja h1 // Isto significa que, se criarmos uma outra regra chamada &.mainTitle h2 |
O que é interessante no uso de variáveis é a reutilização e organização. Imagine uma design guideline onde existem RGBs especÃficos a serem seguidos, essas cores poderiam ser definidas em um documento chamado color_variables.less e adicionados ao nosso arquivo principal utilizando a clausula @import.
@Import – Importando outros arquivos
Quando um arquivo LESS é importado, todas as suas variáveis e mixins são adicionados ao arquivo principal. Os escopos serão mantidos e a extensão .less é opcional.
@import “lib.less”
@import “lib”
É possÃvel utilizar pastas nas clausulas de @import:
@import “where/is/my/stylesheet.less”
@import “where/is/my/stylesheet”
Mixins
No LESS, mixis são como uma espécie de classe CSS que pode ser reutilizada em diversas outras regras. Quando utilizadas, todas as propriedades definidas no mixin são adicionadas a regra onde a mesma foi adicionada, caso um mixin mude, todas as regras que o referenciam serão também modificadas.
Imagine o conceito de mixin como classes CSS orientadas a objeto, o que é interessante do mixin é que temos aqui algo como uma herança múltipla, caso uma mesma instrução seja declarada em mixins diferentes, e esses mixins adicionados a uma regra, o mixin declarado por último terá vantagem na construção final do CSS da regra onde foi adicionado.
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 |
.bordered
border-top: dotted 1px black; border-bottom: solid 2px black; // Declaramos agora uma regra qualquer que fará uso do nosso mixin. |
Quando modificarmos o mixin .bordered, todos os elementos que o estão utilizando serão modificados. Reutilização!
Vamos para um exemplo mais usável para exemplificar como é um mixin parametrizável.
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// Bordas arredondadas cross-browser.
// Observe que utilizamos algo parecido com uma função de javascript para declararmos nosso mixin. // A notação de variável deve ser adicionada (@radius), com isso, criamos uma variável chamada “radius” no escopo // do mixin que poderá ser utilizada apenas internamente pelo método. // Observe também que declaramos um valor padrão para o parâmetro, de 5px. .border-radius( @radius: 5px ) // Repare que utilizamos a mesma variável para todas as regras. border-radius: @radius; -moz-border-radius: @radius; -webkit-border-radius: @radius; // Para utilizarmos a regra, seguimos o mesmo padrão |
É importante destacar que um mixin pode conter diversos parâmetros. Isso pode ser feito da seguinte forma:
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2 3 4 5 6 |
// Declaramos um novo mixin
.border-radius-and-color( @radius: 5px, @borderColor: #000000 ) .border-radius( @radius ); // Observe que aqui reutilizei o mixin previamente definido. Composição de mixins. border: 2px solid @borderColor; // Adicionamos agora a cor para a borda. |
Nested Rules
Com o LESS você pode criar suas regras de CSS utilizando uma espécie de hierarquia. Vamos ver como isso funciona na prática.
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// Dado o CSS abaixo
div#header #menu … rules div#header #menu li a div#header #topNav |
Com o LESS, o mesmo CSS acima poderia ser escrito da seguinte forma:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 |
// Como utilizar hierarquia com Less
div#header #menu ul li #topNav |
Depois de processado, o CSS será exatamente igual. Você não precisa utilizar esse esquema de hierarquia caso não queira, é importante lembrar que o LESS é apenas uma extensão do CSS, se for de desejo do desenvolvedor, podemos escrever um código LESS sem usar nenhum recurso especial, como se fosse um CSS tradicional.
Operations
Com o LESS o seu CSS sabe fazer contas. Qualquer número, cor ou variável pode ser utilizada em uma operação aritmética.
Ele sabe identificar quando estamos utilizando uma cor ou um número, por exemplo:
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2 3 4 5 6 7 |
@base: 5%;
@filler: @base * 2; @other: @base + @filler; color: #888 / 4; |
Assim como no javascript, é possÃvel também utilizar parênteses nas suas operações:
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width: (@var + 5) * 2;
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Color Functions
Na minha opinião um dos recursos mais úteis durante o desenvolvimento de uma aplicação. Podemos efetuar operações em cima de RGBs, por exemplo, imagine que o layout do seu website foi criado baseado-se em apenas uma cor, utilizando diversos tons dessa cor. Com o LESS é possÃvel utilizar métodos pré-definidos como lighten, saturate, darken, fadein, fadeout e spin. Esses métodos retornam sempre um RGB que pode ser utilizado em seu LESS. Vejamos alguns exemplos:
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2 3 4 5 6 7 8 9 |
@base: #f04615;
.class // Utilizo a cor base 25% mais clara |
É possÃvel também extrair informações de uma determinada cor para ser utilizada em outra.
Isso é feito a partir dos métodos hue, saturation e lightness.
