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Nov 9

Conhecendo o LESS. The Dynamic Stylesheet.

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Air, app, apple, AR, back, BI, browser, C#, class, classe, classes, código, css, css3, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Design, Destaque, Dica, Diversos, Documentação, dynamic, empresas, err, erro, error, Estilo, exemplo, Exemplos, for, function, gc, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, kit, layout, menu, Microsoft, MIX, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, problema, problemas, programação, prova, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, Sem categoria, site, tag, TAT, Twitter, UI, uint, Utilidades, Ved, web, zend @ 11 9th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Como todos devem ter percebido, nos últimos meses o CSS3 e o HTML5 tem ganho um grande destaque no desenvolvimento web. Grandes empresas como o Google, Microsoft, Adobe e Apple estão apoiando fortemente o desenvolvimento web utilizando WebStandards. Caso você já conheça algo sobre CSS, provavelmente deve saber como é complicado a organização desses documentos em um projeto de médio ou grande porte. Dado esses problemas conhecidos, foram surgindo os chamados pré-processadores de CSS, que viabilizam a criação de documentos de estilo, adicionando novas funcionalidades.

Hoje vamos conhecer o LESS, The Dynamic Stylesheet Language. O objetivo dessa biblioteca em javascript é prover uma série de funcionalidades para as, usualmente criadas a mão, folhas de estilos. Recursos tais como, variáveis, mixins (Multiple Inheritance, Traits), mixins parametrizáveis, funções, namespaces, importação, etc. Vamos aprender como utilizar os principais recursos dessa biblioteca em um projeto e como aproveitar o melhor dessa biblioteca para organizar corretamente nossas folhas de estilo.

Variables

As variáveis ajudam-nos a definir valores que podem ser utilizados em diversas regras do nosso CSS. Elas possuem escopo assim como em uma linguagem de programação orientada a objetos, trocando em miúdos:

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// Arquivo stylesheet.less
// Essa variável foi definida no escopo do arquivo, logo, todas as regras do arquivo podem acessar seu valor.
@siteBackgroundColor: #FF3300; // Laranja

h1
// A variável headingColor foi criada no escopo da regra h1, logo, apenas ela e outras regras criadas dentro
// do mesmo escopo tem acesso ao seu valor.
@headingColor: #333333; // Cinza

// Isto significa que, se criarmos uma outra regra chamada &.mainTitle
// Observe o uso do &.classe, isso copia a regra pai e associa uma classe, o output disso seria exatamente h1.mainTitle
&.mainTitle
// Como essa regra esta contida na regra h1, podemos acessar o valor da variável headingColor.
color: @headingColor;

}

h2
// Se tentarmos acessar o valor nessa regra, que não encontra-se contida na regra h1, receberemos um erro da biblioteca
// informando que a variável headingColor não encontra-se definida.
color: @headingColor; // Brrrrrr! Error.

O que é interessante no uso de variáveis é a reutilização e organização. Imagine uma design guideline onde existem RGBs específicos a serem seguidos, essas cores poderiam ser definidas em um documento chamado color_variables.less e adicionados ao nosso arquivo principal utilizando a clausula @import.

@Import – Importando outros arquivos

Quando um arquivo LESS é importado, todas as suas variáveis e mixins são adicionados ao arquivo principal. Os escopos serão mantidos e a extensão .less é opcional.

@import “lib.less”
@import “lib”

É possível utilizar pastas nas clausulas de @import:

@import “where/is/my/stylesheet.less”
@import “where/is/my/stylesheet”

Mixins

No LESS, mixis são como uma espécie de classe CSS que pode ser reutilizada em diversas outras regras. Quando utilizadas, todas as propriedades definidas no mixin são adicionadas a regra onde a mesma foi adicionada, caso um mixin mude, todas as regras que o referenciam serão também modificadas.

Imagine o conceito de mixin como classes CSS orientadas a objeto, o que é interessante do mixin é que temos aqui algo como uma herança múltipla, caso uma mesma instrução seja declarada em mixins diferentes, e esses mixins adicionados a uma regra, o mixin declarado por último terá vantagem na construção final do CSS da regra onde foi adicionado.

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.bordered
border-top: dotted 1px black;
border-bottom: solid 2px black;

// Declaramos agora uma regra qualquer que fará uso do nosso mixin.
div.someDiv
.bordered; // Simples assim, adicionamos todas as propriedades contidas no mixin em nossa regra.

div.anotherDiv
.bordered; // A mesmas propriedades serão adicionadas nessa regra.

Quando modificarmos o mixin .bordered, todos os elementos que o estão utilizando serão modificados. Reutilização!
Vamos para um exemplo mais usável para exemplificar como é um mixin parametrizável.

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// Bordas arredondadas cross-browser.
// Observe que utilizamos algo parecido com uma função de javascript para declararmos nosso mixin.
// A notação de variável deve ser adicionada (@radius), com isso, criamos uma variável chamada “radius” no escopo
// do mixin que poderá ser utilizada apenas internamente pelo método.
// Observe também que declaramos um valor padrão para o parâmetro, de 5px.
.border-radius( @radius: 5px )

// Repare que utilizamos a mesma variável para todas as regras.
border-radius: @radius;
-moz-border-radius: @radius;
-webkit-border-radius: @radius;

// Para utilizarmos a regra, seguimos o mesmo padrão
div.someDiv
.border-radius; // Nesse caso estaremos utilizando o valor padrão de 5px.

div.anotherDiv
.border-radius(10px); // Nessa aplicação, modificamos o valor da propriedade para 10px.

É importante destacar que um mixin pode conter diversos parâmetros. Isso pode ser feito da seguinte forma:

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// Declaramos um novo mixin
.border-radius-and-color( @radius: 5px, @borderColor: #000000 )

.border-radius( @radius ); // Observe que aqui reutilizei o mixin previamente definido. Composição de mixins.
border: 2px solid @borderColor; // Adicionamos agora a cor para a borda.

Nested Rules

Com o LESS você pode criar suas regras de CSS utilizando uma espécie de hierarquia. Vamos ver como isso funciona na prática.

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// Dado o CSS abaixo
div#header #menu
…
rules

div#header #menu li a
…
more rules

div#header #topNav
…
another rules

Com o LESS, o mesmo CSS acima poderia ser escrito da seguinte forma:

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// Como utilizar hierarquia com Less
div#header
#menu
ul
li


}
}

#topNav


}

Depois de processado, o CSS será exatamente igual. Você não precisa utilizar esse esquema de hierarquia caso não queira, é importante lembrar que o LESS é apenas uma extensão do CSS, se for de desejo do desenvolvedor, podemos escrever um código LESS sem usar nenhum recurso especial, como se fosse um CSS tradicional.

