logo
  • Home
  • Acerca
  • Autores
  • Faq
  • Rede
  Twitter   Feed-me! RSS!
Mar 6

TraceTarget – Usando a API de Log do Flex

Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, Actionscript, Adobe, api, app, Apresentação, AR, arte, BI, bug, class, classe, classes, Componente, components, control, custom, Debug, demo, Desenvolvimento, Diversos, encode, err, erro, error, esporte, event, events, exemplo, filter, filtra, flash, Flex, Flex Data Services, for, Formação, function, handle, HTTPService, IE, if, instalação, int, interface, library, lista, live, LOB, Messaging, MXML, O, on, padrão, player, problema, problemas, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, rss, SDK, Sem categoria, servidor, spark, string, strings, TAT, Twitter, UI, XML, XP @ 03 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Neste post vou explicar como usar a API de Log para mostrar os logs de execução da aplicação e também como usar o componente TraceTarget, que é muito útil para poder recuperar as informações das chamadas para o servidor, facilitando a resolução de problemas.

No Flex temos duas opções para recuperar informações ou logs de execução de uma aplicação. Uma primeira maneira e a mais utilizada, é usar a função global trace(”) para mostrar informações no console do FlashBuilder. Essa abordagem sempre requer que a aplicação esteja sendo executada em modo de debug, o que exige a instalação de um FlashPlayer versão de debug. Lógico que para o ambiente de desenvolvimento isso não é um problema, já que a instalação do FlashBuilder já inclui a versão correta do FlashPlayer versão debug. Mais e quando a aplicação está em produção, ou seja, quando não contamos com a versão de debug do FlashPlayer? Ai que entra a segunda opção.Na segunda opção vamos usar a API de Logging do Flex, que vai nos permitir delegar para uma classe a função de logar informações, seja usando o trace(”), primeira abordagem, ou até mesmo customizando a forma de apresentação. Esta abordagem também nos permite controlar o que é exibido, utilizado categorias e nível de log.

A API de Logging do Flex é muito simples de ser usada. Toda vez que queremos usa-la, estaremos envolvendo duas partes:

  1. O Logger, que possui os meios para enviar informações em diversos níveis (all, debug, info, warn, error e fatal) em uma determinada categoria para o Log Target. O Logger sempre irá implementar a interface ILogger, iremos utilizar a classe mx.logging.LogLogger, que já vem no SDK;
  2. O Log Traget, que será responsável por registrar a informação usando o trace(”) ou outra implementação. Iremos utilizar a classe mx.logging.targets.TraceTarget.

Para ficar mais fácil de entender como usar a API, vamos imaginar que queremos logar quando a aplicação é pré-inicializado, inicializado e criado.Inicialmente iremos usar a função global trace(”) e depois usar as classes de Log.

Ler o resto…

Mar 2

Flex + NetBeans PHP ?

Escrito por Daniel Schmitz em Adobe, AR, BI, Desenvolvimento, Diversos, Download, Eclipse, email, flash, flash builder, Flex, html, ide, instalação, int, Java, Livro, Livros, O, on, PHP, Plugin, problema, problemas, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, Tecnologia, Tema, Teste, UI, Vários @ 03 2nd, 2011 | via http://flex.etc.br | 2 comentários
Daniel Schmitz
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Durante o desenvolvimento dos livros sempre tentei integrar a IDE do Adobe Flash Builder ao Eclipse PDT. Até no livro Desenvolvendo sistemas com Flex e PHP usei o Aptana PHP, que “morreu” naquele mesmo ano. Esta integração gerou alguns emails de leitores com problemas, problemas as vezes muito *esquisitos*, devido as inúmeras incompatibilidades internas do eclipse. Resumindo, a opção de integração entre Flex e PHP em uma mesma IDE só vale a pena se você gostar muito do Eclipse PDT, e se tudo der certo na instalação, claro.

Pensando bem sobre “como andas” o Eclipse PDT, decidi mudar minha IDE para o NetBeans PHP, e esquecer a tal integração entre as IDEs. O Netbeans PHP, pelo menos para mim, está melhor que o Eclipse PDT, em diversos aspectos. Talvez o Eclipse PDT com vários plugins “extras” até fique melhor, mas eu nao quero ficar em uma procura interminável de plugins. Eu uso o Netbeans que já vem com tudo que eu preciso.

Estou usando o Netbeans há 2 meses, o que me dá uma boa base para dizer que a IDE cumpre bem o que promete. E a partir de agora, passo a recomendá-la também. Então se você gosta de testar novas tecnologias e está sempre a procura de uma melhor IDE, teste também o Netbeans para PHP, ou então as inúmeras variações, para Java, Python e/ou Ruby: http://netbeans.org/downloads/index.html

?

?

?

Fev 2

Introdução ao Windows Phone 7

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 2009, 3d, 4, 6, Animação, Animações, Aplicativos, app, AR, arte, Artigo, auto, back, BI, Blend, blog, Blogs, botão, browser, C#, camp, case, class, Class Library, código, código fonte, configuração, control, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, developer, development, DevMedia, Diversos, Download, DRE, email, empresas, err, exemplo, explorer, expression, Expression Blend, Ferramenta, fonte, for, framework, fundo, game, Geral, git, gratuito, html, ide, IE, if, image, instalação, int, Introdução, jogo, Jogos, layout, library, Links, lista, live, Mac, menu, Mercado, mg, Microsoft, Microsoft Expression, Microsoft Silverlight, mobile, MSDN, Negócios, novidade, Novidades, O, on, pagamento, produtividade, Projetos, RIA, Ria’s Geral, RTW, silverlight, Silverlight 4, site, SmartPhone, social, Software, spark, tag, Tecnologia, Tema, tool, UI, uint, UX, Ved, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, web, window, windows, windows 7, XAML, Xna, XP @ 02 2nd, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

WP7_1

Neste artigo será apresentada uma pequena introdução ao desenvolvimento de projetos mobile com o Windows Phone 7, o Windows Phone 7 ou WP7, é o mais recente sistema operacional da Microsoft para a plataforma mobile, foi projetado para proporcionar ao desenvolvedor a criação de aplicativos com recursos interativos e ricos, seu visual é simples, agradável e moderno. Para o desenvolvimento de aplicativos para essa plataforma a Microsoft investiu praticamente no Microsoft Silverlight e no Framework XNA.

O Silverlight pode ser utilizado para diversas finalidades, mas sua força está na criação de aplicativos de negócios em geral, utilizando a plataforma .net. Além do WP7 é possível utilizar o Silverlight para criar projetos web , rodando no browser ou até mesmo criar projetos Silverlight que rodam instalados fora do browser.

O XNA é um framework completo para o desenvolvimento de games, tanto para PCs com o Windows, como para o XBOX 360 e o Windows Phone 7, é possível criar jogos com o Silverlight , mas como o XNA foi concebido com esse propósito ele tem um suporte melhor para a criação de games mais complexos.

Se você já programa em C# .net ou até em Silverlight, você poderá aproveitar e aplicar seus conhecimentos para criar aplicativos para o WP7, neste artigo será apresentado como preparar o ambiente de desenvolvimento para você iniciar a criação de aplicativos para o Windows Phone 7 com Silverlight utilizando o Visual Studio 2010 ou com o Expression Blend.

