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Mar 10

Usando Acelerômetro com Adobe AIR for Android

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 4, 6, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, AR, Artigo, BI, class, cliente, código, código fonte, custom, demo, Download, flash, flash lite, fonte, for, html, IE, if, image, int, interface, Linha de Código, lite, live, mg, mobile, O, on, PHP, problema, produto, Ria’s Geral, screen, SmartPhone, Teste, UI @ 03 10th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Shake Them All

Um cliente deixou comigo um Motorola Milestone para que pudesse desenvolver um aplicativo para tal. O problema foi que o MilestoneCompre agora no Submarino! 1, não vinha com o Android 2.2(froyo) e a atualização parece que vai demorar ainda(o Motorola Milestone 2Compre agora no Submarino! já vem com Android 2.2). Mas como não podia esperar (e claro, com o aval do cliente), decidi usar uma room customizada para instalar o Android 2.2 no Milestone 1. Segui os passos desse artigo e correu tudo bem e a primeira coisa que fiz foi instalar o Adobe AIR for Android(que surpresa :P ).

Após alguns testes e um tempo me familiarizando com a interface do Android, resolvi rodar o código que usei para demontrar o uso do acelerômetro com Flash Lite 4.0.
Veja o resultado sem precisar mudar uma linha de código:

E o código fonte:
DOWNLOAD

A imagem que ilustra o artigo é do live wallspaper Shake Them All que usa o acelerômetro do aparelho como simulação de gravidade para os robozinhos android “cairem” pelo home screen :D

Mar 9

Iniciando um projeto utilizando Gaia Framework

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, Air, Animação, Apresentação, AR, as3, auto, BI, blog, botão, camp, class, classe, classes, código, configuração, contextMenu, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Destaque, developer, Download, dynamic, exemplo, Exemplos, facebook, flash, Flash Player, for, framework, gaia, game, IE, if, image, imagens, Iniciando, int, library, Linha de Código, Links, lista, menu, mg, O, on, Outros, painel, Pessoal, PHP, player, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SEO, site, Software, Sun, swf, tag, TAT, template, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, uint, Ved, Vídeo, Vídeos, window, XML, XP @ 03 9th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
Lucas Marçal
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Salve pessoal
Estou voltando à ativa nesse blog, espero que agora eu encontre tempo para criar os tutoriais.

Inicialmente gostaria de deixar claro que o foco desse blog não é o público que eu chamo de “Hard ActionScript Developer” o meu foco são aqueles desenvolvedores que estão iniciando ou que são intermediários no mundo do Actionscript 3.0, então nem sempre vamos focar no “melhor código” para os exemplos, mesmo porque eu nem teria tempo para fazer isso, na verdade a minha intenção e abordar superficialmente algumas coisas que vejo no meu dia-a-dia e apresentar coisas realmente usuais para todos.

Dito isso, fica claro que não tenho a intenção de criar uma metodologia definitiva para desenvolvimento, então pegue leve nas críticas =)

Hoje vamos falar sobre a utilização do Gaia Framework para desenvolvimento de pequenos projetos (games, hotsites etc…)

O que é o Gaia Framework?

O Gaia Framework é um projeto Open-Source para Actionscript 2.0 e 3.0 que visa facilitar sua vida na hora de desenvolver projetos em Flash, ele reduz drasticamente o tempo que você leva desenvolvendo, pois cria automaticamente alguns dos processos comuns a qualquer site em Flash.
Com o Gaia Framework é possível criar sites usuais em flash em pouco tempo com características que você levaria horas para fazer tais como:

1. Navigation
2. Transitions
3. Preloading
4. Asset Management
5. Dynamic Font Loading
6. SEO
7. DeepLinks

Para maiores informações e detalhes sobre o que é o Gaia Framework acesse o site

Instalando o Gaia Framework

Acesse o site e faça download do arquivo MXP do Gaia Framework, feito isso clique duas vezes no arquivo para instalar. Abra o Adobe Flash Cs5 e vá na aba Help > Manage Extentions ,certifique-se que o Gaia Framework esteja instalado corretamente como na imagem abaixo:

Pronto, agora o seu Adobe Flash Cs5 já está pronto para trabalhar com o Gaia Framework.

Instalando Gaia Site Creator

O Gaia Site Creator é um aplicativo AIR que facilita ainda mais o desenvolvimento com Gaia Framework ele irá nos ajudar na hora de criar o arquivo “site.xml” que define as “paginas” que nosso site em Flash vai ter, sobre esse arquivo XML vamos falar nas próximas aulas, por hora apenas acesse o site e instale o Gaia Site Creator.

