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Mai 11

Arquiteto(a) de Informação Pleno – Oportunidade

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, arte, auto, C#, for, Formação, if, Mac, O, on, procura, Ria’s Geral, S+S, UI, UX, XP @ 05 11th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente. Vaga para trabalhar em São Paulo Pré-Requisitos – Ter…

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Mar 18

UX – Modelos Mentais, Design Intuitivo?

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, Arquitetura, Artigo, BI, C#, Design, for, Formação, int, O, on, Ria’s Geral, S+S, Tema, UI, usabilidade, user experience, UX @ 03 18th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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É praticamente impossível tratar o tema de Usabilidade, Arquitetura de Informação e por fim UX, sem tratarmos dos aspectos psicológicos do ser humano. Mas, não quero vir aqui com terminologias e mais terminologias, o que procuro fazer é tentar “humanizar” o artigo para facilitar o seu entendimento e trazer a idéia para ser discutida….

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Mar 8

Arquiteto de Informação Pleno/Senior – Oportunidade

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, arte, auto, C#, for, Formação, if, Mac, O, on, procura, Ria’s Geral, S+S, UI, UX, XP @ 03 8th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno e Sênior) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente. Pré-Requisitos – Ter no mí­nimo 2 anos…

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Fev 8

Arquitetura de Informação – Sketching

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, Arquitetura, C#, Desenvolvimento, Experience Design, for, Formação, lista, O, on, processo, protótipo, Ria’s Geral, S+S, Tema, UI, user experience @ 02 8th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela sua praticidade. O Processo de arquitetura de informação de forma simplista consiste na propotipagem, é o desenvolvimento de protótipos que se tornam o que chamamos…

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Dez 14

Mudanças para 2012

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Flex, Air, api, app, AR, auto, BI, blog, C#, class, cultura, Desenvolvimento, Dica, Diversos, email, exemplo, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, html, html 5, ide, IE, if, Java, Javascript, JQuery, Livro, Livros, Mate, mg, mobile, mudanças, NaN, Notícias, O, on, Opinião, processo, prova, pt, Revistas, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Sugestões, Sun, Tecnologia, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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2012 será mais um ano de ascensão dos dispositivos mobile em todo o mundo. Mesmo que aqui no Brasil tudo seja mais lento, com preços mais altos, estamos seguindo em frente. Já temos frameworks javascript adaptados ? s telinhas, como o Sencha, ? e o jQueryMobile, além do Flex Mobile, claro. Outras tecnologias estão crescendo a cada dia, e a quantidade de informação que é “jogada” para nós programadores aumenta em um ritmo alucinante. Seguindo esta tendência, estamos também nos adaptando, e para que tudo fique bem claro ao leitor, decidi comentar as principais mudanças do site neste post.

Neste novo ano estaremos adotando algumas mudanças que visam melhorar a qualidade de nossas obras. As principais mudanças que estão por vir são:

1)? Fim do suporte por email: Nestes quatro anos de suporte por email, pude observar diversos prós e contras, e sempre tentei agradar a “gregos e troianos”. Nunca fiz nenhuma distinção de quem comprou ou quem não comprou meus livros, sempre respondendo as dúvidas em menos de 48 horas. Todo esse tempo foi um aprendizado enorme, e agora tenho a necessidade de “lapidar” este processo de suporte. Observei que muito das dúvidas dos leitores eram repetidas e que sempre respondia ? s mesmas questões. Observei também que, ? s vezes, dava prioridade a alguém que não tinha comprado um livro, e deixava “na fila” uma outra pessoa que tinha dúvidas relativas aos livros. Também cheguei ao ponto de responder 10, 15 e-mails por dia, tornando uma tarefa bastante trabalhosa. Neste contexto, estarei “movendo” o suporte para um fórum especial, aberto a qualquer pessoa e destinado a sanar dúvidas dos livros. Falarei mais deste fórum em um outro post, mas deixo claro que, para quem é leitor, terá como sempre o suporte 100% garantido.

2)? eBOOKs serão predominantes: Todo o processo de criação/distribuição de um ebook é perfeito aos olhos do autor se não fosse a pirataria. Realmente encontrar meus livros que consumiram várias horas de preparo e trabalho nos torrents por aí não é uma sensação boa. Mas eu quero acreditar que isso é possível! Eu quero acreditar que o brasileiro é gente honesta, que deseja pagar por um conteúdo útil sem ser “assaltado”. Por isso, em 2012, eu vou priorizar o desenvolvimento de eBooks, cobrando um preço justo, e com a meta de criar muito mais ebooks do que já foi criado atualmente.

