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Jan 3

SharedObject com Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, Aplicativos, app, AR, BI, botão, browser, C#, class, cliente, código, Cookie, Curso, dados, demo, Download, err, event, EventListener, events, exemplo, Ferramenta, filter, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, function, Geral, git, Google, handle, html, ide, IE, if, image, instalação, int, live, mg, O, on, Outros, Partilha, player, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, S+S, server, servidor, swf, TAT, UI, uint, update, Ved, web, window @ 01 3rd, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.

O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.

  • Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
  • Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server

Vejamos o primeiro caso:

Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR

Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possível utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.

  • Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
  • Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
  • Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
  • Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
  • Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:

  • No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
  • Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
  • Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. var nc:NetConnection;
  4. function init():void
  5. nc = new NetConnection();
  6. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  7. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  8. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  9. trace(evt.info.code);
  10. init();

Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:

NetConnection.Connect.Success

Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  2. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  3. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  4. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  5. so.connect(nc);

O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  2. mc_ball.x = so.data.x;
  3. mc_ball.y = so.data.y;

Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  2. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  3. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  4. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  5. mc_ball.startDrag();
  6. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  7. mc_ball.stopDrag();
  8. function update(evt:Event=null):void
  9. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  10. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);

Segue o código completo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. import flash.net.SharedObject;
  4. import flash.events.SyncEvent;
  5. import flash.events.MouseEvent;
  6. import flash.events.Event;
  7. var nc:NetConnection;
  8. var so:SharedObject;
  9. function init():void
  10. nc = new NetConnection();
  11. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  12. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  13. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  14. {
  15. trace(evt.info.code);
  16. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  17. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  18. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  19. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  20. so.connect(nc);
  21. }
  22. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  23. mc_ball.x = so.data.x;
  24. mc_ball.y = so.data.y;
  25. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  26. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  27. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  28. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  29. mc_ball.startDrag();
  30. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  31. mc_ball.stopDrag();
  32. function update(evt:Event=null):void
  33. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  34. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
  35. init();

Veja uma demostração em funcionamento:

Download sharedBall

Dez 14

O eCommerce brasileiro em 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, BI, C#, class, Curso, Desenvolvimento, Dica, e-commerce, empresas, err, esporte, exemplo, Ferramenta, for, Geral, ide, if, image, imagens, int, Mate, Mercado, mg, O, on, online, Outros, portal, produto, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, tag, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.

Plataforma Pr?pria x Tercerizada

O primeiro aspecto espec?fico analisado foi exatamente se os e-commerces trabalham com plataforma pr?pria, ou terceirizada. Descobriu-se que 53,86% das empresas t?m sua pr?pria plataforma e 46,15% utilizam um servi?o terceirizado.

ERP?

Verificou-se, tamb?m, quantas empresas possuem o Enterprise Resource Planning – ERP integrado o seu sistema. A diferen?a em porcentagem entre as que possuem e as que n?o ? pequena. 57,69% delas afirmaram ter o ERP integrado, e 42,31% alegaram n?o ter. Na ?rea de desenvolvimento, 42,31% das lojas virtuais possuem equipe pr?pria, mas 57,69% prefeririam n?o informar a respeito.

Atendimento Online

Outro fator analisado foi a exist?ncia de atendimento online, em tempo real, aos consumidores durante a realiza??o da compra. Essa ferramenta utilizada pelos e-commerces facilita para os consumidores tirarem suas d?vidas a cerca do produto, da entrega e dos prazos, por exemplo. A grande maioria das lojas virtuais entende a import?ncia desse recurso e 61,54% afirmam utiliz?-lo para facilitar a intera??o com o seu p?blico. 38,46% n?o fazem uso do atendimento via chat.

Selos de Seguran?a

A grande maioria dos sites utiliza com algum selo de seguran?a, o que visa trabalhar, ainda mais, a confian?a do p?blico alvo na empresa. Esse n?mero chega ao 73,08% dos sites pesquisados. E apenas 26,92% deles ainda n?o possuem algum selo.

