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Jan 4

Mac OS X do Snow para o Lion… lentidão

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, Aplicativos, app, apple, AR, back, blog, Blogs, C#, cache, chrome, class, Desenvolvimento, Dica, Dicas, Eclipse, err, exemplo, firefox, Flex, for, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, JPA, library, Mac, menu, mg, O, on, Oracle, Outros, padrão, Partilha, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, servidor, Software, Tech, UI, web @ 01 4th, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Um post r?pido para compartilhar algo que pode ser ?til a mais algu?m…

Recentemente fiz o upgrade do meu Macbook Pro do Mac OS X Snow Leopard para o Lion, depois de todas as atualiza??es de software, no uso do dia a dia notei que o Lion estava absurdamente lento, Google Chrome, Mozilla Firefox, o Eclipse (esse estava de chorar e desanimador de t?o lento que estava)

Lendo os blogs, achei 2 dicas que resolveram o problema:

1 – Verificar e reparar as permiss?es de acesso ao HD

Caminho: Finder > Applications > Utilities > Disk Utility

Selecionar o drive que representa o Mac, depois clicar no bot?o: Verify Disk Permissions, esperar finalizar e depois no bot?o: Repair DIsk Permissions

Link do post com as dicas: Speed up Mac OS X Lion

Desde post tamb?m revisei as configura??es do Spotlight.

2 – Limpar os caches

Abrir o Finder > Menu: Go > Go Folder | ou executar o atalho: Shift + Command + G

Digite: ~/Library/Caches

Apague o conte?do deste diret?rio

Caso n?o tenha total seguran?a se deve apagar todos os arquivos e diret?rios, fa?a um backup, copiando o conte?do da pasta para outro diret?rio. Obs.: esse passo n?o ? necess?rio, mas caso queria alguma garantia de o que fazer se algo der errado ter? as c?pias.

Aten??o: alguns diret?rios e arquivos n?o ser?o exclu?dos pois est?o em execu??o, por exemplo, cache referente ao Finder e a alguns outros aplicativos do Mac OS X.

Reinicie seu Mac.

Link do post com a dica: OSX Lion – Clear your caches!

Feito estes procedimentos, os aplicativos e o Mac OS X Lion passou a ter uma performance e resposta aceit?vel, assim como tinha no Mac OS X Snow Leopard.


Veja também:

  • Oracle XE : Mudando a porta padrão HTTP
  • Como jogar Call Of Dudy 4 MW em servidores do Brasil?
  • WebLogic 10.x + Hibernate 3 (JPA) e base Oracle 9+
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • [Adobe Flex] comparando datas de maneira rápida e fácil
Jan 3

SharedObject com Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, Aplicativos, app, AR, BI, botão, browser, C#, class, cliente, código, Cookie, Curso, dados, demo, Download, err, event, EventListener, events, exemplo, Ferramenta, filter, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, function, Geral, git, Google, handle, html, ide, IE, if, image, instalação, int, live, mg, O, on, Outros, Partilha, player, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, S+S, server, servidor, swf, TAT, UI, uint, update, Ved, web, window @ 01 3rd, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.

O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.

  • Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
  • Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server

Vejamos o primeiro caso:

Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR

Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possível utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.

  • Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
  • Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
  • Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
  • Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
  • Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:

  • No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
  • Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
  • Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. var nc:NetConnection;
  4. function init():void
  5. nc = new NetConnection();
  6. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  7. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  8. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  9. trace(evt.info.code);
  10. init();

Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:

NetConnection.Connect.Success

Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  2. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  3. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  4. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  5. so.connect(nc);

O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  2. mc_ball.x = so.data.x;
  3. mc_ball.y = so.data.y;

Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  2. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  3. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  4. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  5. mc_ball.startDrag();
  6. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  7. mc_ball.stopDrag();
  8. function update(evt:Event=null):void
  9. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  10. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);

Segue o código completo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. import flash.net.NetConnection;
  2. import flash.events.NetStatusEvent;
  3. import flash.net.SharedObject;
  4. import flash.events.SyncEvent;
  5. import flash.events.MouseEvent;
  6. import flash.events.Event;
  7. var nc:NetConnection;
  8. var so:SharedObject;
  9. function init():void
  10. nc = new NetConnection();
  11. nc.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  12. nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
  13. function handlerNetStatus(evt:NetStatusEvent):void
  14. {
  15. trace(evt.info.code);
  16. if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
  17. so = SharedObject.getRemote(“so”,nc.uri,false);
  18. so.addEventListener(NetStatusEvent.NET_STATUS, handlerNetStatus);
  19. so.addEventListener(SyncEvent.SYNC, handlerSync);
  20. so.connect(nc);
  21. }
  22. function handlerSync(evt:SyncEvent):void
  23. mc_ball.x = so.data.x;
  24. mc_ball.y = so.data.y;
  25. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_DOWN, handlerSharedBall);
  26. mc_ball.addEventListener(MouseEvent.MOUSE_UP, handlerSharedBallOut);
  27. function handlerSharedBall(evt:MouseEvent):void
  28. this.addEventListener(Event.ENTER_FRAME, update);
  29. mc_ball.startDrag();
  30. function handlerSharedBallOut(evt:MouseEvent):void
  31. mc_ball.stopDrag();
  32. function update(evt:Event=null):void
  33. so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
  34. so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
  35. init();

