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Dez 14

O eCommerce brasileiro em 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, BI, C#, class, Curso, Desenvolvimento, Dica, e-commerce, empresas, err, esporte, exemplo, Ferramenta, for, Geral, ide, if, image, imagens, int, Mate, Mercado, mg, O, on, online, Outros, portal, produto, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, tag, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.

Plataforma Pr?pria x Tercerizada

O primeiro aspecto espec?fico analisado foi exatamente se os e-commerces trabalham com plataforma pr?pria, ou terceirizada. Descobriu-se que 53,86% das empresas t?m sua pr?pria plataforma e 46,15% utilizam um servi?o terceirizado.

ERP?

Verificou-se, tamb?m, quantas empresas possuem o Enterprise Resource Planning – ERP integrado o seu sistema. A diferen?a em porcentagem entre as que possuem e as que n?o ? pequena. 57,69% delas afirmaram ter o ERP integrado, e 42,31% alegaram n?o ter. Na ?rea de desenvolvimento, 42,31% das lojas virtuais possuem equipe pr?pria, mas 57,69% prefeririam n?o informar a respeito.

Atendimento Online

Outro fator analisado foi a exist?ncia de atendimento online, em tempo real, aos consumidores durante a realiza??o da compra. Essa ferramenta utilizada pelos e-commerces facilita para os consumidores tirarem suas d?vidas a cerca do produto, da entrega e dos prazos, por exemplo. A grande maioria das lojas virtuais entende a import?ncia desse recurso e 61,54% afirmam utiliz?-lo para facilitar a intera??o com o seu p?blico. 38,46% n?o fazem uso do atendimento via chat.

Selos de Seguran?a

A grande maioria dos sites utiliza com algum selo de seguran?a, o que visa trabalhar, ainda mais, a confian?a do p?blico alvo na empresa. Esse n?mero chega ao 73,08% dos sites pesquisados. E apenas 26,92% deles ainda n?o possuem algum selo.

Como expor os produtos no e-commerce

Uma parte da pesquisa trata dos produtos disponibilizados nas lojas virtuais: como eles s?o divididos no site, suas categorias, se possuem fotos para ilustra??o e se possuem um est?dio pr?prio para cadastro do produto.

Categorias

Ao catalogar em quantas categorias os produtos normalmente s?o divididos no site, obtevese uma gama de resultados que variam entre uma e nove categorias diferentes. Pouco mais da metade das empresas, cerca de 57,69%, fazem essa divis?o em nove categorias diferentes. Uma parcela de 11,54% trabalha apenas com duas categorias e 7,69% das lojas virtuais pesquisadas trabalham com duas divis?es: tr?s e cinco categorias diferentes. Apenas 3,85% das empresas trabalham com uma categoria. A mesma porcentagem trabalha com quatro, seis e oito categorias diferentes.

Fotos

As fotos que ilustram os produtos servem para que o consumidor possa conhec?-lo, observar seus aspectos materiais e ter uma ideia do tamanho e do peso, por exemplo.
88,46% das empresas participantes da pesquisa alegaram utilizar imagem para identificar o produto em mais de 90% das suas ofertas. 3,85% das lojas fazem uso das imagens em 70% dos seus produtos e a mesma parcela alegou o faz em at? 90% dos casos.
Sobre os est?dios pr?prios para o cadastramento de seus produtos, a pesquisa revelou que 73,08% das lojas o possuem e 26,92% n?o.

Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados

A pesquisa observou o setor em que essas lojas virtuais trabalham. Em primeiro lugar est?o as voltadas para a moda masculina, com 23,08% do mercado. Em seguida, com 19,23%, est?o as lojas voltadas para eletr?nicos e inform?tica. O setor de alimentos ocupa cerca de 5,38% do mercado e o de animais de estima??o, 11,54%. O ramo de esportes tem uma parcela de 7,69% e o de marketing e embalagens, 3,85% cada.
O tempo de exist?ncia do e-commerce na rede ? um fator significante, que pode influenciar no n?mero de vendas realizadas. Quanto maior esse tempo, maiores as chances do p?blico estar familiarizado com a empresa, criar uma rela??o com a mesma e gerar, afinal, credibilidade e confian?a nos seus servi?os. A pesquisa revelou que 34,62% das lojas virtuais existem h?, no m?ximo, tr?s anos. Outros 30,77% est?o no mercado h? menos de um ano e uma parcela de 23,08% tem de tr?s a cinco anos. Apenas 11,54% dessas empresas existem h? mais de cinco anos.

