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Fev 28

Aulas de lógica de programação usando Scratch

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, 6, Android, Animações, aplicacao, app, AR, arte, AUG, BI, blog, C#, cheat sheet, class, código, CRUD, Curso, Desenvolvimento, Dica, DRE, educacao, err, erro, Flex, Flex4, flexreport, for, git, Google, IE, if, image, int, jogo, Jogos, live, Livro, lógica, Mac, Mate, mg, NaN, O, on, operadores, permalink, programação, pt, relatório, Relatórios, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, screen, Screencast, screencasts, tag, UI, Vídeo, Vídeos @ 02 28th, 2012 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O Centro Educacional de Pedreira é uma instituição educacional conveniada com o Senai Ary Torres onde eu tive o privilégio de estudar há mais de 10 anos atrás e onde hoje sou professor.

Professores e funcionários na inauguração do mini auditório multimídia

Beneficiado pela flexibilidade da instituição, este semestre as aulas de lógica de programação terão um formato diferente: boa parte do conteúdo será baseada em screencasts – onde os alunos poderão assistir as aulas em casa e aproveitar o tempo na escola para interagir mais com os colegas e o professor.

Essa série de screencasts será publicada no YouTube, e cada novo vídeo será publicado também aqui no meu blog, para que mais pessoas (alunos e/ou professores) possam se beneficiar do material.

A primeira parte do curso será baseada no Scratch, que é uma linguagem de programação aberta e focada no aprendizado de lógica de programação. O Scratch usa e abusa de elementos visuais e para aprender programação utlizando blocos de comando, assim o aluno não se “assusta” ao ter de lidar com numerosas linhas de código para criar um programa. Dessa forma, com pouco tempo e muita criatividade o aluno pode criar desde animações simples até jogos de uma maneira lúdica, enquanto vai absorvendo – mesmo que sem querer – os principais conceitos da lógica de programação.

Veja todos os vídeos da série na categoria Ensino, que estarão disponíveis tão logo estejam prontos.

Bons estudos e boa diversão! :-)

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© Elvis for Elvis Fernandes, 2012. |
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Tags: educação, lógica, programação, scratch, screencast

Fev 1

Curiosidades sobre loops no Python

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Algoritmos, api, AR, BI, blog, C#, control, exemplo, Exemplos, for, futuro, html, ide, IE, if, int, Java, jogo, loop, mg, musica, O, on, oop, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Teste, Tutorial, UI @ 02 1st, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Atualmente tenho estudando Python devido a sua facilidade de implementa??o e me possibilitar codificar alguns algoritmos r?pidos, nessas brincadeiras me deparei com uma situa??o interessante, observei que a forma de trabalhar com loops no python, principalmente o for ? diferente do que estava acostumado no C e no Java…

1
for( int i = 0; i < length; i++  )  ...

segue o teste abaixo que fiz umas brincadeiras que me ajudaram a compreender como conseguir fazer algo como este for antigo, para os casos em que eu queira, por algum motivo, o ?ndice da intera??o…

Na documenta??o do Python, tem muito mais coisas legais, al?m de ser bem f?cil de compreender, com bastante exemplos de c?digo : Control Flow


Veja também:

  • Python : aumento e redução percentual
  • Por tr?s das cenas : jogo : De volta para o futuro
  • Veja o Sikorsky X2 quebrando o recorde mundial de velocidade de helicópteros
  • [Curiosidade] Música Panamericano
  • Porque os Hard Disks eram chamados de winchester?
Nov 11

Minha opinião atual sobre a “Morte do Flash”

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Ajax, Android, api, AR, Arquitetura, back, BI, blog, Blogs, browser, C#, class, cliente, css, css3, demo, Desenvolvimento, entrevista, err, facebook, Ferramenta, flash, Flash Player, for, game, git, html, html5, ide, IE, image, int, internet, jandersonfc, jandersonfc.com, Java, Javascript, jogo, Jogos, Mercado, mg, mobile, O, on, player, Projetos, prova, pt, Redes Sociais, Revistas, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, Sun, Tecnologia, Tema, tendencia, Teste, Twitter, UI, vs, web, zend @ 11 11th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Nesses ?ltimos dias a internet est? virada em um caos depois dos boatos e anuncio da “Morte do Flash” (descont?nuo do Flash Player para disposit?vos m?veis, leia-se smartphones e tables Android/RIM), todo um medo gerado pelo combo da not?cia com a demiss?o de 750 funcion?rios da Adobe (EUA e Europa)

