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Jun 22

Curso de Rails 3.0

Escrito por Daniel Lopes em 1, 2.0, 4, 6, Agile, Apresentação, AR, auto, bar, Beta, BI, blog, class, código, código fonte, Curso, Design, development, Dica, egenial, explicação, fonte, for, framework, git, ide, if, int, internet, lista, Livro, Mate, mg, NaN, O, on, online, problema, Projetos, rails, railsmg, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, site, TAT, team, Tecnologia, Treinamento, treinamentos, Twitter, UI, Vagas, Vários, Vídeo, web, XP @ 06 22nd, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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ícone do Ruby por Fabio Fernandes

Com muito orgulho venho anunciar o novo curso da eGenial: Rails 3.0 do básico ao avançado.

Por que um curso de Rails 3.0 ainda em Beta?

No último curso do básico ao avançado tivemos uma aula extra que deveria ter durado 1 hora, mas acabou durando 4 horas. Tamanho o interesse dos alunos e dúvidas na migração ficou claro que para quem está começando não é fácil dar o pulo do Rails 2.0 para Rails 3.0.

Aliando todo este interesse ao estado do Rails 3.0 atual, não faz sentido pedir ao alunos que dediquem tempo e dinheiro para aprender uma tecnologia que dentro de semanas vão precisar reaprender trechos consideráveis.

Como hoje em dia o melhor caminho é começar um novo projeto já em Rails 3.0, então é mais do que indicado que os iniciantes já comecem com Rails 3.0.

O que importa mais é que os alunos saiam do curso realmente sabendo como as coisas em Rails devem ser. E Rails 3.0 agora é o caminho.

Mas e seu esbarrar em código Rails 2.0 na NET ?

O que mais existe na internet é material para Rails 3.0, mas obviamente ainda não é tanto quanto 2.+ . É provável que em vários momentos os iniciantes em esbarrem em código 2.0 e fiquem na dúvida o que significa aquilo.

Pensando neste problema resolvemos que uma boa forma de ensinar Rails 3.0 mas ainda manter os alunos por dentro do 2.0 é aplicando os dois curso ao mesmo tempo.

Mas como isso seria possível? Simples, os alunos também receberão todo do material do curso passado sobre o 2.0 (300 páginas em apostilas, 21 arquivos de slides e o código finalizado). Durante o período do curso também nos comprometemos a responder todas as dúvidas sobre material anterior além de qualquer dúvida relacionada a projetos em Rails 3.0 ou 2.0.

Novo material

Um problema recorrente de todos os treinamentos online que ministrei era a falta de tempo dos alunos em ler o material teórico antes das aulas. No curso anterior eram 300 páginas e muita gente não lia este material, o que prejudicava o aprendizado pleno.

Também sempre apareciam dúvidas na lista sobre coisas cobertas na apostilas mas que o aluno não tinha lido. Pensando neste problema, estamos reformulando o material para um modelo de “apostilas” que chamo de livro slide.

Após cada aula o aluno receberá o código fonte do que foi feito ao vivo junto com o vídeo. Também receberá os meus slides da apresentação, mas slides diferentes.

Cada slide que exige uma explicação mais detalhada terá uma página explicativa, assim o aluno receberá um PDF com um livreto com mais conteúdo do que o apresentado na aula ao vivo e com uma leitura bem mais simples do que uma apostila cheia de textos.

Continuando nos trilhos com a PragProg

Pensando em como manter os alunos ativos e com material de qualidade máxima além do que criamos para o curso, fizemos uma parceria com a Pragmatic Programmers.

Sou um grande admirador dos Pragmatic Programmers (Dave Thomas e Andy Hunt) e acho fantástico o trabalho da editora deles.

Quando comecei com Rails foi através de um livro publicado por eles e com co-autoria do Dave Thomas, o famoso Agile Web Development with Rails. Considero este o melhor livro para iniciar com Rails, e seguindo a modernização do framework, ele está em uma nova edição que cobre a versão 3.0.

Todos os nossos alunos que fizerem o novo curso terão um desconto de 20% no Agile Web Development with Rails, tanto na versão impressa quando digital.

Então agora os alunos terão as aulas ao vivo, o código fonte, os livretos das aulas e ainda facilidade para adquirir o Agile Web Development with Rails.