O Ambiente de desenvolvimento para o WP7 é totalmente gratuito, você poderá utilizar o Visual Studio 2010 Express, o Visual Studio é a principal IDE da Microsoft para o desenvolvimento de aplicativos para a plataforma .net, neste artigo vou usar a versão Premium do Visual Studio 2010 , mas você poderá utilizar os mesmos conceito na versão Express (gratuita).

Uma ferramenta muito interessante e com total suporte ao Windows Phone 7 é o Expression Blend 4, o Blend é uma ferramenta completa para a criação de layouts aprimorados, com suporte ao Windows Phone, nela diversas tarefas são realizadas com a ajuda do mouse, os códigos XAML são gerados automaticamente conforme você manipula visualmente o layout das telas, além de praticidade e produtividade ele também possui um emulador do Windows Phone e diversos recursos para o designer da aplicação. 

Ambiente de desenvolvimento – Windows Phone 7 Developer Tools

WP7DT

Para iniciar o desenvolvimento com o WP7 você vai precisar instalar o Windows Phone Developer Tools  RTW , ele está disponível para o Windows Vista e Windows 7, o programa inclui os seguintes aplicativos:

  • Visual Studio 2010 Express for Windows Phone
  • Windows Phone Emulator Resources
  • Silverlight 4 Tools For Visual Studio
  • XNA Game Studio 4.0
  • Microsoft Expression Blend for Windows Phone 
  •  

    Para outras informações sobre o ambiente gratuito de desenvolvimento para o WP7 clique aqui.

    Inicie a instalação do Windows Phone Developer Tools RTW, se você tiver alguma versão incompatível instalada,  o software vai alertá-lo, a primeira etapa é aceitar a licença do programa, em seguida aparecerá uma tela com o botão “Install Now”, clique  para iniciar a instalação, você poderá neste momento alterar o diretório de instalação, Figura 1, se clicar no botão Customize.

    O Windows Phone Developer Tools iniciará a instalação dos programas e você verá a tela da Figura 2 assim que a instalação de todos os programas for completada.

    Figura 1. Customizando a Instalação do Windows Phone Developer Tools

    Figura 2. Instalação concluída do Windows Phone Developers Tools

    Os programadores Visual Basic tem um Windows Phone Developers Tools específico neste link Visual Basic for Windows Phone Developer Tools – RTW.

    Criando uma aplicação no Visual Studio 2010

    Abra o Microsoft Visual Studio 2010 e clique em File->New->Project, cinco opções são apresentadas como modelos de projetos para o Windows Phone, o primeiro é o Windows Phone Application, nele temos um projeto básico com o mínimo necessário para criar uma aplicação WP7, a segunda opção é a Windows Phone Databound, que permite criar uma aplicação baseada em um modelo capaz de trabalhar com uma lista de dados e com controle de navegação,  a terceira opção é a Windows Phone Class Library, onde é possível criar uma biblioteca para o Windows Phone, em seguida temos o Windows Phone Panorama Application, que cria um projeto com um modelo de navegação muito comum no Windows Phone, onde é possível através do toque na tela andar pela aplicação e navegar em suas listas de dados e por ultimo temos o Windows Phone Pivot Application, onde está disponível um controle Pivot para ser usado na aplicação.

    vs1

    Figura 3. Tipo de projetos para Windows Phone no Visual Studio 2010

    Como o foco do artigo não é a criação de uma aplicação para o Windows Phone 7 e sim somente dar uma introdução ao desenvolvimento para a plataforma, vamos criar um projeto do tipo Windows Phone Panorama Application e modificar somente em dois pontos e em seguida visualizar as alterações.

    No código fonte da aplicação (XAML), vamos modificar o título da aplicação e o cabeçalho do primeiro item do controle panorâmico, localize o controle  Panorama e modifique o parâmetro Title para um nome qualquer, em seguida faça o mesmo com a propriedade Header do controle PanoramaItem, veja a Figura 4.

    FontePanorama 

    Figura 4. Modificando o fonte do projeto Windows Phone Panorama Application

    Agora clique no play do Visual Studio 2010 para executar a aplicação e visualizar o emulador do Windows Phone 7, Figura 5 e 6.

    emuladorVS

    Figura 5. Executando a aplicação no emulador do Windows Phone 7

    Emulador 

    Figura 6. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010

    Abrindo a aplicação no Expression Blend 4

    O Expression Blend é um aplicativo que auxiliar na parte gráfica da aplicação, com ele temos uma ferramenta gráfica e com recursos específicos para essa finalidade, um bom exemplo e a criação de animações em sua aplicação, vamos supor que você queira animar um determinado elemento, seja uma imagem ou um botão, por exemplo,a vantagem de utilizar o Blend nesta tarefa é a possibilidade de gravar toda a animação na tela e ele automaticamente gera todo o código XAML, poupando dezenas de linhas de códigos que seriam digitadas no Visual Studio 2010.

    O Microsoft Expression Blend for Windows Phone é um dos aplicativos instalados pelo Windows Phone Developers Tools, existe também uma versão para uso do Silverlight  que é a que estou usando neste artigo, chamada de Expression Blend 4, que faz parte do pacote do Expression Studio 4, integrado com o Visual Studio 2010 e que também funciona para programar para o Windows Phone 7.

    Saiba mais sobre o Expression Studio 4 neste artigo da .net Magazine.

    O Expression Blend é integrado ao Visual Studio 2010, basta clicar no seu projeto com o botão direito do mouse e clicar em Open in Expression Blend, Figura 7, qualquer modificação feita nas ferramentas já é atualizado na outra assim que uma é acionada.

    Figura 7. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010.

    eb

    Figura 8. Expression Blend 4.

    App Hub

    Os aparelhos com o Windows Phone 7 ainda não chegaram ao Brasil, o jeito é aguardar ou adquirir um aparelho importado, depois que você já preparou o ambiente de desenvolvimento e já está desenvolvendo aplicativos com a tecnologia Silverlight ou XNA, você vai querer testar o aplicativo no próprio aparelho e ainda começar a ganhar dinheiro enviando sua aplicação para o Windows Phone Marketplace, o Windows Phone Marketplace é onde você pode testar e comprar aplicativos, jogos, músicas para o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace já está aberto para que os desenvolvedores possam enviar seus aplicativos, para que você possa criar aplicações e vender no Marketplace você vai precisar desbloquear o equipamento e criar uma conta no site App Hub, vamos ver agora passo a passo como realizar esse procedimento.

    1. Acesse o site http://create.msdn.com/en-US .
    2. Clique em Sig-in .
    3. Entre com o seu Window Live ID .
    4. Selecione o tipo de conta: Company (Empresas), Individual (desenvolvedor individual) ou Student (estudante que participa do projeto DreamSpark) .

    As contas do tipo Company e Individual tem um custo anual de $99, se você é estudante, participe do projeto DreamSpark, atualmente o Dreamspark é a única forma de participar do App Hub sem custos, no meu caso eu selecionei um conta de desenvolvedor individual.

    Figura 8. Tipo de conta no App Hub

    5. O próximo passo é digitar algumas informações pessoais como nome, endereços e email, no campo Publisher Name, você informará o nome que aparecerá no Windows Phone Marketplace.
    6. Selecione a imagem que será apresentada quando você participar de fóruns do App Hub.

    Figura 9. Imagem que será apresentada nos fóruns.

    7. Se você não selecionou o tipo Student (Dreamspark), será necessário pagar uma taxa anual para enviar aplicativos para o Windows Phone Marketplace, está disponível atualmente o pagamento via cartão de crédito VISA e MASTERCARD.