Dez 14

Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, arte, C#, case, class, classe, classes, cliente, código, comparação, demo, Desenvolvimento, Design, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, framework, Google, ide, IE, if, int, Introdução, Java, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, Plugin, print, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, string, Sun, super(), TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint @ 12 14th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.


Um pouco sobre a nova versão

Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.

Asserções



Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.

Exemplo Prático



Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:

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public class JUnitTestCase



Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:

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@Test
public void metodoQualquer()



Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:

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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);



Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:

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private String stringLocal;

@Before
public void inicializaLocal()
System.out.println(“Inicializou.”);
this.stringLocal = “inicializada”;

@Test
public void testInicializadaLocal1()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@Test
public void testInicializadaLocal2()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@After
public void setaNull()
System.out.println(“Setou nulo.”);
this.stringLocal = null;



Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:

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@BeforeClass
public static void antesDeTudo()
System.out.println(“Executado Antes.”);

@AfterClass
public static void depoisDeTudo()
System.out.println(“Executado Depois.”);



Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.

Próximos passos



Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 14

Mudanças para 2012

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Flex, Air, api, app, AR, auto, BI, blog, C#, class, cultura, Desenvolvimento, Dica, Diversos, email, exemplo, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, html, html 5, ide, IE, if, Java, Javascript, JQuery, Livro, Livros, Mate, mg, mobile, mudanças, NaN, Notícias, O, on, Opinião, processo, prova, pt, Revistas, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Sugestões, Sun, Tecnologia, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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2012 será mais um ano de ascensão dos dispositivos mobile em todo o mundo. Mesmo que aqui no Brasil tudo seja mais lento, com preços mais altos, estamos seguindo em frente. Já temos frameworks javascript adaptados ? s telinhas, como o Sencha, ? e o jQueryMobile, além do Flex Mobile, claro. Outras tecnologias estão crescendo a cada dia, e a quantidade de informação que é “jogada” para nós programadores aumenta em um ritmo alucinante. Seguindo esta tendência, estamos também nos adaptando, e para que tudo fique bem claro ao leitor, decidi comentar as principais mudanças do site neste post.

Neste novo ano estaremos adotando algumas mudanças que visam melhorar a qualidade de nossas obras. As principais mudanças que estão por vir são:

1)? Fim do suporte por email: Nestes quatro anos de suporte por email, pude observar diversos prós e contras, e sempre tentei agradar a “gregos e troianos”. Nunca fiz nenhuma distinção de quem comprou ou quem não comprou meus livros, sempre respondendo as dúvidas em menos de 48 horas. Todo esse tempo foi um aprendizado enorme, e agora tenho a necessidade de “lapidar” este processo de suporte. Observei que muito das dúvidas dos leitores eram repetidas e que sempre respondia ? s mesmas questões. Observei também que, ? s vezes, dava prioridade a alguém que não tinha comprado um livro, e deixava “na fila” uma outra pessoa que tinha dúvidas relativas aos livros. Também cheguei ao ponto de responder 10, 15 e-mails por dia, tornando uma tarefa bastante trabalhosa. Neste contexto, estarei “movendo” o suporte para um fórum especial, aberto a qualquer pessoa e destinado a sanar dúvidas dos livros. Falarei mais deste fórum em um outro post, mas deixo claro que, para quem é leitor, terá como sempre o suporte 100% garantido.

2)? eBOOKs serão predominantes: Todo o processo de criação/distribuição de um ebook é perfeito aos olhos do autor se não fosse a pirataria. Realmente encontrar meus livros que consumiram várias horas de preparo e trabalho nos torrents por aí não é uma sensação boa. Mas eu quero acreditar que isso é possível! Eu quero acreditar que o brasileiro é gente honesta, que deseja pagar por um conteúdo útil sem ser “assaltado”. Por isso, em 2012, eu vou priorizar o desenvolvimento de eBooks, cobrando um preço justo, e com a meta de criar muito mais ebooks do que já foi criado atualmente.

3)? Flex não será prioridade: Nestes últimos quatro anos tenho me dedicado muito ao Flex. Fui o primeiro a escrever um livro sobre Adobe Flex no Brasil e desde então foram quase 10 livros abordando o tema. Sei que está chegando o momento em que eu terei que “dissipar” o meu conhecimento para outras áreas, pois o tema Flex já está bastante difundido, felizmente hoje em dia existe bastante conteúdo dedicado a cultura Flex e só não aprende quem não quer. Veja que, para quem escreve livros, as tecnologias saturam, mas não morrem. Este é o caso do Flex, o conteúdo está saturado, eu não tenho muito mais a escrever, por isso o foco será distribuído para outras áreas. O livro “Adobe Air em Ação” será o último livro a ser escrito para a tecnologia Flex, e não haverá mais edições previstas. O suporte continuará normalmente para quem comprou qualquer livro sobre Flex.