Como expor os produtos no e-commerce

Uma parte da pesquisa trata dos produtos disponibilizados nas lojas virtuais: como eles s?o divididos no site, suas categorias, se possuem fotos para ilustra??o e se possuem um est?dio pr?prio para cadastro do produto.

Categorias

Ao catalogar em quantas categorias os produtos normalmente s?o divididos no site, obtevese uma gama de resultados que variam entre uma e nove categorias diferentes. Pouco mais da metade das empresas, cerca de 57,69%, fazem essa divis?o em nove categorias diferentes. Uma parcela de 11,54% trabalha apenas com duas categorias e 7,69% das lojas virtuais pesquisadas trabalham com duas divis?es: tr?s e cinco categorias diferentes. Apenas 3,85% das empresas trabalham com uma categoria. A mesma porcentagem trabalha com quatro, seis e oito categorias diferentes.

Fotos

As fotos que ilustram os produtos servem para que o consumidor possa conhec?-lo, observar seus aspectos materiais e ter uma ideia do tamanho e do peso, por exemplo.
88,46% das empresas participantes da pesquisa alegaram utilizar imagem para identificar o produto em mais de 90% das suas ofertas. 3,85% das lojas fazem uso das imagens em 70% dos seus produtos e a mesma parcela alegou o faz em at? 90% dos casos.
Sobre os est?dios pr?prios para o cadastramento de seus produtos, a pesquisa revelou que 73,08% das lojas o possuem e 26,92% n?o.

Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados

A pesquisa observou o setor em que essas lojas virtuais trabalham. Em primeiro lugar est?o as voltadas para a moda masculina, com 23,08% do mercado. Em seguida, com 19,23%, est?o as lojas voltadas para eletr?nicos e inform?tica. O setor de alimentos ocupa cerca de 5,38% do mercado e o de animais de estima??o, 11,54%. O ramo de esportes tem uma parcela de 7,69% e o de marketing e embalagens, 3,85% cada.
O tempo de exist?ncia do e-commerce na rede ? um fator significante, que pode influenciar no n?mero de vendas realizadas. Quanto maior esse tempo, maiores as chances do p?blico estar familiarizado com a empresa, criar uma rela??o com a mesma e gerar, afinal, credibilidade e confian?a nos seus servi?os. A pesquisa revelou que 34,62% das lojas virtuais existem h?, no m?ximo, tr?s anos. Outros 30,77% est?o no mercado h? menos de um ano e uma parcela de 23,08% tem de tr?s a cinco anos. Apenas 11,54% dessas empresas existem h? mais de cinco anos.

Dez 14

Dicas para ser levado a sério

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, api, app, AR, arte, Artigo, auto, BI, C#, Censo, class, cliente, Curso, Dica, Emprego, err, fonte, for, Geral, html, ide, IE, if, image, int, Liderança, lista, Mercado de Trabalho, mg, Motivação, O, on, Outros, Pessoal, problema, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, VOZ, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Voc? j? percebeu que, em qualquer grupo, algumas pessoas s?o naturalmente levadas a s?rio, e outras n?o? E isso raramente tem rela??o com ser ou n?o sisudo – o indiv?duo de gravata com mais cara de brabo e sem gra?a numa equipe pode n?o ser levado a s?rio por ningu?m, e o colega que est? sempre de bom humor pode ser visto com respeito por todos.

O que h? em comum entre as pessoas que s?o levadas a s?rio? ? dif?cil fazer uma lista completa, mas no caso das pessoas em posi??o de lideran?a (formalizada ou n?o), eu gosto de uma defini??o de W. E. B. Griffin: o que elas dizem tem um tom especial, que indica “eu serei levado a s?rio” – ou “eu serei obedecido”, no caso da lideran?a aliada a chefia formal. Mas esse tom n?o ? produzido pela voz, e sim pelas atitudes, que aos poucos conquistam o respeito dos que est?o ao seu redor.

