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Mar 28

A palavra mágica para sites de e-Commerce!

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, bar, BI, blog, C#, class, dados, demo, empresas, exemplo, for, free, grátis, IE, if, image, int, lista, mg, NaN, O, on, on-line, online, Outros, produto, publicidade, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, super(), UI, UX, XP @ 03 28th, 2012 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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J? h? muito tempo, especialistas em publicidade sabem que certas palavras chamam a aten??o dos leitores e incentiva-os ? a??o. Uma palavra tem aparecido em quase todas as listas, e uma nova pesquisa da Kantar Media mostra que esta palavra continua a ser t?o poderosa no mundo online como era na impress?o.

O estudo pesquisou em um grande n?mero de compradores on-line (mais de 2500 pessoas) para determinar o que os motivava a finalizar uma compra.
Olhando para o gr?fico, ele se destaca que, de longe, os mais fortes motivadores para alavancar uma venda tem uma palavra em comum: “GR?TIS”. Mais de tr?s em cada quatro compradores citou “frete gr?tis” como o fator que iria lev?-los a comprar, e o segundo mais comum foi “troca gr?tis”. Esses dados ressalta o fato de que o GR?TIS! ainda funciona como um encanto para os consumidores.

GR?TIS! ? especial

Uma pessoa racional e economicamente motivada iria ver muito pouca diferen?a entre gr?tis e um valor muito barato.
Por exemplo, se o transporte de um produto, de R$ 59,00, era normalmente R$ 7,00, e fosse reduzido para “apenas 25 centavos” seria essencialmente a mesma coisa que “frete gr?tis”. Mas na verdade, para humanos compradores reais estas ofertas s?o muito diferentes.

A Amazon involuntariamente descobriu isso anos atr?s. Eles ofereceram um acordo de frete gr?tis em muitos pa?ses, e as vendas cresceram em todos os pa?ses, exceto na Fran?a. Verificaram e descobriram que por algum motivo a oferta francesa tinha sido alterada para cerca de 25 centavos de d?lares. Quando a oferta foi mudada para totalmente “GR?TIS”, os compradores franceses responderam assim como aqueles em outros pa?ses e as vendas aumentaram.
Experimentos cient?ficos tamb?m t?m demonstrado que GR?TIS! ? muito mais poderoso do que realmente barato. Um outro experimento mostrou que 3 em 4 pessoas preferem escolher uma Trufa de chocolate de 15 centavos do que um chocolate Kiss por apenas 1 centavo. Mas quando o pre?o dos dois chocolates foram reduzidos em um centavo, deixando a Trufa com o valor de R$ 0,14 e o Kiss “de gra?a”, ou seja a diferen?a de pre?o entre os dois produtos permaneceu a mesma, a prefer?ncia dos consumidores mudou e agora 2/3 dos indiv?duos preferiam escolher o chocolate Kiss.

Perigo do GR?TIS

O uso do GR?TIS! n?o ? totalmente sem risco. Primeiro, as marcas de luxo precisam ser cautelosas sobre qualquer tipo de estrat?gia de desconto que pode baratear a sua imagem. Em segundo lugar, a utiliza??o tempor?ria do GR?TIS! pode tendem a criar um ponto de ?ncora para os pre?os desse produto ou servi?o, tornando mais dif?cil para voltar ao pre?o normal.