3)? Flex não será prioridade: Nestes últimos quatro anos tenho me dedicado muito ao Flex. Fui o primeiro a escrever um livro sobre Adobe Flex no Brasil e desde então foram quase 10 livros abordando o tema. Sei que está chegando o momento em que eu terei que “dissipar” o meu conhecimento para outras áreas, pois o tema Flex já está bastante difundido, felizmente hoje em dia existe bastante conteúdo dedicado a cultura Flex e só não aprende quem não quer. Veja que, para quem escreve livros, as tecnologias saturam, mas não morrem. Este é o caso do Flex, o conteúdo está saturado, eu não tenho muito mais a escrever, por isso o foco será distribuído para outras áreas. O livro “Adobe Air em Ação” será o último livro a ser escrito para a tecnologia Flex, e não haverá mais edições previstas. O suporte continuará normalmente para quem comprou qualquer livro sobre Flex.

4)? Mobile será prioridade: Daremos certa prioridade ao desenvolvimento mobile, e dependendo de novas tecnologias que deverão surgir, estaremos pesquisando e publicando material sobre elas. Isso significa que determinados livros poderão conter menos páginas, por exemplo, 100, mas que expliquem um conceito ou tecnologia emergente.

5)? Tendências serão prioridade:? A rapidez com que uma tecnologia emerge abre uma lacuna de desinformação para nós tupiniquins. E a? idéia? é preencher esta lacuna com um livro. Por exemplo, ainda não temos um livro sobre SENSHA, muito menos EXTJS. Um livro sobre HTML 5, custa nada mais, nada menos que 73 reais. Nem temos um livro sobre a linguagem SCALA ou sobre DJANGO. Enfim, existe muito assunto para se escrever.

6)? Site flex.etc.br deixa de conter informações sobre os livros:? Todas as informações estarão no site danielschmitz.com.br. O blog flex continua, mas aos poucos deixará de ser atualizado.

Resumindo:

- Vamos publicar ebooks com qualidade e a preços atraentes, sobre diversos temas. Contamos com a aprovação de vocês, enviando críticas e sugestões, .

- Haverá um fórum dedicado ao suporte dos livros.

- Estaremos em breve publicando quais serão os primeiros eBooks a serem lançados e contamos com a sua opinião. Mande ideias !

Nov 5

Principais erros ao startar o JBOSS através do eclipse

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 6, AR, BI, C#, Eclipse, err, erro, for, Formação, how-to, O, on, Partilha, Pessoal, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, server, serviço, Wordpress @ 11 5th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Pessoal, o nosso leitor Joabio Vilela está compartilhando esta informação conosco sobre alguns erros ao iniciar o JBOSS no eclipse:

1 – porta 8080 ocupada por outro serviço.

2 –

, ver:

http://community.jboss.org/thread/2390?tstart=0

3 – timeouts, ver:

http://manoharbhattarai.wordpress.com/2010/05/06/jboss-server-unable-to-start-within-50-seconds-how-to-increase-the-jboss-server-start-time/

Agradeço ao nosso leitor por compartilhar

Out 30

Windows Phone Mango – Local Database

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 4, 6, abas, AMF, Aplicativos, app, AR, Arquitetura, arte, Artigo, auto, BI, blog, Blogs, botão, C#, camp, class, classe, classes, cliente, código, collection, cultura, Curso, Cursos, dados, demo, desempenho, Desenvolvedor, Design, designer, Documentação, dotnet, DRE, err, event, Evento, exemplo, Ferramenta, for, Formação, handle, html, ide, IE, if, int, interface, layout, library, Links, linq, Linq to Sql, map, mg, Microsoft, monitor, MSDN, mudanças, O, on, Otimização, Outros, Partilha, processo, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, serviço, silverlight, SQL Server, state, string, TAT, Tecnologia, Tema, template, Treinamento, UI, UX, Ved, vs, window, windows, XAML @ 10 30th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Na versão Mango do Windows Phone, você pode manipular uma base de dados localmente, chamada de local database na documentação oficial, o recurso permite que o desenvolvedor crie aplicativos com registros de dados em tabelas, além de manipular seus registros utilizando o LINQ to SQL.