E o que os outros v?em em n?s, por interm?dio das nossas atitudes, come?a nas nossas escolhas e no modo como n?s mesmos nos vemos – em outras palavras, o caminho come?a quando n?s mesmos come?amos a nos levar suficientemente a s?rio. O artigo “5 Reasons People Don’t Take You Seriously and How to Fix It” apresenta uma s?rie de raz?es pelas quais as pessoas podem n?o estar levando voc? a s?rio, e convido voc? a pass?-las rapidamente em revista neste meu resumo.

Vamos a elas:

N?o manter a palavra

Isso n?o significa exatamente a mesma coisa que “ser mentiroso”, neste contexto. Significa anunciar freq?entemente planos e inten??es que na pr?tica voc? acaba n?o realizando, fazer promessas que n?o poder? cumprir, ou mesmo que n?o pretende cumprir. A cada m?s voc? anuncia que vai fazer uma dieta, que vai melhorar as condi??es de trabalho da equipe, e que no s?bado que vem vai levar a fam?lia toda para a praia – e nunca cumpre? Ent?o pare de anunciar que vai fazer as coisas que dependem apenas de voc?, e adote a pol?tica de faz?-las primeiro, e anunciar seu sucesso depois.

N?o dar continuidade

Voc? come?a e n?o prossegue? Paga a academia e s? vai na primeira semana? Come?a o curso de ingl?s e deixa de ir j? no segundo m?s? Ningu?m vai lev?-lo a s?rio assim. Comece a compor planos de metas sucessivas, em degraus, e persiga cada uma das metas com aten??o. E comece menos coisas. E… veja novamente o item 1.

N?o separar trabalho e vida pessoal

N?o h? problema nenhum em ir para a happy hour com os colegas de trabalho, ser pr?ximo dos clientes, ou ter amizades reais no ambiente de trabalho. Mas – a n?o ser em casos espec?ficos – colegas de equipe e clientes n?o deveriam ser todos os seus *melhores* amigos, e deve haver um limite a partir do qual a sua vida pessoal fica reservada em rela??o ao conjunto geral deles. Todo mundo tem seus desafios, e uma parte deles precisa transparecer; a outra parte deve ficar acess?vel apenas a quem tem interesse positivo e genu?no nela – n?o necessariamente seus colegas, clientes ou fornecedores.

Dar mais desculpas do que resultados

Releia o item 1, e depois fa?a mentalmente uma lista das pessoas que voc? conhece e que t?m sempre uma desculpa na ponta da l?ngua para explicar por que n?o cumpriram aquilo que disseram que fariam, ou por que a culpa n?o ? dela. Dar desculpas ? um h?bito companheiro da procrastina??o, e leva as pessoas a n?o levarem voc? a s?rio. Fa?a acontecer, ou n?o se proponha.

Andar com a turma errada

Esta tem v?rias alternativas – se as pessoas com quem voc? se associa s?o exatamente as que voc? deseja se associar, francamente, permane?a com elas e se concentre em outras formas de ser visto com seriedade pelos demais. Mas se voc? est? associado sem raz?o, e freq?entemente questiona a atitude e as decis?es destas pessoas, pare para pensar se quem olha de fora n?o faz os mesmos questionamentos em rela??o a voc?. Mas seja aut?ntico – nada de abandonar amizades genu?nas ou virar a casaca pensando apenas na sua imagem – isso s? far? com que ainda mais pessoas deixem de levar voc? a s?rio.
Agora, fa?a voc? um r?pido censo mental das pessoas em posi??o de lideran?a com quem convive no trabalho ou em outro lugar, e que n?o s?o levadas a s?rio pelos seus p?blicos, e em seguida fa?a tamb?m uma auto-an?lise – talvez voc? reveja algum conceito! Depois compartilhe conosco nos coment?rios quais as caracter?sticas mais freq?entes que impedem os seus colegas de levarem a s?rio os l?deres das suas equipes!
Fonte: Efetividade

