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Fev 28

Aulas de lógica de programação usando Scratch

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, 6, Android, Animações, aplicacao, app, AR, arte, AUG, BI, blog, C#, cheat sheet, class, código, CRUD, Curso, Desenvolvimento, Dica, DRE, educacao, err, erro, Flex, Flex4, flexreport, for, git, Google, IE, if, image, int, jogo, Jogos, live, Livro, lógica, Mac, Mate, mg, NaN, O, on, operadores, permalink, programação, pt, relatório, Relatórios, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, screen, Screencast, screencasts, tag, UI, Vídeo, Vídeos @ 02 28th, 2012 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O Centro Educacional de Pedreira é uma instituição educacional conveniada com o Senai Ary Torres onde eu tive o privilégio de estudar há mais de 10 anos atrás e onde hoje sou professor.

Professores e funcionários na inauguração do mini auditório multimídia

Beneficiado pela flexibilidade da instituição, este semestre as aulas de lógica de programação terão um formato diferente: boa parte do conteúdo será baseada em screencasts – onde os alunos poderão assistir as aulas em casa e aproveitar o tempo na escola para interagir mais com os colegas e o professor.

Essa série de screencasts será publicada no YouTube, e cada novo vídeo será publicado também aqui no meu blog, para que mais pessoas (alunos e/ou professores) possam se beneficiar do material.

A primeira parte do curso será baseada no Scratch, que é uma linguagem de programação aberta e focada no aprendizado de lógica de programação. O Scratch usa e abusa de elementos visuais e para aprender programação utlizando blocos de comando, assim o aluno não se “assusta” ao ter de lidar com numerosas linhas de código para criar um programa. Dessa forma, com pouco tempo e muita criatividade o aluno pode criar desde animações simples até jogos de uma maneira lúdica, enquanto vai absorvendo – mesmo que sem querer – os principais conceitos da lógica de programação.

Veja todos os vídeos da série na categoria Ensino, que estarão disponíveis tão logo estejam prontos.

Bons estudos e boa diversão! :-)

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© Elvis for Elvis Fernandes, 2012. |
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Tags: educação, lógica, programação, scratch, screencast

Nov 11

Minha opinião atual sobre a “Morte do Flash”

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Ajax, Android, api, AR, Arquitetura, back, BI, blog, Blogs, browser, C#, class, cliente, css, css3, demo, Desenvolvimento, entrevista, err, facebook, Ferramenta, flash, Flash Player, for, game, git, html, html5, ide, IE, image, int, internet, jandersonfc, jandersonfc.com, Java, Javascript, jogo, Jogos, Mercado, mg, mobile, O, on, player, Projetos, prova, pt, Redes Sociais, Revistas, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, Sun, Tecnologia, Tema, tendencia, Teste, Twitter, UI, vs, web, zend @ 11 11th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Nesses ?ltimos dias a internet est? virada em um caos depois dos boatos e anuncio da “Morte do Flash” (descont?nuo do Flash Player para disposit?vos m?veis, leia-se smartphones e tables Android/RIM), todo um medo gerado pelo combo da not?cia com a demiss?o de 750 funcion?rios da Adobe (EUA e Europa)

Minha real opini?o ? a seguir:

No mais, os projetos continuam, novos desafios est?o surgindo, novas oportunidades de ganhar dinheiro continuam aparecendo constantemente, nada de mimimi, bora usar HTML5, e que tecnologia for…

Roubando a frase do @jandersonfc disse no final desse post: As tend?ncias s?o suas aliadas

“Tecnologia, Ferramentas e metodologia s?o o meio, dinheiro no bolso ? o fim”

Se voc? ainda est? preocupado sobre a tal morte do Flash no mobile, recomendo ler o post: Adobe desiste do Flash Player plug-in para dispositivos m?veis do @igorcosta e reflita no seu texto.

Agora se voc? j? estava jogando a toalha achando que o Flash j? era, se voc? estava fechando o “caix?o”, pode executar um rollback ai, pois ontem (10/11/2011) foi disponibilizado o novo Flash Player 11.1 e AIR 3.1. Tenha em mente que a plataforma Flash ainda ter? um bom tempo de vida. Motivo banal pelo qual n?o ir?o conseguir matar o Flash, digo que talvez esse mundo mobile tenha at? que readerir ao Flash : games, ainda mais agora com o novo suporte a acelera??o gr?fica e a 3D. Outro grande motivo, se “matarem” o Flash Player hoje haver? uma revolta mundial dos jogadores do jogos do Facebook e demais redes sociais, tamb?m sabemos que o HTML5 est? a anos luz de dist?ncia da maturidade e capacidade do Flash Player atual, ent?o o Flash Player n?o morrera.