Uma base de dados local no WP7 fica localizada no Isolated Storage, um local acessível somente pela aplicação corrente, a arquitetura fica conforme a figura abaixo, onde temos a aplicação que contém um DataContext e através de LINQ to SQL, fazemos o acesso a base de dados local no Isolated Storage

Arquitetura Local Database

Arquitetura Local Database

Para saber mais sobre Isolated Storage acessem os links:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff402541(v=vs.92).aspx

http://www.windowsphonebrasil.net/windowsphonebrasil/post/2010/10/08/Salvando-e-restaurando-o-Application-State-no-Windows-Phone-7.aspx

No WP7 as aplicações ficam eram áreas isoladas uma das outras, ou seja, uma aplicação não tem acesso ao Isolated Storage de outra aplicação, portanto até o momento não é possível compartilhar uma base de dados local com diversas aplicações. Diferente de uma base de dados SQL Server, um local database não pode rodar como um serviço continuo, visto que ele é executado somente durante o processo da aplicação.

Você pode criar um local database para manipular uma quantidade de dados razoável utilizando as facilidades de consultas do LINQ to SQL juntamente com o relacionamento de tabelas, similar a uma base de dados comum, o local database é uma implementação do SQL CE para o WP7, permitindo realizar facilmente tarefas com incluir, alterar , excluir e realizar consultas com LINQ.

Até o momento não existe uma ferramenta de designer visual e oficial para criar as tabelas, relacionamentos, etc, com a base de dados local, o que poderia facilitar muito, neste artigo faremos um exemplo simples, somente com uma tabela, porém, em um projeto mais complexo, essa tarefa poderia ser um pouco trabalhosa, uma forma não oficial de criar o modelo seria utilizar o SQL Metal, para mais informação, acessem o Centro de Treinamento Oficial do Windows Phone no MSDN ou através do link : http://windowsphonegeek.com/articles/Using-SqlMetal-to-generate-Windows-Phone-Mango-Local-Database-classes .

Com o SQL Metal podemos criar o Data Context através de um comando e com poucas modificações deixá-lo compatível com o Mango e poupar a codificação manual da criação de tabelas e relacionamentos.

Exemplo de comando do SQL Metal:

%ProgramFiles(x86)%Microsoft SDKsWindowsv7.0ABin>SqlMetal.exe
/code:”C:CaminhoClienteDC.cs” “C:CaminhoClienteDB.sdf”

Outras formas:

http://claudiufarcas.blogspot.com/2011/10/windows-phone-mango-sql-ce-tips-and.html

http://blogs.ugidotnet.org/corrado/archive/2011/06/05/using-local-database-in-wp7-mango.aspx

Nesta primeira parte do artigo vou criar uma base de dados muito simples, com uma tabela somente e um único campo, dessa forma podemos focar em como criar e entender os conceitos envolvidos Vou criar uma base de dados Cliente.sdf, com uma tabela chamada Cliente e um campo chamado Nome.

A primeira classe que vamos criar é a entidade Cliente e decorar com alguns atributos utilizados para a manipulação da base de dados, a classe servirá de apoio para a criação da tabela cliente. Para que você possa inserir os atributos nas propriedades da classe, é necessário adicionar o using System.Data.Linq.Mapping, em seguida adicione o atributo [Table] logo acima da criação da classe e adicione o atributo [Column()] em cada propriedade, na primary key da tabela, personalize com :

[Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]

Dessa forma a coluna será criada na tabela como sendo Primary Key, não permitindo registros duplicados e gerando automaticamente um número a cada inclusão. Com a adição do atributo Column() nas outras propriedades, cada coluna correspondente será criado na tabela.

Com os atributos de colunas você pode definir uma série de recursos, para saber quais são os atributos de colunas que você pode utilizar no LINQ to SQL para WP7 acesse o link http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.columnattribute(VS.95).aspx

Um atributo em especial que adiciona uma coluna de versão pode auxiliar no desempenho de grandes atualizações de dados, apresentando uma significativa melhoria na aplicação, é o IsVersion=true, essa otimização é exclusiva para o LINQ to SQL do WP7 e usado internamente para identificar a versão da coluna modificada:

[Column (IsVersion = true)]
_VERSION Binary privado;

Igualmente importantes são os atributos de associações, que permitem realizar o relacionamento entre as tabelas, para mais informações acesse:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.associationattribute(v=VS.95).aspx

Exemplo de Associação:

[Association(Storage = "_cliente", ThisKey = "_clienteId", OtherKey = "Id", IsForeignKey = true)]

Código da Classe Cliente:

? ? ?  [Table]
? ? ?  public class Cliente : INotifyPropertyChanged, INotifyPropertyChanging
? ? ?  
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanging Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangingEventHandler PropertyChanging;
? 
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanging(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanging != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanging(this, new PropertyChangingEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
? ? ? ? ? ? ?  private string id;
? ? ? ? ? ? ?  public string Id
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return id;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (id != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  id = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column()]
? ? ? ? ? ? ?  private string nome;
? ? ? ? ? ? ?  public string Nome
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? return nome;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (nome != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  nome = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? 
? ? ?  }

Em aplicações Silverlight é comum implementar a interface INotifyPropertyChanged para monitorar mudanças nas propriedades da classe , e tirar um melhor proveito do recursos de databinding da tecnologia, para auxiliar o LINQ to SQL, também vamos implementar a interface INotifyPropertyChanging, com ela é possível monitorar quando uma propriedade será modificada e com isso o DataContext é informado e pode identificar as mudanças e melhorar a performance da aplicação.

