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Fev 1

Python : aumento e redução percentual

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 6, action, api, AR, BI, blog, C#, Componente, Componentes, curiosidades, ide, IE, if, image, imagens, loop, mg, NaN, O, on, oop, RIA, Ria’s Geral, S+S @ 02 1st, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Esses dias montando um novo algoritmo para gerar um relat?rio em PDF, me deparei com a necessidade em redimencionar proporcionalmente imagens para caber na resolu??o de uma p?gina em um pdf, para isto elaborei o respectivo calculo abaixo…

Algo engra?ado que ocorreu foi que percebi que pela diferen?a do DPI (pontos por polegada, resolu??o do PDF), realizando a escala da imagem eu ainda poderia aumentar o espa?o da tela onde os componentes eram desenhados, com isso fiz um aumento percentual hehe

C?lculos simples, sem nada de impressionante, por?m me quebraram um galho.


Veja também:

  • Curiosidades sobre loops no Python
  • Um novo tipo de espelho que não inverte a imagem
Dez 14

O eCommerce brasileiro em 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, BI, C#, class, Curso, Desenvolvimento, Dica, e-commerce, empresas, err, esporte, exemplo, Ferramenta, for, Geral, ide, if, image, imagens, int, Mate, Mercado, mg, O, on, online, Outros, portal, produto, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, tag, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.

Plataforma Pr?pria x Tercerizada

O primeiro aspecto espec?fico analisado foi exatamente se os e-commerces trabalham com plataforma pr?pria, ou terceirizada. Descobriu-se que 53,86% das empresas t?m sua pr?pria plataforma e 46,15% utilizam um servi?o terceirizado.

ERP?

Verificou-se, tamb?m, quantas empresas possuem o Enterprise Resource Planning – ERP integrado o seu sistema. A diferen?a em porcentagem entre as que possuem e as que n?o ? pequena. 57,69% delas afirmaram ter o ERP integrado, e 42,31% alegaram n?o ter. Na ?rea de desenvolvimento, 42,31% das lojas virtuais possuem equipe pr?pria, mas 57,69% prefeririam n?o informar a respeito.

Atendimento Online

Outro fator analisado foi a exist?ncia de atendimento online, em tempo real, aos consumidores durante a realiza??o da compra. Essa ferramenta utilizada pelos e-commerces facilita para os consumidores tirarem suas d?vidas a cerca do produto, da entrega e dos prazos, por exemplo. A grande maioria das lojas virtuais entende a import?ncia desse recurso e 61,54% afirmam utiliz?-lo para facilitar a intera??o com o seu p?blico. 38,46% n?o fazem uso do atendimento via chat.

Selos de Seguran?a

A grande maioria dos sites utiliza com algum selo de seguran?a, o que visa trabalhar, ainda mais, a confian?a do p?blico alvo na empresa. Esse n?mero chega ao 73,08% dos sites pesquisados. E apenas 26,92% deles ainda n?o possuem algum selo.

Como expor os produtos no e-commerce

Uma parte da pesquisa trata dos produtos disponibilizados nas lojas virtuais: como eles s?o divididos no site, suas categorias, se possuem fotos para ilustra??o e se possuem um est?dio pr?prio para cadastro do produto.

Categorias

Ao catalogar em quantas categorias os produtos normalmente s?o divididos no site, obtevese uma gama de resultados que variam entre uma e nove categorias diferentes. Pouco mais da metade das empresas, cerca de 57,69%, fazem essa divis?o em nove categorias diferentes. Uma parcela de 11,54% trabalha apenas com duas categorias e 7,69% das lojas virtuais pesquisadas trabalham com duas divis?es: tr?s e cinco categorias diferentes. Apenas 3,85% das empresas trabalham com uma categoria. A mesma porcentagem trabalha com quatro, seis e oito categorias diferentes.

Fotos

As fotos que ilustram os produtos servem para que o consumidor possa conhec?-lo, observar seus aspectos materiais e ter uma ideia do tamanho e do peso, por exemplo.
88,46% das empresas participantes da pesquisa alegaram utilizar imagem para identificar o produto em mais de 90% das suas ofertas. 3,85% das lojas fazem uso das imagens em 70% dos seus produtos e a mesma parcela alegou o faz em at? 90% dos casos.
Sobre os est?dios pr?prios para o cadastramento de seus produtos, a pesquisa revelou que 73,08% das lojas o possuem e 26,92% n?o.

Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados

A pesquisa observou o setor em que essas lojas virtuais trabalham. Em primeiro lugar est?o as voltadas para a moda masculina, com 23,08% do mercado. Em seguida, com 19,23%, est?o as lojas voltadas para eletr?nicos e inform?tica. O setor de alimentos ocupa cerca de 5,38% do mercado e o de animais de estima??o, 11,54%. O ramo de esportes tem uma parcela de 7,69% e o de marketing e embalagens, 3,85% cada.
O tempo de exist?ncia do e-commerce na rede ? um fator significante, que pode influenciar no n?mero de vendas realizadas. Quanto maior esse tempo, maiores as chances do p?blico estar familiarizado com a empresa, criar uma rela??o com a mesma e gerar, afinal, credibilidade e confian?a nos seus servi?os. A pesquisa revelou que 34,62% das lojas virtuais existem h?, no m?ximo, tr?s anos. Outros 30,77% est?o no mercado h? menos de um ano e uma parcela de 23,08% tem de tr?s a cinco anos. Apenas 11,54% dessas empresas existem h? mais de cinco anos.

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Out 27

User Interface para Apps iOS – Dicas para Designers.

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, apple, AR, blog, C#, class, control, demo, Desenvolvimento, Design, designer, Dica, Dicas, Experiências, for, free, IE, if, image, imagens, int, interface, iphone, iTunes, live, Mac, mg, O, on, Partilha, photoshop, problema, problemas, processo, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, Sun, tag, TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint, XP @ 10 27th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A algum tempo venho me aventurando no estudo de Design para apps, tanto Android quanto iOS. No entando, depois de vastas pesquisas e claro, da prática, nada melhor que ela para nos dar experiência sobre o assunto, resolvi corrigir meu último post sobre o tema.

Nele eu comento sobre a melhor técnica para criar a skin, indicando a resolução de 320 x 480px como a melhor forma. Recordemos:
“Portanto a melhor técnica é criar, obviamente tudo em vetor, na resolução de 320 x 480px, ver se está tudo harmonico, e então só depois redimensionar para o dobro, 640 x 960px. Confie, ficará muito melhor que desenhar diretamente para 640 x 960px, já tive algumas experiências ruins criando diretamente nessa resolução. Deixe para aplicar texturas caso queira faze-lo na resolução de 640, já as bases tem que ser vetorial.”

Acontece que apesar de ser uma técnica boa, utilizada muito lá fora, nada melhor que desenvolvermos o nosso próprio método, que melhor se adapta a nossa realidade.

Um dos grandes problemas que encontrei na criação de interfaces para iOS é a diferença de cores vista no meu Macbook em relação ao meu iPhone4. (o tal retina).
As cores realmente mudam, e o verde ou azul que eu estava vendo no meu Macbook e que achei que estava agradável, misteriosamente mudava de maneira drástica ao abrir a app no iPhone. Confesso que aquilo me irritava a tal ponto que ? a solução empregada por mim era senão exportar imagens de teste para então abri-las no meu iPhone a fim de comparar as cores.

Ok Eduardo, mas não estavamos tratando de resolução? Sim, mas foi procurando a solução de um problema que cheguei na solução de dois…

Pensei naqueles aplicativos para controlar o Mac remotando através do iPhone, mas que fosse por tela compartilhada, fato, iria resolver a questão das cores, mas nada a ver com a questão da resolução.
Porém depois de testar alguns aplicativos cheguei ao Live View, ele não só resolvia esse meu problema pois compartilha a tela, como sua função é exclusivamente ajudar Designers no desenvolvimento das apps, e nem acreditei quando vi que era FREE, e acreditem, pagaria facilmente 5 dólares por ele hoje devido a sua utilidade.

E porque ele resolveu meu problema de resolução? Porque me senti mais tranquilo em desenvolver já no tamanho do retina a fim de poder ver diretamente no iPhone as proporções dos elementos no meu stage.

Resultado, muito mais praticidade e com isso muito mais qualidade no visual da app…

Logo, inverti o processo para o desenvolvimento diretamente em Retina Display, e quando vou exportar no Photoshop eu simplesmente exporto para @2x com 100% de resolução e então exporto sem o @2x, ou seja, 1x, mas com o nome puro da imagem com 50% do seu tamanho.