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 12

Fim do Flash Player Mobile e mudanças no Flex SDK

Escrito por Mario Junior em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, apache, AR, BI, blog, Blogs, C#, exemplo, flash, Flash Player, Flex, for, Geral, html, ide, IE, int, jandersonfc, jandersonfc.com, Links, mobile, mudanças, navegadores, O, on, Pessoal, player, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sun, tendencia, UI, update, Vídeo, web @ 11 12th, 2011 | via http://blog.mariojunior.com | Sem comentários
Mario Junior
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Fala ae pessoal, semana complicada né?

Bom, primeiro sobre a decisão da Adobe de dar fim ao suporte para o Flash Player MOBILE (que roda em navegadores dos telefones/tablets). Meus amigos e várias outras pessoas já comentaram várias coisas (deixei os links abaixo) e para eu não estender ainda mais o assunto e escrever – no geral – as mesmas coisas que já foram escritas por eles, resolvi fazer um vídeo onde eu comento sobre o que/como/e onde isso me afeta:

Fim do Flash Player Mobile from Mario Junior on Vimeo.

Links dos Posts que indiquei:

JandersonFC:

  • http://www.jandersonfc.com/as-tendencias-sao-suas-aliadas/
  • http://www.jandersonfc.com/por-que-eu-escolhi-o-flex/

Erko Bridee:

  • http://blog.erkobridee.com/2011/11/11/minha-opniao-atual-sobre-a-morte-do-flash/ (Que se Foda é 10!)

Igor Costa:

  • http://www.igorcosta.com/blog/?p=1467

Stefan Horochovec:

  • http://www.horochovec.com.br/blog/2011/11/11/flash-player-para-mobile-e-descontinuado-e-agora/

Links da Galera internacional:
Grant Skinner:? http://is.gd/VqSItC
Doug Winnie: (1) http://is.gd/bq693H ? (2)? http://is.gd/g9Dx69

E muito mais gente por aí que tem postado, em resumo, a mesma coisa.

UPDATE: No momento em que eu gravava esse vídeo (e tentava edita-lo até abandonar a edição e postar full) outro Zumzumzum saiu na web sobre a mudança de postura da Adobe em relação ao Flex SDK. Na nota (http://is.gd/IANGKl? ), A Adobe deixa claro a intenção de doar? o SDK para alguma “fundação open-source” – como a Apache, por exemplo. Isso também nos dá uma “sensação de morte” do SDK, mas espero tentar esclarecer isso melhor no próximo vídeo que farei sobre.

Abraços!

Nov 12

Até logo, eBehavior – Inteligência para eCommerce

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, Behavior, BI, C#, class, cliente, Desenvolvedor, Dica, DRE, email, err, Ferramenta, for, Geral, IE, if, image, int, Liderança, Mercado de Trabalho, mg, Motivação, O, on, Partilha, Pessoal, produto, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, team, Tema, Twitter, UI, Ved, vs @ 11 12th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Por decis?es pessoais e por n?o mais compartilhar do mesmo sonho, estou me desligando com muito pesar da eBehavior.

Foi um ano de muito aprendizado, v?rias amizades feitas e principalmente de muito trabalho.

Sinto tremendo orgulho e honrado por ter passado por todas as ?reas da empresa, entrei como desenvolvedor onde pude conhecer por dentro a magia da recomenda??o acertiva de produtos e cross-intelligence que a eBehavior tem. Com o crescimento do time de dev assumi a Coordena??o da equipe e gerenciamentos dos projetos, onde melhorei o meu gerenciamento de pessoas, prazos, escopos e riscos que envolvem projetos de alta escalabilidade e disponibilidade como os da eBehavior. A empresa continuou a crescer ent?o assumi com orgulho a posi??o de Gerente de Produto com a grande responsabilidade de ditar o direcionamento dos produtos da eBehavior que cumpri com muita dedica??o e chatisse com os devs para o conseguirmos o melhor para o cliente, e ? uns dois meses atr?s com a sa?da do diretor comercial, assumi a responsabilidade de atuar frente aos clientes os ajudando no entendimento das ferramentas, na melhor configura??o e otimiza??o delas para suas lojas, estudando e entendendo cada empresa, cada loja, cada consumidor para essa otimiza??o. Foi um ano muito intenso para mim e para todos que estavam ao meu lado.

