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Mar 8

Server-Side ActionScript no Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Adobe, Aplicativos, app, AR, bar, BI, botão, C#, carregar, case, class, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Documentação, engine, err, eval, exemplo, Exemplos, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, for, function, html, ide, IE, if, image, int, Java, Javascript, Mac, mg, NaN, O, on, online, padrão, player, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, servidor, streaming, swf, TAT, Teste, UI, uint, web, XP @ 03 8th, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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Poucos sabem mas o Flash Media Server(versão Interactive) possui uma linguagem de servidor chamada Server-Side ActionScript ou ActionScript Communications(extensão .asc). O que permite recurso poderosos em seus aplicativos multimídia muito além de um simples streaming.
Server-Side ActionScript é o nome que Adobe deu para o JavaScript 1.5, o Flash Media Server possui uma engine de JavaScript para compilar e executar os scripts.
O Server-Side ActionScript é parecido mas não idêntico ao ActionScript 1.0, mas ambos são baseado no ECMAScript(ECMA-262) edition 3 language specification. O Server-Side ActionScript roda sob a engine SpiderMonkey da Mozilla que consta no Flash Media Server enquanto que o ActionScript 1.0 roda sob o AVM1(ActionScript Virtual Machine 1) no Adobe Flash Player. O SpiderMonkey implementa o totalmente o ECMAScript enquanto que a AVM1 do Flash Player não. A grande diferença entre os dois é que o Server-Side ActionScript é case-sensitive.
Portanto para quem já tem conhecimento de JavaScript, pode reaproveita-lo para usar no Flash Media Server, é possível utilizar a maioria dos recursos e ainda contar com os recursos exclusivos do Flash Media Server.

Vamos os primeiros passos para utilizar o Server-Side ActionScript no Flash Media Server. Uma maneira de testar seus scripts é usando o fms_console localizado no caminho:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5webrootswfsfms_adminConsole.swf

Se você tiver o Adobe Flash Professional, pode abrir esse arquivo diretamente apenas dando dois cliques, caso contrario, abra pelo navegador. Ao ser aberto, devemos ter uma tela como essa:

fms_console_tela1

Tela inicial do fms_adminConsole.swf

Basta entrar com o login e senha que você determinou no momento em que estava instalando o Flash Media Server que deveremos entrar para a seguinte tela:

fms_console_tela2

Tela pos-login

Esse será seu melhor amigo ao desenvolver aplicativos com Flash/Flex e Flash Media Server. Por padrão, o Flash Media Server lê o seguinte diretorio:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5applications

Esse caminho pode ser configurado modificando a linha “VHOST.APPSDIR” no seguinte arquivo:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5conffms.ini

Criaremos um diretorio chamado “teste”, e dentro dele um arquivo chamando “main.asc” com o seguinte conteúdo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);

Agora no console, carregaremos nossa aplicação criando uma nova instância dela selecionando no combobox:

Na tela seguinte, basta dar um “enter”.

Deveremos ter o resultado do nosso trace na caixa de texto como na imagem:

fms_console_tela5

Resultado do trace

Uma recomendação que faço é que você limpe a tela antes de executar novamente o script main.asc, basta clicar no botão Clear Log(1) e depois em Reload Application(2):

Alguns exemplos do que pode ser usado com o Server-Side ActionScript

Constantes

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. const PI = 3.14;
  4. trace(PI);

Expressões Regulares

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. myRe = /d(b+)d/g;
  4. myArray = myRe.exec(“cdbbdbsbz”);
  5. trace(myArray);

Funções

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. function teste()
  4. return “to na funcao o/”;
  5. trace(teste());
  6. function factorial(n)
  7. if ((n == 0)
  8. }
  9. trace(factorial(5));

Objetos

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. var obj = id:“teste”,data:2,status:“ONLINE”,type:“admin”
  4. trace(obj);
  5. for(s in obj)
  6. trace(s +” – “+obj[s]);