Operations

Com o LESS o seu CSS sabe fazer contas. Qualquer número, cor ou variável pode ser utilizada em uma operação aritmética.
Ele sabe identificar quando estamos utilizando uma cor ou um número, por exemplo:

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@base: 5%;
@filler: @base * 2;
@other: @base + @filler;

color: #888 / 4;
background-color: @base-color + #111;
height: 100% / 2 + @filler;

Assim como no javascript, é possível também utilizar parênteses nas suas operações:

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width: (@var + 5) * 2;

Color Functions

Na minha opinião um dos recursos mais úteis durante o desenvolvimento de uma aplicação. Podemos efetuar operações em cima de RGBs, por exemplo, imagine que o layout do seu website foi criado baseado-se em apenas uma cor, utilizando diversos tons dessa cor. Com o LESS é possível utilizar métodos pré-definidos como lighten, saturate, darken, fadein, fadeout e spin. Esses métodos retornam sempre um RGB que pode ser utilizado em seu LESS. Vejamos alguns exemplos:

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@base: #f04615;

.class
// Saturo em 5% a cor base.
color: saturate(@base, 5%);

// Utilizo a cor base 25% mais clara
background-color: lighten(@base, 25%);

É possível também extrair informações de uma determinada cor para ser utilizada em outra.
Isso é feito a partir dos métodos hue, saturation e lightness.

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hue(@color); // retorna o valor do canal ‘hue’ da cor @color
saturation(@color); // retorna o valor do canal ‘saturation’ da cor @color
lightness(@color); // retorna o valor do canal ‘lightness’ da cor @color

Namespaces

Em dado momento necessitamos organizar uma série de mixins e variáveis. Para isto podemos utilizar um conceito presente no LESS chamado Namespaces. Assim como em linguagens de programação orientadas a objetos, que possuem o conceito de pacotes, os namespaces fornecem encapsulação para nossas folhas de estilo. Isso pode ser implementado facilmente utilizando a mesma notação de ID do CSS tradicional. Vejamos.

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#bundle

.button ()

display: block;
border: 1px solid black;
background-color: grey;
&:hover background-color: white
}
.tab …
.citation …
}

Verifique que acima, criamos um mixin chamado button dentro do namespace bundle. Para o utilizarmos devemos fazer da seguinte forma:

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#header a
color: orange;
#bundle > .button; // Estamos acessando o namespace ‘bundle’ e fazendo uma chamada para o mixin ‘button’.

Uma utilização muito comum dos namespaces é na criação de pequenas bibliotecas de utilidades. Imagine que sua empresa pode possuir uma série de arquivos LESS, e em um determinado projeto você necessita de acesso a esses mixins, variáveis, etc. Organizar seus documentos com namespaces fácilita a visualização e localização de uma determinada instrução no seu documento LESS, como por exemplo, um mixin customizado que pode ser facilmente encontrado a partir da sua indicação de namespace.

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someRule
#dclick > .border-radius(10px);

Conclusão

Como podemos ver, o LESS facilita uma série de tarefas que são praticamente impossíveis de serem efetuadas pelo CSS tradicional.
Aconselho a todos que tenham interesse em se aprofundar mais na biblioteca a conhecer o website (http://lesscss.org/). Lá você poderá encontrar a documentação com maior riqueza de informações também poderá ver alguns exemplos de código que não foram abordados nesse post.

Qualquer dúvida, sinta-se a vontade e envie-nos um comentário!
Abraço!

Jun 17

Novidades da versão Mango – Parte 1

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, Air, api, Aplicativos, AR, arte, Artigo, audio, auto, back, Banco de Dados, Beta, BI, bing, Blend, botão, browser, busca, C#, código, control, Controles, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, developer, Dica, Diversos, Download, DRE, empresas, err, event, Evento, Eventos, Excel, exemplo, Exemplos, explorer, expression, Expression Blend, facebook, Ferramenta, for, framework, Geral, html, html5, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, internet, library, linkedin, lista, Livro, mg, Microsoft, MIX, mobile, monitor, motion, movimento, MSDN, mudanças, NaN, novidade, Novidades, O, on, Outros, Partilha, processo, progress, Redes Sociais, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, silverlight, Silverlight 4, SmartPhone, Software, TAT, Tecnologia, Tema, tool, Twitter, UI, UX, Ved, Vídeo, Vídeos, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, window, windows, Xna, XP @ 06 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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imageÉ grande a expectativa pelos desenvolvedores .net para a chegada e comercialização do Windows Phone no Brasil, a plataforma chega bem completa e robusta, atendendo diversas necessidades dos usuários e desenvolvedore e permitindo a criação de aplicativos utilizando as mais modernas tecnologias Microsoft.
Apresentada no evento MIX 11 da Microsoft, a versão com o codinome Mango, chegou com mais de 500 novidades, são tantos recursos que não é possível cobri-los em um único artigo, podemos destacar algumas melhorias como sendo essenciais para o crescimento da plataforma, como o suporte a multitarefa, a atualização da versão do Silverlight para o Silverlight 4 e a atualização do Browser para a versão do Internet Explorer 9 com suporte ao HTML5, essas são sem dúvidas grandes mudanças tanto para o desenvolvedor como para o usuário.

Para os desenvolvedores foram diversas melhorias e para os usuários não foi diferente, houve uma melhor integração com o Skydrive, possibilitando compartilhar fotos por e-mail e SMS, podemos também compartilhar vídeos realizando o upload em background, navegar pelas pastas no Skydrive, realizar pesquisas de conteúdo, entre diversos outros recursos de integração com esse excelente serviço da Microsoft.

Outro recurso interessante é o Bing Vision, que é uma ferramenta que usa a câmera do telefone para reconhecer imagens, por exemplo, ao focar a capa de um determinado livro ele apresenta uma lista de resultados onde o livro é citado, já o Bing Áudio, é um mecanismo inteligente de busca de áudio, ele pode até reconhecer uma música que está sendo tocada e apresentar resultados sobre a música, esses são somente alguns exemplos, mas houve melhorias e atualizações em diversos HUBs, sensores e recursos do sistema operacional, além de uma forte integração com redes sociais como facebook, twitter e linkedIn.

As ferramentas de desenvolvimento para a versão Mango já estão disponíveis para download em versão Beta, muitas informações e recursos podem ficar diferentes na versão final, mas geralmente são mudanças pequenas. Com as ferramentas já é possível criar e testar todo o aplicativo com o Visual Studio 2010 e utilizar todo o poder do emulador que está integrado totalmente com o Expression Blend for Windows Phone ou com o Visual Studio 2010.

Download: Windows Phone Developer Tools 7.1 Beta tools

Os programadores Visual Basic .net agora podem criar aplicativos para o Windows Phone tanto em Silverlight como no XNA Framework, o Visual Basic é totalmente integrado com o Windows Phone Developers Tools 7.1 Beta, não sendo necessário instalar nenhuma ferramenta a parte. No Mango houve melhorias internas no sistema operacional que resultou em uma melhor performance na execução dos aplicativos em geral, alguns recursos agora rodam em threads background, deixando a interface do usuário com uma resposta mais rápida, essas melhorias são refletidas em sua aplicação e você não precisa codificar nada para usar desses benefícios, além dessas melhorias internas ouve também a inclusão de recursos essenciais para a criação de aplicações, como o suporte a OData e a inclusão de um banco de dados local.

O Windows Phone Marketplace também está em constante crescimento, com poucos meses de lançamento, a loja de aplicativos do Windows Phone 7 é constantemente atualizada com dezenas de novos aplicativos, o número de desenvolvedores e aplicativos podem aumentar significativamente com está atualização com codinome Mango, é previsto que o Marketplace esteja disponível para que os usuários possam comprar aplicativos em um total de 35 países, inclusive o Brasil e com suporte a 16 novas línguas, contando com o Português do Brasil.