Ah sim, e a app funciona também para iPad.

Você precisa instalar uma app no seu Mac, que irá liberar o acesso da app que está no seu iPhone ou iPad para ter a visualização no Mac.

http://www.zambetti.com/projects/liveview/

Antes de mais nada você precisa de uma rede wifi onde seu Mac e seu iPhone ou iPad estejam conectados, uma vez com a app baixada no iPhone e iPad, abra primeiro a app que está no seu Mac, do contrário vai aparecer essa imagem:

Agora que aprendeu, e abriu primeiro o Live View no seu Mac, irá aparecer a seguinte mensagem:

Basta selecionar o seu Mac e a imagem que está dentro do retângulo optado (iPhone ou iPad, portrait ou landscape) irá aparecer no iPhone ou iPad da forma como escolheu.

O Live View também permite você colocar uma senha de acesso por questões de segurança.

Ele possui várias configurações, mas são bem simples, você pode rotacionar a tela (portrait ou landscape), optar pelo Retina, inclusive escolher a performance dependendo da sua rede Wifi.

Essa app foi de grande valia para mim, espero que ajude também você que está desenvolvendo ou pensando em desenvolver para iOS.

Out 24

Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, Adobe, Air, Android, app, AR, arte, BI, blog, C#, Catalyst, class, Curso, Cursos, demo, Design, designer, Diversos, efeito, efeitos, empresas, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiência do Usuário, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, for, futuro, game, html, html5, IE, if, image, imagens, impressão, int, interface, lista, Mercado, mg, mobile, novidade, Novidades, O, on, Opinião, Outros, Palestra, Palestras, photoshop, Projetos, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, screencasts, social, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, Touch, Twitter, UI, UX, web, XP, zend @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.

Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.

E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possível, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.

Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatível Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….

Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.

Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.

Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladíssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.

Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.

Photoshop:

A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post

UX:

Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post

Design:

A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.

Novidade:

A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html


Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!

Out 21

Android 4.0 – Ice Cream Sandwich – SDK

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, bar, BI, blog, C#, class, configuração, Curso, Desenvolvimento, Download, email, err, erro, for, Google, ide, IE, if, image, imagens, int, mg, O, on, padrão, Pessoal, problema, RIA, Ria’s Geral, runtime, S+S, SDK, SmartPhone, TAT, team, Tema, UI, uint, Widget, Widgets, zend @ 10 21st, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal,

Me deparei com um problema com o Android SDK 4.0 lançado essa sistema e vi que muita gente está sofrendo com o mesmo problema que eu. Um crash inesperado na inicialização do AVD com a seguinte mensagem: “This application has requested the Runtime to terminate it in an unusual way. Please contact the application’s support team for more information.”

Essa semana tivemos o lançamento do Android 4.0 pela Google. Eu particularmente me identifico muito com o Android, possuo a alguns anos smartphones que rodam o sistema e sou instrutor de um curso de Android SDK em parceria com a RIACycle. Não sou um doido varrido pelo Android, mas realmente gosto de todo o seu ecossistema. Pelo fato de eu gostar tanto, desenvolver em cima da plataforma e por ser instrutor do SDK, já fui fazendo o download do novo SDK para conferir um pouco da nova versão Ice Cream Sandwich.

Alguma coisa foi alterada no ADB que algumas das minhas imagens antigas simplesmente não eram mais executadas, sempre dava o mesmo erro na hora de inicializar. Para resolver o problema, eu tive que reduzir a quantidade de memória disponibilizada para a emulação, por padrão, sempre utilizei 1GB, mas só funcionou com 512MB.

Outra situação que está fazendo crash independente da quantidade de memória, é quando eu adiciono na configuração do Hardware a propriedade “Camera Support”, sempre dá crash e não consigo iniciar o emulador.

E por fim, o último problema que eu tive foi com a opção “Launch from snapshot”. Todas as tentivas no Android 4.0 deram erro, sempre tive que iniciar com a opção “Wipe user data” selecionada.

Bom pessoal, tirei algumas telas para que vocês possam conferir a imagem para desenvolvimento. Por enquanto é isso!

