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Databases em Android – 2
Guideline iOS – Experiência do Usuário 2
Seguindo a Guideline iOS – Experiência do Usuário 1 Reduzir Operações? que Manuseiam Arquivos Embora? os aplicativos iOS? permitam que? as pessoas? criem e? manipulem? imagens, isso não? significa? que? as pessoas devem? ter? noção? de? um? sistema de? arquivos em? um? dispositivo ? iOS. Não há uma? aplicação iOS? análoga? ao Finder do Mac OS? X,? e? as pessoas? não devem ser ? direcionadas a? interagir com? arquivos da mesma forma que elas fazem? no computador. Em? particular,? as pessoas? não devem interagir com? tudo que? as encoraje? a pensar…
Python : aumento e redução percentual
Esses dias montando um novo algoritmo para gerar um relat?rio em PDF, me deparei com a necessidade em redimencionar proporcionalmente imagens para caber na resolu??o de uma p?gina em um pdf, para isto elaborei o respectivo calculo abaixo…
Algo engra?ado que ocorreu foi que percebi que pela diferen?a do DPI (pontos por polegada, resolu??o do PDF), realizando a escala da imagem eu ainda poderia aumentar o espa?o da tela onde os componentes eram desenhados, com isso fiz um aumento percentual hehe
C?lculos simples, sem nada de impressionante, por?m me quebraram um galho.
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O eCommerce brasileiro em 2011
O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.
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Play Framework – alta produtividade em Java
O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.
Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.
O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.
Site: Play Framework
Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.
Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.
Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos
Motiva??o
O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.
Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?
O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.
Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.
Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).
Maiores diferen?as com os demais frameworks
Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.
Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.
F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.
Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.
API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.
M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.
I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.
Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.
M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.
M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.
Componentes
O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:
- JBoss Netty para o servidor web.
- Hibernate para a camada de dados.
- Groovy para a os templates.
- O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
- Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.
Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:
- Um framework RESTful limpo e leve.
- CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
- Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
- Um framework de valida??o baseado em anota??es.
- Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
- Suporte para emails SMTP de maneira simples.
- Suporte para JSON e XML.
- Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
- Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
- Um framework completo para realiza??o de testes.
- Funcionalidade para upload de arquivos.
- Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
- Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
- Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
- Suporte para OpenID e clientes de Web Service.
Links ?teis
Informa??es a mais da Wikipedia
Overview do Play Framework 1.2.4
Documenta??o Play Framework 1.2.4
A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.
Suporte para a linguagem Scala
Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)
Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]
Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.
E agora?
Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.
Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”
Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…
No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.
Veja também:
User Interface para Apps iOS – Dicas para Designers.
A algum tempo venho me aventurando no estudo de Design para apps, tanto Android quanto iOS. No entando, depois de vastas pesquisas e claro, da prática, nada melhor que ela para nos dar experiência sobre o assunto, resolvi corrigir meu último post sobre o tema.
Nele eu comento sobre a melhor técnica para criar a skin, indicando a resolução de 320 x 480px como a melhor forma. Recordemos:
“Portanto a melhor técnica é criar, obviamente tudo em vetor, na resolução de 320 x 480px, ver se está tudo harmonico, e então só depois redimensionar para o dobro, 640 x 960px. Confie, ficará muito melhor que desenhar diretamente para 640 x 960px, já tive algumas experiências ruins criando diretamente nessa resolução. Deixe para aplicar texturas caso queira faze-lo na resolução de 640, já as bases tem que ser vetorial.”
Acontece que apesar de ser uma técnica boa, utilizada muito lá fora, nada melhor que desenvolvermos o nosso próprio método, que melhor se adapta a nossa realidade.
Um dos grandes problemas que encontrei na criação de interfaces para iOS é a diferença de cores vista no meu Macbook em relação ao meu iPhone4. (o tal retina).
As cores realmente mudam, e o verde ou azul que eu estava vendo no meu Macbook e que achei que estava agradável, misteriosamente mudava de maneira drástica ao abrir a app no iPhone. Confesso que aquilo me irritava a tal ponto que ? a solução empregada por mim era senão exportar imagens de teste para então abri-las no meu iPhone a fim de comparar as cores.