Criando 1º projeto com Gaia Framework

Com o Adobe Flash Cs5 aberto vá na aba Window > Other Panels > Gaia Framework
Uma janela como essa vai se abrir para você:

1. Criar um novo projeto em Actionscript 3.0
2. Criar um novo projeto em Actionscript 2.0 (sai fora, credo!)
3. Importar um projeto existente
4. Fazer uma doção para o Steven Sacks =)
5. Lista de projetos criados (ainda em branco)

Esse é o painel que você vai trabalhar durante todo o tempo de desenvolvimento com o Gaia Framework aconselho você a deixar ele em um lugar de fácil acesso durante o desenvolvimento.
Agora é a hora de começarmos realmente a desenvolver utilizando o Gaia Framework, com o painel do Gaia Framework aberto clique no botão “Create AS3″ e configure como a imagem abaixo:

1. Nome do projeto que vamos desenvolver
2. Pasta raiz do projeto
3. Versão do Flash Player que esse projeto vai ser compilado
4. Versão do Gaia Framework e do Greensock (motor de animação) utilizado
5. Tamanho do Stage, Framerate e cor
6. Estrutura de pastas criada pelo Gaia Framework aconselho a deixar dessa forma
7. Tipo de projeto utilizado, nesse exemplo vamos usar o FlashDevelop para desenvolver

Com todos esses requisitos preenchidos clique no botão “Create New Project” para criar o projeto do Gaia Framework.
Pronto, o Gaia Framework acabou de criar a estrutura básica para trabalharmos o projeto veja como ficou nossa estrutura:

1. Arquivo de configuração do Gaia Framework
2. Arquivo de projeto do FlashDevelop
3. Pastas com arquivos publicáveis (swf, imagens, XML…)
4. Pasta com os arquivos FLAs
5. Pasta com os arquivos .as
6. Pasta com os templates (não vamos usar mais não delete)

Agora é hora de configurar o arquivo “site.xml” que determina quais “paginas” serão criadas em nosso projeto, lembra do nosso amigo Gaia Site Creator? Então é hora de iniciar ele, com o Gaia Site Creator aberto importe o arquivo “site.xml” que se encontra dentro da pasta “bin>xml” o arquivo deve aparecer como na imagem abaixo:

Essa é a estrutura básica que o Gaia Framework cria para o projeto, porém, não é a estrutura que vamos usar para esse projeto inicial siga os próximos passos para configurar corretamente o arquivo “site.xml”
Clique no item “home” e no item “id:nav” e arraste eles para o campo vermelho chamado “drop here to delete” como mostra a figura abaixo:

Configurando um projeto de portfólio dentro do Gaia Site Creator

O item “id:index” funciona como uma “Main page” ele é o root do nosso aplicativo(existe ainda uma classe chamada “Main.as” mas vamos falar sobre ela depois. Nesse projeto todas as paginas serão filho da pagina “índex.fla”

Para criar um novo “filho” no arquivo “site.xml” você deve clicar na aba “assets” do Gaia Site Creator e arrastar o item “New Page” para dentro do item “id:index” e depois configurar algumas propriedades como mostra na figura abaixo:

1. Nome utilizado posteriormente para acessar essa pagina
2. Nome do arquivo swf que será criado quando o Gaia Framework for compilado
3. Titulo da “pagina” quando esse arquivo for acessado

A descrição para as outras configurações desse arquivo não serão abordadas nesse momento e podem ser encontradas nesse link

Antes que eu esqueça de dizer esse projeto vai ser um portfólio de um Flash Developer como eu e você então a estrutura de paginas vai ser como mostra a imagem abaixo:

1. Pagina de apresentação
2. Perfil do desenvolvedor
3. Portfólio
4. Fotos
5. Vídeos
6. Contato

A minha intenção com esse tutorial é que posteriormente eu mostre como trabalhar com algumas classes que utilizo então podemos explorar integrações com Twitter, Flickr, Youtube etc… Esse projeto vai servir como base para outros tutoriais.

Criada essa estrutura dentro do Gaia Site Creator clique na aba “file > Export > ExportSiteXML” e sobrescreva o arquivo “site.xml” com essa nova configuração, abra esse arquivo dentro do software Flash Develop (imagino que você já esteja utilizando ele para desenvolver seus projetos) a estrutura do arquivo “site.xml” ficou da seguinte forma:

Se você seguiu todos os passos que descrevi acima, abra novamente o Adobe Flash Cs5, com o painel do Gaia Framework aberto vá até a aba “scaffold” e clique em “scaffold project”.

