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Fev 8

Arquitetura de Informação – Sketching

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, Arquitetura, C#, Desenvolvimento, Experience Design, for, Formação, lista, O, on, processo, protótipo, Ria’s Geral, S+S, Tema, UI, user experience @ 02 8th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela sua praticidade. O Processo de arquitetura de informação de forma simplista consiste na propotipagem, é o desenvolvimento de protótipos que se tornam o que chamamos…

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Jan 30

Guideline – O que é?

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, BI, C#, Experience Design, ide, if, int, interface, O, on, referencia, Ria’s Geral, S+S, UI, user experience, UX @ 01 30th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Recentemente percebi que muitos profissionais ainda possuem uma certa dificuldade em entender as tais nomenclaturas do ramo… como UX / UI / IxD / Guideline etc. Mas o que tenho visto de mais comum é o uso do termo Guideline para referenciar a User Interface, UI. É fato que a diferença entre ambos na idéia…

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Jan 27

Inspiração para User Interface?

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, C#, Dica, Experience Design, Inspiração, int, interface, O, on, Ria’s Geral, S+S, user experience, window, windows @ 01 27th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Recentemente um amigo e ex aluno Rafael Daron? me pediu indicações de User Interfaces para inspirá-lo em seu novo projeto para a nuvem, citou-me que estava observando o Windows 8 e aplicações como Prezi para ter referências. E a pergunta dele me chamou bastante atenção, e a resposta me inspirou esse post. O motivo é bem…

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Jan 20

Usabilidade Mobile – Uma visão de Jakob Nielsen

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, BI, C#, Experience Design, IE, if, mobile, O, on, Ria’s Geral, S+S, UI, usabilidade, user experience @ 01 20th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Tiago Marciano curtiu este postÉ verdade que eu posso falar sobre a usabilidade dos dispositivos móveis, mas… é sempre importante respeitarmos a bagagem daqueles vieram antes de nós, e certamente Nielsen é um deles. É muito difícil para mim pensar em Usabilidade sem lembrar de Jakob Nielsen e do Nielsen Norman Group. Antes de comentar…

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Jun 10

Adobe Photoshop CS5 – Criação de Interface para Flex 4 – Parte 5

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Apresentação, AR, arte, blog, C#, Catalyst, class, Curso, Design, designer, err, Experience Design, explicação, Ferramenta, Flex, for, git, image, imagens, int, interface, mg, O, on, photoshop, player, RIA, Ria’s Geral, S+S, TAT, Tecnologia, Twitter, UI, UX, XP @ 06 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Chegamos a fase final, organizamos o layerComps e exportamos as imagens para apresentação, agora, em uma nova aula, totalmente separada, será a parte de componentização e preparação do arquivo PSD para o Catalyst, sei que muitos aguardam ansiosos por isso… Mas continuem acessando o Blog da DClick e me seguindo no Twitter @eduardohorvath para saber quando lançarei as mesmas.


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AULA 23

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Aula que ensina como organizar seus layers através do layerComps, juntamente com detalhes importantes da ferramenta.
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AULA 24

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Finalização a organização com layerComps e explicação de como exportar as imagens por demanda.
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AULA 25

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Criação de um player e interferindo no LayerComps.
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Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design há mais de 15 anos.
@eduardohorvath

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Mar 18

Adobe Photoshop CS5 – Criação de Interface para Flex 4 – Parte 4

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Adobe, AR, arte, blog, class, Curso, Design, designer, Experience Design, Flex, for, git, IE, image, imagens, int, interface, mg, O, on, photoshop, RIA, Ria’s Geral, screen, Screencast, screencasts, TAT, Tecnologia, Tutorial, Twitter, UX @ 03 18th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | 1 comentário
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Nova série de screencasts, por hora estou liberando apenas 1, mas serão 6 por post, semana que vem tem mais e esse post será atualizado com imagens e detalhes.


