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Ago 9

Minhas palestras confirmadas para o TechEd 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, BI, Blend, blog, C#, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, err, event, Evento, Eventos, expression, Expression Blend, Ferramenta, for, Google, IE, jogo, Jogos, lista, map, mg, NaN, Negócios, News, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Palestras, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Tech, TechEd, Tecnologia, Tema, template, Twitter, UI, Ved, Visual Studio, web, window, windows, XAML, XP @ 08 9th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Saiu a lista de palestras do TechEd Brasil 2011. Para o evento deste ano eu tenho 2 palestras confirmadas, ambas em parceria com o amigo Rodrigo Kono. As palestras serão:

WEB303 – Novidades do Silverlight 5

Venha ver o que há de novo e emocionante no Silverlight 5. Aprenda sobre os recursos para o desenvolvimento de aplicações de negócios, visualização e jogos. Nesta sessão iremos apresentar os principais recursos do Silverlight 5 assim como as atividades futuras desta tecnologia. Esteja preparado para ser produtivo com a última versão do Silverlight.
Palestrantes : Kelps Leite de Sousa e Rodrigo Kono

WPH305 – XAML Avançado para Windows Phone 7

Entenda o que é e como funciona o XAML e aprenda a aproveitar suas capacidades ao máximo, criando aplicações de alta padrão para Windows Phone 7. Nessa palestra serão abordados temas como Binding, Templates, Styles, Value Converters, Dependency e Attached Properties. Também será demonstrado como utilizar ferramentas como Visual Studio e Expression Blend para trabalhar com XAML de forma eficiente e como trabalhar em uma equipe composta de designers e desenvolvedores.
Palestrantes : Kelps Leite de Sousa e Rodrigo Kono

Assim que eu tiver mais detalhes sobre as palestas (como dias e horários) publicarei aqui. Espero vocês lá!



Jul 23

A Ascensão do Teste de Software

Escrito por Edgard Davidson em 1, 6, Air, AR, auto, BI, bug, C#, cliente, cultura, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, empresas, err, erro, Flex, for, IE, if, int, jogo, Mac, NaN, O, on, Opinião, Outros, processo, produto, Qualidade de Software, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Tema, Teste, UI @ 07 23rd, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Por muito tempo o teste de software foi visto como uma atividade do processo de desenvolvimento de software que no papel era extremamente importante e necess?ria para atingir a qualidade do produto de software, mas na pr?tica, por muitas empresas, tornou-se uma das atividades mais negligenciada. Por esse motivo enraizou-se uma p?ssima cultura em rela??o ? atividades de testes, que, quanto a import?ncia, ficou ? margem da constru??es do software e que, se desse tempo, era executada. A neglig?ncia, por muito tempo da referida atividade gerou algumas “afirma??es” que hoje soam como piadas:

  • “…Implemente, se der tempo agente testa.”
  • “o importante ? entregar… os testes, deixa que o cliente faz pra gente…”
  • “o prazo vai estourar…Ent?o sacrifique os testes…”
  • “entregue com bugs, mas entregue em dia, depois agente arruma…”
  • “sabemos que nosso software est? cheio de bugs, ent?o vamos cobrar uma manuten??o mensal do nosso cliente para consert?-los…”
  • “testar n?o ? uma atividade importante…”
  • ”…como vamos testar se n?o temos tempo?”
  • “…testar pra que? perda de tempo.”
  • “pra desenvolver sem teste ? X, com teste ? X2…'“

Fico impressionado! D? at? medo! Imagine se a ind?stria de avia??o fosse igual a de software. Quantos avi?es cairiam por dia? Imagine se a ind?stria farmac?utica fosse igual a de software. Voc? confiaria nos rem?dios? Imagine se o projeto do modelo do seu carro fosse constru?do como esses softwares? Voc? andaria em um elevador que foi constru?do com essa mesma metodologia? “Instale o elevador a?… depois o cliente testa pra gente…”

Quando fala de teste, estou me referindo tamb?m a qualidade do software. Apesar de n?o serem sin?nimos, mas com certeza o n?vel de qualidade dos teste de software ? um fator, entre v?rios outros que definem a qualidade do produto final.

Por outro lado, do ponto de vista do profissional, o teste de software possuia alguns PRE-conceitos:

  • “testar ? uma atividade chata e cansativa…”
  • “testar paga mal…”
  • “n?o gosto e n?o sei programar… logo vou trabalhar na ?rea de teste…”
  • “minha empresa n?o valoriza a ?rea de testes…”
  • “testar ? ficar encontrando erros dos outros…”
  • “maus programadores viram testadores…”
  • “…subatividade?”
  • “qualquer um pode testar…”

Hoje, no entanto, o teste “virou o jogo” com a populariza??o de processos emergentes de desenvolvimento de software como eXtreme Programming. Pr?ticas como TDD e BDD fornecem uma novo paradigma no desenvolvimento. Hoje, com a ascens?o do teste de software, novas “afirma??es” foram geradas:

  • “a qualidade do produto ? inegoci?vel…”
  • “primeiro escrevemos nossos testes unit?rios, depois implementamos…”
  • “entregar software sem um boa cobertura de teste unit?rio tornou-se amadorismo…”
  • “aus?ncia de teste unit?rio ? anti?tico… “
  • “n?o consegue executar teste de carga, performance e seguran?a no seu sistema? Sua equipe est? com d?bito t?cnico…”
  • “nossa integra??o ? cont?nua e automatizada…”
  • “nossos testes s?o automatizados…”
  • “temos cada linha de c?digo da aplica??o, temos tr?s linhas de teste…”
  • “nos preocupamos com a cobertura dos testes, com casos de teste que refletem os requisitos de neg?cio…”
  • “enquanto os testes n?o passarem 100% o produto n?o ? entregue…”
  • “entregue menos, mas entregue funcionando…”
  • “quem quebrar o deploy paga dez flex?es…”


Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 2

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, abas, análise, Análises, api, Aplicativos, app, AR, auto, back, bar, Beta, BI, bing, botão, bug, busca, C#, carregar, class, classe, cliente, código, collection, control, Controles, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Dica, Diversos, Documentação, DRE, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, fundo, game, garbage, geo, Geral, Gráfico, Gravação, ide, IE, if, image, imagens, int, jogo, Jogos, linq, Linq to Sql, lista, live, map, maps, Melhores Práticas, menu, mg, Microsoft, mobile, monitor, Monitoramento, NaN, O, on, online, Outros, player, processo, produtividade, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, socket, Storyboard, Sun, tag, TAT, Tema, UI, Ved, Vídeo, Videobrush, Vídeos, Visual Studio, web, WebCam, window, windows, XAML, XP, zend @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Sockets

Através do namespace System.Net.Sockets, o Windows Phone provê suporte a uma implementação gerenciada de sockets, permitindo que desenvolvedores possam ter um controle rigoroso ao acesso a redes, com esse recurso temos disponível um conjunto de API’s de alto nível, permitindo que o desenvolvedor crie aplicativos que interagem com um cliente utilizando de serviços existentes de TCP.