Se você é um desenvolvedor da plataforma Microsoft .net e ainda não começou a desenvolver para o Windows Phone, é importante saber que a curva de aprendizado não é muito grande, principalmente se você já tem conhecimento na plataforma Silverlight ou XNA, o Windows Phone pode se tornar competitivo nos próximos anos, principalmente com a entrada e comercialização de equipamentos pelas operadoras no Brasil, somado com a recente parceria com a Nokia, umas das mais importantes empresas do setor, e a compra do Skype pela Microsoft, que vai trazer esse aguardado software para a plataforma .net, além de novas parcerias com fabricantes, tudo isso está fortalecendo a tecnologia mais recente da plataforma mobile da Microsoft.

Modelo de execução – Estado dormant

Houve uma pequena modificação no modelo de execução de aplicativos no Windows Phone Mango, nesta versão temos um novo estado da aplicação chamado dormant, para entendê-lo, vamos relembrar como funciona o ciclo de vida de uma aplicação no Windows Phone, temos quatro eventos que são acionados como apoio durante o uso do aplicativo, são eles, launching, closing, activated e deactivated, e junto com esses eventos podemos ter dois estado da aplicação, running e tombstoned, e para auxiliar com a manipulação de estados podemos utilizar os métodos OnNavigatedTo e OnNavigatedFrom. Quando você inicia uma aplicação, por exemplo, através do botão Start clicando em algum Tile, automaticamente uma nova instância do aplicativo será criada na memória, neste momento o evento Launching é acionado, ou seja, sempre que uma nova instância é criado, o evento Launching será chamado, neste evento temos que evitar a utilização de códigos que possam ser demorados e atrapalhar a experiência de uso do usuário da aplicação, além de que o Windows Phone Marketplace também informa limites de tempo para que a sua aplicação inicie. Após o evento Launching ser acionado, a sua aplicação entra em um estado chamado Running, neste momento sua aplicação está em execução e você poderá realizar tarefas e o usuário poderá navegar em sua aplicação. Neste momento se o usuário apertar o botão Start, por exemplo, ele estará acionando um evento chamado Deactivated e sua aplicação deverá salvar qualquer estado do aplicativo que você deseja restaurar caso o usuário retorne para sua aplicação através do botão Back, é neste ponto que houve um mudança com a versão Mango, agora existem dois
estados utilizados neste processo, o dormant e o tombstoned, sua aplicação entre em estado dormant antes de entrar em tombstoned, o que não acontecia na versão anterior, onde o aplicativo entrava direto em tombstoned. Quando o usuário navega para fora da sua aplicação , o Windows Phone coloca o aplicativo no estado dormant, neste momento todo o processamento, ou seja, todas as threads, são paradas, mas a aplicação ainda está na memória do aplicativo, este estado permite retornar a aplicação utilizando o máximo de performance, pois não é necessário recriar qualquer estado pois todos foram preservados. Se um aplicativo está no estado dormant e o usuário iniciar outro aplicativo, o sistema operacional vai verificar se esse novo aplicativo iniciado precisa utilizar mais memória do que o device disponibiliza como livre no momento,se isso ocorrer, a sua aplicação poderá ser escolhida para sair do estado dormant e entrar no estado tombstoned.

Mais informações : http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff817008(v=vs.92).aspx

Background Agents

Com os Background Agents podemos realizar algumas tarefas mesmo que a aplicação não esteja em execução, existem duas formas de realizar esse agendamento de tarefas, através de scheduled notifications ou scheduled tasks.

Uma scheduled notification é um aviso, que pode ser do tipo Alarm ou Reminder, o tipo Alarm permite que você especifique um arquivo de som para tocar quando a notificação é acionada, o tipo Reminder, você pode especificar uma URI para sua aplicação, quando o usuário clicar na notificação, a aplicação será executada e a URI será passado com parâmetro.

Já um Scheduled Task permite que você execute uma tarefa em background, mesmo quando a aplicação não está sendo executada, cada aplicação pode ter um único agente, que será registrando em sua aplicação e você pode especificar o tipo de scheduled que será executado, existem dois tipos, o PeriodicTask e o ResourceIntensiveTask, o primeiro é indicado para tarefas onde o tempo de execução será curto, como por exemplo, armazenar uma pequena quantidade de dados, e pode ser utilizado regularmente, já o ResourceIntensiveTask, tem sua utilização mais rara, pode ser utilizado para tarefas mais demoradas e que utilizam mais dos recursos do smartphone, com por exemplo a sincronização de um grande volume de dados.

File Transfers

Na versão mango temos disponíveis algumas APIs para a manipulação de uploads e downloads de arquivos no Windows Phone, esses arquivos podem ser enfileirados e executados em segundo plano (background), o Windows Phone fornece meios de verificar o status da transferência dos arquivos e ainda fornece meios de monitorar o progresso do download ou upload.

Áudio Background

Tocar um arquivo de som rodando em background, mesmo que a aplicação não esteja em foreground, se tornou uma tarefa fácil e gerenciada pelo sistema operacional, o suporte ao áudio em background é fornecido pelo namespace Microsoft.Phone.BackgroundAudio, com ele é possível acionar uma música e mesmo que o usuário inicie outros aplicativos, a música continuará em execução e o usuário ainda terá o acesso aos controles de aumentar e diminuir o volume.

Mais informações: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202978(v=vs.92).aspx

Sensores

Os smartphones estão ficando cada vez mais sofisticados e uma série de sensores estão sendo disponibilizados com esses modernos aparelhos, na versão mango temos disponível além do conhecido acelerômetro, mais dois sensores igualmente importantes, como a bússola e o giroscópio.

A bússola permite obter o ângulo pelo qual o smartphone é girado em relação ao polo magnético da terra, sua aplicação pode realizar a leitura dessas forças magnéticas e utilizar para realizar alguma ação, o sensor bussola não é um item considerado obrigatório para os fabricantes de equipamentos utilizarem com o Windows Phone, portanto se a sua aplicação for utilizar o recurso , ele precisa informa-lo e ainda verificar se o recurso está presente através de recursos do sistema operacional. Eventualmente a bussola pode ficar descalibrada, os smartphones com o sensor possuem recursos para a calibração da bussola, onde um movimento em formado de infinito é realizado.

O Giroscópio é outro sensor disponível para o desenvolvedor utilizar em suas aplicações, com ele podemos medir a velocidade de rotação do smartphone dos eixos X, Y e X. Todos os equipamentos com Windows Phone possuem o acelerômetro como sensor obrigatório, o acelerômetro consegue medir a aceleração do smartphone em movimentos mais intensos, no caso de uma simples e leve rotação de eixos, esses valores não podem ser lidos através do acelerômetro, já com o giroscópio é possível obter os valores quanto a velocidade de rotação do celular.