GR?TIS! Estrat?gias

Algumas maneiras para seu site de com?rcio eletr?nico utilizar o “GR?TIS”:
  • Frete Gr?tis: ? dif?cil superestimar o apelo desta oferta. Muitas empresas de com?rcio eletr?nico tornaram padr?o, enquanto alguns usam como uma estrat?gia tempor?ria promocional;
  • Troca Gr?tis: Possui um apelo adicional para outro elemento da psique humana: a avers?o ao risco;
  • Produtos gr?tis ou upgrades: Existe um acess?rio barato que a maioria dos consumidores iria achar ?til? Uma atualiza??o, talvez? A extens?o de garantia? Pode ser mais eficaz vender um produto se ele estiver associado a um benef?cio GR?TIS! do que simplismente baixar o seu pre?o. As melhores ofertas gratuitas, s?o aqueles com um alto valor percebido. Se voc? j? tentou comprar um cabo HDMI em uma grande loja de eletr?nicos, voc? sabe que eles custam de R$ 30,00 a R$ 50,00, ou mais, apesar do custo de produ??o ser inferior a um d?lar ou dois. Um site de com?rcio eletr?nico inteligente poderia fazer um grande neg?cio em oferecer um produto como este gratuitamente na venda de um outro produto mais caro, acrescentando um grande valor aparente a compra.
E voc?, j? experimentou o poder do GR?TIS em sua loja? Teve um resultado parecido com a pesquisa? Chegou a utilizar de uma maneira diferente das citadas acima? Deixe um coment?rio!
Refer?ncia: NeuroScienceMarketing

Fev 27

DClick busca profissionais para trabalhar com Java

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, arte, auto, busca, C#, Desenvolvimento, if, Java, lista, O, on, procura, Ria’s Geral, S+S, UI, XP @ 02 27th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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A DClick está em fase de expansão e procura profissionais (Júnior, Pleno e Sênior) para fazer parte do seu time de desenvolvimento trabalhando como Analista/Programador Java. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente. Pré-Requisitos – Ter no mí­nimo 1 ano de experiência…

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Fev 8

Arquitetura de Informação – Sketching

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, AR, Arquitetura, C#, Desenvolvimento, Experience Design, for, Formação, lista, O, on, processo, protótipo, Ria’s Geral, S+S, Tema, UI, user experience @ 02 8th, 2012 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela sua praticidade. O Processo de arquitetura de informação de forma simplista consiste na propotipagem, é o desenvolvimento de protótipos que se tornam o que chamamos…

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Jan 6

Veja o suporte dos browsers às novidades de html5, css3 e javascript

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Android, AR, BI, blog, browser, C#, comparação, css, css3, Desktop, Dicas, engine, filtra, for, Google, html, html5, ide, IE, if, image, Java, Javascript, Links, lista, map, mg, mobile, News, novidade, Novidades, O, on, Outros, problema, procura, pt, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, UI, window, windows, XP @ 01 6th, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Hoje eu reencontrei um site muito útil que eu já havia visto algum tempo atrás mas havia perdido o link. O site se chama “When can I use…” e contém diversas tabelas comparativas mostrando o suporte dos principais browsers ? s novidades de CSS, HTML5, SVG, Javascript e outros.

When can I use rodando no IE9

Clicando nos links das funcionalidades é possível ver as tabelas comparativas de suporte dos browsers e também é possível mudar os filtros para exibir outras funcionalidades.

As tabelas de comparação contam também com alguns browsers de smartphone, mas o Windows Phone não consta na lista (tem apenas iOS, Android, Opera Mini e Opera Mobile). Mas isso não é um problema pois o IE do Windows Phone usa a mesma engine de renderização do desktop, com a única diferença de que não suporta plug-ins, então basta olhar a versão do IE normal na lista para ver se suporta a funcionalidade desejada. O IE do Windows Phone 7.0 (versão lançada na Europa e EUA em 2010) usa a engine do IE 7 e o Windows Phone 7.1 (Mango, lançado em 2011, inclusive no Brasil) usa a engine do IE 9.

tabelas de compara??o com filtros expandidos, permitindo filtras as funcionalidades e browsers procurados

Se você estiver trabalhando em um projeto usando HTML5, este site com certeza será muito útil para ajudar a identificar os pontos críticos do projeto do ponto de vista de suporte e portabilidade entre plataformas.



