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Dez 14

Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, arte, C#, case, class, classe, classes, cliente, código, comparação, demo, Desenvolvimento, Design, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, framework, Google, ide, IE, if, int, Introdução, Java, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, Plugin, print, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, string, Sun, super(), TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint @ 12 14th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.


Um pouco sobre a nova versão

Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.

Asserções



Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.

Exemplo Prático



Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:

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public class JUnitTestCase



Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:

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@Test
public void metodoQualquer()



Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:

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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);



Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:

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private String stringLocal;

@Before
public void inicializaLocal()
System.out.println(“Inicializou.”);
this.stringLocal = “inicializada”;

@Test
public void testInicializadaLocal1()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@Test
public void testInicializadaLocal2()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@After
public void setaNull()
System.out.println(“Setou nulo.”);
this.stringLocal = null;



Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:

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@BeforeClass
public static void antesDeTudo()
System.out.println(“Executado Antes.”);

@AfterClass
public static void depoisDeTudo()
System.out.println(“Executado Depois.”);



Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.

Próximos passos



Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

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Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 16

Spring 3.1 RC1 – @Configuration

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, action, app, AR, auto, bar, BI, blog, busca, C#, case, class, classe, classes, código, components, configuração, err, erro, error, exemplo, for, framework, Google, IE, if, int, Java, lite, map, mudanças, mvc, NaN, O, on, Plugin, refresh, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, Sem categoria, Spring, SpringFramework, string, Sun, super(), tag, TAT, Teste, Twitter, UI, uint, web, XML @ 11 16th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Spring @Configuration


O que há de novo



Para habilitar certas funcionalidades do Spring que envolvem AOP, era preciso escrever tags XML como por exemplo context:component-scan para especificar os pacotes em que o Spring pode buscar por beans anotados com @Component, @Repository ou @Service.
Na versão 3.1 foram disponibilizadas as mesmas funcionalidades via anotação. São elas:

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org.springframework.context.annotation.Configuration
org.springframework.context.annotation.ComponentScan
org.springframework.context.annotation.EnableLoadTimeWeaving
org.springframework.context.annotation.EnableAspectJAutoProxy
org.springframework.scheduling.annotation.EnableScheduling
org.springframework.scheduling.annotation.EnableAsync
org.springframework.transaction.annotation.EnableTransactionManagement
org.springframework.web.servlet.config.annotation.EnableWebMvc



Vamos abordar o caso básico, pois o resto é bem similar.


@ComponentScan



Caso você ainda não esteja familiarizado com as configurações por anotaçãoo, vamos ao básico.
Comece criando uma classe que representará seu container de beans, e a anote com @configuration:

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@Configuration
public class TestConfiguration



Nesta classe estarão os beans que o container irá instanciar e deixar a nossa disposição.
Para iniciar o container vamos criar um test (JUnit 4) que instancia o contexto:

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public class ConfigurationTestCase

@Test
public void testConfigurationBeans()

AnnotationConfigApplicationContext ctx = new AnnotationConfigApplicationContext();
ctx.register(TestConfiguration.class);
ctx.refresh();


}



Aqui criamos um container do tipo AnnotationConfigApplicationContext e registramos nossa classe de configuração nele. Repare que é possível registrar mais classes, e portanto disponibilizar mais beans no container.
Agora vamos criar nosso bean de teste:

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public class GenericBean

private String testProperty;

public GenericBean(String testProperty)
super();
this.testProperty = testProperty;

public String getTestProperty()
return testProperty;

}



Vamos criar os métodos em nossa classe de configuração que instanciam nosso bean de duas maneiras diferentes:

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@Bean(name = “testBean”)
public GenericBean genericTestBean()
return new GenericBean(“test”);

@Bean(name = “otherBean”)
public GenericBean genericOtherBean()
return new GenericBean(“other”);



Repare que a única diferença entre os dois é a String que passamos como parâmetro.
Agora que temos 2 beans diferentes em nosso container, vamos criar os testes para verificar o comportamento do Spring. Abaixo da inicialização do contexto, vamos adicionar as seguintes linhas:

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GenericBean testBean = ctx.getBean(“testBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(testBean);
Assert.assertEquals(“test”, testBean.getTestProperty());