Boas vindas

Boas vindas

Aplicativos

Aplicativos

Aplicativos

Aplicativos

Widgets

Widgets

Discador

Discador

Navegador

Navegador

Navegador

Navegador

Status do celular

Status do celular

Email

Email

Recebendo ligação

Recebendo ligação

Atendendo Ligação

Atendendo Ligação

Ligação Atendida

Ligação Atendida

SMS

SMS

Notification Bar

Notification Bar

Espero ter ajudado quem está com dificuldades com o novo ADB.

Um abraço e até a próxima

Out 8

Adobe Camp Brasil 2012

Escrito por Stefan Horochovec em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, api, AR, blog, C#, camp, class, Curso, demo, empresas, err, event, Evento, Eventos, Excel, exemplo, facebook, flash, for, IE, if, image, imagens, int, internet, Mac, mg, MSN, O, on, Palestra, Palestras, Pessoal, produto, RIA, Ria’s Geral, runtime, S+S, site, super(), Tecnologia, Twitter, UI, Vídeo, Vídeos, Workshop @ 10 8th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal,

Esse ano eu tive a oportunidade de ir ao Flash Camp Brasil, em Maceió – AL, em Abril. Foi um evento bastante interessante, tivemos grandes palestras, foi muito legal conhecer pessoalmente muita gente que conversamos a anos via GTalk, Skype ou MSN e participei de um Workshop oferecido pela Blackberry para que tivessemos a chance de conhecer o poderoso Playbook.

Durante o evento em algumas apresentações foram mostradas algumas imagens do ano anterior, em 2010, e era visível a quantia que o evento tinha aumentado, não apenas em número de pessoas, mas em organização também e para nossa surpresa, no próximo ano teremos o Adobe Camp Brasil. Essa mudança de nome não mostra apenas que o número de pessoas aumentou no evento, mas mostra também que o Brasil entra definitivamente no cenário mundial de grandes eventos dos produtos Adobe.

Vale muito a pena conferir o evento, excelentes palestras para todos os gostos, algumas mais técnicas com um nível de aprofundamento maior, outras mais para iniciantes, palestras sobre depoimentos de empresários sobre o momento que suas grandes empresas vivem, etc. Esse ano tivemos a oportunidade de ouvir Arno Gourdol – Diretor de Engenharia do Adobe Flash Runtime, por exemplo, pessoas que encabeçam as tecnologias que utilizamos em nosso dia a dia vieram até o Brasil contar sobre o que estão e como estão criando os novos produtos, etc.

Todos sabem que a informática evolui muito e podemos acompanhar via internet, ou assistir gravações mais tarde, mas é uma oportunidade única você poder ouvir a palestra ao-vivo, fazer perguntas, e no corredor do evento se encontrar com o palestrante e conversar sobre algum detalhe da sua palestra, etc.

Esse ano com certeza teremos um evento ainda maior, eu vou estar lá e faço o convite para que você também vá, não perca essa grande oportunidade de ouvir muita coisa boa, fazer algum mini-curso e aumentar sua rede de relacionamentos real, e não a do facebook ou twitter ;)

As inscrições serão abertas no próximo mês, então não fique de fora, não perca essa oportunidade de participar de um super evento. Por favor, não façam comentários do tipo: “Eu não vou para Maceió”, “É muito caro viajar para o Nordeste”, essas coisas. São apenas 2 dias, a cidade é linda, as diárias de hotel são compatíveis com a de qualquer capital brasileira, e quem sabe você não vai no #soudevbuteco que aconteceu o ano passado com figuras como: @mariojunior, @jandesonfc, @igorcosta, @thalissonol e @jotaefe. Você vai dar muita risada até a madrugada :)

Aqui vão dois vídeos sobre o evento.

Primeiro dia:

Flash Camp Brasil 2011 #Day 1 from Action Creations on Vimeo.

Segundo dia:

Flash Camp Brasil 2011 #Day 2 from Action Creations on Vimeo.

Fotos: clique aqui.