Veja uma demostração em funcionamento:

Download sharedBall

Jan 2

Exibir/Ocultar caracteres ocultos no Visual Studio 2010

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, BI, blog, C#, código, configuração, Curso, Cursos, Design, Dicas, Diversos, exemplo, fundo, git, Google, html, ide, IE, image, int, interface, map, menu, mg, NaN, News, O, on, problema, produtividade, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, Vários, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, XP @ 01 2nd, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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O Visual Studio 2010 tem diversos recursos que estão muito bem escondidos nos seus vários menus e telas de configuração, mas são acessíveis por teclas de atalho. Isso é vantajoso em diversas situações pois pode agilizar a utilização desses recursos mas também pode se tornar uma irritação ou mesmo um problema se você por acaso acionar uma dessas teclas de atalho por acidente e não souber como voltar atrás. Foi o que aconteceu com um colega no trabalho recentemente.

Por acidente esse colega acionou uma tecla de atalho do Visual Studio 2010 que ativa a exibição de caracteres ocultos (white space). Em outras palavras, o Visual studio passou a exibir todos os espaços e marcação de final de arquivo na tela. O resultado foi algo semelhante ? imagem abaixo:

Editor de código do Visual Studio 2010 com a opção de exibir caracteres ocultos ativada

Não parece ser algo muito irritante neste exemplo pois há pouco código, mas em arquivos com centenas de linhas de código e em arquivo com html esse modo de visualização é bastante irritante e chega a atrapalhar a produtividade pois polue visualmente a tela. Esse colega passou quase 2 meses trabalhando com essa configuração pois não conseguia encontrar um meio de desfazer e voltar ao modo normal de visualização. Ele chegou inclusive a reinstalar o Visual Studio mas não adiantou pois o instalador não removeu as configurações problematicas.

Hoje eu dei uma pesquisada um pouco mais a fundo e acabei encontrando a solução. A opção do menu para essa configuração se encontra em Edit > Advanced > View White Space e pode ser acionada pela tecla de atalho Ctrl+E, S (que foi o que aconteceu com meu colega).



Dez 15

Injeção de Dependências nos DAOs de Entidades do Framework

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, auto, BI, C#, class, err, exemplo, for, framework, git, Google, Hibernate, ide, IE, if, Java, Number, O, on, override, padrão, procura, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, Spring, string, Sun, super(), TAT, Teste, Twitter, UI @ 12 15th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A última implementação da HibernateDAOFactory do módulo persist do DCF, agora permite que seus DAOs de entidade possuam propriedades injetadas diretamente do container de beans do Spring.

No exemplo que temos nos testes de projeto, temos o MockDAO, que possui uma propriedade String com nome ‘testeString’:

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public class MockDAO extends HibernateEntityDAO

private String testeString;

public MockDAO(SessionFactory sessionFactory)
super(MockEntity.class, sessionFactory);

@Override
protected Order getOrderForList()
return Order.asc(“number”);

public String getTesteString()
return testeString;

@Autowired
@Qualifier(“testeString”)
public void setTesteString(String testeString)
this.testeString = testeString;

}

Note que no setter da propriedade, colocamos a anotação @Autowired, para recuperar esta String do container, e também associamos o Qualifier ‘testeString’.

No arquivo de beans do spring, basta adicionarmos um bean String com o id igual ao do qualifier:

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class=“java.lang.String” id=“testeString”>
-arg value=“stringTeste” />
>

Repare que o valor da String é ‘stringTeste’. Vamos ver em nosso teste agora se tal valor chega corretamente no DAO:

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@Test
public void testRightFactory()
MockDAO dao = this.getDaoFactory().getDAO(MockEntity.class);
Assert.assertNotNull(dao);

Assert.assertEquals(this.getDaoFactory(), dao.getDaoFactory());

Assert.assertNotNull(dao.getTesteString());
Assert.assertEquals(“stringTeste”, dao.getTesteString());

Uma coisa importante a se perceber, é que a chamada da DAOFactory permanece exatamente a mesma, mantendo assim a retro-compatibilidade com as outras versões, e apenas as injeções baseadas em anotações do Spring vão ser consideradas.
NÃO é necessário apontar o component-scan do Spring para o pacote de DAOs de sua aplicação. A injeção de beans adicionais é feita completamente a parte, seguindo o mesmo padrão de nome e de instanciação dos DAOs.