GenericBean otherBean = ctx.getBean(“otherBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(otherBean);
Assert.assertEquals(“other”, otherBean.getTestProperty());



Aqui estamos garantindo que nossos dois beans diferentes estarão no contexto como esperado.
Antes de rodar o teste, será necessário adicionar a dependência do CGLib ao seu projeto. Caso você esteja usando o maven, basta adicionar a seguinte dependência>

GeSHi Error: GeSHi could not find the language text (using path C:Program Fileswampwwwblogwp-contentpluginsig_syntax_hilitegeshi) (code 2)



Pronto, com isso temos o suficiente pra deixar a barra do JUnit verde. Vamos agora adicionar o @ComponentScan.
Em nossa classe de configuração (poderia ser qualquer outra registrada no contexto) adiciona a seguinte anotação:

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@Configuration
@ComponentScan(“br.com.dclick.tentativas.configuration.beans”)
public class TestConfiguration



No meu caso meu bean está dentro do pacote br.com.dclick.tentativas.configuration.beans e portanto basta eu alterá-lo adicionando o seguinte código:

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@Component(“componentBean”)
public class GenericBean

private String testProperty;

public GenericBean()
this.testProperty = “component”;



Dessa forma posso criar mais um teste e verificar que o bean está vindo corretamente:

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GenericBean componentBean = ctx.getBean(“componentBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(componentBean);
Assert.assertEquals(“component”, componentBean.getTestProperty());



Rode o teste e deixa o JUnit feliz.
A única coisa a se ter cuidado aqui, é que com @ComponentScan, você não pode mapear o diretório da própria classe de configuração.

Demais Configurações



Daqui em diante basta anotar suas classes de configuração com as configurações que você deseja ativar, como por exemplo @EnableAsync que permite que os beans rodem de maneira assíncrona com a anotação @Async.

Brinque um pouco com as outras anotações. Acredito que vale o esforço, pois esse tipo de configuração permite abandonar um pouco os arquivos XML e tornam mais fácil o refactor dos beans, afinal teremos erros de compilação com as mudanças de código.

Por enquanto é isso, qualquer dúvida mande nos comentários que responderei assim que possível.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Nov 9

Conhecendo o LESS. The Dynamic Stylesheet.

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Como todos devem ter percebido, nos últimos meses o CSS3 e o HTML5 tem ganho um grande destaque no desenvolvimento web. Grandes empresas como o Google, Microsoft, Adobe e Apple estão apoiando fortemente o desenvolvimento web utilizando WebStandards. Caso você já conheça algo sobre CSS, provavelmente deve saber como é complicado a organização desses documentos em um projeto de médio ou grande porte. Dado esses problemas conhecidos, foram surgindo os chamados pré-processadores de CSS, que viabilizam a criação de documentos de estilo, adicionando novas funcionalidades.

Hoje vamos conhecer o LESS, The Dynamic Stylesheet Language. O objetivo dessa biblioteca em javascript é prover uma série de funcionalidades para as, usualmente criadas a mão, folhas de estilos. Recursos tais como, variáveis, mixins (Multiple Inheritance, Traits), mixins parametrizáveis, funções, namespaces, importação, etc. Vamos aprender como utilizar os principais recursos dessa biblioteca em um projeto e como aproveitar o melhor dessa biblioteca para organizar corretamente nossas folhas de estilo.

Variables

As variáveis ajudam-nos a definir valores que podem ser utilizados em diversas regras do nosso CSS. Elas possuem escopo assim como em uma linguagem de programação orientada a objetos, trocando em miúdos:

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// Arquivo stylesheet.less
// Essa variável foi definida no escopo do arquivo, logo, todas as regras do arquivo podem acessar seu valor.
@siteBackgroundColor: #FF3300; // Laranja

h1
// A variável headingColor foi criada no escopo da regra h1, logo, apenas ela e outras regras criadas dentro
// do mesmo escopo tem acesso ao seu valor.
@headingColor: #333333; // Cinza

// Isto significa que, se criarmos uma outra regra chamada &.mainTitle
// Observe o uso do &.classe, isso copia a regra pai e associa uma classe, o output disso seria exatamente h1.mainTitle
&.mainTitle
// Como essa regra esta contida na regra h1, podemos acessar o valor da variável headingColor.
color: @headingColor;

}

h2
// Se tentarmos acessar o valor nessa regra, que não encontra-se contida na regra h1, receberemos um erro da biblioteca
// informando que a variável headingColor não encontra-se definida.
color: @headingColor; // Brrrrrr! Error.