Algo que eu tenho em mente, quando penso no assunto, eu lembro da mesma agita??o que foi na ?poca do Ajax, no final aqui estamos n?s usando o Flash ao invez do Ajax para desenvolver sistemas robustos. O HTML5 para sites e algumas outras coisas at? que j? tem como utilizar, mas creio que vamos chegar na mesma situa??o que nos deparamos a alguns anos atr?s e recorreremos a algo como o Flash que ? mais robusto para desenvolvimento de sistemas.

Algu?m me diz como ? que eu fa?o uma arquitetura organizada, com pacotes no JavaScript?

Algu?m sabe se existe alguma maneira de trabalhar com IoC no JavaScript?

Fora outras quest?es para as quais n?o tenho resposta de como fazer usando HTML5 + JS + CSS3

Lembrando que a compatibilidade crossbrowser do HTML5 ? um pesadelo [mobile] [web browsers teste] [demos teste]

N?o estou dizendo que sou contra o HTML5, mas hoje ele ainda ? muito imaturo para desenvolver, leia bem: sistemas

E como n?o devemos nos apegar a tecnologia alguma, muito menos rejeitar qualquer outra que o mercado est? aderindo, recomendo o HTML5 Rocks para quem quizer estudar o HTML5.

No mais, n?o se desespere com as not?cias que voc? l? na internet, mas mantenha-se sempre atualizado, pois quem escolhe que tecnologia voc? ir? utilizar no pr?ximo projeto, provavelmente ser? o seu cliente, pedindo se roda no iPad…

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Veja também:

  • Flash Mobile 10 – Para Outubro de 2009
  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • Flash Player 10.1 : entrevistas e demos
  • Adobe Flash suporte completo para dispositívos móveis a caminho : agora vai
  • HTC Hero: primeiro dispositivo com Android e Flash
Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 24

GDD – Google Developer Day

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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Set 26

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 2

Escrito por Edgard Davidson em 1, 2.0, 4, 6, Agile, AR, arte, auto, back, blog, C#, camp, class, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, e-learning, event, Evento, Eventos, for, game, gestão, ide, IE, if, image, int, jogo, Jogos, lite, Livro, Mate, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Sun, TAT, Tema, UI, UX, XP, zend @ 09 26th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal.

Este ? o segundo post de uma s?rie de post's que estou fazendo, em formato de resenha. Como partida, estou lendo o livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders e sintetizando ele aqui. Confira aqui a parte 1.

Teoria dos sistemas complexos


A teoria dos sistemas complexos ? uma teoria advinda da matem?tica que se concentra em entender porque alguns tipos de sistemas s?o est?veis e porque alguns outros tipos n?o s?o. Levando para o campo de desenvolvimento de software a referida teoria nos ajuda a explicar porque alguns projetos s?o est?veis e porque outros n?o s?o.

Desenvolvimento de software pode ser visto como um sistema complexo adaptativo, onde as intensas intera??es e feedbacks fornecem oportunidade de melhoria aprendizado e conhecimento.

MULTIDISCIPLINARIDADE

A ideia de segregar pessoas que fazem trabalhos diferente oferece um impacto negativo ? performance da organiza??o. Esse tipo de segrega??o promove silos/feudos funcionais que dificultam a comunica??o e a amplifica??o do aprendizado e conhecimento na dimens?o ontol?gica da organiza??o (veja a teoria da cria??o do conhecimento). Corroborando com os princ?pios do manifesto ?gil, a teoria da complexidade tamb?m ? a favor da forma??o de equipes multidisciplinares.

O CORPO DE CONHECIMENTO DE SISTEMAS

N?o h? uma ?nica defini??o gen?rica para explicar a complexidade, cada sistema ? diferente, peculiar e por vezes suas defini??es s?o complementares, as vezes sobrepostas e as vezes contradit?rias. No entanto, existem v?rios estudos que se concentram em diferentes ?reas e que trouxeram uma contribui??o significativa para o campo dos sistemas complexos: Entre esses estudos est?o: a teoria evolucion?ria (evolutionary theory), a teoria dos jogos (game theory) a teoria do caos (chaos theory), a teoria dos sistemas din?micos (dynamical systens theory), entre outras. A figura abaixo apresenta o corpo de conhecimento de sistemas.