    8. A última etapa e a confirmação do email e de sua identidade, no caso da conta individual, ambos são feitos por e-mail. Você receberá uma e-mail alguns dias após o cadastro para validar a sua identidade, no caso de desenvolvedor individual é necessário enviar uma cópia da sua carteira de motorista ou passaporte.

    Figura 10. Conclusão do cadastro no App Hub.

    Na página do App Hub, no link Devices, aparecerão os aparelhos que você vai desbloquear e poderá realizar o deploy no Visual Studio 2010 antes de publicar no Windows Marketplace. 

    Zune

    O Zune é o software que irá fazer a sincronização da sua aplicação no Visual Studio 2010 e o equipamento, para mais informações sobre o Zune veja no blog do MSDN.

    Faça o Download da última versão do Zune no site oficial.

    Desconecte o seu aparelho do computador, caso esteja conectado, feche todos os aplicativos abertos e inicie a instalação, a primeira etapa é aceitar a licença do ZUNE, em seguida o software é instalado. Quando você receber a mensagem de “INSTALAÇÃO DO SOFTWARE DO ZUNE CONCLUÍDA”, clique em fechar, uma tela será apresentada com as etapas de configurações do ZUNE, a primeira configuração e a tela abaixo onde você vai inserir o nome que o equipamento vai ter no software do ZUNE, no equipamento e no site.

    Figura 11. Nome do telefone no ZUNE

    Conecte o seu celular via USB e deixe o windows realizar a instalação dos drivers, agora você já tem o seu aparelho sincronizado com o ZUNE.

    Figura 12. Dados do aparelho sincronizado

    Registrando o aparelho no Windows Phone Developer

    Este é o último passo antes de você iniciar o deploy com o Visual Studio 2010 e enviar sua aplicação ao Marketplace, vamos agora registrar a conta como desenvolvedor, no menu iniciar do Windows, localize o menu Windows Phone Developer Tools e clique em Windows Phone Developer Registration.

    Figura 13. Registro de desenvolvedor

    Deploy no Visual Studio 2010

    No menu do Visual Studio 2010, localize o combo onde está escrito Windows Phone 7 Emulator e altere para Windows Phone 7 Device, selecione o projeto no Solution Explorer do Visual Studio com o botão  direito do mouse e clique em deploy. O Zune deverá sempre estar ativo para realizar a sincronização com o equipamento.

    Deploy

    Figura 14. Deploy no Visual Studio 2010

    Conclusão

    imagesCAZ3EAMH

    Com a evolução dos aparelhos de celulares e smartphones, o mercado mobile está crescendo assustadoramente a cada ano, os novos equipamentos estão recheados de novos recursos e com isso a necessidade de que tenha um sistema operacional capaz de aproveitar ao máximo tudo que as novas tecnologias estão oferecendo, é neste cenário que a Microsoft apresenta o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace está recheado de aplicativos e games, o potencial do sistema operacional da Microsoft é muito positivo, particularmente eu acho o sistema operacional fantástico e de incrível liberdade de desenvolvimento para os desenvolvedores .net, principalmente pela produtividade e pelo fato de aproveitar os conhecimentos já adquiridos em C#, Visual Basic, XNA e Silverlight, enquanto o Windows Phone ainda não está disponível aqui no Brasil , podemos criar aplicações com as ferramentas gratuitas da Microsoft.

    Links Interessantes:

    WP7_fundohttp://winphoneblog.com.br/ 

    http://channel9.msdn.com/Series/Windows-Phone-7-Development-for-Absolute-Beginners

    http://www.devmedia.com.br/post-17986-Windows-Phone-7-e-Silverlight-4.html

    http://www.charlespetzold.com/phone/

    http://www.devmedia.com.br/post-18740-Animacoes-no-Windows-Phone-7.html

    http://blogs.msdn.com/b/jpclementi/archive/2011/02/02/links-mais-importantes-para-o-windows-phone-7.aspx?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+clementi+%28Falando+de+novidades+e+tecnologias+Microsoft%29

    http://www.microsoft.com/showcase/en/us/related?video=bda22419-a49e-4ef6-973d-f9c6d59aa525

    FAQ

    Jan 29

    Resolvendo problemas com Rails, RVM, openssl e readline no Ubuntu

    Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2009, 4, 6, aplicacao, app, AR, arte, BI, checkBox, checkboxes, configuração, CRUD, Desenvolvimento, Dica, DRE, err, erro, error, exemplo, for, habtm, IE, instalação, int, Introdução, live, NaN, O, on, permalink, problema, problemas, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, RoR, ruby, ruby on rails, screen, Screencast, site, ssl, tag, UI, uint, update, XML @ 01 29th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
    Elvis Fernandes
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    Se você está começando a trabalhar com RVM no Ubuntu, pode encontrar alguns problemas de configuração quando tentar executar o script/console (Rails 2.x), como por exemplo:

    no such file to load -- readline (LoadError)

    ou ainda

    no such file to load -- openssl (LoadError)

    O site oficial do RVM oferece uma solução, mas que não se aplica a todos os ambientes.

    Para resolver esse problema é necessário fazer o seguinte:

    1) Instale as bibliotecas do openssl e do readline via apt:

    $ sudo apt-get install libreadline6 libreadline6-dev openssl libssl0.9.8 libssl-dev libopenssl-ruby

    2) Remova a versão instalada do Ruby via RVM e reinstale indicando os diretórios do readline e do openssl:

    $ cd 
    $ rvm remove 1.8.7
    $ rvm install 1.8.7 --with-readline-dir=/usr/include/readline/ --with-openssl-dir=/usr/include/openssl/

    Este exemplo aplica-se à versão 1.8.7 do Ruby no Ubuntu 10. Faça as adaptações necessárias para adequar ao seu ambiente. Esta solução foi testada com a versão 2.3.10 do Rails – acredito que pode ser aplicada a outras versões também.

    Funcionou com você em outras configurações? Deixe um comentário!

    Posts relacionados

    • Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost Installing your Rails/RestfulX app (and its gems) at Dreamhost“>Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost Installing your Rails/RestfulX app (and its gems) at Dreamhost (2)
    • CRUD com o RestfulX – aplicação funcionandoCRUD with RestfulX – live application“>CRUD com o RestfulX – aplicação funcionandoCRUD with RestfulX – live application (2)
    • CRUD com o RestfulX: Parte 2/2 – Create, Update e DeleteCRUD with RestfulX: Part 2/2 – Create, Update, and Delete“>CRUD com o RestfulX: Parte 2/2 – Create, Update e DeleteCRUD with RestfulX: Part 2/2 – Create, Update, and Delete (2)
    • Instalação “avançada” do RestfulX no seu projeto Rails“Advanced” installation of RestfulX into your Rails app“>Instalação “avançada” do RestfulX no seu projeto Rails“Advanced” installation of RestfulX into your Rails app (0)
    • Introdução ao RestfulXIntroduction to RestfulX“>Introdução ao RestfulXIntroduction to RestfulX (0)
    • Screencast: desenvolvendo uma aplicação com RestfulX em menos de 5 minutos“>Screencast: desenvolvendo uma aplicação com RestfulX em menos de 5 minutos (8)
    • Usando checkboxes em uma relação habtm no Rails“>Usando checkboxes em uma relação habtm no Rails (6)
    • Instalando o Rails 2 no Debian“>Instalando o Rails 2 no Debian (3)
    • Criando XML no Rails com caracteres acentuados“>Criando XML no Rails com caracteres acentuados (0)
    • RestfulX – Introdução, instalação, configuração e primera aplicação em 5 minutos“>RestfulX – Introdução, instalação, configuração e primera aplicação em 5 minutos (16)