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AULA 19

Nessa aula eu mostro como criar um novo smartObject a partir de um existente sem que este fique vinculado.
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Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
@eduardohorvath

Dez 13

Criando um DataList dentro de um ScrollPanel

Escrito por DClick Team em 1, 4, Adobe, AR, blog, Catalyst, class, Componente, Componentes, demo, err, erro, Experience Design, flash, Flash Catalyst, image, int, interface, mg, O, on, Outros, RIA, Ria’s Geral, Scroll, Sugestões, TAT, Tutorial, Twitter, UI, Vídeo, XP @ 12 13th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Nessa quarta aula eu desconstruo nosso último componente, o ScrollPanel com texto, para então inserir um DataList, criando ele desde o zero e mostrando sua interação.

Para alguns são aulas simples, mas para outros são bases fundamentais para que você possa futuramente fazer com tranquilidade interfaces mais complexas. Já vi pessoas pularem essas etapas básicas sem treinar e ficarem perdidas com erros simples, como o demonstrado nesse vídeo, um dos erros mais comuns que acontece na criação de componentes.

Espero que você goste, dúvidas, críticas, sugestões, você já sabe, basta deixar o seu comentário ou me mande uma DM @eduardohorvath

Abaixo segue o arquivo para você fuçar a vontade:
datalist.fxp

Nov 24

UX Specialist – Links para “entrar na profissão”

Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, action, api, app, AR, arte, Artigo, Artigos, as2, BI, blog, Blogs, Blueprint, business, camp, Carreira, case, collection, Curso, Cursos, custom, Design, designer, Dica, Download, DRE, email, engine, err, erro, error, event, events, Experience Design, for, futuro, gc, git, Google, handle, HCI, html, ide, Ideas, IE, if, int, interface, Introdução, Links, lista, live, LOB, Mac, Mate, mg, MIX, motion, O, on, online, oop, PHP, POO, print, produto, pt, research, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, Sem categoria, site, social, spark, Sun, tag, TAT, team, Tech, Tecnologia, Tema, tool, try, Tutorial, Twitter, UI, user experience, utf8, UX, Ved, Vídeo, vs, web, web design, Wordpress, Workshop, XP, yahoo @ 11 24th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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What the hell is UX, e IxD – Design de Interação, abordagem direta uma galera tem me perguntado sobre a carreira de UX Specialist, o que é, o que deixa de ser, onde encontra-se material, etc.

Vou resumir, ou tentar.

UX Specialist é o indivíduo especializado em User Experience, a essa altura você deve dizer “você está de brincadeira comigo…”, mas não poderia deixar de enfatizar isso, já que, quando falo especialista, é especialista mesmo, é alguém que entende o assunto, não é apenas um termo.
Portanto, sem entrar no mérito da profissão, já que não existe faculdade para formar especialistas em UX, e muito menos cursos sobre o assunto. Os profissionais vem de diversas áreas do design, mas quando falamos em usuário temos que pensar em algo muito peculiar, INTERFACES, a maioria esmagadora vem do segmento de design de interfaces e do estudo em IxD.

Se em um futuro próximo eu ver de acordo com a perguntas dos leitores que há ainda falta de entendimento em relação a esse tema eu posso postar o que é essa carreira em alguns dos seus detalhes, por hora vou municiar vocês com material, muito material, links e mais links para você encontrar o que quiser a respeito de User Experience, mas já aviso, em português não tem coisa boa, não significativa, mas com esforço você encontra, portanto terá que ser em inglês, e se, teu inglês não está lá aquelas coisas faz um esforcinho e pede ajuda ao titio Google, garanto que vai valer a pena.

De quebra, vou dar um Help com um vídeo de introdução muito interessante… do Don Norman, (@becknovaes gosta muito dos conceitos desse especialista), acho o velhinho simpático e com uma bagagem invejável, o vídeo tem legenda em português, vale a pena.

Don Norman: 3 maneiras pelas quais o design te faz feliz

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Você vai perceber nos links abaixo que haverá temas relacionados a IxD, IA, etc, entender todos esses assuntos fazem parte do papel de UX Specialist.

Isso não significa que eu concordo com todos os pontos de vistas de todo esse conteúdo, isso é material de investigação, de estudo. Eu tenho minhas próprias convicções sobre essa matéria User Experience, devido a meus anos de trabalho na área, pelas milhares de tentativas de erros e acertos.