Agrade?o enormemente ao Andr? pela oportunidade de ter participado do projeto eBehavior durante esse um ano e principalmente por ter tido a possibilidade de passar de ponta a ponta na empresa.

Saio com a grata sensa??o de dever cumprido e desejando muito sucesso a esse time de guerreiros da eBehavior. Que um dia ir? mudar o rumo do ecommerce brasileiro e mundial.

Meus planos s?o de continuar atuando como desenvolvedor e consultor para eCommerce, uma ?rea que me aprofundei muito durante esse um ano de casa.

Deixo aqui o meu muito obrigado a todos com que eu conversei pessoalmente, por telefone, por email e at? para quem n?o conheci mas que de alguma forma participou do meu trabalho. Pois cada um de voc?s contribuiram de forma significativa para o meu crescimento pessoal e profissional.

Mais uma vez, obrigado e at? logo!

Igor Musardo

Jul 27

Windows Phone SDK 7.1 Beta 2 Refresh disponível para desenvolvedores

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, back, Beta, BI, blog, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, Download, Geral, Google, if, int, map, mg, News, O, on, prova, refresh, Release Candidate, RIA, Ria’s Geral, RTM, S+S, SDK, Tema, UI, Vários, Ved, window, windows @ 07 27th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Quem está participando do beta do Windows Phone Mango para desenvolvedores recebeu uma agradável notícia hoje: Foi disponibilizada uma atualização para os aparelhos com um build mais recente do sistema operacional.

O novo build é o 7712, não o 7720, que é a versão RTM. Foi necessário que usássemos essa versão anterior pois é a versão que é compativel com a atualização do SDK e do Zune que estão sendo disponibilizadas neste refresh.

Está previsto que até o final de agosto O Marketplace será aberto para começarmos a publicar aplicações que funcionarão apenas em aparelhos com Windows Phone 7.5, o que nos dará uma chance de testar bem nossas aplicações em vários aparelhos de desenvolvedores antes que esta versão do SO esteja disponível para o público geral. Isso é interessante pois significa que quando a nova versão do SO estiver disponível para o público já haverá várias aplicações no Marketplace tirando proveito das novas capacidades do sistema operacional. Esta atualização de agosto provavelmente virá junto com uma versão RC (Release Candidate) do SDK.

Se você é um desenvolvedor cadastrado no Marketplace, tem um aparelho com Windows Phone e está participando do Beta do Windows Phone Mango, vá agora mesmo ao Connect e instale este refresh, mas não se esqueça de fazer backup dos backups dos seus backups antes de fazer isso, para garantir que você conseguirá voltar o seu telefone para a versão normal quando a versão RTM estiver disponível pois não será possível ir da versão beta diretamente para a versão RTM do WP7.

PS.: Quando você instalar o novo SDK ele vai aparecer como sendo RC na janela de adicionar e remover programas do Windows, mas na verdade esta ainda não é a versão RC do SDK.



Jul 27

Qual a diferença entre Application, Component, Module, ItemRenderer e Skin ?

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, app, aprender flex, AR, C#, Componente, DataGrid, exemplo, Flex, Flex 4, for, Formulário, Geral, int, itemRenderer, lista, MXML, O, on, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, spark, swf, tag, TextInput, UI, XML @ 07 27th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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O nosso leitor Sandro André nos fez uma pergunta muito boa para quem está começando a aprender Flex, veja:

“queria tirar uma dúvida, o que é e para que server MXML APPLICATION, MXML MODULE, MXML COMPONENT,? MXML ITEM RENDERER, E MXML SKIN?”

