Saiba mais: Adobe disponibiliza nova versão do Flash Player
A versão do Flash Player com debug em Adobe Flash Player Support Center
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An application domain is a container for class definitions. Applications have a single, top-level application domain called the system domain. When you load a sub-application into another, main application, you can load it into one of three application domains: sibling, child, and current. Each of these locations defines where the sub-application can get its class definitions from.
The System domain
Classes defined by Flash Player are in the system domain. The system domain parents all other application domains. The main application’s application domain is a child of the system domain. Classes defined in the system domain are never redefined in sub-applications or main applications. Those applications all share the common definitions of Flash Player. These definitions include classes such as DisplayObject, Event, and Sprite. The definitions of these shared classes are contained in the playerglobal.swc file.
Sibling applicaton domains
The application domain that a sub-application is in determines where the sub-application gets its class definitions from. If the main application loads a sub-application into a sibling application domain, the sub-application defines its own non-player class definitions. This is the configuration for multi-versioned applications.
Child application domains
If a main application loads a sub-application into a child application domain of its application domain, the subapplication gets its class definitions from the main application. This behavior is the default for application loading. It can result in runtime errors if the applications are compiled with different versions of the Flex framework. These errors occur because the applications are sometimes compiled against different definitions of the same classes.
If a sub-application defines one of the classes that is already defined in the main application, the child’s definition is ignored. If multiple sub-applications define the same class that isn’t defined in the main application, each sub-application uses its own definition.
The current application domain
If you load a sub-application into the current application domain, the sub-application’s class definitions are often ignored. This behavior is because the first definition in a domain is used. Subsequent definitions loaded into that domain are ignored. If new class definitions are added, the main application can use them.
Using the current application domain is typical of RSLs and other specially compiled resources, and is not typically used when loading sub-applications.
Setting application domain
You specify the application domain of a sub-application by setting the value of the loadForCompatibility property on the SWFLoader. If you set the value of this property to true, then the sub-application is loaded into a sibling application domain. If you set the value of this property to false (default), then the sub-application is loaded into a child application domain.
You can also specify the application domain on the LoaderContext object. You do this if you specify the value of the loaderContext property when using the SWFLoader control.
Esta é uma tradução do seguinte artigo: 10 Things A Good Flex Developer Should Know
Para ser um bom programador Flex é preciso mais que simplesmente saber como usar alguns componentes nativos do Flex. É preciso muito mais.
Aqui está minha contribuição sobre o assunto… juntamente com alguns recursos ou algumas palavras-chave que você poderá pesquisar facilmente através do Google.
Por favor, comente no blog se você achar que esqueci algo (o que é inevitável) ou se quiser sugerir alguns recursos interessantes que devo acrescentar.
O Flex se baseia na linguagem ActionScript3, que é totalmente orientada a objetos. Embora não seja um conceito fácil de aprender, programação orientada a objeto é um pré-requisito para aprender Flex. Se já possui experiência com OO (Java, C#, Ruby, etc), então você está pronto. Se não, você precisará pegar um livro sobre OO e começar a aprender o mais rápido possível.
· Head First Java (Java? Sim, Eu sei. Mas confie em mim.)
· Object-oriented programming with ActionScript 3.0
Nota: Alguns de vocês poderão perguntar – “O que são padrões de projetos?”. Vamos dar um passo de cada vez? Preocupe-se em entender classes e objetos, interfaces, herança, composição, polimorfismo, encapsulamento, etc. Só então considere estudar padrões de projetos. De fato, se eu escrever um post intitulado “10 coisas que um GRANDE programador Flex deve saber”, padrões de projeto estará nessa lista.
ActionScript é a linguagem de programação usada juntamente com MXML para criar aplicações Flex. MXML é uma linguagem de marcação baseada em XML. Cada tag MXML é mapeada diretamente para uma classe ActionScript correspondente. MXML é usado pelos desenvolvedores Flex principalmente para apresentar a interface do usuário, enquanto que, o ActionScript é usado para a lógica de negócio. Com exceções, é claro.
O Framework Flex inclui centenas de classes ActionScript e interfaces usadas para desenvolver aplicações Flex. Seu nível de habilidade como um desenvolvedor Flex está diretamente ligado ao seu conhecimento em relação ao ActionScript e MXML.
Nota: Fique ? vontade com a API do Flex. Como um desenvolvedor Flex, você vai usá-la diariamente.
