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Nov 8

Cadastro de Interesse Dominando Flex e Java

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 4, 6, AR, BI, Blazeds, class, cool, CRUD, Eclipse, email, err, Flex, for, Formulário, Hibernate, IE, if, image, int, Introdução, Java, Livro, Livros, Messaging, mg, mysql, NaN, O, on, relatório, Relatórios, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, Spring, Tecnologia, UI @ 11 8th, 2010 | via http://flex.etc.br | 1 comentário
Daniel Schmitz
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O livro Dominando Flex e Java está muito perto de ser lançado! Você tem interesse na sua compra?? Preencha este pequeno formulário para receber em seu email uma oferta exclusiva, no dia de lançamento da obra:

http://bit.ly/CadastroFlexJava

 

Algumas informações sobre o livro:

  • Quantidade de páginas: 256
  • Principais Tecnologias abordadas
    • Flex
    • Java
    • Eclipse
    • MySql
    • JBoss
    • Tomcat
    • Blazeds
    • Spring
    • Hibernate
    • RTMP (Messaging)
    • JasperReports e iReports
  • Requisitos
    • Saber programar
    • Não é mostrado o que é if, for, essas coisas…
  • Capítulos
    • 1) Introdução
    • 2) Preparando o ambiente
    • 3) BlazeDS
    • 4) CRUD com Flex e Java
    • 5) Spring e Hibernate
    • 6) Criando um sistama real
    • 7) Criando aplicações RMTP
    • 8) Relatórios

Sumário completo: http://dl.dropbox.com/u/6740457/flex-java/Sumario-Livro-Dominando-Flex-Java.pdf

Nov 6

BPOS

Escrito por Alexandre Tadashi em 1, 4, 6, Access, api, Aplicativos, AR, BI, blog, Blogs, busca, buscas, business, class, cliente, comunicação, conferência, configuração, control, css, Curso, Cursos, dados, Dicas, email, err, etica, event, Evento, Eventos, Ferramenta, filter, filtra, Flex, for, Formulário, Formulários, gc, Google, ide, IE, if, image, int, internet, live, mg, Microsoft, mobile, Notícias, O, Office, offline, on, online, Outros, Partilha, produto, Projetos, RIA, Ria’s Geral, Segurança, server, serviço, Serviços, sharepoint, silverlight, site, TAT, Treinamento, Twitter, UI, uint, UX, Vídeo, web, window, windows, Windows Mobile, XP @ 11 6th, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Conheça o BPOS (Business Productivity Online Suite), um conjunto de produtos corporativos, fornecidos como serviços por assinatura, com baixo custo, hospedados pela Microsoft e vendidos por parceiros.
O BPOS disponibiliza ferramentas de colaboração e comunicação hospedadas que apresentam os seguintes benefícios:

* Alta disponibilidade
* Segurança abrangente
* Gerenciamento simplificado de TI

 
O BPOS é composto dos seguintes serviços online:

Implemente rapidamente mensagens de email que fornecem aos seus funcionários acesso online a calendários e contatos compartilhados, com modernas proteções de segurança, como filtragem de spam e antivírus através do Exchange Hosted Filtering, tem suporte ao Microsoft Office Outlook®, Outlook Anywhere e Outlook Web Access, permitindo que você tenha o melhor dos dois mundos, você tem o controle total da caixa dos emails de cada funcionário, podendo ter caixas de entrada de até 25 GB por usuário, o serviço tem suporte a dispositivos Windows Mobile® 6.0 e outros dispositivos Exchange ActiveSync® 12 , você terá flexibilidade para acessar de onde e como quiser os seus e-mails.


Compartilhe documentos, contatos, calendários e tarefas em um único local. Baseado no Microsoft Office SharePoint® Server 2007, o SharePoint Online fornece uma grande capacidade de colaboração possibilitando aos membros da equipe o trabalho eficiente em conjunto, encontrar recursos organizacionais, fazer buscas no site da Intranet e gerenciar conteúdo e fluxos de trabalho, com o SharePoint Online é possível criar portais de equipe de trabalho, gerenciar e personalizar formulários, administrar conteúdos, compartilhar documentos em um único local, assim como contatos, calendários e tarefas, ter acesso offline dos documentos através do Outlook, criar sites baseado em modelos , como um blog ou site wiki, entre outros recursos que possibilitam realizar de forma eficiente qualquer tarefa em equipe, gerenciar fluxo de documentos com segurança e melhorar de forma significativa a comunicação na empresa.


Permite aos usuários encontrar e se conectar rapidamente com a pessoa certa nos aplicativos que eles mais usam. O Office Communications Online proporciona acesso eficiente a programas de mensagem instantânea e presença que são gerenciados de maneira centralizada pelo departamento de TI e trabalham de forma transparente com um grande número de programas do Microsoft Office, possue mensagens instantâneas com chat baseado em texto usando Microsoft Office Communicator 2007, tem reconhecimento de presença contínua permitindo que usuários chequem a disponibilidade de outros usuários na rede, contém sensor de presença quando o usuário está utilizando aplicativos como Microsoft Office, com Outlook e sites do SharePoint, toda segurança corporativa com conexão diretamente ao serviço pela Internet sem conexões RAS ou VPN.


Conecta você com funcionários, clientes e convidados através de reuniões em tempo real, sessões de treinamento e eventos usando apenas um computador conectado à Internet. Os serviços de conferência hospedados na rede do Microsoft Office Live Meeting fornecem aos seus funcionários o poder de trabalhar juntos onde estiverem, agendar reuniões de projetos, trocar ideias e colaborar em quadros de comunicação sem os custos de viagem.

O Microsoft Office Live Meeting tem suporte ao cliente via Web para flexibilidade de atendimento remoto, você poderá compartilhar sua área de trabalho e ferramentas de quadro de comunicação, tem recursos que possibilitam criar apresentações em mídia avançada, vídeo conferência, permite gravar a reunião com alta fidelidade e possibilidade de uso de Web cam, sendo uma ferramenta completa e ideal para realizar qualquer atividade em grupo onde os usuários não estão no mesmo local.