O que é interessante no uso de variáveis é a reutilização e organização. Imagine uma design guideline onde existem RGBs específicos a serem seguidos, essas cores poderiam ser definidas em um documento chamado color_variables.less e adicionados ao nosso arquivo principal utilizando a clausula @import.

@Import – Importando outros arquivos

Quando um arquivo LESS é importado, todas as suas variáveis e mixins são adicionados ao arquivo principal. Os escopos serão mantidos e a extensão .less é opcional.

@import “lib.less”
@import “lib”

É possível utilizar pastas nas clausulas de @import:

@import “where/is/my/stylesheet.less”
@import “where/is/my/stylesheet”

Mixins

No LESS, mixis são como uma espécie de classe CSS que pode ser reutilizada em diversas outras regras. Quando utilizadas, todas as propriedades definidas no mixin são adicionadas a regra onde a mesma foi adicionada, caso um mixin mude, todas as regras que o referenciam serão também modificadas.

Imagine o conceito de mixin como classes CSS orientadas a objeto, o que é interessante do mixin é que temos aqui algo como uma herança múltipla, caso uma mesma instrução seja declarada em mixins diferentes, e esses mixins adicionados a uma regra, o mixin declarado por último terá vantagem na construção final do CSS da regra onde foi adicionado.

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.bordered
border-top: dotted 1px black;
border-bottom: solid 2px black;

// Declaramos agora uma regra qualquer que fará uso do nosso mixin.
div.someDiv
.bordered; // Simples assim, adicionamos todas as propriedades contidas no mixin em nossa regra.

div.anotherDiv
.bordered; // A mesmas propriedades serão adicionadas nessa regra.

Quando modificarmos o mixin .bordered, todos os elementos que o estão utilizando serão modificados. Reutilização!
Vamos para um exemplo mais usável para exemplificar como é um mixin parametrizável.

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// Bordas arredondadas cross-browser.
// Observe que utilizamos algo parecido com uma função de javascript para declararmos nosso mixin.
// A notação de variável deve ser adicionada (@radius), com isso, criamos uma variável chamada “radius” no escopo
// do mixin que poderá ser utilizada apenas internamente pelo método.
// Observe também que declaramos um valor padrão para o parâmetro, de 5px.
.border-radius( @radius: 5px )

// Repare que utilizamos a mesma variável para todas as regras.
border-radius: @radius;
-moz-border-radius: @radius;
-webkit-border-radius: @radius;

// Para utilizarmos a regra, seguimos o mesmo padrão
div.someDiv
.border-radius; // Nesse caso estaremos utilizando o valor padrão de 5px.

div.anotherDiv
.border-radius(10px); // Nessa aplicação, modificamos o valor da propriedade para 10px.

É importante destacar que um mixin pode conter diversos parâmetros. Isso pode ser feito da seguinte forma:

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// Declaramos um novo mixin
.border-radius-and-color( @radius: 5px, @borderColor: #000000 )

.border-radius( @radius ); // Observe que aqui reutilizei o mixin previamente definido. Composição de mixins.
border: 2px solid @borderColor; // Adicionamos agora a cor para a borda.

Nested Rules

Com o LESS você pode criar suas regras de CSS utilizando uma espécie de hierarquia. Vamos ver como isso funciona na prática.

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// Dado o CSS abaixo
div#header #menu
…
rules

div#header #menu li a
…
more rules

div#header #topNav
…
another rules

Com o LESS, o mesmo CSS acima poderia ser escrito da seguinte forma:

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// Como utilizar hierarquia com Less
div#header
#menu
ul
li


}
}

#topNav


}

Depois de processado, o CSS será exatamente igual. Você não precisa utilizar esse esquema de hierarquia caso não queira, é importante lembrar que o LESS é apenas uma extensão do CSS, se for de desejo do desenvolvedor, podemos escrever um código LESS sem usar nenhum recurso especial, como se fosse um CSS tradicional.