Boa parte do tempo de qualquer programador é gasto no debugging. Obviamente, é necessário debugar para rastrear a causa de bugs. No entanto, também é uma ótima maneira de conhecer o código fonte.
Felizmente, existem muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo com o trabalho de debugging. Invista algum tempo para aprender essas ferramentas. Seu investimento irá proporcionar retorno imediato.
Aplicações Flex são orientadas a eventos. Toda ação é o resultado de um evento assíncrono.
Como um desenvolvedor Flex, você deve saber como responder a eventos e como criar e disparar eventos. Para isso, é necessária uma sólida compreensão da arquitetura de eventos do Flex, incluindo familiaridade com os seguintes conceitos:
· Eventos nativos (Flash Player ou Framework de eventos Flex)
· Eventos customizados (Eventos criados pelo desenvolvedor, que estende a classe Event ou uma de suas subclasses)
· Disparar eventos, propagação de eventos (ver classe EventDispatcher e seu método dispatchEvent)
· Event listeners, event handlers (ver classe EventDispatcher e seus métodos addEventListener e removeEventListener)
· Fases do evento (capture, target & bubbling phases; target vs. currentTarget)
· Objetos do evento, tipos de eventos (ver classe Event e subclasses)
· Comportamento do evento default (ver classe Event e subclasses e seu método preventDefault)
Aparentemente, data binding é um “no brainer”[1]. É só vincular o valor de uma propriedade ao valor de outra propriedade usando chaves. Quando o valor da propriedade de origem for alterado, o valor da propriedade de destino também é alterado.
No entanto, existe uma sobrecarga associada ao uso indiscriminado de data binding, podendo haver implicações no desempenho. Uma sólida compreensão de data binding ajudará a determinar quando é apropriado o seu uso e quando não é.
· Flex Tips – Using Bindable Metadata Events
· Michael Labriola’s presentation entitled Diving in the Data Binding Waters
Uma característica de uma aplicação Flex bem projetada é a apresentação dos dados de uma forma visualmente atraente. O Flex oferece uma série de controles baseados em listas (DataGrid, List, TileList, HorizontalList, etc) responsável pela apresentação dos dados. Portanto, pode-se personalizar a exibição dos dados com a ajuda de item renderers.
Você irá consumir muito tempo trabalhando com item renderers. Então é melhor saber bem como ele funciona.
· Flex Examples – Item Renderers in Practice
· A Deep Dive into Flex 4 Lists and Layouts
Você conhece muitas aplicações que não interagem com os dados? Eu também não. Saiba como recuperar dados através de HTTPServive, WebService e RemoteObject. A arquitetura do framework Flex também poderá ajudá-lo com isso (ver #9).
· Retrieving and handling data with HTTPService
· Retrieving and handling data with WebService
· Retrieving and handling data with RemoteObject
Não vamos nos esquecer que o Flex é uma tecnologia de interface e, como tal, certamente há expectativas em relação ao design. Como um desenvolvedor Flex, você deve ser capaz de personalizar a aparência de seus aplicativos usando estilos CSS, gráficos e/ou skins.
Com o Flex 4, não há mais desculpas. Use um pouco do seu tempo para conhecer de uma vez o lado direito do seu cérebro. É uma excelente mudança de paradigma, e vai ajudá-lo a diferenciar-se dos outros desenvolvedores Flex.
· Introduction to Flex: Part 3 – Styles & Skins
A maioria dos frameworks de arquitetura Flex impõe uma separação de camadas através da implementação do MVC (model-view-controller). Além disso, esses mesmos frameworks especificam como seu código deve ser organizado dentro do projeto Flex.
Embora muitos argumentariam que os frameworks são desnecessários, acredito que os desenvolvedores Flex se beneficiam em muitos aspectos da experiência de usá-los. Basta assistir ? s técnicas (boas ou más) empregadas por um framework para resolver problemas complexos de arquitetura. Isso contribuirá para seu crescimento como um desenvolvedor Flex.
Além disso, é difícil negar o fato de que a experiência com framework aumentará substancialmente o seu valor comercial como um desenvolvedor Flex. Jesse Warden me disse recentemente “Existem poucas empresas que não usam frameworks, mas isso é raro. Queiramos ou não, está na ‘moda’”. Eu concordo com Jesse.