Onde me matricular?

Aulas começam na semana que vem, dia 28/06 teremos a nossa primeira aula ao vivo. Então matricule-se antes que as vagas terminem. Para se matricular basta acessar o site do curso.

Mas eu quero de GRAÇA

Como sempre, antes de cada curso sorteamos uma bolsa de 100%. Desta vez em parceira com o grupo de usuários RailsMG. Para você participar precisa dar retweet na mensagem abaixo e seguir a @egenial e o @railsmg. O resultado será publicado no twitter do RailsMG.

Messagem:

  • Siga a @egenial e o @railsmg e RT esta msg para concorrer ao curso de Rails3 http://bit.ly/c3uqRh #promorails3

Mai 12

O Que é um Loop?

Escrito por Eduardo Kraus em AR, explicação, Flex, for, loop, O, on, oop, problema, RIA, Ria’s Geral, UI, XP @ 05 12th, 2010 | via http://blog.mxml.com.br | Sem comentários
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Para quem não conhece o conceito de LOOP, trata-se de uma terminologia assim nomeada por estudiosos de informática para definir uma confusão criada e que não possui uma explicação concreta para solução do problema.
Bem, vou tentar explicar em poucas palavras esta famosa terminologia:
Diz-se que um programa de computação “entrou em [...]

Mai 8

Ruby 1.9 como padrão no Textmate

Escrito por Daniel Lopes em 1, 6, app, AR, arte, auto, Beta, BI, blog, class, código, custom, Design, Dica, Diversos, err, explicação, for, git, IE, int, jogo, library, Mac, Mate, mg, O, on, padrão, Pessoal, problema, problemas, prova, pt, rails, reference, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, shell, Software, SVN, TextMate, transição, UI, uint, update, Vários, web, XP @ 05 8th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Olá pessoal. Post super rápido para ajudar em passar por algum “perrengue” ao definir o Ruby 1.9 para o padrão no seu Textmate.

Vamos a uma explicação rápida para quem não usa (ou não tem noção do poder do Textmate). Textmate aceita bundles e estes bundles podem ser escritos de diversas formas. Você pode ter bundles para commit no git/github, bundles para scaffold do rails, autocomplete como este do Carlos Brando e muito mais. A parte legal de criar bundles ou estender os existentes é que você pode fazer isso em Ruby.

Até aí tudo perfeito. Acontece que o Textmate por padrão usa o Ruby default do Mac e como estamos em um momento de transição é bem provável que você precise ter instalado hoje o Ruby 1.8.6 , 1.8.7, Ruby enterprise edition 1.8.7 e Ruby 1.9.1 .

Gerenciar todos estes Rubies é bem fácil através do RVM e eu não vou explicar como instá-lo pois isto já foi feito em diversos lugares como aqui e aqui ( dica: use a última versão do RVM, se ainda não atualizou, faça logo).

Resta dizer ao Textmate que agora ele vai usar o Ruby do RVM. Isto é importante pois vários bundles como o do próprio Ruby (que já vem instalado) executam código Ruby ou fazem chamadas ao binário do Ruby. Por padrão eu utilizo o REE, então vamos defini-lo como Ruby do Textmate:

Criando a variável

Basta você abrir seu Textmate e em Preferences -> Advanced -> Shell Variables e criar uma nova variável chamada TM_RUBY e apontar para o caminho do binário do REE que no RVM fica em /Users/SEU_USUARIO/.rvm/rubies/ree-1.8.7-2010.01/bin/ruby (obviamente o ree-1.8.7-2010.01 é a minha versão instalada).

Feito isto basta fechar e reabrir o Textmate e ele estará rodando com REE.

Ruby 1.9

Da forma acima você pode alterar para qualquer versão Ruby, porém com o 1.9 você terá alguns problemas.

No 1.9 foi alterada a forma de encoding dando suporte a UTF, e você normalmente faz isto definindo um comentário “mágico” com o enconding do seu script Ruby.

É bem provável que você nunca tenha atualizado o bundle do Ruby ou talvez tenha feito vários ajustes nele. E o problema vai ocorrer neste ponto, os bundles no Textmate e o próprio bundle do Ruby (dependendo da sua versão instalada) pode não definir o encoding corretamente e irá quebrar com 1.9.

