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Dez 6

FMDS 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, C#, camp, class, Curitiba, event, Evento, FMDS, git, IE, image, int, Mac, mg, O, on, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, site @ 12 6th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Pelo terceiro ano consecutivo estarei presente no FMDS (F?rum de M?dias Digitais e Sociais) em Curitiba. Este ano ser? nos dias 06 e 07 de Dezembro (ter?a e quarta-feira).

O evento ser? realizado no mesmo local de 2010, na FIEP – Federa??o das Ind?strias do Estado do Paran? (Av. Comendador Franco, 1.341 – Jardim Bot?nico), que fica pr?ximo dos principais campi da UFPR e da PUCPR, na rota para a Rodovi?ria e do Aeroporto Internacional Afonso Pena.

Confira a programa??o no site do evento.

Nos encontraremos l?!

Nov 28

Gerenciamento de Memória – Android

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, Android, AR, BI, C#, event, Evento, int, Mercado, mobile, O, on, Palestra, Palestras, Partilha, Pessoal, Ria’s Geral, S+S @ 11 28th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal! Quero compartilhar com vocês que não puderam estar presente na Android Conference Brasil 2011 um pouco da minha palestra. Antes de mais nada, quero dizer para quem não foi, que perdeu um evento incrível. Tivemos palestras bastante interessantes, e mais uma vez, pude confirmar a quantia que o mercado mobile está crescendo. Não [...]

Nov 23

Flash Mobile Day Ed. São Luis

Escrito por Willian Mano em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Air, Android, Aplicativos, app, app store, AR, BI, C#, class, Design, err, event, Evento, flash, flash builder, Flex, for, int, interface, internet, mg, mobile, O, on, Palestra, Palestras, problema, problemas, processo, programação, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, S+S, TAT, Twitter, UI @ 11 23rd, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
Willian Mano
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Flash Mobile Day

No dia 18/11 aconteceu o flash mobile day edição são luis no auditório do cecen – UEMA.

Eu particularmente estou muito satisfeito com o evento, tivemos grandes palestras com conteúdo de alto nível.

Tivemos problemas durante a manhã pois estávamos sem internet para a transmissão das palestras, porém, o evento aconteceu normalmente presencialmente.

As 4 palestras envolveram as áreas de design, programação e marketing. Bom, foi muito show.

A seguir segue o link das apresentações:

Palestra: Design de interfaces para aplicativos móveis.
Palestrante: Eduardo Gibran
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/desingDeInterfaces-Gibran.pdf

Palestra: Proceso de criação. Da escolha da plataforma ? app store.
Palestrante: Willian Mano
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/processoDeCriacao-Willian.pdf

Palestra: Flex para dispositivos móveis
Palestrante: Bruno Araújo
Link: http://prezi.com/klmt7jez4lfv/o-poder-do-flex-para-dispositivos-moveis/

Palestra: Marketing de guerrilha, ações virais e dispositivos móveis: o real e o virtual nas suas mãos.
Palestrante: Rafaela Marques
Link: http://dl.dropbox.com/u/16067185/palestras_fmd/marketing-Rafaela.pdf

Mais uma vez obrigado ? todos que ajudaram para que esse evento fosse possível.

Um gradecimento especial ? todos que apoiaram o evento, em especial ? RIACYCLE que através do Igor Costa nos ajudou a abrilhantar um pouco mais esse evento.

Obrigado a RINO, que, através do Odair Seixas no permitiu realizar essa versão aqui nas terras longiquas de São Luis do Maranhão.

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Nov 7

Planeje, Compartilhe e Ligue os Pontos

Escrito por Janderson Cardoso em Evento, Eventos, pronunciamento, Ria’s Geral @ 11 7th, 2011 | via http://www.jandersonfc.com/ | Sem comentários
Janderson Cardoso
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Esse é o título da minha Palestra no Flash Camp São Paulo que vai ocorrer no dia 19 de Novembro. Será minha primeira palestra que não será técnica e estou empolgado para passar para vocês um pouco de como? compartilhar conhecimento? me fez sair de um pacata vida em uma cidade do interior para agitada Rio de Janeiro para trabalhar em uma das maiores empresas RIA(Rich Internet Application) do mundo.