· Parsley
· PureMVC
· Mate
· Swiz
Eu não estava convencido da necessidade de aprender o ciclo de vida de componentes Flex ou da display list até que escrevi o meu primeiro componente customizado (na verdade foi um componente semi-customizado que se estendia do componente Canvas). Até essa época eu usava componentes nativos do Flex, usando apenas o MXML enquanto que a display list era renderizada para mim. Em nenhuma vez tive que usar os métodos addChild, createChildren ou commitProperties, e usava o evento creatiomComplete para tudo.
Meu primeiro componente customizado usava uma quantidade enorme de eventos assíncronos, e eu não poderia prever a ordem em que cada evento seria disparado. Só depois que eu aprendi os métodos e variáveis do ciclo de vida dos componentes do Flex que eu pude ter um certo controle.
Estes métodos do ciclo de vida estão lá para serem usados. Saiba como funcionam e use-os para o seu benefício. Sua vida será mais fácil e você perderá menos cabelos.
· Colin Moock’s Lost ActionScript Weekend – The Display List
· Creating New Components in Flex 3
· Diving Deep with the Flex Component Lifecycle
· Understanding the Flex 3 Component and Framework Lifecycle
[1] Expressão americana usada para algo que requer pouco esforço mental ou inteligência para realizar ou compreender
Olá pessoal,
Depois de quase um ano afastado do blog estou voltando as suas atividades, e para recomeçar com o pé direito, resolvi dar uma cara nova ao espaço, espero que gostem deste novo theme. Meu último post foi referente ao FlexMania 2010, e volto agora postando sobre um novo evento, o Flash Camp Brasil 2011.
O Flash Camp Brasil aconteceu em Maceió durante os dias 8 e 9 de abril. Tive a oportunidade de participar de um workshop privado oferecido pela RIM sobre o Playbook na sexta-feira. O workshop durou o dia todo, e nele pudemos conhecer todo o ambiente de desenvolvimento para o PlayBook. O Workshop na parte Flex foi ministrado pelo Julian Dolce, Platform Lead na QNX Software Systems. Uma coisa que ficou muito clara durante o Workshop é que o PlayBook veio para ficar, com certeza o melhor tablet que já tive acesso.
Sobre as palestras não vou comentar uma a uma porque todas foram ótimas, mas fica a dica para quem vai assistir as gravações no youtube, na minha opinião não deixe de assistir as seguintes palestras:
A organização foi perfeita, não vi nenhum problema durante o evento, algumas pessoas relataram alguma dificuldade com a tradução simultânea, mas na velocidade que os palestrantes falavam realmente era impossível uma tradução perfeita.
Também tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o John Koch e o Leandro Reis da Adobe USA. Tivemos um bate-papo aonde eles puderam conhecer mais sobre o AUG FlexDuck, nosso trabalho junto a comunidade e nos orientar sobre nossas atividades, realmente foi excelente essa conversa.
E para finalizar, foi excepcional conhecer pessoalmente toda essa galera que faz parte da comunidade Flex no Brasil.
Parabéns Demian pelo esforço na organização!
Abaixo algumas fotos no evento
Stefan Horochovec, Igor Costa, Janderson, Jotaefe, Bruno Sales, Thalison, Thiago Felix, Mario Junior
Um até breve a Maceió, no mais tardar, nos encontraremos em 2012 no próximo Flash Camp Brasil!
O Airgile é uma Rich Internet Application de gestão de equipas, projectos e tarefas implementada pela Webfuel caracterizada pelo seu interface absolutamente delicioso e pela sua simplicidade e velocidade de resposta, sendo possívelmente a mais rápida aplicação do género no mercado. Pesquisas e filtragens a milhares de tarefas demoram menos de meio segundo, tal como adicionar ou editar tarefas – através do Quick-Add e Quick-edit!
O Airgile sincroniza automaticamente as alterações às tarefas entre todos os elementos da equipa automaticamente, o que permite que as equipas trabalhem a todo o gás e que os gestores de projecto acompanhem as evoluções ao projecto em tempo real através de um dashboard intuitivo.
Feito a pensar em equipas espalhadas em redor do mundo, suporta multi-linguagem (por agora em Português e Inglês) e lida automaticamente com o fuso horário. Isto é, uma tarefa introduzida a uma determinada hora em Portugal, aparece com a hora correcta para os elementos da equipa localizados no Brasil sem qualquer configuração necessária.