SIMPLICIDADE: UM NOVO MODELO

“Simplicidade normalmente est? relacionada com peso (o qu?o dif?cil ?) para algu?m tentar explicar ou entender algo. Qualquer coisa que ? f?cil de entender ou explicar ? simples, em contraste com algo complicado.”

Antes de discutir simplicidade, faz-se necess?rio entender cada terminologia abaixo:

  • Simples: f?cil de entender
  • Complicado: muito dif?cil de entender
  • Ordenado: totalmente previs?vel
  • Complexo: um pouco previs?vel (mas com muitas surpresas)
  • Ca?tico: completamente imprevis?vel

Na literatura, alguns modelos diferenciam a referida terminologia, como os modelos de David Snowden, que descreve um modelo contendo quatro dom?nios(simples, complicado, complexo e ca?tico) e modelo de Ralph Stacey que cria algo similar. Ele mostra o simples, complicado, complexo, e ca?tico, como quatro ?reas com base em duas dimens?es: o grau de concord?ncia e o grau de incerteza.

A NOVA ERA: PENSAMENTO COMPLEXO (COMPLEXITY THINKING)

Quando voc? aplica a teoria de sistemas complexos (complex systems theory) em desenvolvimento e gerenciamento de software, voc? est? tratando sua organiza??o como um sistema.

A din?mica do sistemas(System dynamics) – n?o confunda com a teoria dos sistemas din?micos(dynamical systems theory), foi uma das primeiras t?cnicas criadas para mostrar como eventos aparentemente simples podem causar comportamentos inesperadas na organiza??o.

A System dynamics percebe a organiza??o como uma estrutura interligada e mutuamente dependente das partes. A System dynamics tem ajudados os gestores ? melhorar sua compreens?o dos processo de neg?cio.

Uma outra t?cnica similar ? chamada de pensamento sist?mico (systems thinking), popularizada no livro The Fifth Discipline (que tamb?m pretendo fazer resenhas dele aqui no blog :) ). Essa t?cnica aborda o entendimento de como o pensamento influencia o outras partes como um todo e defende que o primeiro passo para se tornar uma organiza??o de aprendizagem ? ela compreender, como um sistema hol?stico, o que ela faz e como realmente faz.

O estudo da complexidade em sistemas sociais ? chamado de complexidade social (social complexity). A complexidade social ? o estudo de grupos sociais em sistemas adaptativos complexos.

System dynamics e systems thinking percebem a n?o linearidade, mas eles ainda partem da ideia que, de alguma forma, a alta ger?ncia constr?i o “tipo certo” de organiza??o que produz o “tipo certo” de resultado. Entretanto, atualmente os gestores percebem que para gerenciar a complexidade social, eles precisam entender como as coisas “emergem” e n?o como elas s?o “constru?das”. O modelo de gest?o 3.0 aplica o pensamento complexo (complexity thinking) e assume que os gestores n?o podem construir nem dirigir uma equipe auto-organizada. Em vez disso, a equipe deve emergir naturalmente. O modelo reconhece que organiza??es produtivas n?o s?o gerenciadas dirigidas por modelos e planos. Em vez disso, deve emergir atrav?s do poder da evolu??o da auto-organiza??o.

Obs: Para mim esses assuntos s?o complicados. Portanto, sinta-se a vontade para criticar, corrigir ou acrescentar valor nos coment?rios.

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 21

Flash Player 11 e AIR 3

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 2.0, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Max, Air, Android, AR, blog, Blogs, C#, class, developer, err, flash, Flash / Flex, Flash Player, Flex, for, Gráfico, html, IE, if, image, jogo, Jogos, layout, Links e sugestões, live, Mac, map, Mercado, mg, novidade, Novidades, O, on, platform, player, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, super(), tv, UI, UX, Vários, Vídeo, web, window, windows @ 09 21st, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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Screen shot 2011 03 01 at 5.41.01 AM 450x208 Flash Player 11 e AIR 3

Olá a todos!

Esta quarta-feira, dia 21 de Setembro, marca o dia de mais uma milestone para o Flash!

Hoje é anunciado a data do go-live do Flash Player 11 e do Adobe AIR 3!

Com esta versão, a Adobe tenta puxar os limites do que é possível apresentar, na web, em termos gráficos, e tenta oferecer a capacidade de renderizar objectos extremamente complexos, de uma forma super simples!

Esta release, vai permitir, aos developers, criar jogos 3D e 2D com a qualidade dos jogos das consolas, com o benefício de o poderem distribuir para várias plataformas ao mesmo tempo (Android, iOS, Tablet BlackBerry OS, TV, Windows, Mac OS, etc).