    © Elvis for Elvis Fernandes, 2011. |
    Permalink |
    Nenhum comentário |
    Adicione ao
    del.icio.us


    Tags: openssl, Rails, readline, ruby on rails, rvm, ubuntu

    Jan 20

    RabbitMQ, AMQP e Spring-AMQP

    Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Air, api, AR, arte, BI, class, classe, comparação, condicional, configuração, dados, demo, Desenvolvimento, err, event, Evento, Eventos, Experiências, Ferramenta, filtra, for, framework, git, html, ide, IE, if, image, instalação, int, interoperabilidade, Java, Linux, mg, O, on, padrão, painel, Partilha, RIA, Ria’s Geral, screen, Screencast, server, serviço, Serviços, servidor, site, Spring, Spring Framework, SpringFramework, string, strings, tag, TAT, Tema, template, Tutorial, Twitter, UI, UX, window, windows, XP @ 01 20th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
    DClick Team
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    RabbitMQ e AMQP


    Quem programa em Java a algum tempo já deve ter cruzado com JMS (Java Message Service) e também deve ter percebido que trabalhar com JMS apesar do conceito ser fácil, não é uma das tarefas mais agradáveis e simples. Isso porque a API possui muitas exceções que devem ser tratadas e as configurações das filas e do sistema são específicas de cada broker.
    Mas afinal, pra quê usar JMS então? A resposta é simples, para programar de maneira assíncrona, e portanto mais voltado a reação do que a ação, ou seja, deixar a aplicação orientada a eventos (EDA – Event Driven Architeture) e conseguir distribuir melhor a carga entre servidores aumentando escalabilidade.
    Já que mensageria é uma ferramenta poderosa, e JMS não colabora muito com sua utilização, foi criado o AMQP – Advanced Message Queuing Protocol. Diferente de JMS que define uma API Java, AMQP define um protocolo, ou seja, uma descrição de como os dados das mensagens trafegam pelo broker. Com isso qualquer aplicação que entenda esse protocolo consegue se comunicar com o broker independente de sua implementação, facilitando sua configuração e até mesmo a interoperabilidade de brokers.
    Atualmente o broker mais utilizado que é open source e suporta tal protocolo é o RabbitMQ. Por isso veremos algumas características do mesmo. Outro fato a favor do RabbitMQ, é que agora faz parte do Springsource e portanto possui um bom suporte do spring-framework.


    Começando com o RabbitMQ



    Como vimos, uma das maiores vantagens de trabalhar com AMQP, é que a configuração independe do broker que estamos usando, portanto nosso trabalho com o RabbitMQ se resume a instalação e execução do serviço, tarefas as quais são muito simples.
    Eu já instalei o RabbitMQ em máquinas com windows e com Linux (CentOS), por isso vou compartilhar ambas as experiências.
    No Windows: Comece baixando o bundle completo do RabbitMQ que inclui todas as dependências para que o server funcione: Site oficial do RabbitMQ. Em seguida descompacte o conteúdo em uma pasta do seu sistema e rode o instalador que está dentro da pasta. Pronto! Ao sair do instalador, o serviço estará pronto pra uso, mas ainda não estará executando. Para isso basta abrir o painel de serviços do windows e iniciá-lo.
    No CentOS: Pra variar, instalar o RabbitMQ no CentOS é simples com digitar no terminal:

    sudo yum install rabbitmq-server



    E pronto! O server está instalado, e basta iniciá-lo com:

    sudo /sbin/service rabbitmq-server start


    Configurando o broker AMQP



    Repare que não estou especificando que iremos configurar o RabbitMQ, isso porque as cofigurações servem para qualquer broker AMQP.
    Um broker JMS trabalha com filas sendo compartimentos para mensagens. Portanto é necessário configurar tais filas no broker. Para escutar as mensagens que são postadas nas filas, podemos utilizar selectors para filtrar algum tipo específico de mensagem baseado no cabeçalho da mensagem. Ainda podemos escolher o tipo de fila, sendo um modo ponto-a-ponto e um modo publish/subscribe. No primeiro modo, apenas um consumidor de mensagens escuta a fila, sendo que este receberá todas as mensagens enviadas não necessariamente no momento em que são postadas. No segundo modo múltiplos consumidores escutam a fila, sendo que a mensagem é entregue para todos os consumidores que o selector satisfazer as condições.
    Com o AMQP é um pouco diferente. A primeira diferença notável, é que as mensagens não são publicadas diretamente nas filas, mas sim em uma nova estrutura chamada de Exchange. Exchanges recebem as mensagens encaminham para as filas baseados em routing keys, que especificam as filas que as mensagens pertencem. Portanto precisamos criar as filas também em um broker AMQP, mas dessa vez associando-as aos exchanges através de Bindings que são definidos pelas routing keys.





    Note na imagem que um exchange pode rotear mensagens para mais de uma fila, e uma fila pode receber mensagens de mais de um exchange.
    Em AMQP também temos o conceito de ponto-a-ponto chamdo de direct, sendo que nesse caso temos um exchange publicando apenas para uma fila, e também temos o conceito de Topic ou publish/subscribe, onde um exchange pode mandar para mais de uma fila. Nesse segundo caso, se for definida uma routing key, então o exchange irá encaminhar a mensagem para a fila com o binding referente a routing key. Caso não tenha sido definido uma routing key, as mensagens serão distribuídas para as filas de maneira igualitaria baseada em Round Robin.
    Em AMQP ainda existe um terceiro modo: Fanout. Nesse modo o exchange pode estar associado a várias filas como em um topic, porém quando uma mensagem for postada no exchange, este replicará a mensagem em todas as filas que estiverem associadas a ele, sem levar em conta a routing key.


    Bindings



    Bindings entre exchanges e filas podem ser definidos apenas para explicitar uma ligação entre os dois, ou explicitando uma ligação condicional.
    A condição para que o binding seja válido é definido pela routing key e pode ser definido de algumas maneiras:
    - uma string fixa;
    - uma string usada como padrão para fazer o match com as routing keys;
    - múltiplas strings definindo mais de uma routing key;
    - múltiplos strings usadas como padrão para match;
    - comparação algorítmica baseada em uma SQL executada sobre o cabeçalho da mensagem;
    - inspeção de conteúdo, verificando se o conteúdo da mensagem atende a uma determinada condição.

    Spring AMQP



    O RabbitMQ agora é um projeto da springsource, portanto existe já em desenvolvimento e inclusive com milestones publicados e disponíveis em um repositório do maven:

    1
    2
    3
    4
    5
    ? ? >
    ? ? ? ? ? ? >repository.springframework.milestone>
    ? ? ? ? ? ? >Spring Framework Maven Milestone Repository>
    ? ? ? ? ? ? >http://maven.springframework.org/milestone>
    ? ? ? ? >



    Todo o projeto está desenvolvido com o ideal do spring e portanto os conceitos básicos e já conhecidos como injeção de dependência e facilidade de configuração e uso estão muito bem empregados no projeto.
    Seguindo essa linha existe um classe que serve de template para um broker AMQP.
    Veremos no screencast a seguir como adotar utilizar o Spring-AMQP em seu projeto e algumas facilidades e dificuldades.