Se você deseja implantar o BPOS em sua empresa e precisa de serviços de configuração, migração, treinamento e suporte ao BPOS, entre em contato comigo.

Twitter: @atsh2

Out 29

What the hell is UX?

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, análise, Análises, api, Aplicativos, AR, Arquitetura, Arquitetura da Informação, arte, auto, Banco de Dados, BI, blog, Botões, camp, class, cliente, comunicação, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, designer, empresas, err, erro, exemplo, Exemplos, Experiência do Usuário, Experiências, explicação, Ferramenta, filtra, for, Formação, Formulário, Geral, git, Google, ide, IE, if, int, interface, internet, layout, lista, lite, Livro, lógica, NaN, novidade, O, on, Outros, Palestra, problema, problemas, processo, procura, produto, programação, RIA, Ria’s Geral, Sem categoria, site, social, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, transição, Treinamento, Twitter, UI, usabilidade, user experience, UX, Ved, web, XP, zend @ 10 29th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Twitter!

Começamos este post afirmando que você ama UX, que você quer UX na sua vida a todo momento, a menos que… você seja um masoquista, e para atingir a satisfação você goste de experiências diferentes das quais a maioria das pessoas estão interessadas.
Portanto, a experiência que trataremos nesse texto é sobre a boa experiência, e se possível sobre a experiência maravilhosa…
A User Experience (UX) é mais comumente tratada pelo literal do seu nome, experiência do usuário, mas  afinal como essa matéria é de fato aplicada pelos profissionais da área de tecnologia e como é vista realmente.
O objetivo desse post é de maneira resumida (se você pensar em um livro) fazer você entender o que de fato é UX, o que não é UX, e como utilizar a UX em benefício próprio e do seu projeto.

Escrever sobre User Experience em milhares de páginas é fácil, isso tem sido feito a anos e as pessoas até hoje tem idéias diferentes sobre o mesmo tema, e poucos sabem definir com exatidão em poucas palavras do que afinal ele se trata. O difícil mesmo é trazer a informação correta e objetiva em um texto que é acessível a todos, e esse texto também é uma experiência pela qual você (usuário) está passando nesse momento, portanto espero que ele seja o mais agradável possível, e que cumpra sua função.

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O que não é UX


Acredito firmemente que para explicar UX é necessário antes de tudo mostrar o que não é UX, e vamos por tópicos.

- Usabilidade
Não é UX, e apesar de todos confundirem essa matéria com UX ela não é a experiência do usuário, ela ajuda a melhorar drásticamente a experiência, mas ela em si não é a própria experiência, portanto vamos descartar a Usabilidade do termo UX e vamos inseri-la como parte do processo de UX.
É comum, muito comum por sinal, você ver os profissionais de usabilidade se apoderando do termo UX, certamente porque foram eles sem dúvida que fizeram renascer  essa idéia na área de tecnologia, e vamos entender por tecnologia nesse texto todo o tipo de aplicativo e interface disponível que possui uma interação com o usuário.
Se você é um arquiteto de informação pode estar se perguntando porque eu disse renascer,  já que a idéia a esse respeito é de que o termo foi criado através da Usabilidade e que são esses profissionais unicamente que se preocupam com o bem estar do usuário, mas não é bem assim como veremos mais a frente. Por hora vamos ficar com a firme noção de que usabilidade não é UX.

- Arquitetura de Informação
Sei  que há uma discussão eterna de que Arquitetura de Informação e Usabilidade são as mesmas coisas, não vou entrar no mérito,  para esse texto Arquitetura é a disposição e organização da informação, que gera é óbvio a usabilidade (ou não).
E porque Arquitetura de Informação não é UX? Ela organiza a informação de forma a gerar ao usuário uma melhor experiência, esse é o seu objetivo, mas será que sozinha é capaz desse feito? Quem já não se deparou com sites extremamentes funcionais (usabilidade) e bem organizados (arquitetura) e cujo layout era para lá de ridículo, para não dizer horrível, e por fim apesar de cumprir bem com sua função não gerava uma boa experiência.

- Design
Ah sim, Design… a maioria das pessoas ama essa matéria,  somos todos apaixonados  pelas coisas bonitas e pela estética, no entanto, o estético e o belo também devem ser funcionais, de nada adianta uma boa interface se não funcionar, e de nada adianta funcionar se você não for capaz de chegar onde você quer.
Certamente Design não é UX, e isso parecia óbvio para você, mas óbvio não é saber que tal matéria é importantíssima para a experiência do usuário, visto que, digo novamente, a associação de UX a Usabilidade parece a cada dia mais forte, e infelizmente é isso que está fazendo as pessoas não entenderem do que se trata o termo UX.

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O que o mundo acha que é UX e porque nós pensamos diferente


Vamos frizar, vamos bater na tecla novamente, a maior parte das pessoas está pensando que UX é Usabilidade, não é incomum você ver gerentes de projeto, designers, arquitetos, todos substituindo o termo usabilidade unicamente por UX, dizendo equivocadamente “A UX do site está pronta?” tratando o layout, o design por esse termo, ou mesmo os wireframes, e por aí vai. Esse tipo de comentário faz a cada dia as pessoas banalizarem um termo que tem um grau alto de importância em um projeto.
Você cria aplicativos, sites, hotsites, para quem? Primeiramente ao cliente que te pediu, mas obviamente para um usuário que vai utilizar o sistema, esse usuário precisa ter uma boa experiência, ele precisa ter a sua satisfação atingida.
Nós não devemos pensar a User Experience como algo palpável, algo que pode ser visto, porque não pode, UX não é usabilidade, UX não é arquitetura, UX não é wireframes, UX não é o layout, design, etc.

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Mas afinal, o que é UX?


Se alguém te fizer essa pergunta e você tiver que explicar em uma frase o que você diria? Apesar de parecer complexo, UX não é nada complexo, e se resume sim em uma única frase.