Ele vai criar todos aqueles arquivos que configuramos no “site.xml” dentro da pasta de projeto, aguarde os arquivos serem criados/compilados, ao final desse processo ele vai abrir uma aplicação como na figura abaixo:

Agora no painel do Gaia Framework a aba que ficou marcada é “Publish” clique no botão “save” que fica no canto direito superior para salvar esse projeto. Agora na lista de projetos criados você tem todos os projetos que está trabalhando no Gaia Framework como mostra uma visão dos meus projetos na figura abaixo:

Clique duas vezes sobre o projeto que estamos trabalhando, vá até a aba “publish” clique na pasta “lib” e veja que todos os arquivos configurados no “site.xml” foram criados dentro do projeto como mostra a figura abaixo:

1. Esse botão deve ser usado sempre que você fizer alterações nos arquivos, não adianta apenas dar um CTRL+Enter no arquivo é preciso clicar nesse botão para compilar os arquivos marcados na lista, caso algum arquivo não esteja marcado ele NÃO vai compilar o arquivo
2. Botão abre a pasta raiz do projeto
3. Lista de arquivos do projeto
4. Esse botão sincroniza as modificações feitas no arquivo “site.xml” e vamos tratar disso nos próximos tutoriais

Clique no botão “Test Project” para ver o resultado desse tutorial, lembrando que essa tela preta que aparece é fruto de uma configuração inicial feita pelo Gaia Framework, se você abrir por exemplo a pagina “home.fla” não vai ver nenhum “asset” dentro dela ou da library, não se assuste vamos tratar desses e de outros assuntos no próximo tutorial.

Nesse tutorial não vamos abordar o desenvolvimento do menu do site, então para navegar no projeto feito até aqui utilize o botão direto do mouse e clique no ContextMenu para navegar entre as paginas.

Conclusão

Nesse tutorial eu abordei os aspectos básicos para desenvolver usando o Gaia Framework, veja que não fizemos nenhuma linha de código, mas não se engane existem muitas coisas para aprender ainda.

No próximo tutorial vou falar sobre a estrutura de pastas criadas pelo Gaia Framework e como iniciar nosso projeto com as modificações em Actionscript 3.0 ou seja, prepare-se para programar no próximo tutorial.

Arquivos utilizados no tutorial

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Resultado desse tutorial

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Uma abraço a todos, divulguem esse tutorial!

Fev 25

Two-way Data Binding – Flex 4

Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, app, AR, back, BI, blog, carregar, código, CRUD, Data Binding, demo, exemplo, Flex, Flex 3, Flex 4, fonte, for, function, ide, IE, if, int, label, layout, library, Linha de Código, MXML, novidade, Novidades, O, on, pt, RIA, Ria’s Geral, spark, string, TAT, TextInput, Twitter, Two-way Data Binding, UI, uint, XML @ 02 25th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Two-way data binding é uma das novidades do flex 4 e para quem não conhece, vou mostrar como funciona e o que mudou em relação ao Flex 3.

No Flex 3 tinhamos data binding de apenas uma via, como mostra o exemplo abaixo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. “tiValor1″/>
  2. “tiValor2″ text=“{tiValor1.text}”/>

Nesse exemplo, caso o valor da caixa de texto do tiValor1 mudasse, o valor da caixa de texto do tiValor2 seria alterado também, porém, se o valor da caixa tiValor2 fosse alterado, nada seria refletido a caixa de texto tiValor1.

No Flex 4 temos data binding de duas vias, como mostra o exemplo:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. “tiValor1″/>
  2. “tiValor2″ text=“@{tiValor1.text}”/>

Nesse exemplo notamos que a anotação “@” foi colocada antes do meu código “{tiValor1.text}”, essa anotação identifica um data binding de duas vias. O resultado desse exemplo é: Caso eu altere o texto da caixa de texto tiValor1, ele será refletido na caixa de texto tiValor2, e vice-versa.

Obviamente esse exemplo da funcionalidade é muito básico e serve apenas para demonstrar a funcionalidade, logo vou apresentar uma situação real que acontece a todo momento em qualquer aplicação.

Para o nosso exemplo real, vou utilizar uma situação comum para qualquer tipo de aplicação, o CRUD. Para todo CRUD precisamos sempre fazer essas 3 operações:
1. Mostrar o objeto carregado do back-end nas caixas de texto. (Famoso método carregaObjeto)
2. Atualizar o objeto com os novos valores das caixas de texto. (Famoso método preencherObjeto)
3. Limpar as caixas de textos. (Famoso método limpar)

No flex 3 teriamos o seguinte cenário.
Para a situação 1:
caixaDeTexto.text = Objeto.valor;
Para a situação 2:
Objeto.valor = caixaDeTexto.text;
Para a situação 3:
caixaDeTexto.text = “”;

Para quem usava o data binding do flex 3 de uma forma correta, conseguia resolver uma das situações com ele, mas nas outras situações sempre acabava escrevendo a linha de código apresentada.

No flex 4 poderiamos resolver da seguinte forma:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. “caixaDeTexto” text=“@{Objeto.valor}”/>

Com essa simples mudança, nós evitaríamos todas as situações acima, dispensando os métodos de carregarObjeto, preencherObjeto e limpar objeto.