Juntos, o giroscópio, acelerômetro e a bussola, forma um conjunto completo que pode ser utilizado para formar um sofisticado sensor de movimentos, para simplificar essa integração, a versão Mango disponibiliza através do Microsoft.Devices.Sensors.Motion, um conjunto de recursos que facilitam a leitura dos resultados gerados pelos sensores para que você possa utilizar em sua aplicação.

continua…

Abr 14

Download Silverlight 5 and Tools

Escrito por Alexandre Tadashi em 1, 4, 6, AR, back, BI, Blend, developer, DRE, event, Evento, expression, Expression Blend, for, IE, if, image, int, Links, live, mg, Microsoft, MIX, NaN, novidade, Novidades, O, on, Review, Ria’s Geral, SDK, silverlight, site, Tema, tool, Twitter, Visual Studio, Visual Studio 2010, web, XP @ 04 14th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
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LiveMix11

O evento MIX 2011, realizado pela Microsoft em Las Vegas nos dias 12, 13 e 14 de Abril, apresentou uma série de novidades, algumas delas foram divulgadas ao vivo através do site http://live.visitmix.com .

O Fernando Martin  ( @fernandomartin ) acompanhou o MIX 11 em Las Vegas e twittou alguns links que acho interessante divulgar para quem está querendo começar ou testar o Silverlight 5 !

Silverlight 5 Tools for Visual Studio link http://bit.ly/gjdloV 

Expression Blend Preview for Silverlight 5 link http://bit.ly/dW49Nk

Silverlight 5 SDK CHM  link http://bit.ly/dPIzRv

Visual Studio 2010 SP1 link http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkID=186892

Visual Web Developer Express 2010 SP1  link  http://www.microsoft.com/express/Web/

Abr 13

Silverlight 5 Beta disponível para download

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, Asp.Net, Beta, BI, Blend, blog, Blogs, break, C#, Desenvolvedor, Desenvolvimento, developer, Download, expression, Expression Blend, for, Google, IE, Mac, map, mg, Microsoft, MIX, mudanças, News, O, on, Review, Ria’s Geral, runtime, S+S, SDK, Service Pack, servidor, silverlight, tool, UI, Ved, Visual Studio, Visual Studio 2010, web, window, windows, XP @ 04 13th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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No MIX11, Scott Guthrie anunciou a disponibilização da versão beta do Silverlight 5 para download. Abaixo estão alguns link para os downloads relacionados a essa versão beta:

  • Visual Studio 2010 SP1 ou Visual Web Developer Express 2010 SP1 (é necessário ter o Service Pack 1 do Visual Studio para poder usar o Silverlight 5)
  • Silverlight 5 Tools for Visual Studio
  • Expression Blend Preview for Silverlight 5
  • Silverlight 5 SDK CHM
  • Runtime de desenvolvimento: Windows ed Mac – não é necessário se você instalar o tools. Só é necessário se for testar aplicações feitas em Silverlight 5 em computadores sem o tools do SL5 instalado.
  • Silverlight 5 SDK – para servidores de build. O tools já instala o sdk no computador do desenvolvedor
  • Documento de mudanças (breaking changes)



Jan 28

Review do Windows Phone 7

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 3g, 4, 6, Android, AR, arte, back, bar, BI, blog, botão, Botões, busca, carregar, comparação, corretor, Curso, dados, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Dica, email, err, erro, Excel, facebook, falha, for, game, gestão, git, Google, html, ide, IE, if, int, internet, iphone, jogo, Jogos, lista, live, map, mg, Microsoft, MIX, mobile, MSDN, NaN, News, novidade, Novidades, O, on, online, Outros, problema, processo, procura, pt, Reclamação, Review, RIA, Ria’s Geral, screen, SDK, site, tag, TAT, Tema, Touch, tv, UI, update, Ved, vs, window, windows, XP, zend @ 01 28th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Pouco mais de 1 mês atrás, no dia 20 de dezembro de 2010, eu peguei o meu Windows Phone 7. Venho acompanhando a história do sistema operacional desde? quando as primeiras informações foram divulgadas e confesso que fiquei empolgado e frustrado no MIX de 2010 por ver tantas informações e novidades legais e não ter ganhado nenhum aparelho, como todos estavam suspeitando na época.

Como o Windows Phone 7 não está disponível no Brasil ainda, tive que procurar uma forma de comprar um no exterior e trazer pra cá. Para complicar ainda mais as coisas, o aparelho que eu queria (LG Optimus 7) não é vendido nos Estados Unidos. Por sorte, tenho um grande amigo que estava morando na França e iria voltar ao Brasil pouco antes do Natal. Fiz algumas pesquisas e encontrei o aparelho que eu queria, desbloqueado, a venda na Amazon França. A parte mais difícil foi fazer a compra no site em francês sem entender uma palavra (3 vivas para os tradutores online).

Pronto, estava tudo certo. Em 1 mês o meu novo celular com WP7 estaria em minhas mãos. Eu só teria que fazer backup dos dados do meu MotoQ e migrar o que fosse possível para o novo aparelho. 2 dias depois de fazer a compra, fui vítma de um sequestro relâmpago e levaram meu celular (é claro que eu não tinha feito o backup ainda né….) junto com um monte de outras coisas. Fui obrigado a comprar outro aparelho para usar nesse meio tempo. Acabei pegando o seu irmão menor, LG Optimus One, com Android 2.2 (saiu super barato graças ao programa de pontos da minha operadora). Devo confessar que fiquei bastante satisfeito com a aquisição, pelo menos até a chegada do novo aparelho.

Agora vamos à parte que interessa, o review do meu LG Optimus 7 com Windows Phone 7.

LG-Optimus-7

O aparelho é muito bonito e passa uma sensação de ser bem sólido quando você o segura. Ele é extremamente bem construído, não tendo nenhuma falha de encaixe ou desajuste de nenhum tipo.

Os botões são fáceis de pressionar, sendo que o único que me desagradou foi o botão de ligar, que também serve para travar e destravar o aparelho, mas explicarei melhor mais adiante. Aliás, por falar em botões, esse é o ÚNICO aparelho com Windows Phone 7 lançado até agora em que os 3 botões frontais (voltar, home e busca) são físicos ao invés de touch. Em alguns dos outros aparelhos o botão “home” também é físico, mas o voltar e busca de todos os outros é touch, facilitando que você acidentalmente os toque enquanto usa uma aplicação ou jogo e acabe saindo da aplicação ou da tela em que estava.

Os aparelhos com Windows Phone 7 lançados até agora se diferenciam bem pouco, pois os fabricantes estão todos seguindo praticamente ao pé da letra as especificações mínimas de hardware impostas pela Microsoft para a plataforma. Os diferenciais desse aparelho são:

  • Os 3 botões físicos para voltar, home e busca, ao invés de botões touch.
  • Memória de 16 GB (a maioria dos aparelhos tem memória de “apenas” 8 GB)
  • Recurso DLNA, que permite executar mídia do aparelho em dispositivos compatíveis, como TVs, home theathers, etc.
  • Tela Gorilla Glass, praticamente impossível de riscar (descobri isso com quanse um mês de uso).

O aparelho encaixa bem na mão e é fácil de manusear com apenas 1 das mãos, mas eu acho que a LG fez algumas escolhas equivocadas no posicionamento de alguns ítens.