Então aí está o convite

para saber mais sobre o evento acesse o site do #flashcampsp

http://asdevs.com.br/flashcampsp/

É isso aí galera #soudev, ajudem a divulgar e espero vocês por lá para tomar um bom café? :P

lang: ‘pt-BR’

Similar Posts:

  • Evento – Flash Builder e ColdFusion Builder Tour
  • #soudevcon, o evento online de para #soudev
  • RIA Labs – Desenvolvimento de Sistemas para Internet
  • #flexmania 2010 – disponibilizando código fonte
  • Flexmania 2010 está preparado? #soudev #flexmania #screencast

Nov 3

Palestra CFUGBR

Escrito por Pedro Claudio em 1, Adobe, AR, C#, CFUGBR, ColdFusion, event, Evento, Eventos, gratuito, image, mg, O, on, online, Ria’s Geral, UI @ 11 3rd, 2011 | via http://blog.pcsilva.com/index.cfm | Sem comentários
Pedro Claudio
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No dia 12 de Novembro, o CFUGBR realizará um evento online e gratuito, saiba mais.

Out 30

Windows Phone Mango – Local Database

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 4, 6, abas, AMF, Aplicativos, app, AR, Arquitetura, arte, Artigo, auto, BI, blog, Blogs, botão, C#, camp, class, classe, classes, cliente, código, collection, cultura, Curso, Cursos, dados, demo, desempenho, Desenvolvedor, Design, designer, Documentação, dotnet, DRE, err, event, Evento, exemplo, Ferramenta, for, Formação, handle, html, ide, IE, if, int, interface, layout, library, Links, linq, Linq to Sql, map, mg, Microsoft, monitor, MSDN, mudanças, O, on, Otimização, Outros, Partilha, processo, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, serviço, silverlight, SQL Server, state, string, TAT, Tecnologia, Tema, template, Treinamento, UI, UX, Ved, vs, window, windows, XAML @ 10 30th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Na versão Mango do Windows Phone, você pode manipular uma base de dados localmente, chamada de local database na documentação oficial, o recurso permite que o desenvolvedor crie aplicativos com registros de dados em tabelas, além de manipular seus registros utilizando o LINQ to SQL.

Uma base de dados local no WP7 fica localizada no Isolated Storage, um local acessível somente pela aplicação corrente, a arquitetura fica conforme a figura abaixo, onde temos a aplicação que contém um DataContext e através de LINQ to SQL, fazemos o acesso a base de dados local no Isolated Storage

Arquitetura Local Database

Arquitetura Local Database

Para saber mais sobre Isolated Storage acessem os links:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff402541(v=vs.92).aspx

http://www.windowsphonebrasil.net/windowsphonebrasil/post/2010/10/08/Salvando-e-restaurando-o-Application-State-no-Windows-Phone-7.aspx

No WP7 as aplicações ficam eram áreas isoladas uma das outras, ou seja, uma aplicação não tem acesso ao Isolated Storage de outra aplicação, portanto até o momento não é possível compartilhar uma base de dados local com diversas aplicações. Diferente de uma base de dados SQL Server, um local database não pode rodar como um serviço continuo, visto que ele é executado somente durante o processo da aplicação.

Você pode criar um local database para manipular uma quantidade de dados razoável utilizando as facilidades de consultas do LINQ to SQL juntamente com o relacionamento de tabelas, similar a uma base de dados comum, o local database é uma implementação do SQL CE para o WP7, permitindo realizar facilmente tarefas com incluir, alterar , excluir e realizar consultas com LINQ.

Até o momento não existe uma ferramenta de designer visual e oficial para criar as tabelas, relacionamentos, etc, com a base de dados local, o que poderia facilitar muito, neste artigo faremos um exemplo simples, somente com uma tabela, porém, em um projeto mais complexo, essa tarefa poderia ser um pouco trabalhosa, uma forma não oficial de criar o modelo seria utilizar o SQL Metal, para mais informação, acessem o Centro de Treinamento Oficial do Windows Phone no MSDN ou através do link : http://windowsphonegeek.com/articles/Using-SqlMetal-to-generate-Windows-Phone-Mango-Local-Database-classes .

Com o SQL Metal podemos criar o Data Context através de um comando e com poucas modificações deixá-lo compatível com o Mango e poupar a codificação manual da criação de tabelas e relacionamentos.