Veja o exemplo funcional abaixo:

Fonte:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT:

  1. xml version=“1.0″ encoding=“utf-8″?>
  2. “http://ns.adobe.com/mxml/2009″
  3. ? ? ? ? ? ?? ? xmlns:s=“library://ns.adobe.com/flex/spark” maxHeight=“400″ maxWidth=“600″
  4. ? ? ? ? ? ?? ? xmlns:mx=“library://ns.adobe.com/flex/mx” width=“600″ height=“400″ xmlns:local=“*”>
  5. ? ?
  6. ? ? ? ? “user”>
  7. ? ? ? ? ? ? 1
  8. ? ? ? ? ? ? Bruno Sales
  9. ? ? ? ? ? ? São Paulo
  10. ? ? ? ?
  11. ? ?
  12. ? ?
  13. ? ?
  14. ? ? ? ? [CDATA[
  15. ? ? ? ? ? ? private function recarregar():void
  16. ? ? ? ? ? ? {
  17. ? ? ? ? ? ? ? ? user = new User("1", "Bruno Sales", "São Paulo");
  18. ? ? ? ? ? ? }
  19. ? ? ? ? ]]>
  20. ? ?
  21. ? ?
  22. ? ?
  23. ? ? ? ? “middle” horizontalAlign=“center”/>
  24. ? ?
  25. ? ?
  26. ? ? “Form” width=“250″ height=“180″>
  27. ? ? ? ?
  28. ? ? ? ? ? ? “Id”>
  29. ? ? ? ? ? ? ? ? “tiValor1″ text=“@{user.id}” maxChars=“20″/>
  30. ? ? ? ? ? ?
  31. ? ? ? ? ? ? “Nome”>
  32. ? ? ? ? ? ? ? ? “tiValor2″ text=“@{user.nome}” maxChars=“20″/>
  33. ? ? ? ? ? ?
  34. ? ? ? ? ? ? “Cidade”>
  35. ? ? ? ? ? ? ? ? “tiValor3″ text=“@{user.cidade}” maxChars=“20″/>
  36. ? ? ? ? ? ?
  37. ? ? ? ? ? ? “right”>
  38. ? ? ? ? ? ? ? ? Button label=“Limpar” click=“user = new User()”/>
  39. ? ? ? ? ? ?
  40. ? ? ? ?
  41. ? ?
  42. ? ?
  43. ? ? “Objeto User” width=“300″ height=“180″>
  44. ? ? ? ?
  45. ? ? ? ? ? ? “middle” horizontalAlign=“center”/>
  46. ? ? ? ?
  47. ? ? ? ? “label” text=“{user.toString()}”/>
  48. ? ? ? ? Button label=“Recarregar Objeto” click=“recarregar()”/>
  49. ? ?
  50. ?
Out 6

FlashCamp Portugal 2010

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 4, 6, Access, Adobe, Adobe User Group, Air, api, app, Apresentação, AR, arte, AUG, auto, bar, BI, blog, break, bug, camp, case, catch, class, código, Componente, Componentes, components, custom, demo, Design, designer, developer, Dica, Dicas, Download, email, empresas, err, erro, event, Evento, Eventos, facebook, falha, Ferramenta, flash, Flash / Flex, flash builder, Flash Platform, Flex, Flex 4, Flex Components, for, Formação, FullScreen, git, gmail, Google, html, html5, ide, IE, if, image, int, Introdução, jogo, Linha de Código, linkedin, lisboa, loop, Mac, map, Mate, Mercado, mg, mobile, NaN, networking, O, on, oop, Outros, PHP, platform, portugal, problema, problemas, processo, produto, Projectos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, screen, SEO, server, site, social, Software, spark, Sun, swf, tag, TAT, Tech, Tecnologia, Tema, Twitter, UI, User Group, UX, Vídeo, wave, web, web design, XP, yahoo, zend @ 10 6th, 2010 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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FlashCamp Portugal

O grande e mais que antecipado FlashCamp Portugal 2010 foi realizado no passado Sábado, em Lisboa.

Para já, fiquem aqui com o brilhante vídeo criado pelo Márcio Bonus Pité para a introdução do FlashCamp Portugal 2010:

Flash Camp Portugal – Open titles from Márcio Bonus Pité on Vimeo.

Para as pessoas que vieram do Norte, como eu, o dia foi longo! Começou com a entrada no comboio às 05:47 da manhã (ouch!) e seguiram-se duas horas e meia a falar de tudo e mais alguma coisa. Obviamente a tecnologia foi o tema dominante assim como praticamente todos os software da Adobe. À chegada à capital, fomos de Metro até à Universidade Lusófona onde já estavam muitas pessoas à entrada.

Fica aqui um “relato” sobre o evento:

AUGPT Presentation and FlashCamp2010 - Como não podia deixar de ser, o Paulo Moreira e o João Fernandes foram os primeiros a falar. Apresentaram o Adobe User Group Portugal, mostraram a agenda do dia e que planos tinham para o grupo. É sempre bom ouvi-los dizer que querem sempre mais e mais e mesmo com uma fasquia tão alta, prometem para o ano voltar a surpreender-nos. Aqui estamos nós para ajudar e participar!