O Data Context é o local onde definimos o contexto dos dados que servirão para criar a base de dados local, o LINQ to SQL depende do mapeamento entre o modelo de objetos e o esquema da base de dados. Dependendo da complexidade do modelo, esse arquivo pode ser trabalhoso de ser criado manualmente, mas existem formas de utilizar alguma ferramenta para cria-lo, o SQL Metal é uma delas conforme comentado acima no artigo.

Crie uma classe chamada ClienteDataContext , ela vai herdar de DataContext, o DataContext contém diversas propriedades e métodos que auxiliam na manipulação de base de dados, como por exemplo, verificar se uma base de dados existe, criar e excluir uma base de dados, entre outros, mais adiante vamos utilizar o método CreateDatabase() para criar fisicamente a base de dados local no Windows Phone.

A próxima etapa é criar a string de conexão com a base de dados, utilizaremos a palavra chave “isostore” para informar que o arquivo ficará no Isolated Storage, após isso informaremos o nome da base de dados como Cliente.sdf. É na string de conexão que você pode inserir um senha de acesso a base de dados, informar uma cultura específica ou até mesmo criar uma base de dados somente leitura, para mais informações sobre string de conexões para o WP7 acesse http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202861(v=vs.92).aspx

Por último vamos definir uma tabela Cliente de acesso público e única no DataContext através de public Table Cliente.

No App.xaml.cs da aplicação , localize o construtor da classe e no final adicione o código abaixo, neste momento vamos criar uma base de dados usando o DataContext criado anteriormente, o código verifica se existe uma base de dados e caso não exista ele já cria uma nova base de dados.

using (ClienteDataContext ctx = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString))

? ? ?  if (ctx.DatabaseExists() == false)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ctx.CreateDatabase();
? ? ? ? ? ? ?  
? 
}

Para finalizar o artigo vou criar uma tela simples em Silverlight, sem se preocupar com o layout, a tela tem um botão chamado “add” que vai adicionar um registro na base de dados e logo abaixo um ListBox chamado “lst”, que está ligado através de databinding a propriedade ItemSource com uma ObservableCollection chamada Items, na propriedade Text vamos mostrar o nome do cliente também ligando através de databinding.


? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? Grid.Row="1" Margin="12,0,12,0">
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 

No constructor do MainPage vamos criar uma instância do DataContext chamado clienteDB :

clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);

No evento ? Loaded da MainPage, realizamos um consulta LINQ to SQL e já adicionamos o resultado em uma ObservableCollections chamada Items, que está ligado ao ItemSource da ListBox, veja como é prático ligar as informações na tela, neste exemplo como o foco é o conceito de local database, o projeto foi criado todo no code-behind da MainPage, mas você poderia criar usando o ViewModel e ligando o ObservableCollection com a View.

var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
select r;
Items = new ObservableCollection(result);

Para mais informações sobre LINQ:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb397897.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386976.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386913.aspx

Vamos agora para o código do botão “add” que vai adicionar os registros na base de dados, através do InsertOnSubmit() adicionamos o objeto ao DataContext e através do SubmitChanges(), o objeto é registrado na base de dados, por último, inserimos o objeto na coleção para que seja apresentado na tela.

Cliente c = new Cliente();
c.Nome = txtNome.Text;
clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
clienteDB.SubmitChanges();
Items.Add(c);

?

Código completo da MainPage:

? ?  public partial class MainPage : PhoneApplicationPage, INotifyPropertyChanged
? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ?  ClienteDataContext clienteDB;
? ? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? ? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? ? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private ObservableCollection _items;
? ? ? ? ? ? ?  public ObservableCollection Items
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return _items;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (_items != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  _items = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Items");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  // Constructor
? ? ? ? ? ? ?  public MainPage()
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  InitializeComponent();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  this.DataContext = this;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  select r;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items = new ObservableCollection(result);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  private void add_Click(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Cliente c = new Cliente();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  c.Nome = txtNome.Text;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.SubmitChanges();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items.Add(c);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ?  }

Links:

Boas Práticas:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh286406(v=vs.92).aspx

Mais informações sobre local database no Windows Phone :

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202860(v=vs.92).aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202876(v=VS.92).aspx

Alterações do esquema da base de dados:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh394018(v=VS.92).aspx

Out 28

Html5 – Edição de conteúdo e Web Storage (Exemplo)

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Como Html 5 é algo novo para mim e acredito que para muita gente que visita o blog, os meus exemplos irão se limitar a coisas simples, mostrando novidades básicas. No exemplo do post de hoje vou falar sobre duas novidades, a edição de conteúdo e o Web Storage.