Inscrições em breve, fique ligado no site: http://www.adobecampbrasil.com.br/

Ago 18

[ Adobe Flex Lib ][ GitHub ] Mudando o estilo visual dos Charts

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, AR, BI, blog, C#, class, classe, classes, código, custom, Estilo, Flex, Flex 4, git, Gráfico, ide, IE, image, imagens, mg, O, on, Ria’s Geral, S+S, screen, SDK, Twitter, UI @ 08 18th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Ha algum tempo publiquei 2 códigos para customização das cores dos gráficos do Adobe Flex, então resolvi evoluir e disponibilizar uma lib para customizações das cores dos gráficos

Post anterior:? [ Adobe Flex ] Mudando o estilo visual dos Charts

Como está no título do post, criei um projeto Lib e um projeto para testar as customizações e publiquei no? GitHub: CustomChartLib? (Atenção: foi utilizado o Adobe Flex 4.5 SDK)

A lib atual conta com 4 classes:

- ColorHelper

Possui as definições de cores base, que serão utilizadas nas classes de customização.

- StylePieChart

- StyleAreaChart

- StyleColumnChart

Segue as imagens dos gráficos customizados:

PieChart

ColumnChart

AreaChart

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Veja também:

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Jul 5

Aumentando a performance do seu Photoshop Cs5

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2.0, 4, 6, AR, blog, C#, class, Dica, Dicas, fonte, for, ide, if, image, imagens, int, mg, O, on, Outros, Pessoal, photoshop, pt, reference, RIA, Ria’s Geral, S+S, super(), UI, uint, Vários @ 07 5th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
Lucas Marçal
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Olá pessoal
Decidi escrever esse post pelo seguinte, na agência que trabalho (Alta Comunicazione) eu tenho com um “Super Computador” é um Core I5 com tudo que tem direito, infelizmente na minha casa a realidade não é a mesma e por isso comecei a ficar um pouco desanimado para trabalhar em casa visto que na agência o meu computador é muito mais rápido, como eu não sou um cara conhecido pela minha enorme paciência decidi dar um jeito nessa situação.

Conversando com um amigo da agência que “detona” Photoshop ele me deu uma dica muito valiosa que ajudou muito no meu modesto PC, a modificação consiste em alterar alguns itens de performance do Photoshop então siga os passos abaixo e divirta-se com um photoshop muito mais rápido.

Passo 1

Vá na aba Edit > Preferences > Performance

Em Memory Usage aumente a quantidade de memória que seu photoshop vai usar para trabalhar, eu deixei com 77%

Em Scratch Disk você pode configurar vários locais onde o photoshop vai guardar arquivos temporários mas para isso você dever ter um segundo HD instalado no seu PC, lembre-se não basta apenas ter uma partição no seu HD é necessário outro HD físico instalado na maquina.

Em Advanced Settings você pode configurar outros modos de processamento de imagens eu optei pelo modo Basic como mostra a imagem abaixo e confesso que essa alteração foi a que mais deu resultado.

Passo 2
Verifique a quantidade de fontes que você tem instalada no seu computador, o ideal é ter 200 fontes ou então no máximo 1500, qualquer número acima desse vai influenciar diretamente na performance do seu photoshop.

Pronto, agora você pode trabalhar com um photoshop muito mais rápido do que antes.

Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 2

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, abas, análise, Análises, api, Aplicativos, app, AR, auto, back, bar, Beta, BI, bing, botão, bug, busca, C#, carregar, class, classe, cliente, código, collection, control, Controles, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Dica, Diversos, Documentação, DRE, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, fundo, game, garbage, geo, Geral, Gráfico, Gravação, ide, IE, if, image, imagens, int, jogo, Jogos, linq, Linq to Sql, lista, live, map, maps, Melhores Práticas, menu, mg, Microsoft, mobile, monitor, Monitoramento, NaN, O, on, online, Outros, player, processo, produtividade, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, socket, Storyboard, Sun, tag, TAT, Tema, UI, Ved, Vídeo, Videobrush, Vídeos, Visual Studio, web, WebCam, window, windows, XAML, XP, zend @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Sockets

Através do namespace System.Net.Sockets, o Windows Phone provê suporte a uma implementação gerenciada de sockets, permitindo que desenvolvedores possam ter um controle rigoroso ao acesso a redes, com esse recurso temos disponível um conjunto de API’s de alto nível, permitindo que o desenvolvedor crie aplicativos que interagem com um cliente utilizando de serviços existentes de TCP.

Existem muitas funcionalidades onde esse recurso pode ser utilizado, como pode exemplo, para criar aplicativos de FTP, e-mail e Chat, com sockets é possível criar aplicativos mais sofisticados e ricos, podendo utilizar de TCP (Transmission Control Protocol) ou UDP (User Datagram Protocol).