Mike Jones – Designing Flex Components - Depois de aberto o evento por parte dos organizadores, foi a vez do Mike Jones, Platform Evangelist do Flex fazer a sua apresentação sobre como customizar componentes em Flex.

O Mike falou sobre como podemos integrar o Flash CS5 e o Flash Builder para podermos criar componentes e integrar os mesmos nas nossas soluções. Foi uma sessão interessante uma vez que explicou como podemos facilmente atingir um resultado bastante interessante recorrendo a estas duas ferramentas.

Coffee Break (manhã) – Coffee Break e muito network. A maior parte dos participantes aproveitaram para conversar um pouco, beber um café e foi porreiro rever muita malta que já encontrei nos eventos de Lisboa e também nos eventos aqui do Porto. Estes trinta minutos também foram agitados devido ao pequeno jogo de networking que estava preparado para os participantes. A ideia era trocar pins uns com os outros de forma a termos quatro cores diferentes para podermos participar nos sorteios ao fim do dia.

Paulo Fierro - Mobile projects - Notava-se perfeitamente que o Paulo Fierro estava totalmente à vontade na sua apresentação. Foram umas dezenas de minutos em que se falou de oportunidades de negócio resultantes de nichos de mercado que são encontradas quase ao acaso e para satisfazer as nossas necessidades pessoais. Falou também que, por vezes, não basta saltar de cabeça para um projecto e que convém estarmos com os pés na terra porque podemos sempre ter alguns dissabores ao longo do tempo. É bom ver este tipo de abordagem que quase nunca é falada em eventos tecnológicos e de certeza que colocou ali muitas cabeças cheias de vontade para pegarem nos seus projectos e alcançar os seus objectivos.

AUGPT Community Showcase - Jorge Varandas/Paulo Afonso, Nuno Morgadinho, Nuno Ribeiro, João Gonçalves - Como é óbvio, uma das mais-valias destes eventos é promover, e bem, o que se faz em Portugal. Foi este o caso. A qualidade estava bastante elevada nos projectos que foram apresentados. O João Gonçalves mostrou o seu último trabalho para a Audi que era bastante interactivo e que, pelos vistos, foi um sucesso para a marca fazendo esgotar as datas dos test-drives para os carros em questão! O Jorge Varandas e o Paulo Afonso (quem diria que ele era nortenho? Uma surpresa!) monstraram alguns truques bem interessantes para elevar o nível dos sites feitos em Flash a um patamar superior não descurando os factores de SEO que tanto importam às marcas. O Nuno Morgadinho também demonstrou projectos muito interessantes nos quais tinha trabalhado. Por fim o Nuno Ribeiro que, depois um showcase dos seus trabalhos, resolveu falar sobre o que está mal no mercado português a nível de web design, empresas, projectos para a web, etc. Foi a apresentação que causou mais controvérsia e discussão. No entanto, como tinha chegado a altura de almoçar e a malta tinha de ir embora para cumprir os prazos do evento, tivemos todos de sair da sala, porque era garantido que havia ali pano para mangas…

Almoço – Almoço com os estrangeiros a gostarem da dobrada que serviram na cantiga da faculdade! Aproveitou-se a oportunidade para se falar sobre as apresentações que ocorreram de manhã e também sobre tudo e mais alguma coisa :)

João Saleiro – Skin Flex 4 apps with Spark – O João Saleiro brindou-nos, como é habitual, com uma apresentação muito hands-on que nos demonstra como os profissionais trabalham no mercado actual. Confesso que gostei bastante do conteúdo se bem que entendo que, com um plateia muito preenchida de designers, foi um assunto que colocou algumas pessoas confusas. Acho que o problema aqui foi não passar a informação que os designers não precisavam de escrever uma linha de código para poder criar so componentes para os developers trabalharem.

Niqui Merret – Bugs Catch’em All – Uma apresentação super divertida mas ao mesmo tempo muito séria sobre um assunto que nos deve preocupar a todos… Os bugs! Foram mostradas diversas plataformas e software que nos ajuda na exterminação destes pequenos problemas que fazem a nossa vida um inferno! Quando abordado com uma precisão quase matemática, a forma de analisar um bug pode tornar-se um processo interessante! Confesso que não conhecia o “Charles” visto que sempre utilizei o Service Capture, mas vou, com certeza, testar!

Coffee-Break (tarde) – Foi uma surpresa encontrar pessoas que estão em Lisboa a trabalhar e que já trabalharam aqui no Porto comigo. Depois de colocar a informação up-to-date, foi a vez de falar com mais malta que não conseguia e falar sobre o Adobe User Group Porto.

Rui Silva – Internationalization in the Flash Platform – Depois do descanso da tarde, foi a vez do Manager do Adobe User Group Porto, o Rui Silva, falar sobre um tema que tendemos a esquecer mas que é de importância extrema quando pensamos em internacionalizar o nosso produto, as línguas! Foram dadas várias dicas e mostradas várias soluções que a plataforma Flash já possui para facilitar esta implementação de múltiplas línguas nos nossos produtos e que, colocar o nosso software em outra língua não é só a “bandeirinha” e os textos.