Além da informação detalhada que é possível colocar numa tarefa – como o tipo, estado, importância, data de início, fim, orçamento, entre outras -, é ainda possível anexar múltiplos ficheiros de uma só vez sem que tenha que esperar que o envio termine para continuar a trabalhar. Isto é, a aplicação não bloqueia em tarefas assíncronas, tudo com o objectivo de aumentar a produtividade! O sistema de preview inline permite visualizar imagens e ficheiros de texto dentro da aplicação, sem ter que os descarregar para o seu computador.
O sistema de comentários associado a cada tarefa reforça a comunicação entre os elementos da equipa – ou mesmo com o cliente -, incentivando a troca de ideias ou pedidos de esclarecimento.
O Airgile encarrega-se de enviar automaticamente emails a todos os utilizadores ligados a um projecto sempre que há alterações (nova tarefa, tarefa editada, novo comentário, etc), podendo o gestor de conta activar a opção de subscrição por tarefa, permitindo que cada pessoa opte individualmente por receber mails só nas alterações das tarefas que escolher.
O sistema de permissões permite ligar utilizadores a projectos, sendo definido projecto a projecto se determinado utilizador pode somente consultar, inserir tarefas, e deixar comentários; se pode aceder às tarefas confidenciais; ou ainda se terá permissões de gestor de projectos que lhe permitem manipular todas as tarefas.

Como cada projecto e negócio é diferente, o Airgile permite-lhe configurar projecto a projecto os tipos, estados e níveis de importância das tarefas. Isto é, é fácil adaptar os projectos a áreas completamente distintas, como a consultoria em IT, ou a advocacia.
Os pormenores de usabilidade do Airgile são deliciosos, com vista não só a aumentar largamente a produtividade da equipa e assegurar o cumprimento de prazos, como também a permitir a utilização por diferentes pessoas com níveis de conhecimentos informáticos completamente díspares: a sua simplicidade tornam o Airgile na ferramenta de gestão de projectos ideal tanto para utilizadores experientes, como para utilizadores inexperientes.
Estando alojado numa Cloud, a plataforma está acessível a partir de qualquer computador em qualquer local do mundo com ligação à Internet, sendo compatível com todos os sistemas operativos e web-browsers usando o Flash Player 10.2. Não existem incompatibilidades entre web-browsers e sistemas operativos, sendo o desempenho e robustez da aplicação sempre ao mais alto nível.
O Airgile está disponível no modelo Software-as-a-service, isto é, mediante o pagamento de uma mensalidade muito baixa (a começar nos 6€/mês!), mas possui também uma conta gratuíta limitada a um projecto. Ao longo do tempo, o Airgile continuará a crescer com novas funcionalidades sempre com vista a aumentar a produtividade dos utilizadores.
O site do Airgile está disponível em http://airgile.com e possui não só vários vídeos de demonstração, como lhe permite testar uma conta de demonstração com dados fictícios antes de poder criar a sua conta.
A aplicação foi desenvolvida pela Webfuel, sendo completamente nacional. Assenta na Cloud, e corre em qualquer browser, tendo sido implementada em Flex usando o Adobe Flash Builder 4.5. Planeamos lançar uma versão instalável com suporte a OCC (trabalhar offline) e uma versão para Android e iOS através de Air 2.6.
Experimentem o Airgile, forneçam-nos feedback usando o fórum e ajudem-nos a divulgar este produto de origem nacional!
Salve pessoal!
Essa semana eu inicie a fase de contratações da equipe que vai trabalhar comigo em um projeto nos próximos meses, entre horas de pesquisa e análise de possibilidades eu me deparei com uma situação engraçada e atípica, pesquisando sobre média salarial de profissionais de agências de publicidade encontrei um estudo feito pela ABRADI (Associação Brasileira de agências digitais), esse estudo mostra o salário dos profissionais de agências digitais descriminado por áreas e níveis de conhecimento.
Para minha surpresa percebi que nesse estudo Flash Developers estão na lista dos mais bem pagos do mercado, ficando atrás apenas de profissionais de atendimento, planejamento e diretores.
Essa grata surpresa me incitou a escrever uma matéria sobre quais são as principais características e os principais conhecimentos de um Flash Developer Sênior, basicamente nessa matéria vou descrever sob o meu ponto de vista os conhecimentos que um “Flash Developer” tem que ter para alcançar o topo da agência onde trabalha ou vai trabalhar.