Jan 5

Novo sistema de Suporte

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 6, AR, C#, class, email, Flex, IE, image, lista, Livro, mg, O, on, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, Tema, UI @ 01 5th, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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A partir de hoje estaremos implementando um novo sistema de suporte, para agilizar o nosso atendimento. Os suportes por email serão desativados gradativamente.

Para participar, basta acessar o endereço a seguir, criar uma conta, e enviar a dúvida de acordo com o livro listado na página principal.

O endereço para o suporte é:

http://www.danielschmitz.com.br/suporte/

Dez 27

Flex com PHP usando ZendAMF – Zend_Db

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 2009, 4, abas, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Adobe Flex, AMF, amfphp, AR, Artigo, Banco de Dados, C#, catch, class, classe, classes, dados, email, exemplo, filter, Flex, framework, function, Google, handle, html, if, image, int, Java, lista, live, mg, mysql, O, on, Password, PHP, pt, Ria’s Geral, S+S, server, site, TAT, Tema, try, UI, uint, update, Ved, zend, Zend Amf, zendAMF, zendFramework @ 12 27th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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O artigo Adobe Flex com PHP usando ZendAMF – primeiros passos teve como objetivo exemplificar a integração do Flex com PHP para quem já tinha sistemas desenvolvidos usando o AMFPHP, por isso não usei as classes para acesso a banco de dados do ZendFramework. Neste artigo mostrarei o mesmo exemplo mas usando exclusivamente ZendFramework.

Pegarei o mesmo exemplo utilizado no artigo anterior, só modificando a classe PHP para usar as classes de abstração de banco de dados do ZendFramework. Começaremos com nosso gateway.php

PLAIN TEXT
PHP:

  1. require_once ‘Zend/Config.php’;
  2. require_once ‘Zend/Db.php’;
  3. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  4. require_once ‘Zend/Amf/Exception.php’;
  5. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  6. $server = new Zend_Amf_Server();
  7. $server->setProduction(false);
  8. $server->setClass(‘Contato’);
  9. echo($server->handle());
  10. ?>

Executando o link no seu navegador, deve aparecer a seguinte mensagem:

Zend Amf Endpoint

Em seguida, modificaremos em nossa classe principal, que efetuará as operações de listar, inserir, apagar e atualizar os dados do nosso banco:

PLAIN TEXT
PHP:

  1. /*
  2. * author Leonardo França
  3. * site http://www.leonardofranca.com.br
  4. */
  5. class Contatos
  6. private $db;
  7. private $config;
  8. private $select;
  9. private $stmt;
  10. function __construct()
  11. $params['host'] = ‘localhost’;
  12. $params['dbname'] = ‘java’;
  13. $params['username'] = ‘root’;
  14. $params['password'] = ”;
  15. $database['adapter'] = ‘Mysqli’;
  16. $database['params'] = $params;
  17. $data['database'] = $database;
  18. $this->config = new Zend_Config($data);
  19. $this->db = Zend_Db::factory($this->config->database);
  20. public function getData()
  21. try
  22. $this->select = $this->db->select();
  23. $this->select->from(‘tabela’,array(‘id’,‘nome’,‘email’));
  24. $this->stmt = $this->select->query();
  25. $result = $this->stmt->fetchAll();
  26. return $result;
  27. catch (Exception $e)
  28. throw new Exception($e->getMessage());
  29. }
  30. public function insertData($data=array())
  31. try
  32. $dados = array(
  33. ‘nome’ => $data['nome'],
  34. ‘email’ => $data['email']
  35. );
  36. $retorno = $this->db->insert(‘tabela’, $dados);
  37. return $retorno;
  38. catch (Exception $e)
  39. throw new Exception($e->getMessage());
  40. }
  41. public function deleteData($data=array())
  42. try
  43. $retorno = $this->db->delete(‘tabela’, ‘id = ‘.$data['id']);
  44. return $retorno;
  45. catch (Exception $e)
  46. throw new Exception($e->getMessage());
  47. }
  48. public function updateData($data=array())
  49. try
  50. $dados = array(
  51. ‘nome’ => $data['nome'],
  52. ‘email’ => $data['email']
  53. );
  54. $where['id = ?'] = $data['id '];
  55. return $this->db->update(‘tabela’, $dados, $where);
  56. catch (Exception $e)
  57. throw new Exception($e->getMessage());
  58. }
  59. }
  60. ?>