4)? Mobile será prioridade: Daremos certa prioridade ao desenvolvimento mobile, e dependendo de novas tecnologias que deverão surgir, estaremos pesquisando e publicando material sobre elas. Isso significa que determinados livros poderão conter menos páginas, por exemplo, 100, mas que expliquem um conceito ou tecnologia emergente.

5)? Tendências serão prioridade:? A rapidez com que uma tecnologia emerge abre uma lacuna de desinformação para nós tupiniquins. E a? idéia? é preencher esta lacuna com um livro. Por exemplo, ainda não temos um livro sobre SENSHA, muito menos EXTJS. Um livro sobre HTML 5, custa nada mais, nada menos que 73 reais. Nem temos um livro sobre a linguagem SCALA ou sobre DJANGO. Enfim, existe muito assunto para se escrever.

6)? Site flex.etc.br deixa de conter informações sobre os livros:? Todas as informações estarão no site danielschmitz.com.br. O blog flex continua, mas aos poucos deixará de ser atualizado.

Resumindo:

- Vamos publicar ebooks com qualidade e a preços atraentes, sobre diversos temas. Contamos com a aprovação de vocês, enviando críticas e sugestões, .

- Haverá um fórum dedicado ao suporte dos livros.

- Estaremos em breve publicando quais serão os primeiros eBooks a serem lançados e contamos com a sua opinião. Mande ideias !

Dez 13

Multiple Views com Spring Web MVC

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, apache, app, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, C#, case, class, classe, cliente, código, control, conversor, dados, Design, development, dispatch, Diversos, Documentação, err, exemplo, Ferramenta, Flex, for, framework, Frameworks, Google, handle, html, ide, IE, if, int, interface, internet, j2ee, Java, JSF, library, map, mvc, NaN, O, on, Outros, padrão, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, servidor, site, Software, Spring, SpringFramework, state, string, strings, Sun, tag, TAT, Tecnologia, Tema, tv, Twitter, UI, uint, web, XML, XP @ 12 13th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.

Conceito de Views



Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:

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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors.
*
* Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”);
* you may not use this file except in compliance with the License.
* You may obtain a copy of the License at
*
* http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0
*
* Unless required by applicable law or agreed to in writing, software
* distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS,
* WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied.
* See the License for the specific language governing permissions and
* limitations under the License.
*/

package org.springframework.web.servlet;

import java.util.Map;

import javax.servlet.http.HttpServletRequest;
import javax.servlet.http.HttpServletResponse;

/**
* MVC View for a web interaction. Implementations are responsible for rendering
* content, and exposing the model. A single view exposes multiple model attributes.
*
*

This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of
* Expert One-On-One J2EE Design and Development
* by Rod Johnson (Wrox, 2002).
*
*

View implementations may differ widely. An obvious implementation would be
* JSP-based. Other implementations might be XSLT-based, or use an HTML generation library.
* This interface is designed to avoid restricting the range of possible implementations.
*
*

Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver.
* As this interface is stateless, view implementations should be thread-safe.
*
* @author Rod Johnson
* @author Arjen Poutsma
* @see org.springframework.web.servlet.view.AbstractView
* @see org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceView
*/
public interface View

/**
* Name of the @link HttpServletRequest attribute that contains the response status code.
*

Note: This attribute is not required to be supported by all
* View implementations.
*/
String RESPONSE_STATUS_ATTRIBUTE = View.class.getName() + “.responseStatus”;

/**
* Return the content type of the view, if predetermined.
*

Can be used to check the content type upfront,
* before the actual rendering process.
* @return the content type String (optionally including a character set),
* or

1
null

if not predetermined.
*/
String getContentType();

/**
* Render the view given the specified model.
*

The first step will be preparing the request: In the JSP case,
* this would mean setting model objects as request attributes.
* The second step will be the actual rendering of the view,
* for example including the JSP via a RequestDispatcher.
* @param model Map with name Strings as keys and corresponding model
* objects as values (Map can also be

1
null

in case of empty model)
* @param request current HTTP request
* @param response HTTP response we are building
* @throws Exception if rendering failed
*/
void render(Map model, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws Exception;

}



Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.