Fiz uma resposta rápida, mas seria interessante adicionarmos mais informações através dos comentários. Conto com vocês!

MXML Application: É a aplicação principal, que “vira” um arquivo SWF
na compilação.

MXML Module: É um módulo, um pedaço da aplicação principal, que também? ”vira” um SWF, mas é dependente de um MXML Application

MXML Component: É um componente que é adicionado ao MXML
Application/Module. Geralmente uma tela, um formulário, um Panel, um
DataGrid.

MXML Item Renderer: É uma renderização personalizada de um item de uma? lista. Uma lista pode ser um Spark List, Um datagrid, um combobox,
etc.

MXML Skin: É a forma como um componente pode ser desenhado. Por
exemplo, um combo box é formado por um Spark TextInput e um Spark
Button. A skin pode mudar essa forma.

Jul 7

Calculadora de expressões regulares – Regular Expression Calculator

Escrito por DanielPedrinha em 1, 2.0, Aplicativos, AR, blog, C#, expression, Flex, for, free, Geral, ide, O, on, procura, Ria’s Geral, S+S, Teste, try, UI, XP @ 07 7th, 2011 | via http://www.flexbrasilia.com.br/ | Sem comentários
DanielPedrinha
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Eu estava procurando uma dessas pra me ajudar a desenvolver e testar expressões regulares. Resolvi fazer uma, fiquem ? vontade para usá-la. I was looking for one of those to help me build and try regular expressions. I decided to make one, feel free to use it. Testei apenas algumas expressões, mas se encontrar algum [...]

(Read more…)

Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 2

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, abas, análise, Análises, api, Aplicativos, app, AR, auto, back, bar, Beta, BI, bing, botão, bug, busca, C#, carregar, class, classe, cliente, código, collection, control, Controles, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Dica, Diversos, Documentação, DRE, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, fundo, game, garbage, geo, Geral, Gráfico, Gravação, ide, IE, if, image, imagens, int, jogo, Jogos, linq, Linq to Sql, lista, live, map, maps, Melhores Práticas, menu, mg, Microsoft, mobile, monitor, Monitoramento, NaN, O, on, online, Outros, player, processo, produtividade, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, socket, Storyboard, Sun, tag, TAT, Tema, UI, Ved, Vídeo, Videobrush, Vídeos, Visual Studio, web, WebCam, window, windows, XAML, XP, zend @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Sockets

Através do namespace System.Net.Sockets, o Windows Phone provê suporte a uma implementação gerenciada de sockets, permitindo que desenvolvedores possam ter um controle rigoroso ao acesso a redes, com esse recurso temos disponível um conjunto de API’s de alto nível, permitindo que o desenvolvedor crie aplicativos que interagem com um cliente utilizando de serviços existentes de TCP.

Existem muitas funcionalidades onde esse recurso pode ser utilizado, como pode exemplo, para criar aplicativos de FTP, e-mail e Chat, com sockets é possível criar aplicativos mais sofisticados e ricos, podendo utilizar de TCP (Transmission Control Protocol) ou UDP (User Datagram Protocol).

Câmera e fotos

Existem duas formas de acessar a câmera no Windows Phone, através das API´s do próprio sistema operacional ou através dos recursos já existentes do Silverlight 4, com as APIs do Windows Phone você tem imagens de alta resolução, além de controle do auto foco, acesso ao modo do flash, entre outros recursos, já com os recursos do Silverlight 4 webcam API, você tem facilidade de gravar vídeos e áudios em arquivos, se você já possui códigos em alguma aplicação Silverlight, você poderá aproveita-los com poucas ou nenhuma modificação quanto ao acesso a webcam.