Array

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. var arr = ["leo", "carol", "pam", "perla","carlinha"];
  4. trace(arr);
  5. function removeValueFromArray(arr, value)
  6. var len = arr.length;
  7. for(var i = len; i> -1; i–)
  8. if(arr[i] === value)
  9. arr.splice(i, 1);
  10. }
  11. return arr;
  12. }
  13. trace(removeValueFromArray(arr,“pam”));

Aviso importante, use esses recursos SOMENTE em ambiente de desenvolvimento. Em ambiente de produção, você derrubará todo mundo que estiver conectado ? sua aplicação. :P

Referência:
Documentação do Adobe Flash Media Server

Fev 1

Curiosidades sobre loops no Python

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Algoritmos, api, AR, BI, blog, C#, control, exemplo, Exemplos, for, futuro, html, ide, IE, if, int, Java, jogo, loop, mg, musica, O, on, oop, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Teste, Tutorial, UI @ 02 1st, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Atualmente tenho estudando Python devido a sua facilidade de implementa??o e me possibilitar codificar alguns algoritmos r?pidos, nessas brincadeiras me deparei com uma situa??o interessante, observei que a forma de trabalhar com loops no python, principalmente o for ? diferente do que estava acostumado no C e no Java…

1
for( int i = 0; i < length; i++  )  ...

segue o teste abaixo que fiz umas brincadeiras que me ajudaram a compreender como conseguir fazer algo como este for antigo, para os casos em que eu queira, por algum motivo, o ?ndice da intera??o…

Na documenta??o do Python, tem muito mais coisas legais, al?m de ser bem f?cil de compreender, com bastante exemplos de c?digo : Control Flow


Veja também:

  • Python : aumento e redução percentual
  • Por tr?s das cenas : jogo : De volta para o futuro
  • Veja o Sikorsky X2 quebrando o recorde mundial de velocidade de helicópteros
  • [Curiosidade] Música Panamericano
  • Porque os Hard Disks eram chamados de winchester?
Jan 30

Amplie seu conhecimento com o livro jQuery Mobile na prática

Escrito por Daniel Schmitz em 1, AR, BI, C#, exemplo, Exemplos, framework, html, IE, JQuery, Livro, mobile, O, on, Outros, Ria’s Geral, S+S, UI @ 01 30th, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Já está aberta a venda do livro jQuery Mobile na Prática. Por apenas R$ 10,00, você terá a chance de conhecer este framework do melhor jeito possível, através de exemplos práticos!

O lançamento ocorrerá no dia 27/02.

Muitas surpresas estão por vir, aguarde!

http://www.danielschmitz.com.br/jquery-mobile-na-pratica.html

Dez 10

Como evitar fraudes em minha loja virtual?

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, auto, back, BI, C#, camp, class, cliente, consultoria, control, dados, demo, Dica, Dicas, email, empresas, err, exemplo, Exemplos, Ferramenta, fonte, for, game, git, html, ide, IE, if, image, int, internet, mg, moip, O, on, on-line, online, pagamento, pagSeguro, problema, processo, procura, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, serviço, Serviços, site, TAT, Tema, UI, uint @ 12 10th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Voc? sabia que em m?dia 9 entre cada 10 novas lojas virtuais deixam de existir no primeiro ano de vida? E que em sua grande maioria devido as fraudes on-line.

As grandes causas de fraudes sofridas pelo comercio eletr?nico est?o, de um lado a escassa seguran?a e as limita??es dos meios de pagamento e de outro a grande dificuldade pr?tica em verificar e garantir a identidade do cliente/comprador.

Compras com cart?es de cr?dito fraudulentos.

compra-online-seguraNeste caso o comprador golpistas aproveita os dados de um cart?o de cr?dito que foi clonado ou roubado ou cujos dados estejam dispon?veis por alguma raz?o (muitas vezes basta um xerox frente e verso), se passando pelo titular do mesmo e realizando a compra em nome dele. Alguns golpistas mais sofisticados procuram ter um cadastro completo do verdadeiro titular do cart?o de forma a estar pronto em caso de liga??o.

Como enfrentar as fraudes?

Existem basicamente duas alternativas para enfrentar o problema das fraudes no com?rcio eletr?nico.