Câmera e fotos

Existem duas formas de acessar a câmera no Windows Phone, através das API´s do próprio sistema operacional ou através dos recursos já existentes do Silverlight 4, com as APIs do Windows Phone você tem imagens de alta resolução, além de controle do auto foco, acesso ao modo do flash, entre outros recursos, já com os recursos do Silverlight 4 webcam API, você tem facilidade de gravar vídeos e áudios em arquivos, se você já possui códigos em alguma aplicação Silverlight, você poderá aproveita-los com poucas ou nenhuma modificação quanto ao acesso a webcam.

É possível ter um controle bem flexível da câmera fotográfica do smartphone, através do Windows Phone podemos ter um controle do auto foco da câmera, gerenciar o flash utilizado, acionar a captura da imagem, além de uma série de eventos que podemos utilizar através do Microsoft.Devices.PhotoCamera, no código XAML a representação da câmera pode ser feito através do recurso VideoBrush do Silverlight.

Push Notitications e Live Tiles

Notifications é um poderoso recurso que o Windows Phone implementou de maneira bem interessante, com ele podemos enviar e receber informações para o Windows Phone 7, essas mensagens são enviadas para um serviço da Microsoft, e o serviço online envia para o smartphone, podendo receber a mensagem em seu projeto. Você poderá obter a mensagem recebida e manipular as informações, existem três tipos de Notifications, o tipo RAW, Toast e Tile, resumidamente o primeiro permite receber informações diretamente em sua aplicação, o segundo permite receber um aviso no topo da tela do Windows Phone, a aplicação receberá a notificação mesmo que a sua aplicação não esteja em execução no momento. Já o tipo Tile, é uma notificação nos Tiles que ficam na tela principal do Windows Phone e pode ser acionado quando apertamos o botão Start do aparelho. Na versão Mango, temos mais recursos disponíveis para essas notificações, a notificação do tipo Toast agora pode receber um determinado link que vai para determinado local em sua aplicação e ainda pode passar parâmetros que você pode utilizar para ler e realizar alguma tarefa, dando mais poder para as notificações no Windows Phone, as notificações do tipo Tile também foram incrementadas, agora é possível utilizar um Tile com dois lados e que mude periodicamente ou ainda ter tiles secundários para a mesma aplicação.

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Figura 1. Fundo do Tile

Profiler

Performance é um dos assuntos mais importantes quando estamos criando aplicativos em geral, principalmente quando a aplicação vai ser executada em dispositivos com recursos limitados, como é o caso de smartphones, com a versão Mango temos agora uma ferramenta que analisa o perfil da sua aplicação, possibilitando analisar e medir através de gráficos , diversos recursos utilizados.

A ferramenta é totalmente integrada com o Visual Studio, para iniciar o uso do recurso , basta carregar a sua aplicação e no menu Debug, localizar e clicar na opção “Start Windows Phone Performance Analysis”, Figura 2, e clicar em Launch Application, em seguida você executa a rotina que deseja monitorar em seu aplicativo e clica em Stop Profiling, um arquivo com extensão SAP será criado, a cada processo de analise, um arquivo é criado, e você poderá manter um histórico para futuras analises de melhorias. Dentre as informações que a ferramenta apresenta, estão os frame rates, que são os números de renderização da tela do telefone, expressada em frames por segundo (fps), a porcentagem de uso da CPU do telefone, o uso da memória do aplicativo medido em megabytes, a utilização de Storyboards e imagens carregadas, por fim temos um indicativo de quando os eventos do garbage collections foram acionados durante o monitoramento. Se você selecionar um determinado período, o Visual Studio apresentará informações detalhadas sobre diversos pontos do aplicativo.

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Figura 2. Performance Analysis

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Figura 3. Analise detalhada da aplicação

Emulador

O emulador também sofreu algumas melhorias, duas delas são muito interessantes , como a possibilidade de testar no emulador os sensores de acelerômetro, Figura 4, e localização. Agora podemos simular através do emulador a leitura desses sensores, não precisando ter um equipamento físico para poder criar uma aplicação, basta você utilizar o mouse que o emulador vai responder conforme a ação esperada pelo aparelho real. No caso da utilização de recursos de localização, você ainda conta com uma barra de ferramentas com controles de busca, inclusão de indicativos de localização e gravação da localização, o emulador ainda contém alguns outros recursos que talvez sejam disponibilizados na versão final, como a possibilidade de adicionar gravações referente as simulações.