UX É CONCEITO.
Simples, não tem mistério, não tem milhares de terminologias para definir UX, ninguém é dono dessa matéria, e ninguém pode dizer que é seu criador. Isso porque UX por ser conceito é algo muito mais antigo do que os arquitetos de informação atualmente comentam, como algo novo, criado por eles, como disse anteriormente, eles fizeram renascer o termo, mas não o criaram.
E porque UX é conceito?
Você depende de diversas matérias para que a experiência do usuário seja atingida com satisfação,  é necessário uma boa arquitetura da informação, uma boa usabilidade, um bom layout, uma boa estrutura de dados (de nada adianta também uma programação ruim, banco de dados lento) etc, e de tudo o que for importante para que a aplicação funcione e seja agradável, que atinga todos os  objetivos almejados pelo usuário, isso certamente trará a ele uma boa experiência. Ok, mas para que isso aconteça é necessário estudar alguns assuntos, e vamos trazer aqui uma idéia superficial disso, mas o nosso objetivo aqui é fazer você entender de maneira rápida o que de fato é UX e porque as pessoas tem usado esse termo de maneira equivocada.

Com o que foi escrito até agora acredito que você já entendeu boa parte da idéia, percebeu que Usabilidade, Design, e outras matérias trazem algo concreto (que gera a UX), e que UX é algo abstrato, por isso UX é conceito, tais matérias são responsáveis por uma boa UX ou uma UX ruim, claro que, nosso intuito é termos uma boa UX,  mas acredito que a partir de agora você não mais vai chamar um wireframe de UX, ou mesmo uma layout de UX, pois percebeu que a UX é algo experimentado, você pode dizer “Essa interface não me parece trazer uma boa UX…” pois antes mesmo de a mesma ir ao usuário somos capazes de avaliar todo o conjunto da obra, e pensar se o nosso usuário vai de fato ficar satisfeito com a aplicação.
Mas tem algo que você talvez ainda se pergunte, porque estamos insistindo que UX não é algo novo, vamos então ao assunto.

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História da UX voltando a Ergonomia


Poderiamos voltar na história da Bauhaus (escola de design) para tratar do assunto, mas isso estenderia demais o post, vamos resumir essa passagem.
Bauhaus é uma escola de design que se preocupou com ergonomia, em uma época em que as pessoas se preocupavam com produção, logo após a revolução industrial. As empresas faziam milhares de cadeiras, e quando tinham que pensar nos gostos do usuário apenas variavam a cor, então tinhamos milhares de cadeiras idênticas com cores diferentes, era azul, rosa, violeta e afins para todos os gostos, porém algo não era visto, o consumidor, e quem é ele? Ele é o usuário dessa cadeira, aquele que vai usá-la, então os designers da Bauhaus começaram a pensar na matéria de ergonomia, e a analisar como seria a cadeira ideal para um determinado tipo de usuário, e não só isso, mas para uma determinada tarefa que o usuário precisasse executar, logo a cadeira da sala não era igual a cadeira da cozinha e assim por diante. Estou sendo simplista.

Essa matéria foi criada pela Bauhaus? Não, claro que não, se a gente for voltar no tempo vamos chegar nos gregos e no seu estudo sobre simetria (porque o ser humano gosta do simétrico), e se voltarmos mais ainda vamos chegar na era da pedra… o homem sempre se preocupou com a UX, sempre se preocupou com a experiência do usuário, pois como disse, não somos masoquistas, pelo menos não a maioria de nós.

Assim sendo na web não aconteceu diferente, com a revolução tecnológica, com os milhares de sites surgindo, milhares de aplicativos, o mesmo erro voltou a acontecer, eram sites de todas as cores para todos os gostos, aplicações com botões azuis, rosas, vermelhos, mas poucos se preocupavam com a ergonomia desses sites e aplicações, e o que é a ergonomia na nossa área de tecnologia? Devemos pensar no tempo de exposição do usuário a aplicação, qual a finalidade da aplicação, que tipo de usuário majoritário temos para a aplicação, quais funcionalidades existem e como otimizar a informação ao máximo para que o usuário encontre o que necessita. Esse é apenas um resumo do resumo, a matéria é vasta, mas ergonomia para a nossa área existe, e hoje ela é chamada de UX.
Portanto não há nada novo aí, apenas o mesmo erro foi cometido e a mesma solução foi aplicada, tratar o usuário com o devido grau de importância.
Ok, mas você vai ainda perguntar, “Então como fazer uma boa UX?” com poucas palavras é difícil dizer, mas faremos o possível para que você entenda com um exemplo prático.

1. Curva de Aprendizado.
2. Curva de Satisfação.
3. Atender uma necessidade do usuário que ele desconhece.

Essas são as três chaves mestras para se ter uma boa UX, acredito que a primeira você já ouviu falar por todos os cantos mas a segunda talvez seja novidade, a terceira então… bom, vamos a explicação.

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Curva de aprendizado


A curva de aprendizado como sabemos é o período que o usuário leva para entender um site ou uma aplicação, esse período deve ser curto, o mais curto possível, porém existem exceções, e explicaremos logo mais.
Primeiro vamos a um exemplo prático, vamos utilizar o Twitter para ser avaliado.
Não é incomum a frase “Ninguém pode explicar o sucesso do Twitter…”

Escreverei minha visão particular, como autor do post, eu de fato ouvi essa frase por diversas vezes e por milhares de pessoas, mas será mesmo que não podemos explicar rapidamente o sucesso dessa ferramenta fantástica?
Sim podemos.
Ela possui elementos já conhecidos do usuário, vamos a eles:
- SMS
- Blog
- Rede Social
- ScrapBook (tão conhecido no Orkut)

Você vai concordar que quando se acessa o Twitter pela primeira vez leva-se algum tempo até entender o que está acontecendo, mas esse tempo de aprendizado é curto, pois nele há elementos que você já conhece, tal como os mencionados acima, e rapidamente você já está utilizando a ferramenta.