Minha real opini?o ? a seguir:

No mais, os projetos continuam, novos desafios est?o surgindo, novas oportunidades de ganhar dinheiro continuam aparecendo constantemente, nada de mimimi, bora usar HTML5, e que tecnologia for…

Roubando a frase do @jandersonfc disse no final desse post: As tend?ncias s?o suas aliadas

“Tecnologia, Ferramentas e metodologia s?o o meio, dinheiro no bolso ? o fim”

Se voc? ainda est? preocupado sobre a tal morte do Flash no mobile, recomendo ler o post: Adobe desiste do Flash Player plug-in para dispositivos m?veis do @igorcosta e reflita no seu texto.

Agora se voc? j? estava jogando a toalha achando que o Flash j? era, se voc? estava fechando o “caix?o”, pode executar um rollback ai, pois ontem (10/11/2011) foi disponibilizado o novo Flash Player 11.1 e AIR 3.1. Tenha em mente que a plataforma Flash ainda ter? um bom tempo de vida. Motivo banal pelo qual n?o ir?o conseguir matar o Flash, digo que talvez esse mundo mobile tenha at? que readerir ao Flash : games, ainda mais agora com o novo suporte a acelera??o gr?fica e a 3D. Outro grande motivo, se “matarem” o Flash Player hoje haver? uma revolta mundial dos jogadores do jogos do Facebook e demais redes sociais, tamb?m sabemos que o HTML5 est? a anos luz de dist?ncia da maturidade e capacidade do Flash Player atual, ent?o o Flash Player n?o morrera.

Algo que eu tenho em mente, quando penso no assunto, eu lembro da mesma agita??o que foi na ?poca do Ajax, no final aqui estamos n?s usando o Flash ao invez do Ajax para desenvolver sistemas robustos. O HTML5 para sites e algumas outras coisas at? que j? tem como utilizar, mas creio que vamos chegar na mesma situa??o que nos deparamos a alguns anos atr?s e recorreremos a algo como o Flash que ? mais robusto para desenvolvimento de sistemas.

Algu?m me diz como ? que eu fa?o uma arquitetura organizada, com pacotes no JavaScript?

Algu?m sabe se existe alguma maneira de trabalhar com IoC no JavaScript?

Fora outras quest?es para as quais n?o tenho resposta de como fazer usando HTML5 + JS + CSS3

Lembrando que a compatibilidade crossbrowser do HTML5 ? um pesadelo [mobile] [web browsers teste] [demos teste]

N?o estou dizendo que sou contra o HTML5, mas hoje ele ainda ? muito imaturo para desenvolver, leia bem: sistemas

E como n?o devemos nos apegar a tecnologia alguma, muito menos rejeitar qualquer outra que o mercado est? aderindo, recomendo o HTML5 Rocks para quem quizer estudar o HTML5.

No mais, n?o se desespere com as not?cias que voc? l? na internet, mas mantenha-se sempre atualizado, pois quem escolhe que tecnologia voc? ir? utilizar no pr?ximo projeto, provavelmente ser? o seu cliente, pedindo se roda no iPad…

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Veja também:

  • Flash Mobile 10 – Para Outubro de 2009
  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • Flash Player 10.1 : entrevistas e demos
  • Adobe Flash suporte completo para dispositívos móveis a caminho : agora vai
  • HTC Hero: primeiro dispositivo com Android e Flash
Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 24

GDD – Google Developer Day

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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

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Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

Set 26

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 2

Escrito por Edgard Davidson em 1, 2.0, 4, 6, Agile, AR, arte, auto, back, blog, C#, camp, class, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, e-learning, event, Evento, Eventos, for, game, gestão, ide, IE, if, image, int, jogo, Jogos, lite, Livro, Mate, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Sun, TAT, Tema, UI, UX, XP, zend @ 09 26th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal.