Nestes últimos tempos temos visto várias aplicações AIR a brilharem nos vários mercados das aplicações. Tanto o Machinarium, como o Times Caltrain, são um sucesso nas plataformas em que estão implementados!

  • Para mais informações sobre jogos acedam aqui ou vejam o este vídeo.
  • Para mais informações sobre o Flash Player 11 e o AIR 3, sigam este link.

Resta dizer que tanto o Flash Player 11 como o AIR 3 vão estar disponíveis para todos, a partir de Outubro, ou seja, daqui a poucas semanas!

Ah! E não se esqueçam que a MAX está aí ? porta e com ela MUITAS novidades vão surgir icon smile Flash Player 11 e AIR 3

Abraço, Mauro.



Ago 9

Minhas palestras confirmadas para o TechEd 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, BI, Blend, blog, C#, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, err, event, Evento, Eventos, expression, Expression Blend, Ferramenta, for, Google, IE, jogo, Jogos, lista, map, mg, NaN, Negócios, News, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Palestras, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Tech, TechEd, Tecnologia, Tema, template, Twitter, UI, Ved, Visual Studio, web, window, windows, XAML, XP @ 08 9th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Saiu a lista de palestras do TechEd Brasil 2011. Para o evento deste ano eu tenho 2 palestras confirmadas, ambas em parceria com o amigo Rodrigo Kono. As palestras serão:

WEB303 – Novidades do Silverlight 5

Venha ver o que há de novo e emocionante no Silverlight 5. Aprenda sobre os recursos para o desenvolvimento de aplicações de negócios, visualização e jogos. Nesta sessão iremos apresentar os principais recursos do Silverlight 5 assim como as atividades futuras desta tecnologia. Esteja preparado para ser produtivo com a última versão do Silverlight.
Palestrantes : Kelps Leite de Sousa e Rodrigo Kono

WPH305 – XAML Avançado para Windows Phone 7

Entenda o que é e como funciona o XAML e aprenda a aproveitar suas capacidades ao máximo, criando aplicações de alta padrão para Windows Phone 7. Nessa palestra serão abordados temas como Binding, Templates, Styles, Value Converters, Dependency e Attached Properties. Também será demonstrado como utilizar ferramentas como Visual Studio e Expression Blend para trabalhar com XAML de forma eficiente e como trabalhar em uma equipe composta de designers e desenvolvedores.
Palestrantes : Kelps Leite de Sousa e Rodrigo Kono

Assim que eu tiver mais detalhes sobre as palestas (como dias e horários) publicarei aqui. Espero vocês lá!



Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 2

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, abas, análise, Análises, api, Aplicativos, app, AR, auto, back, bar, Beta, BI, bing, botão, bug, busca, C#, carregar, class, classe, cliente, código, collection, control, Controles, Curso, Cursos, dados, Debug, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Dica, Diversos, Documentação, DRE, email, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, fundo, game, garbage, geo, Geral, Gráfico, Gravação, ide, IE, if, image, imagens, int, jogo, Jogos, linq, Linq to Sql, lista, live, map, maps, Melhores Práticas, menu, mg, Microsoft, mobile, monitor, Monitoramento, NaN, O, on, online, Outros, player, processo, produtividade, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, socket, Storyboard, Sun, tag, TAT, Tema, UI, Ved, Vídeo, Videobrush, Vídeos, Visual Studio, web, WebCam, window, windows, XAML, XP, zend @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Sockets

Através do namespace System.Net.Sockets, o Windows Phone provê suporte a uma implementação gerenciada de sockets, permitindo que desenvolvedores possam ter um controle rigoroso ao acesso a redes, com esse recurso temos disponível um conjunto de API’s de alto nível, permitindo que o desenvolvedor crie aplicativos que interagem com um cliente utilizando de serviços existentes de TCP.

Existem muitas funcionalidades onde esse recurso pode ser utilizado, como pode exemplo, para criar aplicativos de FTP, e-mail e Chat, com sockets é possível criar aplicativos mais sofisticados e ricos, podendo utilizar de TCP (Transmission Control Protocol) ou UDP (User Datagram Protocol).

Câmera e fotos

Existem duas formas de acessar a câmera no Windows Phone, através das API´s do próprio sistema operacional ou através dos recursos já existentes do Silverlight 4, com as APIs do Windows Phone você tem imagens de alta resolução, além de controle do auto foco, acesso ao modo do flash, entre outros recursos, já com os recursos do Silverlight 4 webcam API, você tem facilidade de gravar vídeos e áudios em arquivos, se você já possui códigos em alguma aplicação Silverlight, você poderá aproveita-los com poucas ou nenhuma modificação quanto ao acesso a webcam.