O recomendado é que você atualize todos os seus bundles padrões da seguinte forma:

1
2
    cd /Library/Application Support/TextMate/Bundles
    svn up *.tmbundle

No meu caso eu não tinha customizado nada no bundle do Ruby (eu altero mais o do Rails) então eu apenas apaguei a minha versão da pasta ~/Library/Application Support/TextMate/Bundles e também da ~/Library/Application Support/TextMate/Pristine Copy . Caso você tenha alterado o bundle do Ruby, provavelmente suas alterações estarão na Pristine Copy.

Atualizando o Textmate

Depois de atualizar os bundles você deve atualizar seu Textmate (eu define para atualizar sempre para o cuting edge) em preferences -> software update. Marque major ou cuting-edge para ter certeza que tudo vai ser instalado com o suporte a Ruby 1.9:

Alterando o TM_RUBY

Para terminar defina seu TM_RUBY para o binário do 1.9. No meu caso ficou: /Users/daniellopes/.rvm/rubies/ruby-1.9.1-p378/bin/ruby . Não se esqueça de desmarcar a variável PATH que pode ser criada pela atualização do Textmate, caso contrário poderá ser usado alguma outra versão que esteja no seu PATH (a menos que você tenha feito um link do 1.9 para algo tipo /usr/bin).

Em seguida feche e reabra o Textmate e escreva:

1
  puts RUBY_DESCRIPTION

Execute o arquivo com o bundle do Ruby rodando command+r e o resultado deve imprimir a sua versão do 1.9.

Se alguém estiver passando por problemas ou sabe formas melhores por favor comente abaixo.

Abr 22

[Fiel Cookbook] Manipulando Datas entre Flex e PHP

Escrito por Jose Carlos Fiel em 1, 4, 6, Adobe, Adobe Flex, AMF, app, AR, auto, back, backend, BI, class, control, Controls, Cookbook, event, events, exemplo, explicação, Fiel Cookbook, Flex, for, function, handle, html, IE, if, int, label, MXML, NaN, O, on, PHP, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, string, UI, XML, XP, zend, Zend Amf, Zend Framework @ 04 22nd, 2010 | via http://blog.josecarlosfiel.com.br | Sem comentários
Jose Carlos Fiel
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Problema

Temos um DateField no Flex e queremos enviar a data selecionada para o PHP como um objeto Date e não somente uma simples string no fomato DD/MM/YYYY. Enviando o objeto Date, teremos o benefício de ter todas as informações de Timezone, GMT e etc para serem manipuladas futuramente via backend.

Solução

Para resolvermos nosso problema, devemos utilizar o Zend Amf para serialização/deserialização de objetos entre Flex e PHP. No Flex simplesmente usaremos a propriedade selectedDate do DateField para selecionarmos o objeto Date e após enviar ao PHP via RemoteObject. O Zend Amf terá o papel de converter este objeto para Zend Date e vice versa.

Explicação Detalhada

Obs.: O ViewSource está habilitado no exemplo abaixo para quem quiser acompanhar melhor esta explicação.

1º – Capturamos o objeto Date pela propriedade selectedDate do DateField e enviamos para o PHP.

FlexPHPDate.mxml

<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<mx:Application xmlns:mx="http://www.adobe.com/2006/mxml" viewSourceURL="srcview/index.html">

<mx:Script>
<![CDATA[
import mx.controls.Alert;
import mx.rpc.events.FaultEvent;
import mx.rpc.events.ResultEvent;

public function getTimezone():void
{
remote.getTimezone(dt.selectedDate);
}

public function getTimestamp():void
{
remote.getTimestamp(dt.selectedDate);
}

protected function remote_resultHandler(event:ResultEvent):void
{
Alert.show(event.result.toString());
}

]]>
</mx:Script>

<mx:DateField id="dt" formatString="DD/MM/YYYY" />

<mx:Button label="Get Timezone" click="getTimezone()" enabled="{ dt.selectedDate != null }" />
<mx:Button label="Get UNIX timestamp" click="getTimestamp()" enabled="{ dt.selectedDate != null }" />

<mx:RemoteObject id="remote" destination="zend" endpoint="../gateway.php"
source="DateService"
result="remote_resultHandler(event)"/>

</mx:Application>

2º – Recebemos o objeto Date no PHP já convertido para Zend_Date. Isso é feito automaticamente pelo Zend_Amf.