Este ? o segundo post de uma s?rie de post's que estou fazendo, em formato de resenha. Como partida, estou lendo o livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders e sintetizando ele aqui. Confira aqui a parte 1.

Teoria dos sistemas complexos


A teoria dos sistemas complexos ? uma teoria advinda da matem?tica que se concentra em entender porque alguns tipos de sistemas s?o est?veis e porque alguns outros tipos n?o s?o. Levando para o campo de desenvolvimento de software a referida teoria nos ajuda a explicar porque alguns projetos s?o est?veis e porque outros n?o s?o.

Desenvolvimento de software pode ser visto como um sistema complexo adaptativo, onde as intensas intera??es e feedbacks fornecem oportunidade de melhoria aprendizado e conhecimento.

MULTIDISCIPLINARIDADE

A ideia de segregar pessoas que fazem trabalhos diferente oferece um impacto negativo ? performance da organiza??o. Esse tipo de segrega??o promove silos/feudos funcionais que dificultam a comunica??o e a amplifica??o do aprendizado e conhecimento na dimens?o ontol?gica da organiza??o (veja a teoria da cria??o do conhecimento). Corroborando com os princ?pios do manifesto ?gil, a teoria da complexidade tamb?m ? a favor da forma??o de equipes multidisciplinares.

O CORPO DE CONHECIMENTO DE SISTEMAS

N?o h? uma ?nica defini??o gen?rica para explicar a complexidade, cada sistema ? diferente, peculiar e por vezes suas defini??es s?o complementares, as vezes sobrepostas e as vezes contradit?rias. No entanto, existem v?rios estudos que se concentram em diferentes ?reas e que trouxeram uma contribui??o significativa para o campo dos sistemas complexos: Entre esses estudos est?o: a teoria evolucion?ria (evolutionary theory), a teoria dos jogos (game theory) a teoria do caos (chaos theory), a teoria dos sistemas din?micos (dynamical systens theory), entre outras. A figura abaixo apresenta o corpo de conhecimento de sistemas.

SIMPLICIDADE: UM NOVO MODELO

“Simplicidade normalmente est? relacionada com peso (o qu?o dif?cil ?) para algu?m tentar explicar ou entender algo. Qualquer coisa que ? f?cil de entender ou explicar ? simples, em contraste com algo complicado.”

Antes de discutir simplicidade, faz-se necess?rio entender cada terminologia abaixo:

  • Simples: f?cil de entender
  • Complicado: muito dif?cil de entender
  • Ordenado: totalmente previs?vel
  • Complexo: um pouco previs?vel (mas com muitas surpresas)
  • Ca?tico: completamente imprevis?vel

Na literatura, alguns modelos diferenciam a referida terminologia, como os modelos de David Snowden, que descreve um modelo contendo quatro dom?nios(simples, complicado, complexo e ca?tico) e modelo de Ralph Stacey que cria algo similar. Ele mostra o simples, complicado, complexo, e ca?tico, como quatro ?reas com base em duas dimens?es: o grau de concord?ncia e o grau de incerteza.

A NOVA ERA: PENSAMENTO COMPLEXO (COMPLEXITY THINKING)

Quando voc? aplica a teoria de sistemas complexos (complex systems theory) em desenvolvimento e gerenciamento de software, voc? est? tratando sua organiza??o como um sistema.

A din?mica do sistemas(System dynamics) – n?o confunda com a teoria dos sistemas din?micos(dynamical systems theory), foi uma das primeiras t?cnicas criadas para mostrar como eventos aparentemente simples podem causar comportamentos inesperadas na organiza??o.

A System dynamics percebe a organiza??o como uma estrutura interligada e mutuamente dependente das partes. A System dynamics tem ajudados os gestores ? melhorar sua compreens?o dos processo de neg?cio.

Uma outra t?cnica similar ? chamada de pensamento sist?mico (systems thinking), popularizada no livro The Fifth Discipline (que tamb?m pretendo fazer resenhas dele aqui no blog :) ). Essa t?cnica aborda o entendimento de como o pensamento influencia o outras partes como um todo e defende que o primeiro passo para se tornar uma organiza??o de aprendizagem ? ela compreender, como um sistema hol?stico, o que ela faz e como realmente faz.