É possível ter um controle bem flexível da câmera fotográfica do smartphone, através do Windows Phone podemos ter um controle do auto foco da câmera, gerenciar o flash utilizado, acionar a captura da imagem, além de uma série de eventos que podemos utilizar através do Microsoft.Devices.PhotoCamera, no código XAML a representação da câmera pode ser feito através do recurso VideoBrush do Silverlight.

Push Notitications e Live Tiles

Notifications é um poderoso recurso que o Windows Phone implementou de maneira bem interessante, com ele podemos enviar e receber informações para o Windows Phone 7, essas mensagens são enviadas para um serviço da Microsoft, e o serviço online envia para o smartphone, podendo receber a mensagem em seu projeto. Você poderá obter a mensagem recebida e manipular as informações, existem três tipos de Notifications, o tipo RAW, Toast e Tile, resumidamente o primeiro permite receber informações diretamente em sua aplicação, o segundo permite receber um aviso no topo da tela do Windows Phone, a aplicação receberá a notificação mesmo que a sua aplicação não esteja em execução no momento. Já o tipo Tile, é uma notificação nos Tiles que ficam na tela principal do Windows Phone e pode ser acionado quando apertamos o botão Start do aparelho. Na versão Mango, temos mais recursos disponíveis para essas notificações, a notificação do tipo Toast agora pode receber um determinado link que vai para determinado local em sua aplicação e ainda pode passar parâmetros que você pode utilizar para ler e realizar alguma tarefa, dando mais poder para as notificações no Windows Phone, as notificações do tipo Tile também foram incrementadas, agora é possível utilizar um Tile com dois lados e que mude periodicamente ou ainda ter tiles secundários para a mesma aplicação.

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Figura 1. Fundo do Tile

Profiler

Performance é um dos assuntos mais importantes quando estamos criando aplicativos em geral, principalmente quando a aplicação vai ser executada em dispositivos com recursos limitados, como é o caso de smartphones, com a versão Mango temos agora uma ferramenta que analisa o perfil da sua aplicação, possibilitando analisar e medir através de gráficos , diversos recursos utilizados.

A ferramenta é totalmente integrada com o Visual Studio, para iniciar o uso do recurso , basta carregar a sua aplicação e no menu Debug, localizar e clicar na opção “Start Windows Phone Performance Analysis”, Figura 2, e clicar em Launch Application, em seguida você executa a rotina que deseja monitorar em seu aplicativo e clica em Stop Profiling, um arquivo com extensão SAP será criado, a cada processo de analise, um arquivo é criado, e você poderá manter um histórico para futuras analises de melhorias. Dentre as informações que a ferramenta apresenta, estão os frame rates, que são os números de renderização da tela do telefone, expressada em frames por segundo (fps), a porcentagem de uso da CPU do telefone, o uso da memória do aplicativo medido em megabytes, a utilização de Storyboards e imagens carregadas, por fim temos um indicativo de quando os eventos do garbage collections foram acionados durante o monitoramento. Se você selecionar um determinado período, o Visual Studio apresentará informações detalhadas sobre diversos pontos do aplicativo.

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Figura 2. Performance Analysis

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Figura 3. Analise detalhada da aplicação

Emulador

O emulador também sofreu algumas melhorias, duas delas são muito interessantes , como a possibilidade de testar no emulador os sensores de acelerômetro, Figura 4, e localização. Agora podemos simular através do emulador a leitura desses sensores, não precisando ter um equipamento físico para poder criar uma aplicação, basta você utilizar o mouse que o emulador vai responder conforme a ação esperada pelo aparelho real. No caso da utilização de recursos de localização, você ainda conta com uma barra de ferramentas com controles de busca, inclusão de indicativos de localização e gravação da localização, o emulador ainda contém alguns outros recursos que talvez sejam disponibilizados na versão final, como a possibilidade de adicionar gravações referente as simulações.