  • Os botões de volume ficam do lado esquerdo do aparelho, quando na maioria dos outros telefones ele é do lado direto. Isso por si só não é um problema, mas fez com que houvesse botões em todos os lados do aparelho. Seria melhor se pelo menos um lado do aparelho não tivesse botões para que pudessemos segurá-lo ou apoiá-lo sem que nada fosse pressionado.
  • O plug micro-usb que serve para sincronismo e carregar o aparelho fica do lado direto, onde normalmente ficam os botões de volume e ainda por cima é coberto por uma lingueta que deve ser removida com a unha e virada de lado para conectar o cabo (já que ela fica presa para não se perder). Para mim isso são 2 erros consecutivos: O primeiro foi colocar o plug de carregador/dados na lateral do aparelho e o segundo colocar essa tampinha safada que serve mais para irritar do que para proteger.
  • O botão de ligar o aparelho, que também serve para bloquear e desbloquear, fica na parte superior, do lado direito. Ele é propositalmente pequeno e mais firme ao toque para que não seja pressionado acidentalmente, mas como os lados superior e inferior do aparelho são ligeiramente inclinados para frente, é difícil pressioná-lo com o indicador, o que torna necessário deslisar o telefone um pouco na mão para pressionar com o polegar (correndo o risco de derrubar o aparelho no processo), ou pressionar o botão com a outra mão.

Fora os detalhes acima, todos os botões são muito bem feitos e trabalham sobre uma pressão perfeita: nem duros demais, nem leves demais. Você difícilmente pressionará um deles acidentalmente.

Ele pesa 157 gramas, ou seja, é 30g mais pesado do que o LG Optimus One que eu havia acabado de comprar e 20g mais pesado do que o iPhone 4. Mas para ser justo, devo dizer que sua tela é de 3,8 polegadas, em comparação à de 3,2 do Optimus One e à de 3,5 do iPhone 4.

Ao contrário do que aconteceu com o Android, não tive nenhum problema para digitar no teclado virtual dele, tanto pelo tamanho da tela ser bom para minha mão, quanto pela qualidade e precisão do teclado virtual do WP7. A única reclamação que tenho do teclado é que não é possível digitar alguns caracteres acentuados se o teclado estiver configurado para inglês, então é necessário mudar para espanhol. Por outro lado, o telefone suporta mais de um perfil de teclado simultâneamente, tornando possível que você escolha se quer teclado em inglês ou espanhol enquanto digita. Se você escreve bastante em português vai achar melhor desabilitar o corretor do teclado com sugestão de palavras pois esse idioma ainda não é suportado (mas está previsto para o update do segundo semestre, junto com outras línguas e novas funcionalidades).

O sistema operacional é excelente, mesmo se tratando de uma primeira versão. Nesse tempo de uso eu não sofri nenhum travamento e ele responde extremamente rápido a todos os seus comandos (principalmente nas aplicações nativas, como o email ou navegador de internet). Há algumas coisas que precisam ser melhoradas e algumas funcionalidades que ainda não estão presentes, mas acho melhor deixar isso para um outro post.

Para quem pretende usar um aparelho desses no Brasil, é necessário saber de algumas coisas:

  • Compre um aparelho que esteja sem bloqueio de operadora. A maioria dos aparelhos estão sendo vendidos bloqueados para as operadoras e vinculados à contratos de fidelidade. Os aparelhos desbloqueados são um pouco mais caros e difíceis de encontrar.
  • É necessário um Windows Live ID para acessar o Market Place e sincronizar contatos. O seu Live ID deve estar vinculado à um dos países onde o aparelho já foi lançado. Você pode vincular mais de um Live ID ao aparelho, mas apenas o primeiro será usado para acessar o Market Place ou Xbox Live, no caso dos jogos. Esse Live ID primário só pode ser trocado fazendo um soft reset no aparelho. Se você já tem um gamertag do Xbox vinculado ao seu Live ID, ele será utilizado pelo jogos do aparelho também. Se o seu gamertag for da Xbox Live Brasil, não vai funcionar, e você terá que criar um novo Live ID com endereço americano ou de outro país onde o aparelho já tenha sido lançado para poder usar no aparelho.
  • O WP7 sincroniza a lista de contatos e agenda de todos os Live IDs, contas do Google e Facebook que você cadastrar. Você pode mudar as opções de sincronismo dessas contas, exceto do Live ID principal. Todos os seus contatos terão uma cópia online, que será facilmente baixada para um outro WP7, caso você o vincule ao mesmo Live ID. Isso é ótimo para quando você decidir trocar de aparelho daqui a algum tempo.
  • Para desbloquear o aparelho para desenvolvimento, é necessário que o regional settings do computador, do telefone e da sua Live ID estejam iguais. O desbloqueio é feito usando um aplicativo que vem junto com o SDK de desenvolvimento. Para poder desbloquear, é necessário também que você tenha se cadastrado como desenvolvedor e pago a taxa de US$ 99,00 + impostos (que vale por 1 ano). Esse cadastro ficará vinculado ao seu Live ID (pode ser um live ID brasileiro), que é o que deve ser utilizado para desboquear o aparelho. Cada cadastro desses dá direito a desbloquear 3 aparelhos. Se for uma empresa e precisar desbloquear mais aparelhos, deve entrar em contato com a Microsoft.

Por enquanto é só. Em breve publicarei mais informações sobre o sitema operacional e sobre a plataforma de desenvolvimento.



Nov 24

UX Specialist – Links para “entrar na profissão”

Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, action, api, app, AR, arte, Artigo, Artigos, as2, BI, blog, Blogs, Blueprint, business, camp, Carreira, case, collection, Curso, Cursos, custom, Design, designer, Dica, Download, DRE, email, engine, err, erro, error, event, events, Experience Design, for, futuro, gc, git, Google, handle, HCI, html, ide, Ideas, IE, if, int, interface, Introdução, Links, lista, live, LOB, Mac, Mate, mg, MIX, motion, O, on, online, oop, PHP, POO, print, produto, pt, research, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, Sem categoria, site, social, spark, Sun, tag, TAT, team, Tech, Tecnologia, Tema, tool, try, Tutorial, Twitter, UI, user experience, utf8, UX, Ved, Vídeo, vs, web, web design, Wordpress, Workshop, XP, yahoo @ 11 24th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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What the hell is UX, e IxD – Design de Interação, abordagem direta uma galera tem me perguntado sobre a carreira de UX Specialist, o que é, o que deixa de ser, onde encontra-se material, etc.

Vou resumir, ou tentar.

UX Specialist é o indivíduo especializado em User Experience, a essa altura você deve dizer “você está de brincadeira comigo…”, mas não poderia deixar de enfatizar isso, já que, quando falo especialista, é especialista mesmo, é alguém que entende o assunto, não é apenas um termo.
Portanto, sem entrar no mérito da profissão, já que não existe faculdade para formar especialistas em UX, e muito menos cursos sobre o assunto. Os profissionais vem de diversas áreas do design, mas quando falamos em usuário temos que pensar em algo muito peculiar, INTERFACES, a maioria esmagadora vem do segmento de design de interfaces e do estudo em IxD.

Se em um futuro próximo eu ver de acordo com a perguntas dos leitores que há ainda falta de entendimento em relação a esse tema eu posso postar o que é essa carreira em alguns dos seus detalhes, por hora vou municiar vocês com material, muito material, links e mais links para você encontrar o que quiser a respeito de User Experience, mas já aviso, em português não tem coisa boa, não significativa, mas com esforço você encontra, portanto terá que ser em inglês, e se, teu inglês não está lá aquelas coisas faz um esforcinho e pede ajuda ao titio Google, garanto que vai valer a pena.