Terceirizar a transa??o eletr?nica

Terceirizar para empresas de meios de pagamento pois est?o estruturadas para garantir a seguran?a nas transa??es.

Alguns exemplos de empresas deste tipo (para o Brasil) s?o os seguintes:

• http://www.pagseguro.com.br
• http://www.moip.com.br
• http://www.braspag.com.br
• http://www.ipagare.com.br

Realizar a transa??o eletr?nica na pr?pria estrutura da empresa

comprarCaso escolha criar uma estrutura de verifica??o interna, vale levar em conta os seguintes fatores e dicas.

O ponto principal ? a valida??o da identidade do cliente, e conseq?entemente de seus meios de pagamento. Para isso voc? pode utilizar usadas ferramentas e fontes de valida??o de cadastro, tal qual Zip Code. Os dados solicitados no cadastro devem ser escolhidos com base nas necessidades do neg?cio. O uso de ferramentas autom?ticas de scoring ou de detec??o de ind?cios de fraudes ? muito recomend?vel.

? ?til, quando poss?vel, utilizar ferramentas de an?lise de risco e preven??o de fraudes ou ainda sistemas de scoring automaticos ou n?o.

Solicitar c?pias de determinados documentos ou comprovantes por fax ou email pode ser uma ?tima alternativa para alguns tipos de neg?cios. Uma longa demora no envio dos documentos ? sinal de suspeita.

Em caso de suspeita de fraude poder?o ser realizadas entre outras, as seguintes verifica??es:

  • Valida??o do nome do cliente em rela??o ao CPF/CNPJ junto ao site da Receita Federal.
  • Valida??o de dados do cliente junto a sistemas de prote??o ao credito (SPC, Serasa…).
  • Valida??o do BIN do cart?o de credito (que indica qual o banco emissor do mesmo e ? representado normalmente entre os primeiros 6 d?gitos do n?mero) que pode ser comparado com um campo solicitado no cadastro ou atrav?s de perguntas por telefone. Esta valida??o pode normalmente ser realizada atrav?s dos sites das operadoras dos cart?es.

Ferramentas de preven??o de fraudes

Automatize o processo de verifica??o e preven??o de fraudes em seu ecommerce atrav?s dessas ferramentas:

crivo

fcontrol

clearsale
http://www.crivo.com.br http://www.fcontrol.com.br

http://www.clearsale.com.br

L?gico que o melhor caminho sem d?vida ? quando sua empresa mescla a utiliza??o de v?rias formas e t?cnicas de verifica??es e valida??es dos compradores e suas compras em tempo real para identificar e previnir o preju?zo com fraudes no ecommerce.

E a sua empresa como trabalha para previnir as fraudes? Comente logo abaixo.

Sua empresa n?o utiliza nenhuma forma de preven??o contra fraudes? Entre em contato comigo.

Dez 6

JodaTime – Java Date que funciona!

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 4, 6, api, AR, bar, BI, blog, C#, camp, class, classe, classes, código, control, Curso, Cursos, Design, Design Pattern, Diversos, Documentação, efeito, err, exemplo, Exemplos, falha, for, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, lógica, map, mg, O, on, online, Opinião, padrão, pattern, print, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, singleton, string, Sun, TAT, Tema, Teste, try, Twitter, UI, uint, Vários, XP, zend @ 12 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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JodaTime



Não existe segredo quando se fala da implementação de datas no Java: é ruim de usar. Alguns chegam a dizer que é errado usar inclusive, mas não serei tão extremo.
A API de datas do Java é ruim por vários motivos, como por exemplo, é mal documentada, não é Thread Safe, é difícil de manipular datas, e o comportamento nem sempre é o esperado.
Vamos ver como susbtituir a API de datas que vem Out of the Box no Java, por uma mais efetiva, amigável e confiável: JodaTime.


Lembrando do Calendar



Todo programador Java conhece o Calendar, e sabe que para usá-lo, basta seguir o Design Pattern singleton, ou seja, basta chamar o método de classe em Calendar que devolve a instância única do sistema para o Calendar.


Problema: não funciona.


