? Android: ORMLite – 2. O gerenciamento de chaves estrangeiras em ORMLite é um pouco diferente do que normalmente é feito em outros frameworks de ORM, como? o Hibernate. Basicamente, são utilizadas as seguintes anotações para este gerenciamento: @ForeignCollectionField – Para coleções estrangeiras. Obs.: O ORMLite suporta apenas que as coleções sejam: ForeignCollection ou Collection,…
Databases em Android (ORMLite) – 4
Arquiteto(a) de Informação Pleno – Oportunidade
A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente. Vaga para trabalhar em São Paulo Pré-Requisitos – Ter…
Guideline iOS – Experiência do Usuário 2
Seguindo a Guideline iOS – Experiência do Usuário 1 Reduzir Operações? que Manuseiam Arquivos Embora? os aplicativos iOS? permitam que? as pessoas? criem e? manipulem? imagens, isso não? significa? que? as pessoas devem? ter? noção? de? um? sistema de? arquivos em? um? dispositivo ? iOS. Não há uma? aplicação iOS? análoga? ao Finder do Mac OS? X,? e? as pessoas? não devem ser ? direcionadas a? interagir com? arquivos da mesma forma que elas fazem? no computador. Em? particular,? as pessoas? não devem interagir com? tudo que? as encoraje? a pensar…
Guideline iOS – Experiência do Usuário
Guia de Experiência de? Usuário A experiência do usuário iOS gira em torno da interação simplificada com o conteúdo que é importante as pessoas. As diretrizes deste capÃtulo aplicam-se aos aplicativos que são executados em todos os dispositivos iOS. Importante entender que a Apple é bem direta quando se trata de UX, ela trata os assuntos…
Interação com Kinect
Interação com Kinect
A tecnologia está cada vez mais natural e intuitiva. As pessoas já usam o gesto e a fala para interagir com seus PCs e dispositivos; tais formas naturais de interagir com as tecnologias tornam mais fácil para aprender a operá-los. Neste contexto, trouxemos para a aula de robótica educacional, um sensor que é baseado na linguagem de interface de usuário natural, conhecido como Kinect. O Kinect é um sensor desenvolvido pela empresa Microsoft e a Prime Sense… continue lendo …
Server denied POP3 access for the given username and password.
Server returned error: “[AUTH] Username and password not accepted.”
Se voc? estiver recebendo essa mensagem de erro ao Verificar e-mails de outras contas (usando POP3) de Gmail h? uma outra conta Google Mail, isso pode ocorrer quando voc? altera a senha da conta e esquece de alterar na integra??o, fazendo que o sistema tente v?rias vezes com a senha errada, ou tamb?m quando voc? tenta manualmente v?rias vezes com a senha errada.
No Google, quando voc? tenta v?rias vezes acessar uma conta com a senha errada ele te mostra um CAPTCHA para validar que n?o ? um sistema tentando invadir sua conta com For?a Bruta. Por?m como esse CAPTCHA n?o ? exibido quando est? vericando sua conta POP, a? ocorre a recusa da senha, mesmo ela estando correta!
Para contornar esse problema voc? deve acessar essa p?gina do Google: https://accounts.google.com/b/0/DisplayUnlockCaptcha
Voc? dever? se logar com a conta que est? dando o erro de autentica??o, e em seguida clicar no bot?o Continuar.
Pronto! Agora tente novamente Verificar e-mails de outras contas (usando POP3).
A palavra mágica para sites de e-Commerce!
GR?TIS! ? especial
Perigo do GR?TIS
GR?TIS! Estrat?gias
- Frete Gr?tis: ? dif?cil superestimar o apelo desta oferta. Muitas empresas de com?rcio eletr?nico tornaram padr?o, enquanto alguns usam como uma estrat?gia tempor?ria promocional;
- Troca Gr?tis: Possui um apelo adicional para outro elemento da psique humana: a avers?o ao risco;
- Produtos gr?tis ou upgrades: Existe um acess?rio barato que a maioria dos consumidores iria achar ?til? Uma atualiza??o, talvez? A extens?o de garantia? Pode ser mais eficaz vender um produto se ele estiver associado a um benef?cio GR?TIS! do que simplismente baixar o seu pre?o. As melhores ofertas gratuitas, s?o aqueles com um alto valor percebido. Se voc? j? tentou comprar um cabo HDMI em uma grande loja de eletr?nicos, voc? sabe que eles custam de R$ 30,00 a R$ 50,00, ou mais, apesar do custo de produ??o ser inferior a um d?lar ou dois. Um site de com?rcio eletr?nico inteligente poderia fazer um grande neg?cio em oferecer um produto como este gratuitamente na venda de um outro produto mais caro, acrescentando um grande valor aparente a compra.