De quebra, vou dar um Help com um vídeo de introdução muito interessante… do Don Norman, (@becknovaes gosta muito dos conceitos desse especialista), acho o velhinho simpático e com uma bagagem invejável, o vídeo tem legenda em português, vale a pena.

Don Norman: 3 maneiras pelas quais o design te faz feliz

.

Você vai perceber nos links abaixo que haverá temas relacionados a IxD, IA, etc, entender todos esses assuntos fazem parte do papel de UX Specialist.

Isso não significa que eu concordo com todos os pontos de vistas de todo esse conteúdo, isso é material de investigação, de estudo. Eu tenho minhas próprias convicções sobre essa matéria User Experience, devido a meus anos de trabalho na área, pelas milhares de tentativas de erros e acertos.

Espero que com esse material você encontre o que precisa para largar de vez esse tema ou amar.

.

UX BOOKS

.

UX Primer

.

  • The Design of Everyday Things by Don Norman
  • Don’t Make Me Think by Steve Krug
  • Não me faça pensar, Steve Krug  o mesmo de cima só que em português

.

Design Thinking

.

  • Sketching User Experiences by Bill Buxton
  • Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday Things by Don Norman
  • The Inmates Are Running the Asylum by Alan Cooper

.

Strategy

.

  • Subject To Change by Peter Merholz, Todd Wilkens, Brandon Schauer, and David Verba

.

Process

.

  • The Elements of User Experience by Jesse James Garrett
  • About Face 3 by Alan Cooper, Robert Reimann, and David Cronin
  • A Project Guide to UX Design by Russ Unger and Carolyn Chandler

.

Principles

.

  • Designing for the Social Web by Joshua Porter
  • Designing Interfaces by Jenifer Tidwell
  • Designing Visual Interfaces by Kevin Mullet
  • Information Architecture for the World Wide Web (the Polar Bear book) by Louis Rosenfeld and Peter Morville
  • Information Architecture: Blueprints for the Web by Christina Wodtke and Austin Govella
  • Designing Web Navigation by James Kalbach
  • Web Form Design by Luke Wroblewski

.

Activities

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  • Usability Engineering by Jakob Nielsen
  • Handbook of Usability Testing by Jeffrey Rubin and Dana Chisnell
  • Observing the User Experience by Mike Kuniavsky

.

Documentation

.

  • Communicating Design by Dan Brown

.

Extra Credit

.

  • Set Phasers on Stun: And Other True Tales of Design, Technology, and Human Error by S. M. Casey

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UX BLOGS

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  • Konigi by Michael AngelesTips, tools and techniques for being a better user experience designer
  • Disambiguity by Leisa ReicheltThe ins and outs of designing a product with an existing, and passionate, community
  • EverydayUX by Alex RainertA fresh look at the world around us through UX-tinted glasses
  • Graphpaper by Christopher FaheyCritical analysis of some of the toughest issues facing UX designers today
  • inspireUX by Catriona CornettCubical-wall worthy quotations from a variety of practitioners on how and why to create positive user experiences
  • Bokardo – Social Design by Joshua PorterFor everything you need to consider when designing socially-focused stuff
  • Logic + Emotion by David ArmanoReusable visualizations and valuable synthesis at the intersection of user experience design, marketing and business
  • Putting People First by ExperientiaA great resource for all things UX from around the globe
  • Brain Sparks by User Interface Engineering (UIE)Inside the brilliant minds of user research pioneer Jared Spool and his team
  • Design for Service by Jeff HowardInsights into all the ways companies need to be communicating with their customers, outside of their websites
  • UX Booth by Redd Horrocks, Matthew Kammerer, David Leggett, and Andrew Maier

.

UX PUBLICATIONS

.

  • Boxes and ArrowsJournal dedicated to discussing, improving and promoting the work of the information architecture community
  • interactionsMagazine including timely articles, stories, and content related to the interactions between experiences, people, and technology, published by the Association for Computing Machinery
  • UXmattersInsights and inspiration for the user experience community written by many distinguished practitioners
  • Core77Industrial Design content and community site – articles, discussions, interviews and resources

.

LOCAL EVENTS

.

  • UX Book Club
  • IxDA chapters
  • UPA chapters
  • IAI Local Groups
  • SIGCHI chapters
  • User Experience Meetups
  • Information Architecture Meetups
  • Lots more events listed at UXnet.org

.

ORGANIZATIONS

.

  • Information Architecture Institute (IAI)
  • Interaction Design Association (IxDA)
  • Usability Professionals Association (UPA)
  • User Experience Network (UXnet)
  • Special Interest Group – Computer Human Interaction (ACM/SIGCHI)

.

MAILING LISTS

.

  • IxDA mailing list
  • IAI mailing list
  • NYCCHI mailing list
  • SIGCHI in other cities

.

WEBINARS

.

  • UIE’s Virtual SeminarsA monthly series of online seminars giving you the chance to hear the latest perspectives in the world of design from the field’s premier experts.
    $129 each. 90 minutes.
  • Rosenfeld Media’s Future Practice WebinarsThe cutting edge of contemporary user experience research and design methods and practices.
    $99 each. 60 minutes.
  • Adaptive Path’s Virtual Seminars$129 each. 75 minutes.
  • Smart Experience online material

.

WORKSHOPS

.

  • UIE RoadshowIn this full-day, in-depth seminar you’ll discover the key experience-design factors, analyze your team’s strengths and weaknesses, create an experience vision, and learn the role of delight.
  • AdaptivePath’s UX IntensiveThis four-day workshop series is for experienced professionals wanting to take their practice to the next level.
  • Cooper U A practical collection of courses that help product team members improve their effectiveness from early planning all the way through implementation.

.

CONFERENCES

.

Inspirational

.

  • Good Experience Live (GEL)A conference and community exploring good experience in all its forms — in business, art, society, technology, and life.
  • IDEA ConferenceThe world’s foremost thinkers and practitioners sharing the big ideas that inspire, along with practical solutions for the ways people’s lives and systems are converging to affect society.
  • Adaptive Path’s Managing Experience (Mx)Thought leaders from major corporations show you how smart and visionary management will help you successfully compete in a difficult economy.

.

Practical

.

  • UIE’s User Interface Conference Examining the biggest issues in the world of web design, information architecture, and usability.
  • NN/g’s Usability Week A three-day usability camp, a three-day intensive session on interaction design, and several specialized, day-long tutorials on core usability topics. Come for as few or as many days as you want.
  • UPA Tutorials, workshops, Experienced Practitioners program, then two and a half days packed with presentations, Idea Markets, and opportunities to network with other user experience professionals.

.

Mixed

.