O Flash há muito tempo desperta amor e ódio nas pessoas, varias vezes eu me vi incluso em “brigas” sobre qual é a melhor tecnologia e qual é o lugar do Flash na escala de desenvolvimento.
Minha opinião sobre o assunto sempre foi clara, caso alguém me mostre uma tecnologia que seja tão hibrida quanto o Flash no quesito integração com outras tecnologias, ferramentas de desenvolvimento, documentação oficial útil e descomplicada, cursos, metodologia, comunidade de desenvolvimento ativa, padronização de desenvolvimento e possibilidade de desenvolvimento para várias plataformas, nesse dia eu com certeza vou parar de trabalhar com Flash/Actionscript e aprender essa incrível tecnologia que terá batido o Flash, até esse dia, eu prefiro continuar no mundo da plataforma flash. Então fica a dica, não perca seu tempo nesse tipo de discussão, deixe que cada um escolha seu caminho, acredite, isso vai ser melhor para você!
Se você é um verdadeiro “Flash Developer” com certeza já fez alguma coisa em OOP, esse padrão de programação pode salvar a sua vida quando o tempo for curto e o projeto desafiador. Para saber mais acesse esse link
Frameworks ajudam você a manter um padrão de desenvolvimento e diminuem o tempo de tarefas simples, existem ótimos frameworks de desenvolvimento, entre eles eu destaco o Gaia Framework e o ASF-AS3(Neto Leal). Use sem moderação!
Não é novidade alguma que as redes sociais revolucionaram a forma como as coisas acontecem na web, então é muito importante que você saiba integrar diversos serviços ao seus sites/aplicativos em Flash, serviços como Youtube, Facebook, Twitter e Flickr tem áreas específicas para desenvolvedores de várias tecnologias e em todas elas você pode encontrar APIs para auxiliar no desenvolvimento de seus sites/aplicativos.
Não que você tenha que ser um expert nessa linguagem, mas é muito bom você ter a visão do “outro lado”, não serão poucas as vezes que vão querer que aquele “hotsitezinho” que você fez tenha uma área administrativa e grave/leia dados de um banco de dados, ou que aquele outro programador “mala” vai dizer que isso ou aquilo não é possível com flash, nesse caso eu indico duas tecnologias exatamente nessa ordem, Coldfusion e PHP. Não se esqueça de aprender a trabalhar bem com Mysql, mas atenção, você não vai se tornar o melhor programador Serve-Side do mundo então tente não perder sua “veia” de design com essas tecnologias o interessante é você ainda continuar “mandando bem” em áreas fundamentais como Motion e Design.
Isso pode levantar certa polêmica, mas a grande verdade é que se você pretende ser um Flash Developer e gerenciar um projeto é fundamental que você conheça profundamente o Photoshop, que tenha uma boa noção de design, tipografia e afins e conheça muito de motion design, por mais que digam o contrário 80% do trabalho de um Flash Developer é dar vida a interfaces malucas criadas por Diretores de Arte ainda mais malucos!
Falar isso para os desavisados pode parecer uma heresia, mas a verdade é que, seja um banner, um hotsite ou um grande site é muito melhor você fazer todas as transições e motions via código, nesse caso eu indico que você use a Greensock. Trabalhando dessa forma você terá uma facilidade maior na hora de fazer aquele ajuste fino ou implementar aquela alteração de última hora.
A comunidade de desenvolvimento Flash é muito unida, existem vários blogs como o meu que visam o crescimento profissional das pessoas sem nada em troca, é fundamental que você tenha boas referencias, que fique ligado nas constantes novidades que circulam no mundo da plataforma flash(sabe o que é molehill?), quer saber quem são as minhas referencias? Segue o link. Outra dica, tenha uma pagina de Labs sempre atualizada ou então crie um blog para compartilhar seus conhecimentos e experiências, isso coloca você em destaque na comunidade e pode abrir portas para bons trabalhos =)
A IDE do flash é muito boa, na versão CS5 o pessoal da Adobe melhorou bastante o editor de código, porém, ele está longe de ser a melhor opção do mercado, eu particularmente uso o FlashDevelop para fazer isso, mas o Flash Builder 4 também é uma boa opção, escolha a sua!