O estudo da complexidade em sistemas sociais ? chamado de complexidade social (social complexity). A complexidade social ? o estudo de grupos sociais em sistemas adaptativos complexos.

System dynamics e systems thinking percebem a n?o linearidade, mas eles ainda partem da ideia que, de alguma forma, a alta ger?ncia constr?i o “tipo certo” de organiza??o que produz o “tipo certo” de resultado. Entretanto, atualmente os gestores percebem que para gerenciar a complexidade social, eles precisam entender como as coisas “emergem” e n?o como elas s?o “constru?das”. O modelo de gest?o 3.0 aplica o pensamento complexo (complexity thinking) e assume que os gestores n?o podem construir nem dirigir uma equipe auto-organizada. Em vez disso, a equipe deve emergir naturalmente. O modelo reconhece que organiza??es produtivas n?o s?o gerenciadas dirigidas por modelos e planos. Em vez disso, deve emergir atrav?s do poder da evolu??o da auto-organiza??o.

Obs: Para mim esses assuntos s?o complicados. Portanto, sinta-se a vontade para criticar, corrigir ou acrescentar valor nos coment?rios.

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 21

Flash Player 11 e AIR 3

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 2.0, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Max, Air, Android, AR, blog, Blogs, C#, class, developer, err, flash, Flash / Flex, Flash Player, Flex, for, Gráfico, html, IE, if, image, jogo, Jogos, layout, Links e sugestões, live, Mac, map, Mercado, mg, novidade, Novidades, O, on, platform, player, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, super(), tv, UI, UX, Vários, Vídeo, web, window, windows @ 09 21st, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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Screen shot 2011 03 01 at 5.41.01 AM 450x208 Flash Player 11 e AIR 3

Olá a todos!

Esta quarta-feira, dia 21 de Setembro, marca o dia de mais uma milestone para o Flash!

Hoje é anunciado a data do go-live do Flash Player 11 e do Adobe AIR 3!

Com esta versão, a Adobe tenta puxar os limites do que é possível apresentar, na web, em termos gráficos, e tenta oferecer a capacidade de renderizar objectos extremamente complexos, de uma forma super simples!

Esta release, vai permitir, aos developers, criar jogos 3D e 2D com a qualidade dos jogos das consolas, com o benefício de o poderem distribuir para várias plataformas ao mesmo tempo (Android, iOS, Tablet BlackBerry OS, TV, Windows, Mac OS, etc).

Nestes últimos tempos temos visto várias aplicações AIR a brilharem nos vários mercados das aplicações. Tanto o Machinarium, como o Times Caltrain, são um sucesso nas plataformas em que estão implementados!

  • Para mais informações sobre jogos acedam aqui ou vejam o este vídeo.
  • Para mais informações sobre o Flash Player 11 e o AIR 3, sigam este link.

Resta dizer que tanto o Flash Player 11 como o AIR 3 vão estar disponíveis para todos, a partir de Outubro, ou seja, daqui a poucas semanas!

Ah! E não se esqueçam que a MAX está aí ? porta e com ela MUITAS novidades vão surgir icon smile Flash Player 11 e AIR 3

Abraço, Mauro.



Set 1

Q&A Adobe Flex está bombando!

Escrito por Daniel Schmitz em AR, BI, C#, class, err, Excel, Flex, for, IE, if, image, jogo, Livro, mg, NaN, O, on, oop, Orientação, Orientação a Objetos, Ria’s Geral, S+S, TAT, UI @ 09 1st, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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O Flex Q&A está com uma média muito boa de perguntas e respostas sobre Flex. A idéia é que com o tempo formemos uma base de conhecimento sólida, igual no stackoverflow :)

Conforme combinado, eu vou presentear o primeiro colocado com um livro Dominando Orientação a Objetos. Ele é o BrunoFerreira! Parabéns !! Mas vou mudar as regras do jogo. Vou adicionar também o segundo e terceiro colocados, pelo excelente trabalho de cooperação. Parabéns? wemersonrv? e? renanlnx

Entrem em contato comigo para saberem mais detalhes!

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