  • IxDA Interaction Conference Three days of inspirational and tactical sessions geared at anyone who practices Interaction Design, as well as a day of pre-conference workshops.
  • IA Summit The premier gathering place for information architects and other user experience professionals. Two days of pre-conference sessions, two keynotes and over 50 presentations.
  • Adaptive Path’s UX Week A mix of inspiring talks from recognized thought leaders and hands-on workshops delivering takeaway skills, this event delivers for user experience professionals at all levels — directors, managers, and practitioners.
  • UIE’s Web App Summit The four-day Summit includes two days of intensive full-day workshops and two more days of featured presentations from world-renown experts, to give you fresh perspectives and new insights on today’s web app design challenges.
  • UX Australia 3-day user experience design conference, with inspiring and practical presentations, covering a range of topics about how to design great experiences for people.
  • UX London A unique three-day event combining inspirational talks with in-depth workshops presented by some of the industry’s biggest names.

.

Academic

.

  • ACM’s CHI The premier international conference for the field of human-computer interaction.

.

SCHOOLING

.

Human Computer Interaction

.

  • Human Computer Interaction Institute at Carnegie Mellon University
    (where I received a bachelor’s and master’s degree)
  • Master of Science in Information – HCI Specialization at University of Michigan
  • Full list of HCI degree programs

.

Interaction Design

.

  • Master of Design in Interaction Design at Carnegie Mellon University
  • Master of Fine Arts in Interaction Design at School of Visual Arts
    (starting fall 2009)
  • Undergraduate minor in Interaction Design at Savannah College of Art and Design
  • http://www.designdeinteracao.com.br/ Puc de Minas
  • Pós na FIT de Design de Interação Curso recente criado na Faculdade Impacta de Tecnologia – SP capital

.

Misc

.

  • Interactive Telecommunications Program at NYU’s Tisch School of the Arts
  • Institute of Design at Illinois Institute of Technology

_________________________________________

Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
@eduardohorvath

Out 20

GVT – Power Music Club

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2009, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, api, aplicacao, app, AR, BI, blog, browser, class, cliente, código, Curso, custom, empresas, exemplo, flash, Flex, for, Formação, game, gratuito, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, iTunes, jogo, lista, Mac, mg, MIX, musica, NaN, noticia, novidade, Novidades, O, on, Outros, POO, portal, produto, prova, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, screen, site, streaming, Sun, tag, Tecnologia, UI, uint, Vídeo, web, zend @ 10 20th, 2010 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Tudo bem eu sei que a essa hora já não é mais novidade este assunto, mas vou comentar também… Começando com um detalhe a implementação foi feita em Adobe Flex, não em Adobe Flash como vi em muitos sites…

Power Music Club


Como alguns sabem, atualmente estou trabalhando alocado na GVT e todos que me conhecem viram me perguntar exatamente a mesma coisa:

Cara o Power Music Club da GVT foi implementado em Adobe Flex?

Sim foi desenvolvido em Adobe Flex, mas já deixo claro que nesse projeto não participei, até onde sei foi desenvolvido através de 2 equipes, uma interna da GVT e outra de uma empresa externa (que ainda não sei qual foi).

Este projeto é uma, de muitas novidades que a GVT vem anunciando na mídia que estará lançando para seus clientes relacionado a entretenimento, em outras palavras, pode ter certeza que vai vir muito mais coisas legais pela frente.


Conforme dito em alguns sites, enquanto iTunes e outras soluções similares não surgem aqui no Brasil a GVT tomou a frente e lançou o Power Music Club, que é um fruto da parceria da GVT com a Universal Music, onde um detalhe vou informar que muito provavelmente as pessoas não tenha atentado, atualmente ambas as empresas pertencem a empresa multinacional francesa Vivendi.

Então uma pergunta que provavelmente vem a mente:

Mas quanto é que vou pagar para ter acesso ao Power Music Club?

A reposta é nada, além de ser cliente da GVT de um dos planos de internet de 3 Mega em diante que pode ser ativado a partir deste site da GVT. Outra informação interessante divulgada foi que apesar de ser um produto para clientes GVT, caso este esteja, ou queria acessar o Power Music Club de alguma outra rede de internet sem ser da GVT irá funcionar, pois o site possui autenticação com login e senha.

Agora caso você não seja um cliente da GVT ainda, pelos possíveis motivos: não conhece a GVT, ainda não migrou para GVT, onde você mora ainda não tem GVT (clama a idéia é um dia disponibilizar essa internet muito elogiada no Brasil aonde você mora também) poderá acessar ao site, navegar por todo o conteúdo disponibilizado e ouvir trechos (pequenos) de “degustação” para conhecer.


Caso você ainda tenha dúvida de que o site foi implementado em Adobe Flex, faça o seguinte:

1- Acesse o Power Music Club

2- Depois de ter carregado o site no teu web browser vá na opção para visualizar o código html da página

3- Lendo o início do html vai ver que, sim foi feito em Adobe Flex hehe

4- Apesar de uma customização visual de 99% o busy cursor do relógio no ponteiro do mouse entrega o jogo hehe


Agora vamo a algumas ScreenShots do site (clique nas imagens para ampliar):


1- Tela inicial

2- Tela de login

3- Informação de login efetuado

4- Listagem das músicas de um determinado algum de um artista


Bom por enquanto é isso ai, mais uma outra aplicação em Adobe Flex que poderemos utilizar de exemplo de uso da tecnologia.


Outros sites que noticiaram sobre:

- Zumo Blog : Na falta de iTunes, GVT e Universal fazem parceria por streaming

- MacMagazine : GVT lança Power Music Club e oferece streaming gratuito de músicas da Universal para seus clientes


Se possível deixe seu comentário, dizendo o que achou da aplicação.


Veja também:

  • Impressionante : Dr. Mário : Vídeo & Música
  • Ritmo intergalático : Rap Star Wars Gangster
  • DJ Sound Mixer
  • Rapper Pato Pooh, publicou a música: Follow Me – Video clipe inspirado no video game
  • [Curiosidade] Música Panamericano
Jul 1

XAMLCast – Episódio 16 – VS2010, SL4, Moonlight 3, ReactiveXAML, MSN na Copa

Escrito por XAML Cast em .NET, 1, 3d, 4, 6, api, AR, arte, back, bar, Behavior, BI, Blend, blog, class, deep zoom, deepZoom, Dicas, dotnet, Download, DRE, entrevista, expression, Expression Gallery, filter, for, git, ide, IE, if, image, iTunes, Mate, mg, Microsoft, MIX, moonlight, MSDN, MSN, novidade, Novidades, O, on, Orientação, PHP, problema, Projetos, Ria’s Geral, rss, silverlight, Silverlight 4, tag, Tech, Twitter, UI, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, Widget, window, windows, XAML, XP @ 07 1st, 2010 | via http://www.xamlcast.net | Sem comentários
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Estamos de volta!


Ficamos quase quatro meses distantes dos microfones. Todos nós estivemos envolvidos em projetos pessoais que tomaram uma boa parte do tempo e ainda tivemos o problema do fuso horário do Sonnino que estava no GMT+5.

Agora normalizado, voltamos com novas idéias e boas informações para sua orientação e atualização.

Se você acompanha o XAMLCast, deve ter percebido que a numeração mudou – decidimos acabar com a contagem por temporadas, pois afinal o XAMLCast é uma coisa só. Logo, contando 4 episódios da 1a temporada, 2 do Tech-Ed 2007 e mais 9 da segunda temporada, você vai ouvir agora o Episódio 16 do XAMLCast!