Então chegamos a uma conclusão, o tempo de aprendizagem do Twitter é curto, e portanto ele oferece uma boa experiência nesse quesito.
Mas é necessário que sempre a curva de aprendizado seja curta? Em regra sim, mas como disse há exceções, elas acontecem quando por exemplo você cria uma aplicação para uma empresa utilizar internamente, ela poderá ter situações diferentes que o usuário desconheça, pois a empresa poderá oferecer treinamento a seus usuários, mas reforço, essa é a exceção, pois quanto menor for esse treinamento melhor também será a aceitação dessa ferramenta, e se não houve necessidade então de treinamento …

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Nível de Satisfação


Hum, talvez você deva estar pensando em comida, ou talvez nem isso…  mas é fato, o ser humano precisa se satisfazer, e quando usamos uma aplicação não é diferente, é necessário um grau de satisfação para que voltemos a utlizá-la.
Quando lidamos com clientes eu digo que esse é o tema mais importante  e deve ser observado com cuidado.
Todo cliente necessita ter seu grau de satisfação atingido, ele tem uma expectativa em relação a aplicação que você está desenvolvendo, geralmente ele até já imaginou como é a interface dessa aplicação, então você tem duas soluções, ou mostra algo que ele vai olhar e dizer “ah, não era bem isso mas está bonito.” ou ele vai dizer “Fantástico, ficou melhor do que eu pensei”.
Acredite, não há meio termo, não vai existir a frase “Foi exatamente isso que pensei”, não mesmo, ou você supera as expectativas ou fica abaixo da média, quando você supera as expectativas ótimo, mas quando fica abaixo da média é que surgem os problemas.
Por conta do nosso primeiro usuário (o cliente) não ter atingido seu grau máximo de satisfação ele logo vai começar com frases bem conhecidas “não sei, talvez a gente possa mudar essa cor aqui.. “ ou “acho que precisa de mais texto”, ou ainda… “Vamos inserir alguns campos nesse formulário, estou achando meio pobre”, entre outros clássicos.
A culpa é dele? Não, o que aconteceu é que ele não atingiu seu nível máximo de satisfação e como todo ser humano ele vai tentar preencher  isso com alguma coisa, como não estamos tratando de comida, não basta só tomar um cafezinho e comer um chocolate…

Ok, mas não estávamos usando o Twitter como exemplo? Pois bem, voltemos a ele.
O nível de satisfação do Twitter é alto, é bem elevado, isso porque o usuário está usando uma aplicação que atendeu as suas necessidades, porém, resolvendo problemas de comunicação que ele desconhecia existir, vamos ao tema.

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Atender uma necessidade do usuário que ele deconhece


O que é isso? Como atender uma necessidade que o próprio usuário desconhece? Ninguém sabia que era necessário criar a roda até que ela existisse, foi criada a partir de uma necessidade, mas desconhecida pela maioria.
Assim foi com o Twitter, ele sanou um problema de comunicação que a maioria das pessoas sofria na internet, a falta de informação objetiva, poder seguir pessoas sem qualquer vínculo ou comprimisso. Claro que, se você quer uma informação um pouco mais aprofundada vai procurar um post como esse, e se ele não te sanar todas as dúvidas é provável que você compre um livro ou faça novas pesquisas, mas é certo que o Twitter é muitas vezes o início de tudo (você pode inclusive ter chegado aqui através dele), filtrando milhares de informações e otimizando a informação de algo que corre na velocidade da luz, a internet.

Por isso, e pelos motivos acima descritos ele é um sucesso, os seus criadores Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams fizeram o Twitter para atender suas próprias necessidades (a idéia mesmo foi do Dorsey), e quando isso acontece o resultado geralmente é atender a necessidade de outros tantos semelhantes.

Existem milhares e exemplos que podem ser usados como uma boa UX, tal como o Google, mas creio que você já tem como fazer suas próprias análises.

E para quem pensa que UX é Design (tópico para designers)…

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Arte que se explica não é arte, é artifício


A arte deve ser sentida, a arte deve ser experimentada, cada qual terá sua própria experiência através do Design, mas seja ela boa ou ruim, varia de pessoa para pessoa, de público para público.
Portanto primeira passo, para quem é o design, quem é o nosso usuário, e quem é nosso público final.
Temos evidentemente dois tipos de usuários em algumas situações. Quando possuímos um projeto que nos é solicitado por um cliente então algo deve ser muito bem avaliado, seu primeiro usuário será esse cliente, ele quem utilizará a aplicação pela primeira vez, e então depois dele será o cliente do cliente, o segundo usuário e este é o mais importante, tanto para você quanto para o seu cliente.
Porém é necessário que você agrade gregos e troianos, é imprescindível que você atinja todas as necessidades do cliente, e quando possível demonstre que entende e conhece o cliente dele, que você se preocupa com o usuário final e por isso tais coisas devem ou não serem implementadas. Acredite, se você agradar unicamente seu cliente, e não o cliente dele, o seu cliente pode dizer hoje “fico maravilhoso”, e amanhã dizer “aquela aplicação que você fez não é boa, ninguém gostou… ninguém acessa.”

O Design não precisa ser explicado, o que precisa ser explicado é a disposição da informação, as cores, mas não o seu conjunto, não adianta ficar inventando coisas do tipo “isso causa uma sensação de fluidez” quando isso não é sentido nem por você e nem pelo usuário, é diferente dizer, “essa sensação causada por essa transição chamamos de fluidez e os usuários gostam disso”.
É óbvio que existem milhares de matérias que  o designer deve conhecer para fazer uma interface, desde semiótica a teoria das cores, mas não adianta ser acadêmico, é a experiência, o dia a dia que vai fazer você criar uma boa interface, não esquecendo que você também é um usuário, pense como tal ao ver sua própria “arte”.

Esse post é o resumo de uma palestra ministrada aqui na DClick, muito poderia ser comentado mas a objetividade em textos é muito mais complexa que na fala, pois aqui estamos consumindo o seu precioso tempo.

Assim sendo, vou finalizar com alguns mitos a respeito de UX, que se precisar de algum comentário pode postar sua dúvida que estarei a disposição para responder.