DateService.php (está localizando dentro da pasta /services/)

<?php

class DateService
{
public function getTimezone(Zend_Date $date)
{
return $date->getTimezone();
}

public function getTimestamp(Zend_Date $date)
{
return $date->getTimestamp();
}
}

Exemplo da Solução: Ao selecionarmos a data e selecionando Get Timezone, mandaremos para o PHP o objeto Date e após o PHP enviará para nós um timestamp desta data atravéz do Zend_Date. Acontece o mesmo para Get UNIX Timestamp.

Baixe aqui o projeto Flex incluindo o PHP: FlexPHPDate.zip

Observações Finais

Esta prática é interessante para manipularmos o mesmo objeto Date de uma linguagem para outra, com várias informações de Timezone, GMT e etc, como citados acima.

Abraços a todos e até o próximo Fiel Cookbook.

Abr 18

Tornando o Flex Builder mais eficiente através do IDE Factory

Escrito por Luis Messias em .NET, 1, 4, 6, action, Action Script, Actionscript, Air, api, AR, as3, auto, back, blog, botão, Cairngorm, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, demo, Dica, Dicas, Documentação, Download, Eclipse, encode, err, erro, error, exemplo, explicação, explorer, Flex, Flex Builder, for, function, Google, handle, ide, IDE Factory, IE, if, image, instalação, int, interface, Java, Javascript, lista, menu, mg, MXML, NaN, novidade, Novidades, O, on, Plugin, programação, pt, redeRIA, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, serviço, Serviços, site, Software, UI, update, XML, XP @ 04 18th, 2010 | via http://blog.luismessias.com | Sem comentários
Luis Messias
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O  Flex Builder é meio caminho andado para facilitar a construção de RIA’s, mas existem algumas dicas que podemos utilizar para otimizar o código como por exemplo: classes bem construídas e documentadas entre muitas outras coisas.

Como fazer para limpar e otimizar classes ?

R: IDE Factory e, apesar de não usar metade das suas funções, encontrei uma pérola. Segue uma explicação…

O IDE Factory é um plugin para o Eclipse / Flex Builder, que lhe acrescenta um menu com uma dezena de opções que são um “must have” para todos os “programadores” Flex.

De entre muitas opções existem algumas que me pouparam bastante tempo, das quais destaco uma que ilustra perfeitamente o que de melhor esta IDE Factory pode fazer por nós. Depois de instalada, mudei para a view Enterprise IDE e aí foi ver melhoramentos atrás de melhoramentos, além do Flex Package Explorer, Hierarchy Explorer e do Cairngorm Service Explorer. Introduz um novo conceito de criar serviços, packages ou componentes, clicando no botão new aparece o agradável menu ao lado onde podem ver uma lista do que a IDE têm para oferecer. Além dos conhecidos ActionScript Class e MXML Component aparecem algumas novidades, como Action Script Interface, Model Locator, Service Locator, Responder, etc… Uma lista de coisas que se devem ter sempre à mão.




Clicando no Action Script Class é-nos apresentado o mesmo wizard que pela via normal, mas com algumas opções extra, que estão dentro do menu Code generation.






Além desta novidade o melhor está para vir, clique em “Next” , como podem ver o wizard apresenta-se com 2 seções, a das Propertys e das Functions. Como podem ver, esta tela permite criar variaveis de nossas classes bem como definir o seu tipo, se desejamos getter’s ou setter’s, bem como inserir funções.

Isto resume em muito o nosso trabalho, não agora que perdemos algum tempo mas vão reparar na verdadeira utilidade clicando em “Finish”, aguardem uns segundos e vejam a vossa classe, além das nossas variaveis devidamente colocadas, temos já as funções get e set da variavel input bem como as funções da instancia e a nossa função str64encode devidamente definida, ora temos a nossa classe devidamente estruturada, com comentários e espaços já definidos para a documentação da nossa classe…

Além destas novidades existem muita outras por explorar neste fantástico IDE Factory, como a criação automática de expressões e4x para lidar com um xml, bastando indicar o xml e o wizard faz o resto mostrando a expressão que deve ser usada para acessar a qualquer elemento do nosso xml, bem como o resultado em tempo real. Temos ainda o “Format Project Source Files” que nos altera (cria um back automatico) as nossas classes optimizando o código para os standards AS3 ou o Generate Java Classes from AS Value Objects que num instante cria as nossas classes.