Espero que com esse material você encontre o que precisa para largar de vez esse tema ou amar.

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UX BOOKS

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UX Primer

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  • The Design of Everyday Things by Don Norman
  • Don’t Make Me Think by Steve Krug
  • Não me faça pensar, Steve Krug  o mesmo de cima só que em português

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Design Thinking

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  • Sketching User Experiences by Bill Buxton
  • Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday Things by Don Norman
  • The Inmates Are Running the Asylum by Alan Cooper

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Strategy

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  • Subject To Change by Peter Merholz, Todd Wilkens, Brandon Schauer, and David Verba

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Process

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  • The Elements of User Experience by Jesse James Garrett
  • About Face 3 by Alan Cooper, Robert Reimann, and David Cronin
  • A Project Guide to UX Design by Russ Unger and Carolyn Chandler

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Principles

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  • Designing for the Social Web by Joshua Porter
  • Designing Interfaces by Jenifer Tidwell
  • Designing Visual Interfaces by Kevin Mullet
  • Information Architecture for the World Wide Web (the Polar Bear book) by Louis Rosenfeld and Peter Morville
  • Information Architecture: Blueprints for the Web by Christina Wodtke and Austin Govella
  • Designing Web Navigation by James Kalbach
  • Web Form Design by Luke Wroblewski

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Activities

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  • Usability Engineering by Jakob Nielsen
  • Handbook of Usability Testing by Jeffrey Rubin and Dana Chisnell
  • Observing the User Experience by Mike Kuniavsky

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Documentation

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  • Communicating Design by Dan Brown

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Extra Credit

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  • Set Phasers on Stun: And Other True Tales of Design, Technology, and Human Error by S. M. Casey

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UX BLOGS

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  • Konigi by Michael AngelesTips, tools and techniques for being a better user experience designer
  • Disambiguity by Leisa ReicheltThe ins and outs of designing a product with an existing, and passionate, community
  • EverydayUX by Alex RainertA fresh look at the world around us through UX-tinted glasses
  • Graphpaper by Christopher FaheyCritical analysis of some of the toughest issues facing UX designers today
  • inspireUX by Catriona CornettCubical-wall worthy quotations from a variety of practitioners on how and why to create positive user experiences
  • Bokardo – Social Design by Joshua PorterFor everything you need to consider when designing socially-focused stuff
  • Logic + Emotion by David ArmanoReusable visualizations and valuable synthesis at the intersection of user experience design, marketing and business
  • Putting People First by ExperientiaA great resource for all things UX from around the globe
  • Brain Sparks by User Interface Engineering (UIE)Inside the brilliant minds of user research pioneer Jared Spool and his team
  • Design for Service by Jeff HowardInsights into all the ways companies need to be communicating with their customers, outside of their websites
  • UX Booth by Redd Horrocks, Matthew Kammerer, David Leggett, and Andrew Maier

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UX PUBLICATIONS

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  • Boxes and ArrowsJournal dedicated to discussing, improving and promoting the work of the information architecture community
  • interactionsMagazine including timely articles, stories, and content related to the interactions between experiences, people, and technology, published by the Association for Computing Machinery
  • UXmattersInsights and inspiration for the user experience community written by many distinguished practitioners
  • Core77Industrial Design content and community site – articles, discussions, interviews and resources

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LOCAL EVENTS

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  • UX Book Club
  • IxDA chapters
  • UPA chapters
  • IAI Local Groups
  • SIGCHI chapters
  • User Experience Meetups
  • Information Architecture Meetups
  • Lots more events listed at UXnet.org

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ORGANIZATIONS

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  • Information Architecture Institute (IAI)
  • Interaction Design Association (IxDA)
  • Usability Professionals Association (UPA)
  • User Experience Network (UXnet)
  • Special Interest Group – Computer Human Interaction (ACM/SIGCHI)

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MAILING LISTS

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  • IxDA mailing list
  • IAI mailing list
  • NYCCHI mailing list
  • SIGCHI in other cities