Arquiteto de Informação Pleno/Senior – Oportunidade
A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno e Sênior) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente. Pré-Requisitos – Ter no mÃÂnimo 2 anos…
Server-Side ActionScript no Flash Media Server
Poucos sabem mas o Flash Media Server(versão Interactive) possui uma linguagem de servidor chamada Server-Side ActionScript ou ActionScript Communications(extensão .asc). O que permite recurso poderosos em seus aplicativos multimÃdia muito além de um simples streaming.
Server-Side ActionScript é o nome que Adobe deu para o JavaScript 1.5, o Flash Media Server possui uma engine de JavaScript para compilar e executar os scripts.
O Server-Side ActionScript é parecido mas não idêntico ao ActionScript 1.0, mas ambos são baseado no ECMAScript(ECMA-262) edition 3 language specification. O Server-Side ActionScript roda sob a engine SpiderMonkey da Mozilla que consta no Flash Media Server enquanto que o ActionScript 1.0 roda sob o AVM1(ActionScript Virtual Machine 1) no Adobe Flash Player. O SpiderMonkey implementa o totalmente o ECMAScript enquanto que a AVM1 do Flash Player não. A grande diferença entre os dois é que o Server-Side ActionScript é case-sensitive.
Portanto para quem já tem conhecimento de JavaScript, pode reaproveita-lo para usar no Flash Media Server, é possÃvel utilizar a maioria dos recursos e ainda contar com os recursos exclusivos do Flash Media Server.
Vamos os primeiros passos para utilizar o Server-Side ActionScript no Flash Media Server. Uma maneira de testar seus scripts é usando o fms_console localizado no caminho:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5webrootswfsfms_adminConsole.swf
Se você tiver o Adobe Flash Professional, pode abrir esse arquivo diretamente apenas dando dois cliques, caso contrario, abra pelo navegador. Ao ser aberto, devemos ter uma tela como essa:
Basta entrar com o login e senha que você determinou no momento em que estava instalando o Flash Media Server que deveremos entrar para a seguinte tela:
Esse será seu melhor amigo ao desenvolver aplicativos com Flash/Flex e Flash Media Server. Por padrão, o Flash Media Server lê o seguinte diretorio:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5applications
Esse caminho pode ser configurado modificando a linha “VHOST.APPSDIR” no seguinte arquivo:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5conffms.ini
Criaremos um diretorio chamado “teste”, e dentro dele um arquivo chamando “main.asc” com o seguinte conteúdo:
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
Agora no console, carregaremos nossa aplicação criando uma nova instância dela selecionando no combobox:

Na tela seguinte, basta dar um “enter”.

Deveremos ter o resultado do nosso trace na caixa de texto como na imagem:
Uma recomendação que faço é que você limpe a tela antes de executar novamente o script main.asc, basta clicar no botão Clear Log(1) e depois em Reload Application(2):

Alguns exemplos do que pode ser usado com o Server-Side ActionScript
Constantes
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
const PI = 3.14;
-
trace(PI);
Expressões Regulares
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
myRe = /d(b+)d/g;
-
myArray = myRe.exec(“cdbbdbsbz”);
-
trace(myArray);
Funções
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
function teste()
-
-
return “to na funcao o/”;
-
-
trace(teste());
-
-
function factorial(n)
-
-
if ((n == 0)
-
}
-
trace(factorial(5));
Objetos
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
var obj = id:“teste”,data:2,status:“ONLINE”,type:“admin”
-
trace(obj);
-
for(s in obj)
-
-
trace(s +” – “+obj[s]);
-
Array
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
var arr = ["leo", "carol", "pam", "perla","carlinha"];
-
trace(arr);
-
function removeValueFromArray(arr, value)
-
-
var len = arr.length;
-
-
for(var i = len; i> -1; i–)
-
-
if(arr[i] === value)
-
-
arr.splice(i, 1);
-
-
}
-
return arr;
-
}
-
trace(removeValueFromArray(arr,“pam”));
Aviso importante, use esses recursos SOMENTE em ambiente de desenvolvimento. Em ambiente de produção, você derrubará todo mundo que estiver conectado ? sua aplicação.
![]()
Referência:
Documentação do Adobe Flash Media Server
Combine SEO e CRO para aumentar sua conversão
Muitos lojistas na Internet buscam descobrir qual a estrat?gia mais importante para melhorar suas taxas de convers?o: Search Engine Optimization (SEO) ou Conversion Rate Optimization (CRO). Mas ao contr?rio do se discute, SEO e CRO devem andar de m?os dadas e devem trabalhar juntos para que um site seja bem sucedido.