Operations

Com o LESS o seu CSS sabe fazer contas. Qualquer número, cor ou variável pode ser utilizada em uma operação aritmética.
Ele sabe identificar quando estamos utilizando uma cor ou um número, por exemplo:

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@base: 5%;
@filler: @base * 2;
@other: @base + @filler;

color: #888 / 4;
background-color: @base-color + #111;
height: 100% / 2 + @filler;

Assim como no javascript, é possível também utilizar parênteses nas suas operações:

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width: (@var + 5) * 2;

Color Functions

Na minha opinião um dos recursos mais úteis durante o desenvolvimento de uma aplicação. Podemos efetuar operações em cima de RGBs, por exemplo, imagine que o layout do seu website foi criado baseado-se em apenas uma cor, utilizando diversos tons dessa cor. Com o LESS é possível utilizar métodos pré-definidos como lighten, saturate, darken, fadein, fadeout e spin. Esses métodos retornam sempre um RGB que pode ser utilizado em seu LESS. Vejamos alguns exemplos:

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@base: #f04615;

.class
// Saturo em 5% a cor base.
color: saturate(@base, 5%);

// Utilizo a cor base 25% mais clara
background-color: lighten(@base, 25%);

É possível também extrair informações de uma determinada cor para ser utilizada em outra.
Isso é feito a partir dos métodos hue, saturation e lightness.

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hue(@color); // retorna o valor do canal ‘hue’ da cor @color
saturation(@color); // retorna o valor do canal ‘saturation’ da cor @color
lightness(@color); // retorna o valor do canal ‘lightness’ da cor @color

Namespaces

Em dado momento necessitamos organizar uma série de mixins e variáveis. Para isto podemos utilizar um conceito presente no LESS chamado Namespaces. Assim como em linguagens de programação orientadas a objetos, que possuem o conceito de pacotes, os namespaces fornecem encapsulação para nossas folhas de estilo. Isso pode ser implementado facilmente utilizando a mesma notação de ID do CSS tradicional. Vejamos.

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#bundle

.button ()

display: block;
border: 1px solid black;
background-color: grey;
&:hover background-color: white
}
.tab …
.citation …
}

Verifique que acima, criamos um mixin chamado button dentro do namespace bundle. Para o utilizarmos devemos fazer da seguinte forma:

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#header a
color: orange;
#bundle > .button; // Estamos acessando o namespace ‘bundle’ e fazendo uma chamada para o mixin ‘button’.

Uma utilização muito comum dos namespaces é na criação de pequenas bibliotecas de utilidades. Imagine que sua empresa pode possuir uma série de arquivos LESS, e em um determinado projeto você necessita de acesso a esses mixins, variáveis, etc. Organizar seus documentos com namespaces fácilita a visualização e localização de uma determinada instrução no seu documento LESS, como por exemplo, um mixin customizado que pode ser facilmente encontrado a partir da sua indicação de namespace.

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someRule
#dclick > .border-radius(10px);

Conclusão

Como podemos ver, o LESS facilita uma série de tarefas que são praticamente impossíveis de serem efetuadas pelo CSS tradicional.
Aconselho a todos que tenham interesse em se aprofundar mais na biblioteca a conhecer o website (http://lesscss.org/). Lá você poderá encontrar a documentação com maior riqueza de informações também poderá ver alguns exemplos de código que não foram abordados nesse post.

Qualquer dúvida, sinta-se a vontade e envie-nos um comentário!
Abraço!

Nov 8

Spring 3.1 RC1 – Cache Abstraction

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, action, app, AR, Arquitetura, Banco de Dados, BI, blog, C#, cache, class, classe, configuração, dados, Documentação, Download, err, erro, exemplo, for, framework, Google, html, ide, IE, if, int, interface, Java, lite, map, mapa, O, on, Outros, padrão, pt, reference, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, Spring, Spring Framework, SpringFramework, string, Sun, tag, TAT, Teste, Twitter, UI, uint, XML, zend @ 11 8th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Spring Cache Abstraction



Abordamos um das novas funcionalidades do Spring 3.1 RC1, profiles e environments. Ainda existem outras funcionalidades, mas hoje iremos dar uma olhada em Cache Abstraction.