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WEBINARS

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  • UIE’s Virtual SeminarsA monthly series of online seminars giving you the chance to hear the latest perspectives in the world of design from the field’s premier experts.
    $129 each. 90 minutes.
  • Rosenfeld Media’s Future Practice WebinarsThe cutting edge of contemporary user experience research and design methods and practices.
    $99 each. 60 minutes.
  • Adaptive Path’s Virtual Seminars$129 each. 75 minutes.
  • Smart Experience online material

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WORKSHOPS

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  • UIE RoadshowIn this full-day, in-depth seminar you’ll discover the key experience-design factors, analyze your team’s strengths and weaknesses, create an experience vision, and learn the role of delight.
  • AdaptivePath’s UX IntensiveThis four-day workshop series is for experienced professionals wanting to take their practice to the next level.
  • Cooper U A practical collection of courses that help product team members improve their effectiveness from early planning all the way through implementation.

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CONFERENCES

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Inspirational

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  • Good Experience Live (GEL)A conference and community exploring good experience in all its forms — in business, art, society, technology, and life.
  • IDEA ConferenceThe world’s foremost thinkers and practitioners sharing the big ideas that inspire, along with practical solutions for the ways people’s lives and systems are converging to affect society.
  • Adaptive Path’s Managing Experience (Mx)Thought leaders from major corporations show you how smart and visionary management will help you successfully compete in a difficult economy.

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Practical

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  • UIE’s User Interface Conference Examining the biggest issues in the world of web design, information architecture, and usability.
  • NN/g’s Usability Week A three-day usability camp, a three-day intensive session on interaction design, and several specialized, day-long tutorials on core usability topics. Come for as few or as many days as you want.
  • UPA Tutorials, workshops, Experienced Practitioners program, then two and a half days packed with presentations, Idea Markets, and opportunities to network with other user experience professionals.

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Mixed

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  • IxDA Interaction Conference Three days of inspirational and tactical sessions geared at anyone who practices Interaction Design, as well as a day of pre-conference workshops.
  • IA Summit The premier gathering place for information architects and other user experience professionals. Two days of pre-conference sessions, two keynotes and over 50 presentations.
  • Adaptive Path’s UX Week A mix of inspiring talks from recognized thought leaders and hands-on workshops delivering takeaway skills, this event delivers for user experience professionals at all levels — directors, managers, and practitioners.
  • UIE’s Web App Summit The four-day Summit includes two days of intensive full-day workshops and two more days of featured presentations from world-renown experts, to give you fresh perspectives and new insights on today’s web app design challenges.
  • UX Australia 3-day user experience design conference, with inspiring and practical presentations, covering a range of topics about how to design great experiences for people.
  • UX London A unique three-day event combining inspirational talks with in-depth workshops presented by some of the industry’s biggest names.

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Academic

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  • ACM’s CHI The premier international conference for the field of human-computer interaction.

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SCHOOLING

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Human Computer Interaction

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  • Human Computer Interaction Institute at Carnegie Mellon University
    (where I received a bachelor’s and master’s degree)
  • Master of Science in Information – HCI Specialization at University of Michigan
  • Full list of HCI degree programs

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Interaction Design

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  • Master of Design in Interaction Design at Carnegie Mellon University
  • Master of Fine Arts in Interaction Design at School of Visual Arts
    (starting fall 2009)
  • Undergraduate minor in Interaction Design at Savannah College of Art and Design
  • http://www.designdeinteracao.com.br/ Puc de Minas
  • Pós na FIT de Design de Interação Curso recente criado na Faculdade Impacta de Tecnologia – SP capital

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Misc

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  • Interactive Telecommunications Program at NYU’s Tisch School of the Arts
  • Institute of Design at Illinois Institute of Technology

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Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
@eduardohorvath

Nov 17

Desenvolvimento da UX

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Adobe, Air, Animação, api, app, Apresentação, AR, arte, Artigo, auto, BI, blog, Botões, class, cliente, Curso, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, Destaque, Dica, Dicas, exemplo, Experience Design, Experiência do Usuário, Flex, fonte, for, Formação, fundo, git, ide, IE, if, int, interface, label, layout, lista, map, Microsoft, NaN, Negócios, O, on, padrão, Palestra, print, problema, problemas, processo, produto, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, site, Sun, TAT, Tech, TechEd, Tecnologia, Tema, Teste, Twitter, UI, uint, usabilidade, UX, Vários, Ved, Widget, Widgets, XP, zend @ 11 17th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Esse texto não visa explicar o que é UX, já temos um texto que trata do assunto, este artigo abaixo é a visão de Shane Morris sobre o processo de UX em si.