Existem muitas funcionalidades onde esse recurso pode ser utilizado, como pode exemplo, para criar aplicativos de FTP, e-mail e Chat, com sockets é possível criar aplicativos mais sofisticados e ricos, podendo utilizar de TCP (Transmission Control Protocol) ou UDP (User Datagram Protocol).

Câmera e fotos

Existem duas formas de acessar a câmera no Windows Phone, através das API´s do próprio sistema operacional ou através dos recursos já existentes do Silverlight 4, com as APIs do Windows Phone você tem imagens de alta resolução, além de controle do auto foco, acesso ao modo do flash, entre outros recursos, já com os recursos do Silverlight 4 webcam API, você tem facilidade de gravar vídeos e áudios em arquivos, se você já possui códigos em alguma aplicação Silverlight, você poderá aproveita-los com poucas ou nenhuma modificação quanto ao acesso a webcam.

É possível ter um controle bem flexível da câmera fotográfica do smartphone, através do Windows Phone podemos ter um controle do auto foco da câmera, gerenciar o flash utilizado, acionar a captura da imagem, além de uma série de eventos que podemos utilizar através do Microsoft.Devices.PhotoCamera, no código XAML a representação da câmera pode ser feito através do recurso VideoBrush do Silverlight.

Push Notitications e Live Tiles

Notifications é um poderoso recurso que o Windows Phone implementou de maneira bem interessante, com ele podemos enviar e receber informações para o Windows Phone 7, essas mensagens são enviadas para um serviço da Microsoft, e o serviço online envia para o smartphone, podendo receber a mensagem em seu projeto. Você poderá obter a mensagem recebida e manipular as informações, existem três tipos de Notifications, o tipo RAW, Toast e Tile, resumidamente o primeiro permite receber informações diretamente em sua aplicação, o segundo permite receber um aviso no topo da tela do Windows Phone, a aplicação receberá a notificação mesmo que a sua aplicação não esteja em execução no momento. Já o tipo Tile, é uma notificação nos Tiles que ficam na tela principal do Windows Phone e pode ser acionado quando apertamos o botão Start do aparelho. Na versão Mango, temos mais recursos disponíveis para essas notificações, a notificação do tipo Toast agora pode receber um determinado link que vai para determinado local em sua aplicação e ainda pode passar parâmetros que você pode utilizar para ler e realizar alguma tarefa, dando mais poder para as notificações no Windows Phone, as notificações do tipo Tile também foram incrementadas, agora é possível utilizar um Tile com dois lados e que mude periodicamente ou ainda ter tiles secundários para a mesma aplicação.

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Figura 1. Fundo do Tile

Profiler

Performance é um dos assuntos mais importantes quando estamos criando aplicativos em geral, principalmente quando a aplicação vai ser executada em dispositivos com recursos limitados, como é o caso de smartphones, com a versão Mango temos agora uma ferramenta que analisa o perfil da sua aplicação, possibilitando analisar e medir através de gráficos , diversos recursos utilizados.

A ferramenta é totalmente integrada com o Visual Studio, para iniciar o uso do recurso , basta carregar a sua aplicação e no menu Debug, localizar e clicar na opção “Start Windows Phone Performance Analysis”, Figura 2, e clicar em Launch Application, em seguida você executa a rotina que deseja monitorar em seu aplicativo e clica em Stop Profiling, um arquivo com extensão SAP será criado, a cada processo de analise, um arquivo é criado, e você poderá manter um histórico para futuras analises de melhorias. Dentre as informações que a ferramenta apresenta, estão os frame rates, que são os números de renderização da tela do telefone, expressada em frames por segundo (fps), a porcentagem de uso da CPU do telefone, o uso da memória do aplicativo medido em megabytes, a utilização de Storyboards e imagens carregadas, por fim temos um indicativo de quando os eventos do garbage collections foram acionados durante o monitoramento. Se você selecionar um determinado período, o Visual Studio apresentará informações detalhadas sobre diversos pontos do aplicativo.

img24163

Figura 2. Performance Analysis

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Figura 3. Analise detalhada da aplicação

Emulador

O emulador também sofreu algumas melhorias, duas delas são muito interessantes , como a possibilidade de testar no emulador os sensores de acelerômetro, Figura 4, e localização. Agora podemos simular através do emulador a leitura desses sensores, não precisando ter um equipamento físico para poder criar uma aplicação, basta você utilizar o mouse que o emulador vai responder conforme a ação esperada pelo aparelho real. No caso da utilização de recursos de localização, você ainda conta com uma barra de ferramentas com controles de busca, inclusão de indicativos de localização e gravação da localização, o emulador ainda contém alguns outros recursos que talvez sejam disponibilizados na versão final, como a possibilidade de adicionar gravações referente as simulações.

img10650

Figura 4. Emulador

Device Status

O namespace Microsoft.Phone.Info fornece informações sobre o equipamento, na versão anterior, era utilizado a classe DeviceExtendedProperties para obter alguns dados sobre o equipamento, na versão Mango essa tarefa passa a ser realizada por DeviceStatus, você pode obter informações como o total de memória, a versão do hardware e o nome do fabricante do equipamento. Através do PowerSource, podemos verificar se o dispositivo está funcionando com bateria ou conectado a uma fonte de alimentação externa. Outro recurso disponível é a possibilidade de verificar se existe ou não um teclado físico no smartphone através da propriedade IsKeyboardPresent.

Local Database

Existem dois tipos de persistências no Windows Phone 7, o Transient Data e o Persistent Data, você pode manipular informações através de Isolated Storage, um recurso que permite registrar e recuperar informações no próprio aparelho, essa forma de persistência de dados é chamada de “Persistent Data”, ou armazenar informações na memória, Transient Data, sua aplicação pode manipular esses dados conforme o seu ciclo de vida, porém na versão mango uma nova forma de Persistent Data foi adicionada, o local Database.