Cache Abstraction é literalmente uma abstração out of the box para adicionar uma camada de cache sobre seus beans, usando uma arquitetura AOP para gerenciar o que deve e o que não deve ser feito o cache.
Usar a nova camada de cache é muito fácil se você já está habituado com Spring, e veremos uma das diferentes maneiras de configurar seus beans.


Baixando a Denpendência



Para quem utiliza maven, basta adicionar a seguinte dependência no pom do seu projeto:

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>
>
>org.springframework.maven.milestone>
>Spring Maven Milestone Repository>
>http://maven.springframework.org/milestone>
>
>

>
>
>org.springframework>
>spring-core>
>3.1.0.RC1>
>
>
>org.springframework>
>spring-context>
>3.1.0.RC1>
>
>



Se você perferir, pode baixar os jar direto do site do spring.
Sem segredos aqui, basta adicionar as dependências ao projeto e está pronto para usar.

Entendendo o funcionamento



A maneira com que o cache funciona é bem simples. Você pode enxergar o cache como um mapa chave-valor, onde a chave é o conjunto de argumentos do seu método, e o valor é o valor devolvido pelo seu método. Pensando assim fica fácil entender o funcionamento que irei mostrar no exemplo.
Referente a configuração do Spring, é necessário instanciar um gerenciador de cache, ou na linguagem spring, cacheManager. Existe algumas implementações de cache manager disponível no spring, portanto iremos utilizar uma delas em nosso exemplo.
Vamos escrever um teste unitário com JUnit 4.8.1 para ilustrar o comportamento do cache.
Comece criando um arquivo padrão de beans do spring, mas com um namespace a mais:

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>
Repare que estamos utilizando o namespace de cache além dos usuais.
A única configuração que iremos fazer aqui, é a do cache manager. Crie um bean da classe >SimpleCacheManager> e adicione o seguinte bean como cache gerenciado:
>
cc lang=”XML”
public interface CacheableTest

@CacheEvict(value = “property”, allEntries = true)
void evictCache();

@Cacheable(“property”)
String getForCache(String s);

String getProperty();

void setProperty(String property);



Repare no getter e setter que usaremos no teste, e na anotação @Cacheable(“property”). Esta anotação está dizendo que o valor que este método devolver será armazenado no cache que configuramos previamente como property. Fato importante é que este valor é referente ao argumento passado como parâmetro no método.
A outra anotação @CacheEvict(value = “property”, allEntries = true) descreve o método que chamaremos para esvaziar o cache. Note que passamos o nome do cache, e que ele deve limpar todos os valores.
É importante notar também que pode ser passado mais de um nome de cache em ambas as anotações.
Uma implementação básica para nosso bean pode ser:

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@Component(“cacheBean”)
public class CacheableBean implements CacheableTest

private String property;

public String getForCache(String s)
return this.property;

public String getProperty()
return property;

public void setProperty(String property)
this.property = property;

public void evictCache()
// Não faz nada

}



Estou usando o package scan para instanciar o bean. Agora nosso teste:

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public class CacheTest

@Test
public void testCache()

ApplicationContext ctx = new ClassPathXmlApplicationContext(
“spring31-test-beans.xml”);

CacheableTest bean = ctx.getBean(“cacheBean”, CacheableTest.class);

bean.setProperty(“teste”);

Assert.assertEquals(“teste”, bean.getProperty());
Assert.assertEquals(“teste”, bean.getForCache(“a”));

bean.setProperty(“teste2″);
Assert.assertEquals(“teste2″, bean.getProperty());
Assert.assertEquals(“teste”, bean.getForCache(“a”));
Assert.assertEquals(“teste2″, bean.getForCache(“b”));

bean.setProperty(“teste3″);
Assert.assertEquals(“teste3″, bean.getProperty());
Assert.assertEquals(“teste”, bean.getForCache(“a”));
Assert.assertEquals(“teste2″, bean.getForCache(“b”));

bean.evictCache();
bean.setProperty(“teste4″);
Assert.assertEquals(“teste4″, bean.getProperty());
Assert.assertEquals(“teste4″, bean.getForCache(“a”));
Assert.assertEquals(“teste4″, bean.getForCache(“b”));