JSon e XML



Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.


A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:

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public class Exemplo
private String nome;

public String getNome()
return nome;

public void setNome(String nome)
this.nome = nome;

}



Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:

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@Controller
public class ExemploController

@RequestMapping(“/exemplo/xml”)
@ResponseBody
public Exemplo testando()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“xml”);
return ret;

}



Agora temos uma servlet que responderá por “//exemplo/xml” devolvendo a instância de exemplo que acabamos de criar no método.
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:

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class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>

name=“messageConverters”>
>

bean=“marshallingHttpMessageConverter” />
>

>

>

class=“org.springframework.oxm.xstream.XStreamMarshaller”
id=“xmlMarshaller”>

name=“aliases”>
>

key=“exemplo”>Exemplo
>

>

>
>

id=“marshallingHttpMessageConverter”
class=“org.springframework.http.converter.xml.MarshallingHttpMessageConverter”>

name=“marshaller” ref=“xmlMarshaller” />
name=“unmarshaller” ref=“xmlMarshaller” />
>



O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:

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>
>xml>
>



Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:

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id=“jsonview”
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”>

>



Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:

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private View jsonview;

@Autowired
@Qualifier(“jsonview”)
public void setJsonview(View jsonview)
this.jsonview = jsonview;

@RequestMapping(“/exemplo/json”)
public ModelAndView testandoJson()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“json”);
return new ModelAndView(this.jsonview, “response”, ret);



Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:

1
2
3
4
“response”:
“nome”:”json”

}


Conclusão

Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.

Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 12

O Twitter altera a versão do Tweetdeck para uma webapp?!

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, api, aplicacao, app, app store, apple, AR, blog, browser, C#, class, cliente, css, Curso, Cursos, demo, Dica, Dicas, event, exemplo, for, html, ide, IE, if, image, int, internet, Links, lógica, Mac, mg, O, on, problema, problemas, RIA, Ria’s Geral, S+S, TAT, Twitter, UI, web, window, windows, Wordpress @ 12 12th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Eis que na semana passa foi uma loucura a quantidade de posts e pessoas falando da nova vers?o do Tweetdeck “nativa”, para Windows e Mac OS que substituiu a vers?o anterior em Adobe AIR. Os Appletards (man?acos, tarados pela Apple) foram ao del?rio, mas…

http://www.tweetdeck.com/

MacMagazine : Agora o Tweetdeck ? nativo

Tecnoblog: Twitter chuta Adobe AIR para escanteio

Os coment?rios dos tards comemorando o fato s?o hil?rios, perdemos funcionalidades e recursos e eles comemoram por agora a aplica??o ser “nativa”

A minha opini?o:

A perda de funcionalidades foi not?ria…

Perda de funcionalidades = retrocesso

Perdemos: encurtador de links, atualiza??o em real-time dos tuites, o upload de fotos n?o funcionou em nenhuma das minhas frustradas tentativas de uso, ao ficar um periodo sem conectividade a internet o novo aplicativo n?o consegue mais recuperar os tuites. Essas foram os problemas que encontrei nessa nova vers?o.

Vi muita gente elogiando pelo simples fato de (creio eu n?o gostarem d) o Adobe AIR n?o ser a base desde cliente…

Analisando tecnicamente e tecnologicamente o ocorrido:

Temos aqui nada mais que o cliente web: https://web.tweetdeck.com/ empacotada como uma webapp instal?vel no Mac.

Ao analisar o conte?do do pacote TweetDeck (a aplica??o) no Mac, temos /Content/Resources/htdocs todo o c?digo html+js+css da aplica??o a qual pelo que observei a web vem a ser a mesma.

Ainda n?o identifiquei qual solu??o de webapp foi utilizada para gerar o instal?vel, mas tenho a respectiva suspeita em ordem:

1 – Appcelerator Titanium

2 – Mozilla Prims

3 – o Twitter desenvolveu sua propria solu??o de empacotamente da webapp

Caso voc?, assim como eu instalou a nova vers?o e desinstalou a antiga, crendo que a nova manteria as funcionalidades da antiga e se arrependeu, ainda tem como voltar para a vers?o antiga e deixar de usar esse lixo da nova vers?o…

Encontrei:

- um post de outra pessoa que como eu n?o gostou da nova vers?o

- uma outra vers?o antiga do Adobe AIR Market


Veja também:

  • [ Adobe AIR ] Color Browser
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • GVT – Power Music Club
  • Adobe AIR – FileSearch
  • [Adobe AIR 2 : NativeProcess] projeto de exemplo : Windows Console
Dez 10

Como evitar fraudes em minha loja virtual?