Exemplo de comando do SQL Metal:

%ProgramFiles(x86)%Microsoft SDKsWindowsv7.0ABin>SqlMetal.exe
/code:”C:CaminhoClienteDC.cs” “C:CaminhoClienteDB.sdf”

Outras formas:

http://claudiufarcas.blogspot.com/2011/10/windows-phone-mango-sql-ce-tips-and.html

http://blogs.ugidotnet.org/corrado/archive/2011/06/05/using-local-database-in-wp7-mango.aspx

Nesta primeira parte do artigo vou criar uma base de dados muito simples, com uma tabela somente e um único campo, dessa forma podemos focar em como criar e entender os conceitos envolvidos Vou criar uma base de dados Cliente.sdf, com uma tabela chamada Cliente e um campo chamado Nome.

A primeira classe que vamos criar é a entidade Cliente e decorar com alguns atributos utilizados para a manipulação da base de dados, a classe servirá de apoio para a criação da tabela cliente. Para que você possa inserir os atributos nas propriedades da classe, é necessário adicionar o using System.Data.Linq.Mapping, em seguida adicione o atributo [Table] logo acima da criação da classe e adicione o atributo [Column()] em cada propriedade, na primary key da tabela, personalize com :

[Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]

Dessa forma a coluna será criada na tabela como sendo Primary Key, não permitindo registros duplicados e gerando automaticamente um número a cada inclusão. Com a adição do atributo Column() nas outras propriedades, cada coluna correspondente será criado na tabela.

Com os atributos de colunas você pode definir uma série de recursos, para saber quais são os atributos de colunas que você pode utilizar no LINQ to SQL para WP7 acesse o link http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.columnattribute(VS.95).aspx

Um atributo em especial que adiciona uma coluna de versão pode auxiliar no desempenho de grandes atualizações de dados, apresentando uma significativa melhoria na aplicação, é o IsVersion=true, essa otimização é exclusiva para o LINQ to SQL do WP7 e usado internamente para identificar a versão da coluna modificada:

[Column (IsVersion = true)]
_VERSION Binary privado;

Igualmente importantes são os atributos de associações, que permitem realizar o relacionamento entre as tabelas, para mais informações acesse:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.associationattribute(v=VS.95).aspx

Exemplo de Associação:

[Association(Storage = "_cliente", ThisKey = "_clienteId", OtherKey = "Id", IsForeignKey = true)]

Código da Classe Cliente:

? ? ?  [Table]
? ? ?  public class Cliente : INotifyPropertyChanged, INotifyPropertyChanging
? ? ?  
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanging Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangingEventHandler PropertyChanging;
? 
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanging(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanging != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanging(this, new PropertyChangingEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
? ? ? ? ? ? ?  private string id;
? ? ? ? ? ? ?  public string Id
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return id;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (id != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  id = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column()]
? ? ? ? ? ? ?  private string nome;
? ? ? ? ? ? ?  public string Nome
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? return nome;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (nome != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  nome = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? 
? ? ?  }

Em aplicações Silverlight é comum implementar a interface INotifyPropertyChanged para monitorar mudanças nas propriedades da classe , e tirar um melhor proveito do recursos de databinding da tecnologia, para auxiliar o LINQ to SQL, também vamos implementar a interface INotifyPropertyChanging, com ela é possível monitorar quando uma propriedade será modificada e com isso o DataContext é informado e pode identificar as mudanças e melhorar a performance da aplicação.

O Data Context é o local onde definimos o contexto dos dados que servirão para criar a base de dados local, o LINQ to SQL depende do mapeamento entre o modelo de objetos e o esquema da base de dados. Dependendo da complexidade do modelo, esse arquivo pode ser trabalhoso de ser criado manualmente, mas existem formas de utilizar alguma ferramenta para cria-lo, o SQL Metal é uma delas conforme comentado acima no artigo.

Crie uma classe chamada ClienteDataContext , ela vai herdar de DataContext, o DataContext contém diversas propriedades e métodos que auxiliam na manipulação de base de dados, como por exemplo, verificar se uma base de dados existe, criar e excluir uma base de dados, entre outros, mais adiante vamos utilizar o método CreateDatabase() para criar fisicamente a base de dados local no Windows Phone.