    Por @Gust4v0_H4xx0r

    Jan 12

    Criando uma aplicação com Flex 4, Java e Blazeds

    Escrito por Pablo Souza em 1, 2009, 3d, 4, 6, Access, Adobe, Adobe Flex, app, AR, auto, back, bar, BI, Blazeds, blog, botão, browser, builder 4, class, código, Componente, Componentes, comunicação, configuração, control, Curso, Cursos, dados, Data Service, Data Services, DataGrid, Desenvolvimento, Design, developer, development, dispatch, Diversos, Download, DRE, dynamic, Eclipse, email, err, event, Evento, exemplo, Exemplos, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, Flex 4, fonte, fonts, for, Formação, Formulário, frontend, function, git, handle, html, ide, IE, if, image, instalação, int, interface, Java, kit, label, layout, library, lista, map, menu, Messaging, mg, MXML, NaN, novidade, Novidades, O, on, Oracle, pattern, pt, Remoting, RIA, Ria’s Geral, server, serviço, Serviços, servidor, site, spark, string, Sun, tag, TAT, Tech, Tema, TextInput, UI, web, window, windows, XML @ 01 12th, 2011 | via http://rectius.com.br/blog | 2 comentários
    Pablo Souza
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    Hoje vou mostrar a integração de aplicações Flex 4 com back-end Java, utilizando o Blazeds para comunicação entre eles. Durante a instalação e configuração do ambiente de desenvolvimento, estamos considerando que você está trabalhando numa máquina com Windows. Caso não seja este o caso não fique preocupado, basta repetir os mesmos passos descritos para o Windows adaptando para o sistema operacional que você estiver utilizando.

    1. Instalações

    - Download Java Development Kit (JDK6), e após configurar a váriavel de sistema JAVA_HOME.
    - Download Eclipse IDE for Java Developers.
    - Download BlazeDS Turnkey, contêm uma versão configurada do servidor Tomcat e diversos exemplos.
    - Download Adobe Flash Builder 4, versão Standalone.

    2. Instalando o BlazeDS

    Após o download do BlazeDS descompacte-o num diretório de sua preferência:
    C:blazeds

    * Nesse momento você já deve ter instalado o JDK e confgurado a variável JAVA_HOME.

    Para verificar se tudo está funcionando vamos iniciar o servidor Tomcat.

    Abra um prompt do Windows e digite:
    cd C:blazedstomcatbin

    Em seguida inicie o servidor Tomcat:
    catalina start

    Após a inicialização do servidor, você verá a janela abaixo:

    O servidor de aplicação foi inicializado na porta 8400. Como eu disse anteriormente, o BlazeDS Turnkey vem com uma série de aplicações de exemplo mostrando a integração entre o Adobe Flex e o Java.

    Para verificar se o servidor está rodando corretamente e ver as aplicações que citei, digite num browser de sua preferência:
    http://localhost:8400/

    3. Instalando o Eclipse

    Após o download do Eclipse, descompacte o conteúdo do arquivo compactado para uma pasta um diretório de sua preferência:
    C:eclipse

    * Assim como o BlazeDS, o Eclipse também não necessita de instalação. Basta descompactá-lo para utilizar.

    4. Instalando o Flash Builder 4

    Para a instalação do Adobe Flash Builder 4 basta você ir avançando as opções, sempre mantendo os valores padrões. A versão Standalone é uma versão Trial que dura 60 dias. No site da Adobe você pode obter gratuitamente uma licensa de utilização caso você se enquadre nas exigências legais (estudantes, profissionais autônomos, etc).

    5. Criando o projeto Java

    Abra a pasta onde você descompactou o Ecplise e execute-o:
    C:eclipseeclipse.exe

    Em seguida vamos criar nosso projeto Java. Clique em:
    File > New > Dynamic Web Project

    Agora vamos criar um bean que será usado na serialização das informações que serão trocadas entre o Adobe Flex e o Java.

    Clique com o botão direito do mouse no projeto e então:
    New > Class

    A seguir a implementa da nossa classa Java bean Usuario.java:

    package br.com.rectius.model;
    ?
    import java.io.Serializable;
    ?
    public class Usuario implements Serializable {
    ?
    	/**
    	 *
    	 */
    	private static final long serialVersionUID = 1L;
    ?
    	private String nome;
    	private String email;
    	private String cargo;
    ?
    	public void setNome(String nome) {
    		this.nome = nome;
    	}
    	public String getNome() {
    		return nome;
    	}
    ?
    	public void setEmail(String email) {
    		this.email = email;
    	}
    	public String getEmail() {
    		return email;
    	}
    ?
    	public void setCargo(String cargo) {
    		this.cargo = cargo;
    	}
    	public String getCargo() {
    		return cargo;
    	}
    ?
    }

    Agora vamos criar nossa camada de serviço, que será o ponto de entrada das requisições do nosso front-end Flex.

    Clique novamente com o botão direito do mouse sobre o projeto e então:
    New > Class

    A seguir a implementação da nossa camada de serviço UsuarioService.java:

    package br.com.rectius.service;
    ?
    import java.util.ArrayList;
    ?
    import br.com.rectius.model.Usuario;
    ?
    public class UsuarioService {
    ?
    	/*
    	 * Como não estamos utilizando nenhuma ferramenta
    	 * para persistência dos dados, vamos armazenar
    	 * a informações nessa lista estática
    	 */
    	private static ArrayList<Usuario> listaUsuarios =
    		new ArrayList<Usuario>();
    ?
    	/*
    	 * Insere um novo usuário
    	 * @param usuario
    	 */
    	public void insereUsuario(Usuario usuario)
    	{
    		listaUsuarios.add(usuario);
    	}
    ?
    	/*
    	 * Retorna todos os usuários
    	 * @return
    	 */
    	public ArrayList<Usuario> listaUsuarios()
    	{
    		return listaUsuarios;
    	}
    ?
    }

    Pronto! Nossa aplicação Java já está finalizada.

    6. Configurando o BlazeDS

    Para que o Adobe Flex possa se comunicar com nossa camada de serviço no Java, teremos que modificar alguns arquivos de configuração do BlazeDS.

    Abra a pasta onde você descompactou o BlazeDS:
    C:blazeds

    Crie um nova pasta chamada:
    C:blazedsBlazedsConfigBase

    Localize agora o arquivo blazeds.war e descompacte-o na pasta que acabamos de criar:
    Arquivo: C:blazedsblazeds.war
    Pasta: C:blazedsBlazedsConfigBase

    Veja o contéudo da pasta C:blazedsBlazedsConfigBase>:
    C:blazedsBlazedsConfigBaseMETA-INF
    C:blazedsBlazedsConfigBaseWEB-INF

    * A pasta WEB-INF contém toda a informação necessária para a integração de um projeto Adobe Flex + Java + Blazeds.

    Agora vamos copiar algumas pastas do BlazeDS para dentro nosso projeto Java. Localize a pasta:
    C:blazedsBlazedsConfigBaseWEB-INF

    Copie o arquivo e os diretórios abaixo para WebContentWEB-INF, dentro do Eclipse:
    C:blazedsBlazedsConfigBaseWEB-INFweb.xml
    C:blazedsBlazedsConfigBaseWEB-INFflex
    C:blazedsBlazedsConfigBaseWEB-INFlib

    A pasta lib contém todas as biliotecas necessárias para realizar a comunicação do Adobe Flex com o Java.
    A pasta flex contém os arquivos de configuração necessários para estabelecer essa comunicação.