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10 piores mitos a respeito de UX


- Mitos entre os Desenvolvedores

#1  O cliente não repara se o campo está  1px para a direita ou se está muito amarelo, o cliente quer saber se o aplicativo funciona.

#2 Não faz diferença se o canto é arredondado ou se não é, ninguém vai reparar nisto.

#3 A aplicação está lenta mas está funcionando, é isso que importa.


- Mitos entre os Designers

#4 O Cliente deve ser ouvido

#5 O Cliente é quem define as cores

#6 O usuário deve ser ouvido

#7 O layout é que faz vender o produto


- Mitos entre os Arquitetos de Informação

#8 Site acessível tem que ser “feio”

#9 Todas as páginas devem ser acessíveis em 3 Cliques

#10 Seu usuário é como você

Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
@eduardohorvath

Set 24

Aprendendo PHP – parte 2

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 4, 6, action, Air, AR, arte, Artigo, BI, blog, class, dados, Dica, Download, email, exemplo, Exemplos, for, Formulário, Formulários, html, IE, if, image, Java, Javascript, Livro, Livros, Mac, mg, mysql, NaN, Number, O, on, Orientação, Orientação a Objetos, padrão, Password, Pessoal, PHP, Plugin, produto, programação, pt, RIA, Ria’s Geral, servidor, social, string, TAT, UI, UX, web, XP @ 09 24th, 2010 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Olá, pessoal!

No artigo anterior vimos um pouco do que é o PHP e de como a aplicação é executada. Neste artigo, veremos como transmitir, ou melhor, enviar dados ao arquivo.php através de um form (html). Mas antes de iniciarmos o estudo, gostaria de sugerir os livros a seguir para auxiliar na aprendizagem:

Pronto! Agora vamos ao trabalho. Primeiro vamos criar o arquivo contato.html para obter as informações. No nosso formulário poderemos o method GET ou POST. Vejamos a diferença entre eles:

O método GET transmite os dados primeiramente ao servidor web onde será armazenados temporariamente numa variável de contexto denominada QUERY_STRING.  Em seguida o arquivo indicado na diretiva action é acionado através da url e os dados transmitidos são exibidos após o a url utilizando o (?) para separar, por exemplo: http://www.versallini.com.br/mail.php?nome=Fulano. Já o método POST transmite os dados diretamente ao endereço que constar da diretiva action. Mas para isso é utilizado um script CGI para extrair os dados, normalmente o servidor PHP já vem com um script default (padrão).

Agora que já sabemos a diferença entre os métodos de envio vamos criar o nosso arquivo com o formulário:

?Download contato.html
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<html>
<head>
<title>Aprendendo PHP - parte 2</title>
</head>
<body>
  <form action="confirmacao.php" method="POST">
    <fieldset>
    <legend>Inscrição:</legend>
     Nome: <input type="text" name="nome"><br>
     Email: <input type="text" name="email"><br>
     Senha: <input type="password" name="senha">
    </fieldset>
    <input type="submit" value="Enviar" />
  </form>
</body>
</html>

Veja como ficou:

Vamos criar agora o arquivo confirmacao.php. Para isso, precisamos entender que no php existe 3 comandos que permite a captura dados enviados por formulários, são eles: $_POST, $_GET e $_REQUEST. O $_REQUEST serve para capturar dados enviados através de qualquer um dos 2 métodos (GET ou POST), portanto é o melhor a ser usado no exemplo pois depois é possível mudar o método no formulário para GET sem precisar modificar o arquivo php. Vamos criá-lo:

?Download confirmacao.php
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<?php
 
  // Declarando variáveis
  $Nome = $_REQUEST['nome'];
  $Email = $_REQUEST['email'];
  $Senha = $_REQUEST['senha'];
 
  // Exibindo os dados na tela
  echo "<h2>Confirmação de Dados</h2>";
  echo "Nome: $Nome<br />";
  echo "Email: $Email<br />";
  echo "Senha: $Senha<br />";
 
?>

Lembre-se de salvar os arquivos no diretório raiz do seu servidor web, no caso do EasyPHP é o www. Pronto! Vamos ver o resultado após o envio dos dados conforme a imagem anterior.

Fácil, né!? Neste exemplo utilizamos o método POST no formulário (html), experimente substituir por GET e veja a diferença na URL após o envio dos dados. Qualquer dúvida, comentem!

Um abraço

OBS.: Os exemplos são bem básicos devido a muitos colegas não terem nenhuma experiência com programação. Reforço a necessidade e importância da leitura de bons livros, juntamente com a prática. É isso!

Set 18

Aprendendo PHP – Parte 1

Escrito por Gabriel Versallini em .NET, 1, 4, 6, api, AR, arte, Artigo, auto, back, BI, blog, class, código, configuração, control, Documentação, Download, err, erro, for, Formulário, Formulários, git, Google, html, ide, IE, if, image, instalação, int, internet, Java, Javascript, mg, Number, O, on, PHP, php5, Plugin, programação, pt, RIA, Ria’s Geral, server, servidor, social, Tutorial, UI, web, window, windows, zend @ 09 18th, 2010 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Fala, galera! Visto a dificuldade dos colegas de faculdade em compreender a linguagem e seu funcionamento resolvi postar uma série de posts para iniciantes. Então, vamos ao trabalho.

Em primeiro lugar, é importante saber que o PHP é uma linguagem Server-Side, ou seja, todo o código PHP é executado no servidor e o html exibido no navegador de internet. Para iniciarmos nosso estudo precisaremos ter um servidor web instalado. Para usuários Windows existe algumas soluções que facilitam a instalação e configuração desse servidor, são eles:

  • EasyPHP – http://www.easyphp.org/
  • WampServer – http://www.wampserver.com/
  • Vertrigo – http://vertrigo.sourceforge.net/?lang=pt

Basta baixar o arquivo de instalação, clicar em “Next > Next > Finish” e pronto. Para verificar se seu servidor web, foi instalado com sucesso abra o navegador e execute a url http://localhost/, no caso do EasyPHP será exibido uma página conforme mostra a imagem abaixo.