Agora temos a possibilidade de utilizar uma base de dados local em uma aplicação, antes da disponibilização das ferramentas betas da versão mango para desenvolvedores e da documentação oficial, falava-se que uma versão do SQL CE estaria disponível para ser utilizada, porém em sua documentação oficial a base de dados é citada somente como local database, uma versão própria do Windows Phone, um grande diferencial de produtividade está no suporte ao LINQ to SQL para operações em base de dados.

O local database permite armazenar dados relacionais dentro de um ambiente residente no Isolated Storage, por estar dentro do Isolated Storage, ele somente pode ser acessado pela aplicação correspondente, e roda somente no processo do aplicativo, não sendo executada com um serviço continuo, a manipulação de dados locais são acessados apenas através de LINQ to SQL, não tendo suporte ao Transact-SQL.

Launchers and Choosers

Os Launchers e Choosers são APIs que acessam alguns recursos do sistema operacional, eles disponibilizam recursos complexos deixando transparentes para que o desenvolvedor através de API´s, os Launchers são tarefas que somente são iniciadas pela sua aplicação, teoricamente, você não tem nenhum tipo de retorno da API, somente você pode inicia-los , passando os parâmetros que ela vai utilizar para realizar a tarefa. Já os Chooser também iniciam uma tarefa, mas a principal diferença é que os Choosers retornam algum dado que você poderá trabalhar em sua aplicação, um exemplo seria o EmailAddressChooserTask, com ele podemos apresentar ao usuário a lista de e-mails cadastrados no aparelho, quando um e-mail é selecionado, podemos obter essa informação e utilizar para enviar um e-mail através de um Launcher chamado EmailComposeTask, que não retorna nenhuma informação,dessa forma algumas tarefas que poderiam ser bem complexas são facilitas com os Launchers e Choosers. Na versão Mango temos novos Launchers and Choosers adicionados as API´s são eles:

Address Chooser Task : Inicia a lista de contatos da aplicação e permite a seleção.

Game Invite Task : API utilizada em jogos aprovados no Xbox Live que permite convidar jogadores para uma partida multi-player em um Game.

Save Ringtone Task : Permite gravar um arquivo MP3 ou WMA na lista de ringtones do sistema operacional.

Bing Maps Task : Inicia o Bing Maps, permitindo setar a propriedade center com uma posição geográfica.

Bing Maps Directions Task : Inicia o Bing Maps permitindo informar e receber informações sobre dois pontos.

Conclusão

O Windows Phone 7 chegou trazendo uma nova plataforma de desenvolvimento para dispositivos móveis, a Microsoft utilizou o que existe de mais moderno para criar o seu sistema operacional, dando suporte as melhores práticas de desenvolvimento e integração com aplicativos, a versão Mango contém mais de 500 novos recursos e confirma o investimento da Microsoft em sua plataforma mobile.

Mai 14

Usando Acelerômetro com Adobe AIR for iOS

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 4, 6, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, Artigo, C#, class, Curso, Cursos, dados, Download, exemplo, flash, flash lite, fonte, for, how-to, IE, if, image, iphone, jogo, Jogos, lite, mg, O, on, PHP, Ria’s Geral, S+S, UI @ 05 14th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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iphone axisO iPhone possui uma variedade grande de jogos e aplicativos que utilizam o recurso do acelerômetro. Dentre alguns recursos disponiveis que o Adobe AIR pode acessar, o acelerômetro está entre um deles, podendo acessar os dados dos eixos X, Y e Z.

O exemplo utilizado é o mesmo que consta no artigo para uso do acelerômetro com AIR for Android e que foi baseado do exemplo de uso do acelerômetro com Flash Lite 4.0.

Veja o resultado: Usando Acelerômetro com Adobe AIR for iOS

Baixe o fonte
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Abr 13

Roadmap do Flash Builder 4.5 para desenvolvimento Mobile

Escrito por Jose Carlos Fiel em 1, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, Adobe Flex, Air, Android, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, blog, Blogs, bug, builder 4, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, dados, Debug, Desenvolvimento, Design, Desktop, developer, development, err, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Platform, Flex, for, Google, html, html5, IE, if, image, jogo, Jogos, map, mg, mobile, O, on, opensource, Pessoal, platform, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SDK, site, SmartPhone, Sun, UI, update, UX, XP @ 04 13th, 2011 | via http://blog.josecarlosfiel.com.br | Sem comentários
Jose Carlos Fiel
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Olá pessoal!

Todo mundo já deve estar careca de saber que a Adobe já anunciou o Flash Builder 4.5 e este será lançado em Maio de 2011.

Como você pode ter visto no anuncio, nós Flex developers poderemos criar aplicativos móveis para as plataformas Android, Blackberry Tablet OS e Apple iOS.

Aí vem o porém sobre as duas últimas plataformas e que podem gerar muita confusão no lançamento do Flash Builder em Maio. A Adobe planeja lançar um update em Junho de 2011 com suporte total ao Blackberry Tablet OS e Apple iOS, sem precisar abrir seu prompt de comando favorito. O que acontece na primeira versão lançada em Maio é o suporte total ao Google Android.

Na tabela abaixo retirada do Blog oficial da Adobe, explica melhor esta situação:

*Project will actually target AIR 2.5. You will need to make a manual change to your project to enable this configuration. This will be clearly documented on the Adobe Developer Center and RIM’s developer site upon launch in May, 2011.

Há outra coisa que a Adobe lembra é que com o novo Flash Builder 4.5, você pode criar projetos usando Flex Mobile ou apenas ActionScript puro. Existem algumas diferenças entre estes projetos.
Quando você cria um novo projeto Flex Mobile, você tem direito a usar todas as funcionalidades adicionados no core do Flex SDK, onde possuem componentes específicos para Mobile, como o ViewNavigatorApplication e ViewNavigator para manipular a navegação da aplicação e persistir os dados entre as views.

Já na criação de um projeto ActionScript Mobile, você poderá apenas escrever sua aplicação usando ActionScript puro, que é muito comum no desenvolvimento de jogos, porém não poderá utilizar as classes Flex dentro deste projeto.

É importante lembrar que ambos projetos, fornecem o fluxo completo no Flash Builder para desenvolver projetos mobile através do código e no design view, podendo pré-visualizar e debuggar a aplicação no desktop ou em seu aparelho (smartphone ou tablet).

Posso dizer que está cada vez mais gratificante poder trabalhar com a Flash Platform e ter entrado de cara neste mundo em 2008. Já se passaram 3 anos e vi muita evolução por parte da Adobe, mesmo por meio dos assuntos que rolaram sobre HTML5.

Por hoje é isso e até a próxima.