Posso adiantar que esta IDE está cheia de surpresas muito agradáveis e que além de seguirmos os parâmetros de programação ideais nos simplifica muito o trabalho. Experimentem, usem e abusem.

A instalação deste plugin é muito simples:

Help->Software Updates->Find and install -> Search for new features for install -> New Remote Site e coloquem Enterprise IDE e no link: http://www.idefactory.com/update -> ok.

Devem então ter o novo remote site, clicam em finish e depois irá aparecer o Enterprise IDE. Selecionar, fazer o download e prosseguir com a instalação. No final reiniciar o Flex Builder / Eclipse e vejam o novo menu no topo “Enteprise IDE” e uma nova view “Enterprise IDE”.

Fev 23

Flex Datagrid: salvar valor modificado por um item renderer

Escrito por Ved em AR, checkBox, checkboxes, DataGrid, DataProvider, explicação, Flex, for, Formação, ide, itemRenderer, Motivação, O, Ria’s Geral, screen, Screencast, tag, UI, XP @ 02 23rd, 2010 | via http://www.vedovelli.com.br | Sem comentários
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Eu ia gravar um screencast mas não rolou motivação. Então, como o moço que me pediu essa explicação tava na urgência, decidi fazer um projeto e mandar para ele (não se acostumem).
Clique aqui para baixar o projeto.

É algo muito simples e serve para manipular o dataProvider ao marcar/desmarcar os checkboxes no dataGrid, deixando a informação [...]

Abr 4

Flex/AS3 – Truques e Dicas #5 – [Bindable] & Change Watcher

Escrito por Mário Santos em Action Script, Action Script & MXML, Air, as3, Bindable, Certificaçao Flex, changeWatcher, EventListener, explicação, flash, Flex, Tutoriais, Tutorial, utils @ 04 4th, 2009 | via http://msdevstudio.com/blog | Sem comentários
Mário Santos
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Bem, toda a gente sabe que o Bindable nos salva em muitas situações, mas por vezes alem do bindable o ChangeWatcher pode ser muito util.

Uma curta explicação sobre o que é uma variavel bindable:

[Bindable]
private var nomeCliente:String="Mario";

A tag [Bindable] que faz com que o  valor da variavel nomeCliente seja monitorizada e em caso de alteração que todos os elementos na nossa aplicação que usem essa variavel sejam informados das alterações. 

Mas agora imaginem que tenho um objecto:

[Bindable]
var cliente:Object;
 
cliente=new Object;
cliente.nome="Mario";
cliente.tel="352 55 55 55";
cliente.email="admin@mail.com");
cliente.authLevel=1;
cliente.lang="PT_br";
cliente.pais="Portugal";

E quero saber quando foi alterada a lingua, e apenas a lingua… o resto não quero saber… claro que poderiamos fazer um método tradicionalmente sujo, guardando a lang do objecto numa variavel à parte, depois associando um evento change, por exemplo a um elemento que sofra a alteração quando o Bindable informar esse mesmo elemento, tal como um label:

Agora poderiamos saber quando essa alteração via bindable Ocorreu, já que ao mudar o label a função objectoMudou seria chamada e aí comparariamos o valor do cliente.lang com a variavel lang que tinhamos anteriormente, para sabermos se a lang foi alterada, mas isto tudo seria lógico se não existisse o chamado changeWatcher, que serve perfeitamente para saber quando uma propriedade de um objecto mudou. O seu uso é simples, tendo apenas uma obrigação, o objecto de ser inicializado como ObjectProxy() e nao como Object, já que sendo declarado como objecto ele não é passivel de ser observado. Vejam o exemplo seguindo o objecto cliente:(…)
Leia o resto de Flex/AS3 – Truques e Dicas #5 – [Bindable] & Change Watcher (100 palavras)


© Mário Santos em TSW – That Should Work, 2009. |
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