Não funciona porque se a instância é singleton, e não utiliza threadlocking no código, então não é uma instância ThreadSafe. Logo toda vez que chamamos o getInstance() do Calendar, obtemos uma nova instância. Para ilustrar, crie um teste em JUnit 4 com o seguinte código:

1
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5
6
7
Calendar calendar = Calendar.getInstance();

System.out.println(calendar.getTime());

Calendar calendar2 = Calendar.getInstance();

Assert.assertTrue(calendar == calendar2);



Rode o teste e veja a barra do JUnit ficar vermelha. O comparador ‘==’ usado em objetos, compara pelo endereço de memória, o que deveria ser o mesmo se fosse seguido o padrão singleton de verdade.
Pra piorar, todos os métodos que alteram as intâncias do Date estão expostos (por mais que estejam depreciados) para mantêr compatibilidade com versões anteriores da VM. Portanto o Date também não é ThreadSafe, pois não existe controle de concorrência em sua implementação.
Agora vamos deixar o Date e o Calendar de lado, e vamos ao JodaTime.

DateTime



O JodaTime diferencia muito bem os conceitos de data, instante de tempo, período, etc. A classe mais básica (interface no caso) é a ReadableInstant. Não precisa dizer que todas as modelagens de data implementam essa interface, permitindo comparar todos os tipos de modelagem de tempo pontuais. Um período não descreve um único instante ou ponto no tempo, por exemplo.
DateTime é talvez o ReadableInstant mais conhecido, e funciona muito parecido com o Date do Java.
Fatores que tornam o DateTime mais amigável são: é ThreadSafe pois é imutável, é muito bem documentado, e é muto fácil realizar operações com data. Vamos escrever um pouco de código para entender o que se passa.
Comece criando um DateTime. Como no Java, este DateTime criado possui o instante atual do sistema. Em seguida para efeito de teste (o teste pode falhar dependendo de quando for executado), adicione um dia na data criada, e verifique que o novo date aponta para amanhã:

1
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DateTime date = new DateTime();

date = date.plusDays(1);

Assert.assertEquals(new DateTime().getDayOfYear() + 1, date.getDayOfYear());



Repare que tive que reassociar o date para que ele pudesse ser alterado, afinal DateTime é imutável, o mesmo comportamento que o BinInteger possui. Repare também que pra adicionar um dia, basta chamar plusDays. Este método já se encarrega de fazer toda a lógica de adicionar um dia na data, como por exemplo mudar o mês ou ano se for preciso, por isso se esse teste for rodado no dia 31 de dezembro, ele irá falhar pois o DateTime irá adicionar mais um dia a data, e perceberá que se trata do ano seguinte, e portanto getDayOfYear irá devolver ’1′, e não ’366′ ou ’365′ como esperado.
O JodaTime também trata anos bissestos e horário de verão se for selecionado o fuzo correto.
Existe uma API bem completa em DateTime para manipular todos os campos possíveis da data, sendo assim fica muito mais fácil iterar ao longo dos dias, sem precisar delegar pro Calendar a tarefa, e depois recuperar o resultado.
Não vou abordar muito da API do JodaTime, pois está muito bem documentada e existem muitos exemplos nas internet. O objetivo desse post é tratar do assunto do próximo tópico.

JodaTime e Hibernate



Pior que manipular datas, é persistir datas. Cada banco persiste data do seu próprio jeito, e cada implementação de ORM trata o Date do seu próprio jeito. Mas se você está utilizando o Hibernate, o JodaTime tem uma solução de padronização pra você: JodaTime Hibernate.
Com o JodaTime Hibernate é possível mapear diversos tipos de representação de data em suas classes Java, com ou sem TimeZone, como String ou bigint, como período ou duração, etc.
Para se ter uma idéia do que é possível, basta verificar a documentação online.
E para utiliza é muito fácil. Imagine que você tenha uma entidade com um campo DateTime, que se chama entryDate, portanto temos o getter:

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@Column(nullable = false)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Para tornar este DateTime uma data que é padrão do banco que será utilizado, por exemplo, basta adicionar a seguinte anotação:

1
2
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5
@Column(nullable = false)
@Type(type = “org.joda.time.contrib.hibernate.PersistentDateTime”)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Estamos falando para o hibernate utilzar o tipo de coluna descrito pelo PersistentDateTime, e utilizar o mesmo para converter a data novamente para DateTime quando for recuperado.
Caso você esteja fazendo engenharia reversa de algum banco, recomendo ler a descrição de todos os tipo disponíveis pra fazer a melhor escolha.
Com isso conseguimos obter todos os benefícios do JodaTime em nossas entidades, facilitando controlar as datas no domínio de nossas aplicações.


Espero ter despertado sua curiosidade com o JodaTime. Na minha opinião é uma das melhores bibliotecas Java disponíveis, mas não quero falar muito sobre suas funcionalidades, pois um dos pontos mais fortes da biblioteca é a facilidade de se acostumar com ela, e principalmente utilizar todos seus recursos. Quero que vocês tenham um pouco desse gostinho :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 28

CoffeeScript, lidando com JavaScript sem sofrimento

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, api, aplicacao, AR, arte, blog, C#, editores, exemplo, Exemplos, Flex, for, git, how-to, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, library, Links, Mac, mg, NaN, O, on, Outros, Plugin, pt, quick, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, UI, UX, web, window, windows @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Como estou retornando ao mundo do HTML+JS ? inevit?vel ter que voltar a codificar em JavaScript, certo? Bom, talvez n?o… para isto temos o CoffeeScript que apresenta uma proposta bem interessante de sintaxe e codifica??o que no final o resultado gerado ? JavaScript.

CoffeeScript is Beautiful & I Never Want to Write Plain JavaScript Again

O que achei interessante nessa apresenta??o foi a apresenta??o dos demais geradores de JavaScript, como GWT em java, entre outros, bom ao final dessa apresenta??o achei bem interessante e consider?vel o uso do CoffeeScript para gerar o JavaScript, utilizando uma sintaxe melhor e obviamente n?o apenas uma nova sintaxe, pois o CoffeeScript possui algumas facilita??es de codifica??o bem interessantes.

No pr?prio site do CoffeeScript possui alguns exemplos e um local onde voc? pode escrever um coffeescript e ver o javascript resultado.

Um fato que me chamou aten??o o compilador do CoffeeScript est? vinculado ao NodeJS.

Aten??o: vale lembrar que o CoffeeScript nada mais ? que uma maneira diferente de codificar JavaScript, ou seja, caso queria utilizar jQuery ou outra lib JavaScript codificando via CoffeeScript ? poss?vel (How CoffeeScript makes jQuery more fun than ever).

Links ?teis para instala??o do CoffeeScript:

How To Install CoffeeScript On Mac OS X

5 Steps to Get Started with CoffeeScript (Mac OS X)

Node.js and CoffeeScript on Windows, Redux

CoffeeScript compilador para windows (GitHub)

Installing CoffeeScript on Ubuntu

Segue alguns links de introdu??o ao CoffeeScript:

What is CoffeeScript?

Simple CoffeeScript Introduction

A brief introduction to CoffeeScript

Introduction To Coffeescript & Node.Js By Pedro Teixeira

Plugin para os editores de c?digo:

CoffeeScript GitHub

Plugin para o Sublime Text 2

Sublime Text 2 Build System Scripts: CoffeeScript & Node

Coffeescript package for Sublime Text (GitHub)


Veja também:

  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
Nov 28

NoSQL, mas o que é isso?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 4, 6, abas, action, Adobe, Adobe Flex, AMF, api, aplicaçoes, AR, arte, Banco de Dados, BI, Blazeds, blog, C#, class, comunidade, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desktop, Excel, exemplo, Exemplos, facebook, Flex, for, ide, IE, if, image, int, Introdução, Java, Links, lista, Mate, mg, O, on, Pessoal, podcast, prova, pt, Redes Sociais, Remoting, RIA, Ria’s Geral, S+S, servidor, Software, Sun, tag, Tema, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Caso voc? trabalha com desenvolvimento de software, ambiente web, provavelmente tem ouvido e lido sobre esse tal de NoSQL, mas o que ?, para que serve, quando usar, voc? sabe?