Mais informações em http://adobe.ly/hH0wtn

Mar 23

Adobe AIR 2.6

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, AR, BI, blog, Blogs, class, email, facebook, flash, Flash / Flex, Flash Player, for, framework, game, gmail, Google, html, IE, image, int, iphone, jogo, linkedin, Links, Links e sugestões, map, mg, mobile, O, on, player, Projectos, Random, RIA, Ria’s Geral, screen, tag, template, Tutoriais, tv, UI, Vários, vs @ 03 23rd, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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airadobe Adobe AIR 2.6

Olá a todos!

A Adobe lançou, esta semana, a versão 2.6 da sua framework AIR. Esta framework permite criar projectos que correm em cima do Flash Player e que permite o acesso a informações / interacções com o computador / dispositivo mobile do utilizador.

Aqui ficam vários links sobre tudo o que tem sido escrito sobre esta nova release, alguns tutoriais e ainda um jogo muito interessante:

  • Everything new in Adobe AIR 2.6
  • What’s new in Adobe AIR 2.6
  • iOS Features in Adobe AIR 2.6
  • Developing for iOS with AIR for Mobile 2.6
  • “Comb Over” : An AIR 2.6 multiscreen game

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Abraço e até à próxima!

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Get Shareaholic



Mar 16

Faça seu site de jogos online feitos em Flash

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 3d, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, api, AR, BI, blog, class, código, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, DRE, engine, exemplo, Exemplos, facebook, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, for, free, game, Google, ide, if, image, int, jogo, Jogos, library, lista, mg, News, newsletter, O, on, online, Pessoal, PHP, player, Plugin, produto, pt, Redes Sociais, RIA, Ria’s Geral, Scroll, server, site, TAT, UI, Ved, vs, web, wii, Wordpress @ 03 16th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | 1 comentário
Leonardo França
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Sites de jogos online feitos com Adobe Flash se tornaram muito populares. Existem varias produtoras que se especializaram no desenvolvimento de jogos em Flash e nos últimos anos vimos um crescimento grande em relação aos jogos em Flash nas redes sociais a exemplos dos jogos casuais que encontramos no Facebook e Orkut.

Introducing the Molehill 3D APIs

O Adobe Flash oferece uma gama enorme de possibilidades para o desenvolvimento de jogos e recentemente com a nova API 3D do Flash Player(codinome Molehill), isso só aumentou e deu muita liberdade os desenvolvedores. Veja uma lista de demonstrações com Molehill.

Engine de Física

Para alguns jogos é essencial que se tenha um simulador de física(gravidade, ação e reação, colisões etc), as chamadas engines de física, que são bem conhecidas pelo pessoal que já desenvolve em outras plataformas especificas para jogos. Alguns engines de físicas para o Adobe Flash são:

  • Box2DFlash — This Flash physics engine is based on the widely recognized Box2D engine from C++.
  • Glaze — This one is based on the Chipmunk engine from C++. Beyond physics, this library also features scene management, line of sight, user input, scrolling, and AI.
  • JigLibFlash

visit www.mandreel.com

Você pode aproveitar também algumas bibliotecas ou códigos de jogos ja desenvolvidos e portar para o Flash atraves do Adobe Alchemy, para quem não sabe, o Adobe Alchemy converte código em C/C++ para ActionScript 3.0. Tanto que temos até produtoras portando jogos do Nintendo Wii para o Flash.

Sempre fui fã de games e desde meu primeiro video game, um Master System, sempre tive vontade de criar jogos e agora resolvi criar um site. Para criar um site de jogos em Flash, a empresa Mochi oferece opções entre plugin para WordPress, Game Site Script, Arcadem Pro 2.8+, phpArcadeScript e AV Arcade. O interessante da empresa é que a empresa oferece também os jogos e da a possibilidade de você publicar e ganhar alguma grana com seu próprio jogo. Meu jogo ainda está em produção e envolve Flash e Flash Media Server para algo mais interativo e em tempo real. Breve estarei disponibilizado no Mochi. Enquanto isso, aproveite alguns dos mais de 900 jogos online free feitos em Flash no site.

Submarino.com.br

Mar 10

Novos cursos na Egenial

Escrito por Daniel Lopes em 1, 3d, 4, 6, Adobe, api, app, AR, arte, BI, browser, código, comunidade, Cotidiano, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Design, Desktop, Dica, egenial, err, Excel, exemplo, Exemplos, Ferramenta, flash, Flex, Flex4, for, fundo, git, Gráfico, IE, Iniciando, int, jogo, Jogos, kit, Mercado, mg, mudanças, NaN, novidade, Novidades, O, object model, on, opensource, Palestra, platform, Projetos, rails, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, ruby on rails, site, Software, tag, Tecnologia, tool, toolkit, UI, variados, Ved, web @ 03 10th, 2011 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Nossa empresa está passando por várias mudanças e nas próximas semanas teremos algumas novidades, mas ainda não é esta a razão deste post. Este post é sobre os próximos cursos na Egenial que começam na semana que vem.

No ano passado nossa parceria com a Egenial se estreitou um pouco mais já que a empresa está voltando suas atenções em massa para a comunidade de software Brasileira. Eu (Daniel) acabei sendo convidado para dar uma mão nessa empreitada.

Nos últimos dias tivemos o mega sucesso que foi o RubyMasters, com mais de 270 inscritos e com 12horas de palestra (que também teremos um post a parte). Agora a novidade é que na semana que vem teremos 3 cursos iniciando e as matrículas ainda estão abertas.

Ruby on Rails

Ruby on Rails do Básico ao Avançado comigo como instrutor. Essa é a minha 12 turma na Egenial e a minha 8 só em Ruby/Rails. Ao longo dos últimos anos fui refinando os exemplos deste curso e acho que chegamos no ponto perfeito. São 22 horas de aula onde passamos desde o básico de Ruby e vamos construindo uma aplicativo real em Rails. O aplicativo é tão próximo de um projeto real que eu mesmo uso como referência várias vezes no meu desenvolvimento diário em Rails 3.0.

Neste curso eu tento cobrir tudo que é fundamental para o cotidiano de um Railer. Veja a grade detalhada no site: http://www.egenial.com.br/cursorails

GIT

Git revolucionou o mercado de desenvolvimento opensource e comercial. Chega a ser impossível pensar como era o desenvolvimento com equipe remota ou em projetos opensource antes do GIT. É o tipo de ferramenta que é praticamente impossível contestar seu valor mesmo trabalhando sozinho e sem equipe nenhuma.