A próxima etapa é criar a string de conexão com a base de dados, utilizaremos a palavra chave “isostore” para informar que o arquivo ficará no Isolated Storage, após isso informaremos o nome da base de dados como Cliente.sdf. É na string de conexão que você pode inserir um senha de acesso a base de dados, informar uma cultura específica ou até mesmo criar uma base de dados somente leitura, para mais informações sobre string de conexões para o WP7 acesse http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202861(v=vs.92).aspx

Por último vamos definir uma tabela Cliente de acesso público e única no DataContext através de public Table Cliente.

No App.xaml.cs da aplicação , localize o construtor da classe e no final adicione o código abaixo, neste momento vamos criar uma base de dados usando o DataContext criado anteriormente, o código verifica se existe uma base de dados e caso não exista ele já cria uma nova base de dados.

using (ClienteDataContext ctx = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString))

? ? ?  if (ctx.DatabaseExists() == false)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ctx.CreateDatabase();
? ? ? ? ? ? ?  
? 
}

Para finalizar o artigo vou criar uma tela simples em Silverlight, sem se preocupar com o layout, a tela tem um botão chamado “add” que vai adicionar um registro na base de dados e logo abaixo um ListBox chamado “lst”, que está ligado através de databinding a propriedade ItemSource com uma ObservableCollection chamada Items, na propriedade Text vamos mostrar o nome do cliente também ligando através de databinding.


? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? Grid.Row="1" Margin="12,0,12,0">
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 

No constructor do MainPage vamos criar uma instância do DataContext chamado clienteDB :

clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);

No evento ? Loaded da MainPage, realizamos um consulta LINQ to SQL e já adicionamos o resultado em uma ObservableCollections chamada Items, que está ligado ao ItemSource da ListBox, veja como é prático ligar as informações na tela, neste exemplo como o foco é o conceito de local database, o projeto foi criado todo no code-behind da MainPage, mas você poderia criar usando o ViewModel e ligando o ObservableCollection com a View.

var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
select r;
Items = new ObservableCollection(result);

Para mais informações sobre LINQ:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb397897.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386976.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386913.aspx

Vamos agora para o código do botão “add” que vai adicionar os registros na base de dados, através do InsertOnSubmit() adicionamos o objeto ao DataContext e através do SubmitChanges(), o objeto é registrado na base de dados, por último, inserimos o objeto na coleção para que seja apresentado na tela.

Cliente c = new Cliente();
c.Nome = txtNome.Text;
clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
clienteDB.SubmitChanges();
Items.Add(c);

?

Código completo da MainPage:

? ?  public partial class MainPage : PhoneApplicationPage, INotifyPropertyChanged
? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ?  ClienteDataContext clienteDB;
? ? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? ? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? ? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private ObservableCollection _items;
? ? ? ? ? ? ?  public ObservableCollection Items
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return _items;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (_items != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  _items = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Items");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  // Constructor
? ? ? ? ? ? ?  public MainPage()
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  InitializeComponent();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  this.DataContext = this;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  select r;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items = new ObservableCollection(result);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  private void add_Click(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Cliente c = new Cliente();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  c.Nome = txtNome.Text;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.SubmitChanges();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items.Add(c);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ?  }

Links:

Boas Práticas:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh286406(v=vs.92).aspx

Mais informações sobre local database no Windows Phone :

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202860(v=vs.92).aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202876(v=VS.92).aspx

Alterações do esquema da base de dados:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh394018(v=VS.92).aspx

Out 28

AndroidConf Brasil

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Android, BI, blog, Blogs, C#, conferência, Evento, Google, mg, O, on, Ria’s Geral @ 10 28th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
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Ocorrerá no dia 26/11 no Rio de Janeiro a conferência AndroidConf Brasil.

Corra e faça sua inscrição.

Out 24

Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, Adobe, Air, Android, app, AR, arte, BI, blog, C#, Catalyst, class, Curso, Cursos, demo, Design, designer, Diversos, efeito, efeitos, empresas, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiência do Usuário, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, for, futuro, game, html, html5, IE, if, image, imagens, impressão, int, interface, lista, Mercado, mg, mobile, novidade, Novidades, O, on, Opinião, Outros, Palestra, Palestras, photoshop, Projetos, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, screencasts, social, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, Touch, Twitter, UI, UX, web, XP, zend @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Twitter!

Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.

Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.

E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possível, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.

Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatível Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….

Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.

Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.

Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladíssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.

Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.

Photoshop:

A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post

UX:

Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post

Design:

A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.

Novidade:

A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html


Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Twitter!


Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
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