001

O localhost exibe o conteúdo da pasta www localizada dentro da pasta de instalação do servidor EasyPHP, no meu caso o caminho é C:Program FilesEasyPHP5.3.0www. O EasyPHP permite que você aponte o localhost para qualquer outra pasta através da url http://localhost/home/. Agora vamos ao código PHP, abra o Bloco de Notas, Notepad++ ou qualquer outro editor de sua preferência e digite o código abaixo:

?Download index.php
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<?php
 
  /**
   * Aprendendo PHP - Parte 1
   * Calculando o Índice de Massa Corporal
   */
 
  // Declarando variáveis
  $Nome   = "Gabriel";
  $Altura = 1.93;
  $Peso   = 83.650;
 
  // O IMC é o Peso dividido pelo quadrado da Altura
  $Altura *= $Altura;
  $IMC    = $Peso / ($Altura);
 
  // Exibindo o resultado
  echo "<h1>";
  echo "Olá, ".$Nome."!";
  echo "<br>";
  echo "Seu IMC é ".$IMC."";
  echo "</h1>";
 
?>

Salve o arquivo como index.php dentro na pasta www do nosso servidor web e abra a url http://localhost/, o resultado será:

002

Vamos acrescentar um pouco mais de código fazendo uso da estrutura de controle IF para determinar a situação do seu IMC, utilizando o código abaixo:

?Download index.php
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<?php
 
  /**
   * Aprendendo PHP - Parte 1
   * Calculando o Índice de Massa Corporal
   */
 
  // Declarando variáveis
  $Nome   = "Gabriel";
  $Altura = 1.93;
  $Peso   = 83.650;
 
  // O IMC é o Peso dividido pelo quadrado da Altura
  $Altura *= $Altura;
  $IMC    = $Peso / ($Altura);
 
	// Usando a estrutura de controle IF para definir a situação
	if ($IMC < 18.5) {
	      $Situacao = "Magreza";
	} elseif ($IMC > 18.5 && $IMC < 24.9) {
	      $Situacao = "Saudável";
	} elseif ($IMC > 24.0 && $IMC < 29.9) {
	      $Situacao = "Sobrepeso";
	} elseif ($IMC > 29.9) {
	      $Situacao = "Obsidade";
	}
 
  // Exibindo o resultado
  echo "<h1>";
  echo "Olá, ".$Nome."!";
  echo "<br>";
  echo "Seu IMC é ".$IMC."";
  echo "<br>";
  echo "Sua situação é ".$Situacao."!";
  echo "</h1>";
 
?>

Peso saudável, mas estou precisando dar uma malhada. Hehehe! Caso não tenha conseguido chegar ao resultado desejado, veja se realizou todos os passos corretamente, se o arquivo foi salvo na pasta correta ou se cometeu algum erro de digitação. Não deixe de usar a documentação do PHP, não é vergonha alguma. Veja, clicando aqui. No próximo artigo, veremos uso do PHP em formulários.

Até a próxima!
Abraço

Set 5

Serial Adobe Flash Builder 4 Free

Escrito por Leonardo França em 1, 4, 6, Access, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Adobe, api, Aplicativos, app, AR, ASDoc, auto, browser, bug, builder 4, Catalyst, class, ColdFusion, css, Curso, Cursos, custom, Debug, Desenvolvimento, development, Download, Eclipse, err, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Catalyst, Flash Platform, Flex, for, Formulário, free, gc, html, ide, IE, if, image, int, Java, layout, Mac, mg, monitor, MXML, O, on, PHP, platform, player, produtividade, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, Soap, swf, Tecnologia, template, tool, UI, uint, wave, web, Widget, Widgets, XML, XP @ 09 5th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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Adobe Flash Builder 4O Adobe Flash Builder 4 é uma IDE de desenvolvimento para criação de aplicativos RIA baseados na Flash Platform, baseada no Eclipse, possui recursos avançados para aumentar sua produtividade no desenvolvimento de aplicativos RIA. O que pouca gente sabe é que a Adobe oferece gratuitamente a verão Standard do Flash Builder para estudantes, professores, desempregados e caso você queira usar para divulgar a tecnologia.

O que pouca gente sabe é que a Adobe oferece gratuitamente a verão Standard do Flash Builder para estudantes, professores, desempregados e caso você queira usar para divulgar a tecnologia.

Para adquirir sua cópia, basta preencher o formulário do seguinte endereço:
http://www.adobe.com/devnet/flex/free/index.html
Caso queria outras ferramentas como ColdFusion Builder, segue o link:
https://freeriatools.adobe.com/

Adobe Flash Builder 4 Features

  • Data-centric development with Introspect Java, PHP, Adobe ColdFusion, REST, and SOAP services to display methods and properties in the new Data/Service Explorer.
  • Integration with Adobe Flash Catalyst.
  • Network Monitor (Premium edition only).
  • Command line build (Premium edition only).
  • Flex unit testing integration (Premium edition only).
  • Automatic generation of common code.
  • Code refactoring.
  • Rich visual layout.
  • Debugger improvements.
  • Custom templates in new MXML, ActionScript, and CSS files.
  • Flex Theme Browser.
  • ASDoc support.
  • Adobe Flash Professional workflow
  • Skinning and styling enhanced
  • Part of Creative Suite 5 Web Premium.

Ago 30

Os 45 tutoriais de Adobe Flex mais procurados

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2009, 3d, 4, 6, abas, Accordion, Actionscript, Adobe, Adobe Flex, AR, as3, AUG, BI, blog, bug, class, classe, cliente, Componente, Curso, custom, dados, Data Binding, DataGrid, Debug, degrafa, Design, Dica, dynamic, email, encode, encoder, Estilo, externalInterface, facebook, flash, Flex, Flex 3, Flex Builder, for, Formulário, Formulários, galeria, Google, Google Maps, Gráfico, how-to, html, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, internet, Introdução, itemRenderer, Java, Javascript, jogo, JQuery, lista, map, maps, MXML, mysql, NaN, O, on, photoshop, PHP, player, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, rss, tag, TAT, Tech, Tema, Tutoriais, Tutorial, UI, web, Webservice, Widget, window, windows, XML @ 08 30th, 2010 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Está procurando alguns tutoriais de Adobe Flex? O blog Design Your Way separou 45 tutoriais muito bacanas para Adobe Flex, eu separei os que eu achei mais interessantes e relevantes.