    Nesse momento a estrutura do seu projeto deve estar como na imagem abaixo:

    Agora vamos configurar nossa aplicação para que o Flex consiga se comunicar com o nosso projeto Java.

    Dentro do Eclipse localize e abre o arquivo:
    WebContentWEB-INFweb.xml

    Configure-o conforme a seguir:

    <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
    DOCTYPE web-app PUBLIC "-//Sun Microsystems, Inc.//DTD Web Application 2.3//EN" "http://java.sun.com/dtd/web-app_2_3.dtd">
    <web-app>
    ?
        <display-name>BlazeDSdisplay-name>
        <description>BlazeDS Applicationdescription>
    ?
        -- Http Flex Session attribute and binding listener support -->
        <listener>
            <listener-class>flex.messaging.HttpFlexSessionlistener-class>
        listener>
    ?
        -- MessageBroker Servlet -->
        <servlet>
            <servlet-name>MessageBrokerServletservlet-name>
            <display-name>MessageBrokerServletdisplay-name>
            <servlet-class>flex.messaging.MessageBrokerServletservlet-class>
            <init-param>
                <param-name>services.configuration.fileparam-name>
                <param-value>/WEB-INF/flex/services-config.xmlparam-value>
           init-param>
            <load-on-startup>1load-on-startup>
        servlet>
    ?
    -- begin rds
    end rds -->
        <servlet>
            <servlet-name>RDSDispatchServletservlet-name>
    		<display-name>RDSDispatchServletdisplay-name>
            <servlet-class>flex.rds.server.servlet.FrontEndServletservlet-class>
    		<init-param>
    			<param-name>useAppserverSecurityparam-name>
    			<param-value>falseparam-value>
    		init-param>
            <load-on-startup>10load-on-startup>
        servlet>
    ?
        <servlet-mapping id="RDS_DISPATCH_MAPPING">
            <servlet-name>RDSDispatchServletservlet-name>
            <url-pattern>/CFIDE/main/ide.cfmurl-pattern>
        servlet-mapping>
    ?
        <servlet-mapping>
            <servlet-name>MessageBrokerServletservlet-name>
            <url-pattern>/messagebroker/*
        
    ?
        
            index.html
            index.htm
        
    ?
        
        
    ?
    

    Ainda dentro do Eclipse localize e abra o arquivo:
    WebContentWEB-INFflexremoting-config.xml

    Dentro desse arquivo é que informamos quais os serviços que nosso front-end Flex poderá ter acesso. Para tal basta criar um novo destino para cada serviço.

    Crie um destino para o serviço UsuarioService adicionando no arquivo remoting-config.xml o código abaixo:

        <destination id="UsuarioService">
        	<properties>
        		<source>br.com.rectius.service.UsuarioServicesource>
        	properties>
        destination>

    Pronto! O projeto Java já está configurado para trabalhar com o BlazeDS.

    7. Publicando nossa aplicação no Tomcat

    Já terminamos o projeto Java e a configuração do BlazeDS. Agora o próximo passo é publicar o projeto no servidor de aplicações Tomcat.

    Navegue até a pasta:
    C:blazedstomcatwebapps

    Crie uma pasta para o projeto Java:
    C:blazedstomcatwebappsGerenciaUsuario

    Agora dentro do Eclipse, clique sobre a pasta WEB-INF e a copie Edit > Copy.

    Cole então seu conteúdo na pasta que criada no passo acima:
    C:blazedstomcatwebappsGerenciaUsuario

    Agora reinicie o servidor de aplicação Tomcat para subir o projeto que acabamos de fazer deploy:
    catalina stop
    catalina start

    08. Criando o projeto Flex

    Uma das novidades do novo ambiente de desenvolvimento Adobe Flex, o Flash Builder 4, é sem dúvidas os recursos de conexão a dados e serviços.
    No passo 4 nós fizemos a instalação do Flash Builder 4. Agora localize seu ícone na área de trabalho ou no menu iniciar e abra o aplicativo.

    Em seguida crie um novo projeto Flex. Clique em File > New > Flex Project

    Agora faça suas configurações conforme a imagem abaixo:

    Root folder: Representa o diretório onde fizemos o deploy do nosso projeto Java, dentro do servidor de aplicação.
    Root URL: Representa a URL de acesso ao projeto no servidor de aplicação.
    Context root: Representa o nome da nossa aplicação.
    Output folder: Representa o local onde serão compilados os arquivos do Flex.

    Clique em Validate Configuration para se certificar de que você configurou tudo corretamente e em seguida clique em Finish.

    Antes de qualquer coisa vamos conferir se o Flash Builder inseriu corretamente um parâmetro de compilação no projeto Flex.

    Clique com o botão direito do mouse no projeto Flex, clique em Properties e certifique-se de que o argumento de compilação -services foi inserido:

    Agora vamos criar a interface. Digite o código abaixo:

    <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
    <s:Application xmlns:fx="http://ns.adobe.com/mxml/2009"
    			   xmlns:s="library://ns.adobe.com/flex/spark"
    			   xmlns:mx="library://ns.adobe.com/flex/mx">
    ?
    	<s:controlBarContent>
    		<s:Label text="Gerenciamento de Usuários"
    				 fontWeight="bold" fontSize="18"/>
    	s:controlBarContent>
    ?
    	<s:layout>
    		<s:VerticalLayout
    			horizontalAlign="center" verticalAlign="middle"
    			paddingLeft="10" paddingRight="10" paddingBottom="20" paddingTop="20"/>
    	s:layout>
    ?
    	<s:Panel title="Cadastro de Usuários" width="500">
    ?
    	s:Panel>
    ?
    	<s:Panel width="500" height="100%" title="Listagem de Usuários">
    		<mx:DataGrid id="dgUsuarios" left="20" right="20" bottom="20" top="20">
    		mx:DataGrid>
    	s:Panel>
    ?
    s:Application>

    09. Conectando a aplicação Adobe Flex ao Java

    Em seguida vamos utilizar os novos recursos inseridos no Flash Builder 4 para se comunicar com o Java.

    Clique em Windows > Data/Services. Após a aba correspondente se abrir clique em Connect to Data/Service….

    Veja que alguns arquivos foram criados automaticamente:

    Clique com o botão direito em qualquer ponto da sua Application (não clique nos componentes Panel ou qualquer outro que não seja a Application) e clique em Generate Service Call:

    Em seguida selecione o método listaUsuarios():

    Vá para o modo de visualização “Source” e veja que um método handler foi criado para manipular o evento CreationComplete da Application.

    Agora volte para o modo “Design”, clique com o botão direito no componente DataGrid e em seguida clique em Bind to Data…

    Clique no botão OK e veja o resultado:

    Finalizamos o código para a listagem dos usuários. Agora precisamos fazer o código que vai inserir os usuários.