Uma das coisas que mais me motiva em continuar envolvido com a comunidade Rails é que é um local onde as coisas novas sempre acontecem muito rápido e isso foi bem marcante com GIT. Boas práticas surgem e se tornam leis na comunidade Rails e GIT é uma dessas leis.

Sem exceção, todos os projetos opensource são versionados com GIT e a grande maioria dos projetos privados também. Isso ocorre por uma única razão: GIT é fantástico.

Uma tecnologia com dezenas de benefícios como sua organização descentralizada incrível para trabalho em equipes, um modelo de armazenamento que reduz drasticamente o tamanho dos repositórios e sua simplicidade que o torna acessível para qualquer pessoa.

Por essas razão a Egenial tem tentado levantar um curso de GIT realmente prático e aprofundado tem bastante tempo. Finalmente conseguimos. Em Março, Arthur Zapparoli vai ministrar um curso de 16h ensinando desde o básico da ferramenta até os detalhes mais profundos como Cherry Pick, Rebase, Object Model, Bisect, Gitosis e muito mais.

Essa é a sua chance de dominar o GIT: http://www.egenial.com.br/git

FlashPlataform – Flex4

Outro curso que também começa na semana que vem é o FlashPlataform Flex4. Um curso totalmente reformulado para cobrir as novas ferramentas criadas pela Adobe e o mais legal que o instrutor será Fábio Vedovelli. Figurinha carimbada do mundo Flex e com uma excelente didática.

Ultimamente tenho participado muito pouco da comunidade Flex o que não indica que ainda não utilizo e utilizarei estas ferramentas se for necessário. É preciso ser pragmático e para muito objetivos Flash/Flex ainda são imbatíveis e são as melhores soluções do mercado.

Soluções como o próprio TreinaTom ainda são impossíveis de serem implementadas da forma correta sem essas tecnologias. Jogos, interatividade que envolve gráficos 2D/3D de forma compatível com todos os browsers, multimídia, compatibilidade com API de escrita e leitura de arquivos pelo browser, desenvolvimento desktop usando o mesmo código web e muitas outras vantagens que só a Plataforma Flash consegue atender hoje em dia.

Se você precisa dessas soluções então esse curso é o que faltava para complementar o seu toolkit.

Não perca tempo e conheça: http://www.egenial.com.br/flashplatformweb

Fev 2

Introdução ao Windows Phone 7

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 2009, 3d, 4, 6, Animação, Animações, Aplicativos, app, AR, arte, Artigo, auto, back, BI, Blend, blog, Blogs, botão, browser, C#, camp, case, class, Class Library, código, código fonte, configuração, control, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, developer, development, DevMedia, Diversos, Download, DRE, email, empresas, err, exemplo, explorer, expression, Expression Blend, Ferramenta, fonte, for, framework, fundo, game, Geral, git, gratuito, html, ide, IE, if, image, instalação, int, Introdução, jogo, Jogos, layout, library, Links, lista, live, Mac, menu, Mercado, mg, Microsoft, Microsoft Expression, Microsoft Silverlight, mobile, MSDN, Negócios, novidade, Novidades, O, on, pagamento, produtividade, Projetos, RIA, Ria’s Geral, RTW, silverlight, Silverlight 4, site, SmartPhone, social, Software, spark, tag, Tecnologia, Tema, tool, UI, uint, UX, Ved, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, web, window, windows, windows 7, XAML, Xna, XP @ 02 2nd, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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WP7_1

Neste artigo será apresentada uma pequena introdução ao desenvolvimento de projetos mobile com o Windows Phone 7, o Windows Phone 7 ou WP7, é o mais recente sistema operacional da Microsoft para a plataforma mobile, foi projetado para proporcionar ao desenvolvedor a criação de aplicativos com recursos interativos e ricos, seu visual é simples, agradável e moderno. Para o desenvolvimento de aplicativos para essa plataforma a Microsoft investiu praticamente no Microsoft Silverlight e no Framework XNA.

O Silverlight pode ser utilizado para diversas finalidades, mas sua força está na criação de aplicativos de negócios em geral, utilizando a plataforma .net. Além do WP7 é possível utilizar o Silverlight para criar projetos web , rodando no browser ou até mesmo criar projetos Silverlight que rodam instalados fora do browser.

O XNA é um framework completo para o desenvolvimento de games, tanto para PCs com o Windows, como para o XBOX 360 e o Windows Phone 7, é possível criar jogos com o Silverlight , mas como o XNA foi concebido com esse propósito ele tem um suporte melhor para a criação de games mais complexos.

Se você já programa em C# .net ou até em Silverlight, você poderá aproveitar e aplicar seus conhecimentos para criar aplicativos para o WP7, neste artigo será apresentado como preparar o ambiente de desenvolvimento para você iniciar a criação de aplicativos para o Windows Phone 7 com Silverlight utilizando o Visual Studio 2010 ou com o Expression Blend.

O Ambiente de desenvolvimento para o WP7 é totalmente gratuito, você poderá utilizar o Visual Studio 2010 Express, o Visual Studio é a principal IDE da Microsoft para o desenvolvimento de aplicativos para a plataforma .net, neste artigo vou usar a versão Premium do Visual Studio 2010 , mas você poderá utilizar os mesmos conceito na versão Express (gratuita).

Uma ferramenta muito interessante e com total suporte ao Windows Phone 7 é o Expression Blend 4, o Blend é uma ferramenta completa para a criação de layouts aprimorados, com suporte ao Windows Phone, nela diversas tarefas são realizadas com a ajuda do mouse, os códigos XAML são gerados automaticamente conforme você manipula visualmente o layout das telas, além de praticidade e produtividade ele também possui um emulador do Windows Phone e diversos recursos para o designer da aplicação. 

Ambiente de desenvolvimento – Windows Phone 7 Developer Tools

WP7DT

Para iniciar o desenvolvimento com o WP7 você vai precisar instalar o Windows Phone Developer Tools  RTW , ele está disponível para o Windows Vista e Windows 7, o programa inclui os seguintes aplicativos:

  • Visual Studio 2010 Express for Windows Phone
  • Windows Phone Emulator Resources
  • Silverlight 4 Tools For Visual Studio
  • XNA Game Studio 4.0
  • Microsoft Expression Blend for Windows Phone 
  •  

    Para outras informações sobre o ambiente gratuito de desenvolvimento para o WP7 clique aqui.

    Inicie a instalação do Windows Phone Developer Tools RTW, se você tiver alguma versão incompatível instalada,  o software vai alertá-lo, a primeira etapa é aceitar a licença do programa, em seguida aparecerá uma tela com o botão “Install Now”, clique  para iniciar a instalação, você poderá neste momento alterar o diretório de instalação, Figura 1, se clicar no botão Customize.