Entenda do artigo a palavra produto como o aplicativo em si construído pelo desenvolvedor e designer.

Shane Morris, um ex-UX Evangelista da Microsoft e que atualmente é um UX Arquiteto independente, realizou uma palestra chamada “Pimp My App” no TechEd Brasil 2010, apresentando cinco coisas para se saber antes de começar a criar uma UX (como já comentei,  no texto What the hell is UX?, é comum arquitetos se apoderarem do termo UX a fim de definir a matéria de usabilidade com um algo a mais, porém aqui no texto vale o nome, só acho que um pouco mal colocado), e 6 dicas de como desenvolver um produto com uma aparência maravilhosa.

Morris considera que o desenvolvimento de uma UX (como já havia citado, UX não é algo concreto mas vamos lá), deve seguir as seguintes etapas:

1. Projeto Conceitual

2. Design de Informação

3. Design de Interação

4. Apresentação do Design

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Ele fala de cinco coisas que deve-se saber antes de começar a “UX”:

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1.  A primeira função de um projeto de UX não é estabelecer as cores e as fontes, mas classificar as informações a serem exibidas e estabelecer o fluxo de informações, ajudando o usuário  a encontrar o seu caminho, fazendo com que o mesmo consiga realizar a tarefa predisposta. Em seguida vem a questão “emocional” do produto.

2. Definição dos objetivos do usuário, dos negócios, da usabilidade, da experiência e perspectiva, porque tudo isso irá afetar o design.
O que acontece com o olhar do usuário quando este acessa um produto e uma página? Qual objetivo da organização do produto? O que torna um produto útil? Ele é fácil de usar? Flexível? Adaptável?
Qual é a experiência de se usar o produto desejado?
Esta é a melhor forma de expor as informações aos usuáros potenciais do produto, caso contrário o designer deve se perguntar o que ele gostaria de ver se ele fosse um cliente.

3. “Você não é o usuário”. Enquanto o designer deve tentar imaginar o que o usuário gostaria de ver ao utilizar o produto, ele deve lembrar que ele não entende realmente os gostos do usuário e o que realmente gosta ou sente, então ele não deve assumir que todos os usuários vão gostar de tudo que ele gostaria de ver.

4. Realizar testes de usabilidade a cada dois ou três sprints para certificar-se de que as novas implementações no projeto serão bem recebidas.

5.  Adquirir uma boa compreensão do fluxo de informação em todo o produto, pois ele ajuda a imaginar maneiras melhores de apresentar essa informação. Então só depois disso podemos passar a pensar na concepção da Interface para o usuário (UI – User Interface).

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Morris continua com 4 etapas desse esquema:

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1. Mapear o fluxo de trabalho, determinar a sequencia das ações que o usuário pode vir a realizar, a fim de conseguir fazer as atividades.

2. Liste os seus conteúdos, determine os widgets necessários para tonar o fluxo de trabalho possível. Apropriadamente escolha os check boxes, radio buttons, spin buttons, etc. Escolha a terminologia utilizada, ou seja, palavras que aparecem nos botões (text label), check boxes, etc.

3. Organização dos elementos da página, essa organização visual deve ser considerado a partir do fluxo normal de uma página (visão ocidental), que é na maioria dos países, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Essa é o padrão a ser levado em consideração.

4. Verifique o agrupamento. Alguns elementos estão fortemente relacionados entre si, e por isso é natural agrupá-los por página, isso pode exigir alguma reorganização dos elementos (e até mesmo da proposta inicial).