    Novamente clique com o botão direito do mouse no componente DataGrid e então clique na opção Generate Details Form…

    Arrume o posicionamento do formulário de cadastro, altere o label do botão. Em seguida clique com botão direito do mouse sobre o botão e Generate Service Call…

    Agora altere o método button_clickHandler que foi gerado automaticamente:

    protected function button_clickHandler(event:MouseEvent):void
    {
    	var usuario:Usuario = new Usuario();
    	usuario.email = emailTextInput.text;
    	usuario.nome = nomeTextInput.text;
    	usuario.cargo = cargoTextInput.text;
    	insereUsuarioResult.token = usuarioService.insereUsuario(usuario);
    }

    Com isso já conseguimos inserir usuários na coleção do back-end Java. Agora vamos modificar nosso código para que toda vez que um usuário for inserido os usuários sejam listados novamente no componente DataGrid.

    Agora altere o método insereUsuarioResult_resultHandler:

    protected function insereUsuarioResult_resultHandler(event:ResultEvent):void
    {
    	listaUsuariosResult.token = usuarioService.listaUsuarios();
    }

    Agora rode sua aplicação e veja o resultado final.

    Pronto! A aplicação está rodando perfeitamente.
    Como lição de casa, faça com que seja possível remover e alterar um usuário.

    Fontes do projeto:

    Download do projeto Flex (28 KB)
    Download do projeto Java (3.67 MB)

    Referências:
    - Accessing data services overview

    Espero que tenham gostado e até a próxima!

    Out 27

    Oracle XE : Mudando a porta padrão HTTP

    Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2009, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Banco de Dados, blog, Blogs, class, código, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Dica, Flex, for, Hibernate, html, ide, IE, if, image, instalação, int, Java, Javascript, JPA, mg, NaN, Number, O, on, Oracle, padrão, Pessoal, problema, prova, pt, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, UI, web @ 10 27th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
    Erko Bridee
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »



    Um dica de 1 itém para configurar após a instalação do Oracle XE, caso você trabalhe com desenvolvimento web, principalmente em java, onde seu Apache Tomcat utiliza a porta 8080…

    No meu caso que desenvolvo aplicações Java Web, localmente a porta 8080 já pertence ao Apache Tomcat, então instalando o Oracle XE, temos um problema, o pessoal da Oracle por algum motivo resolveu definir a porta padrão do Oracle XE também na porta 8080, então o que fazer? Simples, só mudar a porta…


    Mas como mudar a porta HTTP padrão do Oracle XE?

    Após a instalação do Oracle XE, muito provavelmente ele já irá iniciar o administrador da base, executando a URL: http://127.0.0.1:8080/apex/

    Então acesse a área para executar um comando SQL, e execute o respectivo comando:

    ?View Code SQL
    1
    2
    3
    4
    
    begin
    	dbms_xdb.sethttpport('90');
    	dbms_xdb.setftpport('2100');
    end;

    No meu caso resolvi mudar as portas para:

    HTTP:  90 – tenho certeza que não uso para nada

    FTP: 2100 – se bem que a princípio não usarei, então poderia ter deixado em 0

    SQL para verificar as portas definidas:

    ?View Code SQL
    1
    2
    3
    4
    
    select
    	dbms_xdb.gethttpport as "HTTP-Port",
    	dbms_xdb.getftpport as "FTP-Port"
    from dual;


    Uma vez executado o comando, se você tentar executar qualquer outra SQL, através a URL atual na porta 8080, não irá funcionar, então você terá que acessar novamente o administrador, através da nova porta definida: http://127.0.0.1:90/apex/


    Feito isso, você, assim como eu poderá continuar utilizando a porta 8080 para o Apache Tomcat.


    Via: daust_de



    Veja também:

    • WebLogic 10.x + Hibernate 3 (JPA) e base Oracle 9+
    • [Adobe Flex] comparando datas de maneira rápida e fácil
    • Oracle, Java e um problema com a URL de conexão
    • Oracle SQL : Selecionando um intervalo similar a cláusula LIMIT
    • Tomcat + Oracle: como configurar um datasource
    Out 14

    Instalando o Adobe AIR no Ubuntu 10.10 64-bit

    Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, adobeair, Air, api, AR, Arquitetura, BI, blog, class, control, Download, err, explorer, ide, IE, if, image, instalação, Java, Linux, mg, O, on, pt, RIA, Ria’s Geral, Tema, Tutorial, UI, UX, XP @ 10 14th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | 1 comentário
    Erko Bridee
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »



    Este post é uma tradução adaptada do post do James Ward, onde ele mostra como adaptar o pacote de instalação .deb do Adobe AIR, para poder instalar no Ubuntu 64-bit

    A Adobe liberou oficialmente o Adobe AIR oficialmente para o Linux 32-bit. Porém também funciona no Linux 64-bit através de algumas bibliotecas de compatibilidade 32-bit.

    Existem várias maneiras de instalar o Adobe AIR no Linux.

    Aqui será exemplificado como instalar, através de um pacote .deb. Entretanto o pacote .deb distribuido pela Adobe pode ser instalado apenas em sistemas 32-bit.

    Mas eis a boa notícia, isto pode ser facilmente adaptado para possibilitar instalar o pacote .deb do Adobe AIR em um sistema 64-bit.


    Para isto basta seguir os respectivos passos:


    1. Efetue o download do arquivo .deb do Adobe AIR

    2. Na janela de comando, vá até o diretório onde está o arquivo adobeair.deb

    3. Crie o diretório tmp

    mkdir tmp

    4. Descompacte o arquivo deb para o diretório tmp:

    dpkg-deb -x adobeair.deb tmp

    5. Extraia os arquivos de controle

    dpkg-deb --control adobeair.deb tmp/DEBIAN

    6. Mude o parâmetro da arquitetura de “i386″ para “all”

    sed -i "s/i386/all" tmp/DEBIAN/control

    7. Reempacote o arquivo dev

    dpkg -b tmp adobeair_64.deb


    Agora temos o pacote preparado para poder instalar o Adobe AIR no Ubuntu 64-bit, para isto basta executar o respectivo comando

    sudo dpkg -i adobeair_64.deb


    via: James Ward



    Veja também:

    • Adobe AIR levando os militares de amanhã
    • [ Adobe AIR ] Local File Explorer
    • Adobe AIR – FileSearch
    • Flerry 1.2.0 disponível
    • [Adobe AIR 2 : NativeProcess + Java] SimpleAirJava
    Out 5

    Olá e Adeus: Nova Opção de Redirecionamento Externo

    Escrito por Silva Developer em 1, 4, 6, AR, blog, class, código, configuração, Documentação, facebook, for, grátis, ide, IE, if, image, instalação, Links, map, mg, Novidades, O, on, pt, redirecionamento, Ria’s Geral, SEO, site, TAT, Twitter, UI, Wordpress, XP @ 10 5th, 2010 | via http://silvadeveloper.wordpress.com | Sem comentários
    Silva Developer
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »

    “You say goodbye, I say hello.” – The Beatles

    É claro que não queremos que deixe o WordPress.com. No entanto, se chegar o dia em que decidir aventurar-se sózinho e alojar o seu próprio site com a versão para instalação, grátis do WordPress, disponível em WordPress.org, está protegido com a nova opção de Redirecionamento Externo.

    Imagine que decide mudar, que já exportou o seu conteúdo e que se instalou no seu novo site WordPress.org. Ao comprar o Redirecionamento Externo, irá fazer com que o tráfego do seu antigo blog WordPress.com seja redirigido para o seu novo domínio e com que os seus links antigos continuem a funcionar. O que significa também que nada da sua posição SEO se altera. Já agora, e ao contrário do antigo truque de mapeamento de domínio para redirecionar o seu blog, a activação desta opção não podia ser mais simples.