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Figura 4. Emulador

Device Status

O namespace Microsoft.Phone.Info fornece informações sobre o equipamento, na versão anterior, era utilizado a classe DeviceExtendedProperties para obter alguns dados sobre o equipamento, na versão Mango essa tarefa passa a ser realizada por DeviceStatus, você pode obter informações como o total de memória, a versão do hardware e o nome do fabricante do equipamento. Através do PowerSource, podemos verificar se o dispositivo está funcionando com bateria ou conectado a uma fonte de alimentação externa. Outro recurso disponível é a possibilidade de verificar se existe ou não um teclado físico no smartphone através da propriedade IsKeyboardPresent.

Local Database

Existem dois tipos de persistências no Windows Phone 7, o Transient Data e o Persistent Data, você pode manipular informações através de Isolated Storage, um recurso que permite registrar e recuperar informações no próprio aparelho, essa forma de persistência de dados é chamada de “Persistent Data”, ou armazenar informações na memória, Transient Data, sua aplicação pode manipular esses dados conforme o seu ciclo de vida, porém na versão mango uma nova forma de Persistent Data foi adicionada, o local Database.

Agora temos a possibilidade de utilizar uma base de dados local em uma aplicação, antes da disponibilização das ferramentas betas da versão mango para desenvolvedores e da documentação oficial, falava-se que uma versão do SQL CE estaria disponível para ser utilizada, porém em sua documentação oficial a base de dados é citada somente como local database, uma versão própria do Windows Phone, um grande diferencial de produtividade está no suporte ao LINQ to SQL para operações em base de dados.

O local database permite armazenar dados relacionais dentro de um ambiente residente no Isolated Storage, por estar dentro do Isolated Storage, ele somente pode ser acessado pela aplicação correspondente, e roda somente no processo do aplicativo, não sendo executada com um serviço continuo, a manipulação de dados locais são acessados apenas através de LINQ to SQL, não tendo suporte ao Transact-SQL.

Launchers and Choosers

Os Launchers e Choosers são APIs que acessam alguns recursos do sistema operacional, eles disponibilizam recursos complexos deixando transparentes para que o desenvolvedor através de API´s, os Launchers são tarefas que somente são iniciadas pela sua aplicação, teoricamente, você não tem nenhum tipo de retorno da API, somente você pode inicia-los , passando os parâmetros que ela vai utilizar para realizar a tarefa. Já os Chooser também iniciam uma tarefa, mas a principal diferença é que os Choosers retornam algum dado que você poderá trabalhar em sua aplicação, um exemplo seria o EmailAddressChooserTask, com ele podemos apresentar ao usuário a lista de e-mails cadastrados no aparelho, quando um e-mail é selecionado, podemos obter essa informação e utilizar para enviar um e-mail através de um Launcher chamado EmailComposeTask, que não retorna nenhuma informação,dessa forma algumas tarefas que poderiam ser bem complexas são facilitas com os Launchers e Choosers. Na versão Mango temos novos Launchers and Choosers adicionados as API´s são eles:

Address Chooser Task : Inicia a lista de contatos da aplicação e permite a seleção.

Game Invite Task : API utilizada em jogos aprovados no Xbox Live que permite convidar jogadores para uma partida multi-player em um Game.

Save Ringtone Task : Permite gravar um arquivo MP3 ou WMA na lista de ringtones do sistema operacional.

Bing Maps Task : Inicia o Bing Maps, permitindo setar a propriedade center com uma posição geográfica.

Bing Maps Directions Task : Inicia o Bing Maps permitindo informar e receber informações sobre dois pontos.

Conclusão

O Windows Phone 7 chegou trazendo uma nova plataforma de desenvolvimento para dispositivos móveis, a Microsoft utilizou o que existe de mais moderno para criar o seu sistema operacional, dando suporte as melhores práticas de desenvolvimento e integração com aplicativos, a versão Mango contém mais de 500 novos recursos e confirma o investimento da Microsoft em sua plataforma mobile.

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