Claro que não conseguimos falar de tudo que aconteceu nestes últimos 3 meses e meio. Porém falamos dos acontecimentos mais importantes desde o MIX10 e também de algumas boas novidades fresquinhas.

Neste episódio falamos de:

  • O indiscutível Visual Studio 2010 – http://msdn.microsoft.com/en-us/vstudio/default.aspx
  • Novidades do Silverlight 4 – http://www.silverlight.net/getstarted
  • Silverlight no Windows Phone – http://www.silverlight.net/getstarted/devices/windows-phone
  • Expression Studio Ultimate – http://www.microsoft.com/expression
  • Blend Fundamentals Training – http://www.microsoft.com/expression/resources/BlendTraining
  • Moonlight 3 com próximas atualizações baseadas no Silverlight 4 – http://www.dotnetrocks.com/default.aspx?showNum=568
  • ReactiveXaml – http://github.com/xpaulbettsx/ReactiveXaml e http://blog.paulbetts.org/index.php/category/programming/reactive-extensions/
  • MSN na Copa – http://www.msnnacopa.com.br
  • Behavior desenvolvido pelo Kelps para download no Expression Gallery – Deep Zoom Tag Filter Behavior: http://gallery.expression.microsoft.com/en-us/DeepZoomTagFilter
  • Especial: Kelps entrevista  Tim Heuer no MIX10 – http://www.youtube.com/watch?v=yQ75swHZ5Pw (post completo em breve)

Para assinar:

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  • iTunes/iPod: pcast://www.xamlcast.net
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O XAMLCast também está no Twitter!

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- Adicione o Twibbon do XAMLCast ao seu avatar!

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Até o próximo!

Abraços,

Kelps, Roberto Sonnino e Rodrigo Kono

http://feedproxy.google.com/~r/xamlcast/~5/fwb4HuKxyZQ/xamlcast – 16.mp3

Jun 24

Analytics Framework atualizado para Silverlight 4

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 4, 6, action, analytics, api, Apresentação, AR, Behavior, Behaviors, Blend, blog, Blogs, class, codeplex, components, Download, err, exemplo, Ferramenta, for, framework, Google, ide, IE, int, lista, live, mg, Microsoft, Microsoft Silverlight, MIX, monitor, MSDN, News, O, offline, on, online, protótipo, Ria’s Geral, serviço, Serviços, servidor, silverlight, Silverlight 4, sketchflow, TAT, Teste, Twitter, UI, update, web, WPF @ 06 24th, 2010 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Já é notícia um pouco velha (do dia 15/Junho) mas eu achei que valia a pena postar aqui por conta da sua importância e pelo fato de pouca gente conhecer. Michael Scherotter (@synergist) postou uma atualização do Analytics Framwork para Silverlight 4. Para quem não conhece, o Analytics Framework é uma coleção de apis, Behaviors e Actions para integração de aplicações Silverlight e WPF com ferramentas de analytics e trends (como Google Analytics por exemplo).

O framework suporta nativamente uma série de serviços (Google Analytics, Nedstat, Omniture, Webtrekk, etc para citar alguns) e pode ser facilmente extendido. Se você deseja monitorar a utilização da sua aplicação Silverlight deve considerar o uso desse framework.

Alguns dos pontos mais interessantes desse framework estão listados abaixo:

  • Suporta aplicações OOB
  • Funciona mesmo se a aplicação estiver rodando offline (as métricas são salvas e serão enviadas para o servidor quando estiver online)
  • Suporta o uso de mais de um serviço de analytics ao mesmo tempo
  • Não afeta a performance da aplicação
  • Pode ser totalmente configurado no Blend pois é implementado como uma série de Behaviors
  • Suporta testes A/B
  • Suporta protótipos SketchFlow
  • Está integrado no Microsoft Silverlight Media Framework

Para mais informações acesse:

  • http://blogs.msdn.com/b/synergist/archive/2010/06/15/microsoft-silverlight-analytics-framework-updated-for-silverlight-4.aspx
  • http://msaf.codeplex.com/
  • http://live.visitmix.com/MIX10/Sessions/CL24 (apresentação feita no MIX10)
  • https://www112.livemeeting.com/cc/microsoft/view?id=H9494W (Using the Microsoft Silverlight Analytics Framework)
  • https://www112.livemeeting.com/cc/microsoft/view?id=MRGR8S (Building Components for MSAF)

Mai 24

Download dos arquivos para iniciar com o desenvolvimento em Silverlight 4

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 4, 6, Aplicativos, AR, arte, BI, Blend, blog, Blogs, class, codeplex, Componente, Componentes, comunidade, control, Controls, Curso, Desenvolvimento, Design, developer, DevMedia, Download, Draw, err, exemplo, Exemplos, expression, Expression Blend, Ferramenta, Google, html, ide, IE, int, kit, labs, Links, lista, mg, Microsoft, MIX, MSDN, O, on, online, Outros, pt, redeRIA, RIA, Ria’s Geral, runtime, SDK, silverlight, Silverlight 4, site, Software, tool, toolkit, Tutoriais, Twitter, UAU, UX, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, WCF, web, WPF, XP @ 05 24th, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Segue a lista de  links das principais ferramentas, tutoriais, comunidades e blogs para quem quer começar com o desenvolvimento de aplicativos em Silverlight.

Para quem ainda não tem o ambiente de desenvolvimento instalado:

IDE de desenvolvimento : Visual Studio 2010 RC
Complemento para o Visual Studio: Silverlight 4 Tools para Visual Studio 2010
(Contém o Runtime do Silverlight 4, SDK, Tooling para o Visual Studio e o WCF RIA Services RC)
Ferramenta de auxílio para o design de aplicativos em Silverlight/WPF : Expression Blend 4
Conjunto de componentes para o Silverlight 4 : Silverlight Toolkit

Outros sites interessantes:

Sites Oficiais do Silverlight : link e link
Curso de Silverlight 4: link
Exemplos  online do Silverlight 4 Toolkit: link
Hello World: link
Comunidade Silverlight Brasil : link
Silverlight Developer Center (em português) : link
Innovation Lab (em português) : link
o UAU nosso de cada dia : link
Comunidade RedeRIA : link
DevMedia: link
RIASoftware: link
Desenvolvendo para Web : link
Shine Draw : link
Project Rosetta : link
Expression Blend : link

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Eduardo KrausAlexandre TadashiBindableCognitiva SoluçõesDaniel LopesDaniel SchmitzDanielPedrinhaDClick TeamEbercomEdgard DavidsonElvis FernandesErko BrideeFabiel PrestesFábio Batista da SilvaFabio da SilvaFabriccio BernardesFelipe BorellaFlavia MoreiraGabriel VersalliniGabriela T. PerryIgor MusardoJanderson CardosoJoão AugustoJose Carlos FielKelps SousaLeonardo FrançaLucas MarçalLuis MessiasLuiz TarabalMario JuniorMário SantosMauro MartinsPablo SouzaPedro ClaudioreneRia BrazilriaPTRicardo CerqueiraRobson FernandesRodrigo Pereira FragaSaintBrSamuelFacchinelloSergio SouzaSilva DeveloperStefan HorochovecTech CaffeTecinforThiago BuenoVedVinícius SandimWillian ManoXAML Cast

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