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Em seguida, ele apresenta 6 dicas para melhorar a forma como o produto se apresenta:

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1. Remova todos os elementos desnecessários, uma abordagem minimalista seria recomendada.Toda a “decoração” deve ser feita com um propósito em mente. Caso se trate de um produto previamente projetado, deve-se remover qualquer elemento que não é relamente necessário ou que tumultua a vista, enganando o usuário em relação ao seu real propósito. Por exemplo, se dois elementos são relacionados, devem estar juntos dentro  do mesmo box, em vez de em boxes separados.

2. Minimize as variações. Deve-se ser coerente com as fontes, layout e cores utilizadas. Isso não significa que deve ser usar as mesmas características por toda a página, mas a variação é que deve ser limitada. As pessoas são mais atraídas  por GUIs (Guidelines) consistentes e previsíveis.
Por exemplo, a área de compra de um site deve ter um destaque diferente, porém a tal área além de ter um visual mais próprio, mantem um padrão entre si.

3. Alinhamento. É importante que os vários elementos de uma pagina estejam alinhados tanto quanto possíveis, para que isso de fato crie um fluxo visual, tornando mais fácil para o usuário entender a página.

4. Uniformidade e Proporção.  Tem de haver equilíbrio na forma como os elementos estão dimensionados e espaçados entre si. O olho prefere elementos do mesmo tamanho e com espaçamento proporcional, fazendo com que pareça natural.

5. Indique agrupamento através de boxes, com similaridade, proximidade, alinhamento, e espaçamentos.

6. Ajuste o peso visual. Atribua diferentes pesos aos elementos visuais, usando cores, tamanho, forma, desalinhamento, contraste, animação, isso ajuda o usuário a navegar em uma página pela ordem correta projetada. Por exemplo, o olho vai notar rapidamente os elementos que são maiores, ou com maior contraste, com cor de funda, ou mesmo com cor quente.

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Morris também ofereceu conselhos sobre o uso de cores:

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“O vermelho e o verde não deve serem vistos sem uma cor entre eles” – Tendo cuidado na combinação de cores. Na verdade o Morris foi simplista, já que poderia ter citado que vermelho e verde, ou vermelho e azul são cores opostas, essas cores se não tiverem uma linha branca entre elas (só exemplo) causará confusão no cérebro vulgo ilusão de optica.

Utilizando uma abordagem minimalista para o o número de cores. Ou seja, não faça do seu produto um arco-íris a menos que você saiba o que está fazendo.

Morris pede aos designers escolherem uma escala de 1 a 5, 1 correspondente a não ter uma experiência em UX e 5 se refere a quem já tem uma experiência basta e sabe como utilizar as cores. Assim se um desenvolvedor acha que não tem talento para a arte, mas que ele necessita tomar uma decisão sobre uma determinada interface, que utilize então apenas uma cor. Se alguém pensa que é um bom designer então ele merece usar escala de 3 cores, mas se ele é um especialista já pode usar 5 horas e bem, ele já sabe que pode fazer isso.

A cor de fundo deve ser neutra, branco, cinza, marinho, preto, marrom escuro, porque essas cores trabalham muito bem com a maioria das demais que estarão na página.

Se o indivíduo não sabe quais cores usar deve-se usar tons de uma mesma cor.

Utilize um desses sites para tirar boas combinações para uma aplicação.
http://kuler.adobe.com/

http://colourlovers.com

Ambos possuem boas aplicações em Air para utilizar no seu desktop.

Preste anteção aos problemas de visão, mais precisamente dautonismo que afeta 10% dos homens, segundo Morris.  O site  vischeck.com é útil para garantir que o design é apropriado a esse respeito, e não deve se confiar somente na cor para transmitir informações.

Cores frias, azul, verde – tendem a diminuir quando usadas em relação ao espectador, da mesma forma, cores quentes, o inverso, tal como vermelho, laranja,. Então utilize apropriadamente as cores para o que deseja, como no caso de algo que queira estar próximo do espectador utilize cores quentes.

Bom, essa é a visão do Morris, não há nada novo aí, mas espero que ajudem a agregar mais conhecimento sobre o tema, acontece que, novamente isso não é UX, isso é os passos para se garantir uma boa UX, lembrando que UX é de fato a experiência do usuário, para se atingir a mesma é necessário técnicas e essas são as mais básicas que devem ser respeitadas para o mínimo de sucesso.