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, auto, back, BI, C#, camp, class, cliente, consultoria, control, dados, demo, Dica, Dicas, email, empresas, err, exemplo, Exemplos, Ferramenta, fonte, for, game, git, html, ide, IE, if, image, int, internet, mg, moip, O, on, on-line, online, pagamento, pagSeguro, problema, processo, procura, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, serviço, Serviços, site, TAT, Tema, UI, uint @ 12 10th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Voc? sabia que em m?dia 9 entre cada 10 novas lojas virtuais deixam de existir no primeiro ano de vida? E que em sua grande maioria devido as fraudes on-line.

As grandes causas de fraudes sofridas pelo comercio eletr?nico est?o, de um lado a escassa seguran?a e as limita??es dos meios de pagamento e de outro a grande dificuldade pr?tica em verificar e garantir a identidade do cliente/comprador.

Compras com cart?es de cr?dito fraudulentos.

compra-online-seguraNeste caso o comprador golpistas aproveita os dados de um cart?o de cr?dito que foi clonado ou roubado ou cujos dados estejam dispon?veis por alguma raz?o (muitas vezes basta um xerox frente e verso), se passando pelo titular do mesmo e realizando a compra em nome dele. Alguns golpistas mais sofisticados procuram ter um cadastro completo do verdadeiro titular do cart?o de forma a estar pronto em caso de liga??o.

Como enfrentar as fraudes?

Existem basicamente duas alternativas para enfrentar o problema das fraudes no com?rcio eletr?nico.

Terceirizar a transa??o eletr?nica

Terceirizar para empresas de meios de pagamento pois est?o estruturadas para garantir a seguran?a nas transa??es.

Alguns exemplos de empresas deste tipo (para o Brasil) s?o os seguintes:

• http://www.pagseguro.com.br
• http://www.moip.com.br
• http://www.braspag.com.br
• http://www.ipagare.com.br

Realizar a transa??o eletr?nica na pr?pria estrutura da empresa

comprarCaso escolha criar uma estrutura de verifica??o interna, vale levar em conta os seguintes fatores e dicas.

O ponto principal ? a valida??o da identidade do cliente, e conseq?entemente de seus meios de pagamento. Para isso voc? pode utilizar usadas ferramentas e fontes de valida??o de cadastro, tal qual Zip Code. Os dados solicitados no cadastro devem ser escolhidos com base nas necessidades do neg?cio. O uso de ferramentas autom?ticas de scoring ou de detec??o de ind?cios de fraudes ? muito recomend?vel.

? ?til, quando poss?vel, utilizar ferramentas de an?lise de risco e preven??o de fraudes ou ainda sistemas de scoring automaticos ou n?o.

Solicitar c?pias de determinados documentos ou comprovantes por fax ou email pode ser uma ?tima alternativa para alguns tipos de neg?cios. Uma longa demora no envio dos documentos ? sinal de suspeita.

Em caso de suspeita de fraude poder?o ser realizadas entre outras, as seguintes verifica??es:

  • Valida??o do nome do cliente em rela??o ao CPF/CNPJ junto ao site da Receita Federal.
  • Valida??o de dados do cliente junto a sistemas de prote??o ao credito (SPC, Serasa…).
  • Valida??o do BIN do cart?o de credito (que indica qual o banco emissor do mesmo e ? representado normalmente entre os primeiros 6 d?gitos do n?mero) que pode ser comparado com um campo solicitado no cadastro ou atrav?s de perguntas por telefone. Esta valida??o pode normalmente ser realizada atrav?s dos sites das operadoras dos cart?es.

Ferramentas de preven??o de fraudes

Automatize o processo de verifica??o e preven??o de fraudes em seu ecommerce atrav?s dessas ferramentas:

crivo

fcontrol

clearsale
http://www.crivo.com.br http://www.fcontrol.com.br

http://www.clearsale.com.br

L?gico que o melhor caminho sem d?vida ? quando sua empresa mescla a utiliza??o de v?rias formas e t?cnicas de verifica??es e valida??es dos compradores e suas compras em tempo real para identificar e previnir o preju?zo com fraudes no ecommerce.

E a sua empresa como trabalha para previnir as fraudes? Comente logo abaixo.

Sua empresa n?o utiliza nenhuma forma de preven??o contra fraudes? Entre em contato comigo.