Ok Eduardo, mas não estavamos tratando de resolução? Sim, mas foi procurando a solução de um problema que cheguei na solução de dois…
Pensei naqueles aplicativos para controlar o Mac remotando através do iPhone, mas que fosse por tela compartilhada, fato, iria resolver a questão das cores, mas nada a ver com a questão da resolução.
Porém depois de testar alguns aplicativos cheguei ao Live View, ele não só resolvia esse meu problema pois compartilha a tela, como sua função é exclusivamente ajudar Designers no desenvolvimento das apps, e nem acreditei quando vi que era FREE, e acreditem, pagaria facilmente 5 dólares por ele hoje devido a sua utilidade.
E porque ele resolveu meu problema de resolução? Porque me senti mais tranquilo em desenvolver já no tamanho do retina a fim de poder ver diretamente no iPhone as proporções dos elementos no meu stage.
Resultado, muito mais praticidade e com isso muito mais qualidade no visual da app…
Logo, inverti o processo para o desenvolvimento diretamente em Retina Display, e quando vou exportar no Photoshop eu simplesmente exporto para @2x com 100% de resolução e então exporto sem o @2x, ou seja, 1x, mas com o nome puro da imagem com 50% do seu tamanho.
Ah sim, e a app funciona também para iPad.
Você precisa instalar uma app no seu Mac, que irá liberar o acesso da app que está no seu iPhone ou iPad para ter a visualização no Mac.
http://www.zambetti.com/projects/liveview/
Antes de mais nada você precisa de uma rede wifi onde seu Mac e seu iPhone ou iPad estejam conectados, uma vez com a app baixada no iPhone e iPad, abra primeiro a app que está no seu Mac, do contrário vai aparecer essa imagem:
Agora que aprendeu, e abriu primeiro o Live View no seu Mac, irá aparecer a seguinte mensagem:
Basta selecionar o seu Mac e a imagem que está dentro do retângulo optado (iPhone ou iPad, portrait ou landscape) irá aparecer no iPhone ou iPad da forma como escolheu.
O Live View também permite você colocar uma senha de acesso por questões de segurança.
Ele possui várias configurações, mas são bem simples, você pode rotacionar a tela (portrait ou landscape), optar pelo Retina, inclusive escolher a performance dependendo da sua rede Wifi.
Essa app foi de grande valia para mim, espero que ajude também você que está desenvolvendo ou pensando em desenvolver para iOS.
Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…
Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.
Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.
E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possÃvel, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.
Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatÃvel Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….
Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.
Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.
Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladÃssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.
Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.
Photoshop:
A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post
UX:
Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post
Design:
A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.
Novidade:
A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html

Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!
Android 4.0 – Ice Cream Sandwich – SDK
Olá pessoal,
Me deparei com um problema com o Android SDK 4.0 lançado essa sistema e vi que muita gente está sofrendo com o mesmo problema que eu. Um crash inesperado na inicialização do AVD com a seguinte mensagem: “This application has requested the Runtime to terminate it in an unusual way. Please contact the application’s support team for more information.”
Essa semana tivemos o lançamento do Android 4.0 pela Google. Eu particularmente me identifico muito com o Android, possuo a alguns anos smartphones que rodam o sistema e sou instrutor de um curso de Android SDK em parceria com a RIACycle. Não sou um doido varrido pelo Android, mas realmente gosto de todo o seu ecossistema. Pelo fato de eu gostar tanto, desenvolver em cima da plataforma e por ser instrutor do SDK, já fui fazendo o download do novo SDK para conferir um pouco da nova versão Ice Cream Sandwich.
Alguma coisa foi alterada no ADB que algumas das minhas imagens antigas simplesmente não eram mais executadas, sempre dava o mesmo erro na hora de inicializar. Para resolver o problema, eu tive que reduzir a quantidade de memória disponibilizada para a emulação, por padrão, sempre utilizei 1GB, mas só funcionou com 512MB.
Outra situação que está fazendo crash independente da quantidade de memória, é quando eu adiciono na configuração do Hardware a propriedade “Camera Support”, sempre dá crash e não consigo iniciar o emulador.
E por fim, o último problema que eu tive foi com a opção “Launch from snapshot”. Todas as tentivas no Android 4.0 deram erro, sempre tive que iniciar com a opção “Wipe user data” selecionada.
Bom pessoal, tirei algumas telas para que vocês possam conferir a imagem para desenvolvimento. Por enquanto é isso!