É possível ter um controle bem flexível da câmera fotográfica do smartphone, através do Windows Phone podemos ter um controle do auto foco da câmera, gerenciar o flash utilizado, acionar a captura da imagem, além de uma série de eventos que podemos utilizar através do Microsoft.Devices.PhotoCamera, no código XAML a representação da câmera pode ser feito através do recurso VideoBrush do Silverlight.

Push Notitications e Live Tiles

Notifications é um poderoso recurso que o Windows Phone implementou de maneira bem interessante, com ele podemos enviar e receber informações para o Windows Phone 7, essas mensagens são enviadas para um serviço da Microsoft, e o serviço online envia para o smartphone, podendo receber a mensagem em seu projeto. Você poderá obter a mensagem recebida e manipular as informações, existem três tipos de Notifications, o tipo RAW, Toast e Tile, resumidamente o primeiro permite receber informações diretamente em sua aplicação, o segundo permite receber um aviso no topo da tela do Windows Phone, a aplicação receberá a notificação mesmo que a sua aplicação não esteja em execução no momento. Já o tipo Tile, é uma notificação nos Tiles que ficam na tela principal do Windows Phone e pode ser acionado quando apertamos o botão Start do aparelho. Na versão Mango, temos mais recursos disponíveis para essas notificações, a notificação do tipo Toast agora pode receber um determinado link que vai para determinado local em sua aplicação e ainda pode passar parâmetros que você pode utilizar para ler e realizar alguma tarefa, dando mais poder para as notificações no Windows Phone, as notificações do tipo Tile também foram incrementadas, agora é possível utilizar um Tile com dois lados e que mude periodicamente ou ainda ter tiles secundários para a mesma aplicação.

img27763

Figura 1. Fundo do Tile

Profiler

Performance é um dos assuntos mais importantes quando estamos criando aplicativos em geral, principalmente quando a aplicação vai ser executada em dispositivos com recursos limitados, como é o caso de smartphones, com a versão Mango temos agora uma ferramenta que analisa o perfil da sua aplicação, possibilitando analisar e medir através de gráficos , diversos recursos utilizados.

A ferramenta é totalmente integrada com o Visual Studio, para iniciar o uso do recurso , basta carregar a sua aplicação e no menu Debug, localizar e clicar na opção “Start Windows Phone Performance Analysis”, Figura 2, e clicar em Launch Application, em seguida você executa a rotina que deseja monitorar em seu aplicativo e clica em Stop Profiling, um arquivo com extensão SAP será criado, a cada processo de analise, um arquivo é criado, e você poderá manter um histórico para futuras analises de melhorias. Dentre as informações que a ferramenta apresenta, estão os frame rates, que são os números de renderização da tela do telefone, expressada em frames por segundo (fps), a porcentagem de uso da CPU do telefone, o uso da memória do aplicativo medido em megabytes, a utilização de Storyboards e imagens carregadas, por fim temos um indicativo de quando os eventos do garbage collections foram acionados durante o monitoramento. Se você selecionar um determinado período, o Visual Studio apresentará informações detalhadas sobre diversos pontos do aplicativo.

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Figura 2. Performance Analysis

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Figura 3. Analise detalhada da aplicação

Emulador

O emulador também sofreu algumas melhorias, duas delas são muito interessantes , como a possibilidade de testar no emulador os sensores de acelerômetro, Figura 4, e localização. Agora podemos simular através do emulador a leitura desses sensores, não precisando ter um equipamento físico para poder criar uma aplicação, basta você utilizar o mouse que o emulador vai responder conforme a ação esperada pelo aparelho real. No caso da utilização de recursos de localização, você ainda conta com uma barra de ferramentas com controles de busca, inclusão de indicativos de localização e gravação da localização, o emulador ainda contém alguns outros recursos que talvez sejam disponibilizados na versão final, como a possibilidade de adicionar gravações referente as simulações.

img10650

Figura 4. Emulador

Device Status

O namespace Microsoft.Phone.Info fornece informações sobre o equipamento, na versão anterior, era utilizado a classe DeviceExtendedProperties para obter alguns dados sobre o equipamento, na versão Mango essa tarefa passa a ser realizada por DeviceStatus, você pode obter informações como o total de memória, a versão do hardware e o nome do fabricante do equipamento. Através do PowerSource, podemos verificar se o dispositivo está funcionando com bateria ou conectado a uma fonte de alimentação externa. Outro recurso disponível é a possibilidade de verificar se existe ou não um teclado físico no smartphone através da propriedade IsKeyboardPresent.

