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Nov 9

As tendências são suas aliadas

Escrito por Janderson Cardoso em Carreira, flash, Flex, html5, Mercado, Ria’s Geral @ 11 9th, 2011 | via http://www.jandersonfc.com/ | Sem comentários
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Não é surpresa para ninguém que acompanha o meu blog que trabalho mais atualmente com java e flex. Também não deve ser surpresa para ninguém que no final das contas trabalho muito na plataforma do Flash (que roda no Flash Player), em resumo estou no meio do fogo cruzado do futuro html5 e do condenado a morte Flash. Sempre evitei falar desse assunto aqui no blog mais achei por bem declarar algumas opniões, não da técnologia x ou y, mas sim de qual deve ser sua posição como desenvolvedor.

O que vai acontecer com você se realmente matarem o Flash Player??

não quero entrar no mérito de quando e como isso poderia acontecer, a pergunta é o que você tem feito para se preparar para próxima tendência. Essa é fácil de responder, a própria Adobe proprietária do flash te responde. além de ter o Flash CS? você tem o Edge? que tem o mesmo objetivo do FlashCS porém gera html5 + css3 + javascript. A adobe não quer saber quem vai sair vencedora desse duelo, o que interessa é que ela está preparada para qualquer uma delas. Você como desenvolvedor que quer estar sempre a frente e preparado para pegar uma fatia maior do mercado em um futuro próximo precisa ter essa consciência, da valor em quem paga o seu salário e quem pode pagar ainda mais.

É apenas a próxima Tendência

O que quero dizer com isso, é que o flash morrendo ou não a próxima tendência que está chegando com força total é o html5, não porque é melhor que o flash mas sim porque foi escolhido por quem tem esse poder de descisão. Por favor, não se iludam, é apenas mais uma tendência, não se apegue a essa nova técnologia. Vejo pessoas reconhecidas no mundo do flash que agora já são referência em html5, por quê? porque entenderam que podem usar essas tendências ao seu favor, é a famosa frase “dance conforme a música”.

Essa é a dica que dou para os desenvolvedores em geral, não se apegue a uma técnologia, ferramenta ou metodologia, quando você se adaptar com html5 vai surgir algo que será melhor, assim foi com os paradigmas de programação, com as linguagens que aparecem por um tempo e ? forão/são as tendências como Ruby e Python, com metodologias que já foi melhor RUP , depois Agile e agora está começando o Lean Startup. Não pense que isso é ruim, na verdade é inevitável, lembre que as tendências são suas aliadas e sempre nessas mudanças existe uma oportunidade para se ter um crescimento profissional de forma expoente.

“Técnologia, Ferramentas e metodologia são o meio, dinheiro no bolso é o fim”

lang: ‘pt-BR’

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Out 24

Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, Adobe, Air, Android, app, AR, arte, BI, blog, C#, Catalyst, class, Curso, Cursos, demo, Design, designer, Diversos, efeito, efeitos, empresas, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiência do Usuário, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, for, futuro, game, html, html5, IE, if, image, imagens, impressão, int, interface, lista, Mercado, mg, mobile, novidade, Novidades, O, on, Opinião, Outros, Palestra, Palestras, photoshop, Projetos, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, screencasts, social, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, Touch, Twitter, UI, UX, web, XP, zend @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.

Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.

E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possível, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.

Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatível Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….

Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.

Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.

Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladíssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.

Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.

Photoshop:

A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post

UX:

Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post

Design:

A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.

Novidade:

A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html


Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

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Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
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Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 6

Steve Jobs, 1955 – 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, app, apple, AR, bar, BI, blog, C#, Carreira, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Design, efeito, Experiência do Usuário, for, Google, ide, if, int, lista, Mac, map, Mercado, mg, Microsoft, News, O, on, Outros, produto, pronunciamento, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Teste, Touch, Twitter, UI, UX, Ved, web, window, windows, XP, zend @ 10 6th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Não sou um Mac, sou um PC, mas isso não muda em nada o fato de que o mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje, com a perda de Steve Jobs para um câncer de pâncreas.

Homenagem na Wired.com ?  Steve Jobs Nota na Apple.com sobre o falecimento de Jobs.