Lee Brimelow – My Head Hurts – Por fim… Um senhor que é quase a estrela de rock da plataforma Flash mundial (muito por culpa do seu site, gotoandlearn que deverá ter sido o primeiro sítio onde as pessoas aprenderam a programar em Flash, e ao seu blog de referência, theflashblog). Nota-se perfeitamente que o Lee Brimelow é um senhor a fazer apresentações. Já muito habituado a estas andanças, tratou de um assunto sério, que nos preocupa a todos (Flash, HTML5, onde estamos, onde vamos, etc.) mas de uma forma extremamente interessante e que gerou muitos comentários da parte dos presentes.

As críticas, todas as que pensei ter foram apontadas noutros blog, mas aqui ficam:

- Os microfones. Como a sala era grande, não se ouvia muito bem o que as pessoas diziam;

- O microfone do speaker. Como era estático, obrigava-os a ficarem quietos, o que para alguns, foi uma tensão extra (ou no caso de serem altos, como o João Saleiro, que se tinha de curvar para que se fizesse ouvir bem);

- Acho que não haver uma indicação que havia wireless, e uma hashtag para o twitter, foi uma falha, porque a malta queria era comunicar e expressar o que ouvia;

- O jogo dos pins podia ser mais difícil, vi alguma malta a aldrabar aquilo eheh;

Tirando estas pequenas falahas, foi um dia muito bem passado, com muito conteúdo para digerir e só posso dizer… Venha o próximo!

Um muito obrigado ao Paulo, ao João e a muitos outros que fizessem com que o evento fosse um sucesso e parabéns à malta que criou o logótipo, o site, e tudo o resto!

PS :Aqui fica uma grande recordação deste dia (obrigado ao Francisco Costa pela foto!):

IMG 0991 FlashCamp Portugal 2010

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Ago 5

Entendendo o Flash Remoting

Escrito por Jose Carlos Fiel em 1, 4, 6, action, Actionscript, Adobe, Adobe Flex, AMF, amfphp, api, AR, Artigo, BI, blog, class, cliente, código, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, flash, Flash Player, Flash Remoting, Flex, for, framework, Frameworks, html, IE, if, image, int, Linha de Código, mg, O, on, Outros, PHP, player, problema, Projetos, pt, Remoting, RIA, Ria’s Geral, servidor, Sugestões, Sun, tag, UI, Ved, web, Web Service, web services, XML, XP, zend, Zend Amf, Zend Framework @ 08 5th, 2010 | via http://blog.josecarlosfiel.com.br | 1 comentário
Jose Carlos Fiel
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Hoje não trago nenhuma linha de código a vocês, mas sim um assunto interessante para entender como funciona o Flash Remoting na teoria.

O que é Flash Remoting?

Quando você está usando XML para enviar dados para sua aplicação cliente, muitos dos dados que você está transferindo não é absolutamente necessário. Pense em todos os caracteres extras que estão em um documento XML. Pense em quantas vezes você tem que enviar os atributos e nós, bem como ambas as tags início e tags de fim. XML é um formato grande, mas há uma grande sobrecarga no processamento desde documento.

Action Message Format

Action Message Format (AMF) funciona através de HTTP, como o XML, mas em vez de enviar diversas informações extras, o AMF envia as informações essenciais retirando estes caracteres desnecessários, ou seja é serializado dentro de um formato binário que usa bem menos banda e espaço do que um mesmo dado enviado com XML.

Isso torna útil quando você envia muitos dados. Em vez de enviar várias tags redundantes em XML, você está enviando pequenos registros AMF serializados.

Outro benefício do AMF é, que este é um tipo de dados nativo do Flash Player. Com isso o Flash Player não tem que fazer um “parse” dos resultados para obter as informações. Eles estão disponíveis no Flash Player como objetos nativos do ActionScript logo que é recebido através do servidor.

Flash Remoting usa AMF para expor objetos e web services em um servidor de aplicação, como se fossem objetos ActionScript locais. O único problema é que para usar AMF você tem que trabalhar com objetos no PHP. O gateway AMF ajuda a traduzir esses objetos PHP em objetos ActionScript no Flash Player. Com isso, você pode criar seus próprios objetos tipados no PHP e manter uma cópia destes objetos tipados no ActionScript.

Flash Remoting e o Zend Framework

Você já deve saber que recentemente a Adobe fez uma parceria com a Zend para fornecer suporte para o Flash Remoting com AMF no Zend Framework. Existem outros projetos como este, incluindo o AMFPHP para outros frameworks PHP, mas Zend AMF tem constante suporte para Flash Remoting. O Zend Framework é um robusto framework para PHP que pode ser usado para projetos muitos complexos. Para alguns desenvolvedores PHP qual apenas quer conectar PHP com Flex pode ser um caminhão de pedra para matar uma mosca. Você não precisa usar todo o Zend Framework, ou alterar a estrutura do seu projeto para usar o Zend AMF. Zend AMF baseia-se em um pequeno, mas poderoso, pacote que pode ser facilmente integrado a qualquer projeto PHP.