}



O arquivo de beans se chama spring31-test-beans.xml.
Repare que estamos invocando o método getForCache passando alguns valores diferentes, e o valor devolvido é sempre igual, mesmo que depois setamos um valor diferente ao bean. Para atualizar o valor e limpar o cache, basta invocar o método evictCache que havíamos anotado com @CacheEvict.
Vale a pena brincar um pouco com o funcionamento do cache, e até mesmo criar outros caches e ver o comportamento do evict em diferentes métodos.

Últimas Considerações



As mesmas configurações que fizemos com anotações, pode-se fazer direto no XML. Não entrarei no detalhe pois o funcionamento é exatamente o mesmo, mas se você preferir basta olhar a documentação que é bem straightforward.
Lembre-se que esta camada de cache não possui nenhuma relação com o banco de dados, e deve ser usada com muito cuidado em tais casos, pois alguns erros de concistência podem aparecer devido a um cache desatualizado.
Vale a pena brincar com o cache manager, pois o spring suporta o uso do EhCache, o que pode ser muito útil se você já possui alguma configuração pré-definida para sua aplicação.

Por enquanto é isso, qualquer dúvida mande nos comentários que responderei assim que possível.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Nov 5

Principais erros ao startar o JBOSS através do eclipse

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 6, AR, BI, C#, Eclipse, err, erro, for, Formação, how-to, O, on, Partilha, Pessoal, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, server, serviço, Wordpress @ 11 5th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Pessoal, o nosso leitor Joabio Vilela está compartilhando esta informação conosco sobre alguns erros ao iniciar o JBOSS no eclipse:

1 – porta 8080 ocupada por outro serviço.

2 –

, ver:

http://community.jboss.org/thread/2390?tstart=0

3 – timeouts, ver:

http://manoharbhattarai.wordpress.com/2010/05/06/jboss-server-unable-to-start-within-50-seconds-how-to-increase-the-jboss-server-start-time/

Agradeço ao nosso leitor por compartilhar

Out 25

FormItemClassicSkin

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Adobe, Apresentação, AR, BI, blog, Blogs, C#, class, css, Dica, err, erro, error, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Google, ide, int, library, mg, MXML, O, on, reference, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, skins, spark, swf, team, tool, tooltip, UI, Validadores, XML @ 10 25th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
Fabio da Silva
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O FormItem quando usado com validadores irá informar visualmente quando a informação não for válida.

Não sei quanto a vocês mas gosto mais da forma de apresentação de erros do FormItem do MX, o do Spark acaba usando mais espaço do formulário e o do MX considero mais “elegante” por não ser tão chamativo quanto o do Spark.

Alterando o FormItemSkin original consegui criar um com os mesmos comportamentos visuais do MX. Umas coisas que me chamaram a atenção no skin original:
  • O skin part indicatorDisplay tem um toolTip fixo com a palavra Required, não sei porque o Flex Team não fez internacionalização (I18N).
  • O skin part contentGroup marcando os styles showErrorTip e showErrorSkin para true mostra a borda vermelha com o toolTip da mensagem de erro.
  • Deixei também a possibilidade de usar o indicador de requirido atual ou o tradicional asterisco vermelho. Para aplicar o skin e o indicador é só usar o css abaixo, o que chama atenção aqui é se forem invertidas as linhas o indicador não é aplicado.
@namespace s “library://ns.adobe.com/flex/spark”;
@namespace mx “library://ns.adobe.com/flex/mx”;
s|FormItem
requiredIndicatorSource: Embed(source=”Assets.swf”,symbol=”mx.containers.FormItem.Required”);
skinClass: ClassReference(“br.com.ouromoderno.skins.FormItemClassicSkin”)
O fonte do skin pode ser baixado aqui: FormItemClassicSkin.mxml.