Dez 8

JQuery: Compatibilidade de CSS com utilização de cssHooks.

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, action, api, AR, BI, blog, browser, C#, código, css, css3, custom, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, development, Dica, Diversos, efeito, efeitos, err, exemplo, explorer, Ferramenta, filter, for, function, html, IE, if, image, int, internet, Introdução, Java, Javascript, JQuery, lógica, Microsoft, NaN, O, object model, on, Outros, padrão, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, TAT, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 12 8th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Twitter!


Introdução

Um desafio de todo desenvolvedor html é manter o seu site compatível com todos os browsers ( em especial o Internet Explorer ), devido as limitações e detalhes na implementação de cada um, isso é um fato inegável, e qualquer um que ja tentou um dia desenvolver alguma coisa em html sabe disso.

Em projetos pequenos podemos tomar conta disso sem a necessidade de nenhuma ferramenta extra, entretanto com o? crescimento? do projeto? a tendência ? é que estes trechos de códigos para manter a compatibilidade fiquem tão grande quanto o código do próprio site em si, tornando difícil de manter e etc.

jQuery

Nesta hora é importante conhecer as ferramentas que existem para ajudar o desenvolvimento, e utiliza-las de maneira correta. Uma ferramenta importante no desenvolvimento html é o jQuery.

Para quem não sabe o que é, o jQuery é uma biblioteca javascript que facilita a manipulação do DOM ( Document Object Model ) html, ou seja, facilita a manipulação da sua página html.

Para entender melhor do que este post se trata é necessário ter um conhecimento básico da biblioteca jQuery

Hooks

Muitos dos métodos get e set do jQuery podem ser extendidos para casos especiais, estas extensões são conhecidas como hooks. O namespace $.cssHooks permite extender o método .css(), permitindo criar novas propriedades de CSS.

Os hooks podem ser utilizados como uma solução elegante para a compatibilidade de CSS em diferentes browsers, por exemplo, a propriedade text-shadow do CSS3 não é suportada pelo Internet Explorer, portanto o código abaixo não funcionará no IE:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(text-shadow: ‘#00ff00′);
  3. });

Este código aplica um glow verde em todos os elementos H3 do documento HTML, porém não funciona no IE.

CSS Hooks

Mas nós podemos criar uma nova propriedade css, e internamente tratar o caso do IE. Vamos chamar a nova propriedade de glowColor:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. (function($)
  2. var div = document.createElement(‘div’);
  3. $.support.textShadow = div.style.textShadow === ”;
  4. $.support.filter = div.style.filter === ”;
  5. div = null;
  6. if ($.support.textShadow)
  7. $.cssHooks.glowColor =
  8. set: function(elem, value)
  9. if (value == ‘none’)
  10. elem.style.textShadow = ”;
  11. else
  12. elem.style.textShadow = ’0 0 2px ‘ + value;
  13. }
  14. };
  15. }
  16. else
  17. $.cssHooks.glowColor =
  18. set: function(elem, value)
  19. if (value == ‘none’)
  20. elem.style.filter = ”;
  21. else
  22. elem.style.zoom = 1;
  23. elem.style.filter =
  24. ‘progid:DXImageTransform.Microsoft’ +
  25. ‘.Glow(Strength=2, Color=’ + value + ‘);’;
  26. }
  27. };
  28. }
  29. })(jQuery);

Este código cria uma propriedade dentro do namespace .cssHooks chamada glowColor, esta propriedade possui uma função set específica para o caso do IE e outra para o caso dos outros browsers. A lógica deste código é basicamente, verificar se possui suporte ao textShadow, caso sim,? define? uma função set que altera o atributo elem.style.textShadow com a cor do parâmetro, caso não, define uma função que altera a propriedade elem.style.filter com um filtro especifico utilizando a cor do? parâmetro.

Agora podemos aplicar o efeito através do código

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(glowColor: ‘#00ff00′);
  3. });

Conclusão

O lado bom de criar um cssHook no jQuery para o problema de descrito é que o código que trata a compatibilidade fica oculto do desenvolvedor, ele não precisa se? preocupar? com isso, o foco é no código que? constrói? a pagina unicamente. Esta? estratégia pode ser aplicada para outros diversos efeitos e manipulações, criar uma serie de hooks para tratar este tipo de coisa e etc. O lado ruim no meu ponto de vista é que estamos criando propriedades novas, que são desconhecidas pelos outros desenvolvedores e etc, portanto um novo desenvolvedor iria demorar para aprender todas customizações e suas funções, uma dica é tentar manter os nomes semelhantes ao padrão.