Aten??o a explica??o a seguir ? a minha com rela??o ao assunto:

Antes de mais nada, o NoSQL ? um novo modelo de base de dados, diferente do modelo relacional, que, creio eu ? muito conhecido de todos os desenvolvedores de software, o NoSQL surgiu para suprir a necessidade de lidar com um volume de informa??es que podem ir muito al?m da que voc? consiga imaginar. Este ? o cen?rio de redes sociais, exemplos cl?ssicos n?s temos o Twitter, Facebook e outras redes, onde a quantidade de informa??o gerada pelos usu?rios (essas redes que possuem milh?es de usu?rios ao redor do mundo) possui um crescimento que as bases de dados relacionais n?o conseguem comportar.

O NoSQL surgiu j? pensando em crescimento da informa??o armazenada e manipulada. As solu??es de NoSQL que temos dispon?veis hoje j? vem por padr?o com todo o conjunto de suporte para poder adicionar novos servidores (nodes) e comportar um crescimento dos dados a um custo muito menor do que a das bases relacionais. Esse crescimento ? chamado de crescimento horizontal, onde basta adicionar novas m?quinas e nessas bases NoSQL adicionadas como nodes da base e tudo pronto. Enquanto nas bases relacionais o crescimento ? vertical, ou seja, ? necess?rio aumentar o poder de hardware dos servidores (e este custo ? alto), al?m do fato que a implementa??o de servidores escravos e nodes n?o s?o simples de adicionar e gerenciar, pois essas bases n?o foram projetadas para atender a esse n?vel de demanda.

Sei que n?o sou o melhor para explicar o respectivo tema, ent?o vamos ao real objetivo do tema, segue alguns materiais interessantes para estudar quanto ao tema, segue estes excelentes postcats sobre o tema que apresenta uma boa vis?o e explica??o sobre o assunto, do pessoal do Grok Podcast:

Epis?dio 45 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 1 de 3

Epis?dio 46 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 2 de 3

Epis?dio 47 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 3 de 3

Links para mais informa??es do assunto:

Informa??es na Wikipedia Br

Comunidade Brasileira de NoSQL

Listagem das bases NoSQL existentes

Escalabilidade – Introdu??o ao NoSQL 1

Escalabilidade – Introdu??o ao NoSQL 2

Compara??o das bases NoSQL (em ingl?s)


Veja também:

  • [Filosofia] KISS – Keep it stupid simple
  • Adobe Flex : porque usar remoting?
  • Mas que raios é esse tal de BPEL?!
  • Configurando o seu ambiente de desenvolvimento para Flex e Java : desenvolvimento com Maven
  • Construindo aplicações Web e Desktop com BlazeDS e AMF
Nov 23

Quase tudo certo para Dominando Flex Mobile

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Flex, Air, Android, AR, Arquitetura, BI, builder 4, C#, class, Componente, Componentes, exemplo, Exemplos, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, for, IE, image, int, Introdução, itemRenderer, lista, lite, Livro, Livros, mg, mobile, NaN, Notícias, O, on, Outros, prova, RIA, Ria’s Geral, S+S, SQLite, Tecnologia, UI @ 11 23rd, 2011 | via http://flex.etc.br | 1 comentário
Daniel Schmitz
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Está quase tudo preparado para o lançamento do ebook Dominando Flex Mobile no dia 29 de novembro. Como prometido, o livro será lançado no mesmo dia que o Flash Builder 4.6 for lançado, que deve ser provavelmente agora no dia 29. Se houver atrasos perante a Adobe, nós atrasamos aqui também.

O ebook conterá 165 páginas. O preço será R$ 25,00. O formato será PDF, e vou testar o formato EPUB. Todos os exemplos do livro foram testados no Galaxy Tab com Android 2.2 e Adobe Air 3.0.