Local Database

Existem dois tipos de persistências no Windows Phone 7, o Transient Data e o Persistent Data, você pode manipular informações através de Isolated Storage, um recurso que permite registrar e recuperar informações no próprio aparelho, essa forma de persistência de dados é chamada de “Persistent Data”, ou armazenar informações na memória, Transient Data, sua aplicação pode manipular esses dados conforme o seu ciclo de vida, porém na versão mango uma nova forma de Persistent Data foi adicionada, o local Database.

Agora temos a possibilidade de utilizar uma base de dados local em uma aplicação, antes da disponibilização das ferramentas betas da versão mango para desenvolvedores e da documentação oficial, falava-se que uma versão do SQL CE estaria disponível para ser utilizada, porém em sua documentação oficial a base de dados é citada somente como local database, uma versão própria do Windows Phone, um grande diferencial de produtividade está no suporte ao LINQ to SQL para operações em base de dados.

O local database permite armazenar dados relacionais dentro de um ambiente residente no Isolated Storage, por estar dentro do Isolated Storage, ele somente pode ser acessado pela aplicação correspondente, e roda somente no processo do aplicativo, não sendo executada com um serviço continuo, a manipulação de dados locais são acessados apenas através de LINQ to SQL, não tendo suporte ao Transact-SQL.

Launchers and Choosers

Os Launchers e Choosers são APIs que acessam alguns recursos do sistema operacional, eles disponibilizam recursos complexos deixando transparentes para que o desenvolvedor através de API´s, os Launchers são tarefas que somente são iniciadas pela sua aplicação, teoricamente, você não tem nenhum tipo de retorno da API, somente você pode inicia-los , passando os parâmetros que ela vai utilizar para realizar a tarefa. Já os Chooser também iniciam uma tarefa, mas a principal diferença é que os Choosers retornam algum dado que você poderá trabalhar em sua aplicação, um exemplo seria o EmailAddressChooserTask, com ele podemos apresentar ao usuário a lista de e-mails cadastrados no aparelho, quando um e-mail é selecionado, podemos obter essa informação e utilizar para enviar um e-mail através de um Launcher chamado EmailComposeTask, que não retorna nenhuma informação,dessa forma algumas tarefas que poderiam ser bem complexas são facilitas com os Launchers e Choosers. Na versão Mango temos novos Launchers and Choosers adicionados as API´s são eles:

Address Chooser Task : Inicia a lista de contatos da aplicação e permite a seleção.

Game Invite Task : API utilizada em jogos aprovados no Xbox Live que permite convidar jogadores para uma partida multi-player em um Game.

Save Ringtone Task : Permite gravar um arquivo MP3 ou WMA na lista de ringtones do sistema operacional.

Bing Maps Task : Inicia o Bing Maps, permitindo setar a propriedade center com uma posição geográfica.

Bing Maps Directions Task : Inicia o Bing Maps permitindo informar e receber informações sobre dois pontos.

Conclusão

O Windows Phone 7 chegou trazendo uma nova plataforma de desenvolvimento para dispositivos móveis, a Microsoft utilizou o que existe de mais moderno para criar o seu sistema operacional, dando suporte as melhores práticas de desenvolvimento e integração com aplicativos, a versão Mango contém mais de 500 novos recursos e confirma o investimento da Microsoft em sua plataforma mobile.

Mai 14

Usando Acelerômetro com Adobe AIR for iOS

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 4, 6, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, Artigo, C#, class, Curso, Cursos, dados, Download, exemplo, flash, flash lite, fonte, for, how-to, IE, if, image, iphone, jogo, Jogos, lite, mg, O, on, PHP, Ria’s Geral, S+S, UI @ 05 14th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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iphone axisO iPhone possui uma variedade grande de jogos e aplicativos que utilizam o recurso do acelerômetro. Dentre alguns recursos disponiveis que o Adobe AIR pode acessar, o acelerômetro está entre um deles, podendo acessar os dados dos eixos X, Y e Z.

O exemplo utilizado é o mesmo que consta no artigo para uso do acelerômetro com AIR for Android e que foi baseado do exemplo de uso do acelerômetro com Flash Lite 4.0.

Veja o resultado: Usando Acelerômetro com Adobe AIR for iOS

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