Há muito tempo o flash player domina as estatísticas de software mais instalado do mundo, mas é importante saber que o Flash não serve apenas para desenvolver sites, hoje em dia existe uma infinidade de dispositivos que utilizam o flash player, hoje você pode criar conteúdo para Iphone, Ipad, Smartphones com Android e tablets como o Motorola Xoom. Eu acho muito importante estar sempre ligado nessas novas possibilidades e de preferência ter um (ou todos) para estudos, pense fora da caixa, quem sabe isso não vai te render uma grana extra!
Tenha sempre um portfólio bem atualizado, eu não posso falar disso com muita autoridade, pois há três anos venho tentando ter tempo para atualizar meu site, kaekae, mas é fundamental que você tenha um portfólio online que mostre exatamente o que você é capaz de fazer, ele com certeza vai ser decisivo na hora da contratação para uma empresa ou freela.
É importante que você faça pelo menos uma vez ao ano uma reciclagem de seus conhecimentos, eu particularmente guardo 5% do que ganho ao ano para fazer isso, esse ano vou estar no FlashCampBrasil, uma dica que deixo são os cursos do Luciano Augusto o cara manda super bem em cursos a distância.
O maior erros do Flash Developer está na hora de passar o orçamento, acredite, nós estamos no topo da cadeia alimentar dos desenvolvedores, quando aparecer aquele freela não fique com medo de cobrar o valor real, você é um Flash Developer e sua hora é uma das mais caras do mercado.
Outra coisa importante são os prazos, saiba quanto tempo você leva para fazer determinadas atividades comuns a um Flash Developer, não cumprir prazos está fora de questão e lembre-se sempre existe alguém que conhece outro alguém e uma vez queimado no mercado você estará fadado ao limbo!
Não existe limite para a criatividade dentro do flash, não desanime o caminho é longo mais as recompensas em R$ são grandes depois de um tempo!
Deixe um comentário sobre esse artigo e não se faça de difícil se precisar de ajuda!
Um abraço

Olá a todos!
A Adobe lançou, esta semana, a versão 2.6 da sua framework AIR. Esta framework permite criar projectos que correm em cima do Flash Player e que permite o acesso a informações / interacções com o computador / dispositivo mobile do utilizador.
Aqui ficam vários links sobre tudo o que tem sido escrito sobre esta nova release, alguns tutoriais e ainda um jogo muito interessante:
?
Abraço e até à próxima!
Sites de jogos online feitos com Adobe Flash se tornaram muito populares. Existem varias produtoras que se especializaram no desenvolvimento de jogos em Flash e nos últimos anos vimos um crescimento grande em relação aos jogos em Flash nas redes sociais a exemplos dos jogos casuais que encontramos no Facebook e Orkut.
O Adobe Flash oferece uma gama enorme de possibilidades para o desenvolvimento de jogos e recentemente com a nova API 3D do Flash Player(codinome Molehill), isso só aumentou e deu muita liberdade os desenvolvedores. Veja uma lista de demonstrações com Molehill.
Para alguns jogos é essencial que se tenha um simulador de física(gravidade, ação e reação, colisões etc), as chamadas engines de física, que são bem conhecidas pelo pessoal que já desenvolve em outras plataformas especificas para jogos. Alguns engines de físicas para o Adobe Flash são:
Você pode aproveitar também algumas bibliotecas ou códigos de jogos ja desenvolvidos e portar para o Flash atraves do Adobe Alchemy, para quem não sabe, o Adobe Alchemy converte código em C/C++ para ActionScript 3.0. Tanto que temos até produtoras portando jogos do Nintendo Wii para o Flash.
Sempre fui fã de games e desde meu primeiro video game, um Master System, sempre tive vontade de criar jogos e agora resolvi criar um site. Para criar um site de jogos em Flash, a empresa Mochi oferece opções entre plugin para WordPress, Game Site Script, Arcadem Pro 2.8+, phpArcadeScript e AV Arcade. O interessante da empresa é que a empresa oferece também os jogos e da a possibilidade de você publicar e ganhar alguma grana com seu próprio jogo. Meu jogo ainda está em produção e envolve Flash e Flash Media Server para algo mais interativo e em tempo real. Breve estarei disponibilizado no Mochi. Enquanto isso, aproveite alguns dos mais de 900 jogos online free feitos em Flash no site.

Salve pessoal
Estou voltando à ativa nesse blog, espero que agora eu encontre tempo para criar os tutoriais.
