Veja mais neste post.
Ele mostra ainda em outro post que o Tour de Flex agora está disponÃvel para iPad.
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Ele mostra ainda em outro post que o Tour de Flex agora está disponÃvel para iPad.
Para quem acha que o Flex simplesmente morreu pode estar dando um tiro no pé. Está na hora de abrir a mente e continuar a estudar. 2012 já começou e estamos a todo vapor criando o livro Adobe Air em Ação.
Este livro será um pouco diferente dos outros, pois contará com prática, que é o que precisamos para aprender algo. Nada se aprende apenas na teoria, e hoje em dia a teoria está no ? google, a um click de uma boa busca.
Estamos criando um pequeno sistema financeiro, que terá Swiz, SQLite e gráficos, e iremos mostrar passo a passo toda a sua construção. Para matar um pouco da curiosidade, algumas telas a seguir do nosso “sisteminha”. Veja algumas telas a seguir:
Para os mais desatentos, a Adobe anunciou a doação do Flex SDK ? Apache Foundation? em Novembro de 2011. Em Dezembro, a Adobe promoveu um evento em São Francisco – Flex Summit – com o objectivo de elucidar a comunidade e obter feedback em relação ? doação. Os vÃdeos do evento estão disponÃveis na AdobeTV? e estão repletos de informação útil (e se olharem com atenção podem encontrar-me a mim e ao João Fernandes sentados na assistência ou a dizer parvoÃces
).
No dia 31 de Dezembro, o Flex foi finalmente aceite pela Apache Foundation e está agora em processo de incubação (um género de “processo de passagem da Adobe para o Apache”).
As Mailing Lists oficiais do Apache Flex foram criadas no dia 3 de Janeiro e entretanto já foram trocados 349 emails (em 2 ou 3 dias!) – o que demonstra o elevado interesse da comunidade, com um nÃvel de participação muito acima do esperado.? Os arquivos da mailing list estão disponÃveis aqui:? http://mail-archives.apache.org/mod_mbox/incubator-flex-dev/
Para se inscreverem na mailing list do Apache Flex podem fazê-lo com as instruções disponÃveis em? http://incubator.apache.org/flex/mailing-lists.html
As discussões ? têm sido extremamente interessantes, mas quem não tiver paciência para ler os 349 emails pode sempre visitar este URL para ver um resumo dos tópicos discutidos: http://blog.teotigraphix.com/2012/01/05/apache-flex-flex-dev-summaries/ .
Uma página temporária para o Apache Flex foi criada aqui: http://incubator.apache.org/flex/? . Ainda não tem muita informação, mas? irá evoluir ao longo do tempo.
O SVN do Flex SDK está a ser migrado da Adobe para a Apache, tal como o JIRA. Este é um processo que deverá demorar entre uma a duas semanas (digo/espero eu).
Continua em aberto a minha sugestão de se realizar um evento de Q&A para vos elucidar (ou ? s vossas empresas/”chefes”) em quaisquer questões que tenham, mas como há a possibilidade da (antiga) Flex Team vir a Portugal, esta sugestão fica on hold durante mais alguns dias.
Entretanto podem enviar questões que tenham relativas ao processo de transição e ao futuro do Flex para a Mailing List do riapt

A partir de hoje estaremos implementando um novo sistema de suporte, para agilizar o nosso atendimento. Os suportes por email serão desativados gradativamente.
Para participar, basta acessar o endereço a seguir, criar uma conta, e enviar a dúvida de acordo com o livro listado na página principal.
O endereço para o suporte é:
Um post r?pido para compartilhar algo que pode ser ?til a mais algu?m…
Recentemente fiz o upgrade do meu Macbook Pro do Mac OS X Snow Leopard para o Lion, depois de todas as atualiza??es de software, no uso do dia a dia notei que o Lion estava absurdamente lento, Google Chrome, Mozilla Firefox, o Eclipse (esse estava de chorar e desanimador de t?o lento que estava)
Lendo os blogs, achei 2 dicas que resolveram o problema:
1 – Verificar e reparar as permiss?es de acesso ao HD
Caminho: Finder > Applications > Utilities > Disk Utility
Selecionar o drive que representa o Mac, depois clicar no bot?o: Verify Disk Permissions, esperar finalizar e depois no bot?o: Repair DIsk Permissions
Link do post com as dicas: Speed up Mac OS X Lion
Desde post tamb?m revisei as configura??es do Spotlight.