Desde quando comecei minha carreira como desenvolvedor, em 2000, eu trabalho com PCs e tecnologia primariamente da Microsoft, então acho que deve ser no mínimo estranho me ver fazendo aqui um post sobre o falecimento de Steve Jobs, mas ninguém pode negar que ele revolucionou todo o mercado de tecnologia.

Minha carreira começou como programador web, mas eu sempre me interessei bastante em fazer as coisas de forma a serem simples para o usuário (e se possível, para o desenvolvedor também). Na época esse conceito não tinha um nome nem era muito difundido, mas hoje chamamos de UX (experiência do usuário). Em toda minha carreira eu me dediquei a criar software seguindo o que considerava a melhor experiência possível. Comecei a focar mais intensamente nessa área a partir de 2007, com o surgimento do Silverlight e a crescente atenção dada pelo Microsoft ao assunto. Hoje, sou o especialista de UX e novas tecnologias na empresa onde trabalho e adoro o que faço. Devo muito ao Steve, pois se há alguém responsável por UX finalmente ter se tornado um assunto importante, ele foi esse alguém.

O único iProduto que tenho é um iPod Touch, que foi comprado 6 meses atrás quando eu estava ajudando em um projeto para portar uma aplicação de iOS para Windows Phone 7. É um bom aparelho e não me arrependo da compra, mas uso apenas para jogar e fazer testes de desenvolvimento.

Apesar de eu não ser muito fã da linguagem de design dos softwares da Apple, é impossível negar o impacto que eles têm no nosso mercado atual. Steve mudou o mundo ao mostrar que a experiência do usuário é o mais importante, não a tecnologia. As coisas devem ser fáceis de usar, simples de entender, práticas e belas ao mesmo tempo. Se não tiver esses 4 requisitos, não terá o sucesso que poderia ter.

A morte de Steve serve também para mostrar que ele era humano, como nós. Um humano extraordinário, mas humano, o que significa que todos temos esse potencial de mudar o mundo, fazer a diferença, mas apenas poucos conseguimos.

Para mostrar como Steve Jobs foi importante, basta olhar para quem já fez algum pronunciamento sobre seu falecimento e prestar atenção na mensagem que cada um tentou passar: Bill Gates, Barak Obama, Michael Bloomberg, Steve Wozniak, e muitos outros que nem dá pra citar aqui.

Por tudo isso, obrigado Steve. O mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje. Meus mais sinceros sentimentos a todos seus amigos e familiares. Descanse em paz.



Out 3

Adobe MAX 2011 – Isso sim é experiência

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, Adobe, Adobe Max, Aplicativos, AR, blog, C#, class, cliente, Desenvolvimento, for, gc, html, html5, IE, if, image, int, Mercado, mg, novidade, Novidades, O, on, Ria’s Geral, S+S, TAT, Twitter, UI, Vídeo, XP @ 10 3rd, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Mais uma vez a DClick está presente na Adobe MAX. Desta vez com 4 integrantes: Eduardo Horvath, Eduardo Malendéz, Rogério Martinelli e eu :)

Estou muito curioso este ano não para ver as novidades, mas para ver como a Adobe vai se posicionar no mercado. O marketing em cima do html5 foi muito forte e já percebemos isso em nossos clientes. Por outro lado, a Adobe é a única empresa que tem uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos móveis para os OSs mais usados no mercado. Vamos ver.

Por hora, vejam o vídeo da “festa” que teve ontem. Eu gosto de música, mas nunca fui e nem sei como é o trabalho de um DJ, mas confesso que fiquei com vontade de ser ou apenas “brincar” um pouco.

Set 23

10 motivos para você investir em comércio eletrônico criando sua loja virtual

Escrito por Cognitiva Soluções em .NET, 1, 2.0, 4, 6, api, AR, arte, Banco de Dados, bar, BI, blog, Blogs, C#, cliente, control, dados, Dica, e-commerce, empresas, escritório, Flex, for, geo, Google, html, IE, image, int, internet, Mercado, mg, monitor, Monitoramento, NaN, novidade, Novidades, O, on, online, Outros, produto, relatório, Relatórios, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, serviço, Serviços, site, Tema, UI, web @ 09 23rd, 2011 | via http://blog.cognitivasolucoes.com | Sem comentários
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Se você ainda está em dúvida se deve ou não abrir sua Loja Virtual, abaixo seguem dez ótimos motivos para convencê-lo(a) de que está no caminho certo.