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2 3 |
hue(@color); // retorna o valor do canal ‘hue’ da cor @color
saturation(@color); // retorna o valor do canal ‘saturation’ da cor @color lightness(@color); // retorna o valor do canal ‘lightness’ da cor @color |
Namespaces
Em dado momento necessitamos organizar uma série de mixins e variáveis. Para isto podemos utilizar um conceito presente no LESS chamado Namespaces. Assim como em linguagens de programação orientadas a objetos, que possuem o conceito de pacotes, os namespaces fornecem encapsulação para nossas folhas de estilo. Isso pode ser implementado facilmente utilizando a mesma notação de ID do CSS tradicional. Vejamos.
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 |
#bundle
.button () display: block; border: 1px solid black; background-color: grey; &:hover background-color: white } .tab … .citation … } |
Verifique que acima, criamos um mixin chamado button dentro do namespace bundle. Para o utilizarmos devemos fazer da seguinte forma:
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2 3 4 |
#header a
color: orange; #bundle > .button; // Estamos acessando o namespace ‘bundle’ e fazendo uma chamada para o mixin ‘button’. |
Uma utilização muito comum dos namespaces é na criação de pequenas bibliotecas de utilidades. Imagine que sua empresa pode possuir uma série de arquivos LESS, e em um determinado projeto você necessita de acesso a esses mixins, variáveis, etc. Organizar seus documentos com namespaces fácilita a visualização e localização de uma determinada instrução no seu documento LESS, como por exemplo, um mixin customizado que pode ser facilmente encontrado a partir da sua indicação de namespace.
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2 3 |
someRule
#dclick > .border-radius(10px); |
Conclusão
Como podemos ver, o LESS facilita uma série de tarefas que são praticamente impossÃveis de serem efetuadas pelo CSS tradicional.
Aconselho a todos que tenham interesse em se aprofundar mais na biblioteca a conhecer o website (http://lesscss.org/). Lá você poderá encontrar a documentação com maior riqueza de informações também poderá ver alguns exemplos de código que não foram abordados nesse post.
Qualquer dúvida, sinta-se a vontade e envie-nos um comentário!
Abraço!
Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…
Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.
Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.
E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possÃvel, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.
Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatÃvel Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….
Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.
Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.
Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladÃssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.
Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.
Photoshop:
A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post
UX:
Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post
Design:
A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.
Novidade:
A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html

Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!
Adobe Camp Brasil 2012
Olá pessoal,
Esse ano eu tive a oportunidade de ir ao Flash Camp Brasil, em Maceió – AL, em Abril. Foi um evento bastante interessante, tivemos grandes palestras, foi muito legal conhecer pessoalmente muita gente que conversamos a anos via GTalk, Skype ou MSN e participei de um Workshop oferecido pela Blackberry para que tivessemos a chance de conhecer o poderoso Playbook.
Durante o evento em algumas apresentações foram mostradas algumas imagens do ano anterior, em 2010, e era visÃvel a quantia que o evento tinha aumentado, não apenas em número de pessoas, mas em organização também e para nossa surpresa, no próximo ano teremos o Adobe Camp Brasil. Essa mudança de nome não mostra apenas que o número de pessoas aumentou no evento, mas mostra também que o Brasil entra definitivamente no cenário mundial de grandes eventos dos produtos Adobe.
Vale muito a pena conferir o evento, excelentes palestras para todos os gostos, algumas mais técnicas com um nÃvel de aprofundamento maior, outras mais para iniciantes, palestras sobre depoimentos de empresários sobre o momento que suas grandes empresas vivem, etc. Esse ano tivemos a oportunidade de ouvir Arno Gourdol – Diretor de Engenharia do Adobe Flash Runtime, por exemplo, pessoas que encabeçam as tecnologias que utilizamos em nosso dia a dia vieram até o Brasil contar sobre o que estão e como estão criando os novos produtos, etc.
Todos sabem que a informática evolui muito e podemos acompanhar via internet, ou assistir gravações mais tarde, mas é uma oportunidade única você poder ouvir a palestra ao-vivo, fazer perguntas, e no corredor do evento se encontrar com o palestrante e conversar sobre algum detalhe da sua palestra, etc.
Esse ano com certeza teremos um evento ainda maior, eu vou estar lá e faço o convite para que você também vá, não perca essa grande oportunidade de ouvir muita coisa boa, fazer algum mini-curso e aumentar sua rede de relacionamentos real, e não a do facebook ou twitter
As inscrições serão abertas no próximo mês, então não fique de fora, não perca essa oportunidade de participar de um super evento. Por favor, não façam comentários do tipo: “Eu não vou para Maceió”, “É muito caro viajar para o Nordeste”, essas coisas. São apenas 2 dias, a cidade é linda, as diárias de hotel são compatÃveis com a de qualquer capital brasileira, e quem sabe você não vai no #soudevbuteco que aconteceu o ano passado com figuras como: @mariojunior, @jandesonfc, @igorcosta, @thalissonol e @jotaefe. Você vai dar muita risada até a madrugada
Aqui vão dois vÃdeos sobre o evento.