Out 21

Android 4.0 – Ice Cream Sandwich – SDK

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, bar, BI, blog, C#, class, configuração, Curso, Desenvolvimento, Download, email, err, erro, for, Google, ide, IE, if, image, imagens, int, mg, O, on, padrão, Pessoal, problema, RIA, Ria’s Geral, runtime, S+S, SDK, SmartPhone, TAT, team, Tema, UI, uint, Widget, Widgets, zend @ 10 21st, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal,

Me deparei com um problema com o Android SDK 4.0 lançado essa sistema e vi que muita gente está sofrendo com o mesmo problema que eu. Um crash inesperado na inicialização do AVD com a seguinte mensagem: “This application has requested the Runtime to terminate it in an unusual way. Please contact the application’s support team for more information.”

Essa semana tivemos o lançamento do Android 4.0 pela Google. Eu particularmente me identifico muito com o Android, possuo a alguns anos smartphones que rodam o sistema e sou instrutor de um curso de Android SDK em parceria com a RIACycle. Não sou um doido varrido pelo Android, mas realmente gosto de todo o seu ecossistema. Pelo fato de eu gostar tanto, desenvolver em cima da plataforma e por ser instrutor do SDK, já fui fazendo o download do novo SDK para conferir um pouco da nova versão Ice Cream Sandwich.

Alguma coisa foi alterada no ADB que algumas das minhas imagens antigas simplesmente não eram mais executadas, sempre dava o mesmo erro na hora de inicializar. Para resolver o problema, eu tive que reduzir a quantidade de memória disponibilizada para a emulação, por padrão, sempre utilizei 1GB, mas só funcionou com 512MB.

Outra situação que está fazendo crash independente da quantidade de memória, é quando eu adiciono na configuração do Hardware a propriedade “Camera Support”, sempre dá crash e não consigo iniciar o emulador.

E por fim, o último problema que eu tive foi com a opção “Launch from snapshot”. Todas as tentivas no Android 4.0 deram erro, sempre tive que iniciar com a opção “Wipe user data” selecionada.

Bom pessoal, tirei algumas telas para que vocês possam conferir a imagem para desenvolvimento. Por enquanto é isso!

Boas vindas

Boas vindas

Aplicativos

Aplicativos

Aplicativos

Aplicativos

Widgets

Widgets

Discador

Discador

Navegador

Navegador

Navegador

Navegador

Status do celular

Status do celular

Email

Email

Recebendo ligação

Recebendo ligação

Atendendo Ligação

Atendendo Ligação

Ligação Atendida

Ligação Atendida

SMS

SMS

Notification Bar

Notification Bar

Espero ter ajudado quem está com dificuldades com o novo ADB.

Um abraço e até a próxima

Ago 24

Atualizando seu Android Milestone para a ROM MIUI BR

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, Beta, BI, blog, botão, Botões, busca, C#, cache, class, comunicação, custom, development, Dica, Diversos, Download, err, erro, for, Google, ide, IE, if, instalação, lista, lite, mg, NaN, O, on, Pessoal, processo, procura, prova, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, Software, TAT, Teste, UI, update @ 08 24th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal,

Que tal mudar radicalmente seu Android? Hoje eu instalei a ROM Android MIUI BR em meu Motorola Milestone. Fiz a instalação na curiosidade de ver uma grande customização, já que a grande maioria das ROMs disponíveis atualizam as versões, mas a concepção do Android é mantida. Já os chineses que estão por traz da MIUI não, eles simplesmente mudaram MUITO a UI do Android. A base da mudança foi buscar uma semelhança grande com o iOS. Particularmente não achei isso muito bacana, mas o trabalho foi muito bem feito e vale um post.

Bom, primeiramente quero deixar claro que eu não testei essa ROM em nenhum outro aparelho, apenas em meu Motorola Milestone, mas segundo o site americano da ROM, diversos aparelhos já podem testar a versão beta da ROM.

O processo de atualização é bastante simples, mas será necessário baixar uma série de softwares para isso. Vale lembrar que esse processo pode estragar seu celular, portanto, faça por sua conta e risco, não dou garantia que irá ocorrer tudo bem. Caso algo de errado, provavelmente seu celular terá que ser enviado para a Motorola, portanto, tenha certeza que a bateria do seu celular está bem carregada, uma falta de energia no meio do processo seria catastrófico.

