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Jan 12

The future of the Flex framework

Escrito por Fabio da Silva em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Adobe, app, AR, BI, blog, Blogs, C#, camp, Flex, for, framework, futuro, Google, int, mg, O, on, Ria’s Geral, S+S, web @ 01 12th, 2012 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
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Mihai Corlan postou informações interessantes sobre o futuro próximo do Flex.

Veja mais neste post.

Ele mostra ainda em outro post que o Tour de Flex agora está disponível para iPad.

Jan 6

Livro Adobe Air em Ação a caminho

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, app, AR, Banco de Dados, busca, C#, class, control, CRUD, dados, Flex, for, game, Google, Gráfico, if, lite, Livro, mg, MXML, NaN, O, on, Outros, pagamento, RIA, Ria’s Geral, S+S, SQLite, Tema, UI, XML @ 01 6th, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Para quem acha que o Flex simplesmente morreu pode estar dando um tiro no pé. Está na hora de abrir a mente e continuar a estudar. 2012 já começou e estamos a todo vapor criando o livro Adobe Air em Ação.

Este livro será um pouco diferente dos outros, pois contará com prática, que é o que precisamos para aprender algo. Nada se aprende apenas na teoria, e hoje em dia a teoria está no ? google, a um click de uma boa busca.

Estamos criando um pequeno sistema financeiro, que terá Swiz, SQLite e gráficos, e iremos mostrar passo a passo toda a sua construção. Para matar um pouco da curiosidade, algumas telas a seguir do nosso “sisteminha”. Veja algumas telas a seguir:

Tela de estabelecimentos
Os arquivos até agora no projeto Adobe Air
Aplicação mxml principal, com o Swiz configurado
Tela para controlar o CRUD de estabelecimentos
AppManager controla o banco de dados, incluindo a sua criação
Tela de lançamentos
Tela de Centros de Custo
Tela de formas de pagamento

Jan 5

Adobe doa o Flex SDK à Apache Foundation – ponto de situação

Escrito por riaPT em Flex, Ria’s Geral, Ria's Geral @ 01 5th, 2012 | via http://riapt.org | Sem comentários
riaPT
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Para os mais desatentos, a Adobe anunciou a doação do Flex SDK ? Apache Foundation? em Novembro de 2011. Em Dezembro, a Adobe promoveu um evento em São Francisco – Flex Summit – com o objectivo de elucidar a comunidade e obter feedback em relação ? doação. Os vídeos do evento estão disponíveis na AdobeTV? e estão repletos de informação útil (e se olharem com atenção podem encontrar-me a mim e ao João Fernandes sentados na assistência ou a dizer parvoíces :) ).

No dia 31 de Dezembro, o Flex foi finalmente aceite pela Apache Foundation e está agora em processo de incubação (um género de “processo de passagem da Adobe para o Apache”).

As Mailing Lists oficiais do Apache Flex foram criadas no dia 3 de Janeiro e entretanto já foram trocados 349 emails (em 2 ou 3 dias!) – o que demonstra o elevado interesse da comunidade, com um nível de participação muito acima do esperado.? Os arquivos da mailing list estão disponíveis aqui:? http://mail-archives.apache.org/mod_mbox/incubator-flex-dev/

Para se inscreverem na mailing list do Apache Flex podem fazê-lo com as instruções disponíveis em? http://incubator.apache.org/flex/mailing-lists.html

As discussões ? têm sido extremamente interessantes, mas quem não tiver paciência para ler os 349 emails pode sempre visitar este URL para ver um resumo dos tópicos discutidos: http://blog.teotigraphix.com/2012/01/05/apache-flex-flex-dev-summaries/ .

Uma página temporária para o Apache Flex foi criada aqui: http://incubator.apache.org/flex/? . Ainda não tem muita informação, mas? irá evoluir ao longo do tempo.

O SVN do Flex SDK está a ser migrado da Adobe para a Apache, tal como o JIRA. Este é um processo que deverá demorar entre uma a duas semanas (digo/espero eu).

Continua em aberto a minha sugestão de se realizar um evento de Q&A para vos elucidar (ou ? s vossas empresas/”chefes”) em quaisquer questões que tenham, mas como há a possibilidade da (antiga) Flex Team vir a Portugal, esta sugestão fica on hold durante mais alguns dias.