Por @thiagoofelix

Referências

  • Learning jQuery, Third Edition
  • jQuery API
Dez 6

JodaTime – Java Date que funciona!

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 4, 6, api, AR, bar, BI, blog, C#, camp, class, classe, classes, código, control, Curso, Cursos, Design, Design Pattern, Diversos, Documentação, efeito, err, exemplo, Exemplos, falha, for, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, lógica, map, mg, O, on, online, Opinião, padrão, pattern, print, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, singleton, string, Sun, TAT, Tema, Teste, try, Twitter, UI, uint, Vários, XP, zend @ 12 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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JodaTime



Não existe segredo quando se fala da implementação de datas no Java: é ruim de usar. Alguns chegam a dizer que é errado usar inclusive, mas não serei tão extremo.
A API de datas do Java é ruim por vários motivos, como por exemplo, é mal documentada, não é Thread Safe, é difícil de manipular datas, e o comportamento nem sempre é o esperado.
Vamos ver como susbtituir a API de datas que vem Out of the Box no Java, por uma mais efetiva, amigável e confiável: JodaTime.


Lembrando do Calendar



Todo programador Java conhece o Calendar, e sabe que para usá-lo, basta seguir o Design Pattern singleton, ou seja, basta chamar o método de classe em Calendar que devolve a instância única do sistema para o Calendar.


Problema: não funciona.


Não funciona porque se a instância é singleton, e não utiliza threadlocking no código, então não é uma instância ThreadSafe. Logo toda vez que chamamos o getInstance() do Calendar, obtemos uma nova instância. Para ilustrar, crie um teste em JUnit 4 com o seguinte código:

1
2
3
4
5
6
7
Calendar calendar = Calendar.getInstance();

System.out.println(calendar.getTime());

Calendar calendar2 = Calendar.getInstance();

Assert.assertTrue(calendar == calendar2);



Rode o teste e veja a barra do JUnit ficar vermelha. O comparador ‘==’ usado em objetos, compara pelo endereço de memória, o que deveria ser o mesmo se fosse seguido o padrão singleton de verdade.
Pra piorar, todos os métodos que alteram as intâncias do Date estão expostos (por mais que estejam depreciados) para mantêr compatibilidade com versões anteriores da VM. Portanto o Date também não é ThreadSafe, pois não existe controle de concorrência em sua implementação.
Agora vamos deixar o Date e o Calendar de lado, e vamos ao JodaTime.

DateTime



O JodaTime diferencia muito bem os conceitos de data, instante de tempo, período, etc. A classe mais básica (interface no caso) é a ReadableInstant. Não precisa dizer que todas as modelagens de data implementam essa interface, permitindo comparar todos os tipos de modelagem de tempo pontuais. Um período não descreve um único instante ou ponto no tempo, por exemplo.
DateTime é talvez o ReadableInstant mais conhecido, e funciona muito parecido com o Date do Java.
Fatores que tornam o DateTime mais amigável são: é ThreadSafe pois é imutável, é muito bem documentado, e é muto fácil realizar operações com data. Vamos escrever um pouco de código para entender o que se passa.
Comece criando um DateTime. Como no Java, este DateTime criado possui o instante atual do sistema. Em seguida para efeito de teste (o teste pode falhar dependendo de quando for executado), adicione um dia na data criada, e verifique que o novo date aponta para amanhã:

1
2
3
4
5
DateTime date = new DateTime();

date = date.plusDays(1);

Assert.assertEquals(new DateTime().getDayOfYear() + 1, date.getDayOfYear());



Repare que tive que reassociar o date para que ele pudesse ser alterado, afinal DateTime é imutável, o mesmo comportamento que o BinInteger possui. Repare também que pra adicionar um dia, basta chamar plusDays. Este método já se encarrega de fazer toda a lógica de adicionar um dia na data, como por exemplo mudar o mês ou ano se for preciso, por isso se esse teste for rodado no dia 31 de dezembro, ele irá falhar pois o DateTime irá adicionar mais um dia a data, e perceberá que se trata do ano seguinte, e portanto getDayOfYear irá devolver ’1′, e não ’366′ ou ’365′ como esperado.
O JodaTime também trata anos bissestos e horário de verão se for selecionado o fuzo correto.
Existe uma API bem completa em DateTime para manipular todos os campos possíveis da data, sendo assim fica muito mais fácil iterar ao longo dos dias, sem precisar delegar pro Calendar a tarefa, e depois recuperar o resultado.
Não vou abordar muito da API do JodaTime, pois está muito bem documentada e existem muitos exemplos nas internet. O objetivo desse post é tratar do assunto do próximo tópico.