Vale lembrar que, os aplicativos terão que ser re-instalados, pois basicamente o processo consiste em você formatar seu celular e instalar tudo novamente.

Mão a obra, primeiro, faça o download dos softwares abaixo:

  • USB Drivers
  • Open recovery
  • RSD Lite
  • SBF Milestone
  • MIUI ROM Chinesa
  • Tradução da MIUI ROM Chinesa para o Português Brasileiro

1º Passo
Instale os drivers USB caso ainda não tenha instalado os mesmos em seu computador;

2º Passo
Instale o RSD Lite

3º Passo
Descompacte o Open Recovery. Copie a pasta OpenRecovery que será criada na descompactação para a raiz do cartão de memória. Repita a operação para o arquivo update.zip que também foi descompactado no arquivo anterior.

4º Passo
Copie para a pasta /OpenRecovery/updates/ os arquivos que você baixou da MUIU ROM Chinesa e Tradução da MIUI (miuibrasil_Milestone-2.3.4a_deodexed.zip e? TRAD_1C_MIUI-Bra-Milestone_2.3.4a.0.zip)

Nesse momento, temos uma diferença na instalação. Você já instalou alguma vez uma outra ROM customizada a partir da versão 2.2.1 do Android (Shadowmodbr, Cyanogem, etc) ? Se sim, vá para a segunda etapa. Caso contrário, faça a primeira também.

Primeira Etapa (Essa etapa é um pouco complicada para marinheiros de primeira viagem. Tenha calma, qualquer dúvida, envie no contato abaixo do post. Um erro aqui será crucial para o seu processo)

  • Desligue seu celular;
  • Descompacte o arquivo SBF Milestone em algum local em seu computador;
  • Pressione o botão de reduzir o volume e o botão de tirar a foto em sua câmera, mantenha-os pressionados enquanto o smartphone é ligado;
  • Ao invés de abrir uma tela com a logomarca do Android que você está acostumado, deve ter surgido uma tela escrita BootLoader e alguns números. Caso seja esse o resultado, ligue o celular em seu computador com os cabos USB, caso contrário, repira a operação.
  • Quando conectar os cabos, o seu computador irá se preparar para a comunicação com o dispotivo, aguarde;
  • Finalizada essa etapa, instale o RSD Lite;
  • Depois de instalado, abra o RSD Lite, aguarde uns instantes para que o seu dispositivo apareça na lista de aparelhos;
  • Depois de aparecer na lista, selecione seu aparelho e no ícone “Procurar”, selecione o arquivo da SBF Milestone, e pressione o start. Após isso, você deverá aguardar a instalação da SBF. Nesse período seu celular irá estar fora do ar e ele irá se reiniciar diversas vezes.
  • Quando finalizar, o telefone irá se reiniciar e irá travar o logo da Motorola, nesse momento, desligue e ligue seu aparelho novamente.
  • Fim da primeira etapa;

Segunda Etapa (Instalação da MIUI BR)

  • ? Ligue seu dispositivo pressionando o botão X do teclado ou o botão da câmera. Sim, depende de cada modelo, dá para entender?
  • Quando o aparelho estiver ligando, irá aparecer um triangulo vermelho, ? muito semelhante a um triangulo de avisos no trânsito. Feito isso, aperte simultaneamente os botões de aumentar o volume e o da câmera junto;
  • Selecione a opção: “apply sdcard:update.zip”;
  • Selecione a opção: Limpar cache partition;
  • Selecione a opção: Limpar Data / Factory Reset (Na próxima tela, selecione a opção SIM);
  • Selecione: Aplicar Atualizações;
  • Selecione o arquivo:? miuibrasil_Milestone-2.3.4a_deodexed.zip ;
  • Selecione o arquivo:? TRAD_1C_MIUI-Bra-Milestone_2.3.4a.0.zip;
  • Selecione: Voltar;
  • Selecione: Reiniciar;
Se tudo correr bem, seu celular estará com a MIUI funcionando perfeitamente. Abaixo algumas telas retiradas do meu aparelho:

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Um abraço pessoal,? até a próxima!

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