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Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

@eduardohorvath

Nov 12

MOLE HILL – FLASH

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Essa notícia é bem interessante, e no sentido real da palavra, de que nos interessa e muito, o Rafael Martinelli trouxe diretamente da MAX essa informação. Fiquei bastante impressionado com o MoleHill, motivo que me fez escrever esse post dando uma introdução sobre o assunto.

Estarei acompanhando com muito interesse o que estiver acontecendo nesse segmento e sempre que possível vou procurar trazer novidades sobre essa engine.

Mas afinal, o que é MoleHill?

“Molehill” é o nome de código para um novo conjunto de baixo nível, com APIs de aceleração GPU  3D  que permitirá avançadas experiências em 3D nas telas através do Adobe ® Flash ® Platform runtimes.

Existem diversas comunidades, frameworks para desenvolvedores poderem ampliar seus horizontes na criação de aplicações 3D, como Alternativa3D, Away3D, Flare3D, Sophie3D ou Yogurt3D.

Durante a AdobeMAX um vídeo muito interessante foi apresentado para os participantes, ele mostra um jogo em 3D com gráficos mais apurados, algo que não deixa nada a desejar a consoles físicos para games, e que, talvez não fosse nada fantástico o vídeo abaixo se o game não estivesse rodando em um FlashPlayer.

Impressionante ver o que a Adobe fez, e contrariando muitos que dizem que o flashplayer requer processamento da máquina, a Adobe fez um game com uma estrutura potente e que requer ZERO, isso mesmo, ZERO de processamento da CPU, utilizando somente a placa aceleradora.

Confira o vídeo antes de continuar o artigo.

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De acordo com o anúncio feito pela Adobe, no primeiro semestre de 2011, (quando em versão pública beta) a versão do Flash Player irá suportar essas novas APIs, bem como também acontecerá uma atualização do Adobe Flex SDK. Para obter mais informações leia atentamente o Molehill faq:

http://labs.adobe.com/technologies/flash/molehill/#faq

Para a maior parte das suas dúvidas você com certeza encontrará as respostas aí nesse link, portanto vou me fixar a falar das possibilidades de algo assim.

Não será novidade pensar que milhares de desenvolvedores começarão a criar seus games, mas não é só de game que vive o homem, apesar de ser muito bom é claro. Essa engine nos dará possibilidades de experimentar de fato uma nova era da web em 3D. Lembramos que o shockwave não deu certo, não emplacou, mas pelo visto a Adobe aprendeu com o erro e fez uma engine de qualidade, a cada dia mais e mais computadores saem de fábrica com placa aceleradora 3D, ao ponto que isso está se tornando comum, se essa engine é a primeira fase, podemos esperar muito pelo que esta por vir.

Pense nas aplicações 3Ds que poderão ser desenvolvidas, pensem em um showroom virtual, hotsites etc, tudo aquilo que era feito antigamente com as piores gambiarras possíveis, hoje poderá ser realizado com qualidade.

Sou suspeito para tecer elogios a Adobe visto que sou um entusiasta, fiz minha carreira em cima de todos os seus sofwares, e claro, da Macromedia, que hoje é Adobe… portanto fico feliz em saber que ela nunca abandonou o Flash, e mais que isso, se empenhou em criar inclusive um conversor de SWF para HTML5, fazendo com que os desenvolvedores Flash (vulgo flasheiros) não percam seu mercado, afinal, se Flash fará HTML5, certo é dizer que HTML5 nunca fará um SWF e nem chegará perto da qualidade, visto que essa tecnologia com todo respeito ainda está engatinhando.

Mas o assunto é MoleHill, vamos  continuar falando de quem vai se dar bem nessa história toda na minha opinião.