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Figura 4. Emulador

Device Status

O namespace Microsoft.Phone.Info fornece informações sobre o equipamento, na versão anterior, era utilizado a classe DeviceExtendedProperties para obter alguns dados sobre o equipamento, na versão Mango essa tarefa passa a ser realizada por DeviceStatus, você pode obter informações como o total de memória, a versão do hardware e o nome do fabricante do equipamento. Através do PowerSource, podemos verificar se o dispositivo está funcionando com bateria ou conectado a uma fonte de alimentação externa. Outro recurso disponível é a possibilidade de verificar se existe ou não um teclado físico no smartphone através da propriedade IsKeyboardPresent.

Local Database

Existem dois tipos de persistências no Windows Phone 7, o Transient Data e o Persistent Data, você pode manipular informações através de Isolated Storage, um recurso que permite registrar e recuperar informações no próprio aparelho, essa forma de persistência de dados é chamada de “Persistent Data”, ou armazenar informações na memória, Transient Data, sua aplicação pode manipular esses dados conforme o seu ciclo de vida, porém na versão mango uma nova forma de Persistent Data foi adicionada, o local Database.

Agora temos a possibilidade de utilizar uma base de dados local em uma aplicação, antes da disponibilização das ferramentas betas da versão mango para desenvolvedores e da documentação oficial, falava-se que uma versão do SQL CE estaria disponível para ser utilizada, porém em sua documentação oficial a base de dados é citada somente como local database, uma versão própria do Windows Phone, um grande diferencial de produtividade está no suporte ao LINQ to SQL para operações em base de dados.

O local database permite armazenar dados relacionais dentro de um ambiente residente no Isolated Storage, por estar dentro do Isolated Storage, ele somente pode ser acessado pela aplicação correspondente, e roda somente no processo do aplicativo, não sendo executada com um serviço continuo, a manipulação de dados locais são acessados apenas através de LINQ to SQL, não tendo suporte ao Transact-SQL.

Launchers and Choosers

Os Launchers e Choosers são APIs que acessam alguns recursos do sistema operacional, eles disponibilizam recursos complexos deixando transparentes para que o desenvolvedor através de API´s, os Launchers são tarefas que somente são iniciadas pela sua aplicação, teoricamente, você não tem nenhum tipo de retorno da API, somente você pode inicia-los , passando os parâmetros que ela vai utilizar para realizar a tarefa. Já os Chooser também iniciam uma tarefa, mas a principal diferença é que os Choosers retornam algum dado que você poderá trabalhar em sua aplicação, um exemplo seria o EmailAddressChooserTask, com ele podemos apresentar ao usuário a lista de e-mails cadastrados no aparelho, quando um e-mail é selecionado, podemos obter essa informação e utilizar para enviar um e-mail através de um Launcher chamado EmailComposeTask, que não retorna nenhuma informação,dessa forma algumas tarefas que poderiam ser bem complexas são facilitas com os Launchers e Choosers. Na versão Mango temos novos Launchers and Choosers adicionados as API´s são eles:

Address Chooser Task : Inicia a lista de contatos da aplicação e permite a seleção.

Game Invite Task : API utilizada em jogos aprovados no Xbox Live que permite convidar jogadores para uma partida multi-player em um Game.

Save Ringtone Task : Permite gravar um arquivo MP3 ou WMA na lista de ringtones do sistema operacional.

Bing Maps Task : Inicia o Bing Maps, permitindo setar a propriedade center com uma posição geográfica.

Bing Maps Directions Task : Inicia o Bing Maps permitindo informar e receber informações sobre dois pontos.

Conclusão

O Windows Phone 7 chegou trazendo uma nova plataforma de desenvolvimento para dispositivos móveis, a Microsoft utilizou o que existe de mais moderno para criar o seu sistema operacional, dando suporte as melhores práticas de desenvolvimento e integração com aplicativos, a versão Mango contém mais de 500 novos recursos e confirma o investimento da Microsoft em sua plataforma mobile.

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