No ActionScript só precisaremos mudar o que será passado para o PHP, ao inves de VOs, mandaremos Arrays:

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. public function insertData():void
  2. var contatosVO:Array = [];
  3. contatosVO['nome']= input_nome.text;
  4. contatosVO['email'] = input_email.text;
  5. ro.insertData(contatosVO);

Referências:
http://framework.zend.com/manual/en/zend.db.adapter.html

Dez 18

Recomendação de Produtos em eCommerce

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, analytics, AR, arte, Behavior, BI, blog, C#, carregar, class, cliente, consultoria, Destaque, Dica, Dicas, DRE, e-commerce, filter, filtra, fonte, for, Google, ide, IE, if, image, int, internet, layout, lista, Livro, Livros, Mercado, mg, NaN, O, on, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Software, tag, TAT, Tema, Teste, UI, Vídeo, Vídeos, web, XP, zend @ 12 18th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Sistemas de Recomenda??o procuram recomendar informa??o e produtos (como computadores, m?quinas fotogr?ficas, filmes, videos, m?sicas, livros, p?ginas de internet, etc.) que possam ser de interesse do usu?rio, esses sistemas procuram e identificam padr?es de interesse, perfil e consumo. A partir desses padr?es os sistemas de intelig?ncia artificial geram associa??es entre produtos e consumidores aplicando t?cnicas de filtragem colaborativa.

Com a ajuda dos sistemas de recomenda??o as vendas pela internet podem se aproximar do conceito criado por Jeff Bezos, presidente da Amazon, de “uma loja por cliente”. Pensar no usu?rio ? fundamental para manter-se num mercado t?o competitivo como a internet. N?o ? ? toa que a Amazon ? um dos e-commerce mais bem sucedidas da hist?ria.

Sistemas de Recomenda??o processam as informa??es que o usu?rio d? ao site durante a navega??o e entregam dicas de produtos relacionados aos gostos e interesses do consumidor, fazendo parte dos sistemas de Behavioral Targeting, ou Marketing Comportamental.

Por?m s? a utiliza??o de Intelig?ncia Artificial, Filtragem Colaborativa e outras t?cnicas computacionais n?o garantem o aumento de convers?o, pois o consumidor precisa impactado de maneira positiva pelas recomenda??es, a seguir voc? encontrar? dicas e melhores pr?ticas de como direcionar o usu?rio-consumidor para uma melhor compra.

Elementos de uma vitrine

T?tulo

  1. Utilize cores diferenciadas do layout do site;
  2. Utilize n?meros: “60% das pessoas” constroi um fator de confian?a na cabe?a do consumidor.

Cores

  1. Utilize cores contrastantes que d?em destaque para a se??o de recomenda??o. Cuidado para n?o sobrecarregar, a se??o deve parecer como um an?ncio.

Produtos

  1. Oferece sempre poucas op??es. Apenas 3 ou 4 recomenda??es s?o suficientes.

Chamada para a??o (Call-to-action)

  1. Se voc? utilizar mais de uma chamada pra a??o, tenha uma como principal com maior destaque dentro da se??o de recomenda??o.

Melhores pr?ticas

Confira as melhores pr?ticas para conseguir um maior ?ndice de convers?o de suas vitrines de recomenda??o.

Menos sempre ? mais

Mostrando poucas recomenda??es, torna a decis?o do consumidor mais f?cil. Um bom n?mero de produtos na lista ? 3 ou 4, n?o fa?a uma lista grande. Tornar? a escolha muito mais dif?cil pelo internauta.