Conheça CogStores: E-commerce / Lojas Virtuais aqui.


1. Funcionamento 24 horas – Com um endereço na web, a sua empresa pode montar uma loja virtual e vender a qualquer hora. O horário comercial da sua empresa passa ser 24×7 (7 dias por semana e 24 horas por dia). A loja na rede abre canal de comercialização com 50 milhões de internautas somente no Brasil. Os números do e-commerce no Brasil são impressionantes.

2. Vendas sem fronteiras – Com uma loja virtual, a empresa vence as barreiras geográficas e mostra seus produtos e serviços para o mundo. Assim, será possível vender aonde as equipes de vendas não chegam e onde as lojas físicas não atendem. Há varejistas do Sudeste que vendem mais para o Nordeste, por meio da internet, do que em para seus próprios estados.

3. Comodidade do consumidor – Com a sua loja na internet, a empresa oferece total comodidade para o consumidor. Ele poderá fazer compras de qualquer parte do mundo. Seja no conforto do escritório, na tranqüilidade em casa ou onde haja um aparelho conectado ? internet. Poderá também conhecer todos os seus produtos a distância e ir a sua loja apenas para concluir o negócio (Hoje 70% dos consumidores plugados na internet fazem isso).

4. Acompanhamento das vendas – Pela internet, a empresa ganha mais flexibilidade para agir, pois terá acesso instantâneo aos relatórios de vendas, controle de estoques múltiplos dos fornecedores, visitas ao site, faturamento e outros indicadores das vendas. Esses dados são fundamentais para a tomada de decisões urgentes. Basta você escolher um bom sistema de lojas virtuais como o CogStores.

5. Múltiplos estoques – A dinâmica das vendas pela web permite que as empresas invistam em produtos com grande aceitação no mercado. O E-commerce permite que se trabalhe com múltiplos estoques, inclusive com estoques dos próprios fornecedores. Assim, a empresa ganha agilidade, diminui despesas operacionais e necessita de menor capital de giro.

6. Flexibilidade promocional – É mais simples e rápido organizar promoções na loja online. De forma imediata, é possível obter dados sobre os resultados alcançados e avaliar a resposta dos consumidores. A divulgação de uma loja virtual é bem mais simples e barata que a de uma loja física.

7. Igualdade de competição – Na rede mundial de computadores, as empresas disputam o mercado nas mesmas condições. Na web, é mais rara a premissa de que quem é o maior tem que ser o melhor. O tamanho da empresa não tem importância. O fundamental é ter uma relação transparente e profissional com o consumidor, garantindo a entrega do produto e a segurança da operação.

8. O custo de uma loja virtual – É imensamente menor o custo de criação e manutenção de um espaço na internet do que uma loja física. Não dá nem para comparar em razão da ausência de despesas com estoques, empregados, segurança, instalações, etc.

9. Monitoramento do consumidor – Por meio do Comércio Eletrônico, pode-se fazer um cadastro de cada cliente online e saber exatamente quem é ele. Suas informações serão colocadas em um banco de dados e a qualquer momento ele poderá ser informado das promoções e novidades de produtos. Conhecendo o cliente, a empresa fica sabendo o que ele gosta de comprar, é possível prever a demanda, direcionar promoções, reposicionar produtos,entre outras ações. Sua empresa pode oferecer uma melhor qualidade no suporte de pré e pós-venda.

10. Avanço das vendas online – Nos últimos cinco anos, o E-commerce cresceu em média 52% por ano. O mundo converge para a Internet, e nesse sentido caminha o consumidor. Uma verdade surge: quem não estiver na rede, será atropelado pela concorrência.