Qualquer dúvida, basta me procurar.

O projeto está no github, dentro do módulo persist do dclick-framework, ou diretamente no nexus da DClick.

Dez 10

Como evitar fraudes em minha loja virtual?

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, auto, back, BI, C#, camp, class, cliente, consultoria, control, dados, demo, Dica, Dicas, email, empresas, err, exemplo, Exemplos, Ferramenta, fonte, for, game, git, html, ide, IE, if, image, int, internet, mg, moip, O, on, on-line, online, pagamento, pagSeguro, problema, processo, procura, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, serviço, Serviços, site, TAT, Tema, UI, uint @ 12 10th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Voc? sabia que em m?dia 9 entre cada 10 novas lojas virtuais deixam de existir no primeiro ano de vida? E que em sua grande maioria devido as fraudes on-line.

As grandes causas de fraudes sofridas pelo comercio eletr?nico est?o, de um lado a escassa seguran?a e as limita??es dos meios de pagamento e de outro a grande dificuldade pr?tica em verificar e garantir a identidade do cliente/comprador.

Compras com cart?es de cr?dito fraudulentos.

compra-online-seguraNeste caso o comprador golpistas aproveita os dados de um cart?o de cr?dito que foi clonado ou roubado ou cujos dados estejam dispon?veis por alguma raz?o (muitas vezes basta um xerox frente e verso), se passando pelo titular do mesmo e realizando a compra em nome dele. Alguns golpistas mais sofisticados procuram ter um cadastro completo do verdadeiro titular do cart?o de forma a estar pronto em caso de liga??o.

Como enfrentar as fraudes?

Existem basicamente duas alternativas para enfrentar o problema das fraudes no com?rcio eletr?nico.

Terceirizar a transa??o eletr?nica

Terceirizar para empresas de meios de pagamento pois est?o estruturadas para garantir a seguran?a nas transa??es.

Alguns exemplos de empresas deste tipo (para o Brasil) s?o os seguintes:

• http://www.pagseguro.com.br
• http://www.moip.com.br
• http://www.braspag.com.br
• http://www.ipagare.com.br

Realizar a transa??o eletr?nica na pr?pria estrutura da empresa

comprarCaso escolha criar uma estrutura de verifica??o interna, vale levar em conta os seguintes fatores e dicas.

O ponto principal ? a valida??o da identidade do cliente, e conseq?entemente de seus meios de pagamento. Para isso voc? pode utilizar usadas ferramentas e fontes de valida??o de cadastro, tal qual Zip Code. Os dados solicitados no cadastro devem ser escolhidos com base nas necessidades do neg?cio. O uso de ferramentas autom?ticas de scoring ou de detec??o de ind?cios de fraudes ? muito recomend?vel.

? ?til, quando poss?vel, utilizar ferramentas de an?lise de risco e preven??o de fraudes ou ainda sistemas de scoring automaticos ou n?o.

Solicitar c?pias de determinados documentos ou comprovantes por fax ou email pode ser uma ?tima alternativa para alguns tipos de neg?cios. Uma longa demora no envio dos documentos ? sinal de suspeita.

Em caso de suspeita de fraude poder?o ser realizadas entre outras, as seguintes verifica??es:

  • Valida??o do nome do cliente em rela??o ao CPF/CNPJ junto ao site da Receita Federal.
  • Valida??o de dados do cliente junto a sistemas de prote??o ao credito (SPC, Serasa…).
  • Valida??o do BIN do cart?o de credito (que indica qual o banco emissor do mesmo e ? representado normalmente entre os primeiros 6 d?gitos do n?mero) que pode ser comparado com um campo solicitado no cadastro ou atrav?s de perguntas por telefone. Esta valida??o pode normalmente ser realizada atrav?s dos sites das operadoras dos cart?es.

Ferramentas de preven??o de fraudes

Automatize o processo de verifica??o e preven??o de fraudes em seu ecommerce atrav?s dessas ferramentas:

crivo

fcontrol

clearsale
http://www.crivo.com.br http://www.fcontrol.com.br

http://www.clearsale.com.br

L?gico que o melhor caminho sem d?vida ? quando sua empresa mescla a utiliza??o de v?rias formas e t?cnicas de verifica??es e valida??es dos compradores e suas compras em tempo real para identificar e previnir o preju?zo com fraudes no ecommerce.

E a sua empresa como trabalha para previnir as fraudes? Comente logo abaixo.