Entretanto podem enviar questões que tenham relativas ao processo de transição e ao futuro do Flex para a Mailing List do riapt

Jan 5

Novo sistema de Suporte

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 6, AR, C#, class, email, Flex, IE, image, lista, Livro, mg, O, on, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, Tema, UI @ 01 5th, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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A partir de hoje estaremos implementando um novo sistema de suporte, para agilizar o nosso atendimento. Os suportes por email serão desativados gradativamente.

Para participar, basta acessar o endereço a seguir, criar uma conta, e enviar a dúvida de acordo com o livro listado na página principal.

O endereço para o suporte é:

http://www.danielschmitz.com.br/suporte/

Jan 4

Mac OS X do Snow para o Lion… lentidão

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, Aplicativos, app, apple, AR, back, blog, Blogs, C#, cache, chrome, class, Desenvolvimento, Dica, Dicas, Eclipse, err, exemplo, firefox, Flex, for, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, JPA, library, Mac, menu, mg, O, on, Oracle, Outros, padrão, Partilha, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, servidor, Software, Tech, UI, web @ 01 4th, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Um post r?pido para compartilhar algo que pode ser ?til a mais algu?m…

Recentemente fiz o upgrade do meu Macbook Pro do Mac OS X Snow Leopard para o Lion, depois de todas as atualiza??es de software, no uso do dia a dia notei que o Lion estava absurdamente lento, Google Chrome, Mozilla Firefox, o Eclipse (esse estava de chorar e desanimador de t?o lento que estava)

Lendo os blogs, achei 2 dicas que resolveram o problema:

1 – Verificar e reparar as permiss?es de acesso ao HD

Caminho: Finder > Applications > Utilities > Disk Utility

Selecionar o drive que representa o Mac, depois clicar no bot?o: Verify Disk Permissions, esperar finalizar e depois no bot?o: Repair DIsk Permissions

Link do post com as dicas: Speed up Mac OS X Lion

Desde post tamb?m revisei as configura??es do Spotlight.

2 – Limpar os caches

Abrir o Finder > Menu: Go > Go Folder | ou executar o atalho: Shift + Command + G

Digite: ~/Library/Caches

Apague o conte?do deste diret?rio

Caso n?o tenha total seguran?a se deve apagar todos os arquivos e diret?rios, fa?a um backup, copiando o conte?do da pasta para outro diret?rio. Obs.: esse passo n?o ? necess?rio, mas caso queria alguma garantia de o que fazer se algo der errado ter? as c?pias.

Aten??o: alguns diret?rios e arquivos n?o ser?o exclu?dos pois est?o em execu??o, por exemplo, cache referente ao Finder e a alguns outros aplicativos do Mac OS X.

Reinicie seu Mac.

Link do post com a dica: OSX Lion – Clear your caches!

Feito estes procedimentos, os aplicativos e o Mac OS X Lion passou a ter uma performance e resposta aceit?vel, assim como tinha no Mac OS X Snow Leopard.


Veja também:

  • Oracle XE : Mudando a porta padrão HTTP
  • Como jogar Call Of Dudy 4 MW em servidores do Brasil?
  • WebLogic 10.x + Hibernate 3 (JPA) e base Oracle 9+
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • [Adobe Flex] comparando datas de maneira rápida e fácil
Jan 3

SharedObject com Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, Aplicativos, app, AR, BI, botão, browser, C#, class, cliente, código, Cookie, Curso, dados, demo, Download, err, event, EventListener, events, exemplo, Ferramenta, filter, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, function, Geral, git, Google, handle, html, ide, IE, if, image, instalação, int, live, mg, O, on, Outros, Partilha, player, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, S+S, server, servidor, swf, TAT, UI, uint, update, Ved, web, window @ 01 3rd, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.

O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.

  • Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
  • Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server

Vejamos o primeiro caso:

Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR

Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possível utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.

  • Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
  • Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
  • Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
  • Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
  • Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:

  • No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
  • Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
  • Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. var nc:NetConnection;
  4. function init():void
  5. nc = new NetConnection();
  6. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  7. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  8. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  9. trace(evt.info.code);
  10. init();

Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:

NetConnection.Connect.Success

Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  2. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  3. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  4. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  5. so.connect(nc);

O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  2. mc_ball.x = so.data.x;
  3. mc_ball.y = so.data.y;

Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  2. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  3. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  4. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  5. mc_ball.startDrag();
  6. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  7. mc_ball.stopDrag();
  8. function update(evt:Event=null):void
  9. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  10. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);

Segue o código completo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. import flash.net.SharedObject;
  4. import flash.events.SyncEvent;
  5. import flash.events.MouseEvent;
  6. import flash.events.Event;
  7. var nc:NetConnection;
  8. var so:SharedObject;
  9. function init():void
  10. nc = new NetConnection();
  11. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  12. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  13. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  14. {
  15. trace(evt.info.code);
  16. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  17. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  18. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  19. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  20. so.connect(nc);
  21. }
  22. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  23. mc_ball.x = so.data.x;
  24. mc_ball.y = so.data.y;
  25. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  26. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  27. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  28. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  29. mc_ball.startDrag();
  30. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  31. mc_ball.stopDrag();
  32. function update(evt:Event=null):void
  33. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  34. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
  35. init();

Veja uma demostração em funcionamento:

Download sharedBall

Dez 27

Flex com PHP usando ZendAMF – Zend_Db

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 2009, 4, abas, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Adobe Flex, AMF, amfphp, AR, Artigo, Banco de Dados, C#, catch, class, classe, classes, dados, email, exemplo, filter, Flex, framework, function, Google, handle, html, if, image, int, Java, lista, live, mg, mysql, O, on, Password, PHP, pt, Ria’s Geral, S+S, server, site, TAT, Tema, try, UI, uint, update, Ved, zend, Zend Amf, zendAMF, zendFramework @ 12 27th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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O artigo Adobe Flex com PHP usando ZendAMF – primeiros passos teve como objetivo exemplificar a integração do Flex com PHP para quem já tinha sistemas desenvolvidos usando o AMFPHP, por isso não usei as classes para acesso a banco de dados do ZendFramework. Neste artigo mostrarei o mesmo exemplo mas usando exclusivamente ZendFramework.

Pegarei o mesmo exemplo utilizado no artigo anterior, só modificando a classe PHP para usar as classes de abstração de banco de dados do ZendFramework. Começaremos com nosso gateway.php

PLAIN TEXT
PHP:

  1. require_once ‘Zend/Config.php’;
  2. require_once ‘Zend/Db.php’;
  3. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  4. require_once ‘Zend/Amf/Exception.php’;
  5. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  6. $server = new Zend_Amf_Server();
  7. $server->setProduction(false);
  8. $server->setClass(‘Contato’);
  9. echo($server->handle());
  10. ?>

Executando o link no seu navegador, deve aparecer a seguinte mensagem:

Zend Amf Endpoint

Em seguida, modificaremos em nossa classe principal, que efetuará as operações de listar, inserir, apagar e atualizar os dados do nosso banco:

PLAIN TEXT
PHP:

  1. /*
  2. * author Leonardo França
  3. * site http://www.leonardofranca.com.br
  4. */
  5. class Contatos
  6. private $db;
  7. private $config;
  8. private $select;
  9. private $stmt;
  10. function __construct()
  11. $params['host'] = ‘localhost’;
  12. $params['dbname'] = ‘java’;
  13. $params['username'] = ‘root’;
  14. $params['password'] = ”;
  15. $database['adapter'] = ‘Mysqli’;
  16. $database['params'] = $params;
  17. $data['database'] = $database;
  18. $this->config = new Zend_Config($data);
  19. $this->db = Zend_Db::factory($this->config->database);
  20. public function getData()
  21. try
  22. $this->select = $this->db->select();
  23. $this->select->from(‘tabela’,array(‘id’,‘nome’,‘email’));
  24. $this->stmt = $this->select->query();
  25. $result = $this->stmt->fetchAll();
  26. return $result;
  27. catch (Exception $e)
  28. throw new Exception($e->getMessage());
  29. }
  30. public function insertData($data=array())
  31. try
  32. $dados = array(
  33. ‘nome’ => $data['nome'],
  34. ‘email’ => $data['email']
  35. );
  36. $retorno = $this->db->insert(‘tabela’, $dados);
  37. return $retorno;
  38. catch (Exception $e)
  39. throw new Exception($e->getMessage());
  40. }
  41. public function deleteData($data=array())
  42. try
  43. $retorno = $this->db->delete(‘tabela’, ‘id = ‘.$data['id']);
  44. return $retorno;
  45. catch (Exception $e)
  46. throw new Exception($e->getMessage());
  47. }
  48. public function updateData($data=array())
  49. try
  50. $dados = array(
  51. ‘nome’ => $data['nome'],
  52. ‘email’ => $data['email']
  53. );
  54. $where['id = ?'] = $data['id '];
  55. return $this->db->update(‘tabela’, $dados, $where);
  56. catch (Exception $e)
  57. throw new Exception($e->getMessage());
  58. }
  59. }
  60. ?>