    Offsite Redirect form

    Pense no Redireccionamento Externo como o lado oposto do mapeamento de domínio. Usamos um código 301 redirect para reenviar e mapear o seu endereço wordpress.com para o nome de domínio que especificar. Depois de adquirir a opção, pode gerir o redirecionamento em Opções > Domínios. Pode mudar a URL de destino ou suspender o redirecionamento sempre que quiser.

    Para mais detalhes e ajuda com a configuração, consulte a documentação de suporte.

    Set 18

    Aprendendo PHP – Parte 1

    Escrito por Gabriel Versallini em .NET, 1, 4, 6, api, AR, arte, Artigo, auto, back, BI, blog, class, código, configuração, control, Documentação, Download, err, erro, for, Formulário, Formulários, git, Google, html, ide, IE, if, image, instalação, int, internet, Java, Javascript, mg, Number, O, on, PHP, php5, Plugin, programação, pt, RIA, Ria’s Geral, server, servidor, social, Tutorial, UI, web, window, windows, zend @ 09 18th, 2010 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
    Gabriel Versallini
    ? X
    • Bookmarks

    Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

    Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

    Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

    More »



    Fala, galera! Visto a dificuldade dos colegas de faculdade em compreender a linguagem e seu funcionamento resolvi postar uma série de posts para iniciantes. Então, vamos ao trabalho.

    Em primeiro lugar, é importante saber que o PHP é uma linguagem Server-Side, ou seja, todo o código PHP é executado no servidor e o html exibido no navegador de internet. Para iniciarmos nosso estudo precisaremos ter um servidor web instalado. Para usuários Windows existe algumas soluções que facilitam a instalação e configuração desse servidor, são eles:

    • EasyPHP – http://www.easyphp.org/
    • WampServer – http://www.wampserver.com/
    • Vertrigo – http://vertrigo.sourceforge.net/?lang=pt

    Basta baixar o arquivo de instalação, clicar em “Next > Next > Finish” e pronto. Para verificar se seu servidor web, foi instalado com sucesso abra o navegador e execute a url http://localhost/, no caso do EasyPHP será exibido uma página conforme mostra a imagem abaixo.

    001

    O localhost exibe o conteúdo da pasta www localizada dentro da pasta de instalação do servidor EasyPHP, no meu caso o caminho é C:Program FilesEasyPHP5.3.0www. O EasyPHP permite que você aponte o localhost para qualquer outra pasta através da url http://localhost/home/. Agora vamos ao código PHP, abra o Bloco de Notas, Notepad++ ou qualquer outro editor de sua preferência e digite o código abaixo:

    ?Download index.php
    1
    2
    3
    4
    5
    6
    7
    8
    9
    10
    11
    12
    13
    14
    15
    16
    17
    18
    19
    20
    21
    22
    23
    24
    
    <?php
     
      /**
       * Aprendendo PHP - Parte 1
       * Calculando o Índice de Massa Corporal
       */
     
      // Declarando variáveis
      $Nome   = "Gabriel";
      $Altura = 1.93;
      $Peso   = 83.650;
     
      // O IMC é o Peso dividido pelo quadrado da Altura
      $Altura *= $Altura;
      $IMC    = $Peso / ($Altura);
     
      // Exibindo o resultado
      echo "<h1>";
      echo "Olá, ".$Nome."!";
      echo "<br>";
      echo "Seu IMC é ".$IMC."";
      echo "</h1>";
     
    ?>

    Salve o arquivo como index.php dentro na pasta www do nosso servidor web e abra a url http://localhost/, o resultado será:

    002

    Vamos acrescentar um pouco mais de código fazendo uso da estrutura de controle IF para determinar a situação do seu IMC, utilizando o código abaixo:

    ?Download index.php
    1
    2
    3
    4
    5
    6
    7
    8
    9
    10
    11
    12
    13
    14
    15
    16
    17
    18
    19
    20
    21
    22
    23
    24
    25
    26
    27
    28
    29
    30
    31
    32
    33
    34
    35
    36
    37
    
    <?php
     
      /**
       * Aprendendo PHP - Parte 1
       * Calculando o Índice de Massa Corporal
       */
     
      // Declarando variáveis
      $Nome   = "Gabriel";
      $Altura = 1.93;
      $Peso   = 83.650;
     
      // O IMC é o Peso dividido pelo quadrado da Altura
      $Altura *= $Altura;
      $IMC    = $Peso / ($Altura);
     
    	// Usando a estrutura de controle IF para definir a situação
    	if ($IMC < 18.5) {
    	      $Situacao = "Magreza";
    	} elseif ($IMC > 18.5 && $IMC < 24.9) {
    	      $Situacao = "Saudável";
    	} elseif ($IMC > 24.0 && $IMC < 29.9) {
    	      $Situacao = "Sobrepeso";
    	} elseif ($IMC > 29.9) {
    	      $Situacao = "Obsidade";
    	}
     
      // Exibindo o resultado
      echo "<h1>";
      echo "Olá, ".$Nome."!";
      echo "<br>";
      echo "Seu IMC é ".$IMC."";
      echo "<br>";
      echo "Sua situação é ".$Situacao."!";
      echo "</h1>";
     
    ?>

    Peso saudável, mas estou precisando dar uma malhada. Hehehe! Caso não tenha conseguido chegar ao resultado desejado, veja se realizou todos os passos corretamente, se o arquivo foi salvo na pasta correta ou se cometeu algum erro de digitação. Não deixe de usar a documentação do PHP, não é vergonha alguma. Veja, clicando aqui. No próximo artigo, veremos uso do PHP em formulários.

    Até a próxima!
    Abraço

    « Entradas anteriores | Entradas recentes »

    ACERCA

    O que é o RedeRIA ?

    O redeRIA não é nada mais que um agregador de feed's que disponibiliza o conteudo de varios blogs e autores ao redor do mundo RIA, actualmente agregamos mais de 2791 entradas vindas de 53 blogs especializados em ria’s, pelo que só fica a ganhar em assinar o feed ou seguir a comunidade no twitter.

    Se acha que o seu blog ou um blog de um amigo é interessante e util para os leitores o redeRIA, faça a sua submissão aqui.

    Feed: assine já
    Twitter: siga-nos

    GOOGLE

    Votação


    Deveria o RedeRia agregar conteúdo em inglês?
    Ver Resultados

    AUTORES


    Eduardo KrausAlexandre TadashiBindableCognitiva SoluçõesDaniel LopesDaniel SchmitzDanielPedrinhaDClick TeamEbercomEdgard DavidsonElvis FernandesErko BrideeFabiel PrestesFábio Batista da SilvaFabio da SilvaFabriccio BernardesFelipe BorellaFlavia MoreiraGabriel VersalliniGabriela T. PerryIgor MusardoJanderson CardosoJoão AugustoJose Carlos FielKelps SousaLeonardo FrançaLucas MarçalLuis MessiasLuiz TarabalMario JuniorMário SantosMauro MartinsPablo SouzaPedro ClaudioreneRia BrazilriaPTRicardo CerqueiraRobson FernandesRodrigo Pereira FragaSaintBrSamuelFacchinelloSergio SouzaSilva DeveloperStefan HorochovecTech CaffeTecinforThiago BuenoVedVinícius SandimWillian ManoXAML Cast

    PUBLICIDADE








    Powered by Wordpress & msdevstudio.com