–

Por hoje é isso! O artigo original vocês podem acessar aqui. Espero que tenham gostado e sinta-se a vontade de deixar sugestões ou críticas.

Fev 10

Aplicativos AIR no iPhone (AIR Apps on iPhone)

Escrito por Mario Junior em 1, 6, Air, Android, app, AR, BI, blog, class, código, Componente, Componentes, demo, developer, Eclipse, english, event, Evento, Flex, Flex Builder, for, IE, if, image, int, iphone, Linha de Código, Mercado, mg, mobile, novidade, Novidades, O, on, Partilha, Pessoal, print, ps3, Ria’s Geral, screen, SDK, Sun, Teste, Touch, UI, window, windows, Windows Mobile, XP, zend @ 02 10th, 2010 | via http://blog.mariojunior.com | Sem comentários
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Olá pessoal.. desculpe pela falta de posts, ando muito ocupado ultimamente e nos proximos dias explicarei melhor o motivo (assim que o projeto que estou trabalhando for lançado).

No momento, estou escrevendo para compartilhar um breve (muito breve mesmo) teste que fiz com o Elips3, um plug-in para o Eclipse (mais especificamente para o Flex Builder) que compila aplicações AIR (1.5.3 no momento) para a plataforma iPhone e também outras plataformas mobile como Windows Mobile, Nokia, Samsung e Android. (Sem alterar uma linha de código sequer, LOL!)

Segue um pequeno print-screen que fiz em 2 minutos:
(demorei mais de um minuto para ver que o evento certo é o “touchTap” e não o “click” :P )

Se é viável, estável e pronto para aplicar em mercado, ainda não sei. Não é porque fiz um “Hello Steve (Jobs)” que serei doido de dizer que “faço aplicações para iPhone”, nao sou oportunista. No entanto, estarei fazendo testes nesse proximo mes afim de explorar mais os componentes e o Elips SDK que é uma extensao do SDK padrao do Flex/AIR. Assim que for achando novidades, vou postando.

Abraços.


So, sorry… after I’ll write an ‘english version’ for this post.. I promisse, in fact I need to sleep, now is 03:00am o’clock. Thanks.

Jan 19

Depois do riaPT…

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 4, 6, abas, Adobe, api, Apresentação, AR, arte, BI, blog, break, camp, class, cliente, código, deep zoom, demo, Desenvolvimento, empresas, event, Evento, Eventos, Excel, exemplo, expression, facebook, flash, Flash / Flex, Flex, for, Formação, Geral, IE, if, image, int, iphone, Linha de Código, linkedin, lisboa, lista, map, menu, Mercado, mg, Microsoft, networking, O, on, online, Pessoal, PHP, portugal, Projectos, pt, Random, RIA, Ria’s Geral, RIAPT, rss, silverlight, site, smooth streaming, social, streaming, TAT, TDC, Tecnologia, Tema, Twitter, UI, uint, UX, Vários, web, Wordpress, XP, zend @ 01 19th, 2010 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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Bem pessoal, mas que dia!

Tudo correu pelo melhor no evento realizado pelos nossos colegas do grupo riaPT de Lisboa!


Partimos do Porto bem cedo e pensava que ia dormir na viagem mas foi impossível. As pessoas que iam comigo desenrolaram grandes conversas sobre temas muito interessantes como por exemplo em que ponto está a tecnologia Flash e Flex e de que forma ao Silverlight pode, de certa forma, ameaçar a hegemonia até agora da Adobe no campo das RIA.

Quando chegamos ao Parque das Nações foram nem 5 minutos a pé até à sede da Novabase. Deixem-me dar os parabéns à empresa porque realmente, as condições que foram facilitadas aos membros do grupo para o evento não foram menos do que espectaculares.

O auditório tem tudo para ser um espaço de referência em termos de tecnologia. Um sistema de camaras dinâmicas que filmam tudo o que se passa, um projector gigante, uma sala muito bem iluminada e confortável, persianas eléctricas e inclui até um sistema de streaming para quem quer acompanhar o evento online. Enfim, condições de luxo em Portugal :)

– O evento começou muito bem com o Luis Alves Martins da Microsoft Portugal a introduzir-nos o Silverlight e toda a visão que a empresa tem no mercado mundial para esta plataforma.

– Seguiu depois um cofee break para as pessoas fazerem o já conhecido networking e que aproveitei para rever e conhecer muitas pessoas com as quais só tinha tido contacto através da web.

– Logo após o coffee break, surgiu o responsável pela tecnologia Flash do mercado Ibérico, Enrique Duvós que nos presenteou com um muito interessante tema sobre os Do’s and Dont’s das aplicações RIA e que geraram alguns sorrisos pela parte das pessoas que estavam a assistir ao evento. 