JodaTime e Hibernate



Pior que manipular datas, é persistir datas. Cada banco persiste data do seu próprio jeito, e cada implementação de ORM trata o Date do seu próprio jeito. Mas se você está utilizando o Hibernate, o JodaTime tem uma solução de padronização pra você: JodaTime Hibernate.
Com o JodaTime Hibernate é possível mapear diversos tipos de representação de data em suas classes Java, com ou sem TimeZone, como String ou bigint, como período ou duração, etc.
Para se ter uma idéia do que é possível, basta verificar a documentação online.
E para utiliza é muito fácil. Imagine que você tenha uma entidade com um campo DateTime, que se chama entryDate, portanto temos o getter:

1
2
3
4
@Column(nullable = false)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Para tornar este DateTime uma data que é padrão do banco que será utilizado, por exemplo, basta adicionar a seguinte anotação:

1
2
3
4
5
@Column(nullable = false)
@Type(type = “org.joda.time.contrib.hibernate.PersistentDateTime”)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Estamos falando para o hibernate utilzar o tipo de coluna descrito pelo PersistentDateTime, e utilizar o mesmo para converter a data novamente para DateTime quando for recuperado.
Caso você esteja fazendo engenharia reversa de algum banco, recomendo ler a descrição de todos os tipo disponíveis pra fazer a melhor escolha.
Com isso conseguimos obter todos os benefícios do JodaTime em nossas entidades, facilitando controlar as datas no domínio de nossas aplicações.


Espero ter despertado sua curiosidade com o JodaTime. Na minha opinião é uma das melhores bibliotecas Java disponíveis, mas não quero falar muito sobre suas funcionalidades, pois um dos pontos mais fortes da biblioteca é a facilidade de se acostumar com ela, e principalmente utilizar todos seus recursos. Quero que vocês tenham um pouco desse gostinho :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 28

CoffeeScript, lidando com JavaScript sem sofrimento

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, api, aplicacao, AR, arte, blog, C#, editores, exemplo, Exemplos, Flex, for, git, how-to, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, library, Links, Mac, mg, NaN, O, on, Outros, Plugin, pt, quick, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, UI, UX, web, window, windows @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Como estou retornando ao mundo do HTML+JS ? inevit?vel ter que voltar a codificar em JavaScript, certo? Bom, talvez n?o… para isto temos o CoffeeScript que apresenta uma proposta bem interessante de sintaxe e codifica??o que no final o resultado gerado ? JavaScript.

CoffeeScript is Beautiful & I Never Want to Write Plain JavaScript Again

O que achei interessante nessa apresenta??o foi a apresenta??o dos demais geradores de JavaScript, como GWT em java, entre outros, bom ao final dessa apresenta??o achei bem interessante e consider?vel o uso do CoffeeScript para gerar o JavaScript, utilizando uma sintaxe melhor e obviamente n?o apenas uma nova sintaxe, pois o CoffeeScript possui algumas facilita??es de codifica??o bem interessantes.

No pr?prio site do CoffeeScript possui alguns exemplos e um local onde voc? pode escrever um coffeescript e ver o javascript resultado.

Um fato que me chamou aten??o o compilador do CoffeeScript est? vinculado ao NodeJS.

Aten??o: vale lembrar que o CoffeeScript nada mais ? que uma maneira diferente de codificar JavaScript, ou seja, caso queria utilizar jQuery ou outra lib JavaScript codificando via CoffeeScript ? poss?vel (How CoffeeScript makes jQuery more fun than ever).

Links ?teis para instala??o do CoffeeScript:

How To Install CoffeeScript On Mac OS X

5 Steps to Get Started with CoffeeScript (Mac OS X)

Node.js and CoffeeScript on Windows, Redux

CoffeeScript compilador para windows (GitHub)

Installing CoffeeScript on Ubuntu

Segue alguns links de introdu??o ao CoffeeScript:

What is CoffeeScript?

Simple CoffeeScript Introduction

A brief introduction to CoffeeScript

Introduction To Coffeescript & Node.Js By Pedro Teixeira

Plugin para os editores de c?digo:

CoffeeScript GitHub

Plugin para o Sublime Text 2

Sublime Text 2 Build System Scripts: CoffeeScript & Node

Coffeescript package for Sublime Text (GitHub)


Veja também:

  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação

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