Inicialmente gostaria de deixar claro que o foco desse blog não é o público que eu chamo de “Hard ActionScript Developer” o meu foco são aqueles desenvolvedores que estão iniciando ou que são intermediários no mundo do Actionscript 3.0, então nem sempre vamos focar no “melhor código” para os exemplos, mesmo porque eu nem teria tempo para fazer isso, na verdade a minha intenção e abordar superficialmente algumas coisas que vejo no meu dia-a-dia e apresentar coisas realmente usuais para todos.
Dito isso, fica claro que não tenho a intenção de criar uma metodologia definitiva para desenvolvimento, então pegue leve nas críticas =)
Hoje vamos falar sobre a utilização do Gaia Framework para desenvolvimento de pequenos projetos (games, hotsites etc…)
O Gaia Framework é um projeto Open-Source para Actionscript 2.0 e 3.0 que visa facilitar sua vida na hora de desenvolver projetos em Flash, ele reduz drasticamente o tempo que você leva desenvolvendo, pois cria automaticamente alguns dos processos comuns a qualquer site em Flash.
Com o Gaia Framework é possível criar sites usuais em flash em pouco tempo com características que você levaria horas para fazer tais como:
1. Navigation
2. Transitions
3. Preloading
4. Asset Management
5. Dynamic Font Loading
6. SEO
7. DeepLinks
Para maiores informações e detalhes sobre o que é o Gaia Framework acesse o site
Acesse o site e faça download do arquivo MXP do Gaia Framework, feito isso clique duas vezes no arquivo para instalar. Abra o Adobe Flash Cs5 e vá na aba Help > Manage Extentions ,certifique-se que o Gaia Framework esteja instalado corretamente como na imagem abaixo:
Pronto, agora o seu Adobe Flash Cs5 já está pronto para trabalhar com o Gaia Framework.
O Gaia Site Creator é um aplicativo AIR que facilita ainda mais o desenvolvimento com Gaia Framework ele irá nos ajudar na hora de criar o arquivo “site.xml” que define as “paginas” que nosso site em Flash vai ter, sobre esse arquivo XML vamos falar nas próximas aulas, por hora apenas acesse o site e instale o Gaia Site Creator.
Com o Adobe Flash Cs5 aberto vá na aba Window > Other Panels > Gaia Framework
Uma janela como essa vai se abrir para você:
1. Criar um novo projeto em Actionscript 3.0
2. Criar um novo projeto em Actionscript 2.0 (sai fora, credo!)
3. Importar um projeto existente
4. Fazer uma doção para o Steven Sacks =)
5. Lista de projetos criados (ainda em branco)
Esse é o painel que você vai trabalhar durante todo o tempo de desenvolvimento com o Gaia Framework aconselho você a deixar ele em um lugar de fácil acesso durante o desenvolvimento.
Agora é a hora de começarmos realmente a desenvolver utilizando o Gaia Framework, com o painel do Gaia Framework aberto clique no botão “Create AS3″ e configure como a imagem abaixo:
1. Nome do projeto que vamos desenvolver
2. Pasta raiz do projeto
3. Versão do Flash Player que esse projeto vai ser compilado
4. Versão do Gaia Framework e do Greensock (motor de animação) utilizado
5. Tamanho do Stage, Framerate e cor
6. Estrutura de pastas criada pelo Gaia Framework aconselho a deixar dessa forma
7. Tipo de projeto utilizado, nesse exemplo vamos usar o FlashDevelop para desenvolver
Com todos esses requisitos preenchidos clique no botão “Create New Project” para criar o projeto do Gaia Framework.