Aproveite e bons estudos!

01º Flex MP3 Player

02º XML Básico com Flex 3

03º Criando uma galeria 3D do Flickr com Flex e Awaya3D

04º Usando a classe TextRange

05º Construindo um ItemRenderer para TileList

06º Rotacionando a ViewStack em forma de Cubo

07º Drag Drop simples no Flex

08º Cursor customizado no Flex

09º Como fazer gráficos no Flex

10º Visualizador de imagens em miniaturas no Flex

11º Jogo da Velha em Flex com Degrafa

12º Formulários no Flex

13º Sistema de Login em Flex com PHP

14º Pegando informações de músicas do WebService da Amazon com o Adobe Flex

15º Instalando e usando o Google Maps no Flex

16º Galeria de imagens com o componente Accordion e XML no Flex

17º Interação entre Flex e Javascript

18º Múltiplos uploads com JQuery e Flex ou Flash

19º Desenvolvendo janelas em Flex ou Flash para o Adobe Photoshop

20º Criando um cliente Digg em Flex

21º Introdução ao Data Binding

22º Data Grid com XML

23º Usando Flex, PHP e Json para modificar dados no MySQL

24º Trabalhando com o Debugger no Adobe Flex Builder

25º Criando um relógio de contagem regressiva em Flex

26º Transmitindo dados entre Flex e PHP usando Json

27º Criando um leitor de Feeds (RSS) em Flex

28º Como criar um gráfico de Bolhas em Flex

29º Usando Item Renderes

30º Criando um formulário de email em Flex com PHP

31º Criando grandes listas dinâmicas em Flex

32º Encodificador assincrono de JPEG

33º Criando seu jogo de aventura no Adobe Flex

34º Mudando o identificador de seleção de uma Lista no Flex

35º Criando um player customizado do You Tube em Adobe Flex

36º Criando uma lista de contatos usando Flex e XML

37º Criando um album de fotos do Facebook em Flex

38º Modificando o estilo da linha selecionada na Data Grid

Ago 23

Crie uma aplicação AIR com Adobe Air Launchpad

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 4, 6, abas, Adobe, Adobe Air, Air, app, AR, arte, auto, BI, botão, código, configuração, Diversos, Download, err, exemplo, Exemplos, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flex, for, Formulário, html, IE, image, int, labs, menu, mg, NaN, O, on, Outros, RIA, Ria’s Geral, site, Tech, Tutorial, UI, uint, update, XP, zend @ 08 23rd, 2010 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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A Adobe está sempre inovando trazendo ferramentas úteis para o nosso dia a dia. Desta vez é a Air Launchpad, um aplicação que cria o básico de uma aplicação Adobe Air. Nos sites a seguir, você poderá obter mais informações sobre o lauchpad:

  • http://corlan.org/2010/08/23/adobe-air-launchpad-helps-you-creating-air-appsprojects/
  • http://labs.adobe.com/technologies/airlaunchpad/
  • http://www.riagora.com/2010/08/adobe-air-launchpad/

Agora que você já conheceu um pouco desta aplicação, vamos a um mini tutorial. Inicialmente você deve instalar a aplicação em seu computador. Acesse o seguinte endereço:

http://labs.adobe.com/downloads/airlaunchpad.html

e clique no botão “Install Now”. Surge então o instalador do Adobe Air. Instale a aplicação e aguarde até ela ser carregada. A tela inicial é a seguinte:

image

 

Comece então a preencher as informações sobre a sua aplicação, selecionando inclusive alguns checks como por exemplo o AutoUpdate. Veja que quando você seleciona Icons, surgem algumas caixas no lado direito do formulário. Basta arrastar os ícones para os respectivos lugares).

image

Ao clicar em next, vamos para a parte de configuração da aplicação. Neste ponto você seleciona diversos itens tais como centralizar a janela ao inicializar, detectar se a aplicação fica idle (away), entre outras. Na próxima etapa, Samples,  pode-se adicionar diversos códigos prontos dentro da aplicação. Dessa forma, você pode ver os códigos e aprender como usar o clipoboard, exibir pdf, salvar no banco, entre outros.

Na última tela você configura o destino do arquivo de importação. Após escolher a pasta, clique no botão “Generate AIR Project”. Veja que existe uma check box chamado “Create install badge”. Este item cria um instalador para a sua aplicação (o mesmo que foi usado para instalar o LaunchPad). Basta arrastar uma figura com as dimensões 215×180 pixels.. Clique no botão Generate Air Project para terminar a configuração.

O projeto é gerado, e chega o momento de importá-lo para o Flash Builder.  Abra o Flash Builder e acesse o menu File, Import, Flash Builder Project. Em “Import project”, selecione o item Project Folder e aponte para o diretório que você gerou a aplicação AIR:

image

Clique no botão finish, e com o projeto devidamente importado e selecionado no Package Explorer, clique no botão Run. A aplicação irá rodar, conforme a figura a seguir:

image

Veja que os exemplos selecionados estão definidos nas abas da aplicação. Um prato cheio para quem quer aprender um pouco mais de Adobe Air, com exemplos bem úteis.

Jul 8

50% do software é design

Escrito por Daniel Lopes em 1, 4, 6, app, apple, AR, arte, bar, BI, blog, Botões, camp, Censo, class, cliente, código, Cotidiano, Curso, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, designer, egenial, Empreendimento, Emprego, empresas, exemplo, explicação, falha, flash, for, Formulário, frontend, FullScreen, gmail, ide, IE, if, int, interface, iphone, lógica, loop, Mac, Mate, Mercado, mg, O, on, oop, Pessoal, produto, Projetos, RIA, Ria’s Geral, screen, server, Software, swf, TAT, Tecnologia, Tema, Teste, UI, Ved, Vídeo, web, XP, zend @ 07 8th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Esta semana eu estava dando uma olhada na grade do curso de Frontend da Egenial que vai começar neste sábado. Lendo sobre o curso veio novamente aquela lembrança de como o mercado, principalmente brasileiro, é fraco em produtos agradáveis de serem usados.