Primeiro dia:
Flash Camp Brasil 2011 #Day 1 from Action Creations on Vimeo.
Segundo dia:
Flash Camp Brasil 2011 #Day 2 from Action Creations on Vimeo.
Fotos: clique aqui.
Inscrições em breve, fique ligado no site: http://www.adobecampbrasil.com.br/
10 motivos para você investir em comércio eletrônico criando sua loja virtual
Se você ainda está em dúvida se deve ou não abrir sua Loja Virtual, abaixo seguem dez ótimos motivos para convencê-lo(a) de que está no caminho certo.
Conheça CogStores: E-commerce / Lojas Virtuais aqui.
1. Funcionamento 24 horas – Com um endereço na web, a sua empresa pode montar uma loja virtual e vender a qualquer hora. O horário comercial da sua empresa passa ser 24×7 (7 dias por semana e 24 horas por dia). A loja na rede abre canal de comercialização com 50 milhões de internautas somente no Brasil. Os números do e-commerce no Brasil são impressionantes.
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Link: http://www.blogdoecommerce.com.br/porque_criar_loja_virtual/
A Ascensão do Teste de Software
Por muito tempo o teste de software foi visto como uma atividade do processo de desenvolvimento de software que no papel era extremamente importante e necess?ria para atingir a qualidade do produto de software, mas na pr?tica, por muitas empresas, tornou-se uma das atividades mais negligenciada. Por esse motivo enraizou-se uma p?ssima cultura em rela??o ? atividades de testes, que, quanto a import?ncia, ficou ? margem da constru??es do software e que, se desse tempo, era executada. A neglig?ncia, por muito tempo da referida atividade gerou algumas “afirma??es” que hoje soam como piadas:
- “…Implemente, se der tempo agente testa.”
- “o importante ? entregar… os testes, deixa que o cliente faz pra gente…”
- “o prazo vai estourar…Ent?o sacrifique os testes…”
- “entregue com bugs, mas entregue em dia, depois agente arruma…”
- “sabemos que nosso software est? cheio de bugs, ent?o vamos cobrar uma manuten??o mensal do nosso cliente para consert?-los…”
- “testar n?o ? uma atividade importante…”
- ”…como vamos testar se n?o temos tempo?”
- “…testar pra que? perda de tempo.”
- “pra desenvolver sem teste ? X, com teste ? X2…'“
Fico impressionado! D? at? medo! Imagine se a ind?stria de avia??o fosse igual a de software. Quantos avi?es cairiam por dia? Imagine se a ind?stria farmac?utica fosse igual a de software. Voc? confiaria nos rem?dios? Imagine se o projeto do modelo do seu carro fosse constru?do como esses softwares? Voc? andaria em um elevador que foi constru?do com essa mesma metodologia? “Instale o elevador a?… depois o cliente testa pra gente…”
Quando fala de teste, estou me referindo tamb?m a qualidade do software. Apesar de n?o serem sin?nimos, mas com certeza o n?vel de qualidade dos teste de software ? um fator, entre v?rios outros que definem a qualidade do produto final.
Por outro lado, do ponto de vista do profissional, o teste de software possuia alguns PRE-conceitos:
- “testar ? uma atividade chata e cansativa…”
- “testar paga mal…”
- “n?o gosto e n?o sei programar… logo vou trabalhar na ?rea de teste…”
- “minha empresa n?o valoriza a ?rea de testes…”
- “testar ? ficar encontrando erros dos outros…”
- “maus programadores viram testadores…”
- “…subatividade?”
- “qualquer um pode testar…”
Hoje, no entanto, o teste “virou o jogo” com a populariza??o de processos emergentes de desenvolvimento de software como eXtreme Programming. Pr?ticas como TDD e BDD fornecem uma novo paradigma no desenvolvimento. Hoje, com a ascens?o do teste de software, novas “afirma??es” foram geradas:
- “a qualidade do produto ? inegoci?vel…”
- “primeiro escrevemos nossos testes unit?rios, depois implementamos…”
- “entregar software sem um boa cobertura de teste unit?rio tornou-se amadorismo…”
- “aus?ncia de teste unit?rio ? anti?tico… “
- “n?o consegue executar teste de carga, performance e seguran?a no seu sistema? Sua equipe est? com d?bito t?cnico…”
- “nossa integra??o ? cont?nua e automatizada…”
- “nossos testes s?o automatizados…”
- “temos cada linha de c?digo da aplica??o, temos tr?s linhas de teste…”
- “nos preocupamos com a cobertura dos testes, com casos de teste que refletem os requisitos de neg?cio…”
- “enquanto os testes n?o passarem 100% o produto n?o ? entregue…”
- “entregue menos, mas entregue funcionando…”
- “quem quebrar o deploy paga dez flex?es…”