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Evidente, ela já se deu bem, e depois e todo o alvoroço e discussão sobre o Flash rodar ou não no Iphone fica aí um susto que a Adobe está dando a Apple, ou não, pois talvez a mesma já previa tal situação e portanto procurou evitar os games em Flash para poder alavancar a AppStore, sem entrar muito no tema, nem são os games 3Ds os mais vendidos na mesma (portanto nem sei porque da preocupação do Steve, talvez parcerias , enfim) mas…  certamente essa é uma tecnologia fantástica que faz a Adobe novamente ficar a frente dos demais, como sempre esteve. Afinal, uma plataforma para desenvolvimento de games mais sérios, com suporte a joysticks, volantes etc, (nada pronunciado a respeito mas isso vemos nos vídeos, o volante do XBox sendo utilizado), combinado com um Flash Media Server, um ambiente de multiusuário, online,  pode ser realmente devastador (no bom sentido) para o mercado como um todo.

Então não poderíamos deixar de falar quem é que mais ganha com isso.

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Android

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O Android tem sido um parceiro do Flash simplesmente porque a Apple não quis ser no seu iOS, e a Adobe já se pronunciou a respeito dizendo que haverá acesso as APis 3D também para as plataformas móveis…  fantástico, não só para games, mas como falei, para outros recursos de aplicativos.

A web sempre procurou introduzir o 3D, é uma tendência natural, também sou suspeito para falar do assunto pois sempre apostei no 3D e sou um 3Ddesigner também e obviamente amo o assunto e sempre acreditei que a experiência 3D é muito poderosa, pois ela trata quase todas as sensações visuais que o cérebro pode comportar, dando é claro maior realismo ainda que não haja muitos detalhes gráficos.

Posso dizer que consigo passar horas desenvolvendo algo em 3D sem me cansar, pois me sinto imerso no ambiente, mas não é a mesma coisa para desenvolver algo em 2D.

Enfim, o Android de fato vai se dar bem nessa história, vai abocanhar todo um mercado de 3D para mobile, com milhares de desenvolvedores famintos para migrar diversas aplicações e games prontos para essa engine, para rodar em Flash.

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Portanto quem também ganha com isso?

Os diversos frameworks que já citei.

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Dentre eles eu aposto mais no AlternativaPlatform, me pareceu mais robusto, mais acabado inclusive, a maioria dos vídeos que trago aqui são desse framework, no mais, outras como Frare3D e Away3D também me parecem boas, mas como ainda não botei a mão em nenhuma delas fica suspeito comentar, em um futuro próximo farei alguns testes (como designer) e darei a minha visão. Mesmo assim, tanto designer como desenvolvedor terá uma gama de possibilidades bastando ver as suas necessidades, e ter várias opções nesse caso é muito bom.

Vou dar um foco maior a AlternativaPlatform, portanto veja o anúncio feito no blog da própria empresa sobre a Adobe Max.

http://blog.alternativaplatform.com/en/2010/10/16/alternativa-3d-is-free-see-you-at-adobe-max

Confira a qualidade do site:
http://alternativaplatform.com/en/

Uma breve introdução visual:

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Vamos agora a imersão, vamos aos vídeos:

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Confira outro vídeo, agora de uma visão externa mostrando o “jogador” do MaxRacer :

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Outro vídeo da Alternativa3D:

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Agora da Frima Studio (http://www.frimastudio.com/), que utilizou a engine usada para PSP do jogo Zombie Tycoon (http://www.zombietycoon.com/EN/index.htm) migrando para Molehill (sim fantático, não o jogo mas a possibilidade) :

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Away3D :

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Vamos a uns vídeos mais instrutivos:

O primeiro é a sessão de Sebastian (engenheiro-chefe na Molehill):

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O segundo vídeo é da equipe Flare3D, apresentando o Molehill e suas vantagens:

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Away3D e Alternativa3D teams (equipes), ainda sobre seus respectivos frameworks e vantagens:

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E então a Pixel Bender 3D:

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Bom galera, espero que esse post tenha sido uma boa introdução para conhecer o assunto, fiz uma pesquisa vasta para trazer as melhores informações sobre o tema e espero que tenham gostado.
Assim que tiver novas informações interessantes estarei postando, até lá se você também tiver algo a acrescentar não deixe de comentar aqui nesse post.

E que venha o mundo 3D na web.

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Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

@eduardohorvath


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