    O Windows Phone Developer Tools iniciará a instalação dos programas e você verá a tela da Figura 2 assim que a instalação de todos os programas for completada.

    Figura 1. Customizando a Instalação do Windows Phone Developer Tools

    Figura 2. Instalação concluída do Windows Phone Developers Tools

    Os programadores Visual Basic tem um Windows Phone Developers Tools específico neste link Visual Basic for Windows Phone Developer Tools – RTW.

    Criando uma aplicação no Visual Studio 2010

    Abra o Microsoft Visual Studio 2010 e clique em File->New->Project, cinco opções são apresentadas como modelos de projetos para o Windows Phone, o primeiro é o Windows Phone Application, nele temos um projeto básico com o mínimo necessário para criar uma aplicação WP7, a segunda opção é a Windows Phone Databound, que permite criar uma aplicação baseada em um modelo capaz de trabalhar com uma lista de dados e com controle de navegação,  a terceira opção é a Windows Phone Class Library, onde é possível criar uma biblioteca para o Windows Phone, em seguida temos o Windows Phone Panorama Application, que cria um projeto com um modelo de navegação muito comum no Windows Phone, onde é possível através do toque na tela andar pela aplicação e navegar em suas listas de dados e por ultimo temos o Windows Phone Pivot Application, onde está disponível um controle Pivot para ser usado na aplicação.

    vs1

    Figura 3. Tipo de projetos para Windows Phone no Visual Studio 2010

    Como o foco do artigo não é a criação de uma aplicação para o Windows Phone 7 e sim somente dar uma introdução ao desenvolvimento para a plataforma, vamos criar um projeto do tipo Windows Phone Panorama Application e modificar somente em dois pontos e em seguida visualizar as alterações.

    No código fonte da aplicação (XAML), vamos modificar o título da aplicação e o cabeçalho do primeiro item do controle panorâmico, localize o controle  Panorama e modifique o parâmetro Title para um nome qualquer, em seguida faça o mesmo com a propriedade Header do controle PanoramaItem, veja a Figura 4.

    FontePanorama 

    Figura 4. Modificando o fonte do projeto Windows Phone Panorama Application

    Agora clique no play do Visual Studio 2010 para executar a aplicação e visualizar o emulador do Windows Phone 7, Figura 5 e 6.

    emuladorVS

    Figura 5. Executando a aplicação no emulador do Windows Phone 7

    Emulador 

    Figura 6. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010

    Abrindo a aplicação no Expression Blend 4

    O Expression Blend é um aplicativo que auxiliar na parte gráfica da aplicação, com ele temos uma ferramenta gráfica e com recursos específicos para essa finalidade, um bom exemplo e a criação de animações em sua aplicação, vamos supor que você queira animar um determinado elemento, seja uma imagem ou um botão, por exemplo,a vantagem de utilizar o Blend nesta tarefa é a possibilidade de gravar toda a animação na tela e ele automaticamente gera todo o código XAML, poupando dezenas de linhas de códigos que seriam digitadas no Visual Studio 2010.

    O Microsoft Expression Blend for Windows Phone é um dos aplicativos instalados pelo Windows Phone Developers Tools, existe também uma versão para uso do Silverlight  que é a que estou usando neste artigo, chamada de Expression Blend 4, que faz parte do pacote do Expression Studio 4, integrado com o Visual Studio 2010 e que também funciona para programar para o Windows Phone 7.

    Saiba mais sobre o Expression Studio 4 neste artigo da .net Magazine.

    O Expression Blend é integrado ao Visual Studio 2010, basta clicar no seu projeto com o botão direito do mouse e clicar em Open in Expression Blend, Figura 7, qualquer modificação feita nas ferramentas já é atualizado na outra assim que uma é acionada.

    Figura 7. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010.

    eb

    Figura 8. Expression Blend 4.

    App Hub

    Os aparelhos com o Windows Phone 7 ainda não chegaram ao Brasil, o jeito é aguardar ou adquirir um aparelho importado, depois que você já preparou o ambiente de desenvolvimento e já está desenvolvendo aplicativos com a tecnologia Silverlight ou XNA, você vai querer testar o aplicativo no próprio aparelho e ainda começar a ganhar dinheiro enviando sua aplicação para o Windows Phone Marketplace, o Windows Phone Marketplace é onde você pode testar e comprar aplicativos, jogos, músicas para o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace já está aberto para que os desenvolvedores possam enviar seus aplicativos, para que você possa criar aplicações e vender no Marketplace você vai precisar desbloquear o equipamento e criar uma conta no site App Hub, vamos ver agora passo a passo como realizar esse procedimento.

    1. Acesse o site http://create.msdn.com/en-US .
    2. Clique em Sig-in .
    3. Entre com o seu Window Live ID .
    4. Selecione o tipo de conta: Company (Empresas), Individual (desenvolvedor individual) ou Student (estudante que participa do projeto DreamSpark) .

    As contas do tipo Company e Individual tem um custo anual de $99, se você é estudante, participe do projeto DreamSpark, atualmente o Dreamspark é a única forma de participar do App Hub sem custos, no meu caso eu selecionei um conta de desenvolvedor individual.

    Figura 8. Tipo de conta no App Hub

    5. O próximo passo é digitar algumas informações pessoais como nome, endereços e email, no campo Publisher Name, você informará o nome que aparecerá no Windows Phone Marketplace.
    6. Selecione a imagem que será apresentada quando você participar de fóruns do App Hub.

    Figura 9. Imagem que será apresentada nos fóruns.

    7. Se você não selecionou o tipo Student (Dreamspark), será necessário pagar uma taxa anual para enviar aplicativos para o Windows Phone Marketplace, está disponível atualmente o pagamento via cartão de crédito VISA e MASTERCARD.

    8. A última etapa e a confirmação do email e de sua identidade, no caso da conta individual, ambos são feitos por e-mail. Você receberá uma e-mail alguns dias após o cadastro para validar a sua identidade, no caso de desenvolvedor individual é necessário enviar uma cópia da sua carteira de motorista ou passaporte.

    Figura 10. Conclusão do cadastro no App Hub.

    Na página do App Hub, no link Devices, aparecerão os aparelhos que você vai desbloquear e poderá realizar o deploy no Visual Studio 2010 antes de publicar no Windows Marketplace. 

    Zune

    O Zune é o software que irá fazer a sincronização da sua aplicação no Visual Studio 2010 e o equipamento, para mais informações sobre o Zune veja no blog do MSDN.