Tente o UpSell, pelo menos o Cross Sell

O prop?sito de fazer recomenda??es ? para aumentar o valor do pedido e/ou fazer a venda mostrando melhores op??es por um pre?o pr?ximo do produto visualizado.

Exclua Recomenda??es

Voc? n?o deve recomendar produtos antigos quando algu?m est? tentando comprar a ?ltima vers?o do mesmo produto. Seja mais criativo e venda mais.

Descontos funcionam

Ofere?a pacotes de produtos com descontes. Seus consumidores prezam pelo dinheiro. Com um lucro menor em alguns produtos, mas o valor de pedido maior garante uma boa margem.

Senso de urg?ncia

Quando oferecer um desconto ou valor especial, tire vantagem disso criando urg?ncia, dando um prazo curto para o consumidor efetuar a compra. Isso ir? aumentar os cliques e as convers?es.

Continue testando

Como garantir que essas pr?ticas funcionar?o e continuar?o funcionando em seu neg?cio? Continue testando permanentemente. Teste Chamadas para a??o, T?tulos, Cores, etc. Utilize softwares de testes gratu?tos como o Google Website Optimizer.

Sua loja utiliza sistemas de recomenda??es de produtos?

Sim? Compartilhe nos coment?rios quais as experi?ncias e resultados obtidos com suas vitrines.
Caso seu eCommerce n?o utilize, entre em contato comigo.
Fontes
Webinsider
Wikipedia
LiftSuggest

Dez 14

Dicas para ser levado a sério

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, api, app, AR, arte, Artigo, auto, BI, C#, Censo, class, cliente, Curso, Dica, Emprego, err, fonte, for, Geral, html, ide, IE, if, image, int, Liderança, lista, Mercado de Trabalho, mg, Motivação, O, on, Outros, Pessoal, problema, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, VOZ, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Voc? j? percebeu que, em qualquer grupo, algumas pessoas s?o naturalmente levadas a s?rio, e outras n?o? E isso raramente tem rela??o com ser ou n?o sisudo – o indiv?duo de gravata com mais cara de brabo e sem gra?a numa equipe pode n?o ser levado a s?rio por ningu?m, e o colega que est? sempre de bom humor pode ser visto com respeito por todos.

O que h? em comum entre as pessoas que s?o levadas a s?rio? ? dif?cil fazer uma lista completa, mas no caso das pessoas em posi??o de lideran?a (formalizada ou n?o), eu gosto de uma defini??o de W. E. B. Griffin: o que elas dizem tem um tom especial, que indica “eu serei levado a s?rio” – ou “eu serei obedecido”, no caso da lideran?a aliada a chefia formal. Mas esse tom n?o ? produzido pela voz, e sim pelas atitudes, que aos poucos conquistam o respeito dos que est?o ao seu redor.

E o que os outros v?em em n?s, por interm?dio das nossas atitudes, come?a nas nossas escolhas e no modo como n?s mesmos nos vemos – em outras palavras, o caminho come?a quando n?s mesmos come?amos a nos levar suficientemente a s?rio. O artigo “5 Reasons People Don’t Take You Seriously and How to Fix It” apresenta uma s?rie de raz?es pelas quais as pessoas podem n?o estar levando voc? a s?rio, e convido voc? a pass?-las rapidamente em revista neste meu resumo.

Vamos a elas:

N?o manter a palavra

Isso n?o significa exatamente a mesma coisa que “ser mentiroso”, neste contexto. Significa anunciar freq?entemente planos e inten??es que na pr?tica voc? acaba n?o realizando, fazer promessas que n?o poder? cumprir, ou mesmo que n?o pretende cumprir. A cada m?s voc? anuncia que vai fazer uma dieta, que vai melhorar as condi??es de trabalho da equipe, e que no s?bado que vem vai levar a fam?lia toda para a praia – e nunca cumpre? Ent?o pare de anunciar que vai fazer as coisas que dependem apenas de voc?, e adote a pol?tica de faz?-las primeiro, e anunciar seu sucesso depois.