O que ? CRO?
Voc? reconhece esse termo? Otimiza??o taxa de convers?o (CRO) ? simplesmente focado em convers?o ao otimizar qualquer p?gina particular. Eu, pessoalmente, vejo isso como um desdobramento de Otimiza??o de Landing Page, Landing Page Optimization, (LPO) e ?s vezes ? visto como apenas uma outra maneira de dizer LPO.
Mas o que realmente define Sucesso para o Website?
Convers?o! A inten??o de converter um internauta casual da SERP para um visitante em seu site atrav?s do SEO, e converter esse visitante em um cliente atrav?s do CRO, ? claro que estas estrat?gias est?o intimamente ligadas.

Vamos come?ar pela defini??o das metas mais b?sicas de SEO e CRO. O objetivo do SEO ? conseguir ranking alto nos buscadores para as palavras-chave que mais se aproximam de uma consulta do usu?rio, e o objetivo do CRO ? aumentar o n?mero de visitantes que s?o convertidos em clientes. Estes s?o obviamente, defini??es simplificadas, mas desmonstram a estreita liga??o entre SEO e CRO e o papel que cada uma dessas estrat?gias desempenha para melhorar as taxas de convers?o.
Tanto o SEO e o CRO focam os visitantes do site. SEO quer encontrar perspectivas com base no que e onde eles est?o procurando e proporcionar uma raz?o para visitar o site, e o CRO quer criar a melhor experi?ncia de usu?rio poss?vel quando eles chegam. Para ter sucesso em ambos ? preciso entender a inten??o do usu?rio, o que tamb?m ir? ajudar a determinar a qualidade dos visitantes. Visitantes qualificados s?o muito mais propensos a estar pronto para fazer uma decis?o de compra do que os visitantes n?o qualificados, que s? est?o em busca de informa??es ou at? mesmo n?o tem consci?ncia de por que ele acabou naquela p?gina em especial.
Vamos dar uma olhada em como e por que SEO e CRO podem e devem trabalhar juntos para melhorar as taxas de convers?o.
Integrar SEO e CRO inclui:
- Estrat?gia no uso de palavras-chave. Antes que voc? possa otimizar uma p?gina para melhorar as taxas de convers?o, voc? deve entender a inten??o do visitante, e palavras-chave s?o a maneira mais f?cil e r?pido para obter esse entendimento. Uma p?gina de destino eficaz usa palavras-chave para permitir que os visitantes saibam que est?o no lugar certo, o que torna mais f?cil para eles ver o por que e como fazer uma compra;
- Focar um ?nico produto ou servi?o. Esta estrat?gia vai conseguir rankings melhores nos buscadores e melhores taxas de convers?o. Seus produtos e servi?os n?o devem competir uns com os outros nos buscadores. Mantenha-o simples. Os motores de busca querem saber exatamente o que uma p?gina ? e os visitantes querem encontrar o que procuravam;
- Ter um t?tulo, claro, relevante, atraente e palavras-chave. O t?tulo meta nas SERPs deve coincidir com o t?tulo da p?gina de destino, e devem incluir palavras-chaves e o principal benef?cio do produto;
- Teste. SEO e estrat?gias de CRO devem ser testadas para garantir um fluxo constante de visitantes mais qualificados para uma p?gina de destino mais amig?vel para o usu?rio.
Ao iniciar uma campanha de marketing online, CRO deve vir em primeiro lugar (a menos que seu site n?o esteja recebendo tr?fego suficiente para executar testes v?lidos). Uma vez que a p?gina de destino esteja otimizada para melhorar as taxas de convers?o, voc? pode desenvolver um programa de SEO que continuamente encontra e visitantes qualificados para o site. Pense em CRO como uma a??o de tampar buracos em um balde (website) antes de derramar mais ?gua (tr?fego desejado).
Para encerrar, sem CRO, todo esfor?o de SEO pode ser em v?o se os visitantes tiverem uma experi?ncia negativa quando chegaram no site. Mas sem SEO, CRO te dar? apenas uma p?gina otimizada sem visitantes.
N?o esque?a, para maximizar visitantes, melhorar as taxas de convers?o e aumentar a receita, SEO e CRO devem trabalhar juntos e em harmonia.
N?o est? satisfeito com os resultados atuais de seu Site ou eCommerce? Entre em contato.
Refer?ncias:

