Your browser does not support iframes.

Edição de conteúdo nada mais é do que colocar o Html da sua aplicação em modo de design, deixando que o usuário final possa editá-lo como um simples editor de texto, porém sem conhecer nada sobre Html. Essa funcionalidade parece ser algo inútil a primeira vista, porém ela pode se tornar poderosa se formos discutir sobre aplicações html5 offline.

Web Storage tem a função de persistir uma informação dentro de um escopo definido, com um espaço de armazenamento maior do que um cookie (bem maior), e que pudesse ser acessível em qualquer página a qualquer momento sem a necessidade de carregar essa informação de página por página. Essa API é dividida em 2 itens, sessionStorage e localStorage.

sessionStorage
Esse item da API serve para armazenar informação na sessão do cliente que está acessando sua aplicação. É interessante utilizar esse tipo de storage quando o usuário tem informações específicas para a sessão como por exemplo, você deseja abrir 2 janelas da sua aplicação e em uma janela fazer a configuração A e na segunda janela, fazer a configuração B sem que elas tenham interferência uma na outra. Esse tipo de storage também não é persistido, ou seja, quando a sessão fechar, todas as informações são perdidas

localStorage
Esse item da API serve para manter uma informação guardada por tempo indeterminado, ou seja, se o usuário fechar o browser e desligar a máquina e no dia seguinte acessar sua aplicação, ela poderá recuperar qualquer informação que tenha sido armazenada no storage. Para o pessoal que conhece Flex, essa função é idêntica ao SharedObject, pelo pouco que pude testar.

Utilização
A api é bem simples, todo armazenamento é baseado em CHAVE=VALOR e agora vou comentar sobre 3 métodos básicos para sua utilização:

1. setItem(key, value)
Utilizado para adicionar um item ao storage.
localStorage.setItem(‘nome’, ‘DClick’);

2. getItem(key)
Utilizado para recuperar o valor de uma key.
alert(localStorage.getItem(‘nome’)); //resultado ‘DClick’

3. removeItem(key)
Utilizado para deletar o registro referente a key.
localStorage.remoteItem(‘nome’);

Gostaria de ressaltar que os conceitos mostrados aqui são bem simples, apenas como algo introdutório ao assunto. Espero que estejam gostando!

Out 25

FormItemClassicSkin

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Adobe, Apresentação, AR, BI, blog, Blogs, C#, class, css, Dica, err, erro, error, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Google, ide, int, library, mg, MXML, O, on, reference, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, skins, spark, swf, team, tool, tooltip, UI, Validadores, XML @ 10 25th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
Fabio da Silva
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O FormItem quando usado com validadores irá informar visualmente quando a informação não for válida.

Não sei quanto a vocês mas gosto mais da forma de apresentação de erros do FormItem do MX, o do Spark acaba usando mais espaço do formulário e o do MX considero mais “elegante” por não ser tão chamativo quanto o do Spark.

Alterando o FormItemSkin original consegui criar um com os mesmos comportamentos visuais do MX. Umas coisas que me chamaram a atenção no skin original:
  • O skin part indicatorDisplay tem um toolTip fixo com a palavra Required, não sei porque o Flex Team não fez internacionalização (I18N).
  • O skin part contentGroup marcando os styles showErrorTip e showErrorSkin para true mostra a borda vermelha com o toolTip da mensagem de erro.
  • Deixei também a possibilidade de usar o indicador de requirido atual ou o tradicional asterisco vermelho. Para aplicar o skin e o indicador é só usar o css abaixo, o que chama atenção aqui é se forem invertidas as linhas o indicador não é aplicado.
@namespace s “library://ns.adobe.com/flex/spark”;
@namespace mx “library://ns.adobe.com/flex/mx”;
s|FormItem
requiredIndicatorSource: Embed(source=”Assets.swf”,symbol=”mx.containers.FormItem.Required”);
skinClass: ClassReference(“br.com.ouromoderno.skins.FormItemClassicSkin”)
O fonte do skin pode ser baixado aqui: FormItemClassicSkin.mxml.

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

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