Boas vindas
Aplicativos
Aplicativos
Widgets
Discador
Navegador
Navegador
Status do celular
Recebendo ligação
Atendendo Ligação
Ligação Atendida
SMS
Notification Bar
Espero ter ajudado quem está com dificuldades com o novo ADB.
Um abraço e até a próxima
Adobe Camp Brasil 2012
Olá pessoal,
Esse ano eu tive a oportunidade de ir ao Flash Camp Brasil, em Maceió – AL, em Abril. Foi um evento bastante interessante, tivemos grandes palestras, foi muito legal conhecer pessoalmente muita gente que conversamos a anos via GTalk, Skype ou MSN e participei de um Workshop oferecido pela Blackberry para que tivessemos a chance de conhecer o poderoso Playbook.
Durante o evento em algumas apresentações foram mostradas algumas imagens do ano anterior, em 2010, e era visÃvel a quantia que o evento tinha aumentado, não apenas em número de pessoas, mas em organização também e para nossa surpresa, no próximo ano teremos o Adobe Camp Brasil. Essa mudança de nome não mostra apenas que o número de pessoas aumentou no evento, mas mostra também que o Brasil entra definitivamente no cenário mundial de grandes eventos dos produtos Adobe.
Vale muito a pena conferir o evento, excelentes palestras para todos os gostos, algumas mais técnicas com um nÃvel de aprofundamento maior, outras mais para iniciantes, palestras sobre depoimentos de empresários sobre o momento que suas grandes empresas vivem, etc. Esse ano tivemos a oportunidade de ouvir Arno Gourdol – Diretor de Engenharia do Adobe Flash Runtime, por exemplo, pessoas que encabeçam as tecnologias que utilizamos em nosso dia a dia vieram até o Brasil contar sobre o que estão e como estão criando os novos produtos, etc.
Todos sabem que a informática evolui muito e podemos acompanhar via internet, ou assistir gravações mais tarde, mas é uma oportunidade única você poder ouvir a palestra ao-vivo, fazer perguntas, e no corredor do evento se encontrar com o palestrante e conversar sobre algum detalhe da sua palestra, etc.
Esse ano com certeza teremos um evento ainda maior, eu vou estar lá e faço o convite para que você também vá, não perca essa grande oportunidade de ouvir muita coisa boa, fazer algum mini-curso e aumentar sua rede de relacionamentos real, e não a do facebook ou twitter
As inscrições serão abertas no próximo mês, então não fique de fora, não perca essa oportunidade de participar de um super evento. Por favor, não façam comentários do tipo: “Eu não vou para Maceió”, “É muito caro viajar para o Nordeste”, essas coisas. São apenas 2 dias, a cidade é linda, as diárias de hotel são compatÃveis com a de qualquer capital brasileira, e quem sabe você não vai no #soudevbuteco que aconteceu o ano passado com figuras como: @mariojunior, @jandesonfc, @igorcosta, @thalissonol e @jotaefe. Você vai dar muita risada até a madrugada
Aqui vão dois vÃdeos sobre o evento.
Primeiro dia:
Flash Camp Brasil 2011 #Day 1 from Action Creations on Vimeo.
Segundo dia:
Flash Camp Brasil 2011 #Day 2 from Action Creations on Vimeo.
Fotos: clique aqui.
Inscrições em breve, fique ligado no site: http://www.adobecampbrasil.com.br/
[ Adobe Flex Lib ][ GitHub ] Mudando o estilo visual dos Charts
Ha algum tempo publiquei 2 códigos para customização das cores dos gráficos do Adobe Flex, então resolvi evoluir e disponibilizar uma lib para customizações das cores dos gráficos
Post anterior:? [ Adobe Flex ] Mudando o estilo visual dos Charts
Como está no tÃtulo do post, criei um projeto Lib e um projeto para testar as customizações e publiquei no? GitHub: CustomChartLib? (Atenção: foi utilizado o Adobe Flex 4.5 SDK)
A lib atual conta com 4 classes:
- ColorHelper
Possui as definições de cores base, que serão utilizadas nas classes de customização.
- StylePieChart
- StyleAreaChart
- StyleColumnChart
Segue as imagens dos gráficos customizados:
PieChart
ColumnChart
AreaChart
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