Sua empresa n?o utiliza nenhuma forma de preven??o contra fraudes? Entre em contato comigo.

Dez 6

FMDS 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, C#, camp, class, Curitiba, event, Evento, FMDS, git, IE, image, int, Mac, mg, O, on, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, site @ 12 6th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Pelo terceiro ano consecutivo estarei presente no FMDS (F?rum de M?dias Digitais e Sociais) em Curitiba. Este ano ser? nos dias 06 e 07 de Dezembro (ter?a e quarta-feira).

O evento ser? realizado no mesmo local de 2010, na FIEP – Federa??o das Ind?strias do Estado do Paran? (Av. Comendador Franco, 1.341 – Jardim Bot?nico), que fica pr?ximo dos principais campi da UFPR e da PUCPR, na rota para a Rodovi?ria e do Aeroporto Internacional Afonso Pena.

Confira a programa??o no site do evento.

Nos encontraremos l?!

Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

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© Elvis for Elvis Fernandes, 2011. |
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Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 29

Podcast Taverna Filosófica – Mídia Social

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, C#, class, consultoria, Curitiba, err, Excel, for, git, image, mg, NaN, O, on, podcast, Redes Sociais, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, TAT, Twitter, UI, Wordpress @ 11 29th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Meu grande amigo Tiago Ferreira e sua esposa Tatiana Lima est?o a frente do excelente PodCast Taverna Filos?fica que recentemente ganhou o pr?mio Podcast Talent Show 2011 no YouPix.

Tive a grande honra de ser convidado para participar da 11? edi??o tomando aquela cerveja gelada (virtual) com a turma da Taverna, batemos um papo bem descontra?do sobre as plataformas de M?dia Social, fizemos uma viagem no tempo contando a hist?ria da evolu??o das redes sociais digitais.

Claro que um Cast sobre M?dia Social n?o poderia ser 100% sem a presen?a da Consultora Digital Fernanda Musardo, minha dign?ssima esposa.

Coloque seu fone de ouvido, d? o play e ou?a esse papo muito divertido e educativo sobre a evolu??o das redes sociais digitais!

http://igormusardo.com.br/podpress_trac/feed/1280/0/cast011_midiasocial.mp3

Nov 28

CoffeeScript, lidando com JavaScript sem sofrimento

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, api, aplicacao, AR, arte, blog, C#, editores, exemplo, Exemplos, Flex, for, git, how-to, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, library, Links, Mac, mg, NaN, O, on, Outros, Plugin, pt, quick, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, UI, UX, web, window, windows @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Como estou retornando ao mundo do HTML+JS ? inevit?vel ter que voltar a codificar em JavaScript, certo? Bom, talvez n?o… para isto temos o CoffeeScript que apresenta uma proposta bem interessante de sintaxe e codifica??o que no final o resultado gerado ? JavaScript.

CoffeeScript is Beautiful & I Never Want to Write Plain JavaScript Again

O que achei interessante nessa apresenta??o foi a apresenta??o dos demais geradores de JavaScript, como GWT em java, entre outros, bom ao final dessa apresenta??o achei bem interessante e consider?vel o uso do CoffeeScript para gerar o JavaScript, utilizando uma sintaxe melhor e obviamente n?o apenas uma nova sintaxe, pois o CoffeeScript possui algumas facilita??es de codifica??o bem interessantes.

No pr?prio site do CoffeeScript possui alguns exemplos e um local onde voc? pode escrever um coffeescript e ver o javascript resultado.

Um fato que me chamou aten??o o compilador do CoffeeScript est? vinculado ao NodeJS.

Aten??o: vale lembrar que o CoffeeScript nada mais ? que uma maneira diferente de codificar JavaScript, ou seja, caso queria utilizar jQuery ou outra lib JavaScript codificando via CoffeeScript ? poss?vel (How CoffeeScript makes jQuery more fun than ever).

Links ?teis para instala??o do CoffeeScript:

How To Install CoffeeScript On Mac OS X

5 Steps to Get Started with CoffeeScript (Mac OS X)

Node.js and CoffeeScript on Windows, Redux

CoffeeScript compilador para windows (GitHub)

Installing CoffeeScript on Ubuntu

Segue alguns links de introdu??o ao CoffeeScript:

What is CoffeeScript?

Simple CoffeeScript Introduction

A brief introduction to CoffeeScript

Introduction To Coffeescript & Node.Js By Pedro Teixeira

Plugin para os editores de c?digo:

CoffeeScript GitHub

Plugin para o Sublime Text 2

Sublime Text 2 Build System Scripts: CoffeeScript & Node

Coffeescript package for Sublime Text (GitHub)


Veja também:

  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação

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