Pronto, o Gaia Framework acabou de criar a estrutura básica para trabalharmos o projeto veja como ficou nossa estrutura:
1. Arquivo de configuração do Gaia Framework
2. Arquivo de projeto do FlashDevelop
3. Pastas com arquivos publicáveis (swf, imagens, XML…)
4. Pasta com os arquivos FLAs
5. Pasta com os arquivos .as
6. Pasta com os templates (não vamos usar mais não delete)
Agora é hora de configurar o arquivo “site.xml” que determina quais “paginas” serão criadas em nosso projeto, lembra do nosso amigo Gaia Site Creator? Então é hora de iniciar ele, com o Gaia Site Creator aberto importe o arquivo “site.xml” que se encontra dentro da pasta “bin>xml” o arquivo deve aparecer como na imagem abaixo:
Essa é a estrutura básica que o Gaia Framework cria para o projeto, porém, não é a estrutura que vamos usar para esse projeto inicial siga os próximos passos para configurar corretamente o arquivo “site.xml”
Clique no item “home” e no item “id:nav” e arraste eles para o campo vermelho chamado “drop here to delete” como mostra a figura abaixo:
O item “id:index” funciona como uma “Main page” ele é o root do nosso aplicativo(existe ainda uma classe chamada “Main.as” mas vamos falar sobre ela depois. Nesse projeto todas as paginas serão filho da pagina “índex.fla”
Para criar um novo “filho” no arquivo “site.xml” você deve clicar na aba “assets” do Gaia Site Creator e arrastar o item “New Page” para dentro do item “id:index” e depois configurar algumas propriedades como mostra na figura abaixo:
1. Nome utilizado posteriormente para acessar essa pagina
2. Nome do arquivo swf que será criado quando o Gaia Framework for compilado
3. Titulo da “pagina” quando esse arquivo for acessado
A descrição para as outras configurações desse arquivo não serão abordadas nesse momento e podem ser encontradas nesse link
Antes que eu esqueça de dizer esse projeto vai ser um portfólio de um Flash Developer como eu e você então a estrutura de paginas vai ser como mostra a imagem abaixo:
1. Pagina de apresentação
2. Perfil do desenvolvedor
3. Portfólio
4. Fotos
5. Vídeos
6. Contato
A minha intenção com esse tutorial é que posteriormente eu mostre como trabalhar com algumas classes que utilizo então podemos explorar integrações com Twitter, Flickr, Youtube etc… Esse projeto vai servir como base para outros tutoriais.
Criada essa estrutura dentro do Gaia Site Creator clique na aba “file > Export > ExportSiteXML” e sobrescreva o arquivo “site.xml” com essa nova configuração, abra esse arquivo dentro do software Flash Develop (imagino que você já esteja utilizando ele para desenvolver seus projetos) a estrutura do arquivo “site.xml” ficou da seguinte forma:
Se você seguiu todos os passos que descrevi acima, abra novamente o Adobe Flash Cs5, com o painel do Gaia Framework aberto vá até a aba “scaffold” e clique em “scaffold project”.
Ele vai criar todos aqueles arquivos que configuramos no “site.xml” dentro da pasta de projeto, aguarde os arquivos serem criados/compilados, ao final desse processo ele vai abrir uma aplicação como na figura abaixo:
Agora no painel do Gaia Framework a aba que ficou marcada é “Publish” clique no botão “save” que fica no canto direito superior para salvar esse projeto. Agora na lista de projetos criados você tem todos os projetos que está trabalhando no Gaia Framework como mostra uma visão dos meus projetos na figura abaixo:
Clique duas vezes sobre o projeto que estamos trabalhando, vá até a aba “publish” clique na pasta “lib” e veja que todos os arquivos configurados no “site.xml” foram criados dentro do projeto como mostra a figura abaixo:
1. Esse botão deve ser usado sempre que você fizer alterações nos arquivos, não adianta apenas dar um CTRL+Enter no arquivo é preciso clicar nesse botão para compilar os arquivos marcados na lista, caso algum arquivo não esteja marcado ele NÃO vai compilar o arquivo
2. Botão abre a pasta raiz do projeto
3. Lista de arquivos do projeto
4. Esse botão sincroniza as modificações feitas no arquivo “site.xml” e vamos tratar disso nos próximos tutoriais
Clique no botão “Test Project” para ver o resultado desse tutorial, lembrando que essa tela preta que aparece é fruto de uma configuração inicial feita pelo Gaia Framework, se você abrir por exemplo a pagina “home.fla” não vai ver nenhum “asset” dentro dela ou da library, não se assuste vamos tratar desses e de outros assuntos no próximo tutorial.
Nesse tutorial não vamos abordar o desenvolvimento do menu do site, então para navegar no projeto feito até aqui utilize o botão direto do mouse e clique no ContextMenu para navegar entre as paginas.
Nesse tutorial eu abordei os aspectos básicos para desenvolver usando o Gaia Framework, veja que não fizemos nenhuma linha de código, mas não se engane existem muitas coisas para aprender ainda.
No próximo tutorial vou falar sobre a estrutura de pastas criadas pelo Gaia Framework e como iniciar nosso projeto com as modificações em Actionscript 3.0 ou seja, prepare-se para programar no próximo tutorial.
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Uma abraço a todos, divulguem esse tutorial!