No ActionScript só precisaremos mudar o que será passado para o PHP, ao inves de VOs, mandaremos Arrays:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. public function insertData():void
  2. var contatosVO:Array = [];
  3. contatosVO['nome']= input_nome.text;
  4. contatosVO['email'] = input_email.text;
  5. ro.insertData(contatosVO);

Referências:
http://framework.zend.com/manual/en/zend.db.adapter.html

Dez 21

Cacoo – Ferramenta de diagramação colaborativa online

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, AR, blog, busca, C#, chrome, class, Desenvolvimento, err, Ferramenta, Flex, framework, gc, Google, html, ide, IE, image, int, Java, mg, O, on, procura, produtividade, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, web @ 12 21st, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Ontem, estava procurando uma ferramenta para desenhar diagramas, que me desse mais op??es de diagramas e fosse mais flexivel do que todas as demais ferramentas que j? havia utilizado at? o momento. Realizando uma busca no Google acabei encontrando a Cacoo.

Site | Google Chrome Web Store

At? o presente momento, utilizando a ferramenta, gostei da facilidade de uso e da quantidade de elementos gr?ficos dispon?veis para utilizar nos diagramas, est? atendendo bem a minha necessidade de cria??o de diagramas.


Veja também:

  • Colabo – Ferramenta colaborativa
  • Play Framework – alta produtividade em Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [ Ferramenta de desenho ] myPaint
  • [Adobe Flex & AIR] Szoter
Dez 15

Ajude o Flex – Seja um Committer

Escrito por SamuelFacchinello em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, apache, AR, BI, blog, Blogs, C#, Flex, for, Google, html, mg, O, on, RIA, Ria’s Geral, SDK, Software, UI @ 12 15th, 2011 | via http://desenvolvendoemflex.blogspot.com/ | Sem comentários
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Após toda a história da Adobe “doar” o Flex SDK para a Apache Software Foundation (mais info)…

Você que sempre teve ótimas idéias para o Flex, gosta de desenvolver em Flex, quer ajudar o Flex a se tornar cada vez melhor, agora você pode. Se inscreva para ser um COMMITTER do Flex SDK.

Mais informações aqui.

Abraço!

Dez 14

Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, arte, C#, case, class, classe, classes, cliente, código, comparação, demo, Desenvolvimento, Design, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, framework, Google, ide, IE, if, int, Introdução, Java, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, Plugin, print, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, string, Sun, super(), TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint @ 12 14th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.


Um pouco sobre a nova versão

Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.

Asserções



Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.

Exemplo Prático



Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:

1
2
3
public class JUnitTestCase



Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:

1
2
3
4
@Test
public void metodoQualquer()



Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:

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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);



Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:

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private String stringLocal;

@Before
public void inicializaLocal()
System.out.println(“Inicializou.”);
this.stringLocal = “inicializada”;

@Test
public void testInicializadaLocal1()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@Test
public void testInicializadaLocal2()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@After
public void setaNull()
System.out.println(“Setou nulo.”);
this.stringLocal = null;



Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:

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@BeforeClass
public static void antesDeTudo()
System.out.println(“Executado Antes.”);

@AfterClass
public static void depoisDeTudo()
System.out.println(“Executado Depois.”);



Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.

Próximos passos



Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.

Por @Gust4v0_H4xx0r

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