    Faça o Download da última versão do Zune no site oficial.

    Desconecte o seu aparelho do computador, caso esteja conectado, feche todos os aplicativos abertos e inicie a instalação, a primeira etapa é aceitar a licença do ZUNE, em seguida o software é instalado. Quando você receber a mensagem de “INSTALAÇÃO DO SOFTWARE DO ZUNE CONCLUÍDA”, clique em fechar, uma tela será apresentada com as etapas de configurações do ZUNE, a primeira configuração e a tela abaixo onde você vai inserir o nome que o equipamento vai ter no software do ZUNE, no equipamento e no site.

    Figura 11. Nome do telefone no ZUNE

    Conecte o seu celular via USB e deixe o windows realizar a instalação dos drivers, agora você já tem o seu aparelho sincronizado com o ZUNE.

    Figura 12. Dados do aparelho sincronizado

    Registrando o aparelho no Windows Phone Developer

    Este é o último passo antes de você iniciar o deploy com o Visual Studio 2010 e enviar sua aplicação ao Marketplace, vamos agora registrar a conta como desenvolvedor, no menu iniciar do Windows, localize o menu Windows Phone Developer Tools e clique em Windows Phone Developer Registration.

    Figura 13. Registro de desenvolvedor

    Deploy no Visual Studio 2010

    No menu do Visual Studio 2010, localize o combo onde está escrito Windows Phone 7 Emulator e altere para Windows Phone 7 Device, selecione o projeto no Solution Explorer do Visual Studio com o botão  direito do mouse e clique em deploy. O Zune deverá sempre estar ativo para realizar a sincronização com o equipamento.

    Deploy

    Figura 14. Deploy no Visual Studio 2010

    Conclusão

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    Com a evolução dos aparelhos de celulares e smartphones, o mercado mobile está crescendo assustadoramente a cada ano, os novos equipamentos estão recheados de novos recursos e com isso a necessidade de que tenha um sistema operacional capaz de aproveitar ao máximo tudo que as novas tecnologias estão oferecendo, é neste cenário que a Microsoft apresenta o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace está recheado de aplicativos e games, o potencial do sistema operacional da Microsoft é muito positivo, particularmente eu acho o sistema operacional fantástico e de incrível liberdade de desenvolvimento para os desenvolvedores .net, principalmente pela produtividade e pelo fato de aproveitar os conhecimentos já adquiridos em C#, Visual Basic, XNA e Silverlight, enquanto o Windows Phone ainda não está disponível aqui no Brasil , podemos criar aplicações com as ferramentas gratuitas da Microsoft.

    Links Interessantes:

    WP7_fundohttp://winphoneblog.com.br/ 

    http://channel9.msdn.com/Series/Windows-Phone-7-Development-for-Absolute-Beginners

    http://www.devmedia.com.br/post-17986-Windows-Phone-7-e-Silverlight-4.html

    http://www.charlespetzold.com/phone/

    http://www.devmedia.com.br/post-18740-Animacoes-no-Windows-Phone-7.html

    http://blogs.msdn.com/b/jpclementi/archive/2011/02/02/links-mais-importantes-para-o-windows-phone-7.aspx?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+clementi+%28Falando+de+novidades+e+tecnologias+Microsoft%29

    http://www.microsoft.com/showcase/en/us/related?video=bda22419-a49e-4ef6-973d-f9c6d59aa525

    FAQ

    Jan 28

    Review do Windows Phone 7

    Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 3g, 4, 6, Android, AR, arte, back, bar, BI, blog, botão, Botões, busca, carregar, comparação, corretor, Curso, dados, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Dica, email, err, erro, Excel, facebook, falha, for, game, gestão, git, Google, html, ide, IE, if, int, internet, iphone, jogo, Jogos, lista, live, map, mg, Microsoft, MIX, mobile, MSDN, NaN, News, novidade, Novidades, O, on, online, Outros, problema, processo, procura, pt, Reclamação, Review, RIA, Ria’s Geral, screen, SDK, site, tag, TAT, Tema, Touch, tv, UI, update, Ved, vs, window, windows, XP, zend @ 01 28th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
    Kelps Sousa
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    Pouco mais de 1 mês atrás, no dia 20 de dezembro de 2010, eu peguei o meu Windows Phone 7. Venho acompanhando a história do sistema operacional desde? quando as primeiras informações foram divulgadas e confesso que fiquei empolgado e frustrado no MIX de 2010 por ver tantas informações e novidades legais e não ter ganhado nenhum aparelho, como todos estavam suspeitando na época.

    Como o Windows Phone 7 não está disponível no Brasil ainda, tive que procurar uma forma de comprar um no exterior e trazer pra cá. Para complicar ainda mais as coisas, o aparelho que eu queria (LG Optimus 7) não é vendido nos Estados Unidos. Por sorte, tenho um grande amigo que estava morando na França e iria voltar ao Brasil pouco antes do Natal. Fiz algumas pesquisas e encontrei o aparelho que eu queria, desbloqueado, a venda na Amazon França. A parte mais difícil foi fazer a compra no site em francês sem entender uma palavra (3 vivas para os tradutores online).

    Pronto, estava tudo certo. Em 1 mês o meu novo celular com WP7 estaria em minhas mãos. Eu só teria que fazer backup dos dados do meu MotoQ e migrar o que fosse possível para o novo aparelho. 2 dias depois de fazer a compra, fui vítma de um sequestro relâmpago e levaram meu celular (é claro que eu não tinha feito o backup ainda né….) junto com um monte de outras coisas. Fui obrigado a comprar outro aparelho para usar nesse meio tempo. Acabei pegando o seu irmão menor, LG Optimus One, com Android 2.2 (saiu super barato graças ao programa de pontos da minha operadora). Devo confessar que fiquei bastante satisfeito com a aquisição, pelo menos até a chegada do novo aparelho.

    Agora vamos à parte que interessa, o review do meu LG Optimus 7 com Windows Phone 7.

    LG-Optimus-7

    O aparelho é muito bonito e passa uma sensação de ser bem sólido quando você o segura. Ele é extremamente bem construído, não tendo nenhuma falha de encaixe ou desajuste de nenhum tipo.

    Os botões são fáceis de pressionar, sendo que o único que me desagradou foi o botão de ligar, que também serve para travar e destravar o aparelho, mas explicarei melhor mais adiante. Aliás, por falar em botões, esse é o ÚNICO aparelho com Windows Phone 7 lançado até agora em que os 3 botões frontais (voltar, home e busca) são físicos ao invés de touch. Em alguns dos outros aparelhos o botão “home” também é físico, mas o voltar e busca de todos os outros é touch, facilitando que você acidentalmente os toque enquanto usa uma aplicação ou jogo e acabe saindo da aplicação ou da tela em que estava.