N?o dar continuidade

Voc? come?a e n?o prossegue? Paga a academia e s? vai na primeira semana? Come?a o curso de ingl?s e deixa de ir j? no segundo m?s? Ningu?m vai lev?-lo a s?rio assim. Comece a compor planos de metas sucessivas, em degraus, e persiga cada uma das metas com aten??o. E comece menos coisas. E… veja novamente o item 1.

N?o separar trabalho e vida pessoal

N?o h? problema nenhum em ir para a happy hour com os colegas de trabalho, ser pr?ximo dos clientes, ou ter amizades reais no ambiente de trabalho. Mas – a n?o ser em casos espec?ficos – colegas de equipe e clientes n?o deveriam ser todos os seus *melhores* amigos, e deve haver um limite a partir do qual a sua vida pessoal fica reservada em rela??o ao conjunto geral deles. Todo mundo tem seus desafios, e uma parte deles precisa transparecer; a outra parte deve ficar acess?vel apenas a quem tem interesse positivo e genu?no nela – n?o necessariamente seus colegas, clientes ou fornecedores.

Dar mais desculpas do que resultados

Releia o item 1, e depois fa?a mentalmente uma lista das pessoas que voc? conhece e que t?m sempre uma desculpa na ponta da l?ngua para explicar por que n?o cumpriram aquilo que disseram que fariam, ou por que a culpa n?o ? dela. Dar desculpas ? um h?bito companheiro da procrastina??o, e leva as pessoas a n?o levarem voc? a s?rio. Fa?a acontecer, ou n?o se proponha.

Andar com a turma errada

Esta tem v?rias alternativas – se as pessoas com quem voc? se associa s?o exatamente as que voc? deseja se associar, francamente, permane?a com elas e se concentre em outras formas de ser visto com seriedade pelos demais. Mas se voc? est? associado sem raz?o, e freq?entemente questiona a atitude e as decis?es destas pessoas, pare para pensar se quem olha de fora n?o faz os mesmos questionamentos em rela??o a voc?. Mas seja aut?ntico – nada de abandonar amizades genu?nas ou virar a casaca pensando apenas na sua imagem – isso s? far? com que ainda mais pessoas deixem de levar voc? a s?rio.
Agora, fa?a voc? um r?pido censo mental das pessoas em posi??o de lideran?a com quem convive no trabalho ou em outro lugar, e que n?o s?o levadas a s?rio pelos seus p?blicos, e em seguida fa?a tamb?m uma auto-an?lise – talvez voc? reveja algum conceito! Depois compartilhe conosco nos coment?rios quais as caracter?sticas mais freq?entes que impedem os seus colegas de levarem a s?rio os l?deres das suas equipes!
Fonte: Efetividade

Nov 28

NoSQL, mas o que é isso?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 4, 6, abas, action, Adobe, Adobe Flex, AMF, api, aplicaçoes, AR, arte, Banco de Dados, BI, Blazeds, blog, C#, class, comunidade, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desktop, Excel, exemplo, Exemplos, facebook, Flex, for, ide, IE, if, image, int, Introdução, Java, Links, lista, Mate, mg, O, on, Pessoal, podcast, prova, pt, Redes Sociais, Remoting, RIA, Ria’s Geral, S+S, servidor, Software, Sun, tag, Tema, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Caso voc? trabalha com desenvolvimento de software, ambiente web, provavelmente tem ouvido e lido sobre esse tal de NoSQL, mas o que ?, para que serve, quando usar, voc? sabe?