Por exemplo, eu não conheço nada semelhante ao Shopify em português, muito menos algo como o Basecamp. Que existem concorrentes brasileiros existem, mas por que todos são extremamente inferiores e conseguem até gerar ódio dos usuários?

Não entendo e nem quero entender nada de design

Muitos desenvolvedores criam seus projetos, abrem empresas, montam startups ou entregam produtos para clientes sem ter a consciência que talvez o seu código suado não tenha valor nenhum.

Alegando o contrário, você vai dizer que fez a analise do que era necessário, possui testes, empregou as melhores tecnologias, conversou com o cliente em todas as etapas e agora está tudo exatamente como combinado.

Porém existe uma coisa que a grande maioria das pessoas da área de TI não se preocupa. A interface, ou seja, como será usado seu sistema.

Amor a primeira vista

Em um produto material (não virtual) várias coisas contam, por exemplo a textura, como as coisas funcionam, a matéria prima empregada, como foi empregada, os encaixes e etc. O contato com o produto é físico e apenas por tocar um produto você consegue dizer se ele é uma porcaria ou não e se tem utilidade ou não.

No caso de produtos virtuais esse contato não existe e o mais próximo que temos da situação acima é contato com a interface do sistema.

Agora imagine o seu código lindo e maravilhoso embrulhado em telas cinzas e com 50 campos de formulário sem nenhuma lógica ou explicação?

Qual reação o usuário terá? Com um único olhar ele vai entender isso tudo como uma grande porcaria que é obrigado a usar pois faz parte do seu cotidiano. Quantas vezes você não vê pessoas reclamando que é uma falha no sistema? A grande maioria das vezes são apenas dificuldades que esta pessoa está tendo para entender como as coisas devem fluir naquele emaranhado de botões e campos.

Pensar como as telas vão ser desenvolvidas, quais são os passos lógicos que o usuário deve tomar, quais telas devem existir e quais não devem é sim parte do trabalho do desenvolvedor.

Para entregar um produto de real qualidade para quem vai usar seu sistema todos os dias é necessário que todas as pessoas da equipe entendam que a interface e o design são no mínimo 50% do produto e que o usuário deve abrir seu sistema e se sentir confortável. É assim que você se sente ao ligar seu Macbook ou seu iPhone. Você também não usa seu Gmail com medo de fazer uma bobeira por não saber onde está clicando. No seu produto não deve ser muito diferente.

Você não precisa se tornar um exímio desenhista e criar logos e ícones mas você precisa ter o censo crítico para identificar que seu produto é uma porcaria ou uma maravilha. Também deve ser capaz de conversar com os designers da sua equipe de igual para igual se aquela barreia que existe na maioria das empresas.

Design de UI NÃO É ARTE!

Design de software é quase nada de trabalho artístico e muito, mas muito, trabalho racional. Se ainda está relutante se deve entender algo sobre design ou não eu recomendo fortemente este vídeo para você entender porque um negrito em local é mais importante que um itálico:

<object height=”360″ width=”540″><param /><param /><param /><embed src=”http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6702766&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=b30000&amp;fullscreen=1″ height=”360″ width=”540″></embed></object>

Por onde começo?

Com tudo isto em mente, se tornar um “Devgner” (como costuma dizer Lee Brimelow) é extremamente complexos (se ainda não viu o vídeo acima veja logo).

Voltando ao começo deste post, este curso de Frontend é algo que venho sugerindo ao pessoal da Egenial e conversando com eles a bastante tempo por todos estes motivos acima. Recomendo que você comece fazendo os seus softwares melhores através deste primeiro passo com o curso.

Jul 4

Curso de Rails pelo RailsMG

Escrito por Daniel Lopes em 1, 4, 6, Air, AR, bar, blog, camp, class, Curso, demo, Desenvolvedor, Design, editores, egenial, encontro, event, Evento, Eventos, Experiências, for, Formulário, git, Google, gratuito, ide, IE, image, iniciação, int, Introdução, mg, O, on, OReilly, Projetos, pt, rails, railsmg, Revisão, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, TAT, Tema, Treinamento, Twitter, UI, Vagas, Ved, web, XP @ 07 4th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Desde o fim do ano passado a cada mês o nosso grupo de Ruby local, o RailsMG, organize no mínimo um encontro por mês. Tem sido uma ótima forma de mantermos o contato com os Raillers da região, encontrar vagas e candidatos para projetos, troca de experiências e etc.

Apesar do sucesso dos eventos, até hoje nunca tínhamos feito nada para pessoas que ainda não conhecem Ruby e Rails. Pensando nesta necessidade resolvemos criar um curso gratuito para iniciação em Rails.

Com a ajuda do Edgard Davidson conseguimos o apoio da UNA, que nos concedeu um espaço para o treinamento.

O treinamento será um mini-curso de 3 horas, realizado no próximo sábado (10/07) começando as 9:00 na UNA Campus Barro Preto Rua Goitacazes, 1159, bairro Barro Preto – Belo Horizonte – MG – Sala 1004.

O público alvo são pessoas que estejam começando com Rails ou que ainda não começaram mas tem interesse. Passaremos por uma pequena introdução ao Ruby e motivações da linguagem até a criação de uma pequena aplicação em Rails.

Eu vou ser o instrutor do curso e vou abordar Rails 3.0 e Ruby 1.8.7. Também pretendo dar uma rápida demonstração do ecossistema de um desenvolvedor Rails, incluindo Git, TDD com Rspec e Steak, terminal, editores e IDE’s entre outras coisas mais.

O curso é gratuito mas as vagas são limitadas (apenas 40) por causa do espaço e não temos previsão para outro treinamento além deste. Então corra e faça sua inscrição através deste formulário

Esperamos vocês lá ;)






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