O que irei abordar:

  • Introdução ao Adobe Flex
  • Conhecendo o Flash Builder 4.6
  • Arquitetura Flex Mobile, principalmente views
  • Listas e ItemRenderers
  • Componentes Flex Mobile
  • Swiz para Flex Mobile
  • SQLite
  • Swiz + SQLite
  • Integração com dispositivo (Gestos, Acelerômetro, GPS etc)
O que não irei abordar:
  • Android/iOs Market
  • Native Extensions
Estes dois tópicos serão outros livros, pois dependem da tecnologia. A idéia é criar um “Flex Mobile para programadores Android”, contendo o Market e Native Extensions.

Nov 16

LCCS e PHP com ZendAMF

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, Adobe, AMF, amfphp, AR, Artigo, Artigos, C#, catch, class, classe, classes, developer, Documentação, exemplo, Exemplos, flash, Flex, Flex 4, for, framework, function, handle, image, int, Java, Javascript, live, LiveCycle, Mercado, mg, O, on, Password, PHP, player, portal, programação, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, swf, Teste, try, UI, web, zend, zendAMF, zendFramework @ 11 16th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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O Adobe LiveCycle Collaboration Service possui em seu SDK, exemplos de integração com as principais linguagens de programação web do mercado como PHP, Java, Python, etc.
Na documentação da Adobe, é recomendado o uso do AMFPHP ou o PHP puro mesmo, mas nada impede de usar tranquilamente em conjunto com o ZendFramework (usando ZendAMF)
Ryan Stewart escreveu dois artigos mostrando a implementação com PHP e REST.

  • http://ria.dzone.com/articles/integrating-php-flash
  • http://ria.dzone.com/articles/php-flash-rest

Uma observação sobre o artigo de Ryan, no Flex 4, Adobe passou a usar o swfobject, então o modo de pegar os parâmetros via URL e passar para o SWF fica desse modo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. var xiSwfUrlStr = “playerProductInstall.swf”;
  2. var flashvars = ;
  3. flashvars.roomURL = swfobject.getQueryParamValue(“roomURL”);
  4. flashvars.authToken = swfobject.getQueryParamValue(“authToken”);
  5. var params = ;

No SDK do LCCS, existe um arquivo chamado lccs.php, basta copiar para o mesmo diretório em que você já usa suas classes. Em seguida, adicionar o include no arquivo gateway.php

PLAIN TEXT
PHP:

  1. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  2. require_once ‘lccs.php’;
  3. require_once ‘Test.php’;
  4. /** Bootstrap */
  5. // Instantiate server
  6. $server = new Zend_Amf_Server();
  7. $server->setProduction(false);
  8. $server->setClass(‘Test’);
  9. // Handle request
  10. echo($server->handle());
  11. ?>

E está é uma simples classe para teste chamando o método que retorna o token para autenticação.

PLAIN TEXT
PHP:

  1. class Test
  2. private $account;
  3. private $room;
  4. private $devUsername;
  5. private $devPassword;
  6. private $secret;
  7. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  8. private $accountURL;
  9. private $roomURL;
  10. function __construct()
  11. //for LCCS
  12. $this->account = “Your SDK account username from LCCS developer portal”;
  13. $this->room = “The room you want to connect to”;
  14. $this->devUsername = “Your LCCS developer account username”;
  15. $this->devPassword = “Your LCCS developer account password”;
  16. $this->secret = “The shared secret from the LCCS developer portal”;
  17. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  18. $this->accountURL = “http://connectnow.acrobat.com/$this->account“;
  19. $this->roomURL = “$this->accountURL/$this->room“;
  20. public function getToken($data=array())
  21. try
  22. $this->account = new RTCAccount($this->accountURL);
  23. $this->account->login($this->devUsername,$this->devPassword);
  24. $session = $this->account->getSession($data['room']);
  25. $displayName = $data['displayName'];
  26. $username = $data['username'];
  27. $role = $data['role'];
  28. $token = $session->getAuthenticationToken($this->secret, $displayName, $username, $role);
  29. return $token;
  30. catch (Exception $e)
  31. throw new Exception($e->getMessage());
  32. }
  33. }
  34. ?>

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