    Os aparelhos com Windows Phone 7 lançados até agora se diferenciam bem pouco, pois os fabricantes estão todos seguindo praticamente ao pé da letra as especificações mínimas de hardware impostas pela Microsoft para a plataforma. Os diferenciais desse aparelho são:

    • Os 3 botões físicos para voltar, home e busca, ao invés de botões touch.
    • Memória de 16 GB (a maioria dos aparelhos tem memória de “apenas” 8 GB)
    • Recurso DLNA, que permite executar mídia do aparelho em dispositivos compatíveis, como TVs, home theathers, etc.
    • Tela Gorilla Glass, praticamente impossível de riscar (descobri isso com quanse um mês de uso).

    O aparelho encaixa bem na mão e é fácil de manusear com apenas 1 das mãos, mas eu acho que a LG fez algumas escolhas equivocadas no posicionamento de alguns ítens.

    • Os botões de volume ficam do lado esquerdo do aparelho, quando na maioria dos outros telefones ele é do lado direto. Isso por si só não é um problema, mas fez com que houvesse botões em todos os lados do aparelho. Seria melhor se pelo menos um lado do aparelho não tivesse botões para que pudessemos segurá-lo ou apoiá-lo sem que nada fosse pressionado.
    • O plug micro-usb que serve para sincronismo e carregar o aparelho fica do lado direto, onde normalmente ficam os botões de volume e ainda por cima é coberto por uma lingueta que deve ser removida com a unha e virada de lado para conectar o cabo (já que ela fica presa para não se perder). Para mim isso são 2 erros consecutivos: O primeiro foi colocar o plug de carregador/dados na lateral do aparelho e o segundo colocar essa tampinha safada que serve mais para irritar do que para proteger.
    • O botão de ligar o aparelho, que também serve para bloquear e desbloquear, fica na parte superior, do lado direito. Ele é propositalmente pequeno e mais firme ao toque para que não seja pressionado acidentalmente, mas como os lados superior e inferior do aparelho são ligeiramente inclinados para frente, é difícil pressioná-lo com o indicador, o que torna necessário deslisar o telefone um pouco na mão para pressionar com o polegar (correndo o risco de derrubar o aparelho no processo), ou pressionar o botão com a outra mão.

    Fora os detalhes acima, todos os botões são muito bem feitos e trabalham sobre uma pressão perfeita: nem duros demais, nem leves demais. Você difícilmente pressionará um deles acidentalmente.

    Ele pesa 157 gramas, ou seja, é 30g mais pesado do que o LG Optimus One que eu havia acabado de comprar e 20g mais pesado do que o iPhone 4. Mas para ser justo, devo dizer que sua tela é de 3,8 polegadas, em comparação à de 3,2 do Optimus One e à de 3,5 do iPhone 4.

    Ao contrário do que aconteceu com o Android, não tive nenhum problema para digitar no teclado virtual dele, tanto pelo tamanho da tela ser bom para minha mão, quanto pela qualidade e precisão do teclado virtual do WP7. A única reclamação que tenho do teclado é que não é possível digitar alguns caracteres acentuados se o teclado estiver configurado para inglês, então é necessário mudar para espanhol. Por outro lado, o telefone suporta mais de um perfil de teclado simultâneamente, tornando possível que você escolha se quer teclado em inglês ou espanhol enquanto digita. Se você escreve bastante em português vai achar melhor desabilitar o corretor do teclado com sugestão de palavras pois esse idioma ainda não é suportado (mas está previsto para o update do segundo semestre, junto com outras línguas e novas funcionalidades).

    O sistema operacional é excelente, mesmo se tratando de uma primeira versão. Nesse tempo de uso eu não sofri nenhum travamento e ele responde extremamente rápido a todos os seus comandos (principalmente nas aplicações nativas, como o email ou navegador de internet). Há algumas coisas que precisam ser melhoradas e algumas funcionalidades que ainda não estão presentes, mas acho melhor deixar isso para um outro post.

    Para quem pretende usar um aparelho desses no Brasil, é necessário saber de algumas coisas:

    • Compre um aparelho que esteja sem bloqueio de operadora. A maioria dos aparelhos estão sendo vendidos bloqueados para as operadoras e vinculados à contratos de fidelidade. Os aparelhos desbloqueados são um pouco mais caros e difíceis de encontrar.
    • É necessário um Windows Live ID para acessar o Market Place e sincronizar contatos. O seu Live ID deve estar vinculado à um dos países onde o aparelho já foi lançado. Você pode vincular mais de um Live ID ao aparelho, mas apenas o primeiro será usado para acessar o Market Place ou Xbox Live, no caso dos jogos. Esse Live ID primário só pode ser trocado fazendo um soft reset no aparelho. Se você já tem um gamertag do Xbox vinculado ao seu Live ID, ele será utilizado pelo jogos do aparelho também. Se o seu gamertag for da Xbox Live Brasil, não vai funcionar, e você terá que criar um novo Live ID com endereço americano ou de outro país onde o aparelho já tenha sido lançado para poder usar no aparelho.
    • O WP7 sincroniza a lista de contatos e agenda de todos os Live IDs, contas do Google e Facebook que você cadastrar. Você pode mudar as opções de sincronismo dessas contas, exceto do Live ID principal. Todos os seus contatos terão uma cópia online, que será facilmente baixada para um outro WP7, caso você o vincule ao mesmo Live ID. Isso é ótimo para quando você decidir trocar de aparelho daqui a algum tempo.
    • Para desbloquear o aparelho para desenvolvimento, é necessário que o regional settings do computador, do telefone e da sua Live ID estejam iguais. O desbloqueio é feito usando um aplicativo que vem junto com o SDK de desenvolvimento. Para poder desbloquear, é necessário também que você tenha se cadastrado como desenvolvedor e pago a taxa de US$ 99,00 + impostos (que vale por 1 ano). Esse cadastro ficará vinculado ao seu Live ID (pode ser um live ID brasileiro), que é o que deve ser utilizado para desboquear o aparelho. Cada cadastro desses dá direito a desbloquear 3 aparelhos. Se for uma empresa e precisar desbloquear mais aparelhos, deve entrar em contato com a Microsoft.

    Por enquanto é só. Em breve publicarei mais informações sobre o sitema operacional e sobre a plataforma de desenvolvimento.



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