2 – Limpar os caches
Abrir o Finder > Menu: Go > Go Folder | ou executar o atalho: Shift + Command + G
Digite: ~/Library/Caches
Apague o conte?do deste diret?rio
Caso n?o tenha total seguran?a se deve apagar todos os arquivos e diret?rios, fa?a um backup, copiando o conte?do da pasta para outro diret?rio. Obs.: esse passo n?o ? necess?rio, mas caso queria alguma garantia de o que fazer se algo der errado ter? as c?pias.
Aten??o: alguns diret?rios e arquivos n?o ser?o exclu?dos pois est?o em execu??o, por exemplo, cache referente ao Finder e a alguns outros aplicativos do Mac OS X.
Reinicie seu Mac.
Link do post com a dica: OSX Lion – Clear your caches!
Feito estes procedimentos, os aplicativos e o Mac OS X Lion passou a ter uma performance e resposta aceit?vel, assim como tinha no Mac OS X Snow Leopard.
SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.
O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.
Vejamos o primeiro caso:
Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possÃvel utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.
Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:
NetConnection.Connect.Success
Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.
O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:
Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:
Segue o código completo:
Veja uma demostração em funcionamento:
O artigo Adobe Flex com PHP usando ZendAMF – primeiros passos teve como objetivo exemplificar a integração do Flex com PHP para quem já tinha sistemas desenvolvidos usando o AMFPHP, por isso não usei as classes para acesso a banco de dados do ZendFramework. Neste artigo mostrarei o mesmo exemplo mas usando exclusivamente ZendFramework.
Pegarei o mesmo exemplo utilizado no artigo anterior, só modificando a classe PHP para usar as classes de abstração de banco de dados do ZendFramework. Começaremos com nosso gateway.php
Executando o link no seu navegador, deve aparecer a seguinte mensagem:
Zend Amf Endpoint
Em seguida, modificaremos em nossa classe principal, que efetuará as operações de listar, inserir, apagar e atualizar os dados do nosso banco:
No ActionScript só precisaremos mudar o que será passado para o PHP, ao inves de VOs, mandaremos Arrays:
Referências:
http://framework.zend.com/manual/en/zend.db.adapter.html
Ontem, estava procurando uma ferramenta para desenhar diagramas, que me desse mais op??es de diagramas e fosse mais flexivel do que todas as demais ferramentas que j? havia utilizado at? o momento. Realizando uma busca no Google acabei encontrando a Cacoo.
Site | Google Chrome Web Store
At? o presente momento, utilizando a ferramenta, gostei da facilidade de uso e da quantidade de elementos gr?ficos dispon?veis para utilizar nos diagramas, est? atendendo bem a minha necessidade de cria??o de diagramas.
Você que sempre teve ótimas idéias para o Flex, gosta de desenvolver em Flex, quer ajudar o Flex a se tornar cada vez melhor, agora você pode. Se inscreva para ser um COMMITTER do Flex SDK.
Mais informações aqui.
Abraço!
Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.
Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome especÃfico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexÃvel escrever testes unitários. Agora é possÃvel definir umahierarquia especÃfica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe especÃfica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuÃdo e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.
Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possÃvel testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.
Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:
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1
2 3 |
public class JUnitTestCase
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Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:
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1
2 3 4 |
@Test
public void metodoQualquer()
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Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:
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1
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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);
|
Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 |
private String stringLocal;
@Before @Test @Test @After |
Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possÃvel criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possÃvel separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais especÃfico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo especÃfico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:
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1
2 3 4 5 6 7 8 9 |
Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.
Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possÃveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexÃveis a mudança. DifÃcil mas não impossÃvel, e sim, é muito mais difÃcil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.
Por @Gust4v0_H4xx0r