Aten??o a explica??o a seguir ? a minha com rela??o ao assunto:

Antes de mais nada, o NoSQL ? um novo modelo de base de dados, diferente do modelo relacional, que, creio eu ? muito conhecido de todos os desenvolvedores de software, o NoSQL surgiu para suprir a necessidade de lidar com um volume de informa??es que podem ir muito al?m da que voc? consiga imaginar. Este ? o cen?rio de redes sociais, exemplos cl?ssicos n?s temos o Twitter, Facebook e outras redes, onde a quantidade de informa??o gerada pelos usu?rios (essas redes que possuem milh?es de usu?rios ao redor do mundo) possui um crescimento que as bases de dados relacionais n?o conseguem comportar.

O NoSQL surgiu j? pensando em crescimento da informa??o armazenada e manipulada. As solu??es de NoSQL que temos dispon?veis hoje j? vem por padr?o com todo o conjunto de suporte para poder adicionar novos servidores (nodes) e comportar um crescimento dos dados a um custo muito menor do que a das bases relacionais. Esse crescimento ? chamado de crescimento horizontal, onde basta adicionar novas m?quinas e nessas bases NoSQL adicionadas como nodes da base e tudo pronto. Enquanto nas bases relacionais o crescimento ? vertical, ou seja, ? necess?rio aumentar o poder de hardware dos servidores (e este custo ? alto), al?m do fato que a implementa??o de servidores escravos e nodes n?o s?o simples de adicionar e gerenciar, pois essas bases n?o foram projetadas para atender a esse n?vel de demanda.

Sei que n?o sou o melhor para explicar o respectivo tema, ent?o vamos ao real objetivo do tema, segue alguns materiais interessantes para estudar quanto ao tema, segue estes excelentes postcats sobre o tema que apresenta uma boa vis?o e explica??o sobre o assunto, do pessoal do Grok Podcast:

Epis?dio 45 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 1 de 3

Epis?dio 46 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 2 de 3

Epis?dio 47 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 3 de 3

Links para mais informa??es do assunto:

Informa??es na Wikipedia Br

Comunidade Brasileira de NoSQL

Listagem das bases NoSQL existentes

Escalabilidade – Introdu??o ao NoSQL 1

Escalabilidade – Introdu??o ao NoSQL 2

Compara??o das bases NoSQL (em ingl?s)


Veja também:

  • [Filosofia] KISS – Keep it stupid simple
  • Adobe Flex : porque usar remoting?
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Nov 23

Quase tudo certo para Dominando Flex Mobile

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Flex, Air, Android, AR, Arquitetura, BI, builder 4, C#, class, Componente, Componentes, exemplo, Exemplos, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, for, IE, image, int, Introdução, itemRenderer, lista, lite, Livro, Livros, mg, mobile, NaN, Notícias, O, on, Outros, prova, RIA, Ria’s Geral, S+S, SQLite, Tecnologia, UI @ 11 23rd, 2011 | via http://flex.etc.br | 1 comentário
Daniel Schmitz
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Está quase tudo preparado para o lançamento do ebook Dominando Flex Mobile no dia 29 de novembro. Como prometido, o livro será lançado no mesmo dia que o Flash Builder 4.6 for lançado, que deve ser provavelmente agora no dia 29. Se houver atrasos perante a Adobe, nós atrasamos aqui também.

O ebook conterá 165 páginas. O preço será R$ 25,00. O formato será PDF, e vou testar o formato EPUB. Todos os exemplos do livro foram testados no Galaxy Tab com Android 2.2 e Adobe Air 3.0.

O que irei abordar:

  • Introdução ao Adobe Flex
  • Conhecendo o Flash Builder 4.6
  • Arquitetura Flex Mobile, principalmente views
  • Listas e ItemRenderers
  • Componentes Flex Mobile
  • Swiz para Flex Mobile
  • SQLite
  • Swiz + SQLite
  • Integração com dispositivo (Gestos, Acelerômetro, GPS etc)
O que não irei abordar:
  • Android/iOs Market
  • Native Extensions
Estes dois tópicos serão outros livros, pois dependem da tecnologia. A idéia é criar um “Flex Mobile para programadores Android”, contendo o Market e Native Extensions.

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