Conheça CogStores: E-commerce / Lojas Virtuais aqui.
Link: http://www.blogdoecommerce.com.br/porque_criar_loja_virtual/

Set 21

Flash Player 11 e AIR 3

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 2.0, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Max, Air, Android, AR, blog, Blogs, C#, class, developer, err, flash, Flash / Flex, Flash Player, Flex, for, Gráfico, html, IE, if, image, jogo, Jogos, layout, Links e sugestões, live, Mac, map, Mercado, mg, novidade, Novidades, O, on, platform, player, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, super(), tv, UI, UX, Vários, Vídeo, web, window, windows @ 09 21st, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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Screen shot 2011 03 01 at 5.41.01 AM 450x208 Flash Player 11 e AIR 3

Olá a todos!

Esta quarta-feira, dia 21 de Setembro, marca o dia de mais uma milestone para o Flash!

Hoje é anunciado a data do go-live do Flash Player 11 e do Adobe AIR 3!

Com esta versão, a Adobe tenta puxar os limites do que é possível apresentar, na web, em termos gráficos, e tenta oferecer a capacidade de renderizar objectos extremamente complexos, de uma forma super simples!

Esta release, vai permitir, aos developers, criar jogos 3D e 2D com a qualidade dos jogos das consolas, com o benefício de o poderem distribuir para várias plataformas ao mesmo tempo (Android, iOS, Tablet BlackBerry OS, TV, Windows, Mac OS, etc).

Nestes últimos tempos temos visto várias aplicações AIR a brilharem nos vários mercados das aplicações. Tanto o Machinarium, como o Times Caltrain, são um sucesso nas plataformas em que estão implementados!

  • Para mais informações sobre jogos acedam aqui ou vejam o este vídeo.
  • Para mais informações sobre o Flash Player 11 e o AIR 3, sigam este link.

Resta dizer que tanto o Flash Player 11 como o AIR 3 vão estar disponíveis para todos, a partir de Outubro, ou seja, daqui a poucas semanas!

Ah! E não se esqueçam que a MAX está aí ? porta e com ela MUITAS novidades vão surgir icon smile Flash Player 11 e AIR 3

Abraço, Mauro.



Ago 7

Curso on-line Android SDK Essencial

Escrito por Stefan Horochovec em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Flex, Android, Aplicativos, AR, BI, blog, C#, class, Curso, Cursos, Diversos, Download, Flex, for, image, int, internet, Java, Mercado, mg, O, on, Pessoal, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, tag, Tema @ 08 7th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | 1 comentário
Stefan Horochovec
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Olá pessoal

O que você acha de fazer um curso sobre Android SDK com todo o conforto da sua casa, com aulas ao vivo via internet e com possibilidade de efetuar o download das mesmas em qualidade HD?

Pois bem, sua chance é agora!!! A RIACycle, empresa da qual eu sou instrutor do curso Adobe Flex e Java, está lançando o curso Android SDK Essencial.

Android SDK Essencial

Eu serei seu instrutor nos dias 03 e 10 de setembro, aonde iremos abordar diversos recursos do Android SDK para que você possa desenvolver aplicativos para a plataforma que mais cresce no mundo! São 550.000 aparelhos ativados por dia com sistema operacional Android!

Você vai querer ficar de fora desse mercado?

Conheça mais informações:

  • Sobre o curso
  • Conteúdo Programático
  • Vantagens
  • Instrutor
  • Faça sua matrícula
  • Eu terei o maior prazer em ter você como aluno! Venha se especializar conosco!

    Mai 7

    Mercado de Trabalho–Podcast Desconferência

    Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, back, C#, class, código, conferência, Desenvolvedor, for, git, image, int, linkedin, Mercado, Mercado de Trabalho, mg, O, on, podcast, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Tecnologia, Tema, UI, web @ 05 7th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
    Igor Musardo
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    desconferencia

    Tive a honra de ser convidado para participar do Podcast Desconferência no último dia 04 de maio. O formato de Desconferência é muito bacana, pois não existem regras e é muito mais um bate-papo descontraído, recomendo muito que você ouça todos os episódios.

    O episódio que participei teve o tema Mercado de Trabalho, falamos sobre várias coisas, entre elas: porque deixar seu código no Github e porque preencher o LinkedIn pode ser mais interessante que um currículo formal e impresso.

    Acesse website e ouça agora o podcast.

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