– Mais da Microsoft, foi o consultor Nuno Godinho a explicar-nos como utilizar o Silverlight para desenvolver rapidamente projectos web com grande versatilidade e quase sem necessitar de escrever qualquer linha de código.

– Almoço no Chimarrão do Parque das Nações onde, se de inicio pensavamos que só iamos cerca de 16 pessoas almoçar, acabamos por ser mais de 60, o que gerou uma confusão de cadeiras e lugares como é habitual neste tipo de situações. O rodízio estava excelente e a conversa centrou-se como não poderia deixar de ser, nas tecnologias, formação e eventos.

– Após o almoço, o João Saleiro, CTO da Webfuel brindou-nos com uma apresentação muito muito interessante (se bem que longa eheh) sobre as fases de desenvolvimento de uma aplicação RIA. As pessoas mostraram muito interesse e seria bom que todas as empresas em Portugal adoptassem uma postura tão profissional nos seus projectos como a WebFuel demonstrou.

– A FullSix foi o “cliente” seguinte fazendo outra demonstração interessante com o Ricardo Castelhano e o Ricardo Fiel a mostrarem-nos como é fácil utilizar o Sketch Up da Microsoft em junção com outras aplicações e adaptar behaviours de forma rápida e eficaz, criando um site em poucos minutos. Desmontraram também capacidades muito interessantes como é o caso do Deep Zoom e do Smooth Streaming.

— Mais coffee-break para uns bolinhos e sumo de laranja como a malta gosta;

– Para finalizar o evento em grande, de novo Enrique Duvós a dar-nos um cheirinho o que será o Flash CS 5 Professional e demonstrou como criar uma aplicação para o iPhone utilizando o já famoso acelerómetro. O momento do dia surgiu quando o Enrique Duvós estava a tentar demonstrar o acelerómetro e não conseguia que a camera ficasse na posição correcta. É então que o evangelista da Microsoft de levanta e diz “Olha uma pessoa da Microsoft a ajudar uma da Adobe para demonstrar uma funcionalidade de um iPhone” enfim, foi a gargalhada geral e o pessoal reagiu com entusiamo batendo palmas.

– Para fechar, e como já é habitual neste eventos, chegou o momento do sorteio… e que sorteio!!! 2 Expression Studio da Microsoft, 2 Web Premium da Adobe e ainda vários vales da Flag para formação no valor de 500€.

Foi sem dúvida um grande evento cheio de boa disposição e muito interessante em todos os aspectos. Organização, speakers, audiência, sponsors…

Venha o próximo!!!

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Nov 24

Silverlight + PostgreSQL 8

Escrito por Alexandre Tadashi em imasters, Linha de Código, PostgreSQL @ 11 24th, 2009 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Rich Internet Application (RIA) é o assunto do momento, junto com a computação nas nuvens espera-se uma experiência mais rica com os aplicativos na web, e o Silverlight é a aposta da Microsoft para as tecnologias RIAs.

O PostgreSQL vem chamando bastante atenção ultimamente, e a cada dia vem ganhando destaque por ser um banco de dados robusto, livre, sendo uma alternativa interessante para vários tipos de situações, reduzindo os custos de uma implantação. Existem algumas maneiras de trabalhar com aplicações Silverlight que acessam uma base de dados.

Da forma que fizemos nesse artigo você facilmente consegue fazer um CRUD utilizando o PostgreSQL 8 e pode aprimorar esse exemplo para a utilização em um projeto real. Mostrarei uma forma de criar uma aplicação Silverlight que acessa informações de um banco de dados. Ao invés de utilizar uma base de dados SQL Server, vou usar um excelente banco de dados, o PostgreSQL.

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Silverlight + PostgreSQL 8 is a post from: silverlight.net.br

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Nov 18

Silverlight + PostgreSQL 8

Escrito por Alexandre Tadashi em imasters, Linha de Código, Tutoriais @ 11 18th, 2009 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
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Rich Internet Application (RIA) é o assunto do momento, junto com a computação nas nuvens espera-se uma experiência mais rica com os aplicativos na web, e o Silverlight é a aposta da Microsoft para as tecnologias RIAs.

O PostgreSQL vem chamando bastante atenção ultimamente, e a cada dia vem ganhando destaque por ser um banco de dados robusto, livre, sendo uma alternativa interessante para vários tipos de situações, reduzindo os custos de uma implantação.

Existem algumas maneiras de trabalhar com aplicações Silverlight que acessam uma base de dados. Da forma que fizemos nesse artigo você facilmente consegue fazer um CRUD utilizando o PostgreSQL 8 e pode aprimorar esse exemplo para a utilização em um projeto real.

Mostrarei uma forma de criar uma aplicação Silverlight que acessa informações de um banco de dados. Ao invés de utilizar uma base de dados SQL Server, vou usar um excelente banco de dados, o PostgreSQL.

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